Publicidade

Posts com a Tag vôlei de praia

terça-feira, 28 de abril de 2015 Diversos, Seleção feminina | 06:00

Playboy, praia, Superliga e seleção: “Certeza que estou fazendo a coisa certa”, diz Mari Paraíba

Compartilhe: Twitter
Divulgação

Mari Paraíba se destacou pelo Minas na temporada 2014/2015 da Superliga

Essas palavrinhas aí no título resumem um pouco do que é Mari Paraíba. A ponteira já era conhecida de quem acompanhava o vôlei mais de perto e chegou à semifinal da Superliga 2011/2012 com o time do Minas. Depois, ganhou fama ao ser apontada como musa daquela edição da competição nacional e virar capa e recheio da Playboy. Em seguida, resolveu dar um tempo das quadras e se dedicar à carreira artística.

Relembre: Playboy divulga making of de Mari Paraíba

Musa, Mari Paraíba dá tempo no vôlei e revela até apoio do pai para ensaio nu

Depois de colher os frutos da revista, Mari quis voltar. Optou pela praia em 2013 e brincou com a sua volta ao esporte: “Eu tentei sair dele (do vôlei), mas ele não saiu de mim”, disse ao Ahe!, parceiro do iG. Mas a experiência durou pouco e no mesmo ano, Mari voltou ao seu habitat natural e fechou com Barueri para defender a Superliga.

Daí não saiu mais. Mudou de time e defendeu o Minas mais uma vez na temporada 2014/2015. Ela foi um dos destaques da equipe e se acostumou a dividir, por exemplo, o posto de maior pontuadora nas partidas com Jaqueline. O trabalho foi reconhecido e veio a primeira convocação. A partir desta semana, Mari Paraíba é uma atleta da seleção brasileira.

Em um papo exclusivo com o Mundo do Vôlei, a ponteira relembrou as diversas fases da carreira e falou sobre a convocação. Confira!

“Eu não sabia que seria convocada e nem cheguei a conversar com ninguém antes da lista. Eu fiquei muito feliz em ver meu nome lá. Foi a realização de um sonho”, disse a jogadora de 28 anos.

Ela também afirma que aprendeu um pouco em cada uma das fases, seja na vida de musa ou de jogadora. “Pude me conhecer melhor e saber o que queria em cada fase que me permiti passar. Hoje só tenho certeza que estou fazendo a coisa certa.  Há três anos (época da revista e que se afastou do esporte) eu tinha dúvidas e incertezas. Hoje eu me sinto um pouco mais madura e sei o que eu quero”, afirma.

Reprodução

Mari Paraíba na Playboy de junho de 2012

E a ponteira, claro, quer aproveitar a primeira convocação para uma seleção adulta, com calma. “Vou dar um passo de cada vez. Sonhar (com Olimpíadas) toda atleta sonha, mas primeiro vou aproveitar essa oportunidade”, comenta.

Entretanto, Mari sabe que fez fama na capa da revista masculina e que, além de jogadora, terá que lidar com a fama que conquistou com as fotos. “Ainda falam da revista, mas têm muito respeito. Isso já me incomodou mais e acho que hoje já sei lidar com esse assédio. Eu procuro mostrar o meu trabalho dentro de quadra para não acharem que sou só um rosto bonito”, fala.

A ponteira terá a chance de mostrar o seu trabalho agora na seleção. José Roberto Guimarães a convocou na semana passada e ela fará parte de um grupo que começa a se preparar para a temporada em Barueri, São Paulo. A seleção será dividida em dois grupos. Um irá aos Jogos Pan-Americanos de Toronto e outro participará do Grand Prix.

Autor: Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 10 de outubro de 2012 Diversos | 17:15

Fim de uma geração no vôlei de praia

Compartilhe: Twitter

Galera, volto ao blog depois de alguns dias me recuperando da gripe e aproveito para abrir um espaço para o vôlei de praia. Quem acompanha o Mundo do Vôlei sabe que comento e dou meus palpites sobre as competições da quadra, mas uma notícia do começo dessa semana vinda das areias merece destaque: o fim da dupla Juliana e Larissa.

Juliana e Larissa

Juliana e Larissa

Depois de seis títulos do Circuito Mundial, seis títulos no Circuito Brasileiro, um título mundial e um bronze olímpico, para citar algumas das conquistas, elas decidiram se separar. Larissa vai se afastar das quadras, não sabe ainda de em definitivo ou não. Já Juliana vai procurar uma nova parceira.

Leia mais: Perto da milésima vitória, Larissa anuncia que vai deixar as quadras

“Chegou a hora de uma parada para descansar a mente e o corpo. Tenho outros projetos pessoais e outras coisas que penso em fazer. Muitas coisas foram vividas e as lembranças são maravilhosas. Tivemos muito mais alegrias do que tristezas. A Juliana vai continuar e vou torcer muito por ela”, afirma Larissa.

Não é bom ver uma dupla de separar. Senti a mesma coisa quando Ricardo deixou de jogar com Emanuel depois de tantos títulos. Mas é preciso respeitar os limites do corpo, vontades e tudo mais. E não deve ser nada fácil ficar tanto tempo juntos, jogando juntos, encarando a pressão por resultados. Foram oito anos de Juliana e Larissa nas areias.

Pena que elas param ainda sem o ouro olímpico. No começo do ano conversei com as duas para uma reportagem para o iG. O sonho delas era jogar a primeira Olimpíadas juntas, já que em Pequim Juliana se machucou e Larissa teve que atuar ao lado de Ana Paula. Veio Londres, elas eram as favoritas, mas saíram com a medalha de bronze. Foi um pódio e isso deve ser, sim, reconhecido, mas foi menos que a dupla poderia fazer.

E nesta mesma entrevista, senti uma Juliana muito mais emocional e uma Larissa um pouco mais centrada e séria. Talvez essa tenha sido a fórmula para que a dupla tenha dado certo por tantos anos. Enquanto os olhos de Juliana brilhavam ao falar de Londres como uma criança, Larissa preferia falar das dificuldades dos adversários, da preocupação em se manter focada e em manter a parceira fechada.

Agora, Larissa vai cuidar um pouco da vida pessoal e pensa em ser mãe. Será que dá para ter filhos e retomar a parceira como fez a Walsh com a May? Juliana pode se juntar com Maria Elisa. É importante que ela busque uma parceira no moldes da antiga, que ajude no fundo de quadra ou no levantamento. Juliana tem o perfil de atacar mais. E quem sabe o novo time não dá certo, como foi Emanuel, que logo começou a jogar com Alison e se deu bem. Ricardo demorou mais a achar um parceiro, mas também segue firme no circuito.

Autor: Tags: , ,

segunda-feira, 17 de setembro de 2012 Diversos | 15:50

Rodrigão vai ao Catar com notebook na mala e olho na praia

Compartilhe: Twitter

O central Rodrigão foi anunciado na semana passada como reforço do Al-Rayyan, do Catar, para o Mundial de Clubes. O time está investindo para tentar fazer bonito no torneio em casa. Conversei com ele nesta segunda-feira e, depois de um “cursinho” rápido sobre vôlei de praia, ele já prepara as malas para a casa nova.

Rodrigão vive grande fase no Mundial

Depois da aposentadoria da seleção, Rodrigão vai ao Catar e deve migrar para o vôlei de praia

A passagem de Rodrigão pelo Catar será rápida, já que o Mundial será de 13 a 19 de outubro e ele embarcará pouco antes da competição. A ideia era tentar fechar com um time brasileiro, mas como é medalhista olímpico, é um jogador “caro” para o ranking da CBV e as equipes já estavam acertadas para a temporada.

“O ranking impediu a sequência das conversas por aqui. A proposta do Catar surgiu assim que os dirigentes do Al-Rayyan souberam que eu estava livre e queriam contam com jogadores experientes para o Mundial”, disse o central.

Por lá, Rodrigão terá a companhia de outros jogadores mais rodados, como os irmãos búlgaros Bratoev. E o time do Catar vai encarar, logo na segunda partida do Mundial, o Sada/Cruzeiro, atual campeão da Superliga e Sul-Americano. Depois, ainda terá pela frente o italiano Trentino, tricampeão do torneio. Tarefa nada fácil, mesmo para quem jogará com a torcida ao seu lado.

Será o segundo Mundial de Clubes de Rodrigão. No ano passado, ele foi para o torneio com a camisa do Sesi e terminou na quarta colocação. Conhecendo o país e já com data para voltar, o jogador não levará muitas coisas do Brasil, mas terá o computador a tira colo. “É um país bem diferente do nosso, é muito moderno. Lá em Doha vou usar muito meu notebook, para manter contato diário com minha família e amigos e também para passar o tempo, entre os treinos e jogos”, comentou.

Os planos para depois do Mundial devem incluir o vôlei de praia, por isso o tal “cursinho” no final de semana. Rodrigão já havia comentado a ideia de mudar a quadra pela areia quando conversei com ele depois do Campeonato Mundial de 2010. Agora, com a aposentadoria da seleção brasileira depois das Olimpíadas de Londres, a mudança ficou mais próxima.

“Depois do Mundial de Clubes a tendência é mesmo migrar para o vôlei de praia. Estive no final de semana em Cuiabá (que recebeu a primeira etapa do Circuito Brasileiro de vôlei de praia) para ter contato com as duplas que disputam o circuito. Quero saber o que é necessário, em termos de estrutura e patrocínio, para poder disputar os torneios no futuro”, afirma.

Rodrigão ainda não sabe quem seria a sua dupla na nova empreitada. “Existem algumas conversas, mas nada muito avançado. Tenho muitos amigos no circuito e tenho certeza que vou arrumar um parceiro para formar uma boa dupla”, comenta, confiante.

Vamos ver como o central vai se sair lá no Mundial de Clubes e, depois, na praia. O que vocês acham? O time da casa terá chance no Mundial? E na praia, quem poderia formar dupla com Rodrigão? Deixe seu comentário!

Autor: Tags: , , ,

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 Diversos | 15:44

Aposentadoria do eterno capitão

Compartilhe: Twitter

“É galera,chegou a hora de parar…a gente sabe que atleta é assim mesmo…dá um frio na barriga mas a vida continua…”. Foi com este post no Twitter que Nalbert anunciou a sua aposentadoria do vôlei. Mesmo jogando na praia, ele será o eterno capitão brasileiro, com momentos marcantes na carreira. Ele é único campeão mundial em todas as categorias, tem no currículo um ouro olímpico e uma série de lesões que o tirou das quadras. Foi para areais, tentou algumas parcerias, mas ficou longe das grandes conquistas.

Ele deixa um legado de como se jogar com garra. Com exceção do líbero Serginho, acho que Nalbert foi um dos mais jogadores vibrantes que vi em ação. E um dos mais “raçudos” também. Prova disso foi toda a dedicação para se recuperar e ajudar no grupo medalha de ouro em Atenas. Sem contar que, pelo menos na quadra, era completo, com excelente passe e potência no ataque. No dia da sua despedida, o Mundo do Vôlei traz uma pequena galeria com alguns momentos do nosso capitão (clique nas fotos para lembrar das histórias). Afinal, “as boas lembranças serão eternas”, como disse no Twitter.

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009 Diversos, Superliga | 15:51

Voltar para quadra virou moda?

Compartilhe: Twitter

Tande, Giovane, Nalbert, Virna… Todos tiveram ótimas carreiras na quadra e, depois de alguns anos, arriscaram jogar na praia e voltaram para os ginásios. Agora, Marcelo Negrão quer seguir o mesmo caminho.  O oposto, campeão olímpico em Barcelona, se diz inspirado por Virna, que fechou com o Rexona no começo do ano, e busca mais uma chance de atuar no vôlei indoor. Será que tem espaço?

Virna foi para o Rexona sabendo que seria uma reserva de luxo, ou seja, só entraria se alguma das titulares se machucasse. Marcelo Negrão seria um reserva de luxo entre os homens também? Acho que não vale a pena…

Negrão afirmou, em entrevista ao Diário de São Paulo, que “a maioria dos times precisa de um jogador mais experiente”.  As equipes, pelo menos as grandes como Cimed, Minas, São Bernardo, Ulbra e Unisul, já têm um ótimo elenco e já foram reforçados no começo da temporada e não sei se precisam dessa experiência. É sempre bom ter um jogador renomado em quadra, mas esse jogador precisa estar em plena forma, preparado para agüentar horas de disputa no piso duro e entrosado com os companheiros.

Marcelo Negrão está há anos na praia e foi para areia para se poupar de lesões.  Ele diz que está bem e que os tempos na areia “aumentaram a sua vida útil”. Será? Jogar na quadra é muito diferente de atuar na praia e parece que os atletas se esquecem disso, tanto que voltam depois de um tempo na areia. E Negrão deixou os ginásios ainda quando o vôlei não era tão rápido, com todas as bolas chutadas. Que ele foi um excelente atacante e homem de segurança do Brasil, ninguém duvida, mas não sei tem espaço para ele voltar e ser tudo isso de novo…

E  você, leitor, o que acha da volta dos jogadores da praia para a quadra? Ainda tem espaço para eles na Superliga? Deixe a sua opinião!

Autor: Tags: , , , ,