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Posts com a Tag tabela

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Superliga | 11:01

De 3 a 2 em 3 a 2 se chega à final? Para o Molico, sim…

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A terça-feira foi de rodada cheia na Superliga feminina. Uma das partidas foi o clássico paulista entre Pinheiros e Molico/Nestlé. Depois de perder os dois primeiros sets – com direito a ter levado cinco pontos seguidos e a virada no primeiro set após chegar aos 24 a 21 – o time de Osasco se recuperou e venceu as paulistanas por 3 sets a 2. Mais um tie-break para a conta das comandadas por Luizomar de Moura, que seguem em terceiro na classificação geral.

Divulgação

Molico comemora vitória de virada diante do Pinheiros

Diante do Pinheiros, no primeiro turno, o Molico também venceu no quinto set. E nesses dois jogos tudo bem, era esperado dificuldade. O Pinheiros não tem o elenco estrelado de Molico, Rexona ou Sesi, mas é uma equipe consistente e quem vem dando trabalho na Superliga e não ganhou a Copa do Brasil por acaso. O problema foi que o Molico venceu apenas no tie-break jogos considerados mais simples, como diante do Rio do Sul (9º na tabela) e São Caetano (8º na classificação).

Os pontos perdidos nesses jogos podem pesar? “Se for para chegar à final vencendo tudo por 3 a 2, não tem problema. Prevaleceu a união da equipe”, comentou a levantadora Dani Lins depois da partida da noite de terça-feira contra o Pinheiros. Ok, esses resultados não tiram o Molico dos playoffs ou nada disso, mas podem complicar para os cruzamentos no mata-mata. Ainda mais sabendo que nas últimas rodadas do returno terá pela frente Praia Clube, que aparece logo atrás do time na tabela, Sesi e Rexona, os primeiros colocados. Dá para segurar o terceiro lugar assim? Se o returno da Superliga acabasse hoje, o cruzamento seria Molico x Pinheiros, mais uma vez.

A vantagem é que o time voltou a jogar completo no returno. O Molico ficou um mês sem Dani Lins e Thaísa e outras partidas sem Carcaces, o que dificultou. Agora todo mundo está em condição de jogo para a reta final da Superliga.

Enquanto isso, Rexona segue invicto na liderança. Apesar de Bernardinho reclamar e dizer que a equipe ainda não está no nível esperado, em quadra as meninas dão conta do recado. A vítima mais recente foi o Brasília. Será que elas seguem invictas até o mata-mata?

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina | 20:48

Na Copa do Mundo não dá para escolher adversário

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A FIVB (Federação Internacional de Vôlei) divulgou nesta quarta-feira a tabela de jogos da Copa do Mundo, torneio que dá três vagas para as Olimpíadas de Londres e, por isso, é visto para homens e mulheres como o mais importante da temporada. E a seleção masculina teve uma pequena vantagem…

O time de Bernardinho estreia diante do Egito, um rival mais fraco. E geralmente é bom começar contra o mais fraco para acabar com ansiedade e ganhar um pouco de ritmo. Mas logo depois, eles já encaram os Estados Unidos. Já as mulheres estreiam diante das norte-americanas, algozes da equipe nos últimos torneio. Ou seja, o jeito será já começar com força máxima.

Entretanto, a Copa do Mundo é um torneio no qual não dá para escolher adversários ou ficar fazendo contas. Tem que entrar para ganhar todas as partidas. Todos jogam contra todos e no final, quem somar mais pontos fica com o título. Fórmula simples, sem segredos, mas que pode reservar algumas armadilhas.

Os pontos são corridos e, portanto, qualquer jogo é importante. E o Brasil tem mostrado nesta temporada que demora a engrenar de fato nas competições. Tudo bem, a Liga Mundial foi o primeiro torneio, ainda era início de trabalho, mas a seleção masculina foi devagar. No Sul-Americano, mesmo com toda a superioridade, fez jogos feios e sem concentração alguma. A Copa do Mundo não permite esses erros.

Já no feminino, o time pode até se empolgar, mas alguns resultados do ano não foram, digamos, reais. De novo, no Sul-Americano o Brasil sobrou, só que neste caso, sobrou com louvor e concentração, como já comentamos por aqui. A equipe deve ir bem de novo no Pan, já que terá a seleção principal contra times provavelmente desfalcados. Mas no Grand Prix, quando encarou as rivais de fato, conseguiu uma crescente com ótimos jogos, com destaque para Thaísa e Dani Lins e um 3 a 0 na Rússia, mas parou diante dos Estados Unidos na hora da decisão. Agora, na Copa do Mundo, já estreia diante das norte-americanas e com o desgaste de ter acabado de jogar o Pan.

E os rivais ao longo da Copa do Mundo serão os tradicionais de sempre. No masculino, Rússia, que foi mal no Europeu, ganhou o convite e acho que segue como potência. No feminino, Estados Unidos, Rússia e Itália, se jogar completa, são os destaques. Vamos ver quem carimba o passaporte para Londres!

P.s.: aproveitando… Cuba definiu o time para o Pan-Americano com o ponta Leon, o levantador Hierrezuelo, o oposto Hernandez e o líbero Gutierrez, todos que estavam no Mundial (informação de Daniel Bortoletto, do Lance!). Time forte e um bom desafio para a seleção de novos de Rubinho.

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terça-feira, 13 de setembro de 2011 Seleção masculina | 08:45

Brasil ganha ajuda de tabela favorável no Sul-Americano

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As seleções brasileiras feminina e masculina estão concentradas em Saquarema e se preparam para o Sul-Americano. Primeiro será a vez dos homens, de 19 a 25 de setembro em Cuibá. Dois dias depois da final masculina, as mulheres começam a disputa em Lima, no Peru.

Seleção maculina - Divulgação/FIVB

Seleção vai jogar o Sul-Americano em Cuiabá

E já que estamos às vésperas do torneio, vou fazer alguns posts essa semana sobre o Sul-Americano masculino. Para começar, a tabela de jogos.

As datas dos jogos haviam sido divulgadas na última semana e a foram confirmadas na segunda-feira. O Brasil começa a competição diante do Uruguai. Depois, encara Chile, Paraguai e Colômbia. E após folgar na sexta-feira, joga contra Venezuela e Argentina.

Veja o horário de todos os jogos do Sul-Americano

Nem precisamos falar que vencer o Sul-Americano é uma obrigação (esse será assunto do próximo post), mas a tabela bem que ajudou. “Não teremos nenhum confronto fácil, mas nossos adversários de mais tradição, a Venezuela e a Argentina, ficaram para as duas últimas rodadas. Isso é bom, pois possibilita que o time vá se ajustando e crescendo de produção jogo a jogo”, disse Bruninho (leia a reportagem completa com o levantador).

O jogador fez o discurso correto, de que é bom ter cuidado e respeito com os adversários, mesmo os mais fracos, mas que é bem melhor começar contra os mais frágeis e ganhar ritmo ao longo do torneio, isso não resta dúvida. O Brasil é o franco favorito no torneio e pode ganhar dos primeiros rivais com um time reserva, por exemplo.

O caminho da Argentina (acho que único time que pode realmente fazer frente ao Brasil depois do que mostrou na Liga Mundial com bons atacantes, como Conte e Pereyra, e um bom levantador, De Cecco) também tem alguma facilidade. Eles começam contra Chile, Colômbia e Uruguai para só então pegar a Venezuela. E se vencerem os venezuelanos, como é o esperado, farão o jogo contra o Brasil ter cara de final.  Aí teremos a velha rivalidade deixando o jogo mais interessante.

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