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Posts com a Tag Sollys/Osasco

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 Superliga | 10:22

Líderes fazem a lição de casa na Superliga feminina

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As equipes com as melhores colocação na Superliga feminina fizeram a sua parte na terceira rodada do returno. Diante de adversários teoricamente mais fáceis, Unilever, Vôlei Futuro, Sollys/Osasco e Usiminas/Minas venceram. Desses, só o time de Osasco teve vida realmente fácil. Para os outros, 3 a 0 ou 3 a 2 significaram equilíbrio.

Fernanda Venturini - Daniel Ramalho/adorofoto

Venturini, que havia sofrido um acidente de carro com Bernardinho na manhã de terça, jogou contra Mackenzie

Unilever e Vôlei Futuro venceram em sets diretos. E quem advinha o que ainda é um problema para a equipe carioca? Sim, mais uma vez o passe. E sim, ter Fernanda Venturini no levantamento ajuda. O time de Bernardinho bateu o Mackenzie/Cia do Terno, sétimo colocado, e segue na liderança isolada, mas as parciais tiveram placares até que apertados (25/21, 25/20 e 25/20).

Placar apertado para o outro 3 sets a 0 de um dos líderes. O vice Vôlei Futuro só venceu a primeira parcial para cima do BMG/São Bernardo por 32 a 30. Depois, mesmo cometendo erros, fechou o jogo em casa com um pouco de folga no marcador (25 a 17 e 25 a 19).

Já o Sollys/Nestlé se aproveitou do novato Rio do Sul e, aí sim, venceu por 3 a 0 com tranquilidade (25/21, 25/19 e 25/13). E o time de Osasco aproveita os jogos mais simples para recuperar o ritmo de Fabíola e contar com Hooker. A levantadora voltou depois de lesão no joelho e a oposto, grande contratação da temporada, começa a mostrar seu jogo mais solto e sua potência. Será que ela já é uma ameaça a Tandara? De qualquer maneira, é melhor ter o time todo e se preocupar em quem escalar do que olhar para o banco e não ter quem colocar. Luizomar já passou por isso quando Fabíola estava machucada….

Para fechar o bloco de líderes, um placar que surpreendeu. O Usiminas/Minas, apesar de não ter as estrelas da seleção, é um time forte e que vem dando trabalho. Mas as mineiras sofreram para bater o lanterninha Macaé. A vitória veio apenas no tie-break. Com isso, perdeu um ponto em um jogo que poderia ter sido mais um 3 a 0 pelo histórico das duas equipes.

No final, com altos e baixos, quem estava melhor colocado venceu quem estava na parte debaixo da tabela. Para os líderes, a rodada com duelos considerados mais simples valeu a pena.

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011 Superliga | 17:18

Superliga feminina volta aos eixos na segunda rodada

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Unilever - Divulgação/Local

Unilever comemora primeira vitória na Superliga 2011/2012

A Superliga feminina 2011/2012 teve a sua segunda rodada na noite de terça-feira e, olhando os resultados, digamos que as coisas “voltaram aos seus eixos”. Quem era favorito, cumpriu o seu papel e venceu. E o jogo que acabou como o mais equilibrado reuniu times de forças parecidas.

Na rodada de abertura a surpresa havia sido a derrota do Unilever para o Sesi por 3 sets a 0. Já era esperado que o Sesi, com Dani Lins, Sassá e Elisângela, chegaria nesta temporada para brigar com os times grandes. Mas o que surpreendeu foi o placar em sets diretos. No jogo que era o clássico da rodada, a expectativa era por mais equilíbrio. Só que o time carioca não rendeu, Fernanda Venturini sofreu com o passe e com o ritmo de jogo e as paulistas dominaram o marcador.

Na noite de terça-feira, vitórias esperadas. O Sollys/Osasco, com a estreia da norte-americana Hooker e Jaqueline, venceu o Mackenzie. Sesi passou pelo Macaé e o Unilever se recuperou e bateu o São Caetano. Todos os jogos foram 3 sets a 0. O único 3 a 2 foi do São Bernardo para cima do Pinheiros em um jogo fraco, com times que ainda estão se arrumando e ainda parecem longe das favoritas ao título.

Hooker - Divulgação/CBV

Hooker estreou na vitória do Sollys/Osasco na segunda rodada da Superliga

Mas o tropeço do Unilever logo na primeira rodada e o bom começo do Sesi podem ser bons sinais. Finalmente teremos um ano que não será dominado por Osasco e Rio de Janeiro? Além do time da capital, o Vôlei Futuro, por exemplo, tem duas vitórias na competição e vem com um potente elenco nesse ano, com os reforços de Fernanda Garay e Carol Gattaz.

Calma, ainda é muito cedo para prever alguma coisa. Hooker fez apenas o seu primeiro jogo no Brasil e ficou poucos pontos em quadra. A cubana Nancy Carrillo ainda não jogou pelo São Bernardo. Stacy Sykora ainda se recupera do acidente de abril e é reserva no Vôlei Futuro. Esses são apenas três jogadoras que podem fazer a diferença em quadra.  Pode ser cedo para fazer qualquer afirmação, mas os elenco das equipes e esses primeiros jogos são pequenos indícios de que a final em 2012 pode ser diferente…

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Diversos | 11:46

Bronze para as novatas e quarto para os experientes

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O Brasil encerrou a sua participação no Mundial de Clubes com resultados que podem ser considerados inesperados. As mulheres foram melhor que os homens.

Camila Brait e Ivna - Divulgação/FIVB

Abraço de Camila Brait em Ivna durante o Mundial de Clubes

O Sollys/Osasco, que jogou com um time jovem e sem Fabíola, Jaqueline, Tandara e Thaísa (elas estão na seleção, como explicado no post anterior), soube usar Ju Costa, Ivna e companhia e faturou a medalha de bronze. Elas apenas não resistiram ao Rabita Baku, time do Azerbaijão que conta com Mammadova. E como vocês já comentaram por aqui, ela é uma jogadora alta (1,95m) e com uma grande potência no ataque.

No masculino, o Sesi foi a Doha completo e experiente, com Murilo, Rodrigão, Wallace e todos seus jogadores. Ainda assim, foi pior que as mulheres e acabou fora do pódio.

Os times masculino eram mais fortes que o do feminino no geral. Entre as mulheres, além da equipe do Azerbaijão, a turca VBT / VakifBank Ttelekom merece destaque. Entre os homens, o Sesi encarou e perdeu para o Trentino, que faturou o tricampeonato, e também tropeçou contra Jastrzebski Wegiel, de Bartman, um dos melhores jogadores da Polônia, e contra o Zenit Kazan, do russo Mikhaylov, algoz da final da Liga Mundial e que marcou 20 pontos na vitória na briga pela medalha de bronze.

No final, a juventude foi quem se deu bem. O Sollys/Osasco parece que soube aproveitar o torneio para ganhar ritmo e experiência internacional. Já o Sesi ficou abaixo do esperado, errando demais (como as 32 falhas contra os poloneses) e não se impondo no bloqueio, apesar de ir melhor no saque (fez 6 aces a 2 na decisão do bronze). Se os adversários tinham bons jogadores, o time paulista também contou com todo seu elenco. E um elenco que já está acostumado a jogar junto, muito mais do que as meninas do Osasco, já que a base do time são os campeões da Superliga.

P.s.: galera, a correria com o Pan-Americano na redação está grande (madrugadas sem fim!) e, por isso, não estou conseguindo tempo para atualizar tanto o blog. Desculpem! Faço um balanço depois da primeira fase do Pan, combinado?

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Seleção feminina | 18:08

Explicações de Zé Roberto sobre Mundial e tima A no Pan

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O Campeonato Mundial de Clubes começou e os brasileiros venceram nas primeiras rodadas no masculino, com o Sesi, e no feminino, com o Sollys/Osasco. Mas os times do Brasil têm uma diferença no torneio em Doha. Enquanto o Sesi joga completo, com Murilo, Rodrigão e seus selecionáveis, o Osasco teve que usar atletas mais jovens enquanto Fabíola, Jaqueline, Tandara e companhia estão na seleção e se preparam para o Pan.

Leia também:

Aqui no blog, a não liberação das jogadoras e a opção de Zé Roberto por levar o time principal a Guadalajara já foi criticada pelos leitores. Conversei como técnico e ele explicou os seus motivos para tais escolhas. E ele mostrou coerência.

Zé Roberto disse que levará o time principal ao Pan porque não pode, às vésperas da Copa do Mundo, que vale a vaga olímpica, quebrar o trabalho da equipe (leia a reportagem completa com o técnico). Ele teria que seguir os treinos e jogos com todo mundo em quadra para dar mais rodagem e experiência as atletas. E disse também que não adianta apenas treinar. É preciso jogar para ter uma real avaliação da equipe. E no Pan o Brasil vai jogar, pelo menos, contra Cuba e República Dominicana completas e EUA reforçado por Fawcett e outras experientes.

Zé Roberto - Divulgação/CBV

Zé Roberto orienta equipe no Sul-Americano

Zé Roberto está certo. A seleção masculina, por exemplo, já um time no qual os levantadores estão bem adaptados aos atacantes e é um time mais experiente. Já a feminina ainda não tem as melhores levantadoras e Dani Lins, por exemplo, está crescendo porque está jogando e sendo colocada à prova. O time tem mesmo é que jogar para ganhar, sim, experiência, e chegar forte à Copa do Mundo. Quanto ao desgaste de mais uma viagem, bom, isso faz parte de uma boa preparação física.

E como o técnico também comentou, quais equipes fortes ele conseguiria trazer para fazer amistosos antes da Copa do Mundo sendo que está todo mundo treinando e concentrado em seus países? No Pan os jogos serão mais fortes do que possíveis amistosos por aqui…

E então chegamos ao Mundial de Clubes. A não liberação das atletas está ligada ao planejamento do ano. A seleção, em 2011, optou por jogar mais. “O problema foi o calendário. Como eu iria liberar as jogadoras e ainda treinar e jogar como era preciso? Não tinha tempo”, disse Zé Roberto.

O calendário feminino é mais apertado que o masculino. Se os homens jogaram o Sul-Americano antes, as mulheres jogaram o torneio depois e ainda jogam antes o Pan e a Copa do Mundo. Não teria como liberar as atletas para jogares no Catar e depois as fazerem emendar uma viagem ao Japão. “Não é que eu não queira liberar ou não queira que elas joguem o Mundial. O problema é mesmo a falta de tempo. Eu não quero prejudicar ninguém, só não quero prejudicar a seleção”, afirmou o técnico.

Ele ainda completa. “Eu já tinha falado que se o Fenerbahce fosse, nem eu e nem a Fabiana iríamos ao Mundial. Eu também não iria porque tenho o compromisso com a seleção. E falei isso em maio”.

Zé Roberto explicou os seus motivos e me convenceu. Se a seleção se programou para jogar mais, deve mesmo participar dos torneios. E é realmente nos jogos, na hora do “vamos ver”, que é possível avaliar o time. A seleção feminina está amadurecendo, mas ainda precisa de mais e o caminho é entrar em quadra. O Sul-Americano foi fraco e até poderia ter sido jogado com um time mesclado. Sim, poderia. Mas e se algo saísse errado e o time ficasse fora da Copa? Não dava para correr nenhum risco e, pelo menos, elas aproveitaram para treinar também e levar as partidas a sério. No Pan, a coisa deve ser um pouco mais complicada e deve dar mais ritmo para a estreia na Copa, logo diante dos Estados Unidos.

O dilema disso tudo é que, se a seleção for prioridade, o técnico está correto. Se pensarmos nos times, os formadores de atletas no País e quem paga salários e desenvolve o esporte, o foco muda. Ainda assim, em ano de classificação olímpica, é complicado não olhar para a seleção…  E vocês? O que acharam dos argumentos de  Zé Roberto? Deixem seus comentários!

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011 Superliga | 21:59

Sollys/Osasco cumpre o esperado e contrata Hooker

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Em meados do maio, comentei aqui no blog que o Sollys/Osasco iria buscar reforços fora do Brasil para a próxima temporada. Nesta quinta-feira, meses depois, o clube confirmou a contratação da norte-americana Destinee Hooker por um ano. A melhor jogadora do Grand Prix 2011 chega ao time depois da Copa do Mundo, que será disputada no final do ano, no Japão.

Destinee Hooker - Divulgação/FIVB

Destinee Hooker vibra na final do Grand Prix

Hooker tem 23 anos e é da nova geração dos Estados Unidos e tem um estilo de cubana, daquelas que salta muito e solta o braço no ataque e no saque. Ela já deu muito trabalho ao Brasil e foi a maior pontuadora do jogo final do Grand Prix deste ano, nos 3 a 0 sobre a seleção (detalhes no post anterior). Agora, será a oposta e jogadora de segurança do Sollys/Osasco.

Por um lado, Hooker pode assumir o lugar deixado por Natália, que jogará o Unilever. Mas ela também pode encontrar a concorrência de Tandara, que já havia sido contratada para ser a nova oposta da equipe e deve estrear nos próximos jogos do Campeonato Paulista. E agora? Qual a melhor opção para Luizomar?

Tandara joga melhor como oposta, mas pode ser colocada na ponta e voltar ao papel que teve no Vôlei Futuro na temporada passada. Hooker deve ficar com a vaga porque ela é a típica jogadora de segurança. É alta, leve, salta bastante e tem um belo ataque.

Foi uma contratação e tanto para o Sollys/Osasco!

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domingo, 7 de agosto de 2011 Diversos | 19:58

Sesi e Sollys/Osasco vencem e vão ao Mundial

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Wallace e Rodrigão

Rodrigão, um dos reforços da temporada, ao lado de Wallace

Os campeonatos Sul-Americanos de clubes acabaram neste final de semana. Tudo bem, temos que lembrar que os times brasileiros têm muito mais qualidade que o rivais e eram os favoritos, mas deu para sentir um pouco do que essas equipes preparam para a temporada.

No masculino, o Sesi venceu a Upcn, da Argentina, neste domingo por 3 sets a 0 e fechou o torneio com o título e nenhum set perdido. Os brasileiros não deixaram os argentinos crescerem e mostraram ofensividade do começo ao fim.

Dos reforços, Leo Mineiro parece bem com o restante da equipe. Quando o Sesi foi apresentado, comentei por aqui que o time ganharia muito no passe com o novo ponteiro, mas poderia perder um pouco na potência do ataque. Entretanto, Leo Mineiro deu belas pancadas neste domingo (na verdade, todos os atacantes do Sesi soltaram o braço neste domingo!).

Já no meio, o Rodrigão ficou em segundo plano pela atuação de Sidão. O levantador Sandro soube usá-lo muito bem no ataque e o central também teve ótima presença no bloqueio. Mas Rodrigão, pela experiência, tem o seu espaço, sem dúvida. Se o Sesi mantiver essa postura ofensiva, desde o saque ao ataque, tem chances de mais títulos na temporada, já que a linha de passe com Murilo, Serginho e Leo Mineiro está garantida. E ainda tem Diogo, que veio contratado do Minas e é mais um ponteiro passador.

Sollys/Osasco é campeão Sul-Americano - Divulgação

Sollys/Osasco é campeão Sul-Americano

No feminino, um renovado Sollys/Osasco ficou com o título e já viveu a situação que deve enfrentar no Mundial, em Doha. O time contou apenas com Jaqueline e Camila Brait como titulares do time que entrou em quadra e foi vice-campeão da última Superliga, já que Thaísa, Adenízia e companhia estão na seleção brasileira.

Ivna, Karine e Ju Costa, que chegaram do Pinheiros, ao lado de Jaqueline, comandaram o time neste Sul-Americano. Mesmo com as mudanças, a equipe paulista venceu todos os seus confrontos por 3 set as 0 e o entrosamento dessas três atleta do antigo clube pode ter ajudado.

Sesi e Solly/Osasco vão para o Mundial de Clubes (no masculino, o Brasil retorna depois de um ano de ausência, já que a Cimed perdeu para o Bolivar na final do Sul-Americano do ano passado e perdeu a vaga). E lá terão que, provavelmente, usar o seu elenco suplementar para jogar, já que as principais atletas devem estar na seleção brasileira, afinal, o Mundial será às vésperas do Pan-Americano, em outubro. Foi por isso que o Unilever desistiu de jogar o Sul-Americano, porque achou que não teria um time competitivo no Mundial.

Por enquanto, Sollys/Osasco e Sesi mostraram ter banco para colocar em quadra. E essa foi uma preocupação de quase todos os times no ano, já que o calendário das seleções na temporada é bem puxado. O problema é que o Mundial não é tão simples quanto o Sul-Americano. Como começo de temporada, o Sul-Americano valeu para dar ritmo, já que os rivais não exigiram tanto dos times nacionais, como Murilo disse após o título deste domingo.

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 Superliga | 17:57

Sollys/Osasco terá duas estrangeiras na temporada

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O Sollys/Osasco terá gente nova na temporada 2011/2012. De acordo com o Terceiro Set, programa parceiro aqui do blog e que participo toda semana, o time ainda tem duas vagas e negocia com quatro estrangeiras: as norte-americanas Logan Tom, Metcalf e Hooker e a cubana naturalizada italiana Aguero. Bons nomes, não?

Nos últimos encontros entre Brasil e Estados Unidos, Hooker, que faz parte da nova geração da seleção americana, deu bastante trabalho à defesa nacional. Já Aguero foi um dos grande nomes da equipe italiana nos últimos anos e faz falta ao time quando ficou fora. Quem vier para o Sollys/Osasco ajudará, sem dúvida!

O Terceiro Set ainda fala da volta de Fernada Venturini e das expectativas de Gustavo e Giba no Cimed/Sky na próxima temporada. Para ouvir, clique aqui.

No mercado masculino, a boa notícia na semana é para os torcedores do Montes Claros. O time segue por mais uma temporada e já renovou com o ponteiro Denílson. Isso é bom para o vôlei em geral. Mesmo que não consiga uma equipe tão forte como nas últimas temporadas, o Montes Claros, nesses dois anos, conquistou a torcida de uma maneira surpreendente e seria muito ruim ver a equipe acabar. Que eles cheguem competitivos a temporada 2011/2012!

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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 16:20

Mudança no sistema de pontuação aprovada

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Enquanto as equipes se agitam para formar seus elencos para a próxima temporada, a CBV anuncio uma mudança importante no sistema de pontuação das Superligas. A partir da próxima edição, se um jogo acabar no tie-break, o vencedor leva apenas dois pontos e o perdedor soma um ponto. Se for 3 a 0 ou 3 a 1, a regra segue a mesma, com três pontos ao vencedor e nada para o perdedor.

Eu faço coro com os jogadores que comentaram e aprovaram a mudança (leia mais). Já é assim que funciona na Itália e nos principais campeonatos de seleções. Nada melhor do que a Superliga se atualizar também. E de uma forma mais justa.

Quem vence pode até falar que ganhar só dois pontos não será justo, mas é diferente você conseguir um 3 a 0 de lavada ou sofrer e só fechar no tie-break. O mesmo vale para o perdedor. Se o time conseguiu levar o jogo até o quinto set, nada mais justo do que ganhar alguma coisa, afinal, jogou mais do que se tivesse perdido por 3 a 1 ou 3 a 0.

E isso também pode ajudar a evitar aquela famosa “síndrome do terceiro set”, quando a equipe que já venceu duas parciais relaxa e deixa o outro time crescer. Essa vacilada pode significar um ponto a menos e, em um campeonato equilibrado, isso pode fazer falta na classificação final.

Mercado
O Vôlei Futuro fechou com o ponteiro Piá, que fez uma boa Superliga pelo Montes Claros na temporada 2009/2010. Ele foi para o vôlei italiano e agora volta ao Brasil para jogar em Araçatuba. “Empolgado, animado e 150% pilhado para o proximo ano com a torcida de aracatuba. Pode ter certeza qque vou dar meu maximo. Estou muito feliz em retornar”, disse ele no Twitter.

Bom para o Vôlei Futuro, que já perdeu Leandro Vissotto (ainda sem time) e Lucão (para o RJX). Segundo a imprensa regional, Lorena será o oposto do time. E Piá foi, no Moc, um cara que saia do banco com vontade de jogar e decidir.

No mais, são poucas as novidades do dia. O Sollys/Osasco confirmou no Twitter o que já tínhamos adiantado. Ju Costa e Tandara chegaram para assumir a ponta e a vaga de oposta. Também já foram contratadas Fabíola, Karine e Ivna. E seguem Adenízia, Thaísa e Camila Brait entre as titulares. O Unilever anunciou mais uma renovação: Amanda, coringa no saque de Bernardinho.

No masculino, me perguntaram sobre o Sesi. Praticamente todo mundo segue na equipe. O “selecionáveis” como Murilo, Sidão e Serginho já tinham contrato de dois anos. E outros já renovaram, como Wallace, Sandro, Jotinha. A baixa por enquanto é Thiago Alves, que ainda não renovou. Mas o time mantém a base e a sua cara para a temporada 2011/2012.

P.s.: galera, ficarei um pouco afastada do blog no final de semana para resolver algumas coisas pessoais. Se perder alguma movimentação do mercado, coloco um resuminho na segunda-feira, com os comentários. Até!

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quarta-feira, 11 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 19:06

Lucão, Tandara, Fernanda Garay… os negócio desta quarta

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Por que eu fui dizer que a terça-feira estava um dia calmo no mercado do vôlei? Pois nesta quarta foi uma novidade atrás da outra! Vamos a um resumo com as principais negociações do dia e alguns pitacos sobre as novidades. E é claro, quem quiser pode comentar também!

Chegadas e saídas do Vôlei Futuro

Lucão é o novo reforço do RJX

Lucão é o novo reforço do RJX

Lucão, mesmo com contrato de dois anos com o time de Araçatuba, acertou a sua saída, vai pagar multa e assinar com o RJX, time que o empresário Eike Batista montou no Rio de Janeiro. Vantagem para os cariocas pela qualidade do jogador. E uma falta e tanto para o Vôlei Futuro. Foi exatamente na volta de Lucão após a cirurgia na mão que a equipe se achou e conseguiu se entrosar e ganhar ritmo na Superliga. Ele foi peça fundamental e, agora, está indo embora.

O Vôlei Futuro, entretanto, trouxe, segundo o jornal Folha da Região, o oposto Lorena (leia mais). Ele é um excelente jogador, com muita raça e, se se adequar à velocidade de Ricardinho, dará trabalho. Basta saber como será a convivência na equipe, já que os dois jogadores têm temperamentos fortes. Pelo menos é o que parece…

O jornal também coloca o líbero Thiago Brendle, ex-Vivo Minas, em Araçatuba. E Mário Jr? Pela atuação nos playoffs da Superliga, Brendle merece destaque. É melhor ter cuidado!

No feminino, Ana Cristina confirmou que segue na equipe. Apesar da baixa estatura, ela é razoável na posição, mas poderia ter conseguido usar mais Fabiana, uma excelente central, na última temporada. Faltou entrosamento entre as duas. Para o ataque, Fernanda Garay está de volta depois de passagem pelo Japão. Vamos ver como Ana Cristina se adaptará as suas atacantes dessa temporada.

Novidades no Sollys/Osasco

Tandara assume vaga de oposta no Sollys/Osasco

Tandara assume vaga de oposta no Sollys/Osasco

Tandara chega para ser a nova oposta, já que Natália será a ponteira do Unilever. Ju Costa também estaria certa como ponteira para a vaga que deve ser deixada por Jaqueline (leia mais). Conversei com Murilo hoje e ele disse que a esposa ainda não assinou com o Sesi. As negociações continuam… Além disso, depois de Adenízia, Thaísa e Camila Brait são outras titulares renovadas.

Tandara e Ju Costa têm características parecidas. As duas são atacantes fortes e que jogam na raça. Podem dar um ânimo diferente ao time de Osasco.

Por enquanto, parece que as potências do vôlei feminino seguirão no eixo Rio-São Paulo. A Unilever conseguiu formar uma grande equipe muito forte segurando suas principais jogadoras e fechando com Natália. Ainda falta uma levantadora. Bernardinho disse após treino com a seleção masculina, que Fernanda Venturini tem interesse em voltar. Mas será que ela ainda está preparada para jogar no alto nível depois de quatro anos de ausência?

Por aqui, o Sollys/Osasco já garante a segurança entre Fabíola com Ju Costa, por exemplo. E o Sesi, se confirmar Jaqueline, Dani Lins e Fabiana como estão comentando, também já nasce com um time entrosado graças à seleção brasileira. Será que o Minas consegue entrar na briga? Em quem vocês apostam?

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terça-feira, 10 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 21:30

Unilever terá ataque de gala na temporada 2011/2012

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Depois de um dia que parecia calmo no mercado do vôlei, o Unilever confirmou, no começo da noite, a contratação de Natália, que fez carreira no time de Osasco.Ela será ponteira no time de Bernardinho, função que já desempenha na seleção brasileira, e formará um verdadeiro ataque de gala no Rio de Janeiro.

Será um pouco estranho ver Natália com o uniforme do time rival, mas ela disse que era hora de mudar. “Vai ser muito bom jogar com o melhor técnico do mundo, que é o Bernardo. E eu queria isso em uma temporada olímpica. Agradeço muito ao Luizomar Moura, mas estava precisando mudar. Novos lugares, novas pessoas”, disse. (leia mais).

Natália

Natália, além de atacar, terá que ajudar no passe do Unilever

A equipe havia divulgado as renovações de Sheilla, Mari e Juciely na segunda-feira (leia mais no post anterior) e, agora, fecha com uma ponteira de excelente potência na rede. Entretanto, não tem como não pensar na linha de passe do time. Na Superliga 2010/2011, elas faturaram o título com Regiane e Mari como ponteiras titulares ao final da campanha, mas passaram por instabilidade no passe em diversos momentos. Suelle (que ainda não renovou seu contrato) teve que entrar para reestruturar o fundo em várias partidas, por exemplo.

Com Mari e Natália, o problema no passe pode reaparecer, afinal, as duas são especialistas no ataque e não no fundo. Mas com o trabalho na seleção brasileira, a recepção das duas tem melhorado. E com certeza Bernardinho, linha dura como é, não dará folga e não deixará o problema dessa temporada se repetir.

Na teoria, o fundo pode preocupar e a líbero Fabi seguirá como uma grande responsabilidade, mas o Unilever tem um excelente ataque, de seleção brasileira, esse é o fato. Conta com uma oposta que é extremamente habilidosa e uma nova ponteira jovem e potente. Resta saber quem será a levantadora da equipe.

E com a saída de Natália, o nome de Tandara, ex-Vôlei Futuro, ganha ainda mais força no Sollys/Osasco. Como o blog já adiantou, ela tem um acordo verbal e conversa com o time paulista. Assim, ela voltaria a jogar como oposta, uma boa opção pela sua potência no ataque.

E vocês? Gostaram da transferência de Natália? O que esperam do mercado nos próximos dias? Deixem seus comentários!

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