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Posts com a Tag vôlei amil

terça-feira, 29 de abril de 2014 Diversos, Superliga | 12:07

Amil encerra patrocínio no vôlei e todos perdem com isso

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A Amil enviou um comunicado para a imprensa nesta terça-feira para informar que encerra o patrocínio ao time feminino de Campinas. Sim, é verdade. Pouco menos de uma semana depois de anunciar em coletiva que o projeto seguiria e que Paulo Coco seria o técnico, a empresa anuncia que deixa o vôlei. Uma notícia muito ruim e todos perdem com isso.

As jogadoras, algumas já na seleção como Tandara e Natália, terão que correr atrás de um time para a temporada. E ainda tem a nova regra do ranking, que impõe o limite de duas atletas com pontuação sete por equipe. A equipe vai buscar um novo patrocinador, quem sabe com um elenco um pouco mais enxuto, para tentar sobreviver. Porém, o vôlei vive um momento mais do que conturbado com os escândalos da CBV e ainda estamos às vésperas de uma Copa do Mundo e todos os recursos estão voltados para o futebol.

E claro, perde também o torcedor, afinal, o Vôlei Amil foi uma das principais equipes da Superliga desde a sua criação e atraia público a sua arena.

Nesse caso, alguns fatores podem ter influenciado a decisão. A Amil começou o projeto no vôlei pelo desejo de ter um time comandado por José Roberto Guimarães, amigo de um dos diretores da empresa e seu pai. Agora, o treinador deixou a equipe para se dedicar exclusivamente à seleção brasileira. A saída pode ter sido um dos fatores. Além disso, a Amil não é mais uma empresa nacional e as decisões vem de fora. Decidiram lá e aceitaram por aqui.

Entra temporada e sai temporada, é a mesma coisa. Times perdem patrocinadores e se acabam. Notícia ruim, sempre, independente dos motivos!

Veja o comunicado na íntegra: 

A direção da Amil decidiu nesta terça-feira (29) encerrar o patrocínio ao time de vôlei feminino de Campinas. A medida foi tomada em função de reposicionamento de estratégia de marketing. Em nenhum momento a empresa questionou os resultados obtidos por um projeto vitorioso e que conquistou não só a região de Campinas, sede do projeto, mas todo o Brasil.

A Amil sente-se orgulhosa de ter montado, em tão pouco tempo, uma estrutura considerada uma das melhores do país e criado uma equipe de alto nível, que chegou por dois anos consecutivos à fase semifinal da Superliga, principal competição nacional da modalidade.

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sábado, 12 de abril de 2014 Superliga | 16:39

Unilever cresce, conta com defesas de Fabi e faz outra final

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A equipe do Unilever assegurou a sua vaga na final da Superliga 2013/2014. Depois de uma temporada de tropeços, o time de Bernardinho chegou aos playoffs sem o mesmo favoritismo de antes, mas fez jus a camisa, cresceu na hora certa (como já comentávamos no post anterior) e fechou a semifinal com 3 sets a 2 diante do Vôlei Amil e 2 a 0 na série.

Festa do Unilever na semifinal no Maracañazinho

Festa do Unilever na semifinal no Maracañazinho

Achava que esse ano a Superliga poderia ter uma final diferente depois de algumas atuações do Unilever ao longo do torneio. Também apostava o Vôlei Amil pudesse interromper a hegemonia carioca. Errei. A equipe de Bernardinho fez logo 3 a 0 na primeira partida da semifinal e mostrou tranquilidade e personalidade para acabar com a série neste sábado.

Pelo primeiro set, parecia que seria diferente. Com Natália inspirada e bom saque, o elenco de Campinas venceu sem problemas. Na segunda parcial, o cenário de inverteu e quem passou a acertar passes e jogadas foram as cariocas, que empataram o jogo. Vitória de novo da Unilever no terceiro set e empate mais uma vez com parcial para o Vôlei Amil logo em seguida. Aí, na hora da decisão, calma e precisão do lado carioca.

O tie-break chegou a ficar 14 a 10 para o Unilever depois de erros de ataque de Tandara e Kristin. Mas com um ace e dois bloqueios, as campineiras empataram em 14 a 14. Isso dá moral para qualquer um crescer e virar de vez o jogo. Mas não foi assim. O Unilever recuperou o match point e colocou a bola no chão para vencer e avançar para a final.

A diferença na dinâmica do jogo me chamou a atenção. Tirando os problemas no passe vividos dos dois lados, tanto a defesa campineira como a carioca estavam presentes. Só que do lado do Vôlei Amil, a impressão era que a bola apenas subia e era preciso passar como fosse possível para seguir a jogada. Já no Unilever, até nas defesas as bolas sobravam melhores para Fofão, fluindo mais o jogo.

E para isso, méritos de Fabizinha. Ela estava em todas as bolas e salvou muitas jogadas, entregando bem para que Fofão seguisse com a armação. A líbero foi eleita a melhor em quadra com louvor. Fofão, aos 44 anos, dispensa comentários pela calma para decidir as jogadas e leitura da partida. E outra que merece destaque é Carol. A jovem central conquistou a vaga de titular nesta temporada, comandou o bloqueio no primeiro jogo da semi e foi a maior pontuadora do time carioca neste sábado.

Sesi na frente

Enquanto isso, na outra semifinal, caiu a invencibilidade do Molico/Nestlé. O time de Osasco, que não perdia há 28 jogos, ou seja, toda a Superliga, levou 3 sets a 1 do Sesi em casa na noite de sexta-feira. E aqui os méritos vão para a dupla Dani Lins e Fabiana. A levantadora soube distribuir muito bem as jogadas e a central é aquela velha conhecida da seleção desde meados da Superliga.

E durante o jogo tive a impressão de ver o Sesi mais solto em quadra. Em alguns momentos, como no final do segundo set, se não me engano, o Molico reagiu e o time de Talmo ameaçou ficar nervoso. Mas se segurou e venceu. No geral, parecia que as jogadas do time de Osasco eram mais forçadas enquanto o jogo fluía melhor do outro lado.

E agora, o que vem pela frente? O Sesi chegou a ser 10º colocado no torneio e melhorou muito depois da Copa Brasil. Depois disso ainda foi campeão sul-americano justamente diante do Molico. Será que a final vai ser diferente graças ao Sesi? Ou o Molico/Nestlé reverte a série e repete a decisão contra o Unilever? Eu é que não vou arriscar nenhum palpite…

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quarta-feira, 9 de abril de 2014 Superliga | 11:18

Será que o Unilever chega lá mais uma vez?

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O Unilever não fez uma temporada dos sonhos. Na fase de classificação da Superliga, por exemplo, somou seis derrotas, incluindo tropeço para o Rio do Sul, e ainda passou sufoco em outros jogos. A dificuldade continuou no primeiro confronto das quartas de final, quando venceram o Pinheiros apenas no tie-break. Na segunda partida, vitória por 3 a 0 e vaga na semifinal assegurada. E na noite de terça-feira, na abertura da série que leva para a decisão, mais um 3 a 0, agora para cima do Vôlei Amil. O time se encaixou de vez?

Mais sobre o jogo: Unilever larga na frente do Vôlei Amil nas semifinais da Superliga feminina

Mihajlovic - Divulgação

Mihajlovic foi a maior pontuadora do Unilever no primeiro jogo da semifinal da Superliga

No jogo em Campinas, o Unilever mostrou volume de jogo e paciência para buscar o placar quando era necessário. E nesses momentos o bloqueio apareceu e travou as opções de Claudinha, levantadora do outro lado da quadra. Teve uma hora que era bola para Tandara que ficava no bloqueio. Depois bola para Natália e mais um bloqueio. E ainda jogada com Carol Gattaz e o quê? Outro bloqueio. O destaque no fundamento foi Carol, que marcou metade dos pontos do time carioca na rede (foram 12 bloqueios certeiros no total).

Para colaborar, a sérvia Mihajlovic comandou o Unilever com 19 dos 42 pontos de ataque da equipe no jogo (ela ainda marcou um ponto de bloqueio e um ace). Ela pouco se importou com o bloqueio do Vôlei Amil…

Ainda foi a primeira partida da série semifinal e o time de Campinas tem elenco para se recuperar lá no Rio de Janeiro. Não pode é ficar no “feijão com arroz” como criticou José Roberto em um dos tempos técnicos já no terceiro set. Do outro lado, o Unilever cresce no momento certo da competição e lembra que mais uma final entre Rio e Osasco ainda pode, sim, acontecer.

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segunda-feira, 31 de março de 2014 Superliga | 12:26

Quem será meu adversário?

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Reta final da Superliga continua e tem gente que só está a espera do próximo adversário. No masculino, Sada Cruzeiro está em mais uma final e encara o vencedor de Sesi x Brasil Kirin. No feminino, Unilever sabe que enfrenta o Vôlei Amil na semifinal, enquanto Molico/Nestlé espera quem levar a melhor entre Sesi e Banana Boat/Praia Clube.

Leia mais: Praia Clube derrota o Sesi e vaga à semifinal da Superliga fica para o terceiro jogo

Divulgação

Sada Cruzeiro, de Éder, vence Vivo/Minas na semifinal da Superliga

Entre quem já está classificado, Sada e  Molico chamam a atenção pelo ótimo momento que vivem no torneio. O Sada Cruzeiro não deu chances do Vivo/Minas nas semifinais e emplacou duas vitórias por 3 sets a 0. O segundo jogo, neste final de semana, o time de William e companhia mostrou volume de jogo e que a velha regra de que tudo começa com um bom saque vale, e muito. No final, o placar foi de 6 a 2 no bloqueio e 3 a 2 em saque.

Mais sobre a partida: Em jogo tenso, Cruzeiro derrota o Minas e vai à final da Superliga masculina

Já o Molico tem 28 vitórias na competição e dá sinais de que estará mais uma vez na decisão. Para completar a boa fase, o time ainda recebeu nesta segunda-feira o convite da FIVB para jogar o Mundial de Clubes.

A temporada mostra o conjunto da equipe de Osasco. Mesmo depois de perder nomes como Jaqueline, que se afastou das quadras nesta temporada para ser mãe, e Fê Garay, que foi jogar na Turquia, o time se manteve no alto nível. Gabi ora é titular e ora é reserva e ajuda com potência no ataque. As estrangeiras Sanja e Bosetti se encaixaram bem ao time. Sem falar de Thaísa, destaque da temporada. Sesi ou Praia.. quem passar para a semifinal vai ter um duro trabalho pela frente!

Relembre: Molico/Nestlé vence de virada e se classifica para a semifinal da Superliga feminina

E falando em trabalho duro, a semifinal que já está definida deve ser equilibrada. Vôlei Amil foi mais regular em toda a Superliga e cresceu com atuações de Tandara e Natália. Já o Unilever teve uns jogos mais complicados do que esperado ao longo do torneio, mas sabe bem o caminho para chegar às decisões. Ainda assim, vou arriscar e manter o que já escrevi por aqui antes. Acho que a briga pelo ouro na Superliga feminina será diferente neste ano. Acho que o Vôlei Amil leva essa…

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segunda-feira, 17 de março de 2014 Superliga | 14:05

Definições e mais definições

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Passadinha rápida (e atrasada) depois de um final de semana de plantão na redação do iG…

Reta final de Superliga e de definições tanto no feminino quanto no masculino. Entre as mulheres, sabemos quais os times vão para as quartas de final e a tabela dos jogos. No masculino, já temos os semifinalistas. E aí, os resultados foram os esperados?

Entre os homens, tudo ficou resolvido no segundo jogo das quartas de final. Como esperado, Vivo/Minas eliminou o RJ Vôlei. Eles farão um duelo mineiro com o Sada Cruzeiro, que também como previsto, passou pelo Moda Maringá. Já o São Bernardo até tentou resistir, mas levou a virada do Sesi, que se classificou. Os paulistas também fazem um duelo regional, já que terão o Brasil Kirin, de Campinas, pela frente.

Veja a tabela das semifinais da Superliga masculina

Meu palpite é que, aquilo que foi aposta ao longo da Superliga, pode acontecer. Sada Cruzeiro deve avançar para final e aqui em São Paulo o duelo pode ser mais equilibrado, mas deve acabar com vaga para o Sesi na decisão. E vocês? Apostam em quem?

O torneio feminino está uma etapa antes do masculino e foram definidas as quartas de final. O Molico/Nestlé, arrasador e líder da fase de classificação, vai jogar contra o Brasília. O segundo colocado Vôlei Amil encara o São Caetano e, na sequência, o terceiro Unilever faz duelo contra o Pinheiros. Para fechar, Sesi diante do Banana Boat/Praia Clube.

Veja a tabela das quartas de final da Superliga feminina

Sem dúvida o caminho mais simples é do time de Osasco que, pelo que parece, vai para mais uma decisão de Superliga. A campanha delas é impressionante e passar pelo Brasilia, com todo respeito, não será tão complicado assim. Agora resta saber se Unilever mantém a tradição e também chega, mesmo com um temporada abaixo das anteriores. Ou se o Sesi repete a Copa do Brasil e surpreende? Ou ainda se Vôlei Amil conta com Tandara e companhia para mudar a história. Por outro lado, será que alguém pode surpreender esses favoritos? Veremos…

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terça-feira, 12 de novembro de 2013 Superliga | 09:34

Como estão os times na pausa da Superliga?

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A Superliga está em pausa enquanto as seleções brasileiras disputam a Copa dos Campeões. A equipe feminina já estreou no torneio com vitória por 3 sets a 0 sobre os Estados Unidos e a masculina faz aclimatação e começa a jogar na semana que vem. E por aqui, no torneio nacional, a média foi de cinco jogos por equipe. Entre os líderes, tanto no masculino quando no feminino, não há grandes novidades. Mas já há aquele de quem eu esperava mais nesse começo. Vamos a um comentário de como estão os elencos até aqui?

Superliga feminina

A maioria dos times já fez cinco jogos e até agora os líderes são aqueles velhos conhecidos. O Molico/Nestlé é o único invicto e parece que ter mudado apenas no nome e na cor faz bem.

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Apesar das saídas de Fê Garay e Jaqueline, o time manteve a mesma cara do ano passado e já está entrosado. E no individual, Gabi, que já estava no elenco, passou por uma das pontas. Ou seja, mais uma que já é conhecida. Sheilla segue forte no ataque e ainda é destaque nos números do bloqueio. E quem chegou aparece bem, como a italiana Caterina Bosetti, que estreou com a Superliga em andamento e já está entre as melhores no ataque e no saque.

Leia também: Seleção feminina mantém freguesia sobre os EUA e larga bem na Copa dos Campeões

Atrás do Molico/Nestlé, aparecem Vôlei Amil, Unilever e Praia Clube, todos com uma derrota apenas. E dessas, acho que a que surpreendeu foi a do time carioca para o Rio do Sul por 3 a 1.

E já que falamos de reforços, por aqui as novidades também se deram bem. Tandara é a maior pontuadora do torneio e está em boas mãos no comando de Zé Roberto. No ano passado ela já tinha sido a segurança do Sesi e, agora, pode repetir e melhorar a atuação em Campinas.  Sob o comando de Bernardinho, Brankica Mihajlovic já está entre as tops no ataque e pela potência no saque, logo será destaque no fundamento também. E no Praia, quem está melhor nas estatísticas é a norte-americana Kimberly Glass, top entre as pontuadoras e atacantes.

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Do outro lado, teve gente que vai para a pausa da Superliga devendo. Acho que é o caso do Brasília Vôlei. Com elenco de experientes como Paula Pequeno, Erika, Dani Scott e Elizângela, a equipe fez seis jogos e só venceu dois. E isso inda sem enfrentar nenhum líder. O Sesi, que desde a criação é um pouco mais promessa que realidade, apesar de ter chegado à semifinal no ano passado, continua tropeçando e também só tem dois triunfos. Pausa de muito trabalho para esses elencos!

Superliga masculina

Entre os homens, a lista de invictos é mais extensa. Sada Cruzeiro, atual campeão mundial, é o dono da primeira colocação. Também seguem 100% RJX e Sesi. E também não é nenhuma novidade ter esses três na ponta.

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

O Sada é quase  o mesmo time do ano passado e a filosofia de manter o elenco já se mostrou muito positiva. Além de Wallace, William, Leal, Filipe e companhia, ainda chegaram Éder e Isac. O RJX perdeu jogadores como Dante ou Théo, mas trouxe Leandro Vissotto. E o Sesi foi quem mais investiu, com Lucão, excelente central e dono de um saque que dispensa qualquer comentário, e Lucarelli, destaque da nova geração. E não é a toa que os maiores pontuadores da Superliga são desses times: Wallace, Vissotto e Lucarelli.

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Seguindo na tabela também estão times que vieram interessantes nesta temporada. Entre quarto e sexto estão Brasil Kirin, Moda/Maringá e Vivo/Minas. Os campineiros tem gente boa no elenco, como Vini ou João Paulo Bravo. Já a equipe do Paraná reeditou a dupla Lorena e Ricardinho. E o Vivo/Minas tem o melhor atacante até aqui, Franco, e logo terá Filip em plena forma e que deve fazer a diferença, como na temporada passada.

Queria ver mais ainda do Canoas. Até agora venceu dois e perdeu quatro jogos, mas conta com o veterano cubano Dennis, por exemplo. Será que ele ainda pode ser aquele cara dos anos 90, que foi a pedra no sapato do Brasil com um saque estiloso e um ótimo ataque?

A Superliga volta ainda em novembro. A feminina terá Minas x Pinheiros no dia 19 e a rodada cheia no dia 26. Para os homens os trabalhos voltam no dia 23. Até lá, é treino para quem está por aqui e seleção brasileira lá no Japão.

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013 Superliga | 10:40

Zé Roberto no coro contra 21 pontos e mais do fim de semana

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*atualizado

Já era mais do que esperado que o set com 21 pontos daria muito o que falar… E conforme técnicos e jogadores estreiam no sistema, aumenta o coro de quem é contra. Na noite de sexta-feira foi a vez de José Roberto Guimarães, técnico da seleção e do Vôlei Amil, engrossar a lista dos descontentes.

O time de Campinas estreou no Campeonato Paulista, que também adota o teste dos 21 pontos já que acontece ao mesmo tempo que a Superliga, e o treinador se mostrou bastante descontente: “Fiquei muito preocupado com o sistema de jogo com 21 pontos. Me senti no meio de um mini-jogo. É horrível. Parece que os tempos técnicos foram mais longos que o período de bola em jogo. Espero que as pessoas com bom senso no vôlei mundial não deixem passar esse verdadeiro absurdo”.

Ainda não vi nenhuma declaração positiva em relação ao teste. Vale lembrar, mais uma vez, a CBV adotou os 21 pontos na Superliga depois de um pedido das TVs, por meio da FIVB, para que o tempo total de jogo fosse reduzido. E na prática os jogos ficaram mais rápidos, mas também mais “picotados”.

Aproveitei o final de semana de folga da redação para acompanhar um pouco das partidas. Dá para entender o que Zé Roberto fala em relação aos tempos. Com menos pontos, o tempo total de bola em jogo em uma parcial foi reduzido. Mas treinador segue com seus tempos e também continuam as paradas técnicas, agora aos 7 e 14 pontos. Com isso, a todo momento o jogo para por algum motivo. Logo por volta dos 10 pontos, os técnicos já começam a parar a partida para tentar arrumar o seu time. Não sei, mas parece que a coisa não engrena.

E é muito estranho ver que o set pode ser decidido também por volta dos 10 pontos. Se a essa altura alguém abrir uns quatro ou cinco pontos, não vai dar tempo de recuperar. O lado bom é que realmente é preciso entrar forte porque não dá para buscar depois. Mas é esquisito ver a parcial praticamente definida por volta dos 17 pontos. Será que a gente se adapta até o final da Superliga?

Paulista, Superliga, Carioca… tudo junto

No outro post eu falei do calendário e que era preciso ter um pouco de paciência para entender quem estava jogando o quê. Neste final de semana foi assim. O Molico (novo nome do time do Osasco) jogou na sexta-feira pela Superliga diante do Maranhão e no final de semana pegou o Barueri no Paulista. Também no final de semana a Unilever, que ainda não estreou no torneio nacional, venceu o Carioca. Está complicado…

Atleta irregular pode jogar?

E para completar, o Maranhão pode perder os pontos da derrota para o Molico/Nestlé na estreia da Superliga. Isso porque a levantadora argentina Yael Castiglioni entrou em quadra, mas a atleta só estará regularizada para jogar, segundo informações da CBV, na quarta-feira. Se não estava regular, como deixaram que ela atuasse?

O resultado da partida, como informou a confederação no final da tarde de segunda-feira, está sob judice. A entidade vai enviar documentação sobre o jogo para o STJD e o caso será analisado por um auditor. Veja a íntegra da nota oficial.

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terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 15:48

Amil anuncia Claudinha e líderes já têm suas 'cabeças'

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O Vôlei Amil anunciou nesta terça-feira Claudinha como a levantadora para próxima temporada. Com isso, os líderes da última Superliga fecham as, digamos, cabeças de suas equipes. E acho que fizeram bons negócios.

Divulgação/ZDL

Claudinha é a nova levantadora do Vôlei Amil

O time de Campinas era justamente quem precisava de uma mudança. Zé Roberto apostou em Fernandinha, mas ela poderia ter mostrado mais. Ela sofreu com uma antiga dor nas costas e lesões e nem pode atuar em toda a temporada e, em alguns momentos, pecou nas decisões em quadra, sendo um pouco previsível. Pri Heldes entrou, e bem, em seu lugar, mas ainda é muito nova para assumir o time, apesar de ter futuro. Agora chega Claudinha.

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A ex-levantadora do Minas também é jovem, tem 25 anos, mas tem feito boas Superligas. Ela é habilidosa e ao mesmo tempo passa segurança em quadra e deve dar uma cara nova ao time. Além disso, terá dupla jornada para mostrar o trabalho a Zé Roberto, em Campinas e na seleção. Boa chance para dar um salto na carreira.

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Essa semana também foi de anúncios de renovações na Unilever. Seguem no time Sarah Pavan, Valeskinha e, já que o assunto do post são levantadoras, Fofão. Aos 43 anos ela vai para mais uma temporada e ainda comandando a equipe com aquela tranquilidade aparente que lhe é peculiar. É um exemplo a ser seguido e deve mesmo se manter em quadra enquanto o físico lhe permitir.

Sollys/Nestlé e Sesi, que completaram os quatro primeiros na temporada 2012/2013 já haviam renovado com suas levantadoras e também acertaram. Fabíola, além de ter conquistado a torcida, fez duas excelentes temporadas no Osasco, enquanto Dani cresce em Londres e ainda pode ajudar o time da capital.

Cabeças definidas, agora é seguir a movimentação nas outras posições! Gostaram dos negócios até aqui?

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sexta-feira, 15 de março de 2013 Superliga | 22:58

Sollys/Nestlé mostra sua seleção é o primeiro finalista

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A Superliga feminina já tem o seu primeiro finalista e é um velho conhecido. O Sollys/Nestlé acabou de fazer 3 sets a 0 diante do Vôlei Amil (25/19, 25/16 e 25/20), encerrou a série semifinal em 2 a 0 e avançou para a decisão. Resta saber se encara Unilever ou Sesi na briga pelo título.

Esse resultado, sem desmerecer em nada a equipe de Campinas, já era esperado. Todo mundo já cansou de dizer, mas a realidade é que o Sollys é praticamente a seleção e todo mundo está jogando bem. Fernanda Garay é um destaques da Superliga, Sheilla aparece no momento certo, Thaisa e Adenízia são fortes no ataque e no bloqueio, Jaqueline nesta noite resolveu no ataque e Fabiola, na segunda temporada no time, está mais do que entrosada e sabendo colocar todo mundo para jogar. Ainda tem Camila Brait no fundo.

Para facilitar, o saque do time de Osasco atrapalhou a recepção de Campinas. Com isso, elas conseguiram também colocar pressão no bloqueio e, em todos os sets, abriram vantagem sem muita dificuldade. Foi ainda uma lavada em pontos de ataque: 44 a 27 no final. O Vôlei Amil tentou e até se favoreceu justamente de erros do saque do Sollys no terceiro set, mas logo as visitantes se acharam de novo e fecharam.

A equipe formada por Zé Roberto fez um bom trabalho e cumpriu o objetivo no ano de estreia – como disse o treinador mais de uma vez, ele queria chegar à final do Paulista e às semis da Superliga. Saiu derrotado na duas, mas chegou lá. A mescla de juventude com experiência foi boa, mas as mais novas ainda precisam de rodagem e isso pesa e causa nervosismo na hora do vamos ver.

E agora, mais do mesmo com Sollys x Unilever na decisão? Ou o Sesi pode surpreender e levar a decisão da série semifinal para o terceiro jogo? Meu palpite é que  duelo será mais equilibrado do que o desta noite, mas quem ainda deve levar a melhor é a equipe carioca. E vocês? O que acham?

Desabafo de Zé Roberto

Depois do jogo, o técnico José Roberto Guimarães aproveitou para reclamar da CBV e do ranking das atletas. A pontuação foi criada para equilibrar as equipes e “espalhar” as jogadoras da seleção brasileira. O Sollys/Nestlé herdou atletas do extinto Finasa e, com isso, tem gente “barata” ou que não custa nada, como Adenízia, formada na base de Osasco. Com essas brechas no ranking, a equipe formou essa seleção que comentamos acima.

Será que isso é justo? Para Zé Roberto, não. Ele pediu a revisão do sistema do ranking, citou o caso de Adenízia e ainda completou: “Tem que ser revista a questao dos pontos porque se não a final vai ser sempre Rio e Osasco e quem entra vai ficar com dúvida se vai ficar”.

E vocês, o que acham?

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sábado, 9 de março de 2013 Superliga | 12:49

Unilever e Sollys saem na frente. Teremos mais do mesmo?

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*atualizado

Acabou agora há pouco, na manhã deste sábado, a primeira rodada da semifinal da Superliga feminina 2012/2013. E se na noie de sexta-feira, na primeira partida da série, a Unilever passou pelo Sesi por 3 a 1, agora foi o Sollys/Nestlé quem venceu o Vôlei Amil, pelo mesmo placar. Caminhamos para o mais do mesmo com Rio x Osasco na decisão?

Divulgação

Bloqueio da Unilever, e todo o sistema defensivo, se encaixou bem contra o Sesi

Estive no ginásio da Vila Leopoldina para o duelo Sesi x Unilever. Depois de um primeiro set muito forte, o Sesi foi se perdendo e parando no sistema defensivo da Unilever, que não só se armava bem no fundo de quadra, como também fazia uma ótima marcação no bloqueio. Tudo isso com a aquela velha conhecida fórmula, de que um bom saque já é meio caminho andado. Foram sete pontos em aces contra apenas dois da paulistas.

>>Leia mais sobre Sesi x Unilever na semifinal da Superliga

E o Sesi sentiu  virada. Ali, do lado da quadra, dava para ver o rosto um pouco abatido de algumas atletas. A Unilever achou tempo na marcação de Tandara e neutralizou a principal atacante do time rival e maior pontuadora da Superliga. Com isso, o time foi ficando cabisbaixo. Quando acontecia um erro, lá vinha a experiente Elisângela falando “calma, calma, vamos para o próximo”. Mas não deu, defendendo mais, a Unilever foi abrindo no placar e virou a partida. Gabi foi a maior pontuadora, com 19 acertos, e Natália ficou com troféu de melhor em quadra. O primeiro favorito a chegar à final fez a sua parte.

Dani Lins conversou com o blog e falou desse abatimento do time em quadra e dos erros da partida. Veja no vídeo abaixo:

Divulgação

China com Thaísa foi um arma do Sollys contra o Vôlei Amil

Neste sábado, o Sollys/Nestlé recebeu o Vôlei Amil e pelo primeiro set, quando o time da casa não se achou no passe, parecia que a coisa iria complicar. Entretanto, a mudança de quadra fez bem. A recepção saiu no segundo set e Fabíola fez a festa com Thaísa na china. Foi uma lavada com placar de 25 a 10. Acho que o Vôlei Amil praticamente não pontuou no contra-ataque! Tudo seguiu funcionando para o lado de Osasco no terceiro set e o Vôlei Amil só voltou a equilibrar na última parcial, quando levou o jogo empatado por boa parte do tempo. Porém, no final, o Sollys voltou a virar mais e acabou com o jogo.

>>Leia mais sobre Sollys/Nestlé x Vôlei Amil na semifinal

Pelo que deu para perceber nos primeiros jogos, o Sesi, se estiver em um dia de Tandara e outras inspiradas (como Bia, que fez ótimos jogos no ataque e no bloqueio), vai dar mais trabalho a Unilever do que o Vôlei Amil pode oferecer para o Sollys. O time de Campinas pode reagir se encaixar o passe e ganhar opções de ataque e contar com Ramirez soltando o braço, como fez no duelo contra o Pinheiros nas quartas. Veremos como serão os segundos jogos das semis, no final de semana que vem!

Superliga masculina

Começaram também os playoffs da Superliga masculina. E como foi na primeira rodada das quartas para as mulheres, os jogos aqui foram dentro do esperado. Os líderes venceram em sets diretos e quem ficou no meio da tabela na fase de classificação fez os duelos mais equilibrados.

O RJX, primeiro no returno, marcou 3 a 0 diante do São Bernardo em casa. O mesmo para Sada/Cruzeiro, vice na etapa anterior, que bateu o Volta Redonda. Já o Sesi, além de ter jogado sob mais uma chuva torrencial em São Paulo, caiu diante do Canoas por 3 a 2 depois de três horas de duelo. E para fechar, agora há pouco, o Vivo/Minas passou pelo Medley/Campinas também por 3 a 2 fora de casa.

As quartas de final seguem a partir de terça-feira. Como sabem, quem vencer duas avança para as semifinais. E se no feminino o favoritismo é para Unilever e Sollys/Nestlé, quem avança no masculino? Aqui acho que é mais difícil apostar…

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