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Posts com a Tag Tailândia

sábado, 30 de junho de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 13:41

Mais uma vitória no feminino e vaga nas finais no masculino

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O final de semana começou bem para as seleções. No Grand Prix, mais um 3 sets a 0 para o Brasil, agora diante da Tailândia. No masculino, Itália roubou dois sets da França e colocou o time de Bernardinho na fase final da Liga Mundial.

Fernandinha - Divulgação/FIVB

Fernandinha foi mais uma vez a levantadora titular do Brasil diante da Tailândia

Vamos falar primeiro das mulheres. A partida contra a Tailândia acabou em vitória em sets diretos, mas a seleção ainda teve problemas na recepção e sofreu com o saque rival. Mas, apesar de não repetido o excelente desempenho de apenas quarto erros em todo o confronto, como foi contra Cuba, a equipe nacional soube se virar e não alongar a partida. “Nos mantivemos concentradas durante todo o confronto”, resumiu Sheilla. E é isso que é importante agora, ver o time concentrado o tempo todo, atento ao jogo. É isso que pode fazer a diferença lá na frente, em Londres. Manter a atenção o tempo todo já é meio caminho andado…

Veja os detalhes de Brasil x Tailândia

Além disso, o bloqueio brasileiro teve mais uma boa atuação. Foram 15 pontos no fundamento contra 3 das tailandesas. Mais um ponto positivo, já que o time soube se adaptar rapidamente a tipos de jogos diferentes. As cubanas jogavam na força e as tailandesas, na velocidade. E nos dois jogos o bloqueio fez a sua parte.

Por enquanto, o saldo está sendo positivo na fase final do Grand Prix. Os altos e baixos que tanto falamos aqui parecem ter diminuído, pelo menos contra os rivais mais simples. O saque e o bloqueio volta aram funcionar. A recepção, pelo visto, é que segue como o grande problema do time.

Agora o Brasil terá a Turquia pela frente e mais um desafio de peso. As turcas estão nas Olimpíadas, estreiam contra a seleção, inclusive, e tem um bom time. Mas é bom encará-las agora, para ver de fato como o Brasil está e já conhecer melhor o rival olímpico.

Já a seleção masculina segue os treinos e, agora, já está na fase final da Liga Mundial. A França era a única que poderia tirar o Brasil, mas teria que vencer os três jogos do final de semana por 3 a 0 ou 3 a 1. Não conseguiu. Começou com uma vitória, mas apenas por 3 sets a 2 sobre a Itália e não alcança mais os 26 pontos do Brasil na tabela. Com isso, a equipe de Bernardinho avança como a melhor segunda colocada.

E a ideia é a mesma que vale para a seleção feminina. É bom jogar a fase final da Liga Mundial para ficar mais tempo em quadra e colocar mais o time à prova. E os homens ainda tem um ponto a mais: os lesionados. Murilo, Giba, Leandro Vissotto, Dante… Os jogadores já voltaram e a atuaram na primeira fase, mas não ainda nos 100%. Será bom colocá-los para uma vez ação para ver a reação situação deles e definir quem vai ou não para as Olimpíadas.

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011 Seleção feminina | 11:04

Brasil acerta bloqueio e bate Tailândia no Grand Prix

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*atualizado às 16h35

A seleção brasileira feminina venceu a Tailândia nesta sexta-feira no Grand Prix e segue invicto na competição (Veja como foi Brasil 3 x 0 Tailândia). E qual é o melhor caminho para vencer uma equipe que defende muito bem, é rápida, mas tem jogadoras 20 cm mais baixas do que as suas? Armar um bom bloqueio.

Bloqueio brasileiro - Divulgação/FIVB

Bloqueio foi o melhor fundamento do Brasil diante da Tailândia

O Brasil fez exatamente isso. Foram 17 pontos no fundamento em três sets. E dava para ter passado sem ter levado os quatro bloqueios que levou… Quando o time dominou o fundamento e achou o tempo no primeiro set, deslanchou. Depois, perdeu um pouco a eficiência na segunda parcial. Já no terceiro set, teve até direito a três pontos seguidos no bloqueio.

A equipe nacional também mostrou firmeza no ataque, no começo com Mari, que parecia uma jogadora de segurança, e, depois, com Sheilla. E contra um bloqueio mais baixo, fica fácil fazer uma bola mais segura e, mesmo assim, soltar o braço.

E aí mora o perigo. Dani Lins está crescendo, mas ainda peca na distribuição em alguns momentos. Se o meio acelerado está dando certo, não tem problema em repetir a jogada. Não podemos é cair no erro do time masculino, que às vezes insiste na mesma jogadas depois de alguns erros até que ela saia. Mas vale repetir o acerto! Vi uma linda china com Fabiana e pouco mais do que isso, por exemplo. É preciso repertório para encarar os mais fortes.

Além disso, o Brasil, mesmo bastante concentrado na partida, passou a errar mais no segundo set e quase se complicou. Se a Tailândia não conseguia encarar o bloqueio, o jeito era sacar bem. Com um serviço ‘razante’ e bem colocado, elas deram trabalho a recepção nacional. Com esses erros, disparavam no placar e ameaçavam o Brasil. Mas elas erraram a última bola e perderam a parcial. Esses erros ainda devem ser consertados na equipe nacional.

No sábado, o Brasil encara um time bem diferente. O Cazaquistão, dono da casa, segundo Zé Roberto, lembra o jeito de jogar das russas, ou seja, não é tão veloz, mas tem um jogo mais pesado, na força. E pode ser perigoso, já que levou o jogo contra a Itália nesta madrugada para o tie-break. Brasil x Cazaquistão será às 6h15 (horário de Brasília).

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Seleção feminina | 21:05

Tsunami e tufão ficam para trás… agora vem a Tailândia

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A seleção feminina está, desde o começo desta semana, no Cazaquistão para a segunda etapa da fase de grupos do Grand Prix. Mas ter passado pelos primeiros jogos com três vitórias não foi a única coisa que deixou as jogadoras tranquilas depois da passagem pela Coreia do Sul…

Placa "anti-tsunami"

A tal placa com a rota de fuga em caso do tsunami

Ao chegarem ao país asiático para os primeiros jogos, a seleção viu uma placa que indicava a rota para fuga de tsunamis. Além disso, havia passado um tufão pela Coreia na noite anterior e diversos voos, inclusive o das brasileiras, tiveram horários alterados. Outros foram cancelados.

“Ficamos super intrigadas. Se tem uma placa como essas é porque um tsunami é algo comum em Busan. Algo que pode acontecer a qualquer momento. Já imaginou? Ficamos realmente apreensivas”, fala Thaísa. “A sensação entre todas nós é que estávamos dentro de um filme e podia acontecer algo a qualquer momento, até porque o tempo estava muito ruim. Foi muito estranho”, completa a central.

Se não bastasse ter que se acostumar a fuso horário, encarar maratona de 24 horas de voo e estrear na temporada, ainda ter que passar dias pensando em um possível tsunami? Teste para o psicológico!

Agora, no bom tempo do Cazaquistão e longe das ameaças, o foco é a Tailândia, que começou o Grand Prix surpreendendo Cuba. Elas ainda venceram o Peru. E o alerta para o Brasil é relação à velocidade e à altura das tailandesas, rivais desta sexta-feira, às 9h (horário de Brasília).

Elas não são tão perigosas quanto outras asiáticas como japonesas ou chinesas, mas são velozes e “apareceram” em 2009, ao conquistar o título continental. O Brasil deve acertar o tempo de bloqueio, para parar jogadoras mais baixas (a mais alta do time é Utaiwan Kaensing, com 1,89m, longe das centrais brasileiras de mais de 1,90m). Não adianta saltar muito. É preciso saltar corretamente. Também vale ter paciência, porque elas sabem defender e a bola pode demorar mais a cair.

Acertando esse tempo e mantendo o saque como no primeiro final de semana, não deve ser tão complicado. Depois a coisa pode piorar contra a Itália, mas isso é assunto para outro post…

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sábado, 6 de novembro de 2010 Seleção feminina | 15:46

As brincadeiras de Sheilla no ataque do Brasil

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Seis jogos e seis vitórias. Esse é o balanço da seleção brasileira feminina no Campeonato Mundial de vôlei. O time venceu a Tailândia nesta madrugada por 3 sets a 0 e é líder do grupo, à frente dos Estados Unidos na média de pontos. Mais uma vez, jogando contra uma equipe mais fraca, o Brasil deu alguns tropeços. Mas foi como na primeira fase, nada que comprometesse no final.

A seleção viu um começo de jogo equilibrado e ficou perdida no bloqueio. Depois, Fabiana deu a explicação. Elas estão acostumadas a marcar rivais da mesma altura ou mais até maiores, e não baixinhas de 1,70 e poucos. Se não me perdi, foram apenas dois pontos de bloqueio na primeira parcial (foram nove em toda a partida). Depois, o time deslanchou.

Brasileiras e os já tradicionais beijinhos para os familiares

Brasileiras e os já tradicionais beijinhos para os familiares diante da câmera

Cresceu na parcial na passagem de saque de Fabíola e fechou. Saiu atrás mais uma vez no segundo set, mas logo encaixou o tempo no fundo, defendendo bem e virando contra-ataques. No último set, o Brasil perdeu a concentração, passou a errar mais e irritou Zé Roberto, que parou o jogo só para dar broncas nas atletas. Mas o puxão de orelhas deu certo e a equipe voltou melhor e logo acabou o jogo.

Na primeira fase, a seleção diminuiu o ritmo contra Quênia e Porto Rico. Fez a mesma coisa contra Tailândia, relaxando e se desligando um pouco da partida. Pelo menos está dando algumas “vaciladas” contra os rivais mais frágeis e logo consegue se recuperar. E nesta madrugada, para garantir os pontos, era colocar bola para Sheilla, maior pontuadora do confronto com 21 acertos. A oposta, uma das melhores jogadoras da seleção neste mundial, fez o que quis com a bola: soltou o braço, explorou o bloqueio e largou com precisão.

Gostei dos comentários de Sheilla depois da partida. Já conversei com ela algumas vezes e sempre a vi como uma jogadora de poucas palavras, mas muito direta e sincera. Foi assim após a vitória. “Há dias em que tudo dá certo. Hoje estava inspirada e consegui brincar um pouquinho no ataque”, resumiu a atleta (leia mais). E deu para perceber que ela estava a vontade e confortável em quadra, já que tudo o que tentava dava certo. Uma jogada me chamou a atenção. No segundo set, Sheilla defendeu, Fabíola colocou uma bola um pouco baixa na saída de rede e o bloqueio acompanhou a oposta. Para se livrar, uma largadinha que viajou até cair no canto do fundo da quadra, que estava vazio. Uma jogada linda, com habilidade e grande visão de quadra. Pode continuar brincando assim, se quiser…

A falha do Brasil neste jogo, entretanto, foi na combinação nas jogadas de meio. Fabíola, que se firmou como titular com bons desempenhos, não se entendeu com as centrais. Tanto que Fabiana fechou a partida com mais pontos no ataque do que no bloqueio (3 a 5), por exemplo. A seleção também errou mais saques do que o de costume, mais um reflexo da baixa concentração.

Não é nada que preocupe, mas atenção sempre é bom. A seleção encara agora Cuba, às 4h30 da madrugada deste domingo, e, mesmo que as caribenhas não estejam bem neste Mundial, é um jogo de tradição e provocação (leia mais). A gente sabe muito bem como Cuba joga contra o Brasil… Mas com as brincadeiras de Sheilla e o time concentrado, aposto em mais uma vitória.

Resultados da primeira rodada

Grupo E
Sérvia 0 x 3 Turquia (19/25, 16/25 e 20/25)
Peru 0 x 3 Rússia (15/25, 15/25, 20/25)
Polônia 3 x 2 Coreia do Sul (12/25, 25/17, 25/18, 22/25 e 17/15)
Japão 1 x 3 China (23/25, 23/25, 29/27, 12/25) – (quem diria que as donas da casa perderiam para a renovada China desse jeito?!)

Grupo F
Holanda 3 x 1 Cuba (25/12, 22/15, 25/12 e 25/20)
Brasil 3 x 0 Tailândia (25/19, 25/19 e 25/16)
República Tcheca 0 x 3 Estados Unidos (20/25, 20/25 e 13/25)
Itália 3 x 1 Alemanha (22/25, 32/30, 25/08 e 25/15) – (olha a Itália fazendo um 25/8 para esquecer o 25/7 que levou do Brasil…)

P.s.: galera, a correria no plantão com Fórmula 1, esquenta para clássicos e tudo mais foi grande aqui na redação. Amanhã tem mais e assim que tiver um tempinho, entro aqui para falar do jogo contra Cuba. E como sempre, continuem comentando!

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