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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 Superliga | 22:24

Vôlei Amil passa pelo paredão do Pinheiros e vence nas quartas

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Em meados do segundo set, os números da partida indicavam 12 a 2 em pontos de bloqueio para o Pinheiros no confronto contra o Vôlei Amil nesta noite, o último da primeira rodada das quartas de final. E esse foi o fundamento que mais me chamou a atenção no duelo desta quarta-feira. O Pinheiros tem um time menos estrelado e menos experiente que o Vôlei Amil, mas mostrou volume, sacou bem, bloqueou melhor ainda e os 3 sets a 1 no placar podem não demostrar o quão equilibrado foram as parciais.

Doro Jr

Pri Daroit foi destaque na vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros em casa

Veja como foi a partida set a set

O bloqueio do Pinheiros fechou o jogo com 26 pontos. O Vôlei Amil até melhorou e conseguiu 12 tentos, mas sofreu, e muito, com o paredão rival, comandado por Ellen. Poucas conseguiam colocar a bola no chão. Ramires foi parada, Walewska foi parada na china, Vasileva foi parada. Quem estava recebendo bola e virando era a ponteira Pri Daroit, que não a toa foi a maior pontuadora, com 23 acertos e eleita a melhor em quadra.

O Vôlei Amil venceu porque soube crescer nos finais dos sets, quando o jogo ficava mais equilibrado. O exemplo foi a quarta parcial. Depois de ter vantagem de três pontos, deixou o Pinheiros com seu saque e bloqueio empatar em 24 a 24. Aí apareceu a búlgara Vasileva. Ela recebeu uma bola alta na entrada de rede e encaixou no espaço entre os braços do bloqueio, colocando no chão. Depois, recebeu e marcou de novo. O time ganhou ânimo e fechou a parcial e a partida, vencendo de virada com parciais de 23/25, 25/23, 25/21 e 28/26.

Seguindo a lógica, pela classificação da primeira fase, o Vôlei amil fez jus por ser o favorito e ter terminado em terceiro na classificação geral e venceu o Pinheiros, que acabou em sexto. Na prática, a equipe da capital paulista mostrou mais uma vez que pode surpreender. Basta levar toda a efetividade do sistema defensivo para o ataque. Essa é mais uma série que promete equilíbrio.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Superliga | 08:00

De volta à Superliga depois de uns dias de folga

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Galera, estava de folga na última semana depois do plantão de final de ano e para voltar o nosso bate-papo por aqui vamos falar do primeiro turno da Superliga? No masculino, o RJX foi  líder e Sesi conseguiu uma boa recuperação. Já no feminino, Banana Boat/Praia Clube conseguiu se impor entre Unilever e Sollys/Nestlé. Além disso, as estrangeiras foram destaque.

Superliga feminina

Herrera - Divulgação/CBV

Cubana Herrera é destaque do Praia Clube e líder nas estatísticas da Superliga 2012/2103

O returno para as mulheres começou na noite de segunda-feira com mais uma vitória do Banana Boat, que marcou 3 a 0 para cima do lanterninha São Bernardo. E o time mineiro é uma boa surpresa desta Superliga. Comandado pela cubana Herrera, maior pontuadora desta edição até agora, a equipe perdeu apenas para Sollys e Unilever por enquanto e, com o resultado da segunda, assumiu provisoriamente a ponta. A rodada segue nesta terça-feira.

Ainda falando do primeiro turno, quem havia acabado na liderança foi o Unilever, que acertou nas contratações das estrangeiras. A canadense Sarah Pavan aos poucos assumiu a função de oposta de segurança e já é a segunda na lista de pontuadoras do torneio. A norte-americana Logan Tom vem desequilibrando no saque e é a melhor na função. Bernardinho sanou os problemas da temporada passada, quando sofreu com lesões e tinha poucas opções no banco e segue firme entre os favoritos.

Ainda entre os líderes na primeira metade da competição ficou o atual campeão Sollys/Nestlé. E elas sofreram com lesões. Sheilla perdeu o começo do torneio depois de fraturar um dedo do pé, Camila Brait teve lesão na coxa e ficou fora de alguns jogos e Adenízia se recuperou de fratura na mão e só voltou na última partida do turno, na derrota por 3 a 2 para as cariocas do Unilever. Enquanto isso, Fernanda Garay apareceu como uma boa alternativa. Ela já é a terceira na lista de pontuadoras e repete a posição entre as atacantes. Agora, com o time completo, veremos o Sollys/Nestlé apontado como favorito em quadra no returno.

Em quarto lugar no turno ficou o Vôlei Amil e aqui voltamos a falar as estrangeiras. Antes de chegar, a búlgara Vasileva era apontada como a jogadora que seria a referência no ataque. Ela veio para o elenco e honrou as expectativas e é a melhor atacante da Superliga. A ponteira de mais de 1,90 ataca na força e merece e liderança nas estatísticas. Por enquanto, as comandadas por José Roberto Guimarães têm apenas duas derrotas e seguem no ‘bolo’ das primeiras colocadas.

Que continue o segundo turno, mas já temos uma Superliga feminina mais equilibrada do que nas outras edições.

Superliga masculina

RJX - Divulgação/CBV

RJX fechou o primeiro turno da Superliga masculina na liderança

Os jogos do masculino seguem a partir de quarta-feira e, na primeira parte da competição, o RJX ficou com a liderança isolada, com apenas duas derrotas após 11 rodadas. E a primeira dela veio já no final do turno, com 3 a 2 diante do Medley/Campinas. Depois, um surpreendente 3 a 0 para o Canoas. No domingo, vitória sobre o Super Imperatriz para garantir a ponta. O time carioca conta com Lucão como melhor bloqueador e boa fase de Théo como oposto. Além disso, Dante está atuando mais depois de tantos problemas no joelho. E nos jogos que perdeu, principalmente contra o Canoas, caiu por causa dos seus erros .

Em segundo lugar na tabela ficou o Sada/Cruzeiro, atual campeão. O time mineiro fez uma boa contratação para a temporada: o cubano Leal, que vem bem ao lado de Wallace no ataque e é o melhor na função. E William faz mais uma boa campanha, como o destaque na função. Tem três derrotas, mas para times a altura (RJx, Sesi e Medley/Campinas). Segue como candidato ao título.

E quem se recuperou na tabela foi o Sesi. Depois de começar com três derrotas seguidas e uma vitória contra o então lanterninha UFJF, a equipe paulista voltou a tropeçar diante do RJX. Aí veio o Sada/Cruzeiro e a nova fase. O time marcou 3 a 0 e não perdeu mais. No começo, sofreu com lesões, como as dores de Murilo e Sidão, as câimbras de Lorena e a pubalgia de Éder, último de voltou ao time. Com elenco completo, ficou mais mais fácil se encontrar e se recuperar, encerrando o turno em terceiro lugar.

Completam a lista dos oito primeiros que seguiriam aos playoffs se a classificatória já tivesse acabado Canoas, Medley/Campinas, Vivo/Minas, São Bernardo e Vôlei Futuro. Desses, aposto nos dois primeiros. Canoas foi bem montado, com atletas experientes e os campineiros já deram trabalho aos ‘grandes’.

A Superliga masculina segue nesta quarta-feira, com o primeiro jogo do returno, entre Sesi e Medley/Campinas.

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domingo, 23 de dezembro de 2012 Diversos, Superliga | 07:00

Folga da Superliga terá Natal em família e Ano Novo na praia

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A Superliga feminina já está de folga para as festas de final de ano depois da vitória do líder Sollys/Nestlé sobre o Usiminas/Minas no sábado. As mulheres só voltam a jogar no dia 11 de janeiro. Já a Superliga masculina ainda tem partidas até entre o Natal e o Ano Novo. Ainda assim, todo mundo vai ter direito a uma folga e alguns jogadores – como Lucão, Dante, Serginho, a búlgara Vasileva e mais – contaram os seus planos ao Mundo do Vôlei. Quer saber o que eles vão fazer nas festas de final de ano? Veja no vídeo abaixo.

Mas a folga não vai ser igual para todos. No feminino, por exemplo, quem se deu bem foi o Vôlei Amil. O técnico José Roberto Guimarães decidiu dar 10 dias de descanso ao elenco. “Elas vinham de um ritmo forte desde o Paulista e acho que mereciam isso agora”, comentou o treinador. Ele e as jogadoras voltam ao trabalho no dia 2 de janeiro.

Já o Sesi vai disputar o torneio Top Volley, em Basel, na Suíça, de 27 a 29 de dezembro. “Times ficarão treinando aqui e nós estaremos em uma disputa forte”, analisou Talmo, técnico do time paulista. A maioria das equipes deve ganhar folga para o Natal, voltar para um treinamento, e ter mais alguns dias longe das quadras para o Ano Novo.

A tabela foi mais puxada para o masculino. Super Imperatriz encara o Sesi e São Bernardo recebe o Canoas no dia 29 de dezembro. Nem dá para esticar a viagem com a família…

E eu aproveito também uns dias de folga. Ficarei fora no Natal, para também seguir na onda dos jogadores e curtir a família, e volto no plantão de Ano Novo com a já tradicional retrospectiva daqui do blog! Feliz Natal e até mais!

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012 Superliga | 08:00

Vôlei Amil já mostrou a que veio nesta Superliga?

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Entra ano e sai ano, a final da Superliga feminina é disputada entre Sollys/Nestlé, o atual campeão, e Unilever. Alguns tentaram quebrar essa hegemonia, como o Vôlei Futuro na temporada passada, que contou com time com jogadoras de renome como Paula Pequeno, Fernanda Garay e companhia. Ninguém conseguiu de infiltrar entre o time de Osasco e do Rio de Janeiro. Agora, às vésperas da oitava rodada, um time está entre paulistas e cariocas. É o Vôlei Amil.

A equipe comandada por José Roberto Guimarães nasceu nesta temporada, mescla experientes como Walewska e Fernandinha com jovens como Pri Daroit e a búlgara Elitsa Vasilea. Até agora, elas estão na segunda colocação, atrás do Sollys e na frente do Unilever, com apenas uma derrota na Superliga. O time já mostrou a que veio?

O começo não foi simples. Logo de cara encarou os dois eternos finalistas. Foi uma vitória sobre o Sollys/Nestlé e uma derrota para o Unilever. A central e capitã Walewska ainda não sabe o resultado desse início puxado, mas diz que o time de Campinas já mostrou evolução. Assista no vídeo abaixo:

Quem chegou um pouco depois ao Vôlei Amil, apenas para a Superliga, foi a búlgara Vasileva. E ela é uma aposta de Zé Roberto na ala das mais novas e, apesar da pouca idade, é uma segurança na virada de bola. A atacante de 22 anos já foi destaque em algumas partidas, já foi melhor em quadra e a maior pontuadora. E ela está encarando com tranquilidade a responsabilidade em quadra. Veja o que ela disse ao Mundo do Vôlei:

Por enquanto, o time de Campinas está entre os líderes. Além da potência de Vasileva, teve Pri Daroit como nome dos últimos jgoos, tem o saque perigoso da levantadora Fernandinha e os ataques da cubana Daymi. Ainda é uma equipe em formação, que vive altos e baixos e, segundo o técnico José Roberto Guimarães, precisa evoluir principalmente na defesa. É um pouco da tal experiência, que só vem com o tempo e a bagagem em quadra. Às vezes, elas chegam bem, mas se perdem na hora de decidir. Foi um pouco disso na derrota para o Unilever. Na semana passada, diante do Pinheiros, elas quase deixaram o time da casa crescer no segundo set depois de dominar o placar com facilidade.

E outros times podem se infiltrar entre os primeiros. O Sesi tem elenco para isso, com Fabiana, Dani Lins, Sassá, Elisângela… Só tem que também definir mais. E o Banana Boat/Praia Clube, que será o próximo rival do Vôlei Amil, formou uma equipe forte, com os bons ataques de Herrera, Monique na ponta, Dani Scott no meio.

Enquanto isso, o Sollys/Nestlé chegou pronto à Superliga e com a seleção brasileira em quadra, mas teve baixas. Só agora Sheilla está de volta e Adenízia segue fora, se recuperando de uma lesão e cirurgia na mão. Já a Unilever mudou bastante da temporada passada, sanou problemas de passe, mas demorou um pouco a se entrosar. Mas com Logan Tom, Fofão e Natália jogando de verdade, para citar alguns nomes, dispensa mais comentários. Vamos ver o que vem pela frente.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012 Superliga | 12:13

Sesi desencanta na Superliga masculina, e Minas supreende

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Rodada cheia da Superliga na terça-feira… E o Sesi, apontado como um dos favoritos antes da estreia do torneio, finalmente desencantou e venceu  a primeira na competição masculina. O time de Giovane perdeu as três primeiras partidas, contra São Bernardo, Medley/Campinas e Vôlei Futuro e, agora, bateu o UFJF por 3 sets a 0.

Lorena - Divulgação/CBV

Com Lorena, Sesi venceu a primeira depois de três tropeços na Superliga

O que aconteceu com os paulistas? As lesões atrapalharam no começo da temporada. Lorena ficou fora para tratar a panturrilha, Éder sofre de pubalgia, Léo Mineiro foi operado e Murilo e Sidão jogam com dores. Faltou gente para entrar e segurar o nível contra equipes com menos estrelas, como o São Bernardo ou o Campinas, mas que têm jogadores com potencial para jogar duro.

Leia mais: Vôlei Amil vence duelo paulista e Unilever é surpreendido na Superliga feminina

A partida da terça-feira era a chance de recuperação. O Sesi é superior ao time de Juiz de Fora e ainda teve Lorena em quadra, para ser o cara de segurança e virar nos contra-ataques. Ainda é começo de campeonato, não dá para cobrar muito, mas é bom abrir o olho porque a sequência da equipe paulista não será nada fácil. Murilo e companhia encaram RJX no sábado e Sada/Cruzeiro na semana que vem, os dois invictos no torneio. Depois, pega o Vivo/Minas, que pode dar trabalho, e deve ter um respiro só contra o Canoas, time também com bons jogadores, mas que ainda não emplacou na Superliga, com uma vitória e duas derrotas.

Enquanto isso, como até já comentaram por aqui, os mineiros seguem firmes e fortes! Além do Sada/Cruzeiro, que venceu o Volta Redonda na terça-feira, o Usiminas/Minas surpreendeu com vitória sobre o Unilever na Superliga feminina. Em casa, elas souberam decidir nos finais dos sets, contaram com 18 pontos de Lia e marcaram 3 a 0 para cima do time de Bernardinho. E a Unilever estava com suas estrelas em quadra. Só Natália, com uma contratura na coxa, foi poupada. E falando nisso, que hora de ter uma lesão, hein? Justo quando estava recuperando o ritmo depois de um ano parada? Que não seja nada grave mesmo…

Voltando aos mineiros, o Banana Boat/Praia Clube é o único time invicto entre as mulheres. Dessa vez, elas venceram o São Caetano, por 3 a 1. Ainda não consegui acompanhar o time de Uberlândia, mas os números são animadores, não?

No mais, o Vôlei Amil bateu o Sesi em um jogo um pouco estranho, com altos e baixos dos dois lados. Parecia que o jogo iria engrenar para um dos lados, mas não foi bem assim. No segundo set, o Sesi estava a ponto de fechar e deixou o Vôlei Amil virar. No final, levou a parcial, mas acabou perdendo o terceiro set por 25 a 15. Depois, as paulistanas devolveram o passeio com 25 a 14. E no tie-break, com um pouco mais de equilíbrio, vitória do Campinas. Entretanto, o que é visto a cada partida é que Vasileva chegou mesmo para ser uma referência no Vôlei Amil. Ela tem o braço pesado e assume a responsabilidade de virar a bola. Foi uma boa aposta de Zé Roberto.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012 Superliga | 08:49

Noite de Natália e Vasileva no duelo Zé Roberto x Bernardinho

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A partida entre Vôlei Amil e Unilever lotou o ginásio em Campinas e era, sem dúvida, a mais aguardada da segunda rodada da Superliga feminina 2012/2013. Fora de quadra, o reencontro de José Roberto Guimarães e Bernardinho em um jogo nacional. Dentro, ótimas pancadas no ataque e no saque e 3 sets a 1 para o Unilever.

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Búlgara Vasileva foi a maior pontuadora do jogo, com 18 acertos

Os dois treinadores, como todos sabem, tiveram suas desavenças nas Olimpíadas de Atenas (leia mais), e se afastaram. Um ficou no Brasil no comando da equipe do Rio de Janeiro e o outro foi para Itália, Turquia… Agora, o reencontro que era comentado desde que Zé Roberto anunciou o projeto em Campinas. E o que se viu? Dois técnicos influentes, cobrando do lado de fora da quadra, fazendo o seu papel. Depois do jogo, um cumprimento rápido e acabou. Pronto, eles ficaram frente a frente e se respeitaram. Agora vamos deixar as mágoas deles para lá e falar de jogo?

A partida, na minha opinião, teve alguns destaques importantes. Durante todo o Campeonato Paulista, muito se falava da chegada da búlgara Vasileva, que seria, apesar dos 22 anos, uma segurança para o ataque do Vôlei Amil. Mais do que isso, seria uma opção de troca e de inversões. Pois ela jogou de fato na terça-feira (já havia entrado alguns instantes na estreia contra o Sollys/Nestlé, mas ficou pouco em quadra) e mostrou a sua cara. A jovem tem ataque potente e, sim, virou uma referência, tanto que foi a maior pontuadora da partida. Ela vai dar trabalho…

Veja como foi o jogo set a set e outros resultados da rodada

Do outro lado, Natália parece estar mesmo de volta. Ela já tinha atuado na estreia contra o São Caetano e seguiu no time da Unilever. Consciente no ataque, ela foi a melhor em quadra. A ponteira soube mesclar bolas mais fortes com outras colocadas e correspondeu quando acionada por Fofão. Ainda precisa ganhar um pouco mais de ritmo, mas parece recuperada completamente dos problemas na canela e é um nome e tanto para o elenco carioca.

No jogo, o Vôlei Amil pecou pelo excesso de erros. Foram 12 apenas no primeiro set. Sem contar com os inúmeros saques errados. O time conseguia recuperar a bola e mandava o serviço para fora ou na rede. A exceção é a levantadora Fernandinha. Entretanto, a equipe endureceu o jogo com a entrada de Vasileva (do final do primeiro set até a conclusão da partida). E foram com as pancadas da búlgara que elas, depois de terem perdido dois sets, viraram e venceram a terceira parcial.

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Natália foi a melhor em quadra na vitória do Unilever

A noite, porém, era do Unilever. Nos momentos de decisão, o time de Bernardinho se mostrou mais tranquilo para definir. O tempo todo elas foram melhores no bloqueio, com méritos para Juciely, e, depois da derrota no terceiro set, cresceram com os ataques da canadense Sarah Pavan e mais uma vez com Natália e dominaram o cenário. No final, 3 sets a 1 e vitória para Bernardinho e companhia.

Ainda é muito cedo para imaginar qualquer coisa desta Superliga, mas vamos lá. Logan Tom, Sarah Pavan e Vasileva chegam para dar uma cara diferente ao jogo. Todas tem um saque viagem potente, o que é bom para variar daquele “chapado” que muitas brasileiras fazem. E enquanto a norte-americana dá volume, as outras duas garantem lindos ataques. Além disso, o Unilever aprendeu com a temporada passada e agora tem banco para mexer, por exemplo. Já o Vôlei Amil precisa errar menos e ter tranquilidade para definir. A equipe tem bom posicionamento e sabe defender, tanto que o Unilever demorou a conseguir colocar bolas no chão, mas tem que liquidar os contra-ataques também. Mas que a chegada de Vasileva vai ajudar e muito, disso acho que ninguém duvida.

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