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Posts com a Tag Zé Roberto Guimarães

segunda-feira, 30 de setembro de 2013 Superliga | 10:40

Zé Roberto no coro contra 21 pontos e mais do fim de semana

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*atualizado

Já era mais do que esperado que o set com 21 pontos daria muito o que falar… E conforme técnicos e jogadores estreiam no sistema, aumenta o coro de quem é contra. Na noite de sexta-feira foi a vez de José Roberto Guimarães, técnico da seleção e do Vôlei Amil, engrossar a lista dos descontentes.

O time de Campinas estreou no Campeonato Paulista, que também adota o teste dos 21 pontos já que acontece ao mesmo tempo que a Superliga, e o treinador se mostrou bastante descontente: “Fiquei muito preocupado com o sistema de jogo com 21 pontos. Me senti no meio de um mini-jogo. É horrível. Parece que os tempos técnicos foram mais longos que o período de bola em jogo. Espero que as pessoas com bom senso no vôlei mundial não deixem passar esse verdadeiro absurdo”.

Ainda não vi nenhuma declaração positiva em relação ao teste. Vale lembrar, mais uma vez, a CBV adotou os 21 pontos na Superliga depois de um pedido das TVs, por meio da FIVB, para que o tempo total de jogo fosse reduzido. E na prática os jogos ficaram mais rápidos, mas também mais “picotados”.

Aproveitei o final de semana de folga da redação para acompanhar um pouco das partidas. Dá para entender o que Zé Roberto fala em relação aos tempos. Com menos pontos, o tempo total de bola em jogo em uma parcial foi reduzido. Mas treinador segue com seus tempos e também continuam as paradas técnicas, agora aos 7 e 14 pontos. Com isso, a todo momento o jogo para por algum motivo. Logo por volta dos 10 pontos, os técnicos já começam a parar a partida para tentar arrumar o seu time. Não sei, mas parece que a coisa não engrena.

E é muito estranho ver que o set pode ser decidido também por volta dos 10 pontos. Se a essa altura alguém abrir uns quatro ou cinco pontos, não vai dar tempo de recuperar. O lado bom é que realmente é preciso entrar forte porque não dá para buscar depois. Mas é esquisito ver a parcial praticamente definida por volta dos 17 pontos. Será que a gente se adapta até o final da Superliga?

Paulista, Superliga, Carioca… tudo junto

No outro post eu falei do calendário e que era preciso ter um pouco de paciência para entender quem estava jogando o quê. Neste final de semana foi assim. O Molico (novo nome do time do Osasco) jogou na sexta-feira pela Superliga diante do Maranhão e no final de semana pegou o Barueri no Paulista. Também no final de semana a Unilever, que ainda não estreou no torneio nacional, venceu o Carioca. Está complicado…

Atleta irregular pode jogar?

E para completar, o Maranhão pode perder os pontos da derrota para o Molico/Nestlé na estreia da Superliga. Isso porque a levantadora argentina Yael Castiglioni entrou em quadra, mas a atleta só estará regularizada para jogar, segundo informações da CBV, na quarta-feira. Se não estava regular, como deixaram que ela atuasse?

O resultado da partida, como informou a confederação no final da tarde de segunda-feira, está sob judice. A entidade vai enviar documentação sobre o jogo para o STJD e o caso será analisado por um auditor. Veja a íntegra da nota oficial.

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sábado, 1 de junho de 2013 Seleção feminina | 15:39

Seleção feminina na primeira final da temporada

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*atualizado às 18h22

O Brasil está na decisão da Montreux Volley Masters! A seleção feminina venceu, agora há pouco, a República Dominicana por 3 sets a 0, com parciais de 25/19, 25/18 e 32/30, e vai disputar a primeira final da temporada. E o jogo desta tarde foi o primeiro teste de fato da equipe até aqui.

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Divulgação

Fernanda Garay foi a maior pontuadora do Brasil na semifinal

O time de Zé Roberto havia passado por Suíça, juvenis da China e reservas da Rússia. Mas agora tinha pela frente as dominicanas com jogadoras experientes, como De La Cruz, Castillo e companhia. O jogo foi o mais equilibrado e acho que o Brasil se comportou bem. Abriu no primeiro set, viu as rivais melhorarem com uma inversão de 5-1, mas logo fechou. Depois, buscou o placar na segunda parcial e, de novo, deslanchou no final para vencer. E no último set, dificuldade para acabar com a partida, mas um bloqueio resolveu o jogo.

Falando em bloqueio, o Brasil deu lavada no fundamento, marcando 18 pontos nas três parciais. No terceiro set, por exemplo, uma das viradas veio com sequência de pontos de bloqueio. Destaques para Juciely (ela costuma resolver no bloqueio na Unilever e aparece também agora na seleção), Adenízia e Pri Daroit.

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Além disso, a seleção não cometeu tantos erros bobos e até por isso venceu os dois primeiros sets depois de ver a situação ficar equilibrada. Já as dominicanas… Elas deram 25 pontos ao Brasil em erros! Ou seja, a equipe nacional teve que, de fato, vencer dois sets para acabar com a partida.

Como disse no outro post, acho bom Zé Roberto manter a sua equipe em quadra. De novo, só Suelen entrou em passagens de saque. O resto foi o mesmo e elas conseguiram se encontrar, virar o placar e sair com a vitória. Vi também alguns lindos ataques de Fê Garay pelo fundo e se no outro comentário elogiei Pri Daroit, aqui aprovo a atuação da outra ponteira. E Garay foi a maior pontuadora, com 15 bolas no chão. Ela está segura e confiante em quadra! Assumiu bem o papel de ser uma das experientes do time e também a capitã.

Agora é esperar a final neste domingo. A decisão será às 11h (horário de Brasília) e quem estará do outro lado será a Rússia.  A equipe venceu a Itália por 3 sets a 2 na segunda semifinal. Será que o Brasil repete a vitória da fase classificatória? Amanhã a gente descobre! Até lá!

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012 Seleção masculina | 12:08

20 anos do ouro nas Olimpíadas de Barcelona

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Eu nasci em 1983, então, ainda era muito pequena nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988. Quatro anos mais tarde, em Barcelona 1992, já gostava de esportes e ver as Olimpíadas era uma grande diversão. E ver uma seleção que foi passando por todos os adversários, foi ganhando espaço e chegou ao ouro depois de um saque perfeito de Marcelo Negrão foi melhor ainda!

Hoje, 9 de agosto, é o aniversário de 20 anos da conquista da medalha de ouro em Barcelona pela seleção masculina de vôlei. Foi o primeiro ouro olímpico para o esporte coletivo do Brasil. E no país, fez reascender uma paixão pelo vôlei, que começou com a geração prata no Mundial de 1982 e nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984.

Maurício, Giovane, Tande, Negrão e companhia venceram em Barcelona mostrando um jogo rápido e versátil. Carlão atuava como ponta e como meio. Os bloqueios rivais não se acertavam com essa “mistura”. Negrão tinha um saque muito potente. E Maurício, levantador brasileiro com direito a um espaço no hall da fama, fazia jus ao apelido de maestro, colocando todos para jogar com precisão. Isso sob o comando de José Roberto Guimarães, único técnico campeão olímpico com homens e mulheres.

Para lembrar um pouco daquela geração, fiz um infográfico com a equipe de arte do iG. Que a conquista inspire os jogadores que estão lá em Londres!

Infográfico: 20 anos do primeiro ouro brasileiro no vôlei

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 11:24

Retrospectiva: 2011 teve vaga olímpica, sustos e decepção

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Mais um ano de blog e mais uma vez aqui está a tradicional retrospectiva. O ano de 2011 foi de aquecimento no mercado nacional e alerta para as seleções, tanto masculina quanto feminina. E para vocês, o que mais marcou nos últimos 12 meses? Relembre nos tópicos, clique nos links para reler mais sobre os assuntos e deixe seus comentários no final. E Feliz 2012! Até lá!

Acidente e preconceito na Superliga 2010/2011

Acidente-Vôlei Futuro/Futura Press

Ônibus do Vôlei Futuro tomba perto de ginásio da semifinal da Superliga feminina

A Superliga 2010/2011 foi a primeira decisão na temporada do vôlei por aqui. E a fase final foi mais conturbada do que o normal por problemas que aconteceram fora das quadras.

Na semifinal da edição feminina, o ônibus com a delegação do Vôlei Futuro tombou perto do ginásio do Osasco, no dia 12 de abril. Segundo as primeiras informações, a líbero norte-americana Stacy Sykora era a única que preocupava, com um corte na cabeça. Pouco depois, todos souberam que a situação era bem mais grave e que a atleta havia sofrido um traumatismo craniano. Stacy ficou quase um mês internada, voltou aos EUA para completar a recuperação e, aos poucos, já voltou a atuar. A líbero segue no Vôlei Futuro para a temporada 2011/2012.

Já na semifinal do masculino, o Vôlei Futuro foi jogar na casa do Sada/Cruzeiro e o central Michael afirmou ter passado a partida ouvindo gritos preconceituosos. O caso tomou grandes proporções, o Sada/Cruzeiro foi multado e, no jogo de volta, o time de Araçatuba fez uma “festa rosa” para o atleta, com jogadores usando camisas rosa ou com o arco-íris, símbolo GLSTB e a torcida com batedores coloridos e com o nome de Michael. Ele assumiu ser homossexual e, em uma entrevista exclusiva, falou que nunca namorou, nem homem e nem mulher. Dentro de quadra, o Sada/Cruzeiro levou a melhor e ficou a vaga na decisão.

No final, um campeão inédito e um velho conhecido

Unilever vence a Superliga - Divulgação/CBV

Unilever faturou o sétimo título na Superliga

A edição 2010/2011 da Superliga teve um campeão novato e outro mais do que conhecido. No masculino, o Sesi venceu o Sada/Cruzeiro e conquistou o seu primeiro título nacional com uma equipe equilibrada e um grupo homogêneo. Tanto que, na decisão, o nome do jogo não foi alguém da seleção. O destaque ficou para Vini, prova de ter um grupo completo e preparado pode valer mais do que só alguns selecionáveis.

Entre as mulheres, mais um Unilever x Sollys/Osasco. E o time do Rio de Janeiro, derrotado na temporada 2009/2010, recuperou a coroa e faturou o sétimo título nacional. Na decisão, assim como em quase todos os jogos do time, Sheilla foi a jogadora de segurança. Agora, na temporada 2011/2012, ao lado de uma levantadora experiente como Fernanda Venturini, tende a crescer ainda mais em quadra.

Novos ‘supertimes’, volta de Venturini e mais contratações

Fernanda Venturini - Divulgação

Depois de quatro anos, Fernanda Venturini volta a jogar e assina com o Unilever

Como o costume, depois da Superliga vem a movimentação do mercado e, nesse ano, dois ‘supertimes’ surgiram. Em abril, Eike Batista montou o RJX, no Rio de Janeiro. a equipe contrataria Dante, Marlon, Théo e Lucão, da seleção, além de Lipe, Alan e outros nomes importantes. No mesmo mês, a Cimed anunciou a parceria com a Sky. A ex-patrocinadora deixou o Pinheiros depois de uma temporada turbulenta, com dispensas de Rodrigão e Marcelinho e eliminação nas quartas de final da Superliga diante do Sada/Cruzeiro, que seria vice-campeão. O Pinheiros não manteve o time e a Cimed “ganhou” Giba e Gustavo para a temporada 2011/2012.

No feminino, o mercado viu trocas entre rivais e até o final de uma aposentadoria. Atendendo a um pedido de Bernardinho, que ficou sem levantadora depois de Dani Lins assinar com o Sesi, que montou um time feminino em 2011, Fernanda Venturini voltou a jogar e é a levantadora do Unilever. O time também tirou Natália do rival Sollys/Osasco.

O problema é que, até dezembro, alguns reforços ainda não jogaram em seus times. Giba, com fratura por estresse na tíbia, e Natália, depois da segunda cirurgia para retirada de um tumor benigno na canela esquerda, são exemplos de contratados que ainda não atuaram.

Depois de Stacy, o susto com Jaqueline

Jaqueline - Vipcomm

Jaqueline deixa hospital depois de fratura na cervical na estreia no Pan

Quem acompanha vôlei teve dois grandes sustos em 2011. O primeiro foi o acidente com o time do Vôlei Futuro e o traumatismo craniano de Stacy, como comentamos. Meses depois, Jaqueline foi a protagonista da vez. Pelo menos as duas estão bem e recuperadas.

A jogadora deu um susto gigante ao se chocar com Fabi logo na estreia do Brasil no Pan-Americano de Guadalajara. As duas caíram para defender uma bola e a ponteira bateu a nuca na testa da líbero. O resultado, depois de momentos de apreensão e de ver a jogadora deixando a quadra de maca, foram fraturas em duas vértebras da cervical.

Jaqueline, que já tinha sofrido no ano com a perda de seu primeiro bebê logo no começo da gestação, surpreendeu na recuperação. O que eram oito semanas com o colar cervical viraram três e na semifinal do Paulista, em novembro, ela já estava em quadra novamente.

Novidades emplacam na seleção feminina

Tandara- Divulgação/CBV

Tandara chegou para ficar na seleção feminina

Já que falamos de mercado e novos times, vamos falar também de caras novas na seleção feminina. 2011 viu a estreia de Tandara como oposta. A jogadora ficou com o lugar de Joycinha e se tornou uma arma no ataque, para as inversões de 5-1, e também no saque, com pontos importantes ao entrar no serviço nos finais dos set. Ela ainda é reserva de Sheilla, mas tem potencial.

Fernanda Garay voltou ao time de Zé Roberto na temporada e não fez feio. Ela ajudou no passe, grande problema da equipe, e ainda mudou o ritmo de ataque. A ponteira segue a boa fase no Vôlei Futuro e deve ter vindo para ficar.

Juciely completa o trio de novidades do ano, mas a central ainda está atrás de Fabiana e Thaísa e tem que brigar com Adenízia por uma vaga entre as preferidas de Zé Roberto.

E falando nas mulheres, 2011 acabou com decepção

Fabi e Sheilla - Divulgação/FIVB

Seleção decepcionou na Copa do Mundo e perdeu a primeira chance de se classificar para as Olimpíadas

Com suas caras novas, a seleção feminina partiu para um ano de recuperação. Em 2010, o Brasil foi prata no Grand Prix e prata no Mundial. Agora, conseguiu voltar ao lugar mais alto do pódio, mas ainda decepcionou.

A seleção teve ouro na Copa Pan-Americana, em torneio amistoso em casa e no Sul-Americano e ainda ficou com a prata depois de ser derrotada pelos Estados Unidos com facilidade na decisão do Grand Prix. Mas os problemas e as críticas começaram nos Jogos Pan-Americanos.

Zé Roberto, visando treinar o time para a Copa do Mundo, que valeria a vaga olímpica, levou a equipe principal para Guadalajara. Lá, rivais como os Estados Unidos estavam com a equipe B. O Brasil foi ouro, mas depois, decepcionou e, com três derrotas, ficou apenas em quinto lugar na Copa do Mundo.

Aí vieram as perguntas e as críticas, até de Ary Graça. Valeu a pena jogar com a seleção A em Guadalajara? O time está preparado para lutar pelo bi nas Olimpíadas de Londres? Mais uma vez a seleção está com problemas em quadra, como no passe e no levantamento, e fora dela, como o emocional.? As respostas só virão em 2012. E o ano começará mais cedo, já que as atletas terão que disputar o pré-Olímpico continental para chegar a Londres.

Homens conseguem vaga, mas no sufoco

Giba - Divulgação/FIVB

Giba comemora ponto na vitória sobre o Japão. Jogo valeu o bronze e a vaga olímpica

A seleção masculina fechou 2011 com a vaga olímpica assegurada, mas o caminho até aqui não foi simples. Bernardinho aproveitou o calendário cheio de campeonatos para montar duas equipes e mesclar jogadores em alguns torneios. A equipe B foi ouro no Pan, mas a A teve problemas e derrotas inesperadas.

O time principal venceu o Sul-Americano, mas ficou com a prata na Liga Mundial e passou sufoco para assegurar o terceiro lugar no Japão e lugar Nos Jogos Olímpicos de Londres, com tie-break contra China e derrotas para Itália, Cuba e Sérvia. O bronze a vaga olímpica só vieram na última fase, no último jogo. E quem não viu a briga entre Bernardinho e Serginho diante das câmeras na vitória sobre a Argetina? Os dois perderam a cabeça, mas logo minimizaram a discussão, falando que era algo normal e que a convivência seguia boa. Depois, Murilo, que foi o pivô da briga (Serginho “tomou as dores” do companheiro com Bernardinho, que reclamava do Brasil em jogo no qual a Argentina não se esforçou para fazer nada, já que a derrota até que ajudaria a equipe), comentou que até há um desgaste no time, mas não a ponto de alguém pedir para sair.

O ano também foi de fazer testes e trocar jogadores em algumas posições.o que gerou insegurança na equipe. Afinal, quem são os opostos da seleção, por exemplo? Mas os atletas também ressaltaram que esse foi o ano certo para esses testes e que todos estão confiantes para o ouro em 2012, ano que fechará o ciclo olímpico e também marcará as últimas Olimpíadas de ídolos como Giba, Dante…

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quinta-feira, 5 de maio de 2011 Campeonato Italiano, Mais Europa | 21:22

Como foi ou como está a temporada dos brasileiros lá fora?

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Neste ano, quase todos os atletas das seleções brasileiras jogaram por aqui. Mas teve gente que ganhou medalhas lá fora. E tem gente que ainda está na briga por um lugar no pódio. Por isso, o Mundo do Vôlei fez um pequeno balando de como foi e de como está a temporada de alguns dos nossos jogadores que estão na Itália, Turquia, Rússia…

Bruninho duela por final no Italiano

Bruno vibra na vitória do Modena em casa na Itália

Bruno vibra na vitória do Modena em casa na Itália

O levantador, que já renovou com a Cimed para a próxima temporada, fez um contrato de 45 dias com o Modena para jogar os playoffs do Campeonato Italiano e está vivo na competição. O seu time empatou a série semifinal contra o Trentino, time campeão europeu e mundial e que conta com o levantador brasileiro Rapha, nesta quinta-feira. Em casa, eles venceram por 3 sets a  1 e Bruninho foi apontado pela imprensa italiana como o melhor levantador do mundo. O playoffs será decidido apenas no domingo. Quem vencer, encara Macerata ou Cuneo, que também estão empatados em 2 a 2. Essas equipes não contam com brasileiros.

Marcelinho, outro levantador brasileiro, foi dispensado pelo Pinheiros/Sky em dezembro e fechou com o Treviso, mas caiu nas quartas de final do torneio nacional.

Finais na Rússia e na Turquia
Por lá os brasileiros também ainda disputam o ouro. Dante, com o Dinamo Moscou, faz a série final do Campeonato Russo contra o Zenit Kazan, comandado pelo campeão olímpico Ball, dos Estados Unidos. É mais um playoffs que ainda está empatado. O terceiro jogo será nesta sexta-feira. Depois, eles se enfrentam de novo no sábado e, se precisar, fazem o quinto e último confronto no dia 12. Já na Turquia, o Fenerbaçe, de Fofão e Zé Roberto Guimarães, disputa mais um título no feminino.

Quem já foi campeão

Trentino faturou o terceiro título consecutivo na Liga dos Campeões

Trentino faturou o terceiro título consecutivo na Liga dos Campeões

Desde o começo do ano, alguns brasileiros conquistaram títulos no exterior. O Trentino, de Rapha, teve um início de temporada arrasador. Depois de fechar o ano passado com o segundo título mundial, faturou o terceiro ouro na Liga dos Campeões da Europa, em março.

Ainda nos torneios europeus, Renatinha, que já passou pela seleção brasileira, foi campeã com o Chateau d’Ax Urbino na Copa CEV.

Na primeira temporada na Turquia, o ponta João Paulo Bravo, campeão mundial com o Brasil em 2010, foi campeão da Copa da Turquia com o Arkas Spor. Porém, no torneio nacional, ele ficou com a prata.

O brasileiro Fernando Maia caiu no Campeonato Português com o Castelo de Maia, mas faturou a Supertaça de Portugal.

Dessa vez não deu

Dínamo Moscou ficou com o bronze na Liga dos Campeões

Dínamo Moscou ficou com o bronze na Liga dos Campeões

Alguns desses brasileiros também subiram ao pódio em outros torneios, mas sem o ouro. Dante, com o Dínamo Moscou, fechou a Liga dos Campeões em terceiro lugar nesta temporada. No feminino, o bronze foi para o Fofão, Zé Roberto e o Fenerbahçe.

Marcelinho, além de ter se despedido mais cedo do Italiano, faturou o vice-campeonato com o Trentino na Copa CEV. Já Rodrigão, outro dispensado pelo Pinheiros/Sky em dezembro de 2010, teve que se contentar em chegar até às quartas no torneio europeu e até às semifinais no Campeonato Turco com o Ziraat Bankasi.

Ainda falando em times turcos, João Paulo Bravo levou mais uma medalha de prata com o Arkas Spor, na Euro Challenge Cup.

Agora, além da torcida por novos títulos, fica a expectativa para saber de alguns deles volta para o Brasil. Além de Bruninho, acertado com a Cimed, Rodrigão e Dante devem voltar, sim. O central está perto do Sesi e o ponteiro, do time de Eike Batista no Rio de Janeiro. Já Zé Roberto tem mais um ano de contrato com o Fenerbahçe e Fofão, apesar dos boatos, disse no Twitter que está feliz por lá. O jeito é esperar por aqui…

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terça-feira, 8 de junho de 2010 Seleção feminina, Superliga | 13:54

Zé Roberto ganha conselhos de jogador de futebol

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O técnico da seleção feminina Zé Roberto Guimarães assinou com o time turco Fenerbahce e vai voltar a comandar uma equipe fora do país. Segundo informações do Blog do Massi, o treinador se aconselhou com Alex, do futebol, para saber qual o clima do clube e de Istambul antes de fechar o seu contrato.

Zé Roberto assina com o Fenerbachce

Zé Roberto assina com o Fenerbachce

O jogador é um ídolo na Turquia e atua no Fenerbahce desde 2004. Ele explicou para Zé Roberto como era a vida em Istambul e a relação com torcedores e dirigentes. O técnico parece ter gostado…

Mas ele irá se mudar para Istambul apenas no final do ano. O técnico fica no Brasil com a seleção até a disputa do Mundial, competição mais importante da temporada, viaja para o torneio no Japão e só depois vai para a casa nova. Uma decisão acertada de Zé Roberto, que deve aproveitar o Grand Prix para montar o time para buscar o inédito ouro mundial.

O novo trabalho de Zé Roberto pode até ajudar a seleção brasileira no futuro. O time turco conta com estrelas como a central alemã Christiane Fürst, a atacante russa Sokolova e a polonesa Skowronska. Elas são destaques das seleções de seus países e sempre cruzam com o Brasil nos torneios internacionais. Conhecê-las de perto pode ser um ponto positivo para a nossa seleção. Para completar, resta saber se Fofão, que tem proposta do vôlei da Rússia, também vai aceitar o convite do Fenerbache.

Mari e Sheilla com a camisa do Unilever

Mari e Sheilla com a camisa do Unilever

Camisas novas

E falando em seleção brasileira, Mari e Sheilla aproveitaram uma folga nos treinamentos em Saquarema e vestiram as suas novas camisas. As duas foram apresentadas no Unilever e, com isso, o time muda a sua cara. De uma equipe forte no meio, com Fabiana, agora no Vôlei Futuro, passa a ser potente pelas pontas, com as duas novas atacantes.

Sem questionar a capacidade de Mari e Sheilla, mas acho que a mudança não é boa para as cariocas. Ter o meio como a jogada de segurança é uma bela arma, já que segura o bloqueio e livra as pontas. E Fabiana é rainha nessa posição. Vamos ver como será a nova temporada….

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sexta-feira, 9 de outubro de 2009 Campeonato Italiano, Seleção feminina | 10:25

Zé Roberto é o técnico do ano, e ele merece!

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Confesso que a reaprendi a gostar de Zé Roberto Guimarães. Foi com ele que me apaixonei pelo vôlei, no ouro olímpico em Barcelona. Depois, fiquei um pouco decepcionada com a sua ida para o futebol. Quando voltou ao vôlei, achava seu jeito calmo demais. Mas agora, compreendo a sua forma de comando. E ele foi reconhecido na Itália também! Faturou a eleição de técnico do ano da última temporada, à frente do Scavolini Pesaro (leia mais).

Muitos estão acostumados ao estilo Bernardinho de ser. Sempre explosivo, enérgico com todos da equipe em todos os momentos dos jogos. Zé Roberto segue uma linha mais amena e é tão bem-sucedido como o técnico da seleção masculina. Prefere a conversa aos gritos, por exemplo. Quem assiste aos jogos, dificilmente o vê muito nervoso no banco, ou quase rasgando a camisa, o que é muito comum para Bernardinho. Até a sua fala é mais calma.

E foi com esse jeito mais sereno que ele colocou a seleção feminina onde ela está, no topo. Além das conversas, ele mostrou que entende as mulheres, tanto já jurou amor eterno a elas, e que sabe cobrar. Quem não se lembra do veto aos “bumbuns” grandes na seleção, em fevereiro do ano passado?

A partir daí eu passei a gostar mais dele! Foi uma prova que não daria moleza para as convocadas e que, depois de resultados frustrantes e da fama de amarelar sempre, as meninas teriam que trabalhar e muito na seleção. O resultado a gente já sabe. Ouro no Grand Prix de 2008, ouro em Pequim e ouro em todas as outras competições até hoje.

Zé Roberto é um ponto de equilíbrio quase ideal. Ainda acho que poderia cobrar de maneira mais enérgica em alguns momentos, para acordar mesmo as jogadoras. Mas admiro a sua capacidade de conversar, acalmar e passar o que ele deseja para suas comandadas. O título de melhor do ano foi merecido!

Para completar, um vídeo do técnico relembrando seus tempos de jogador (ele foi levantador da seleção brasileira na década de 70) ao lado de suas comandadas. Ele ainda sabe mandar bolas redondinhas! As imagens são do VoleiBrasil.org.br.

E você? O que pensa de Zé Roberto como técnico? Também acha que ele mereceu o título na Itália? Deixe seu comentário!

Aproveite e veja o perfil de Zé Roberto Guimarães no VôleiBrasil.org.br.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009 Seleção feminina | 08:30

Paula Pequeno é a única “novata” no Sul-Americano

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Zé Roberto definiu na quinta-feira o grupo que vai para o Sul-Americano e, mesmo com o título das reservas no Final Four, ele preferiu manter as jogadoras “de sempre”. A única novidade é Paula Pequeno, que está treinando bem e segue com o time.

Como já conversamos aqui no blog, resta saber se Paula tem ainda vaga na seleção. Alguns leitores afirmaram que ela tem lugar cativo no time. Outros preferem Natália e Mari. Paula é uma grande jogadora, mas, como está sem atuar com o Brasil há um ano, voltou a ser novata e precisa mostrar serviço e que está em forma. No momento, ainda acho que ela sai atrás de Natália, mesmo com a pouca experiência, e Mari.

Mas tem outra posição no elenco de Zé Roberto que me chama a atenção: o meio-de-rede. Carol Gattaz e Adenízia brigam pelo seu espaço, e uma briga muito boa, por sinal! Carol chegou a jogar ao lado de Fabiana e Walewska, mas ficou de fora com a chegada de Thaísa. Agora, com a aposentadoria provisória de Walewska, ela está em alta. É uma jogadora focada e com ótimo posicionamento no bloqueio. Já Adenízia chegou agora e se destaca pela agilidade. É uma atacante muito leve, mas também com potência e está repetindo na seleção o trabalho exibido no antigo Finasa/Osasco na Superliga.

O Sul-Americano começa no dia 30, em Porto Alegre. Brasil vai enfrentar na primeira fase Paraguai (dia 30/09), Peru (dia 1/10) e Argentina (dia 2/10). As semifinais serão no dia 3 e a final, no dia 4 de outubro. Eu só me preocupo com a Argentina, que já nos deu trabalho neste ano.

Quem vencer garante vaga na Copa dos Campeões. Mas, como disse o leitor JP no post anterior, o torneio vai perder um pouco do brilho, já que a China perdeu para a Tailândia e está fora. E de Brasil x Japão já estamos um pouco cansados. Vamos ver quem se classifica na Europa e na Norceca….

A seleção brasileira
Pontas: Paula Pequeno, Mari, Natália e Sassá
Opostas: Sheilla e Joycinha
Meios: Fabiana, Thaísa, Carol Gattaz e Adenízia
Levantadoras: Dani Lins e Ana Tiemi
Líberos: Fabi e Camila Brait

E para você? Vem  mais um título? Quem deve ser titular e quem deve ficar na reserva na seleção brasileira? Deixe o seu comentário!

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quinta-feira, 10 de setembro de 2009 Seleção feminina | 10:39

A vitória número 50

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A seleção brasileira feminina começou bem a luta pelo segundo título no Final Four. Na noite de quarta-feira, passou pelos Estados Unidos por 3 sets a 2 (veja como foi a partida) e chegou a vitória número 50 contra as norte-americanas.

E quem atou nesse triunfo foram as jogadoras mais novas da seleção. Como prometido, Zé Roberto começou o torneio com um time diferente daquele titular que faturou o Grand Prix. Estavam em quadra Regiane, Fernanda Garay, Carol Gattaz e Adenízia.

Mesmo com as mudanças, a seleção teve uma boa atuação. Venceu o primeiro set com facilidade; viu os Estados Unidos abrirem no segundo e perdeu, mas sem uma grande vantagem; não se afobou com equilíbrio no terceiro set e cresceu no final, fechando mais uma vez;  vacilou, errou mais e perdeu o quarto; e voltou para o jogo e segurou as rivais na vitória no tie-break.
Bom jogo para dar ritmo ao time e entrosar as novas jogadoras. O Brasil volta à quadra nesta quinta-feira contra a República Dominicana, às 19 horas (horário de Brasília).

E você? O que achou da escolha de Zé Roberto em poupar as titulares do Grand Prix? E a seleção fatura mais um Final Four? Deixe o seu comentário!

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009 Seleção feminina | 09:09

Paula Pequeno pode roubar o lugar de quem?

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Se você fosse José Roberto Guimarães por um dia, Paula Pequeno teria vaga em seu time titular? A atacante de ponta está recuperada de uma artroscopia no joelho esquerdo, já está treinando com a seleção brasileira e pode volta à equipe no Sul-Americano, no final do mês. Mas ela ficaria com o lugar de quem?

Zé Roberto já disse que pretende poupar jogadoras que participaram do Grand Prix nesse torneio e também no Final Four, que começa no dia 9 de setembro. Com isso, Paula ganha uma chance a mais para ser titular, mesmo tendo ficado afastada das quadras desde maio por causa da cirurgia. E ela é aquela atleta que serve como um termômetro para a equipe. Quando está bem, vibra muito e levanta o time. Mas quando não vira as bola, todo mundo sente
.
Paula disputa vaga com Natália, Mari e Sassá, além de Jaqueline, que ainda pode voltar para a seleção. Natália mostrou que tem talento no título do Grand Prix. Ela tem uma potência gigante no ataque, mas ainda precisa melhorar a recepção. Zé havia prometido que ela e Mari fariam um intensivão para arrumar o fundamento. Já Sassá é o contrário. Sabe defender, mas perde no ataque. E Mari é a mais equilibrada. Já melhorou seu passe nos últimos anos e é uma excelente atacante.

Se eu fosse o treinador, deixaria Sassá no banco. Colocaria Mari em uma ponta e Natália, que revezaria com Paula, na outra, para ganhar ritmo de jogo. Mas se o passe de Natália já estiver melhor, ela poderia ser a ponteira titular. Ela é jovem e tem tudo para seguir firme na seleção.

E você? O que faria com a seleção brasileira se fosse Zé Roberto Guimarães? Paula Pequeno teria espaço em seu time? Deixe a sua opinião!

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