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Posts com a Tag Vivo/Minas

segunda-feira, 17 de março de 2014 Superliga | 14:05

Definições e mais definições

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Passadinha rápida (e atrasada) depois de um final de semana de plantão na redação do iG…

Reta final de Superliga e de definições tanto no feminino quanto no masculino. Entre as mulheres, sabemos quais os times vão para as quartas de final e a tabela dos jogos. No masculino, já temos os semifinalistas. E aí, os resultados foram os esperados?

Entre os homens, tudo ficou resolvido no segundo jogo das quartas de final. Como esperado, Vivo/Minas eliminou o RJ Vôlei. Eles farão um duelo mineiro com o Sada Cruzeiro, que também como previsto, passou pelo Moda Maringá. Já o São Bernardo até tentou resistir, mas levou a virada do Sesi, que se classificou. Os paulistas também fazem um duelo regional, já que terão o Brasil Kirin, de Campinas, pela frente.

Veja a tabela das semifinais da Superliga masculina

Meu palpite é que, aquilo que foi aposta ao longo da Superliga, pode acontecer. Sada Cruzeiro deve avançar para final e aqui em São Paulo o duelo pode ser mais equilibrado, mas deve acabar com vaga para o Sesi na decisão. E vocês? Apostam em quem?

O torneio feminino está uma etapa antes do masculino e foram definidas as quartas de final. O Molico/Nestlé, arrasador e líder da fase de classificação, vai jogar contra o Brasília. O segundo colocado Vôlei Amil encara o São Caetano e, na sequência, o terceiro Unilever faz duelo contra o Pinheiros. Para fechar, Sesi diante do Banana Boat/Praia Clube.

Veja a tabela das quartas de final da Superliga feminina

Sem dúvida o caminho mais simples é do time de Osasco que, pelo que parece, vai para mais uma decisão de Superliga. A campanha delas é impressionante e passar pelo Brasilia, com todo respeito, não será tão complicado assim. Agora resta saber se Unilever mantém a tradição e também chega, mesmo com um temporada abaixo das anteriores. Ou se o Sesi repete a Copa do Brasil e surpreende? Ou ainda se Vôlei Amil conta com Tandara e companhia para mudar a história. Por outro lado, será que alguém pode surpreender esses favoritos? Veremos…

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segunda-feira, 10 de março de 2014 Superliga | 14:19

Jogo de bloqueio, vitória de favoritos e uma quase surpresa nos playoffs da Superliga

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Os playoffs da Superliga masculina já estão aí. E na primeira rodada, teve jogo marcado por bloqueio, vitória de quem era favorito e uma quase surpresa. Ainda teve uma curiosidade. A torcida parece ter ajudado e todos os donos da casa venceram. E vocês, o que acharam dos jogos? Vamos a um resumo das partidas e aos comentários.

Bloqueio do Brasil Kirin x ataque do Kappesberg Canoas

Gustavão - Facebook

Gustavão comandou bloqueio do Brasil Kirin

Esperava que esse fosse o duelo mais equilibrado dessas quartas de final da Superliga masculina. De fato foi um jogo parelho, com 3 a 2 no placar para a equipe de Campinas. Em quadra, Dennis, maior pontuador da competição, foi quem mais colocou bola no chão, com 19 acertos. Mas apesar do desempenho do cubano do Canoas, o que fez a diferença foi o bloqueio do Brasil Kirin.

No total foram 17 pontos no fundamento contra 9 dos donos da casa, com destaque para Gustavão, que marcou sete vezes e foi o melhor em quadra. Num jogo bem disputado como foi, o bloqueio esteve presente em diversos momentos chaves. No primeiro set, foram quatro bloqueios seguidos do Campinas, que perdeu a parcial, mas já mostrou a sua cara. No segundo set, eles abriram justamente com bloqueios e empataram o jogo. E para fechar, um bloqueio quando estava 14 a 12, outro para deixar 14 a 14 e mais um para marcar 17 a 15. Acho que não precisa falar mais nada.

Vitórias que eram esperadas

Sada Cruzeiro - CBV

Sada Cruzeiro foi líder na classificatória e saiu na frente nas quartas de final

Na sequência das quartas de final da Superliga, em dois jogos já eram esperados 3 sets a 0 no placar. Foram as vitórias do Vivo/Minas sobre o RJ Vôlei e do Sada Cruzeiro diante do Moda/Maringá. O time de William, Wallace e companhia é um dos favoritos ao título e não teve muito trabalho diante do paranaenses. Soube abrir no final das parciais para fechar e no segundo set, o que teve o placar mais dilatado, contou com erros do rival. Com todo respeito ao Moda Maringá, mas a aposta é no Sada Cruzeiro na semifinal.

A outra partida tem um significado a mais para o RJ Vôlei, que chegou aos playoffs aos trancos e barrancos depois da saída da OGX como já comentamos por aqui ou em matérias no iG. O time carioca conseguiu completar o elenco, que contava com apenas nove jogadores, e contratar três atletas que estavam na Superliga B. O jogo teve momentos de equilíbrio, mas prevaleceu o Vivo/Minas, bem mais estruturado ao longo de todo o torneio. Nem o bloqueio, fundamento comandado por Ualas e que vem sendo destaque no campeonato, ajudou os cariocas. Melhor para os mineiros, com os 15 pontos de Filip.

A quase zebra da rodada

Murilo - CBV

Sesi sofreu para bater o São Bernardo no tie-break

O jogo era entre segundo e sétimo colados. Olhando assim, quem leva a melhor? Sim, o Sesi venceu o São Bernardo, mas não foi nada fácil e o resultado só saiu no tie-break. O Sesi, segundo o líbero Serginho, jogou abaixo do que sabe. Como em outras partidas que já vi nesta Superliga, o time se atrapalhou no saque em alguns momentos. Foi assim de novo diante do São Bernardo. Entretanto, no finalzinho, lances de Lucarelli e um ponto de saque de Sidão fizeram a diferença, deixaram o Sesi em vantagem e ajudaram para a vitória.

As quartas de final seguem nesta semana. As séries são decididas em melhor de três e a gente acompanha para ver quem chega às semifinais. Até mais!

 

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terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos | 09:25

Sul-Americano masculino x feminino e as vagas no Mundial

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Aos poucos, as vagas para o Mundial de Clubes estão sendo preenchidas. No final de semana, o UPCN, da Argentina, faturou o Sul-Americano e assegurou o seu lugar. Isso não quer dizer que, apesar do tropeço em casa do Vivo/Minas na final e do RJX ter caído na semi e ficado com bronze, os brasileiros estejam fora do Mundial. Dois times serão convidados pela organização. No feminino, o país vai ao torneio com a Unilever. Pois bem, encerrado o Sul-Americano fica mais uma vez visível o abismo entre homens e mulheres por aqui e também me reascende uma dúvida: por que o Mundial masculino é diferente do feminino?

Se no feminino a Unilever deu um passeio para ficar com o título, no masculino os brasileiros não foram o que a torcida esperava. As equipes da Argentina eram as que poderiam dar trabalho. E na final, o UPCN soube se virar nos momentos chaves e aplicou 3 a 0 no Vivo/Minas em pelo BH. Se os mineiros não tiveram Filip ou Lucarelli inspirados, os argentinos tinham Evandro e companhia para liquidar a partida.

E começa ano, termina ano é esse o cenário. Enquanto o Brasil reina soberano no vôlei sul-americano feminino, o masculino está um pouco mais parelho. Falta investimento entre as mulheres nos outros países? Seria bom alguma ajuda ou incentivo para que houvesse um equilíbrio maior para elas também… Se nada for feito, podemos ver outros 25 a 3 como fez a Unilever.

Agora, é esperar pelo Mundial de Clubes. E de novo estão as diferenças entre homens e mulheres, mas em outros aspectos. O torneio feminino, por exemplo, contará com seis equipes e só a Unilever representará o Brasil. Cadê o Sollys/Nestlé? Ok, o time perdeu a Superliga, mas é o atual campeão mundial e acho que, por isso, mereceria a vaga.

Já o masculino devem ser oito equipes e o Trentino, atual campeão, está na lista e, segundo um texto da FIVB do final de abril, vai participar do torneio justamente porque é detentor do título. Se o critério vale aqui, por que não chamar o Sollys?

Além disso, o Brasil será sede da competição dos homens e levará dois participantes que serão escolhidos pela organização. Aí o assunto volta ao Sul-Americano. Depois ficar com o bronze, RJX merece a vaga por ser o campeão brasileiro? A competição deve acontecer em Belo Horizonte. Com isso, o Sada Cruzeiro, vice brasileiro e que nem jogou a competição continental, deve ser um dos escolhidos?

Os Mundiais masculino e feminino serão em outubro, no Brasil e na Suíça, respectivamente. Vamos esperar para ver quem recebe o convite para a disputa de um lado e se a Unilever, encarando rivais mais complicados, repete a sua supremacia do outro.

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segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:42

Os nomes da Superliga masculina

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Alexndre Arruda/CBV

Lucão, central do RJX

Depois de falar quem se destacou entre as mulheres (veja post anterior), é a vez de lembrar dos homens na temporada 2012/2013 na Superliga. Como comentei, fiz uma série chamada “O nome da Superliga” para citar alguns destaques ao longo do torneio aqui no blog. Agora, é hora de balanço final. O RJX faturou o título com uma grande virada para cima do Sada/Cruzeiro e tem o primeiro nome da lista: Lucão.

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O central do time carioca foi o melhor saque da competição e também desequilibrou no bloqueio. Na final, o time entrou na partida quando a jogada entre ele e Bruninho saiu. Depois de ter atuado com o levantador anos e anos na Cimed e também na seleção, é o cara de segurança do companheiro. É um jogador que sempre usou o saque forçado, só que agora parece estar cada vez mais consistente no fundamento. Ele força e acerta o primeiro, força e acerta o segundo e assim por diante. Foi um belo nome da Superliga, ainda mais com a medalha de ouro na decisão.

Quem ficou pelo caminho também chamou a atenção. Lucarelli chegou à semifinal com o Vivo/Minas e fez uma grande temporada. Ele já passou pelo O nome da Superliga e amadureceu demais em quadra. Já vi jogos em que ele era caçado na recepção e errava. Agora, aguenta a função de passador. E mostrou variedade no ataque, sem se intimidar com rivais. É um nome que merece ser lembrado por Bernardinho na seleção, ainda mais uma posição com jogadores que já estão ficando velhos. Enquanto Lucarelli tem 21 anos, Murilo e Dante já passaram dos 30, por exemplo.

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No levantamento, o melhor do torneio foi William, do Sada e acho uma escolha justa. Foi um jogador que, mais uma vez, desequilibrou e soube usa muito bem o que tinha nas mãos. Dispensa mais comentários. Mas gostei muito da atuação de Marcelinho, do Vivo/Minas. O veterano exibiu as jogadas precisas e mais seguras com as quais ficou conhecido, mas também usou bolas rápidas, jogadas de meio forçadas com Henrique e Maurício. Terminou a Superliga jogando um voleibol e tanto.

Entre os cubanos, coloco Leal, outro do Sada/Cruzeiro, entre os nomes da Superliga. O cubano foi o esperado no ataque, com bolas potentes e certeiras. Também deu trabalho no saque. E acho que surpreendeu no fundo de quadra. Geralmente cubano não é especialista em recepção, mas Leal não prejudicou o Cruzeiro, não pelo menos nos jogos que eu assisti.

Assim como falei no post anterior, tem mais gente que foi destaque na Superliga masculina. Bruninho faturou o título distribuindo bem às bolas, Henrique foi bem n saque, Isaac é dos jovens que se destacou e está na seleção… Mas não dá para listar todo mundo ou não acabaria mais. Agora é com vocês. Quem foram os Nomes da Superliga para vocês? Quem quiser, é só comentar….

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sábado, 6 de abril de 2013 Superliga | 00:45

E o RJX está na final da Superliga masculina

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A Superliga masculina já tem a sua final definida. Depois de o Sada/Cruzeiro fechar a série em dois jogos contra o Sesi, o RJX venceu o Vivo/Minas agora há pouco e carimbou o seu passaporte. Foi a vitória do mais agressivo e que confirmou a condição de favorito, já que havia liderado a fase de classificação. Além disso, honrou o investimento como o time mais badalado do torneio e jogou como conjunto nesta semifinal.

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Alexandre Loureiro/INOVAFOTO

Thiago Alves foi um dos destaques da vitória do RJX

No jogo desta noite, o primeiro set foi bastante equilibrado, mas vencido pelos cariocas. Os donos da casa dominaram na segunda parcial e ali ficou clara a diferença na agressividade. Os saques e ataques potentes do RJX entravam, enquanto o Vivo/Minas parou. Mais uma vitória para o lado carioca, que também encaminhava a partida no terceiro set, chegando a marcar 14 a 10.

Aí a reação do lado mineiro com a sua característica de time mais “jogueiro”. Eles assumiram a ponta e não saíram mais, forçando o quarto set. A situação, entretanto, se inverteu. Depois de Maurício bloquear e Lucarelli marcar, o Vivo/Minas abriu 18 a 14. Mas o RJX reagiu e num ace perfeito de Thiago Alves, empatou em 24 a 24. Da Silva, que havia entrado há pouco, virou um contra-ataque e colocou o time na frente. Depois, com bloqueio, veio a vitória por 3 sets a 1 (29/27, 25/17, 22/25 e 27/25).

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O resultado leva o RJX a sua primeira decisão da Superliga. Era a equipe com maior investimento disparado, com jogadores renomados e fez o seu papel. Em quadra, dois destaques na minha opinião. Riad estava inspirado no saque e também nos outros fundamentos. Normalmente o central badalado e segurança de Bruninho é Lucão, mas Riad foi bem em grande parte da partida e desequilibrou. Outro nome é Thiago Alves. O ponteiro virou bolas importantes em diversos momentos, desde o primeiro set. E aqui tenho que concordar com os comentaristas da partida. No final, ele partiu para o saque e encaixou um belo ace. Na sequência, poderia complicar o time com um erro. E é muito comum pontuar e, depois, forçar de novo buscando aquele fundinho da quadra e errar. Mas Thiago teve cabeça no lugar, executou um saque firme, mas seguro, e o jogo seguiu. Ele fez a parte dele com o ace. Não precisava decidir tudo ali. Ele confiou na equipe, começou a jogada e o RJX matou o contra-ataque. Fez as escolhas certas e o conjunto fez a sua parte. Isso é a atuação como um time.

Mas não dá para ignorar o outro lado. Como lembrou Marcelinho após o jogo, quem apontava o Vivo/Minas como candidato à finalista desta Superliga? Mas a equipe cresceu demais e não avançou por pouco. Méritos de um elenco, como já ressaltei por aqui, que uniu bem experiência e juventude. Marcelinho teve uma excelente temporada. Além de seguir com as bolas mais seguras que sempre foram a sua característica, ele faz jogadas lindas, rápidas, arriscadas. O lado dos mais rodados ainda contou com Henrique e seu saque. Já na ala dos novatos, o nome é Lucarelli. O ponteiro amadureceu demais e está pronto.

Lucarelli já esteve no “O nome da Superliga”. Relembre

Mas o time mineiro deixa a competição e pensa na próxima temporada. Seria muito interessante manter o elenco e continuar o trabalho. Já o RJX tem uma semana de treino pela frente. Nesta noite, foi agressivo, forte no bloqueio nos momentos decisivos (fundamento que eu acho que é melhor da equipe e foi assim em toda a Superliga), honrou o elenco estrelado e está na decisão. E tudo isso depois de levar um 3 a 0 fora de casa… Merece o parabéns pela vaga e pelo trabalho na temporada. Agora é esperar pela final. No dia 14 a gente conhece o campeão brasileiro. Título fica com o atual campeão Sada/Cruzeiro? Ou o RJX leva a melhor logo na primeira final? Veremos!

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domingo, 31 de março de 2013 Superliga | 11:04

Final mineira na Superliga ou o RJX ainda tem chances?

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O sábado foi dos mineiros na Superliga. Depois de o Sada Cruzeiro liquidar a série semifinal diante do Sesi com mais um 3 sets a 0 e se garantir na decisão, o Vivo/Minas repetiu o placar para cima do RJX e empatou outra semifinal. E agora, o time de Belo Horizonte mantém o embalo e faz uma final mineira na Superliga? Ou a equipe carioca se recupera em casa?

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Se olharmos para a fase de classificação do torneio nacional, a resposta seria a vaga para o RJX, que avançou aos playoffs em primeiro lugar. Mas se o parâmetro for a semifinal, o favorito vira do Vivo/Minas. No primeiro jogo, eles fizeram um duelo e tanto contra os cariocas e mostraram a sua força, principalmente usando bem o ataque aberto nas pontas. Na noite de sábado, dominaram os rivais e ganharam moral.

Leia mais sobre os 3 a 0 do Vivo/Minas diante do RJX

O RJX pecou pelos erros em todos os fundamentos e deu 30 pontos de graça aos mineiros. O primeiro set acabou em um erro de saque de THiago Alves e o segundo, em um erro de ataque de Da Silva, por exemplo. Já a terceira parcial foi do Vivo/Minas do começo ao fim, para liquidar logo a partida e forçar o terceiro jogo da série, marcado para a próxima sexta, no Maracanãzinho, às 21h30.

E se na semifinal da manhã foi Serginho que teve que ficar em quadra com dores, no jogo da noite o levantador Marcelinho, do Vivo/Minas, jogou e sofreu com o joelho. Ele teve um derrame no local, disse ter passado a semana toda em tratamento e longe da bola para poder jogar essa semi. Ele jogou e cumpriu bem o seu papel! Mas o destaque ficou para Lucarelli, ponteiro que já recebeu elogios por aqui e foi o maior pontuador, com 15 acertos, e eleito o melhor em quadra. Grande fase do ponteiro!

Agora e esperar pelo próximo jogo. RJX se anima em casa e volta a mostrar o que fez na primeira fase? Ou o Vivo/Minas segue o embalo e volta a disputar uma final de Superliga depois de quatro temporadas?

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sábado, 23 de março de 2013 Superliga | 13:18

RJX vence Minas em jogão de saques forçados e opostos

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A semifinal da Superliga masculina começou na manhã deste sábado com um jogo e tanto! Em casa, o RJX venceu o Vivo/Minas por 3 sets a 2 (25/23, 21/25, 19/25, 25/22 e 15/13) e saiu na frente da série. E foi uma partida com viradas, saques forçados e um duelo de oposto no final.

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Divulgação/CBV

Lucão virou o jogo no primeiro set

Nas duas partidas entre RJX e Vivo/Minas na fase de classificação, os cariocas venceram sem muitos problemas. Mas o time de Belo Horizonte cresceu muito na fase decisiva e mostrou isso em quadra no Maracanãzinho. No primeiro set, a equipe mineira teve a chance de fechar e levou a virada no primeiro dos itens que chamou a atenção na partida: o saque. Lucão foi para o serviço, acertou umas três bombas seguidas e virou o placar. Ali era Lucão 1 x o Vivo/Minas.

Na segunda parcial, a defesa mineira ajudou. Toda bola largada pelo RJX, caia. Mas estamos em uma semifinal e não é hora de entregar assim, na bobeira. E então veio o outro item que chamou a atenção: o oposto. O theco Filip seguiu ao pé da letra o que sua função pede e foi o homem de segurança. No total, colocou 26 bolas no chão! Além disso, Marcelinho, que faz uma ótima Superliga, contava com os ponteiros Rodrigo Quiroga e Lucarelli virando também. Os visitantes melhoraram e fecharam o placar.

E o Vivo/Minas manteve o ritmo e teve o melhor momento do jogo no terceiro set. A situação era assim: para atacar, bola nas pontas, com Filip ou com os opostos. E no meio, bloqueios de Henrique e Maurício. Foi uma parcial de se tirar o chapéu para a equipe mineira. Ah, eles também usaram a arma do RJX e forçaram bem os saque com Filip e Henrique. No final, acabaram o jogo até com mais pontos no fundamento: 9 a 4 no total. Com isso, venceram e viraram o jogo.

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Aí veio o quarto set e a vez do RJX voltar. O time estava sofrendo com a falta de referência. Bruninho joga muito bem com Lucão depois de tantos anos de parceria. Mas não dá para depender só do meio. Precisava de alguém para fazer o que o Pilip fazia do outro lado. Da Silva ficou com o lugar de Théo e, aos poucos virou esse cara. Ao longo da parcial o jogo seguiu equilibrado, mas os cariocas lideraram com ataques mais abertos. O Minas deu o troco com dois bloqueios, um na entrada e outro na saída. Mas, como Bruninho conseguiu variar mais o ataque, se livrou da marcação e pode voltar a tentar soltar pelo meio. E com Riad nessa posição, o jogo foi para o tie-break.

No set decisivo, o terceiro item que chamou a atenção. Já tinha falado do oposto, mas aqui foi uma verdadeira briga dos jogadores na posição. Marcelinho com Filip de um lado e Bruninho com Da Silva do outro. O RJX ficou boa parte na frente e o Vivo/Minas buscou o empate justamente no erro de Da Silva em 10 a 10. Depois, num erro de saque de Pilip, ponto para os cariocas, que fecharam a partida. Ou seja, o o tie-break começou e terminou nas mãos dos opostos.

Foi um jogo que valeu a pena assistir. Os saques deram o tom da partida, só achei um pouco frustrante depois de tantas defesas e jogadas bem executadas, acabar justamente em um saque na rede, mas acontece… Que lance foi aquela bola recuperada pelo Vivo/Minas no terceiro set, se não me engano, lá do outro lado da quadra. E uma bola de Lucão que, mesmo sem dar a passada, conseguiu cravar. E Lucarelli, personagem da vez no “O nome da Superliga”, colocando passe na mão de Marcelinho e virando no ataque. Enfim, dava para falar um tempão dos dois lados… Ótimo começo de semifinais!

E vocês, o que acharam? Dá para apostar em quem fica com a vaga na final? É só comentar!

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sexta-feira, 22 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:24

O nome da Superliga: Lucarelli

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Divulgação/CBV

Lucarelli, ponteiro do Vivo/Minas

*atualizado sábado, 23/03, às 13h44

Aproveitando que as semifinais da Superliga masculina começam neste sábado, o personagem da vez da série “O nome da Superliga” é o ponteiro do Vivo/Minas Ricardo Lucarelli. Ele é um dos caras da nova geração, tem 21 anos e tem deixado a sua marca nesta competição.

Escrevi esse post na noite de sexta-feira e até então ele era o maior pontuador da Superliga, com 412 bolas no chão. Lucarelli também aparecia como o melhor atacante, com 38,86% de eficiência, e ainda é o sétimo no saque.

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Na manhã deste sábado, ele perdeu a primeira partida da semifinal para o RJX (leia mais no post deste sábado), mas também mostrou o seu recado. Em diversos momentos já vi o jogador ser alvo no saque e não corresponder. Agora, ele está mais maduro no fundamento neste sábado entregou várias bolas na mão de Marcelinho. O Vivo/Minas perdeu, mas foi um jogaço e Lucarelli foi bem quando foi acionado em todos os fundamentos.

O ponteiro já teve algumas oportunidades na seleção brasileira, mas ainda precisa render no time verde e amarelo o que está rendendo no torneio nacional. A seu favor, a juventude. Ele tem um longo caminho e muita chance de se firmar no elenco de Bernardinho. É um atacante que tem se mostrado decisivo no Minas e pode levar isso à seleção.

E ele faz parte de uma filosofia interessante do Vivo/Minas. A equipe tem experientes e que estão fazendo a diferença, como o levantador Marcelinho, em ótima fase. E jovens, como Lucarelli, que estão encarando bem a responsabilidade.

Agora, é acompanhar o desempenho deles na semifinal. A equipe de Belo Horizonte levou 3 sets a 2 do RJX neste sábado e volta para quadra em casa, na semana que vem, para tentar empatar a série. Mais tarde, às 21h30, será a vez de Sada Cruzeiro receber o Sesi no começo da outra semifinal. E então, quem vai para a final? Lucarelli tem chance de disputar o título da Superliga? Comente e também deixe a sua sugestão para o próximo “O nome da Superliga”!

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domingo, 17 de março de 2013 Superliga | 00:11

Com Murilo, bloqueio e pancadas, Sesi completa semifinalistas

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A Superliga masculina já tem as suas semifinais. RJX e Vivo/Minas fecharam as suas séries em dois jogos e se enfrentam em uma das disputas pela decisão. A outra foi decidida neste sábado. Sada/Cruzeiro bateu o Volta Redonda e se classificou. Agora, o Sesi passou pelo Canoas e fechou os semifinalistas. E para vencer, os paulistas contaram com Murilo, bloqueio e muita pancada.
O Sesi marcou 3 a 0 para cima dos rivais no jogo mais rápido da série, que teve antes um 3 a 2 para cada lado. Desde o começo os donos da casa soltaram o braço no saque e no ataque. Cléber acertou cada pancada! E Murilo? Disparou uma bola perfeita de meio fundo no terceiro set, para citar apenas um dos belos ataques na partida. Ele foi bastante acionado por Sandro e correspondeu. Comandou a equipe, assumiu a responsabilidade e foi eleito o melhor em quadra.

O bloqueio do Sesi também funcionou muito. Em outro ponto do terceiro set, eles bloquearam na entrada e o Canoas recuperou e seguiu a jogada. Depois, bloquearam na saída e o Canoas se armou de novo. Aí mataram o ponto com bloqueio na entrada mais uma vez. De novo, Murilo pareceu e também foi destaque no fundamento, marcando seis dos 11 pontos da equipe. Lembrou os bons tempos da seleção, da temporada 2010, quando foi melhor do mundo.

Foi um jogo com cara de vôlei masculino. Pancadas sem dó, algumas defesas lindas e bloqueios que voltaram no pé. Ao Sesi, os méritos da vitória e da vaga na final. Ao Canoas, faltou o bloqueio, importante nos outros jogos, e um saque melhor. A boa notícia é que o time, que chegou à Superliga depois de vencer a Superliga B, está garantido para ano que vem e ainda vai abrir categoria de base. O vôlei agradece!

Voltando a falar de decisão, o próximo adversário do Sesi será o Sada/Cruzeiro, que passou pelo Volta Redonda por 3 sets a 1. De novo os atuais campeões tiveram dificuldades e a partida foi equilibrada. Jogando em casa, os mineiros foram melhores no saque e no ataque e venceram depois de duas horas de bola em jogo.

E agora, quem vai para a final? RJX chega à primeira decisão ou o Minas volta a disputar um título? E nessa chave, Sesi segue embalado pelas pancadas e bloqueios desta noite ou o Sada/Cruzeiro vai defender o título? É hora de palpitar!

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sexta-feira, 15 de março de 2013 Superliga | 11:05

Definição de um lado e disputa aberta do outro nas semifinais

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Mais uma noite de jogos nas quartas de final da Superliga masculina. Em uma série, Vivo/Minas venceu o Medley/Campinas e garantiu a vaga na semifinal. Na outra, Sesi bateu o Canoas e empatou os playoffs. Por coincidência, uma semi definida e terá RJX x Vivo/Minas. Na outra, tudo ainda está aberto.

Enquanto o RJX fechou sem problemas as quartas diante do São Bernardo, como comentamos por aqui, o Vivo/Minas teve mais trabalho nos jogo, mas também liquidou em duas partidas. Na noite de quinta-feira, o placar foi de 3 sets a 1, com destaques para Marcelinho, melhor em quadra, e Filip, maior pontuador.

>>Leia mais sobre a vitória do Vivo/Minas sobre o Medley/Campinas

E acho interessante uma certa mistura que acontece no Vivo/Minas. A equipe tem veteranos, como Marcelinho, que vem muito bem na Superliga, e Henrique, ao lado de jovens como Lucarelli, outro que cresceu neste torneio e deve ter chances no futuro na seleção brasileira.

Na outra série, equilíbrio total. O primeiro jogo foi 3 a 2 para o Canoas. Agora, 3 a 2 para o Sesi. E aqui, o interessante é ver times com perfis diferentes fazendo confrontos assim. A equipe de São Paulo tem um investimento alto, com renomados como Murilo, Serginho, Éder, Lorena e companhia. Já o Canoas é um grupo de veteranos, com investimento mais modesto, mas que foi bem montado. Como Joel, oposto do São Bernardo, comentou comigo uma vez, não precisa ensinar ninguém ali a jogar. E em quadra, acho que está tudo aberto para a última partida. Quem vencer, encara o melhor de Sada/Cruzeiro x Volta Redonda na semifinal.

E parece que mais uma vez a arbitragem roubou a cena? Depois do jogo em Canoas muito se comentou dos erros. Infelizmente, não é nem de longe a primeira vez que isso acontece na Superliga…

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