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Posts com a Tag Thaísa

quinta-feira, 21 de março de 2013 Superliga | 14:12

Faz bem ou mal ficar um tempo sem jogar na reta final?

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*atualizado às 18h04

Essa semana é de treinos para os times que estão na decisão da Superliga. No masculino, RJX e Vivo/Minas, que se classificaram para a semifinal em dois jogos, esperam até sábado de manhã para começar a série que vale o lugar na decisão. Sada/Cruzeiro x Sesi iniciam as semis na noite de sábado também depois de alguns dias sem jogos. No final, é bom ou ruim demorar tanto para entrar em quadra entre uma partida e outra? Veja opinião de alguns envolvidos nas decisões no vídeo abaixo:

Thiago Alves, do RJX, ainda comentou ao Mundo do Vôlei outro aspecto. Durante a Superliga, os times jogam duas vezes por semana e quase não têm descanso. Agora sobra um tempo para ajustar a equipe, pensar no adversário e entrar em quadra. Mas tem gente que reclama disso…

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Thaísa, central do Sollys/Nestlé, se prepara para mais uma final diante da Unilever. E no feminino, o tempo de espera ainda é maior. Tanto paulistas quanto cariocas conquistaram a vaga na decisão e vão ficar três semanas apenas nos treinos até a partida que vale o título, marcada para o dia 7 de abril, em São Paulo. Para a central, é complicado não apenas manter o ritmo ou controlar a ansiedade neste tempo todo, como comentaram os outros jogadores no primeiro vídeo. Ela lembra que isso pode afetar ainda mais quem, como ela, é atleta da seleção brasileira. Assista abaixo:

E você? Acha válido ter um campeonato acelerado e um tempo de “folga” nesta reta final? Dê também a sua opinião!

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sexta-feira, 15 de março de 2013 Superliga | 22:58

Sollys/Nestlé mostra sua seleção é o primeiro finalista

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A Superliga feminina já tem o seu primeiro finalista e é um velho conhecido. O Sollys/Nestlé acabou de fazer 3 sets a 0 diante do Vôlei Amil (25/19, 25/16 e 25/20), encerrou a série semifinal em 2 a 0 e avançou para a decisão. Resta saber se encara Unilever ou Sesi na briga pelo título.

Esse resultado, sem desmerecer em nada a equipe de Campinas, já era esperado. Todo mundo já cansou de dizer, mas a realidade é que o Sollys é praticamente a seleção e todo mundo está jogando bem. Fernanda Garay é um destaques da Superliga, Sheilla aparece no momento certo, Thaisa e Adenízia são fortes no ataque e no bloqueio, Jaqueline nesta noite resolveu no ataque e Fabiola, na segunda temporada no time, está mais do que entrosada e sabendo colocar todo mundo para jogar. Ainda tem Camila Brait no fundo.

Para facilitar, o saque do time de Osasco atrapalhou a recepção de Campinas. Com isso, elas conseguiram também colocar pressão no bloqueio e, em todos os sets, abriram vantagem sem muita dificuldade. Foi ainda uma lavada em pontos de ataque: 44 a 27 no final. O Vôlei Amil tentou e até se favoreceu justamente de erros do saque do Sollys no terceiro set, mas logo as visitantes se acharam de novo e fecharam.

A equipe formada por Zé Roberto fez um bom trabalho e cumpriu o objetivo no ano de estreia – como disse o treinador mais de uma vez, ele queria chegar à final do Paulista e às semis da Superliga. Saiu derrotado na duas, mas chegou lá. A mescla de juventude com experiência foi boa, mas as mais novas ainda precisam de rodagem e isso pesa e causa nervosismo na hora do vamos ver.

E agora, mais do mesmo com Sollys x Unilever na decisão? Ou o Sesi pode surpreender e levar a decisão da série semifinal para o terceiro jogo? Meu palpite é que  duelo será mais equilibrado do que o desta noite, mas quem ainda deve levar a melhor é a equipe carioca. E vocês? O que acham?

Desabafo de Zé Roberto

Depois do jogo, o técnico José Roberto Guimarães aproveitou para reclamar da CBV e do ranking das atletas. A pontuação foi criada para equilibrar as equipes e “espalhar” as jogadoras da seleção brasileira. O Sollys/Nestlé herdou atletas do extinto Finasa e, com isso, tem gente “barata” ou que não custa nada, como Adenízia, formada na base de Osasco. Com essas brechas no ranking, a equipe formou essa seleção que comentamos acima.

Será que isso é justo? Para Zé Roberto, não. Ele pediu a revisão do sistema do ranking, citou o caso de Adenízia e ainda completou: “Tem que ser revista a questao dos pontos porque se não a final vai ser sempre Rio e Osasco e quem entra vai ficar com dúvida se vai ficar”.

E vocês, o que acham?

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sábado, 9 de março de 2013 Superliga | 12:49

Unilever e Sollys saem na frente. Teremos mais do mesmo?

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*atualizado

Acabou agora há pouco, na manhã deste sábado, a primeira rodada da semifinal da Superliga feminina 2012/2013. E se na noie de sexta-feira, na primeira partida da série, a Unilever passou pelo Sesi por 3 a 1, agora foi o Sollys/Nestlé quem venceu o Vôlei Amil, pelo mesmo placar. Caminhamos para o mais do mesmo com Rio x Osasco na decisão?

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Bloqueio da Unilever, e todo o sistema defensivo, se encaixou bem contra o Sesi

Estive no ginásio da Vila Leopoldina para o duelo Sesi x Unilever. Depois de um primeiro set muito forte, o Sesi foi se perdendo e parando no sistema defensivo da Unilever, que não só se armava bem no fundo de quadra, como também fazia uma ótima marcação no bloqueio. Tudo isso com a aquela velha conhecida fórmula, de que um bom saque já é meio caminho andado. Foram sete pontos em aces contra apenas dois da paulistas.

>>Leia mais sobre Sesi x Unilever na semifinal da Superliga

E o Sesi sentiu  virada. Ali, do lado da quadra, dava para ver o rosto um pouco abatido de algumas atletas. A Unilever achou tempo na marcação de Tandara e neutralizou a principal atacante do time rival e maior pontuadora da Superliga. Com isso, o time foi ficando cabisbaixo. Quando acontecia um erro, lá vinha a experiente Elisângela falando “calma, calma, vamos para o próximo”. Mas não deu, defendendo mais, a Unilever foi abrindo no placar e virou a partida. Gabi foi a maior pontuadora, com 19 acertos, e Natália ficou com troféu de melhor em quadra. O primeiro favorito a chegar à final fez a sua parte.

Dani Lins conversou com o blog e falou desse abatimento do time em quadra e dos erros da partida. Veja no vídeo abaixo:

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China com Thaísa foi um arma do Sollys contra o Vôlei Amil

Neste sábado, o Sollys/Nestlé recebeu o Vôlei Amil e pelo primeiro set, quando o time da casa não se achou no passe, parecia que a coisa iria complicar. Entretanto, a mudança de quadra fez bem. A recepção saiu no segundo set e Fabíola fez a festa com Thaísa na china. Foi uma lavada com placar de 25 a 10. Acho que o Vôlei Amil praticamente não pontuou no contra-ataque! Tudo seguiu funcionando para o lado de Osasco no terceiro set e o Vôlei Amil só voltou a equilibrar na última parcial, quando levou o jogo empatado por boa parte do tempo. Porém, no final, o Sollys voltou a virar mais e acabou com o jogo.

>>Leia mais sobre Sollys/Nestlé x Vôlei Amil na semifinal

Pelo que deu para perceber nos primeiros jogos, o Sesi, se estiver em um dia de Tandara e outras inspiradas (como Bia, que fez ótimos jogos no ataque e no bloqueio), vai dar mais trabalho a Unilever do que o Vôlei Amil pode oferecer para o Sollys. O time de Campinas pode reagir se encaixar o passe e ganhar opções de ataque e contar com Ramirez soltando o braço, como fez no duelo contra o Pinheiros nas quartas. Veremos como serão os segundos jogos das semis, no final de semana que vem!

Superliga masculina

Começaram também os playoffs da Superliga masculina. E como foi na primeira rodada das quartas para as mulheres, os jogos aqui foram dentro do esperado. Os líderes venceram em sets diretos e quem ficou no meio da tabela na fase de classificação fez os duelos mais equilibrados.

O RJX, primeiro no returno, marcou 3 a 0 diante do São Bernardo em casa. O mesmo para Sada/Cruzeiro, vice na etapa anterior, que bateu o Volta Redonda. Já o Sesi, além de ter jogado sob mais uma chuva torrencial em São Paulo, caiu diante do Canoas por 3 a 2 depois de três horas de duelo. E para fechar, agora há pouco, o Vivo/Minas passou pelo Medley/Campinas também por 3 a 2 fora de casa.

As quartas de final seguem a partir de terça-feira. Como sabem, quem vencer duas avança para as semifinais. E se no feminino o favoritismo é para Unilever e Sollys/Nestlé, quem avança no masculino? Aqui acho que é mais difícil apostar…

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012 Diversos | 22:17

Sollys/Nestlé é campeão paulista e fecha um 2012 perfeito

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Em 2012, o Sollys/Nestlé foi campeão da Superliga. Manteve a base, ganhou reforço de Sheilla e Fernanda Garay e foi campeão do Sul-Americano e do Campeonato Mundial de Clubes, título que o Brasil não conquistava desde o começo da década de 90. Agora, na última final deste ano, soma mais um título e volta a ser campeão paulista. Ou seja, ganhou todas as finais que disputou no ano e já soma 39  jogos invicto. Isso que é ser favorito e confirmar tal status em quadra.

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Thaísa foi a maior pontuadora do jogo desta quarta-feira na decisão do Paulista

Na final desta quarta-feira, o time de Osasco encarou o Vôlei Amil. Como conversamos por aqui, era Zé Roberto de um lado e a praticamente a sua seleção brasileira do outro. E, depois de marcar 3 sets a 0 no primeiro jogo da decisão, as selecionáveis venceram de novo pelo mesmo placar e asseguraram o primeiro lugar no estadual.

A partida desta noite foi uma aula de bloqueio do Sollys/Nestlé. Foram mais de 13 pontos, sem contar as amortecidas. O rival de Campinas começou sofrendo na recepção, mas se virando um pouco mais no ataque. Ju Nogueira conseguiu uma sequência e o time reagiu, mas perdeu o primeiro set. Na segunda parcial, a recepção melhorou e o Vôlei Amil saiu de 12 a 6 para 13 a 12. Mas depois de ainda empatar em 14 a 14, o time se atrapalhou na definição das jogadas, viu o experiente Sollys/Nestlé crescer e vencer de novo. E o Osasco largou com 6 a 0 na terceira parcial. Apesar de alguns erros, seguiu agressivo, com bloqueio imponente e bons contra-ataques e liquidou o jogo. As parciais foram 25/18, 25/21 e 25/20.

E o Solly não contou com Sheilla, que se recupera de uma fratura no dedo do pé esquerdo depois de uma topada na quina da porta. Aí, valeu a experiência de um time de campeãs olímpicas, além de Camila Brait e Fabíola, com passagens pela seleção. Durante a semana, Jaqueline comentou a ausência da oposta e disse que Ivna, reserva de Sheilla, estava pronta, mas que a responsabilidade seria das mais “rodadas”. Foi assim, principalmente no primeiro set.

Reprodução/Twitter

Festa do campeão Sollys/Osasco no pódio

Thaísa começou virando tudo pelo meio e acabou como a maior pontuadora do jogo com 13 acertos. Além disso,  bola de segurança era para Jaqueline. Boas opções da levantadora Fabíola. Ivna marcou o primeiro ponto no segundo set. Em uma bola ela alivou, mas depois correspondeu e também virou bem. Ela era a mais jovem em quadra e não precisava ser exigida desde o começo. Viu Thaisa arrasando no ataque e Jaque e Fê Garay também correspondendo e, quando solicitada, já estava pronta. Uma jogadora como a Sheilla faz falta sempre, mas o elenco do Sollys/Nestlé compensou.

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Bloqueio foi um dos melhores fundamentos do Sollys/Nestlé na decisão

No Vôlei Amil talvez ainda falte justamente maturidade. Ju Nogueira atuou como oposta e Pri Daroit é uma das ponteiras. As duas ainda são jovens e precisam de mais bagagem. Para a Superliga, o time vai contar com a búlgara Vasileva, uma oposta também jovem, mas que atuou na Europa e pode chamar mais a responsabilidade na virada de bola para não deixar chances escaparem, como no segundo set, quando tirou aquela diferença de seis pontos.

O Campeonato Paulista, tanto masculino quanto feminino, é o melhor dos estaduais, sem dúvida. E o torneio mostrou que o Sollys/Nestlé é o favorito e um time mais do que redondo em quadra. O Vôlei Amil está na primeira temporada e ainda tem o que amadurecer e tem seu valor por já chegar a uma final passando pelo Sesi, que também conta com atletas experientes e campeãs olímpicas, como Fabiana, Sassá ou Tandara.

Pois é, por enquanto, a Superliga parece que terá o time de Osasco na frente, mas com briga boa como Unilever, como sempre. Depois devem brigar os semifinalistas do Paulista.

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012 Diversos | 10:13

Mala do Sollys tem chocolate de pedra, vestidos e histórias

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O Sollys/Nestlé venceu o Campeonato Mundial disputado em Doha e voltou ao Brasil no final de semana. Na quarta-feira, o patrocinador ofereceu um café da manhã para as jogadoras e o evento rendeu matérias para o iG, falando sobre a série invicta de 35 jogos e o título individual inédito para Jaqueline, e um especial para o Mundo do Vôlei.

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Malas na chegada a Doha e malas mais cheias ainda na volta para casa

Para o blog, as atletas contaram o que acharam dos Emirados Árabes, revelaram alguns delírio de consumo e também o que mais as chocou em uma cultura tão diferente. E ainda teve gente que até encontrou um primo distante por lá.

Rosto coberto até para comer

Sheilla foi almoçar com Thaísa no shopping no dia de folga da equipe no torneio. E as duas se chocaram com os rostos cobertos das mulheres até na hora de comer. E olha que Thaísa conhece a cultura local porque sua bisavó era libanesa (daqui a pouco conto melhor essa história).

“Nunca tinha ido aos Emirados, mas sabia que os homens têm várias mulheres e que as mulheres andam todas cobertas. E fomos saber mais e descobrimos que é o homem quem define quanto do rosto a mulher vai mostrar. Nesse almoço, a moça (ou velha, não sei, não dava para ver porque estava tudo coberto) levantava só um pouco do véu para comer ou beber. E o marido estava ali na frente! Que cara que não facilita para a mulher, nem para comer! Fiquei chocada”, contou Sheilla

Primo Daher

Thaísa ainda encontrou um parente que era atendente em uma loja da Louis Vuitton. “Tenho descendência árabe, então já conheço um pouco da cultura, da comida. A minha bisavó por parte de mãe nasceu no Líbano e veio para o Brasil. E só existe uma família Daher no mundo, que se dividiu entre o Líbano e aqui”, falou a central.

Leia ainda: “Melhor individual que eu ganhei na vida”, diz Jaqueline sobre prêmio de passadora

“Encontrei um parente meu em Doha! Ele morava e trabalhava lá. Quando estava na loja, ele viu meu nome e perguntou de onde eu era. Começamos a conversar em inglês, disse que era do Brasil e falei da minha família. Ele disse que a mãe dele também era do Líbano. ‘Então você é meu parente’, eu respondi”.

Cinco vestidos pelo preço de meio

Doha é um paraíso para comprar joias de ouro ou pérola, produtos de marcas internacionais e muitos vestidos. Mais uma vez, quem conta a história é Thaísa.

“Trouxe cada vestido longo, de festa… Trouxe algumas coisas de joias, mas me foquei nas roupas. As mulheres de lá sempre usam burca, ficam cobertas, mas por baixo, minha amiga, é uma coisa espetacular. Elas se vestem para as outras mulheres porque as festas são só para elas. Então, quando chegam e tiram a burca, é uma disputando com a outra qual o vestido mais bonito, qual a melhor joia. Elas estão sempre muito bem maquiadas. Comprei cinco vestidos, quatro longos e um curtinho que eu dei para Sheilla, e peguei menos da metade de um que comprei aqui e nem está pronto ainda. Voltei com uma mala a mais. Tava tão bom o preço que eu nem pechinchei. Pensei é que tinha saído no prejuízo aqui no Brasil”.

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Sacolas cheias no mercado em Doha

Chocolate de pedra e outros mimos

Nem todo mundo precisou de mais uma mala, como Thaísa. Sheilla disse ao blog que se rendeu aos produtos importados e comprou um chocolate, digamos, diferente. “Era um chocolate que parecia pedra. Se vir, nem acredita. Acho que todo mundo trouxe isso”, comentou.

Leia também: Dono de maior série invicta, Sollys Nestlé reconhece feito, mas ignora pressão

Karine, que jogou o Mundial no Catar pela segunda vez, se controlou mais dessa vez. “No ano passado eu trouxe muito chá, azeite, café… Agora eu comprei menos. Mas trouxe umas pashiminas (lenços) e lembrancinhas para a minha casa. Gosto de ter coisas dos lugares por passei, para lembrar que estive por lá”.

E depois de pensar um pouco, a levantadora do time “completou a sua mala”. “O mais importante que trouxe de lá foi a medalha, linda”, disse aos risos.

De volta ao trabalho

O Sollys/Nestlé já voltou à ativa e venceu o Pinheiros por 3 sets a 0 na noite de quinta-feira na primeira partida da série semifinal do Campeonato Paulista. Mais uma decisão à vista…

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012 Diversos | 10:29

Entrosadas x novatas e um Zé Roberto incomodado no clássico

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Sollys/Nestlé x Vôlei Amil

Sollys/Nestlé foi bem no bloqueio e na virada de bola para vencer o Vôlei Amil

A noite de quarta-feira foi de clássico no Campeonato Paulista. De um lado, o Sollys/Nestlé, atual campeão brasileiro. Do outro, o Vôlei Amil, time criado nesta temporada e que tem no comando José Roberto Guimarães. E no duelo entre quem está mais entrosado e quem acabou de se formar logo no começo da temporada, venceu o entrosamento, com folga.

O time de Osasco fez 3 sets a 0 para cima das rivais de Campinas (25/18, 25/23 e 25/17), em 1h18min. A equipe é a base da seleção brasileira, já que conta com Thaísa, Adenízia e Jaqueline, além de Fabíola e Camila Brait, que passaram pelo time nacional, e Sheilla e Fernanda Garay, que chegaram na última janela de mercado. O elenco de Campinas tem experientes como Fernandinha, Walewska e a cubana Daymi Ramires, sem falar no técnico Zé Roberto no banco. Mas a diferença foi que o Sollys/Nestlé, mesmo no começo da temporada, já está ‘redondinho’ e sabe jogar junto. Já o Campinas tem potencial, mas ainda está de conhecendo.

E esse ‘saber jogar junto’ fez a diferença, como é o esperado. O Sollys trabalhou com a bola na mão e pode usar e abusar das bolas de meio com Thaísa e Adenízia. Além disso, com fez vários pontos no bloqueio, principalmente no primeiro set. A virada de bola com Sheilla, Fê Garay e Jaqueline também funcionou. O Vôlei Amil ficou atrás em todos os sets e ainda precisa se encaixar mais em quadra. Já o Sollys tem que diminuir os erros de ataque, mas deve aproveitar que já começa a temporada um passo a frente dos rivais.

E Zé Roberto ainda viveu uma situação, digamos, desagradável em quadra. Em conversa ao iG e ao Mundo do Vôlei na tarde de quarta-feira, ele comentou um incômodo por enfrentar as ex-comandadas da seleção. “É ruim, é muito duro. Eu não gosto. É uma sensação muito difícil. Mas tem que jogar e cada um vai tentar fazer o melhor pelo seu time. Tem que saber separar. Uma coisa é dentro da quadra e outra coisa é fora. A gente tem que manter o respeito nos dois recintos. Lá dentro a gente vai fazer tudo pela nossa equipe. Depois acaba o jogo e é vida que segue e tudo fica dentro da quadra.”, comentou.

O técnico já havia ‘sofrido’ na rodada anterior, na vitória sobre o Sesi, que contava com Dani Lins, Tandara e Fabiana. E sabe que, agora de volta a um time brasileiro, passará por isso muitas e muitas vezes.

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012 Diversos, olimpíadas, Seleção feminina, Seleção masculina | 14:04

Londres na pele

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Muitos jogadores ainda estão de folga depois das Olimpíadas de Londres. Enquanto uns aproveitam para viajar, outros cumprem suas promessas. A central Thaísa comentou,  após a segunda medalha de ouro, que repetiria o ritual depois de Pequim e faria uma tatuagem com o símbolo dos Jogos. Pois a jogadora já exibe o novo desenho no braço.

E já que assunto ainda são as férias, dá para acompanhar pelo Twitter um pouco dos descansos dos ídolos. Sheilla e o casal Jaqueline e Murilo optaram pela praia como destino nos dias livres. Já Giba, enquanto não começa a treinar com o Bolivar, da Argentina, ataca de motorista para a filha Nicoll. Veja mais fotos na galeria:

Mas a vida boa está para acabar, já que quase todos os times devem estar em plena atividade até o final do mês. Thaísa, por exemplo, se reapresenta no dia 27 de agosto.

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012 Seleção feminina | 19:17

3 a 0 arrasador na semifinal para seleção feminina

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E a seleção feminina está na final olímpica! O time entrou forte, dominou do começo ao fim, fez 3 sets a 0 para cima do Japão e avançou à decisão em Londres. Bela vitória!

O começo do jogo já mostrou como seria toda a partida. O Japão tocava em todas as bolas no fundo. Mas o Brasil também estava atento na defesa e, aos poucos, fez com que as bolas recuperadas no fundo virasse contra-ataques. Principalmente a partir do segundo set, a seleção mostrou um ótimo volume de jogo e o saque, com Thaísa, passou a quebrar a recepção japonesa. E para completar, nada de síndrome do terceiro set. Sinais de que o emocional da equipe vai bem, obrigada.

Leia mais: Brasil contraria emoção das quartas, passeia contra Japão e vai à final do vôlei

Como destaques do jogo, começo pela líbero Fabi. Ela se jogou, deu peixinhos e chegou bem nas coberturas. No ataque, Jaqueline fez sua a melhor partida. Foi acionada por Dani Lins e virou. Sheilla, depois de ser o destaque no final do jogo contra a Rússia, ganhou moral e segue como segurança, principalmente pelo fundo. Voltou a ser uma oposta muito decisiva. E Dani, com o passe na mão, usou e abusou mais uma vez das meios, que vivem ótimo momento.

E por falar em meio, já comentei várias vezes aqui que um dos principais fundamentos deste time é o bloqueio. Hoje o bloqueio entrou e muito bem. Foram 14 pontos no fundamento contra apenas um das asiáticas. Um show no fundamento! E se a bola passasse direto, tinha alguém lá no fundo da quadra para ajudar.

Foi uma excelente atuação, mas agora quem o Brasil tem pela frente são os Estados Unidos. A seleção vem, sem dúvida nenhuma, em uma crescente nas Olimpíadas e agora, depois de evoluir em todos os fundamentos e mostrar mais estabilidade em quadra, pode encarar as norte-americanas de igual para iugal. É manter a postura e partir para a final!

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terça-feira, 7 de agosto de 2012 Seleção feminina | 15:14

Paciência, cabeça no lugar e Sheilla levam Brasil à semifinal

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A Rússia era a favorita para as quartas de final contra o Brasil no vôlei feminino. A Rússia era o time ainda invicto na competição enquanto o Brasil sofreu na primeira fase. Mas nesta terça-feira, as brasileiras tiveram paciência e cabeça no lugar, salvaram seis match points e venceram as russas no tie-break. Que partida!

Leia mais sobre a partida: Brasil salva seis match points e avança à semi no vôlei feminino

Já conversamos muito por aqui sobre os apagões do Brasil em quadra, os vacilos de quando o time está sob pressão. Mas parece que tudo isso fez a seleção crescer e se acertar quando era fundamental. No jogo contra a Rússia, a equipe nacional perdeu o primeiro set, se recuperou, levou o jogo para o tie-break e não teve nenhuma pane, dessa vez.

Sheilla foi a oposta de verdade, que chamou o jogo. Mesmo com a Rússia na frente, ela recebeu bola e colocou no chão, segurando o Brasil na briga. Méritos também para Dani Lins, que sentiu a sua oposta confiante seguiu com ela. Sheilla, pelo que fez no finalzinho do jogo, merece o destaque!

Quem também correspondeu foi a central Thaísa, forte no ataque e ajudando no bloqueio. Se Sheilla foi a maior pontuadora, com 27 acertos, a central colocou 24 bolas no chão. Mais uma vez, jogo inteligente de Dani Lins e boa armação de Zé Roberto. Se a Rússia é boa no bloqueio, vamos acelerar com o meio. E se Thaísa estiver virando, melhor ainda!

Fabiana, capitã e outra central, ficou algumas vezes no bloqueio, mas não se abalou. E foi essa a melhor coisa que senti no time. Elas não se abalaram com os erros ou quando foram paradas no bloqueio e seguiram jogando. Olha o tal lado psicológico que tanto já comentamos entrando nos eixos.

E o jogo também foi de defesas dos dois lados. Bem que vocês já tinham falado aqui da atuação da Rússia no fundo de quadra. Elas aprenderam, sim, a defender e recuperaram lindas bolas. O Brasil também. Foram vários ralis com lindas defesas para se assistir.

Para completar, saque e bloqueio do Brasil funcionaram. O jogo acabou 5 a 1 em aces e 12 a 9 em bloqueios. Sokolova e Ganchorova, melhores atacantes da Rússia, passaram sozinhas em diversas bolas, mas também tiveram dificuldades em outras. Esse era o jogo. Não dá para parar tudo, mas tem que colocar pressão. E isso fica mais fácil quando o saque faz a sua parte.

E até Zé Roberto reclamou do grupo complicado do Brasil na primeira fase, mas ter passado por tanto sufoco para se classificar pode ter feito o time acordar e crescer. A vitória veio e a classificação para as semifinais também. O jogo foi bom, mas ainda dá para melhorar. No terceiro set, por exemplo, o Brasil deu uma parada, alivou a marcação e recolocou Gamova no jogo. Mas, soube se acertar. Antes, poderia ter fechado o segundo set com mais tranquilidade, depois de ter aberto 18 a 10. Outra vez, deu para recuperar. Experiência deve ter contado.

A partida valeu para, mais uma vez, acabar com o trauma das russas em decisão. O Brasil pode ter ganhado delas em Pequim e na semi do Grand Prix de 2011, mas as derrotas nas finais do Mundial em 2010 e 2006 e os 24 a 19 na smei de Atenas sempre reaparecem. Agora é hora de comemorar, sim. Mas vale comemorar pouco porque a semifinal em Londres será contra o Japão, um time diferente, que joga mais acelerado e tem uma das melhores levantadoras. Vamos fazer festa, mas vamos pensar também que ainda tem jogo pela frente.

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domingo, 5 de agosto de 2012 Seleção feminina | 21:22

E saiu um 3 sets a 0 para o Brasil no vôlei feminino

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Demorou, mas na última rodada da primeira fase a seleção brasileira feminina de vôlei conseguiu vencer por 3 sets a 0. Com a ajuda dos Estados Unidos, que passou pela Turquia, elas só precisavam vencer a Sérvia para chegar às quartas de final. E as brasileiras foram para quadra e fizeram sua parte, com triunfo em sets diretos.

Leia mais sobre a partida: Brasil vence a Sérvia com facilidade e se garante nas quartas de final

O começo do jogo foi arrasador, com passeio no primeiro set. Depois, o Brasil caiu um pouco, mas conseguiu se recuperar e, dessa vez, não precisou levar o jogo para o tie-break para decidir. E dois pontos eu acho que foram fundamentais: os bloqueios e as jogadas de meio.

Foram 13 a 2 nos pontos de bloqueio para a seleção. Sem contar com bolas amortecidas e que puderam ser recuperadas pela defesa, que neste domingo estava atenta. Estava faltando ter um bom jogo no fundamento nesta Olimpíada.

E Dani Lins, que assumiu a vaga de Fernandinha na pressão e não saiu mais, usou e abusou das jogadas de meio. Ela já atuou com Thaísa e Fabiana, tanto na seleção como nos tempos de Rio de Janeiro. Com isso, o entrosamento logo reapareceu no trio. Foi uma bela partida da levantadora e uma excelente atuação das centrais, que fizeram as jogadas mais decisivas do Brasil. Os números comprovam. Thaísa foi a maior pontuadora e melhor em quadra, com cinco bloqueios e nove ataques. Depois veio Sheilla com 12 pontos, mas eu falo dela daqui a pouco. E Fabiana outro grande destaque, marcou 10 pontos, cinco ataques, quatro bloqueios e um ace.

Agora, sim, as outras atacantes. Sheilla está crescendo na competição. Dani Lins também está sabendo usá-la e colocá-la no jogo. Além disso, a ponta do Brasil foi melhor. Garay manteve o bom rendimento, mas Jaqueline voltou a virar! Depois de vários jogos apaga, desde o Grand Prix, ela até falhou, mas logo se recuperou e fechou o jogo com 10 pontos, oito de ataque e dois de bloqueio.

Depois dos últimos jogos, volto a dizer que Dani Lins me surpreendeu. Ela soube encarar a pressão, seguir a tática de usar os meios para desafogar as pontas e parece segura em quadra. Com isso, recolocou Fabiana no time, que vinha de jogos muito apáticos ao lado de Fernandinha, talvez pelo pouco tempo juntas. O teste da levantadora de fogo será contra a Rússia, nas quartas de final.

Sim, a seleção melhorou. Não, ainda não é o ideal. Apesar dos 3 a 0 no placar, poderia ter sido mais simples o time não tivesse cometidos tantos erros no saque, por exemplo. Fica o alerta para o jogo diante das russas. E aí sim veremos qual a situação da cabeça das jogadoras. Aos poucos elas ganharam confiança nas Olimpíadas e terão que estar com o psicológico em dia para pegar as gigantes. Na terça-feira, às 11h (horário de Brasília), a gente vê.

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