Publicidade

Posts com a Tag Sul-Americano

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Diversos | 13:25

Carnaval de folia e vice no Sul-Americano masculino

Compartilhe: Twitter

Desfiles das escolas de samba na Sapucaí, bloco em Salvador ou sombra e água fresca? Astros do vôlei aproveitaram tudo isso nos dias de folga da Superliga e de folia. Mas também foram para a quadra. Na Argentina, no domingo, o Sada Cruzeiro acabou com o vice no Sul-Americano e o Funvic/Taubaté ficou em quarto lugar na competição. Veja o que os jogadores aprontaram na galeria: 

De volta as quadras, o UPCN foi a pedra do sapato dos brasileiros no Sul-Americano. Jogando em casa, os argentinos passaram pelo Funvic/Taubaté na semifinal e repetiram a decisão diante do Sada Cruzeiro. Nas edições de 2012 e 2014, o time mineiro ficou com o título. Agora, os argentinos venceram os dois primeiros sets e o Sada Cruzeiro se recuperou e empatou. E no tie-break decidido no 16 a 14, o título ficou com o UPCN. Com o ouro, a equipe garante vaga no Mundial de Clubes.

Leia mais: Sada Cruzeiro é derrotado na final e fica com o vice-campeonato sul-americano

Funvic/Taubaté acaba em quarto no Sul-Americano

O Sada Cruzeiro ajudou a compor a seleção do campeonato. Wallace foi escolhido o oposto, Leal foi um dos ponteiros e Serginho, o líbero. O melhor jogador do sul-americano foi o búlgaro Nikolay Uchikov.

Já o Funvic/Taubaté tropeçou. Depois de cair na semifinal, levou 3 a 1 do Lomas de Zamora, também da Argentina, e ficou fora do pódio. Resta aos brasileiros voltar as atenções para a Superliga.

Autor: Tags: , , ,

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 Diversos | 09:28

Bloqueios de um lado, bloqueios do outro e título sul-americano para o Rexona

Compartilhe: Twitter

O Rexona-Ades faturou o bicampeonato sul-americano no domingo depois de passar por 3 sets a 1 pelo Molico/Nestlé em Osasco, na casa das rivais. E se durante o campeonato inteiro as equipes brasileiras, claramente as melhores da competição, tiveram que treinar a concentração para levar a sério jogos fáceis (veja post anterior), na final a concentração pesou mais uma vez. Só que diante de um adversário de alto nível, perder o foco significa derrota.

Leia mais: Rexona-Ades vence Sul-Americano pela segunda vez

Márcio Rodrigues/MPIX

Fofão levanta o troféu de campeão sul-americano para o Rexona-Ades

O primeiro set foi uma aula de bloqueio do Molico, que marcou sete pontos no fundamento, três em sequência nos últimos pontos da parcial. Para facilitar, o Rexona deu 10 pontos em erros. Diante da torcida, seria um jogo fácil para o Molico? Não, não…

As outras parciais começaram equilibradas, mas o Molico começou a errar mais, enquanto o Rexona aproveitava os contra-ataques e crescia na partida. Destaque para Juciely, maior pontuadora com 17 acertos. O time do Rio de Janeiro cresceu e fechou os dois sets seguintes.

No quarto, devolveu o jogo da primeira parcial. Se no começo o Molico foi quem bloqueou, agora foi a vez do Rexona. Logo no começo, Natália fez uma ótima passagem pelo saque, começando no 5 a 2 e só saindo no 12 a 2. Durante esse tempo, quem dominou o bloqueio foi a central Carol. E com a jogadora na rede, o time de Bernardinho chegou a 14 a 4. Depois de nove pontos no bloqueio, o Rexona liquidou a partida e faturou o Sul-Americano.

“Não mantivemos a concentração que apresentamos no primeiro set”, resumiu a líbero do lado de Osasco Camila Brait. Pois é, e neste momento, a falta de concentração pesou. Enquanto o Rexona soube se recuperar ao longo do jogo, o Molico passou a errar e não teve tempo de se reencontrar. Melhor para as cariocas, campeãs e classificadas para o Mundial de Clubes.

Autor: Tags: , , , , ,

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Diversos | 11:29

Treino para concentração no Sul-Americano feminino

Compartilhe: Twitter
Roberta arma jogada para o Rexona. Bernardinho aproveita o Sul-Americano para testar formações da equipe carioca

Roberta arma jogada para o Rexona. Bernardinho aproveita o Sul-Americano para testar formações da equipe carioca

Rexona Ades e Molico/Nestlé estão passeando no Sul-Americano de clubes que está sendo disputado em Osasco nesta semana. Até agora, o único susto foi no primeiro set do primeiro jogo das cariocas, diante do Aragua. O time da Venezuela abriu 4 a 0 logo de cara, mas em pouco tempo levou a virada em 5 a 4. Ainda assim, é a equipe mais marcou diante dos times brasileiros em um set na competição (nesse jogo contra o Rexona, perdeu a primeira parcial por 25 a 17).

Leia mais: Rexona-Ades e Molico/Nestlé estreiam com vitórias fáceis no Sul-Americano feminino

Rexona-Ades e Molico/Nestlé avançam às semifinais do Sul-Americano feminino

Os números comprovam a facilidade das partidas para Rexona e Molico. Foram dois 3 a 0 para cada um, com direitos a parciais de 25 a 4 e 25 a 5 até 25 a 12. E partidas desse jeito têm suas vantagens de desvantagens. Enquanto é possível testar as formações e variar as jogadoras em quadra, esses duelos são um treino de concentração.

“É difícil manter a concentração sabendo que não precisamos fazer muito esforço para ganhar”, comentou Mari, titular do Molico. E em quadra é exatamente isso. É claro que cariocas e paulistas são superiores às rivais que enfrentaram até agora e, nesse caso, a dificuldade é se manter ligado na partida, levando aquilo a sério do começo ao fim. De volta aos números, as meninas estão fazendo bem esse papel. Ao levar os jogos a sério é que saem todas essas lavadas no placar.

Thaísa marcou oito aces no segundo jogo do Molico no Sul-Americano. Luizomar mexer no time em um jogo e usou titulares no outro

Thaísa marcou oito aces no 2º jogo do Molico. Luizomar mexer no time em um jogo e usou titulares no outro

Quem se beneficia são as jogadoras do banco. Tanto Rexona quando Molico mexeram no time e já colocaram quase todo mundo para jogar. Mesmo com adversários mais fracos, isso ajuda a dar ritmo de jogo e entrosa as atletas. Também dá para testar e se destacar alguns fundamentos. Thaísa chamou a atenção no saque na vitória do Molico sobre o Boston College, do Chile. No segundo set, ela foi para o serviço com 6 a 3 no placar e só saiu de lá no 18 a 3. Na parcial seguinte, começou no 8 a 5 e ficou até o 17 a 5. A fraca recepção rival ajuda, mas é bom para testar e ajustar o saque também passar tantos pontos na função.

As duas equipes brasileiras estão na semifinal e a expectativa é pelo confronto direto no Sul-Americano. O vencedor do torneio tem vaga para o Mundial de Clubes

Autor: Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:01

Troco da Superliga e um campeão diferente para a Copa Brasil

Compartilhe: Twitter
Lipe ataca para Taubaté na semifinal da Copa do Brasil diante do Cruzeiro

Lipe ataca para Taubaté na semifinal da Copa do Brasil diante do Cruzeiro

*atualizado

Estão definidos os finalistas da Copa Brasil masculina. Em casa, o Brasil Kirin passou pelo Minas T.C. por 3 sets a 1 e, na sequência, Taubaté Funvic passou pelo Sada Cruzeiro pelo placar. A segunda semifinal foi um troco da recente derrota dos paulistas na Superliga.

Na Superliga, no começo do mês, o Taubaté caminhava para vencer o Sada em casa. Entretanto, levou a virada dos mineiros e acabou derrotado por 3 a 2. Agora, venceu os dois primeiros sets por 26 a 24 e perdeu o terceiro por 25 a 17, mas voltou para liquidar a partida na parcial seguinte, com 25 a 23.

E jogo entre esses dois times é sinônimo de ótimos saques. Dessa vez, o serviço cruzeirense não funcionou muito bem. Já o Taubaté conta com jogadores como Lipe, que vem fazendo estragos com o saque potente, e Sidão. O central fez um ace no começo e outro no final do primeiro set, o levantador Rapha também fez o seu… E como sabemos, bom saque ajuda o bloqueio. Taubaté fechou os dois primeiros sets neste fundamento. E no quarto set, abriu cinco pontos no placar com saque, agora na passagem de Lorena.

Agora, a Copa Brasil terá um outro campeão, já que o Sada, dono do título ficou pelo caminho. Quem faturar o título garante vaga para o Sul-Americano, que será disputado em San Juan, na Argentina, entre os dias 9 e 15 de fevereiro.

P.s.: em tempo, o Taubaté venceu o Brasil Kirin na final por 3 sets a 0 no final de semana e ficou como o título! 

Autor: Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 Diversos, Superliga | 10:19

Vitórias de opostos no vôlei brasileiro

Compartilhe: Twitter

Sada Cruzeiro conquistou o bicampeonato no Sul-Americano no final de semana. Pela Superliga, o RJ Vôlei se superou e venceu o Sesi na casa do rival. O que esses jogos têm em comum? A situação das duas equipes vencedoras mostra lados opostos de uma mesma moeda: o patrocínio no vôlei brasileiro.

Leia mais: Sada vira para cima de argentinos e fatura o Sul-Americano

Sada Cruzeiro é campeão sul-americano

Sada Cruzeiro é campeão sul-americano

O time mineiro segue com números de dar inveja. Além de liderar a Superliga, o ouro continental foi o 11º título deles nos últimos quatro anos, depois de chegado a 14 finais. E nesse tempo, eles batem na mesma tecla, de que é preciso manter a base e seguir com o investimento. Os resultados estão aí para provar que essa é uma fórmula de sucesso. O time é quase o mesmo das temporadas anteriores com William, Wallace, Serginho e companhia e o patrocinador segue firme e forte, dando esperança que o clube seguirá no mercado.

Na outra ponta está o RJ Vôlei. O time é o atual campeão brasileiro depois de ver vencido justamente o Sada Cruzeiro na final da Superliga 2012/2013. Depois de ter perdido nomes importantes, como Lucão, um dos destaques daquela final e da temporada passada, montou um novo time de ponta com Leandro Vissotto, Thiago Alves e outros nomes e começou bem o torneio nacional. Até que acabou o patrocínio da OGX, jogadores ficaram sem salários e seis atletas deixaram o elenco. Quem ficou tenta sobreviver na Superliga e, graças aos pontos lá do começo da temporada, vai levar o time aos playoffs.

Mesmo com apenas nove jogadores e tendo que contar com ponteiro Rodriguinho, de 17 anos, para decidir, a equipe carioca encarou o Sesi, apontado ao lado do Sada como favorito ao título, e arrancou um 3 sets a 2 no placar. Vitória para dar um respiro.

É muito ruim ver em um mesmo torneio situações tão dispares. Enquanto tem gente que se investindo, mantendo times de ponta como Sada Cruzeiro, Minas, Sesi e outros exemplos, ainda tem aqueles que vivem aos trancos e barrancos para ao menos acabar a temporada porque perdeu um patrocinador no meio do caminho.

Autor: Tags: , , ,

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014 Diversos, Superliga | 10:42

Sesi é campeão sul-americano. Agora o time embala de vez?

Compartilhe: Twitter

O Sesi venceu o Molico/Nestlé na noite de domingo e faturou o título do Sul-Americano de vôlei feminino e a vaga para o Mundial de Clubes. Foi o primeiro título de expressão do time, criado em 2011. Será que agora a equipe de Talmo de Oliveira embala de vez?

Desde que começou, o Sesi conta com bom elenco, mas não tinha conseguido engrenar. Fez contratações de peso como Dani Lins e Fabiana e nesta temporada ainda levou Pri Daroit, que foi bem na Superliga passada no Vôlei Amil e teve vaga na seleção brasileira. Mesmo assim, na hora da decisão, o time não virava, digamos assim. Parece que em 2014 o cenário mudou.

Siga também o Mundo do Vôlei no Twitter

Se em dezembro a equipe paulistana somou três derrotas, não perdeu nenhum jogo da Superliga desde janeiro. Também chegou à final da Copa do Brasil e perdeu por 3 a 1 para o Molico/Nestlé. Deu o troco com os 3 a 0 deste domingo.

Divulgação

Sesi leva o ouro no Sul-Americano

E na final do torneio, destaque para Fabiana. Ela comandou o time,  foi eleita MVP do Sul-Americano e disse estar feliz porque se cobra muito e sabia há tempos não era a jogadora que estamos acostumados. Sim, desde que foi para o Sesi, a central não era aquela velha conhecida da seleção e muitas vezes passava apagada no ataque, mesmo atuando com Dani Lins, por exemplo. O time agradece se ela mantiver a regularidade a partir de agora.

Ainda sobre a decisão, o saque do Sesi ajudou e o Molico não conseguiu encaixar o bloqueio, como reconheceu Luizomar de Moura depois do jogo. Destaque também para Ivna, que além do serviço, virou bolas importantes no terceiro set, vencido com mais facilidade pelo Sesi (placar foi 25/21, 25/21 e 25/16).

Molico e Sesi dominam prêmio individuais no Sul-Americano. Veja relação

O Sesi, que até agora só tinha uma Copa São Paulo no currículo, é campeão continental e vai ao Mundial de Clubes, que será disputado de 6 a 11 de maio na Suíça. Até lá, é manter o embalo na Superliga.

Falando no torneio nacional, o Molico segue na liderança e continua o único invicto, apesar de ter perdido um set nos últimos jogos, contra São Caetano, Rio do Sul e Minas. Ainda assim, é a equipe a ser batida e não deve ser ignorada por um dia ruim no Sul-Americano.

E agora, o que virá por aí? Fico na torcida para que cada vez mais times embalem e animem a disputa da Superliga!

Autor: Tags: , , , , ,

segunda-feira, 23 de setembro de 2013 Sem categoria | 13:06

Sul-Americano: das reclamações ao final já esperado

Compartilhe: Twitter

A seleção brasileira feminina de vôlei encerrou o Sul-Americano no final de semana. E se o torneio começou com reclamação das jogadoras por causa da viagem de classe econômica ao Peru, terminou da forma mais esperada possível: com título e vagas para Mundial 2014 e para a Copa dos Campeões, em novembro.

Sobre o torneio nem há tanto o que dizer. Todo mundo sabia da superioridade do Brasil em quadra. A única seleção que fez 20 pontos em dois sets sobre o time de José Roberto Guimarães foi a Venezuela. Teve jogo com parcial de 25 a 4, como a estreia contra o Chile, ou 25 a 8, como a última partida, diante das peruanas. A vantagem é que todo mundo jogou. Fabíola voltou ao elenco depois de pedir para se afastar nas finais do Grand Prix. Já Natália não jogava pela seleção desde as Olimpíadas de Londres e ainda teve que cumprir suspensão em caso de doping. No Sul-Americano, mesmo contra rivais bem mais fracos, todo mundo foi para quadra.

A competição chamou mesmo a atenção longe da bola. Na viagem de ida, as brasileiras reclamaram do voo em classe econômica. Isso porque foi prometido pela CBV que as viagens seriam de executiva para as campeãs olímpicas após o primeiro ouro, em Pequim. O acordo seguia muito bem, até ser quebrado no Sul-Americano.

Sheilla, Thaísa e Fabiana protestaram nas redes sociais e mostraram fotos apertadas nas poltronas do avião. A CBV respondeu: “A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) esclarece que o acordo que concede às atletas campeãs olímpicas e mundiais o direito de viajarem em classe executiva se aplica somente a voos intercontinentais. Em outras ocasiões, este benefício foi oferecido em deslocamentos da seleção brasileira dentro da América do Sul, mas em caráter excepcional.”

O lado bom disso é que jogadores não têm medo de falar o que pensam. E se os atletas não protestarem, nada de errado será colocado às claras. E no final, valeu o profissionalismo. Sheilla, por exemplo, conversou com diversos seguidores no Twitter. Um deles sugeriu que elas não embarcasse. A resposta foi simples: “Respeitamos o nosso país e nosso esporte!”. As jogadoras da seleção foram ao Peru, tiveram seriedade e ganharam o título e as vagas nas competições.

P.s.: Galera, o blog segue com problemas. Muitas vezes está bastante instável e agora, por exemplo, não é possível colocar fotos. Já pedi ajuda ao pessoal de tecnologia e espero que logo tudo volte ao normal!

Autor: Tags:

terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos | 09:25

Sul-Americano masculino x feminino e as vagas no Mundial

Compartilhe: Twitter

Aos poucos, as vagas para o Mundial de Clubes estão sendo preenchidas. No final de semana, o UPCN, da Argentina, faturou o Sul-Americano e assegurou o seu lugar. Isso não quer dizer que, apesar do tropeço em casa do Vivo/Minas na final e do RJX ter caído na semi e ficado com bronze, os brasileiros estejam fora do Mundial. Dois times serão convidados pela organização. No feminino, o país vai ao torneio com a Unilever. Pois bem, encerrado o Sul-Americano fica mais uma vez visível o abismo entre homens e mulheres por aqui e também me reascende uma dúvida: por que o Mundial masculino é diferente do feminino?

Se no feminino a Unilever deu um passeio para ficar com o título, no masculino os brasileiros não foram o que a torcida esperava. As equipes da Argentina eram as que poderiam dar trabalho. E na final, o UPCN soube se virar nos momentos chaves e aplicou 3 a 0 no Vivo/Minas em pelo BH. Se os mineiros não tiveram Filip ou Lucarelli inspirados, os argentinos tinham Evandro e companhia para liquidar a partida.

E começa ano, termina ano é esse o cenário. Enquanto o Brasil reina soberano no vôlei sul-americano feminino, o masculino está um pouco mais parelho. Falta investimento entre as mulheres nos outros países? Seria bom alguma ajuda ou incentivo para que houvesse um equilíbrio maior para elas também… Se nada for feito, podemos ver outros 25 a 3 como fez a Unilever.

Agora, é esperar pelo Mundial de Clubes. E de novo estão as diferenças entre homens e mulheres, mas em outros aspectos. O torneio feminino, por exemplo, contará com seis equipes e só a Unilever representará o Brasil. Cadê o Sollys/Nestlé? Ok, o time perdeu a Superliga, mas é o atual campeão mundial e acho que, por isso, mereceria a vaga.

Já o masculino devem ser oito equipes e o Trentino, atual campeão, está na lista e, segundo um texto da FIVB do final de abril, vai participar do torneio justamente porque é detentor do título. Se o critério vale aqui, por que não chamar o Sollys?

Além disso, o Brasil será sede da competição dos homens e levará dois participantes que serão escolhidos pela organização. Aí o assunto volta ao Sul-Americano. Depois ficar com o bronze, RJX merece a vaga por ser o campeão brasileiro? A competição deve acontecer em Belo Horizonte. Com isso, o Sada Cruzeiro, vice brasileiro e que nem jogou a competição continental, deve ser um dos escolhidos?

Os Mundiais masculino e feminino serão em outubro, no Brasil e na Suíça, respectivamente. Vamos esperar para ver quem recebe o convite para a disputa de um lado e se a Unilever, encarando rivais mais complicados, repete a sua supremacia do outro.

Autor: Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 10 de setembro de 2012 Diversos | 09:47

Campeões sul-americanos

Compartilhe: Twitter
Sada/Cruzeiro

Sada/Cruzeiro é campeão sul-americano no Chile

*atualizado

O torneios Sul-Americanos de vôlei acabaram com brasileiros campeões entre homens e mulheres. Depois de o Sollys/Nestlé faturar o título em casa sem muitos problemas no meio da semana, o Sada/Cruzeiro bateu o argentino UPCN por 3 sets a 1 no Chile e faturou o troféu no masculino na noite de domingo.

Como era esperado, o time da Argentina seria o que daria mais trabalho aos brasileiros no torneio. Na primeira fase, o Sada fez 3 a 0. Agora, precisou de três horas em quadra para liquidar a partida. E a equipe ainda teve que virar e salvar três set points para vencer o quarto set, com uma bola no chão de Filipe.

Veja os detalhes da vitória do Sada/Cruzeiro na final

Além de ter que encarar o frio, como todos os jogadores comentaram ao longo da semana no Twitter, valeu para ganhar ritmo e tomar forma para a temporada. O título também deu a vaga ao Sada/Cruzeiro para o Mundial de Clubes e lá sim a coisa vai pegar, principalmente contra os representantes da Europa.

O Sada/Cruzeiro enfrentará na primeira fase Tigres, do México, e  Al-Rayyan, do Catar, que ganhou o reforço do medalhista olímpico Rodrigão.  De for bem, encara o italiano Trentino, atual tricampeão, já classificado para as semifinais. E além do Trentino, o russo Zenit Kazan, que está na outra chave, será o outra potência em quadra.

No feminino, o Sollys/Nestlé venceu mais uma vez o torneio regional. Foi o primeiro título de Sheilla e Fê Garay na equipe, mas elas ainda não precisaram mostrar tudo o que sabem em quadra. O jogo da noite de quarta-feira, por exemplo, diante do Vôlei Amil pelo Campeonato Paulista, deve ser um bom teste.

Lá no Mundial, vale ficar atento ao turco Fenerbahce, de Paula Pequeno e Mari, e também ao Rabita Baku, do Azerbaijão, que entrou por convite, mas pode dar trabalho.

Autor: Tags: , , , ,

quinta-feira, 6 de setembro de 2012 Diversos | 10:52

Sada passa frio de manhã e vence à noite no Sul-Americano

Compartilhe: Twitter

O Sada/Cruzeiro, atual campeão da Superliga, estreou na noite de quarta-feira no Campeonato Sul-Americano. Para os jogadores do time mineiro, encarar o frio desde que eles desembarcaram na cidade de Linhares, no Chile, deve ter sido mais complicado que o primeiro jogo.

A equipe brasileira venceu o Carmelo Rowing, do Uruguai, com facilidade por 3 sets a 0 (25/9, 25/9 e 25/12), mas teve que entrar em quadra de mangas compridas depois de já ter ido treinar com agasalho da cabeça aos pés na parte da manhã.

“É sempre muito ruim jogar no frio, acho que a bola cai mais rápido. Percebemos isso nos treinos e no jogo. Acho que isso é o que muda por jogar com temperatura mais baixa”, disse Wallace, oposto da seleção brasileira prata em Londres e do Sada/Cruzeiro ao Mundo do Vôlei após a estreia.

O frio é assunto dos jogadores do time no Twitter. Além de fotos bastante agasalhados (veja na galeria abaixo), eles comentaram que a temperatura fica na casa dos 10º . “É meio complicado, mas está dando para aguentar. De manhã é pior, muito frio, mas durante a tarde melhora um pouco”, completou Wallace ao blog. Pelo menos os jogos não são logo cedo..

O Sada/Cruzeiro joga mais uma vez nesta quinta-feira, contra o Deportivo Colon, do Paraguai, em mais uma partida que não deve representar problemas. O jogo duro deve ser o de sexta-feira, contra os argentinos do UPCN. As semifinais do Sul-Americano serão no sábado e a final, no domingo. O campeão garante vaga no Mundial de Clubes.

Autor: Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última