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Posts com a Tag vôlei

sexta-feira, 26 de julho de 2013 Diversos | 11:12

O Maraca é nosso!

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*atualizado

A data era 26 de julho de 1983. O estádio do Maracanã foi palco de Brasil x União Soviética. Não, não se tratava de um jogo de futebol com Sócrates, Zico e companhia. Os astros que invadiram o gramado naquela noite chuvosa foram Renan, Montanaro, William e os nomes da geração de prata do vôlei brasileiro. Há 30 anos, diante de mais de 95 mil pessoas, eram os amantes do vôlei que viam uma vitória da seleção por 3 sets a 1. O Maracanã já foi, sim, do vôlei!

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“Me perguntaram se eu lembro do vestiário, do caminho. Não lembro de nada. Ao falar do jogo o que vem na cabeça é muita chuva, a gente secando a quadra e a vitória”, afirma ao Mundo do Vôlei Montanaro, um dos ídolos dos anos 80 presentes naquela partida.

O jogo fez parte de uma série de amistosos contra o então melhor do time do mundo. Os soviéticos eram os atuais campeões olímpicos e mundiais. E eles tinham vencido o Brasil na final do Mundial de 1982. Mas a prata naquele torneio já fez o vôlei ficar conhecido no País. Por aqui, os amantes do esporte viviam a decepção da eliminação para a Itália na Copa do Mundo de futebol e começaram a abraçar os meninos do vôlei como ídolos.

Reprodução

Jogadores do Brasil e da União Soviética ajudam a secar a quadra armada no Maracanã

Com isso, a ideia de fazer um amistoso contra os europeus foi bem recebida. A partida, conhecida como “O Grande Desafio”, aconteceu em uma quadra improvisada no centro do estádio do Maracanã. E foi marcada para julho justamente por ser um mês com pouca chuva. Mas a previsão não acertou. O duelo seria uma semana antes, mas foi adiado por conta de um dilúvio na cidade. Restou o dia 26 de julho. E choveu, e muito, de novo. Nada disso espantou o público ou atrapalhou o espetáculo. 95.887 pessoas lotaram o Maracanã e até jogadores brasileiros e soviéticos pegaram toalhas para enxugar a quadra!

Ali, no meio do gramado de um templo de futebol, o Brasil venceu a ex-URSS por 3 sets a 1 (14/16, 16/14, 15/07 e 15/10). Bernard usou o seu famoso saque “jornada nas estrelas” para tentar desnortear a recepção rival. Hoje, nos ginásios e com aqueles placares suspensos no meio da quadra, é impossível executar um bom jornada. Mas sob o céu aberto no Maracanã e ainda contando com a bola molhada, não havia cenário melhor para Bernard!

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“Foi a nossa consagração. Foi uma partida muito mais promocional do que qualquer outra coisa, mas ainda assim teve um valor muito grande e representou muita coisa. Foi a consagração do vôlei, do público. Representou toda a aceitação do vôlei no Brasil”, explica Montanaro.

O jogo foi um recorde e um marco para a história. Antes, o recorde de público de um esporte olímpico eram os 90 mil para a abertura das Olimpíadas de Tóquio, em 1964. O número daquele jogo representa hoje nove Maracanãzinhos lotados para uma final de Superliga. E agora, também, o Maracanã nem pode mais receber aquelas 95 mil pessoas. Após as reformas para Copa das Confederações de futebol, o estádio tem capacidade para 70 mil.

O Grande Desafio completa 30 anos hoje. Lógico que muita coisa mudou nesse tempo. Desde a vantagem e os sets de 15 pontos, até a altura dos jogadores. Daquela seleção, os mais altos eram Domingos Maracanã e Fernandão, com 1,99. Hoje, o Brasil tem Vissotto, de 2,12m e Renan, de 2,17m. As jogadas são mais rápidas, tem o líbero… Pode ter bastante coisa diferente do que já nos acostumamos, mas ainda assim eu queria muito ter ido lá na chuva no Maracanã naquele dia 26. Como só tinha cinco dias de vida na data, resta ler sobre o jogo, conversar com os antigos ídolos e ver vídeos. Para quem não estava por lá ou quer reviver o momento, veja alguns lances da partida:

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 12:34

O nome da Superliga: Fernanda Garay

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Fernanda Garay

Fernanda Garay - ponteira do Soollys/Nestlé

Depois de abrir a série “O nome da Superliga” com William, a personagem desta semana é Fernanda Garay. A jogadora, que chegou ao Sollys/Nestlé nesta temporada, foi maior pontuadora em algumas partidas, já levou título de melhor da rodada e, no momento, é a melhor atacante da Superliga feminina, com 28,13% de aproveitamento.

Garay está em uma crescente. Na seleção, ela começou as Olimpíadas de Londres como reserva e conquistou o lugar de Paula Pequeno ao longo do torneio. No Sollys/Nestlé, ajudou muito no começo da temporada, quando o time não contou com Sheilla. A oposto perdeu as finais do Paulista e o começo da Superliga e caberia às mais experientes dividir a responsabilidade em quadra. Com isso, Jaqueline virou uma segurança e Fernanda Garay também ganhou mais espaço. Ela foi crescendo, recebendo bolas e se firmando com uma bela opção no ataque de Osasco.

A atacante tem estilo próprio de bater na bola. Ela se curva ao atacar e costuma não aliviar a pancada. E tanto na seleção quanto no Sollys, ela pode dividir a responsabilidade do fundo de quadra com Jaqueline, que teoricamente e a ponteira passadora. Com isso, acaba ainda mais solta para atacar. Ela está amadurecendo em quadra e ainda pode, sim, ajudar mais no fundo. Já vi alguns jogos que ela foi alvo do saque rival e não contribuiu muito. Mas acho que ela já tem os seus méritos em quadra.

O melhor jogo de Fernanda Garay até aqui foi a vitória sobre o Sesi no primeiro turno. O Sollys/Nestlé marcou 3 sets a 2 e a ponteira assinalou 36 pontos, igualando Karen Rodrigues como a maior pontuadora em um jogo da Superliga (a marca da ex-jogadora era de 98/99). Agora, o Sollys encara mais uma vez o Sesi nesta semana. Será mais um jogo comandado por Garay? Façam suas apostas e comentem por aqui!

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012 Diversos, olimpíadas, Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 12:54

Retrospectiva 2012: ano das Olímpíadas, da superação de ouro, de despedidas…

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O que 2012 deixa marcado para vocês? Para mim, foi o ano da superação da seleção feminina e do choro e das despedidas na seleção masculina. Ficou um gosto amargo daquele jogo final contra a Rússia… Foi também o ano do Sollys/Nestlé, que venceu todas as finais que disputou, e de José Roberto Guimarães, tricampeão olímpico.

Agora, para se despedir de 2012 depois de contar os planos dos jogadores para as festas de final de ano, preparei a nossa já tradicional retrospectiva, dessa vez em 12 fotos. Clique em cada uma delas para ler os textos e relembrar o que aconteceu nos últimos meses.

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012 Superliga | 08:00

Vôlei Amil já mostrou a que veio nesta Superliga?

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Entra ano e sai ano, a final da Superliga feminina é disputada entre Sollys/Nestlé, o atual campeão, e Unilever. Alguns tentaram quebrar essa hegemonia, como o Vôlei Futuro na temporada passada, que contou com time com jogadoras de renome como Paula Pequeno, Fernanda Garay e companhia. Ninguém conseguiu de infiltrar entre o time de Osasco e do Rio de Janeiro. Agora, às vésperas da oitava rodada, um time está entre paulistas e cariocas. É o Vôlei Amil.

A equipe comandada por José Roberto Guimarães nasceu nesta temporada, mescla experientes como Walewska e Fernandinha com jovens como Pri Daroit e a búlgara Elitsa Vasilea. Até agora, elas estão na segunda colocação, atrás do Sollys e na frente do Unilever, com apenas uma derrota na Superliga. O time já mostrou a que veio?

O começo não foi simples. Logo de cara encarou os dois eternos finalistas. Foi uma vitória sobre o Sollys/Nestlé e uma derrota para o Unilever. A central e capitã Walewska ainda não sabe o resultado desse início puxado, mas diz que o time de Campinas já mostrou evolução. Assista no vídeo abaixo:

Quem chegou um pouco depois ao Vôlei Amil, apenas para a Superliga, foi a búlgara Vasileva. E ela é uma aposta de Zé Roberto na ala das mais novas e, apesar da pouca idade, é uma segurança na virada de bola. A atacante de 22 anos já foi destaque em algumas partidas, já foi melhor em quadra e a maior pontuadora. E ela está encarando com tranquilidade a responsabilidade em quadra. Veja o que ela disse ao Mundo do Vôlei:

Por enquanto, o time de Campinas está entre os líderes. Além da potência de Vasileva, teve Pri Daroit como nome dos últimos jgoos, tem o saque perigoso da levantadora Fernandinha e os ataques da cubana Daymi. Ainda é uma equipe em formação, que vive altos e baixos e, segundo o técnico José Roberto Guimarães, precisa evoluir principalmente na defesa. É um pouco da tal experiência, que só vem com o tempo e a bagagem em quadra. Às vezes, elas chegam bem, mas se perdem na hora de decidir. Foi um pouco disso na derrota para o Unilever. Na semana passada, diante do Pinheiros, elas quase deixaram o time da casa crescer no segundo set depois de dominar o placar com facilidade.

E outros times podem se infiltrar entre os primeiros. O Sesi tem elenco para isso, com Fabiana, Dani Lins, Sassá, Elisângela… Só tem que também definir mais. E o Banana Boat/Praia Clube, que será o próximo rival do Vôlei Amil, formou uma equipe forte, com os bons ataques de Herrera, Monique na ponta, Dani Scott no meio.

Enquanto isso, o Sollys/Nestlé chegou pronto à Superliga e com a seleção brasileira em quadra, mas teve baixas. Só agora Sheilla está de volta e Adenízia segue fora, se recuperando de uma lesão e cirurgia na mão. Já a Unilever mudou bastante da temporada passada, sanou problemas de passe, mas demorou um pouco a se entrosar. Mas com Logan Tom, Fofão e Natália jogando de verdade, para citar alguns nomes, dispensa mais comentários. Vamos ver o que vem pela frente.

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domingo, 30 de outubro de 2011 Seleção masculina | 17:01

Ouro também para o masculino

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Galera, o Pan está acabando e a correria de ficar até a madrugada trabalhando também. Como no feminino, acompanhei todos os jogos da seleção masculina aqui para o iG e, por enquanto, deixo com vocês o relato de como foi a final diante de Cuba:

Assim que tiver um tempinho, volto com o comentário completo sobre a atuação dos novatos no Pan. E vocês, o que acharam do Brasil? Alguém conseguiu uma vaga no time de Bernardinho? O espaço é de vocês…

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domingo, 19 de junho de 2011 Seleção masculina | 18:57

Dever cumprido contra Porto Rico

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A seleção masculina conseguiu o que queria contra Porto Rico e nem precisou se esforçar muito para isso. O Brasil venceu neste domingo por 3 sets a 0 (pena que nem todo mundo viu pela TV, como disse no post anteiror), somou os seis pontos em casa e agora viaja mais tranquila para encarar Estados Unidos e Polônia fora de casa.

Mais uma vez, o jogo foi fácil e a superioridade do Brasil foi clara. Mas, mesmo contra o lanterninha da chave, deu para ver alguns bons aspectos. No sábado, como disse por aqui, a seleção começou devagar, ainda errando muito, mas fez um ótimo segundo set. Dessa vez, eles finalmente entraram com força máxima e logo venceram o primeiro set por 25 a 10. Depois, acabaram relaxando um pouco, o que é normal contra um rival simples, mas não tiveram problemas para fechar a partida.

Mas por que o Brasil começou melhor? Porque o saque funcionou desde os primeiros pontos. Todo mundo fez o seu papel. Quem tinha que forçar, sotlou o braço, como Lucão ou Giba. E também teve gente que usou o saque tático, como Marlon. Ou seja, a seleção variou o serviço, prejudicou o passe rival e conseguiu se impor no bloqueio. Além disso, se armou e usou os recursos no ataque. Até Marlon atacou! Pronto, essa é uma ótima fórmula para vencer, seja um rival simples como Porto Rico ou um mais complicado. Não foi a toa que muitos atletas disseram que esse foi o melhor da Liga.

E Bernardinho fez bem em colocar todo mundo em quadra. Marlon, Théo, Sidão, Thiago Alves, e João Paulo Bravo, que geralmente não estão entre os titulares no começo dos jogos (Bravo foi titular nos primeiros jogos, mas deve perder a vaga para Giba e, por isso, está nessa lista) tiveram chances de mostrar o que sabem ao técnico e ganhar ritmo de jogo. E em uma partida mais simples, é isso que deve ser feito: colocar todos para jogar!

É difícil “medir” o nível do Brasil neste momento porque, segundo Serginho, Porto Rico não veio para jogar. Mas dá para se animar com a melhora no saque e na agressividade. Agora é esperar os jogos lá fora.

Quem vai e quem fica

Bernadinho já definiu o grupo que embarca nesta segunda para os Estados Unidos (veja quem segue na equipe). Dos jogadores que disputaram essa fase, foram cortados Éder, Wallace e João Paulo Tavares. Éder e João Paulo não chegam a ser surpresas. O central chegou depois e foi convocado para a vaga deixada por Gustavo após a fratura no pé. Rodrigão e Sidão indo muito bem, e Bernardinho confia em Lucão. Ou seja, esse corte já era esperado. Assim como o de João Paulo, que joga em uma posição “inflada”, que já conta com Murilo, Giba e Dante. Também tem João Paulo Bravo, que foi bem nos primeiros jogos, e Thiago Alves, que ganhou mais uma chance na seleção. Tavares pouco atuou e perdeu o espaço.

Já na saída de rede, a briga era boa entre Leandro Vissotto, Théo e Wallace. E achei que Wallace pudesse seguir no time, já que foi utilizado nesses primeiros jogos da Liga Mundial e é um bom jogador, com potência e habilidade. Mas Bernardinho preferiu seguir com a formação de campeonatos anteriores, com Vissotto, titular na posição, e Théo, que já entrou bem em momentos duros para o Brasil, como nas finais da Liga Mundial de 2010. Espero que Wallace ainda tenha chances no time nacional.

E vocês? O que acharam dos jogos contra Porto Rico? E dos cortes? Deixem seus comentários

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quinta-feira, 19 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 17:30

Maurício deve voltar a jogar?

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Para quem começou a gostar de vôlei na geração de ouro de Barcelona, como eu, Maurício foi um dos melhores levantadores da seleção, ou até o melhor. Foi com ele que o Brasil conseguiu variar bem as bolas, mesmo em uma época que o jogo era mais lento, com bolas altas e previsíveis. Mas ele poderia voltar a jogar?

Maurício postou em sua página no Twitter nesta quinta-feira que tinha recebido mais uma proposta para voltar às quadras e lançou a pergunta: devo voltar? Os fãs deram apoio e os jogadores da seleção fizeram brincadeiras. Falei com ele ainda pela manhã e a resposta foi: “Vontade até tem, mas a questão não é essa. A fila andou. Não vai acontecer” (veja a reportagem completa).

Pois é… a fila andou, o vôlei conheceu outros levantadores. Maurício tinha um toque de bola perfeito, mas já deu a sua colaboração ao vôlei. Ajudou Bernardinho a renovar a seleção, ficou na reserva de Ricardinho para “passar o bastão”… Está na hora de renovar e pensar no presente, nos jogadores que temos em quadra para levar para Londres e em quem pode defender o Brasil na Olimpíada do Rio, em 2016.

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 Superliga | 17:57

Sollys/Osasco terá duas estrangeiras na temporada

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O Sollys/Osasco terá gente nova na temporada 2011/2012. De acordo com o Terceiro Set, programa parceiro aqui do blog e que participo toda semana, o time ainda tem duas vagas e negocia com quatro estrangeiras: as norte-americanas Logan Tom, Metcalf e Hooker e a cubana naturalizada italiana Aguero. Bons nomes, não?

Nos últimos encontros entre Brasil e Estados Unidos, Hooker, que faz parte da nova geração da seleção americana, deu bastante trabalho à defesa nacional. Já Aguero foi um dos grande nomes da equipe italiana nos últimos anos e faz falta ao time quando ficou fora. Quem vier para o Sollys/Osasco ajudará, sem dúvida!

O Terceiro Set ainda fala da volta de Fernada Venturini e das expectativas de Gustavo e Giba no Cimed/Sky na próxima temporada. Para ouvir, clique aqui.

No mercado masculino, a boa notícia na semana é para os torcedores do Montes Claros. O time segue por mais uma temporada e já renovou com o ponteiro Denílson. Isso é bom para o vôlei em geral. Mesmo que não consiga uma equipe tão forte como nas últimas temporadas, o Montes Claros, nesses dois anos, conquistou a torcida de uma maneira surpreendente e seria muito ruim ver a equipe acabar. Que eles cheguem competitivos a temporada 2011/2012!

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terça-feira, 17 de maio de 2011 Superliga | 12:40

Mais uma volta de Fernanda Venturini

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*atualizado às 16h45

Na segunda-feira Bernardinho desconversou e disse que ainda não estava nada definido para a volta de Fernanda Venturini às quadras (leia mais). Na manhã desta terça, entretanto, o Unilever anunciou a contratação da veterana levantadora para a temporada 2011/2012 (leia mais).

Fernanda Venturini e seu novo uniforme

Fernanda Venturini e seu novo uniforme

Aos 40 anos e depois de algumas idas e vindas, Venturini está de volta às quadras. Ela estava parada desde 2007, depois de defender o Murcia, da Espanha (relembre as aposentadorias da veterana). E agora? Estará em forma para jogar mais uma vez no alto nível?

Técnica ela tem, sem dúvida. Não será questionado o seu toque de bola e o seu talento em comandar um time. E boas atacantes para trabalhar ela terá com uma rede com Sheilla, Mari, Natália, Valeksinha e Juciely. Pelas fotos da apresentação ao Unilever, Fernanda está com o corpo em forma, pelo menos.

Resta saber como será o fôlego dela em quadra. Sabemos o que passe não será o forte do Unilever, como o próprio Bernardinho já disse, e até por esse motivo que o time optou por uma levantadora experiente e que resolve mesmo com aquelas bolas “quadradas”. Só que para isso, ela terá que correr,  se deslocar na quadra. Se os quatro anos longe do vôlei não prejudicaram a resistência e o fôlego, ela tem chances de dar certo.

Mercado dos homens
Conversei nesta terça-feira com o Vini, ex-Sesi. Foi a primeira entrevista dele como atleta do Vôlei Futuro. Vini disse que trocou de time para buscar mais espaço porque a concorrência na equipe de São Paulo com o recém-contratado Rodrigão e com Sidão seria complicada (leia a entrevista completa).

Ele tem a sua razão. Pode ter deixado um time campeão, mas está buscando o seu espaço e a sua vaga de titular toda a temporada. Que ele se dê bem o levantador Ricardinho porque, como é um central baixo, com menos de 2,00m, precisa de um ótimo tempo de bola para bater com velocidade.

E aí, o que vocês estão achando do mercado? Venturini foi a melhor opção ao Unilever? E Vini, fez uma boa troca? Deixem seus comentários!

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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 16:20

Mudança no sistema de pontuação aprovada

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Enquanto as equipes se agitam para formar seus elencos para a próxima temporada, a CBV anuncio uma mudança importante no sistema de pontuação das Superligas. A partir da próxima edição, se um jogo acabar no tie-break, o vencedor leva apenas dois pontos e o perdedor soma um ponto. Se for 3 a 0 ou 3 a 1, a regra segue a mesma, com três pontos ao vencedor e nada para o perdedor.

Eu faço coro com os jogadores que comentaram e aprovaram a mudança (leia mais). Já é assim que funciona na Itália e nos principais campeonatos de seleções. Nada melhor do que a Superliga se atualizar também. E de uma forma mais justa.

Quem vence pode até falar que ganhar só dois pontos não será justo, mas é diferente você conseguir um 3 a 0 de lavada ou sofrer e só fechar no tie-break. O mesmo vale para o perdedor. Se o time conseguiu levar o jogo até o quinto set, nada mais justo do que ganhar alguma coisa, afinal, jogou mais do que se tivesse perdido por 3 a 1 ou 3 a 0.

E isso também pode ajudar a evitar aquela famosa “síndrome do terceiro set”, quando a equipe que já venceu duas parciais relaxa e deixa o outro time crescer. Essa vacilada pode significar um ponto a menos e, em um campeonato equilibrado, isso pode fazer falta na classificação final.

Mercado
O Vôlei Futuro fechou com o ponteiro Piá, que fez uma boa Superliga pelo Montes Claros na temporada 2009/2010. Ele foi para o vôlei italiano e agora volta ao Brasil para jogar em Araçatuba. “Empolgado, animado e 150% pilhado para o proximo ano com a torcida de aracatuba. Pode ter certeza qque vou dar meu maximo. Estou muito feliz em retornar”, disse ele no Twitter.

Bom para o Vôlei Futuro, que já perdeu Leandro Vissotto (ainda sem time) e Lucão (para o RJX). Segundo a imprensa regional, Lorena será o oposto do time. E Piá foi, no Moc, um cara que saia do banco com vontade de jogar e decidir.

No mais, são poucas as novidades do dia. O Sollys/Osasco confirmou no Twitter o que já tínhamos adiantado. Ju Costa e Tandara chegaram para assumir a ponta e a vaga de oposta. Também já foram contratadas Fabíola, Karine e Ivna. E seguem Adenízia, Thaísa e Camila Brait entre as titulares. O Unilever anunciou mais uma renovação: Amanda, coringa no saque de Bernardinho.

No masculino, me perguntaram sobre o Sesi. Praticamente todo mundo segue na equipe. O “selecionáveis” como Murilo, Sidão e Serginho já tinham contrato de dois anos. E outros já renovaram, como Wallace, Sandro, Jotinha. A baixa por enquanto é Thiago Alves, que ainda não renovou. Mas o time mantém a base e a sua cara para a temporada 2011/2012.

P.s.: galera, ficarei um pouco afastada do blog no final de semana para resolver algumas coisas pessoais. Se perder alguma movimentação do mercado, coloco um resuminho na segunda-feira, com os comentários. Até!

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