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Posts com a Tag Superliga

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Diversos | 12:31

Mais respeito, por favor

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Mais uma vez, o racismo aparece no cenário dos esportes. Recentemente diversos jogadores de futebol foram vítimas de preconceito. Quem não se lembra de Daniel Alves comendo uma banana em campo em resposta a quem o insultou das arquibancadas em um jogo do Barcelona? Ou de toda a repercussão no caso do goleiro Aranha, do Santos, em partida contra o Grêmio? Agora, o racismo voltou ao vôlei e a vítima foi Fabiana, central do Sesi e capitã da seleção brasileira.

A jogadora foi às redes sociais para contar o que aconteceu no jogo contra o Minas pela Superliga na noite de terça-feira. Segundo a atleta, um senhor que estava na arquibancada a chamou de macaca e disse coisas como “macaca quer banana” e “macaca joga banana”. Fabiana ainda afirmou que o torcedor foi retirado do ginásio mineiro e encaminhado à delegacia.

No post, a central também comentou que estava em dúvida sobre compartilhar ou não o fato. No final, optou por um desabafo e fez bem. Casos assim não devem ser escondidos ou passar sem ser percebidos. Já chega de vivermos com racismo ou qualquer forma de preconceito.

“Eu não preciso ser respeitada por ser bicampeã olímpica ou por títulos que conquistei, isso é besteira! Eu exijo respeito por ser Fabiana Marcelino Claudino, cidadã, um ser humano”, escreveu. É simples assim! Respeito ao ser humano, independente de cor, religião, sexo…

Veja o post na íntegra de Fabiana:

fabiana-racismo

 

 

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 Diversos, Superliga | 08:32

Nariz de palhaço e luto: Jogadores podem e devem cobrar respeito ao vôlei

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*atualizado dia 19/12, às 9h19

Primeiro foram os narizes de palhaço em jogos da Superliga. Na noite de terça-feira, as mulheres de Molico/Nestlé e Sesi jogaram com uma faixa de luto no braço. São protestos que cobram respeito ao nosso voleibol. E os jogadores podem e devem exigir todas as explicações depois que o relatório da Controladoria Geral da União, a CGU, apontou desvios de R$ 30 milhões por parte dos cartolas da CBV.

Fabiana e Ivna exibem faixa de luto nos braços. Sesi e Molico aderiram aos protestos na Superliga

Fabiana e Ivna exibem faixa de luto nos braços. Sesi e Molico aderiram aos protestos na Superliga

Superliga feminina: Sesi acaba com a invencibilidade do Molico e assume liderança

Passou-se o tempo que o jogador ficava calado e não emitia a sua opinião. E no vôlei, alguns jogadores já foram repreendidos por usarem as redes sociais para fazer críticas a sistema de pontuação, encerramento de times e assuntos relacionados às competições e à Confederação. Agora não tem essa. Eles estão organizados, protestam e têm todo o direito de saber o que se passa com o esporte. E nós também!

E mais: 

Atletas protestam na internet contra as irregularidades na CBV: ‘Não vamos nos calar’

Astros da seleção brasileira se manifestam após confirmação de corrupção na CBV

Nariz de palhaço nas vitórias do Taubaté sobre o Canoas e do Sesi diante do Sada Cruzeiro

Dói ver que a modalidade que crescemos acompanhando e que trouxe ouro atrás de ouro para o Brasil passe por isso. Nos últimos dias, foi uma notícia pior que a outra. Teve o relatório da CGU, o Banco do Brasil que suspendeu o patrocínio para a CBV e as trocas de farpas entre brasileiros e FIVB – que puniu Bernardinho, Mário Junior, Murilo e Bruninho por reclamações e suposta confusão no Mundial, enquanto a CBV respondeu dizendo que não sediaria mais as finais da Liga Mundial 2015.

Nem precisa falar que o nosso vôlei é quem perde com isso, e já vem perdendo há tempos. Os desvios indicados pela CGU são da gestão anterior, quando Ary Graça, atual presidente da FIVB, estava no comando da confederação nacional. Jogadores foram prejudicados, sem dúvida, já que foi noticiado que a verba desse caso seria de premiação das Olimpíadas. Mas quantas vezes escutamos que um time teve que fechar por falta de patrocínio nesses últimos anos? Será que esse dinheiro não poderia ter sido usado em um plano para ajudar as equipes?

Depois do relatório, a CBV soltou um comunicado oficial na quinta-feira (19), afirmando que todas as medidas sugeridas pela Controladoria Geral da União serão implementadas na entidade no prazo de 90 dias. Vamos esperar! E que os jogadores continuem com os protestos e tenham voz para cobrar respostas. O vôlei, os jogadores e os torcedores merecem respeito!

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014 Campeonato Italiano, Diversos, Superliga | 10:35

Festa de lá, situação complicada de cá

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Enquanto o vôlei brasileiro vive mais um momento conturbado, Bruninho é recebido com festa na Itália. O levantador chegou a Milão e encontrou a torcida uniformizada do Modena, seu novo time, no aeroporto. Os fãs carregavam faixa e gritavam o nome do jogador, dando boas vindas na volta para casa. Já por aqui, entra ano e sai ano, é sempre a mesma crise com falta de patrocinadores.

Bruninho foi mais um a deixar o antigo RJX. Com os problemas nas empresas de Eike Batista, o time carioca ficou sem seu patrocinador master e está com salário atrasados. No começo de dezembro, Leandro Vissotto conversou com o Mundo do Vôlei e comentou que iria para o quarto mês sem receber. Além do levantador, o central Maurício já havia deixado o clube e agora a lista aumenta, segundo jornais, com Thiago Sens.

Em sua página no Facebook, Bruninho comentou que havia recebido outras propostas, mas que ainda tinha esperanças de que a situação do time do Rio de Janeiro se resolvesse. Sem perspectiva, aceitou voltar ao Modena, equipe que defendeu em 2011. Naquela época, ele jogou na Itália apenas no recesso da Superliga. Agora, vai para ficar o restante da temporada.

“Jamais gostaria de deixar amigos, companheiros e uma torcida que nos apóia no meio de uma competição como a Superliga. Mas a situação se torna inevitável e, na nossa curta carreira de atletas, não podemos abrir mão dos nossos direitos como profissionais por praticamente uma temporada inteira”, escreveu.

Ele está errado? Não! É muito ruim ver por mais um ano o mesmo problema com os patrocinadores no vôlei e times se extinguindo ou quase isso. E se continuar assim, esses jogadores não serão os únicos a deixarem o Brasil. Que o cenário mude com o ano novo para termos por aqui festas como a de Bruninho lá na Itália…

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012 Diversos, olimpíadas, Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 12:54

Retrospectiva 2012: ano das Olímpíadas, da superação de ouro, de despedidas…

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O que 2012 deixa marcado para vocês? Para mim, foi o ano da superação da seleção feminina e do choro e das despedidas na seleção masculina. Ficou um gosto amargo daquele jogo final contra a Rússia… Foi também o ano do Sollys/Nestlé, que venceu todas as finais que disputou, e de José Roberto Guimarães, tricampeão olímpico.

Agora, para se despedir de 2012 depois de contar os planos dos jogadores para as festas de final de ano, preparei a nossa já tradicional retrospectiva, dessa vez em 12 fotos. Clique em cada uma delas para ler os textos e relembrar o que aconteceu nos últimos meses.

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 12:04

Técnico José Roberto Guimarães em ação

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Assistir a um jogo que pode ser considerado fácil e com pouco público tem as suas vantagens. Acompanhei da quadra a vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros aqui em São Paulo pela Superliga feminina 2012/2013. A torcida do time da casa não lotou o ginásio e fez pouco barulho. O Vôlei Amil venceu sem sustos, como era esperado, por 3 sets a 0. No entanto, o que chamou a minha atenção foi a atuação do técnico José Roberto Guimarães e também a movimentação das jogadoras. Foi possível escutar conversas, orientações, broncas e ver um pouco melhor como o tricampeão olímpico trabalha. Ele ajuda e muito a equipe, mas também provoca.

Felipe Christ/Amil

Zé Roberto conversa e gesticula o tempo todo para a equipe

Como é comum no vôlei, Zé Roberto acompanha o jogo o tempo todo de pé, bem ao lado da quadra. E enquanto o técnico do Pinheiros Wagão faz o estilo mais calado, daqueles que observa as jogadas e tenta incentivar o time em alguns momentos, o treinador de Campinas fala o tempo todo.

“Às vezes mais exaltado, às vezes menos, mas eu tento me comunicar sempre. As pessoas acham que eu sou calmo, que eu falo pouco, mas é exatamente ao contrário. Eu falo o tempo inteiro e tento jogar com elas o tempo inteiro”, explicou Zé Roberto após a partida. Veja alguns exemplos:

A cubana Daymi vai para o saque com o Vôlei Amil com vantagem no placar. Do banco, Zé Roberto grita: “Pode forçar, pode forçar. ‘Vambora'”. A ponteira solta o braço, o time consegue o contra-ataque e faz mais um ponto. O técnico vibra e elogia as suas comandadas no mesmo instante.

Em outro momento, toda a didática para falar com Pri Daroit, um dos destaques da partida. A ponteira recebe uma bola na entrada de rede e está marcada pelo bloqueio do Pinheiros. Sem muita força, ela tenta explorar, mas acaba jogando por cima da marcação e a bola vai fora. Ali, enquanto o time se rival de arruma para sacar, Zé Roberto chama Pri para uma rápida conversa.

“Quebra ela lá”, diz ele apontado para o lado e mostrando qual movimento a sua atacante deveria fazer com o punho para direcionar melhor a bola. “Você bateu ela reto de novo”, completou o técnico, sem alterar o tom de voz.

Na sequência, mais uma jogada para Pri Daroit, mais uma vez marcada pelo bloqueio. Agora, ela segue as orientações que acabou de receber, desvia a bola do bloqueio e pontua. Ela corre para o banco para abraçar o treinador com jeito de professor.

E assim foi a partida toda. “Falo para não abrir antes, moçada”, avisa Zé depois de ponto do Pinheiros em uma jogada de fundo. “Levantador atrás, levantador atrás”, alerta ele para as suas jogadoras que estão na rede. Vale também, mesmo com o jogo simples, reclamar com o juiz. Depois de uma bola marcada como dentro no ataque do Pinheiros, ele vai até a linha do fundo de quadra e fala: “Aí, não. Eu estou na mesma linha que você e vi muito bem. Isso não”.

Conseguir escutar as conversas também rendeu algumas risadas. No segundo set, o árbitro marca que a bola caiu, mas as jogadoras do Pinheiros seguem, como se nada tivesse acontecido. O juiz precisa apitar mais algumas vezes para elas pararem. Ele chama a capitã Andreia para uma rápida conversa. E a comandante da equipe em quadra explica: “Desculpa, acho que deu ‘tilte'”.

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 Diversos | 23:30

RJX mostra seu elenco, cumpre o esperado e leva 1º título

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Desde que foi lançado, com grande investimento e nomes de peso, o RJX é apontado com um dos favoritos nesta temporada. Na apresentação da Superliga 2011/2012, o discurso dos jogadores era unânime ao apontar o time carioca como candidato ao título. Depois de um começo devagar no final de 2011, o time estreia em 2012 com seu primeiro título e cumpre o esperado.

O pódio veio na noite desta quinta-feira na final do Campeonato Carioca. O torneio não é forte como o Paulista, por exemplo, e teve apenas o RJX e o Volta Redonda, os dois times na decisão, com elencos profissionais. Mas foi possível ver que nem sempre os selecionáveis da equipe são aqueles que resolvem…

Nem Dante, Théo, Lucão ou Marlon. O nome da final foi Lipe. Com 20 pontos, ele foi o cara de segurança, papel que já desempenhou em outros jogos do RJX. O entrosamento com Marlon, que distribuiu bem o jogo por sinal, depois de atuarem juntos no Minas tem ajudado e o ponteiro está em ótima fase.

Já Dante, ainda com as dores no joelho direito que o atormentaram em 2011, pouco atacou, mas ajudou no passe. Théo nem jogou e deu lugar a Paulo Victor, um oposto forte e promissor. No meio, Lucão fez a sua parte, mas Ualas, o outro central, também tem tido boas atuações no elenco. E Alan, apenas reserva na seleção, fez defesas, peixinhos e colocou a boal na mão de Marlon.

O título carioca pode não ser o mais importante da temporada já que o campeonato só tinha duas equipes, mas é bom começo. E mostra que nem só de estrelas se vive uma equipe (lembram do Pinheiros/Sky, não?). Porém, a decisão desta quinta-feira, vale lembrar, não foi o jogo perfeito do RJX. O time perdeu o primeiro set, quase caiu também no terceiro, mas deu um passeio na quarta e última parcial, saindo de um 8 a 7 para impor larga vantagem e fechar com facilidade em 25 a 17.

O RJX fez o que era esperado e venceu seu primeiro torneio oficial. Agora vamos ver o que o time consegue no campeonato que vale de verdade, a Superliga. Por coincidência, foi justamente diante do Volta Redonda que a equipe conseguiu a primeira vitória, na terceira rodada, e, depois disso, não perdeu mais (relembre como foi a partida, que começou com três horas de atraso). O objetivo do RJX é chegar à final. Pelo que tem apresentado até agora, o novato já tem time para isso?

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Superliga | 21:59

Sollys/Osasco cumpre o esperado e contrata Hooker

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Em meados do maio, comentei aqui no blog que o Sollys/Osasco iria buscar reforços fora do Brasil para a próxima temporada. Nesta quinta-feira, meses depois, o clube confirmou a contratação da norte-americana Destinee Hooker por um ano. A melhor jogadora do Grand Prix 2011 chega ao time depois da Copa do Mundo, que será disputada no final do ano, no Japão.

Destinee Hooker - Divulgação/FIVB

Destinee Hooker vibra na final do Grand Prix

Hooker tem 23 anos e é da nova geração dos Estados Unidos e tem um estilo de cubana, daquelas que salta muito e solta o braço no ataque e no saque. Ela já deu muito trabalho ao Brasil e foi a maior pontuadora do jogo final do Grand Prix deste ano, nos 3 a 0 sobre a seleção (detalhes no post anterior). Agora, será a oposta e jogadora de segurança do Sollys/Osasco.

Por um lado, Hooker pode assumir o lugar deixado por Natália, que jogará o Unilever. Mas ela também pode encontrar a concorrência de Tandara, que já havia sido contratada para ser a nova oposta da equipe e deve estrear nos próximos jogos do Campeonato Paulista. E agora? Qual a melhor opção para Luizomar?

Tandara joga melhor como oposta, mas pode ser colocada na ponta e voltar ao papel que teve no Vôlei Futuro na temporada passada. Hooker deve ficar com a vaga porque ela é a típica jogadora de segurança. É alta, leve, salta bastante e tem um belo ataque.

Foi uma contratação e tanto para o Sollys/Osasco!

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segunda-feira, 25 de julho de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 08:30

Longe dos times, a solução é pedir uma equipe "emprestada"

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Leandro Vissotto/CBV

Enquanto não se apresenta ao Cuneo e à seleção, Vissotto treinará com o RJX

Para a seleção brasileira masculina e na Europa, é período de férias. Para os jogadores, é o momento de voltar aos seus times, conhecer os novos companheiros e começar os trabalhos para a temporada. E se o seu time é um desses europeus e você não quer ficar parado? Simples, peça um time “emprestado”.

O RJX, nova equipe carioca e tema do último post, é esse tal “time emprestado”. Leandro Vissotto e João Paulo Bravo, que só chegam ao italiano Cuneo e ao turco Arkas Spor no final de setembro, vão treinar com os novos cariocas até se reapresentarem à seleção, em agosto. Eles jogam o Sul-Americano e, depois, seguem para o exterior.

A prática pode ser positiva, já que eles não ficam parados e ainda seguem bem entrosados com os companheiros da equipe nacional (Marlon, Dante, Théo e Lucão, do RJX). E em uma equipe gabaritada não se corre o risco de uma lesão ou algum problema de um treino mais individualizado, digamos assim. No feminino, Mara e Ju Perdigão, novatas do Unilever, jogam o juvenil carioca com o Fluminense também para manter a forma. Boa ideia desses jogadores!

E quando há excesso de competição?

Sheilla e Dani Lins/CBV

Sheilla e Dani Lins - desfalque do Unilever e do novato Sesi por conta da seleção

Se neste começo de temporada os jogadores estão com folga e tempo, o segundo semestre não deve ser assim. As competições com as seleções brasileiras recomeçam em agosto e vão até novembro, passando por torneios como Sul-Americano, Pan e Copa do Mundo.

Nesses casos, como ficam os clubes, sem suas principais estrelas? A Unilever por exemplo, no começo do mês, decidiu não jogar o Sul-Americano de clubes (que vale vaga para o Mundial) e também depois o Mundial, porque terá Sheilla, Mari, Natália e companhia na seleção e não terá a sua força máxima (leia a nota oficial publicada pelo time carioca). Por conta de calendário, a CBV não vai liberar as jogadoras.

Alguns já comentaram sobre isso por aqui e concordo com eles em alguns pontos. É o time quem paga os salários e não pode contar com os jogadores, ou seja, sai prejudicado. Mas por outro lado, se a seleção não convocar os atletas e disputar os torneios, como vai, por exemplo, conhecer e dar experiência aos novatos para fazer uma renovação?

É um assunto delicado. O calendário poderia ajudar e os testes com a seleção poderiam ser feitos em períodos que não prejudicasse os times, por exemplo. Mas a seleção também não deve deixar de ser servida porque além de sonho de 10 entre 10 jogadores, é uma grande vitrine para o vôlei nacional, para alavancar cada vez mais o esporte, conseguir patrocinadores, atrair atletas aos nossos torneios…

Agora, o jeito é usar os “time emprestado” do começo do post. Depois, esperar bons resultados e a vaga olímpica com as seleções. Para enfim, ver todo mundo forte aqui no Brasil de novo na Superliga.

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 Superliga | 17:57

Sollys/Osasco terá duas estrangeiras na temporada

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O Sollys/Osasco terá gente nova na temporada 2011/2012. De acordo com o Terceiro Set, programa parceiro aqui do blog e que participo toda semana, o time ainda tem duas vagas e negocia com quatro estrangeiras: as norte-americanas Logan Tom, Metcalf e Hooker e a cubana naturalizada italiana Aguero. Bons nomes, não?

Nos últimos encontros entre Brasil e Estados Unidos, Hooker, que faz parte da nova geração da seleção americana, deu bastante trabalho à defesa nacional. Já Aguero foi um dos grande nomes da equipe italiana nos últimos anos e faz falta ao time quando ficou fora. Quem vier para o Sollys/Osasco ajudará, sem dúvida!

O Terceiro Set ainda fala da volta de Fernada Venturini e das expectativas de Gustavo e Giba no Cimed/Sky na próxima temporada. Para ouvir, clique aqui.

No mercado masculino, a boa notícia na semana é para os torcedores do Montes Claros. O time segue por mais uma temporada e já renovou com o ponteiro Denílson. Isso é bom para o vôlei em geral. Mesmo que não consiga uma equipe tão forte como nas últimas temporadas, o Montes Claros, nesses dois anos, conquistou a torcida de uma maneira surpreendente e seria muito ruim ver a equipe acabar. Que eles cheguem competitivos a temporada 2011/2012!

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terça-feira, 17 de maio de 2011 Superliga | 12:40

Mais uma volta de Fernanda Venturini

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*atualizado às 16h45

Na segunda-feira Bernardinho desconversou e disse que ainda não estava nada definido para a volta de Fernanda Venturini às quadras (leia mais). Na manhã desta terça, entretanto, o Unilever anunciou a contratação da veterana levantadora para a temporada 2011/2012 (leia mais).

Fernanda Venturini e seu novo uniforme

Fernanda Venturini e seu novo uniforme

Aos 40 anos e depois de algumas idas e vindas, Venturini está de volta às quadras. Ela estava parada desde 2007, depois de defender o Murcia, da Espanha (relembre as aposentadorias da veterana). E agora? Estará em forma para jogar mais uma vez no alto nível?

Técnica ela tem, sem dúvida. Não será questionado o seu toque de bola e o seu talento em comandar um time. E boas atacantes para trabalhar ela terá com uma rede com Sheilla, Mari, Natália, Valeksinha e Juciely. Pelas fotos da apresentação ao Unilever, Fernanda está com o corpo em forma, pelo menos.

Resta saber como será o fôlego dela em quadra. Sabemos o que passe não será o forte do Unilever, como o próprio Bernardinho já disse, e até por esse motivo que o time optou por uma levantadora experiente e que resolve mesmo com aquelas bolas “quadradas”. Só que para isso, ela terá que correr,  se deslocar na quadra. Se os quatro anos longe do vôlei não prejudicaram a resistência e o fôlego, ela tem chances de dar certo.

Mercado dos homens
Conversei nesta terça-feira com o Vini, ex-Sesi. Foi a primeira entrevista dele como atleta do Vôlei Futuro. Vini disse que trocou de time para buscar mais espaço porque a concorrência na equipe de São Paulo com o recém-contratado Rodrigão e com Sidão seria complicada (leia a entrevista completa).

Ele tem a sua razão. Pode ter deixado um time campeão, mas está buscando o seu espaço e a sua vaga de titular toda a temporada. Que ele se dê bem o levantador Ricardinho porque, como é um central baixo, com menos de 2,00m, precisa de um ótimo tempo de bola para bater com velocidade.

E aí, o que vocês estão achando do mercado? Venturini foi a melhor opção ao Unilever? E Vini, fez uma boa troca? Deixem seus comentários!

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