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quarta-feira, 29 de agosto de 2012 Diversos, Superliga | 20:47

Sollys/Nestlé é o "supertime" da temporada?

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O Sollys/Nestlé apresentou, nesta quarta-feira, a equipe para a temporada 2012/2013 do vôlei nacional. Além de manter a base atual campeã da Superliga, o time ganhou os reforços de Sheilla e Fernanda Garay. Olhando o elenco no papel, já dá para falar que a equipe de Osasco é o “supertime” desta temporada?

Apresentação do Sollys/Nestlé para a temporada 2012/2013

Apresentação do Sollys/Nestlé para a temporada 2012/2013

Nomes para sustentar esse status o Sollys/Nestlé tem, sem dúvida alguma. E ter mantido a base que deu certo no ano passado é sempre bom, para qualquer equipe. Em 2011/2012, Fabíola se entrosou e foi bem ao lado de Adenízia e principalmente de Thaísa, por exemplo. Jaqueline ajudou no passe e Camila Brait se destacou como líbero. Para completar, Hooker entrou dominando na rede.

Leia também: Sheilla revela ‘pressão’ das companheiras antes de acertar com o Sollys/Nestlé

Agora, Sheilla assume a responsabilidade da virada de bola, já que a norte-americana foi para o voleibol russo. Na ponta, Fê Garay fica com o lugar dividido por Ju Costa (que está no Azerbaijão) e Tandara (novidade do Sesi, mas falo disso daqui a pouco). Com isso, o time troca uma excelente oposta por outra que cresceu, e muito, nas Olimpíadas e voltou a ser decisiva para a seleção brasileira. Do outro lado da rede, conta com mais uma atleta destaque em Londres, que está melhorando também no fundo e tem potência no ataque. Ou seja, boa base já acostumada a jogar junta com uma bela combinação de novidades.

O Sollys/Nestlé se armou muito bem, mas acho que ele não estará sozinho na temporada. A Unilever, por exemplo. Perdeu jogadoras como Sheilla, Mari (vai jogar no Fenerbahce) ou Fernanda Venturini (aposentada, mais uma vez). Mas conta com Fofão, levantadora que ficou um ano sem time, mas que tem uma bagagem que dá segurança a qualquer elenco, além de ter mantido Natália, Régis, Valeskinha, Juciely, Amanda e Fabi. Ou seja, a base continua aí. E ainda contratou a canadense Sarah Pavan e falta a chegada de Logan Tom, um reforço e tanto de uma atleta que garante volume de jogo e experiência. O time ainda não relaciona a norte-americana em seu elenco, mas todos já dão a contratação como certa.

A equipe não deve, nesta temporada, ter o problema de falta de jogadoras como no ano passado. Mari não estava em bom momento e Natália estava machucada. Com isso, Bernardinho acabou muitas vezes sem opção de troca. Agora, pode ter perdido uma atleta decisiva como Sheilla, mas finalmente poderá contar com Natália. A dúvida por aqui é justamente sobre o técnico. Ele é esperado para seguir no comando e cumprir o contrato, mas já comentou que pode deixar ou a equipe carioca ou a seleção masculina neste ano.

Zé Roberto ao lado de Walewska e Fernandinha na apresentação ao Amil/Vôlei

Zé Roberto ao lado de Walewska e Fernandinha na apresentação ao Amil/Vôlei

Quem também chega e já pode dar trabalho é a Amil/Vôlei. O novo time de José Roberto Guimarães fez uma mescla interessante entre novatas e veteranas. Se tem a levantadora Fernandinha e a central Walewska, conta ainda com jogadoras da seleção de novas e que já foram destaque na Superliga, como ponteira a Priscila Daroit, a central Natasha e a oposto Ju Nogueira. Essa última, por exemplo, é uma nova, mas que ajudou bastante a Unilever quando atuou por lá. As estrangeiras são a búlgara Elitsa Vassileva, que atuou na Itália e é conhecida de Zé Roberto, e a cubana Daymi, que formou uma dupla muito efetiva com Herrera no Minas em 2011/2012.

Outro time a ter de reforçado e que deve figurar entre os grandes é o Sesi. Aqui, foram nove contratações. Dani Lins, destaque da medalha de ouro em Londres depois de ter conquistado o posto de levantadora titular, terá a companhia da experiente Carol Albuquerque na posição. Elisângela segue como oposta, mas terá do outro lado Tandara, que pode seguir como oposta e virar reserva ou voltar a atuar como ponta, e Suelle, mais uma jogadora que já passou pela Unilever e aprendeu muito por lá. Para completar, Fabiana comandará o time pelo meio-de-rede, ao lado de Natália, jovem, mas que vem se destacando desde os tempos de São Caetano. E ainda tem Sassá, sempre vista como segurança no fundo. Assim como a equipe de Campinas, o Sesi alia experientes e jovens e tem chances de ir além do quinto lugar da última Superliga.

Agora é com vocês. O Sollys/Nestlé é mesmo o “supertime” da temporada? Quem pode brigar com o atual campeão da Superliga? Deixe seu recado!

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sábado, 14 de abril de 2012 Superliga | 12:14

Com saque, vibração e Hooker, Sollys/Nestlé é campeão

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Foi preciso 1 hora e 19 minutos para o Sollys/Nestlé fazer uma excelente partida, devolver os 3 sets a 0 do ano passado para cima do Unilever e faturar o título da Superliga feminina 2011/2012. Foi o quinto ouro do time de Osasco no torneio nacional.

sollys - vipcomm

Jaqueline levanta troféu de campeã da Superliga 2011/2012

As paulistas entraram concentradas e muito vibrantes desde o primeiro ponto. E logo usaram um recurso comum aos rivais do Unilever nesta Superliga: sacar na Mari. Nem era preciso forçar apenas na ponteira. No geral, o fundo carioca falhou bastante. Com um saque tático bem colocado, o Sollys/Nestlé fez cinco aces e quebrou o passe carioca diversas vezes. Assim, abriu vantagem e fechou o primeiro set com facilidade. E seguindo com esse mesmo serviço se manteve à frente durante quase toda a partida.

Veja como foi a vitória do Sollys/Nestlé na final da Superliga set a set

Se o saque entra, fica mais fácil fazer bloqueios. Foram mais seis pontos no fundamento e outros tantas bolas amortecidas. Depois, as amortecidas viraram contra-ataques no chão. O Unilever não conseguiu fazer tantos estragos com o saque e, principalmente no segundo set, errou muito no fundamento. Mesmo assim, pontuou mais no bloqueio (sete bolas no chão), mas não colocou tanta pressão no geral. E quando a bola das cariocas passava pelo bloqueio paulista, tinha a líbero Camila Brait no fundo. Como ela defendeu! Também poderia ter levado o troféu de melhor em quadra.

Destinee Hooker

Hooker foi a maior pontuadora da partida e comandou o ataque do Sollys/Nestlé

O saque fez sua parte e o ataque também. Aí quem merece destaque é a norte-americana Destinee Hooker, mais uma que poderia ter sido a melhor da partida. Ela chamou jogo, bateu, largou, superou o bloqueio. Marcou 20 pontos e foi realmente a jogadora de segurança que se espera de uma oposta. Quem também virou bem foi Thaísa, autora do último ponto. E isso é resultado da boa atuação de Fabíola, quem acabou sendo eleita a melhor jogadora da final e a melhor levantadora do torneio.

Enquanto Fernanda Venturini sofria com o passe, Fabíola pode trabalhar com a bola mão. Ela usou a Hooker, que estava virando mais, mas não esqueceu das outras atacantes. Fez o certo. Acionou as centrais enquanto o bloqueio carioca não estava acompanhando. Chamou a norte-americana no momento decisivo. Levantadora e oposta fizeram uma bela dupla. Fabíola fecha a temporada em ótima forma, mais madura e confiante para o Pré-Olímpico e para Londres (lembrando que levantadora vem sendo um problema para a seleção). Já Venturini se despede definitivamente das quadras com a derrota, mas também depois de ter feito uma ótima Superliga, consertando diversas bolas quebradas, coisa que só uma excelente jogadora consegue, e levando o Unilever até a final.

Foi campeão quem chegou melhor à decisão. O Sollys/Nestlé não perdia desde a estreia no returno. Já o Unilever teve uma temporada irregular, sofreu com uma jogadora a menos, já que Natália não entrou em nenhuma partida. Foi campeão quem jogou com sangue nos olhos. O Sollys/Nestlé vibrou muito mais, do primeiro ao último ponto. E foi campeão quem foi mais completo. O Sollys/Nestlé sacou melhor, atacou melhor e se impôs mais no bloqueio.

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sexta-feira, 30 de março de 2012 Superliga | 20:52

Com superioridade, Sollys/Nestlé chega a mais uma final

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Quando começaram os playoffs da Superliga feminina, comentei aqui no blog que havia grandes chances de termos mais uma final entre Sollys/Nestlé e Unilever. Metade da previsão acabou de ser concluída. Com superioridade em quadra, concentração e uma grande partida, o time de Osasco bateu o Usiminas/Minas por 3 a 0 e fechou a série semifinal, garantindo o seu lugar na decisão.

Leia mais sobre a partida: Sollys/Nestlé vence e vai à 11ª final de Superliga consecutiva

Sollys/Nestlé

Sollys/Nestlé fechou a série semifinal em 2 a 0 contra o Usiminas/Minas

A equipe de Minas sofreu nesta noite sem duas jogadoras. A cubana Daymi levou dois amarelos no primeiro jogo da série. Já Mari Paraíba sofre com uma lesão crônica no joelho e não entrou em quadra. Uma oposta e uma ponteira a menos fizeram falta no fundo de quadra e também no ataque. Herrera, a outra cubana, é uma excelente jogadora, mas não consegue se virar sozinha. E a recepç]ao sentiu as ausências e ficou frágil… Elas tentaram, lutaram, mas eram bem mais vulneráveis que o Sollys/Nestlé.

Do lado paulista, depois de bobear e quase perder um set nas quartas para o BMG/São Bernardo e perder uma parcial no primeiro jogo da semifinal, a concentração reinou. O Sollys/Nestlé buscou o marcador e disparou, principalmente nos finais dos sets. Destaque para os nove pontos de bloqueio de Adenízia e para o bom saque, que achou um caminho mais fácil com os desfalques mineiros.

O time de Osasco venceu porque foi mais coeso. Usou bem o serviço e esteve muito atento do bloqueio, com 13 pontos no fundamento. Além disso, acertou a mão no ataque e no contra-ataque. No total, foram 44 pontos na rede contra apenas 28 do Usiminas/Minas. As mineiras não tinham reservas do nível de Daymi e Mari Paraíba e sentiram a pressão e foram facilmente derrotadas.

Agora resta acompanhar a série entre Unilever x Vôlei Futuro para saber se a final da Superliga feminina continuará a mesma…

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sexta-feira, 16 de março de 2012 Superliga | 21:22

Com vantagem, Sollys/Nestlé é o 1º semifinalista da Superliga

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Sollys/Nestlé x BMG/São Bernardo havia sido o único jogo com passeio na primeira rodada das quartas de final da Superliga feminina. Enquanto todos os outros jogos foram para o tie-break, o time de Osasco venceu as rivais por 3 a 0. Nesta noite elas voltaram para a quadra, perderam um set, mas também venceram com uma certa facilidade. Com 2 a o na série melhor de três, o Sollys/Nestlé é o primeiro semifinalista da Superliga 2011/2012.

Nos dois primeiros sets da partida, a equipe de Luizomar de Moura venceu sem problemas, se impondo em quadra, como fez na primeira partida. Depois, aquela famosa síndrome do terceiro set apareceu. Foram nove pontos de graça com toques na rede, erros no fundo, no ataque… O passe não se achou nem com Camila Brait, que é uma ótima líbero, ou com Jaqueline, a ponteira passadora. Com isso, o São Bernardo se aproveitou e jogou para a sua oposta Lia, que colocou uma bola no chão depois da outra.

No quarto set, o jogo voltou para os eixos. O Sollys/Nestlé recuperou a concentração, acertou o tempo no bloqueio e não deu chances, liquidando o jogo com 25 a 14 no placar. No final do jogo foram 17 pontos de bloqueio, melhor fundamento do Osasco. Além disso, o passe voltou a funcionar e Fabíola teve mais tranquilidade para armar. Para completar, defesas e contra-ataques bem aproveitados. Tandara colocou 18 bolas no chão no ataque e Hooker, 14.

Moral da história? Primeiro é que, se bobear, quem está do outro lado pode crescer. Depois, que concentração é tudo e vence jogo. E a vantagem disso tudo foi já ter liquidado a série, sem desgastes e com direito a assistir de camarote a série entre Sesi e Usiminas/Minas, que define o outro semifinalista. Pelo menos por aqui, o favoritismo foi confirmado… Vamos ver o que acontece com Unilever x Mackenzie/Cia do Terno (será que as mineiras surpreendem de novo e fecham a série?) e Vôlei Futuro x Banana Boat/Praia Clube (teremos mais um 3 a  2?) no sábado. No domingo será a vez de Sesi x Usiminas/Minas.

P.s.: e para fechar o dia, mais uma derrota para o São Bernardo. O time masculino perdeu para o Cruzeiro na abertura das quartas de final, em mais uma série que parece que será vencida pelo favorito sem dificuldades. Sada/Cruzeiro, melhor da fase classificatória já está mais perto da semifinal…

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Superliga | 22:34

Primeiro favorito vence na abertura das quartas da Superliga

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Destinee Hooker  - Divulgação/CBV

Hooker comandou o ataque do Sollys/Nestlé e foi eleita a melhor em quadra

As quartas de final da Superliga feminina começaram na noite desta segunda-feira e o primeiro favorito venceu. O Sollys/Nestlé passou com facilidade pelo BMG/São Bernardo e abriu a série melhor de três com 3 sets a 0 no placar.

No jogo, tudo certo para a equipe de Osasco. O saque funcionou e quase todo mundo teve uma passagem boa pelo serviço. Thaísa, Fabíola, Jaqueline, Tandara… todas tiveram sequências de pontos enquanto estavam no saque. Do outro lado, a linha de passe do São Bernardo perdeu a concentração e foi aceitando o serviço rival.

Veja também as datas e horários das quartas de final da Superliga masculina

No ataque, Fabíola, que não tinha usado muito as centrais na vitória sobre o Unilever, voltou a colocar Thaísa e Adenízia no jogo. Além disso, Hooker, que errou mais contra as cariocas, colocou diversas bolas no chão e usou até largadas, mostrando que seu ponto forte é mesmo a pancada, mas que sabe explorar os espaços também. Foram 18 pontos nesta noite. Só quem teve problemas no fundamento foi Tandara, que sofreu para virar na entrada de rede no segundo set. Porém, quando rodou e foi para o outro lado da rede, acertou. Méritos também para Fabíola, variando mais as jogadas.

Thaísa e Jaqueline - Divulgação

Bloqueio foi o melhor fundamento do Sollys/Nestlé no primeiro jogo dos playoffs

Mas o que mais chamou a atenção no jogo foi o bloqueio do time da casa. Se o São Bernardo já sofria com o passe, a equipe via um paredão em sua frente na hora de atacar. Aí a confiança acabou de uma vez por todas. O Sollys/Nestlé marcou 14 pontos de bloqueio em três sets. Resultado de uma boa leitura de jogo, mas também da falta de confiança das atacantes do outro lado da quadra.

Antes do jogo, a ideia do BMG/São Bernardo era ser agressivo. Nesta noite elas não foram. Sacaram em cima da líbero Camila Brait, não tiraram o passe da mão de Fabíola, não aproveitaram contra-ataques e, ainda, perderam a concentração. Elas só equilibraram o primeiro set, até o segundo tempo técnico. Depois, perderam a cabeça e foram presas fáceis. Fica a lição e, quem sabe, tentar a tal agressividade no próximo jogo, na sexta-feira. Acho difícil…

O que vimos nesta noite foi um Sollys/Nestlé inteiro. Um favorito que fez jus ao seu status. As quartas de final seguem nesta terça com Mackenzie/Cia do Terno x Unilever (às 16h30), Vôlei Futuro x Banana Boat/Praia Clube (às 18h45) e Usiminas/Minas x Sesi (às 21h). Vamos ver como se saem os outros favoritos.

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Superliga | 16:41

Superliga feminina tem quartas de final com três favoritos

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Jaqueline - Divulgação

Jaqueline encara bloqueio do Unilever no jogo que deu a liderança do returno ao Solly

A rodada do final de semana decidiu os playoffs da Superliga. E mesmo depois de mudança em pontuação e time reformulados, temos chances de mais uma final entre Unilever e Sollys/Osasco. Isso porque dos confrontos de quartas de final, na minha opinião, três terão favoritos.

O Sollys/Nestlé abre o mata-mata contra o São Bernardo na noite desta segunda-feira. O time de Osasco ficou com a primeira colocação depois de bater o Unilever em um jogo que falaram que foi da veterana Fernanda Venturini x a atual levantadora da seleção Fabíola, mas eu acho que foi um jogo de lindas defesas. Fabi, de um lado, e Camila Brait, do outro, recuperaram inúmeras bolas! E Jaque e Tandara formam um bom fundo. Venceu quem soube aproveitar mais os contra-ataques e errou menos.

Para o jogo desta noite o Sollys/Nestlé é favorito. Assim como o Unilever é favorito contra o Mackenzie/Cia do Terno e o Vôlei Futuro diante do Banana Boat/Praia Clube. Os times mantém o discurso de que agora começa um campeonato novo, que todo mundo volta ao zero e que é preciso respeitar. Sim, respeito é fundamental, sempre, mas não dá para esquecer tudo que o que já aconteceu nesta Superliga.

Para organizar, vou falar de um jogo por tópico. No final, quem quiser, deixa o seu palpite!

Sollys/Nestlé x BMG/São Bernardo (dia 12/03, às 21h, no José Liberatti, em Osasco)

A equipe de Osasco venceu no turno e no returno. Agora, tem a vantagem de contar com o elenco completo. A oposta Hooker está em plena forma depois de lesão na mão por causa de uma briga com o namorado. Fabíola também voltou após lesão no joelho. E Ju Costa, fora das últimas rodadas, está liberada. Gosto da formação com Hooker e Tandara como ponta. Acho que o time rende no ataque, com duas jogadoras de referência, além de Jaqueline, e pode ir bem no passe, já que Tandara já foi ponteira e teve que fazer fundo também. Só Fabíola que deve voltar a se acertar com os meios, que receberam bolas ruins no jogo contra a Unilever.

Do lado do BMG/São Bernardo, apesar da experiência de Lia e Dani Scott, elas devem ficar pelo caminho. Podem complicar com um jogo agressivo para tentar quebrar o passe e mexer com o psicológico do Sollys. Acho que Sollys passa e vai para a semi contra Usiminas/Minas ou Sesi.

Unilever x Mackenzie/Cia do Terno (dia 13/03, às 16h30, no Mackenzie, em Belo Horizonte)

O Unilever vem de duas derrotas, para Vôlei Futuro e Sollys/Nestlé, mas ainda é mais time. Fernanda Venturini sabe impor uma bela velocidade à equipe e conta com as centrais Valeskinha e Juciely para concluir. Sheilla ainda tem momentos ruins, mas sabemos muito bem que pode decidir. O problema do time segue no passe. Régis melhorou, mas Mari ainda vive uns momentos de brancos. E a equipe segue sem reservas, já que Natália agora que foi liberada para andar sem as muletas depois da segunda cirurgia na canela esquerda. Ainda assim, mesmo contra as ponteiras do time de Minas, o Unilever deve passar para as semifinais.

Vôlei Futuro x Banana Boat/Praia Clube (dia 13/03, às 18h45, no Plácido Rocha, em Araçatuba)

A aposta é o time de Araçatuba classificado para encarar o Unilever na semifinal. Mas isso se o técnico Paulo Coco mantiver a equipe que venceu o Unilever no returno, com Ana Cristina no levantamento, principalmente. Ana Tiemi é alta e ajuda na rede, mas Ana Cristina é mais precisa, conhece mais as companheiras e é melhor nessa hora de decisão. Se estiver bem, Stacy também merece a vaga de líbero.

Usiminas/Minas x Sesi (dia 13/03, às 21h, na Arena Vivo, em Belo Horizonte)

Aqui, sim, um confronto equilibrado. Enquanto o Minas tem as cubanas Herrera e Daymi no ataque, sob o comando da levantadora Claudinha, o time paulista tem um ótimo sistema defensivo. O Sesi nasceu nesta temporada e, em alguns jogos, sofreu no ataque dependendo da “pequena” Sassá. Porém tem Elisângela e Soninha, que sabem soltar o braço. Já as mineiras dispensam muitos comentários. Quando Herrera está em um bom dia, é difícil segurá-la. As duas equipes têm boas chances de chegar à semi e, possivelmente, encarar o Sollys/Nestlé.

Vale lembrar que as quartas de final serão decididas em séries de melhor de três. Segundo a CBV, todos os jogos terão transmissão. na primeira rodada, a Sportv transmite todos os jogos.

P.s.: Na Superliga masculina, os playoffs devem começar no dia 16. Até lá faço também um jogo a jogo. E desculpa pela ausência nos últimos dias, galera, mas tive uma semana recheada de problemas pessoais e precisava de um tempinho!

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quarta-feira, 7 de março de 2012 Seleção feminina | 10:14

Alguém parou o Unilever na Superliga!

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Vôlei Futuro - Divulgação/CBV

Vôlei Futuro acabou com série de 19 vitórias do Unilever

Depois de algumas rodadas perguntando quem iria parar o Unilever na Superliga feminina 2011/2012, a resposta veio na noite de terça-feira. O Vôlei Futuro, virando depois de sair perdendo por 2 sets a 0, venceu o tie-break e conseguiu acabar com a série de 19 vitórias do time carioca.

Leia também: Sollys/Nestle vence Sesi e disputa ponta com Unilever

Paulo Coco parece ter ouvido as reclamações do leitores do blog (não é, Graça?). Desta vez, ele colocou Ana Cristina como levantadora e Stacy Sykora como líbero titulares. Nos primeiros sets, apesar de alguns altos e baixos, o Unilever venceu usando bons saques. Depois, o Vôlei Futuro se arrumou e, também usando saques e fazendo aces em momentos chaves, como o ponto de saque de Andressa que empatou o jogo em 23 a 23 na quarta parcial, virou a partida. O time pode ter perdido dois sets, mas essa é a melhor formação, com Ana Cristina e Stacy em quadra.

Mas o Unilever também teve culpa na derrota depois de 19 jogos sem perder. A equipe parecia desconcentrada em quadra. No segundo set, por exemplo, com Sheilla no saque, o time acabou com o passe do Vôlei Futuro e disparou no placar. Logo depois, parou e viu as rivais de Araçatuba emplacarem uma sequência de pontos que pode não ter decidido aquela parcial, mas ajudou a recolocá-las no jogo. No final, o Unilever deu 35 pontos em erros para o Vôlei Futuro. Na prática, o conjunto de Araçatuba só precisou vencer um set e mais alguma coisa.

Para a Superliga, a derrota ajuda a dar mais empolgação ao torneio. Se no masculino tem rodada com Sesi, outra com Sada/Cruzeiro, outra com Vôlei Futuro e outra com Cimed/Sky na liderança, no feminino era só Unilever no comando. Agora, o Sollys/Nestlé tem chance de subir na tabela no confronto direto na sexta-feira. Só uma coisa não muda: por enquanto, acaba sempre tendo Rio x Osasco nas decisões.

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 Superliga | 11:39

Dia de 3 sets a 0 na Superliga

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Os jogos esperados do sábado tanto na Superliga feminina quanto na competição masculina tiveram 3 sets a 0 no placar. Entre as mulheres, Sollys/Nestlé se impôs no bloqueio, parou o ataque cubano com 16 pontos no fundamento e passou pelo Usiminas/Minas (leia mais sobre o jogo). No masculino, melhor para o Sada/Cruzeiro sobre a Cimed/Sky.

Jaqueline

Jaqueline foi destaque do Sollys/Osasco diante do Usiminas/Minas

Na Superliga feminina, como falamos no post anterior, as coisas estão como o previsto. Com a vitória, equipe de Osasco seguiu na segunda colocação e deve ficar por aí, já que encara o Pinheiros na rodada desta terça-feira e não deve ter problemas para conseguir mais um 3 sets a 0.

Mas vale ficar atento a Unilever x Usiminas/Minas, também nesta terça-feira. As cariocas são líderes com quatro pontos de diferença, mas um tropeço diante do Minas pode fazer com que o Sollys/Osasco se aproxime. O Unilever com Fernanda Venturini em seus bons dias é favorito, mas ainda prefiro a cautela ao falar das cubanas mineiras, que podem desequilibrar no ataque. E tem também o saque, já que conhecemos o passe do time do Rio e, às vezes, nem Venturini resolve.

Na Superliga masculina, o Sada/Cruzeiro embalou de vez e já tem oito vitórias consecutivas. Do outro lado, a Cimed/Sky errou em momentos importantes, mas também viu uma excelente combinação entre levantador e oposto. William, levantador do Sada/Cruzeiro, tem jogadas lindas, mas não deixa de fazer o básico. Se o oposto Wallace está virando todas, para quem deve ser a bola? Para o oposto! Não é preciso inventar a cada bola. E William deu aula disso. Fez o que era esperado com as bolas para Wallace e também mostrou o seu talento, variando quando necessário, soltando bola com apenas uma mão… Que bela dupla!

Veja os detalhes de Sada/Cruzeiro 3 x 0 Cimed/Sky

A rodada ainda teve mais um 3 a 0, para o Sesi para cima do Montes Claros. E agora, o Sesi, atual campeão, finalmente conseguiu de acertar? A equipe está sofrendo sem seus dois opostos, Wallace e Léo, que ainda seguem em recuperação de lesão…

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 Superliga | 22:20

Até agora, Superliga volta do carnaval como esperado

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A Superliga 2011/2012 voltou na noite desta sexta-feira depois da parada para a folia do carnaval. Depois de desfilar em escolas de samba, como as meninas do Unilever, curtir camarote na Sapucaí, como Murilo e Jaqueline, e fechar o feriado com show de despedida do Exaltasamba, que contou com o elenco da Cimed/Sky lá em Florianópolis, os jogos voltaram.

Ana Cristina e Fernanda Garay

Fernanda Garay postou uma foto no Twitter ao lado de Ana Cristina após vitória sobre o Pinheiros

E, pelos resultados do feminino nesta sexta-feira, as coisas seguem como o esperado. Líder Unilever bateu o Macaé por 3 sets a 0, com dois sets apertados e vida fácil na última parcial. O Vôlei Futuro, em casa, passou pelo Pinheiros pelo mesmo placar. A equipe de Araçatuba errou saques, mas se impôs no ataque e dominou o jogo (veja os detalhes do jogo). O Pinheiros, apesar de estar por enquanto em oitavo na tabela, segue sem grandes chances na temporada depois do desmanche que sofreu no ano passado.

Falando em tabela, o Mackenzie/Cia do Terno venceu o BMG/São Bernardo, mais um time que, na minha opinião, não “virou” nesta temporada, também em sets diretos e assegurou um lugar nos playoffs da Superliga.

Mas o jogo esperado da rodada é entre Sollys/Nestlé e Usiminas/Minas, na tarde de sábado. Se vencer, o time de Osasco segue na vice-liderança. Um tropeço faz as laranjas serem ultrapassadas pelo Vôlei Futuro. Será uma partida interessante porque o Sollys/Nestlé vinha de boas atuações. A equipe ganhou volume com a volta da levantadora Fabíola e finalmente começou a ver a norte-americana Destinee Hooker em ação. Já as mineiras têm as cubanas Herrera e Daymi no ataque sob o comando da levantadora Claudinha. Promessa de boas jogadas.

Sobre o masculino ainda é um pouco cedo para comentar, já que quase toda a rodada também será no sábado. Na noite desta sexta-feira apenas vitória no tie-break do RJX sobre o BMG/São Bernardo (leia mais sobre a partida) e um duelo equilibrado entre Vôlei Futuro e Vivo/Minas. Volto depois da rodada com os resultados atualizados e mais comentários.

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012 Superliga | 10:23

E o saque vira assunto mais uma vez…

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Vôlei Futuro - Divulgação/CBV

Vôlei Futuro faz festa em quadra depois de passeio contra a Cimed/Sky em Florianópolis

Semana passada fiz um post falando das equipes reclamando dos erros de saque, principalmente na Superliga masculina. Na noite de quinta-feira, o saque voltou a ser assunto, mas pelos acertos. Variando e encaixando serviços, o Vôlei Futuro atropelo a Cimed/Sky na casa dos adversários em um 3 sets a 0 que rendeu a liderança da competição depois da sexta rodada do returno (leia mais sobre a partida).

Qual o segredo? Acho que é saber balancear. De nada adianta forçar o tempo todo e só errar. E nem entregar, apenas passando a bola. O Vôlei Futuro conseguiu ter um equilíbrio e, além dos cinco aces, desestabilizou a Cimed/Sky, como reconheceu Bruninho. “Eles sacaram muito bem, e a gente ficou acuado, principalmente nos dois primeiros sets. Acho que a gente jogou bem no terceiro set. Ali, o jogo foi jogado, mas eles tiveram mais competência pra encaixar os saques e acabaram vencendo. Eles jogaram muito bem”, disse o levantador.

Começando pelo bom saque, o Vôlei Futuro passeou em quadra e, por enquanto, é um dos times prontos da Superliga. A Cimed ainda está derrapando, mas vamos ver como chega aos playoffs. Pelo menos na noite de quinta, o jogo foi de um time só e o Vôlei Futuro mereceu herdar a liderança depois da derrota do Sesi para a Medley/Campinas.  E vimos que um serviço, quando executado com inteligência, poder ser um grande trunfo.

Falando em trunfo, vale um parenteses para a atuação de Ricardinho, que segue variando as jogadas, dando belas largadas… Mas isso será assunto para outro post em breve!

Leia também: Derrota para o Medley/Campinas custa a liderança ao Sesi-SP

Quantos match points você consegue salvar?

Usiminas/Minas - Divulgação

Festa também para o Usiminas/Minas diante do Vôlei Futuro na Superliga feminina

A quinta-feira também teve Superliga feminina, com uma vitória emocionante do Usiminas/Minas para cima do Vôlei Futuro. E o jogo deixa uma pergunta. Quantos match points uma equipe consegue salvar? Para o Minas, a resposta é seis. Isso mesmo! Elas salvaram seis pontos do jogo no tie-break até fechar a partida, segundo estatísticas da CBV. Prova de que é vôlei é um esporte emocional e que não adianta se afobar pare fechar. E claro, também ajuda ter o melhor atacante do torneio e duas cubanas no time…

Veja o resumo da sexta rodada do returno da Superliga feminina

Superliga feminina também teve vitórias esperadas. Unilever passou pelo Praia Clube e o Sollys/Nestlé bateu o Macaé. Elas seguem nas primeiras e segunda colocações. Já o Vôlei Futuro fica em terceiro, mas vê o Minas empatar em número de pontos e subir para o quarto lugar.

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