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quarta-feira, 9 de abril de 2014 Superliga | 11:18

Será que o Unilever chega lá mais uma vez?

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O Unilever não fez uma temporada dos sonhos. Na fase de classificação da Superliga, por exemplo, somou seis derrotas, incluindo tropeço para o Rio do Sul, e ainda passou sufoco em outros jogos. A dificuldade continuou no primeiro confronto das quartas de final, quando venceram o Pinheiros apenas no tie-break. Na segunda partida, vitória por 3 a 0 e vaga na semifinal assegurada. E na noite de terça-feira, na abertura da série que leva para a decisão, mais um 3 a 0, agora para cima do Vôlei Amil. O time se encaixou de vez?

Mais sobre o jogo: Unilever larga na frente do Vôlei Amil nas semifinais da Superliga feminina

Mihajlovic - Divulgação

Mihajlovic foi a maior pontuadora do Unilever no primeiro jogo da semifinal da Superliga

No jogo em Campinas, o Unilever mostrou volume de jogo e paciência para buscar o placar quando era necessário. E nesses momentos o bloqueio apareceu e travou as opções de Claudinha, levantadora do outro lado da quadra. Teve uma hora que era bola para Tandara que ficava no bloqueio. Depois bola para Natália e mais um bloqueio. E ainda jogada com Carol Gattaz e o quê? Outro bloqueio. O destaque no fundamento foi Carol, que marcou metade dos pontos do time carioca na rede (foram 12 bloqueios certeiros no total).

Para colaborar, a sérvia Mihajlovic comandou o Unilever com 19 dos 42 pontos de ataque da equipe no jogo (ela ainda marcou um ponto de bloqueio e um ace). Ela pouco se importou com o bloqueio do Vôlei Amil…

Ainda foi a primeira partida da série semifinal e o time de Campinas tem elenco para se recuperar lá no Rio de Janeiro. Não pode é ficar no “feijão com arroz” como criticou José Roberto em um dos tempos técnicos já no terceiro set. Do outro lado, o Unilever cresce no momento certo da competição e lembra que mais uma final entre Rio e Osasco ainda pode, sim, acontecer.

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segunda-feira, 31 de março de 2014 Superliga | 12:26

Quem será meu adversário?

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Reta final da Superliga continua e tem gente que só está a espera do próximo adversário. No masculino, Sada Cruzeiro está em mais uma final e encara o vencedor de Sesi x Brasil Kirin. No feminino, Unilever sabe que enfrenta o Vôlei Amil na semifinal, enquanto Molico/Nestlé espera quem levar a melhor entre Sesi e Banana Boat/Praia Clube.

Leia mais: Praia Clube derrota o Sesi e vaga à semifinal da Superliga fica para o terceiro jogo

Divulgação

Sada Cruzeiro, de Éder, vence Vivo/Minas na semifinal da Superliga

Entre quem já está classificado, Sada e  Molico chamam a atenção pelo ótimo momento que vivem no torneio. O Sada Cruzeiro não deu chances do Vivo/Minas nas semifinais e emplacou duas vitórias por 3 sets a 0. O segundo jogo, neste final de semana, o time de William e companhia mostrou volume de jogo e que a velha regra de que tudo começa com um bom saque vale, e muito. No final, o placar foi de 6 a 2 no bloqueio e 3 a 2 em saque.

Mais sobre a partida: Em jogo tenso, Cruzeiro derrota o Minas e vai à final da Superliga masculina

Já o Molico tem 28 vitórias na competição e dá sinais de que estará mais uma vez na decisão. Para completar a boa fase, o time ainda recebeu nesta segunda-feira o convite da FIVB para jogar o Mundial de Clubes.

A temporada mostra o conjunto da equipe de Osasco. Mesmo depois de perder nomes como Jaqueline, que se afastou das quadras nesta temporada para ser mãe, e Fê Garay, que foi jogar na Turquia, o time se manteve no alto nível. Gabi ora é titular e ora é reserva e ajuda com potência no ataque. As estrangeiras Sanja e Bosetti se encaixaram bem ao time. Sem falar de Thaísa, destaque da temporada. Sesi ou Praia.. quem passar para a semifinal vai ter um duro trabalho pela frente!

Relembre: Molico/Nestlé vence de virada e se classifica para a semifinal da Superliga feminina

E falando em trabalho duro, a semifinal que já está definida deve ser equilibrada. Vôlei Amil foi mais regular em toda a Superliga e cresceu com atuações de Tandara e Natália. Já o Unilever teve uns jogos mais complicados do que esperado ao longo do torneio, mas sabe bem o caminho para chegar às decisões. Ainda assim, vou arriscar e manter o que já escrevi por aqui antes. Acho que a briga pelo ouro na Superliga feminina será diferente neste ano. Acho que o Vôlei Amil leva essa…

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terça-feira, 12 de novembro de 2013 Superliga | 09:34

Como estão os times na pausa da Superliga?

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A Superliga está em pausa enquanto as seleções brasileiras disputam a Copa dos Campeões. A equipe feminina já estreou no torneio com vitória por 3 sets a 0 sobre os Estados Unidos e a masculina faz aclimatação e começa a jogar na semana que vem. E por aqui, no torneio nacional, a média foi de cinco jogos por equipe. Entre os líderes, tanto no masculino quando no feminino, não há grandes novidades. Mas já há aquele de quem eu esperava mais nesse começo. Vamos a um comentário de como estão os elencos até aqui?

Superliga feminina

A maioria dos times já fez cinco jogos e até agora os líderes são aqueles velhos conhecidos. O Molico/Nestlé é o único invicto e parece que ter mudado apenas no nome e na cor faz bem.

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Apesar das saídas de Fê Garay e Jaqueline, o time manteve a mesma cara do ano passado e já está entrosado. E no individual, Gabi, que já estava no elenco, passou por uma das pontas. Ou seja, mais uma que já é conhecida. Sheilla segue forte no ataque e ainda é destaque nos números do bloqueio. E quem chegou aparece bem, como a italiana Caterina Bosetti, que estreou com a Superliga em andamento e já está entre as melhores no ataque e no saque.

Leia também: Seleção feminina mantém freguesia sobre os EUA e larga bem na Copa dos Campeões

Atrás do Molico/Nestlé, aparecem Vôlei Amil, Unilever e Praia Clube, todos com uma derrota apenas. E dessas, acho que a que surpreendeu foi a do time carioca para o Rio do Sul por 3 a 1.

E já que falamos de reforços, por aqui as novidades também se deram bem. Tandara é a maior pontuadora do torneio e está em boas mãos no comando de Zé Roberto. No ano passado ela já tinha sido a segurança do Sesi e, agora, pode repetir e melhorar a atuação em Campinas.  Sob o comando de Bernardinho, Brankica Mihajlovic já está entre as tops no ataque e pela potência no saque, logo será destaque no fundamento também. E no Praia, quem está melhor nas estatísticas é a norte-americana Kimberly Glass, top entre as pontuadoras e atacantes.

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Do outro lado, teve gente que vai para a pausa da Superliga devendo. Acho que é o caso do Brasília Vôlei. Com elenco de experientes como Paula Pequeno, Erika, Dani Scott e Elizângela, a equipe fez seis jogos e só venceu dois. E isso inda sem enfrentar nenhum líder. O Sesi, que desde a criação é um pouco mais promessa que realidade, apesar de ter chegado à semifinal no ano passado, continua tropeçando e também só tem dois triunfos. Pausa de muito trabalho para esses elencos!

Superliga masculina

Entre os homens, a lista de invictos é mais extensa. Sada Cruzeiro, atual campeão mundial, é o dono da primeira colocação. Também seguem 100% RJX e Sesi. E também não é nenhuma novidade ter esses três na ponta.

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

O Sada é quase  o mesmo time do ano passado e a filosofia de manter o elenco já se mostrou muito positiva. Além de Wallace, William, Leal, Filipe e companhia, ainda chegaram Éder e Isac. O RJX perdeu jogadores como Dante ou Théo, mas trouxe Leandro Vissotto. E o Sesi foi quem mais investiu, com Lucão, excelente central e dono de um saque que dispensa qualquer comentário, e Lucarelli, destaque da nova geração. E não é a toa que os maiores pontuadores da Superliga são desses times: Wallace, Vissotto e Lucarelli.

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Seguindo na tabela também estão times que vieram interessantes nesta temporada. Entre quarto e sexto estão Brasil Kirin, Moda/Maringá e Vivo/Minas. Os campineiros tem gente boa no elenco, como Vini ou João Paulo Bravo. Já a equipe do Paraná reeditou a dupla Lorena e Ricardinho. E o Vivo/Minas tem o melhor atacante até aqui, Franco, e logo terá Filip em plena forma e que deve fazer a diferença, como na temporada passada.

Queria ver mais ainda do Canoas. Até agora venceu dois e perdeu quatro jogos, mas conta com o veterano cubano Dennis, por exemplo. Será que ele ainda pode ser aquele cara dos anos 90, que foi a pedra no sapato do Brasil com um saque estiloso e um ótimo ataque?

A Superliga volta ainda em novembro. A feminina terá Minas x Pinheiros no dia 19 e a rodada cheia no dia 26. Para os homens os trabalhos voltam no dia 23. Até lá, é treino para quem está por aqui e seleção brasileira lá no Japão.

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domingo, 2 de junho de 2013 Seleção feminina | 13:34

Título para abrir a temporada da seleção feminina

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Primeira competição da temporada e primeiro título para a seleção brasileira feminina de vôlei. A equipe comandada por José Roberto Guimarães venceu a Rússia por 3 sets a 0 (25/23, 25/23 e 25/22) e faturou o ouro no torneio Montreux Volley Masters. E claro que é ótimo começar um ciclo olímpico com título e sem perder nenhum set na competição!

Divulgação

Festa das brasileiras com título no torneio de Montreux

O Brasil foi para a Suíça renovado e a experiência deu certo. Na primeira fase, sem entrosamento e com muitos erros na recepção, a equipe venceu, mas teve um certo trabalho. Depois, parece ter se soltado em quadra e dominado a situação. Neste domingo, teve que buscar o resultado no primeiro set, mas empatou no final em 20 a 20 e venceu. Em seguida, se manteve firme e fechou os outros sets, com quase um passeio na última parcial.

Veja mais detalhes da final Brasil x Rússia

Agora, com título na mão, o que dizer dessa seleção brasileira? Vocês comentaram por aqui da questão da altura. Sim, esse time ficou um pouco baixo, mas se virou. E tem horas, no bloqueio por exemplo, que nem sempre ser gigante é a resposta para tudo. Tanto que, mesmo mais baixo, o Brasil de novo teve destaque nesse fundamento, com 17 pontos na partida. E no ataque, virou quando entendeu que não valia a pena encarar as jovens grandonas da Rússia.

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E em a atuação individual? O que vocês acharam? Sigo com Fernanda Garay como um dos destaques. A ponteira vem numa crescente desde que assumiu a titularidade lá em Londres, foi a capitã no Montreux e segura. Ela está à vontade em quadra e tem lugar certo nesse novo ciclo. Foi eleita com merecimento a MVP do torneio. Já na outra ponta, Pri Daroit foi bem no torneio. Ela também foi uma segurança na rede e ainda tem a vantagem de contar com um saque que atrapalha a recepção rival. Será que ela conseguiu entrar na briga pela posição?

No meio, Juciely chamou mais a atenção que Adenízia. Pode ser impressão, mas escutava mais o nome dela. E a central, mais uma da ala as baixinhas, mostrou agilidade no bloqueio e colaborou para o time. Pode já ter 32 anos e ainda ser novata na seleção, mas deu o recado.

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Para completar, Monique acabou como oposta. Tandara, com dores no ombro, nem foi relacionada. Ela tem um estilo diferente, não é tanto de pancada, mas também correspondeu. E sua irmã Michelle neste domingo entrou também na posição nas inversões de 5-1. Deu certo, tanto que o Brasil reagiu no primeiro set e embalou para a partida.

Começar com título é sempre bom e Zé Roberto agora é quem precisa decidir quem segue no time, se volta com mais veteranas e como será a seleção daqui para frente!

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segunda-feira, 27 de maio de 2013 Seleção feminina | 19:09

Ano da seleção começa com mais novatas que veteranas

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Começa nesta terça-feira mais um ciclo olímpico para a seleção feminina brasileira de vôlei. As comandadas por José Roberto Guimarães estreiam na Montreux Volley Masters diante da Suíça, às 16h (horário de Brasília). E para o início do trabalho, mais caras novas do que veteranas. Quem vai ser sair bem e se firmar na equipe para o ciclo que vai até 2016?

Veja os horários de jogos da Montreux Volley Masters

CBV

Tandara, Fê Garay e Ellen: mistura na seleção brasileira para começar o ciclo olímpico

As mais experientes são Dani Lins e Fabíola, Tandara, Fê Garay, Adenízia e Camila Brait. Já entre as novatas, tem gente que nem é tão nova assim na idade, mas que tem pouca rodagem da seleção, como Juciely. E outras como Claudinha, Monique, Ellen, Pri Daroit, Michelle, Letícia Hage e Suellen.

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Primeiro as veteranas… Acho justa a volta de Fabíola ao time e, até agora, não entendi o seu corte para levar a Fernandinha para as Olimpíadas de Londres. Dani Lins cresceu em 2012, segurou o time em Londres e Fabíola fez de novo uma boa Superliga. Vale apostar nelas mais uma vez. Já Camila Brait tem tudo para mostrar o seu potencial sem ter que dividir o posto por enquanto com Fabi. A será a vez de Tandara aparecer como oposta. Ela também melhorou na Superliga, conseguiu ser a jogadora de segurança em diversos jogos, principalmente na segunda parte do torneio.

No lado das novatas, quero ver o desempenho de Claudinha. Como ela vai ser sair em um time grande, com mais responsabilidade. Ela vai trabalhar com Zé também no Vôlei Amil e pode ajudar nesse novo ciclo, afinal, o Brasil sofreu com levantadoras ultimamente. Dani foi fundamental em Londres, como já disse, mas isso foi uma boa surpresa.

Na posição de oposto, Monique deve colocar pressão em Tandara. Ela cresceu no Praia Clube e teve que ajudar o time quando Herrera se machucou. Já as ponteiras, quero ver Ellen, o rosto novo. A jogadora se destacou no Pinheiros, uma equipe com atletas pouco conhecidas, mas que deu trabalho. Ellen se mostrou forte no saque e consciente na rede, apesar de seus 1,79m. Vamos se terá chance na seleção e como ela se sai.

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CBV

Juciely tem 32 anos, mas é umas jogadoras da ala das menos experientes da seleção

Tem ainda as centrais. Juciely é baixa para a posição (1,84m), não é mais tão nova (tem 32 anos, 10 anos a mais que Letícia, outra central que vai para a Montreux), mas é veloz e excelente jogadora. As últimas Superligas deixaram isso bem claro. Ainda pode ser aproveitada por Zé Roberto. Pena que Bia e Angélica estão machucadas e não viajaram com a seleção. Bia, por exemplo, apareceu mais até que Fabiana no Sesi na última temporada. E Angelica foi mais um destaque do Praia Clube. Espero que ainda tenham chances.

Se há um momento para testar e colocar mais novatas que experientes em quadra é agora. E que a altura não seja um problema, porque essa seleção está um pouco baixa e, se ganha na velocidade, pode perder na marcação.

A Montreux é só o primeiro torneio da temporada e vale a pena já começar a mexer no time para ter tempo para pensar em formações, analisar desempenhos até ter um time lá no meio do ciclo que deve serguir até as Olimpíadas. Mais para frente, com Grand Prix e tal, as velhas conhecidas Sheilla, Thaísa, Fabiana e companhia devem voltar. Por enquanto, boa sorte para quem chegou! E bom desempenho para quem já estava no time!

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quarta-feira, 10 de abril de 2013 Superliga | 14:35

Ranking, set de 21 pontos, Bernardinho, mercado e quase férias

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*atualizado às 15h21

Galera, estou de férias na redação do iG, mas sigo acompanhando o que acontece no vôlei nesta semana. Fico por aqui (por isso o “quase férias” do título) até a final da Superliga masculina e como essa semana começou agitada, resolvi colocar o papo em dia no blog. Teve ideia de diminuir número de pontos por set, novo ranking de atletas, movimentação no mercado e uma confirmação que a gente já esperava, mas que mesmo assim deve ter sido comemorada.

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A novidade desta quarta-feira é que a FIVB estuda diminuir os sets de 25 para 21 pontos. A ideia será testada na Liga europeia e serviria para diminuir o tempo dos jogos. O assunto já rendeu comentários no Twitter. Estava agora mesmo comentando isso com Gustavo. O central gostou da ideia e ainda deu uma sugestão: “Melhor os 21 pontos, na minha opinião, e um tempo a menos. Substituições mais rápidas!”, me respondeu ele. Com uma parada a menos e menos pontos, o jogo pode ficar mais ágil. Ainda assim, não perderá a essencial. Não sei se só quatro pontos fariam tanta diferença, mas quem sabe a mudança não dá certo? Como estávamos falando no Twitter, jogos de mais de 2h30 ou 3h são bem cansativos. E vocês, galera, o que acham dessa ideia?

Outro assunto foi o ranqueamento, que gerou algumas polêmicas nesta temporada. Quantas vezes escrevi ou comentaram que o Sollys/Nestlé era a seleção brasileira? Quem não lembra das reclamações de Zé Roberto Guimarães depois da semifinal da Superliga? Pois bem, uma das selecionáveis terá que deixar o time.

Alexandre Arruda/CBV

Fernanda Garay agora é 7 no ranking da CBV

Cada equipe pode somar 32 pontos, mas pode contar com, no máximo, três jogadoras com sete pontos, valor mais alto do ranking. E depois do bicampeonato olímpico, Fernanda Garay foi promovida ao grupo de sete pontos. A classificação acho que é justa, afinal, a ponteira fez uma excelente temporada e nas Olimpíadas de Londres tirou o lugar de Paula Pequeno e foi importante para a seleção. Como o ranking leva em conta o que a atleta fez no ano anterior, Fê Garay deveria mesmo ser 7.

Veja o ranking completo das atletas da Superliga feminina

Agora, além dela, Thaísa, Jaqueline e Sheilla são as atletas do Sollys/Nestlé com pontuação máxima. Uma delas terá que sair. Qual faria menos falta? Não tenho ideia. Alguns boatos falam que é a própria Fê Garay quem vai deixar o time. Não sei, mas qualquer uma fará falta porque todas são destaques em suas posições. O Sesi já tentou levar a Jaqueline e o time paulista tem Fabiana e Tandara como 7 no momento. Ah, e Tandara foi o mesmo caso de Garay. Ela mudou de pontuação nesta temporada. Mas aí acho que contou não a seleção, até porque ela conseguiu o seu lugar no time, mas é reserva, mas o crescimento ao longo da Superliga. Bom, vou parar de fazer suposições e deixar para os dirigentes do Sollys e dos outros times se acertarem com isso… Mas quem quiser comentar e montar o seu time, fique à vontade!

Falando em montar time, o mercado teve mudança e confirmação nesta semana. Pacheco é o técnico do time masculino do Sesi, na vaga deixada por Giovane. Apesar de achar que houve falha na semifinal por não ter um plano B para a lesão de Serginho, que jogou no sacrifício o tempo todo contra o Sada/Cruzeiro, gostava do trabalho de Giovane. Mas Pacheco tem mais experiência no banco, diversas finais de Superliga e o time paulista segue em boas mãos. O ruim disso é ver a equipe de Campinas que ficou sem patrocinador já perdendo gente também.

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Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho segue na Unilever e na seleção

Outro técnico foi notícia, só que pela confirmação. Bernardinho, campeão da Superliga, segue na Unilever e na seleção brasileira. Tem gente que pode falar, reclamar do jeito dele ou se algumas decisões como cortes e tal, mas Bernardinho é um treinador e tanto. Ele mexeu na Unilever em diversos jogos da Superliga e isso fez o time mudar e vencer. Até na final, as jogadoras falaram que mudaram de postura após uma conversa dele do segundo para o terceiro set. A torcida carioca deve ter comemorado a decisão, ainda mais depois de o próprio Bernardinho ter comentado no começo da temporada ao Diário de São Paulo, se não me engano, que estava cansado e que seguiria só com um dos times, a Unilever ou a seleção. Mas ainda assim, era uma decisão esperada. Ary Graça já tinha dito que seguiria no time nacional, e não o imagino fora da Unilever. Alguém imagina?

A semana ainda deve render mais assuntos, afinal, a decisão da Superliga masculina será no domingo, no Maracanãzinho. Eu sigo nas minhas “quase férias” e, por isso, posso ficar um pouco distante nos próximos dias. Mas volto para a final RJX x Sada/Cruzeiro!

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sábado, 9 de março de 2013 Superliga | 12:49

Unilever e Sollys saem na frente. Teremos mais do mesmo?

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*atualizado

Acabou agora há pouco, na manhã deste sábado, a primeira rodada da semifinal da Superliga feminina 2012/2013. E se na noie de sexta-feira, na primeira partida da série, a Unilever passou pelo Sesi por 3 a 1, agora foi o Sollys/Nestlé quem venceu o Vôlei Amil, pelo mesmo placar. Caminhamos para o mais do mesmo com Rio x Osasco na decisão?

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Bloqueio da Unilever, e todo o sistema defensivo, se encaixou bem contra o Sesi

Estive no ginásio da Vila Leopoldina para o duelo Sesi x Unilever. Depois de um primeiro set muito forte, o Sesi foi se perdendo e parando no sistema defensivo da Unilever, que não só se armava bem no fundo de quadra, como também fazia uma ótima marcação no bloqueio. Tudo isso com a aquela velha conhecida fórmula, de que um bom saque já é meio caminho andado. Foram sete pontos em aces contra apenas dois da paulistas.

>>Leia mais sobre Sesi x Unilever na semifinal da Superliga

E o Sesi sentiu  virada. Ali, do lado da quadra, dava para ver o rosto um pouco abatido de algumas atletas. A Unilever achou tempo na marcação de Tandara e neutralizou a principal atacante do time rival e maior pontuadora da Superliga. Com isso, o time foi ficando cabisbaixo. Quando acontecia um erro, lá vinha a experiente Elisângela falando “calma, calma, vamos para o próximo”. Mas não deu, defendendo mais, a Unilever foi abrindo no placar e virou a partida. Gabi foi a maior pontuadora, com 19 acertos, e Natália ficou com troféu de melhor em quadra. O primeiro favorito a chegar à final fez a sua parte.

Dani Lins conversou com o blog e falou desse abatimento do time em quadra e dos erros da partida. Veja no vídeo abaixo:

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China com Thaísa foi um arma do Sollys contra o Vôlei Amil

Neste sábado, o Sollys/Nestlé recebeu o Vôlei Amil e pelo primeiro set, quando o time da casa não se achou no passe, parecia que a coisa iria complicar. Entretanto, a mudança de quadra fez bem. A recepção saiu no segundo set e Fabíola fez a festa com Thaísa na china. Foi uma lavada com placar de 25 a 10. Acho que o Vôlei Amil praticamente não pontuou no contra-ataque! Tudo seguiu funcionando para o lado de Osasco no terceiro set e o Vôlei Amil só voltou a equilibrar na última parcial, quando levou o jogo empatado por boa parte do tempo. Porém, no final, o Sollys voltou a virar mais e acabou com o jogo.

>>Leia mais sobre Sollys/Nestlé x Vôlei Amil na semifinal

Pelo que deu para perceber nos primeiros jogos, o Sesi, se estiver em um dia de Tandara e outras inspiradas (como Bia, que fez ótimos jogos no ataque e no bloqueio), vai dar mais trabalho a Unilever do que o Vôlei Amil pode oferecer para o Sollys. O time de Campinas pode reagir se encaixar o passe e ganhar opções de ataque e contar com Ramirez soltando o braço, como fez no duelo contra o Pinheiros nas quartas. Veremos como serão os segundos jogos das semis, no final de semana que vem!

Superliga masculina

Começaram também os playoffs da Superliga masculina. E como foi na primeira rodada das quartas para as mulheres, os jogos aqui foram dentro do esperado. Os líderes venceram em sets diretos e quem ficou no meio da tabela na fase de classificação fez os duelos mais equilibrados.

O RJX, primeiro no returno, marcou 3 a 0 diante do São Bernardo em casa. O mesmo para Sada/Cruzeiro, vice na etapa anterior, que bateu o Volta Redonda. Já o Sesi, além de ter jogado sob mais uma chuva torrencial em São Paulo, caiu diante do Canoas por 3 a 2 depois de três horas de duelo. E para fechar, agora há pouco, o Vivo/Minas passou pelo Medley/Campinas também por 3 a 2 fora de casa.

As quartas de final seguem a partir de terça-feira. Como sabem, quem vencer duas avança para as semifinais. E se no feminino o favoritismo é para Unilever e Sollys/Nestlé, quem avança no masculino? Aqui acho que é mais difícil apostar…

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sexta-feira, 8 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 15:47

O nome da Superliga: Tandara

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Tandara, destaque do Sesi

Nesta sexta-feira começam as semifinais da Superliga feminina com Sesi x Unilever. Aproveitando o embalo do jogo, escolhi colocar Tandara como a personagem da semana no “O nome da Superliga”. A ponteira do time paulista cresceu ao longo do torneio e é a maior pontuadora da competição, com 388 bolas no chão.

>>Mais sobre Superliga: Centrais do Unilever atingem marca histórica

A jogadora seguiu o ritmo do Sesi no torneio. Ela e a equipe melhoraram no returno e, agora, ela é a jogadora de segurança no ataque e também uma boa arma no saque. No terceiro jogo das quartas de final, por exemplo, o serviço da atleta ajudou a dar trabalho ao passe do Praia Clube. Com tudo isso, além do destaque no número de pontos, ela aparece como a quarta na lista das melhores atacantes da Superliga.

>>E ainda: Para Bernardinho, duelo da semifinal será duríssimo

Entretanto, Tandara já foi questionada em outros times e na seleção. Antes das Olimpíadas de Londres, muitos criticaram o técnico José Roberto Guimarães por ter, por exemplo, ter levado a jogadora como reversa de Sheilla e ter cortado Mari, que também poderia ser improvisada como oposta.

Nos times, normalmente atua como ponteira e, às vezes, sofre na recepção, como também aconteceu na série de quartas de final, na segunda partida, vencida pelo Praia. Mas tem se esforçado para melhorar no fundamento. Mas é a força do ataque que ajuda Tandara a aparecer e decidir. E por isso ela ganhou o seu espaço aqui na série!

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terça-feira, 5 de março de 2013 Superliga | 22:07

Semis definidas… E passou quem disse que chegaria lá

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Acabou agora há pouco o último jogo das quartas de final da Superliga feminina. O Vôlei Amil venceu o Pinheiros por 3 a 1 de virada e assegurou a vaga na próxima fase. Agora, encara o Sollys/Nestlé na semifinal, que passou sem muitos problemas pelo Usiminas/Minas com duas vitórias. Na noite de segunda-feira, o Sesi já havia se classificado ao bater o Praia Clube fora de casa. O time de São Paulo será o rival da Unilever, outra que teve vida simples e despachou o Rio do Sul nos playoffs. E curiosamente estão nas semifinais quem me falou que chegaria até essa etapa.

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Daymi Ramirez vibra coma torcida do Vôlei Amil. Ela foi destaque da vitória sobre o Pinheiros

Ainda na festa de lançamento da Superliga, conversei com jogadoras desses quatro times. Unilever e Sollys/Nestlé mais uma vez já começaram o torneio como os favoritos a mais uma final e nem precisamos ficar justificando isso. Pelo elenco, Sesi e Vôlei Amil eram os meus outros candidatos.

O Sesi conta com campeãs olímpicas como Tandara, Dani Lins, Fabiana e companhia. Já o Vôlei Amil tinha uma proposta interessante de misturar juventude de ponteiras como Pri Daroit ou Vasileva, que na época era pouco conhecida por aqui, com experiência da também campeã olímpica Walewksa e da cubana Daymi Ramirez. Tanto Sesi quanto Vôlei Amil disseram que o objetivo da temporada era, pelo menos ficar entre os quatro. Pois bem, elas chegaram lá.

O Sesi me surpreendeu. O primeiro turno do time não foi lá dos melhores, mas a equipe se recuperou no returno, como já comentamos por aqui em outros momentos. E se o Sesi melhorou, o Praia Clube teve um começo fulminante, mas perdeu um pouco a potência com a lesão e a ausência da cubana Herrera. Ainda assim fez uma excelente Superliga. Já do lado paulista, Tandara cresceu e muito nos últimos jogos. Ela foi destaque na partida da segunda-feira.

Mas o que chamou a atenção foi a concentração. Tinha visto jogos em que o Sesi estava bem, mas perdia a cabeça, errava principalmente na recepção e se complicava. Dessa vez, elas se mantiveram atentas o tempo todo, principalmente no terceiro set, quando foram buscar o placar. A recepção funcionou e com passe, as atacantes apareceram e decidiram. O time chega forte para a semifinal.

>>Leia mais sobre a vitória do Sesi sobre o Praia Clube

No jogo desta noite, o Vôlei Amil mais uma vez teve trabalho diante do Pinheiros, um time que eu não imaginava que fosse melhorar tanto ao longo da Superliga. Assisti a um jogo entre as paulistas e as campineiras aqui em São Paulo no primeiro turno  e foi uma vitória simples para o lado comandado por José Roberto Guimarães. Agora, o Pinheiros tem um volume e tanto no bloqueio e jogadoras jovens, mas que vibram e acreditam demais em cada bola e sabem encarar os considerados mais fortes. Só que o Vôlei Amil, depois de perder o primeiro set, cresceu no embalo de Ramirez, maior pontuadora e melhor em quadra, e ficou com a vaga na semifinal.

>>Leia mais sobre a vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros

E agora, mais uma vez Unilever e Sollys/Nestlé confirmam o status de favoritos e chegam de novo à decisão? Ou Sesi e Vôlei Amil podem parar o time do Rio e o de Osasco? Vamos descobrir a partir desta sexta-feira. O primeiro jogo da nova rodada de playoffs será Sesi x Unilever aqui em São Paulo, às 21h (horário de Brasília).

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 Superliga | 21:11

Sesi leva a melhor e sai na frente nas quartas da Superliga

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Os playoffs da Superliga feminina começaram na noite desta segunda-feira e o O Sesi venceu o Banana Boat/Praia Clube. Agora há pouco, jogando em casa, o time paulista fez 3 sets a 1 nas rivais mineiras (25/23, 25/15, 15/25 e 25/21). E se as paulistas contaram com Tandara e Elisângela em uma boa noite, o Praia tinha Monique e Dayse, mas não soube aproveitar as oportunidades.

A partida foi equilibrada e já era esperado que esse fosse o confronto mais igual nas quartas de final. O Praia começou bem, pressionando demais no bloqueio, mas aos poucos o Sesi se achou e fechou justamente com um ponto de bloqueio. Depois, o melhor set do Sesi e os problemas no Praia. O time mineiro perdeu a virada de bola. Em um set inteiro fez apenas cinco pontos no ataque. Isso é muito pouco! Com isso, o Sesi abriu 2 a 1.

Aí o Praia mostrou que ainda estava no jogo. Monique e Dayse comandaram o saque. A primeira acertou logo de cara e viu a equipe abrir 6 a 1. Depois, a companheira fez estragos na recepção do Sesi. Tandara e Sassá não se acharam e o Praia abriu de novo, com 20 a 12 no placar e fechou a parcial. Depois de um set assim é esperado que se cresça e parta para cima de vez, não? Não. De novo o Praia se perdeu na virada de bola e o Sesi se distanciou com 7 a 2 no placar. As visitantes ainda voltaram a pressionar quando Dayse e Michele se acharam na rede, mas o jogo era do Sesi. Tandara marcou no finalzinho, o time abriu 24 a 19 e fechou em outro ataque de Tandara.

Pois é, Herrera, que teve uma séria lesão no joelho e está fora da temporada, faz falta. Se o Praia tivesse mantido a virada de bola, teria complicado e muito, porque bom saque a equipe tem. Monique conseguiu fazer o papel de jogadora de segurança em alguns momentos, mas faltou sequência. Já no Sesi, Tandara foi a maior pontuadora, mas dividiu a responsabilidade com Elisângela em alguns lances. Bia também foi bem como central. Ou seja, o time conseguiu se virar melhor e o placar mostra isso.

Agora é esperar pela sexta-feira, pela segunda partida da série lá em Uberlândia. Acho que tudo ainda segue aberto. Com um pouco mais de paciência e carinho com a bola, o Praia acerta a virada. E se seguir com o saque potente como fez no terceiro set, tem grandes chances. Já o Sesi só evoluiu desde o returno e já saiu na frente. A disputa é boa.

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