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terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos, Seleção feminina, Superliga | 15:48

Amil anuncia Claudinha e líderes já têm suas 'cabeças'

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O Vôlei Amil anunciou nesta terça-feira Claudinha como a levantadora para próxima temporada. Com isso, os líderes da última Superliga fecham as, digamos, cabeças de suas equipes. E acho que fizeram bons negócios.

Divulgação/ZDL

Claudinha é a nova levantadora do Vôlei Amil

O time de Campinas era justamente quem precisava de uma mudança. Zé Roberto apostou em Fernandinha, mas ela poderia ter mostrado mais. Ela sofreu com uma antiga dor nas costas e lesões e nem pode atuar em toda a temporada e, em alguns momentos, pecou nas decisões em quadra, sendo um pouco previsível. Pri Heldes entrou, e bem, em seu lugar, mas ainda é muito nova para assumir o time, apesar de ter futuro. Agora chega Claudinha.

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A ex-levantadora do Minas também é jovem, tem 25 anos, mas tem feito boas Superligas. Ela é habilidosa e ao mesmo tempo passa segurança em quadra e deve dar uma cara nova ao time. Além disso, terá dupla jornada para mostrar o trabalho a Zé Roberto, em Campinas e na seleção. Boa chance para dar um salto na carreira.

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Essa semana também foi de anúncios de renovações na Unilever. Seguem no time Sarah Pavan, Valeskinha e, já que o assunto do post são levantadoras, Fofão. Aos 43 anos ela vai para mais uma temporada e ainda comandando a equipe com aquela tranquilidade aparente que lhe é peculiar. É um exemplo a ser seguido e deve mesmo se manter em quadra enquanto o físico lhe permitir.

Sollys/Nestlé e Sesi, que completaram os quatro primeiros na temporada 2012/2013 já haviam renovado com suas levantadoras e também acertaram. Fabíola, além de ter conquistado a torcida, fez duas excelentes temporadas no Osasco, enquanto Dani cresce em Londres e ainda pode ajudar o time da capital.

Cabeças definidas, agora é seguir a movimentação nas outras posições! Gostaram dos negócios até aqui?

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segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:34

Os nomes da Superliga feminina

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Desde o returno da Superliga fiz aqui no blog uma série chamada “o Nome da Superliga”. Citei alguns destaques dos times ao longo da briga pelo ouro e, agora, com o título do feminino para Unilever e do masculino para RJX, vou usar a série para atender um pedido que chegou pelos comentários do Mundo do Vôlei. Vamos falar de quem fez a diferença durante a competição? Primeiro as mulheres. Comento dos homens no outro post.

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A Unilever recuperou o título com 3 a 2 de virada para cima do Sollys/Nestlé na decisão. Dona do último ponto da partida em uma escolha premeditada da levantadora Fofão, Natália foi um dos nomes da Superliga. A ponteira ficou uma temporada afastada por causa do tumor na canela, voltou neste ano e cresceu aos poucos. Decidiu quando tinha que decidir e não hesitou em colocar aquela última bola no chão. Teve uma temporada de superação depois de ter recebido muitas críticas com a convocação para as Olimpíadas de Londres. Lá ela fez bem pouco em quadra, mas agora está de volta e tem o ciclo olímpico pela frente para mostrar que merece vaga na seleção e que pode ser destaque em 2016.

Alexandre Arruda/CBV

Bia, central do Sesi

Falando em seleção, Zé Roberto já fez a primeira convocação do ano e lembrou de jovens que brilharam na Superliga. Bia foi o nome no meio do Sesi, mesmo que no time estava também Fabiana. Esperava mais da veterana, enquanto a novata foi presença firme nos bloqueios. Já Angélica comandou o bloqueio do Praia Clube, time que pareceria que iria desbancar ou atrapalhar a eterna briga Unilever x Sollys/Nestlé, mas acabou pelo caminho. As duas estão na lista do treinador e têm futuro.

Outra já convocada que está de novo na lista é Pri Daroit. El é um ponteira que ainda precisa amadurecer, mas está no caminho e segurou as pontas no Vôlei Amil quando Ramires, destaque no ataque, não estava em seus melhores dias.
Quem acho que ainda merece destaque na ala das jovens são Gabi e Ju Carrijo. A ponteira da Unilever substituiu Logan Tom e aguentou tranco. Na final, demorou a entrar de vez no jogo, mas não comprometeu o time. Só tem 18 anos e é outra que deve estar no time de 2016 ou mesmo 2020, pela pouca idade. Já a levantadora tem 20 anos e muita habilidade. Queria vê-la testada na seleção também no futuro.

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Na lista das estrangeiras, espaço no Nome da Superliga para Herrera e Sarah Pavan. A cubana comandou o Praia e o time sentiu, e muito, quando ela saiu por contusão. É uma jogadora de potência e decisão e que promete dar trabalho na próxima temporada. Já a canadense chegou ao Rio para herdar a vaga na final, foi maior pontuadora em diversos confrontos, inclusive na final, e fez seu nome por aqui, depois de já ter sido destaque na Itália. Ter 1,96m ajuda Sarah a ser ofensiva já no saque e soltar o braço no ataque.

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho, técnico da Unilever

E para fechar os destaques, Bernardinho. O técnico mais uma vez fez a diferença na Unilever. A equipe não era a dona do melhor elenco e nem a favorita ao título diante do Sollys/Nestlé. Ainda assim, soube comandar o time na virada na decisão. E ver como todas falam dele é admirável. De Gabi a Fofão, todas reconhecem o trabalho de Bernardinho e querem atuar ao lado dele.

Sei que deixei um monte de gente de fora. Teve Camila Brait bem na defesa, Dani Lins ganhando consistência no levantamento, Ramires atacando com potência, Vasileva atuando como segurança.. Mas se fosse para falar de todo mundo, o post (que já está gigante) não teria fim! E também são apenas as minhas opiniões. Quem quiser, fique à vontade para comentar! E veja também no post seguinte os destaques da Superliga Masculina para o Mundo do Vôlei.

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domingo, 14 de abril de 2013 Diversos, Superliga | 10:35

Noite de Camila Brait e manhã de final na Superliga

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Final de semana agitado no vôlei!  A noite de sábado foi de festa para Camila Brait. A bela líbero do Sollys/Netlé Camila Brait reuniu estrelas do esporte em sua festa de casamento. A jogadora se casou com o economista Caio Conca. Meninos da redação do iG, que colocam a líbero como uma das musas das quadras não devem ter gostado muito da notícia…

A próxima da lista deve ser Sheilla. A companheira de Brait já estava às voltas com os preparativos para seu casamento na fase final da Superliga, mas não quis comentar sobre o assunto. Felicidades às noivas!

Veja algumas fotos da festa de Camila Brait compartilhadas pelas atletas na redes sociais:

Se a noite de sábado foi de festa fora das quadras, a manhã de domingo é de decisão dentro das quatro linhas. Aqui, no ginásio do Maracanãzinho, Sada Cruzeiro dominou o primeiro set e saiu na frente na final da Superliga masculina diante do RJX. Quem será que fecha esse final de semana de vôlei comemorando? Volto ao final da partida com os comentários.

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quarta-feira, 10 de abril de 2013 Superliga | 14:35

Ranking, set de 21 pontos, Bernardinho, mercado e quase férias

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*atualizado às 15h21

Galera, estou de férias na redação do iG, mas sigo acompanhando o que acontece no vôlei nesta semana. Fico por aqui (por isso o “quase férias” do título) até a final da Superliga masculina e como essa semana começou agitada, resolvi colocar o papo em dia no blog. Teve ideia de diminuir número de pontos por set, novo ranking de atletas, movimentação no mercado e uma confirmação que a gente já esperava, mas que mesmo assim deve ter sido comemorada.

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A novidade desta quarta-feira é que a FIVB estuda diminuir os sets de 25 para 21 pontos. A ideia será testada na Liga europeia e serviria para diminuir o tempo dos jogos. O assunto já rendeu comentários no Twitter. Estava agora mesmo comentando isso com Gustavo. O central gostou da ideia e ainda deu uma sugestão: “Melhor os 21 pontos, na minha opinião, e um tempo a menos. Substituições mais rápidas!”, me respondeu ele. Com uma parada a menos e menos pontos, o jogo pode ficar mais ágil. Ainda assim, não perderá a essencial. Não sei se só quatro pontos fariam tanta diferença, mas quem sabe a mudança não dá certo? Como estávamos falando no Twitter, jogos de mais de 2h30 ou 3h são bem cansativos. E vocês, galera, o que acham dessa ideia?

Outro assunto foi o ranqueamento, que gerou algumas polêmicas nesta temporada. Quantas vezes escrevi ou comentaram que o Sollys/Nestlé era a seleção brasileira? Quem não lembra das reclamações de Zé Roberto Guimarães depois da semifinal da Superliga? Pois bem, uma das selecionáveis terá que deixar o time.

Alexandre Arruda/CBV

Fernanda Garay agora é 7 no ranking da CBV

Cada equipe pode somar 32 pontos, mas pode contar com, no máximo, três jogadoras com sete pontos, valor mais alto do ranking. E depois do bicampeonato olímpico, Fernanda Garay foi promovida ao grupo de sete pontos. A classificação acho que é justa, afinal, a ponteira fez uma excelente temporada e nas Olimpíadas de Londres tirou o lugar de Paula Pequeno e foi importante para a seleção. Como o ranking leva em conta o que a atleta fez no ano anterior, Fê Garay deveria mesmo ser 7.

Veja o ranking completo das atletas da Superliga feminina

Agora, além dela, Thaísa, Jaqueline e Sheilla são as atletas do Sollys/Nestlé com pontuação máxima. Uma delas terá que sair. Qual faria menos falta? Não tenho ideia. Alguns boatos falam que é a própria Fê Garay quem vai deixar o time. Não sei, mas qualquer uma fará falta porque todas são destaques em suas posições. O Sesi já tentou levar a Jaqueline e o time paulista tem Fabiana e Tandara como 7 no momento. Ah, e Tandara foi o mesmo caso de Garay. Ela mudou de pontuação nesta temporada. Mas aí acho que contou não a seleção, até porque ela conseguiu o seu lugar no time, mas é reserva, mas o crescimento ao longo da Superliga. Bom, vou parar de fazer suposições e deixar para os dirigentes do Sollys e dos outros times se acertarem com isso… Mas quem quiser comentar e montar o seu time, fique à vontade!

Falando em montar time, o mercado teve mudança e confirmação nesta semana. Pacheco é o técnico do time masculino do Sesi, na vaga deixada por Giovane. Apesar de achar que houve falha na semifinal por não ter um plano B para a lesão de Serginho, que jogou no sacrifício o tempo todo contra o Sada/Cruzeiro, gostava do trabalho de Giovane. Mas Pacheco tem mais experiência no banco, diversas finais de Superliga e o time paulista segue em boas mãos. O ruim disso é ver a equipe de Campinas que ficou sem patrocinador já perdendo gente também.

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Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho segue na Unilever e na seleção

Outro técnico foi notícia, só que pela confirmação. Bernardinho, campeão da Superliga, segue na Unilever e na seleção brasileira. Tem gente que pode falar, reclamar do jeito dele ou se algumas decisões como cortes e tal, mas Bernardinho é um treinador e tanto. Ele mexeu na Unilever em diversos jogos da Superliga e isso fez o time mudar e vencer. Até na final, as jogadoras falaram que mudaram de postura após uma conversa dele do segundo para o terceiro set. A torcida carioca deve ter comemorado a decisão, ainda mais depois de o próprio Bernardinho ter comentado no começo da temporada ao Diário de São Paulo, se não me engano, que estava cansado e que seguiria só com um dos times, a Unilever ou a seleção. Mas ainda assim, era uma decisão esperada. Ary Graça já tinha dito que seguiria no time nacional, e não o imagino fora da Unilever. Alguém imagina?

A semana ainda deve render mais assuntos, afinal, a decisão da Superliga masculina será no domingo, no Maracanãzinho. Eu sigo nas minhas “quase férias” e, por isso, posso ficar um pouco distante nos próximos dias. Mas volto para a final RJX x Sada/Cruzeiro!

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domingo, 7 de abril de 2013 Superliga | 17:29

Os ingredientes da final da Superliga feminina

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A Unilever recuperou o título da Superliga feminina com o 3 sets a 2 para cima do Sollys/Nestlé na decisão deste domingo. Acompanhei de perto a decisão, que teve alguns ingredientes marcantes. Em quadra, jogadoras experientes e novatas. A pressão da final foi sentida pelos dois lados. Nas arquibancadas, uma festa linda azul e laranja. Vamos a um pouco mais desta final…

Final da Natália

Natália comemora com Fabi o título da Superliga

Ela recebeu a última bola do jogo e colocou no chão. A jogada coroou uma temporada de recuperação depois de um ano sem jogar por causa do tumor na canela. E uma frase de Lucimar Pereira, mãe de Natália, resume tudo: “Hoje eu senti que a minha filha está curada, tanto do tumor quanto da parte piscilógica. Hoje foi a grande vitória da vida da Natália”.

Minha primeira final, meu primeiro ouro
O Sollys/Nestlé x Unilever reúne campeãs olímpicas e quem é ídolo da torcida. Mas também têm novatas que fizeram a diferença. A canadense Sarah Pavan, por exemplo. Ela chegou nesta temporada, foi maior pontuadora em diversos jogos e repetiu o desempenho na final, com 22 bolas no chão. Falei com ela após o jogo e ela estava feliz pelo desempenho, claro, que confessou ter sofrido de ansiedade antes da partida.

Quem pareceu ansiosa foi Gabi. A menina de 18 demorou um pouco a entrar no jogo e apareceu junto com a virada do Unilever. Mas era de se esperar que ela sentisse a pressão por estar na primeira final, em um ginásio lotado. Depois, fez a sua parte e contribuiu.

Coração das experientes
Na ala das mais experientes, Fabi e Fofão. E depois do jogo, as duas falaram que colocaram o coração na quadra. Para Fabi, isso ajudou no tie-break. E Fofão tentou se controlar nas comemorações para se poupar por causa de dores na panturrilha, mas esqueceu de tudo com a bola em jogo e vibrou. Nas palavras dela, se sentiu como uma garotinha. E final é isso mesmo. Pode ter os anos de experiência que for, tem que ter coração também.

Baixinha é gigante no bloqueio

Alexandre Arruda/CBV

Juciely é a dona do melhor bloqueio da Superliga e foi destaque do tie-break

Uma das jogadoras que atua com o coração é  Juciely. Quando ela está do lado de fora na passagem de Fabi na quadra, a central pula, comemora os pontos e não para. Em ação, se concentra e não foge da responsabilidade. Neste domingo, começou bem no quinto set e ajudou o time a abrir vantagem. E, em terra de centrais gigantes, ela se destaca como bloqueadora com seus 1,84m. Tanto que foi eleita a melhor na posição na Superliga e foi quem mais marcou no fundamento na final, com cinco pontos.

Torcida, do começo ao fim
O jogo foi em campo neutro, mas Osasco é do lado de São Paulo, então, a torcida do Sollys/Nestlé compareceu em peso ao Ibirapuera. E fez barulho o tempo todo. Do banco, quando a Unilever começou a reagir, a levantadora reserva do time paulista Karine comandou os fãs. Levantou os braços, pediu apoio e foi atendida. Em quadra, o Sollys tentou corresponder, mas parou no terceiro set e não voltou mais para o jogo.

A torcida aplaudiu o time e teve respeito. Mas se o ginásio começou com uma festa laranja, terminou azul pelos torcedores da Unilever. E o time retribuiu. Muito depois da bola decisiva de Natália, todas as jogadoras campeãs ficaram em quadra para atender a imprensa e para passar um tempo enorme tirando fotos e dando autógrafos para a torcida. Perdi a conta de quantas vezes vi o pessoal da comissão tentar “resgatar” as jogadoras e fazê-las seguir para o ônibus. Mas tem que ser assim mesmo! Torcida apoia e merece uma resposta.

Falta de organização
Foi preparada uma grande festa para a final. E realmente foi um espetáculo, com dança, DJ, luzes e mais. Só faltou organização ao final do jogo com a imprensa. Sofremos para entrar na quadra e fazer o nosso trabalho. Fica a dica para a final masculina na semana que vem…

Festa, choro e dança
A final teve choro das campeãs e das derrotadas. Não deve ser fácil abrir 2 a 0, ter chances de liquidar o jogo e levar a virada como foi para o Sollys/Nestlé. Até um time formado pela seleção brasileira pode sentir a pressão. Do outro lado, sensação e emoção pelo dever cumprido. No pódio, muita dança até o funk lek lek lek. Era o momento delas e ali, vale tudo. O importante era a medalha de ouro no peito.

Alexandre Arruda/CBV

Unilever comemora octa na Superliga

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Sem categoria | 11:50

Unilever reage, vira contra Sollys e é campeão da Superliga

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Unilever e Sollys/Nestlé fizeram um duelo e tanto na manhã deste domingo. Depois de perder os dois primeiros sets, o time carioca começou uma reação, passou a defender mais e levou o jogo ao tie-break com direito a um passeio no quarto set. Na hora de decidir, abriu no placar e liquidou a decisão. Título da Superliga volta para o Rio!

No começo, o Sollys jogou solto e foi superior. Logo no primeiro set foram quatro pontos diretos de serviço. A recepção do Unilever também não estava em um bom dia, o que ajudou as paulistas. Elas jogaram mais soltas e pareciam ter mais facilidade na virada de bola. Ali dava para ver a seleção em quadra, fazendo a diferença com Thaísa, Sheilla, Fe Garay…

Primeiro e segundo sets foram parecidos, com Sollys liderando o tempo todo. Já a terceira parcial começou diferente e o Unilever assumiu a frente do placar. Será que era hora de virar o jogo?

O Unilever tentou, mas logo o Sollys virou, ainda em 10  a 9. Só que o time carioca passou a defender mais neste set e voltou à liderança. Fabi, que não parecia em seu dia, pegou belos ataques de Fernanda Garay. Todo mundo parecia mais atenta daquele lado da quadra e Gabi começou a virar. A bola batia no bloquieo e sempre tinha alguém ali para recuperar e seguir a jogada. O Sollys ainda buscou, chegou ao 22  a 20, mas um bloqueio em cima de Sheilla liquidou a parcial. Era a hora de crescer e salvar o jogo, e foi isso que o time carioca fez.

A vitória na terceira parcial fez bem ao Unilever. Depois de vencer um rali e tanto, a equipe aplicou 12 a 3 no placar! Agora, quem joga com facilidade é o Unilver, com passeio em quadra e diversas defesas e coberturas. O Sollys também se arrumou e ajudou a ter vários ralis, mas o time do Rio cresceu no jogo e mostrou atenção na cobertura, sem nenhuma jogada perdida. E se no começo o nome era Saraha Pavan, aos pouco as outras começar a virar, como Natália. A jogada de meio também apareceu mais. Mais inteiro, o Unilever venceo o set sem problemas.

E depois de dois jogos decididos no tie-break, a final foi para o quinto set. De um lado, Sollys tenta vibrar e contar com torcida para voltar para a briga. Do outro, Unilever tenta se segurar na frente. Melhor para o time de Bernardinho, que abriu antes da virada de quadra e segurou a vantagem. No contra-ataque de Natalia, bola no chão, 15 a 9 no placar e título para Unilever.

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sábado, 6 de abril de 2013 Superliga | 15:15

Minha final inesquecível

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Na nona final seguida entre Sollys/Nestlé e Unilever o que não falta é história para contar. Pensando nisso, o Mundo do Vôlei bateu um papo com algumas jogadoras que estarão em quadra neste domingo e fez a seguinte pergunta: qual a sua final inesquecível? Quem já está acostumada a esse duelo lembra de jogos da época da final em série melhor de cinco ou cita a mais recente. E até quem joga neste duelo pela primeira vez cita o adversário como participante da sua final inesquecível! Veja as lembranças

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Thaísa, sobre a final 2011/2012: “Não sei da onde tirei forças e a final foi meu melhor jogo”

Alexandre Arruda/CBV

Thaísa ataca na final 2011/2012, vencida por 3 a 0 pelo Sollys/Nestlé

Para a central do Sollys/Nestlé, a final de domingo será a sua oitava desta série. Ela começou no então Rexona e se transferiu para o então Finasa em 2008/2009. Depois de tantos anos, ela lembra do jogo que deu o título ao time de Osasco, agora Sollys/Nestlé, em 2011/2012 com carinho especial.

“Eu tinha feito uma temporada muito abaixo do que estava acostumada e aquilo foi muito complicado para mim. Eu me cobro demais e sofri a Liga inteira por não estar conseguindo fazer o que eu sabia. E quando está com a cabeça ruim, pode vir o Papa falar que você é boa, que você ainda vai achar que é ruim. Eu estava assim, mas não sei da onde tirei forças. A final foi meu melhor jogo. Não se foi a melhor de todas, mas me marcou pela superação. Me marcou porque me mostrou o que eu posso fazer e que eu sou muito mais forte do que eu imagino”, conta a central.

Veja também: Experientes, novatas e ‘vira-casaca’. Veja quem é quem na final da Superliga

Na temporada passada, o Sollys/Nestlé venceu a Unilever no Maracanãzinho por 3 sets a 0 e levou o terceiro título desta série.

Régis, sobre a final 2006/2007: “Estávamos perdendo por 8 a 3, fui para o saque e conseguimos reverter”

Divulgação

Régis vibra na final 2006/2007. Ela foi titular, maior pontuadora do jogo e ajudou no título

A ponteira é sinônimo de Unilever. Ela participou de todas as decisões entre cariocas e paulistas e é aquela jogadora que pode ajudar a qualquer momento. Nesses anos no time de Bernardinho, não virou titular, mas entra para tentar reverter uma situação adversa. E foi em uma situação assim, atrás do placar, que ela resolveu.

“Inesquecível foi o título de 2006/2007. Eu soube no vestiário que ia começar jogando. Na hora eu nem acreditei e lembro que perguntei para quem estava ao meu lado: ‘Você tem certeza? Ouvi direito? Ele falou meu nome?’. Lembro que comecei a tremer. Fui para o jogo e no tie-break a gente estava perdendo por 8 a 3. Fui para o saque e conseguimos reverter. Fiz uns aces e tive uma boa sequência”, recorda Régis.

Naquela final, ainda disputada em série melhor de cinco, o último jogo foi no ginásio Caio Martins, em Niterói e o time do Rio, ainda Rexona, venceu no tie-break. Régis foi a maior pontuadora do duelo, com 30 bolas no chão.

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Fabi, sobre a final 2008/2009: “Não éramos favoritas e ainda vencemos de virada”

Alexandre Arruda/CBV

Fabi vai para a oitava final entre Rio e Osasco e lembra de 2005/2006 e 2008/2009 com carinho especial

Fabi tem quase a marca da Régis. Ela chegou ao time do Rio na segunda final contra o Osasco e está lá até hoje. Ela também lembra das decisões ainda em cinco jogos e fala de 2005/2006. Para a líbero, o jogo que marcou uma das despedidas de Fernanda Venturini foi especial. Ali, a equipe carioca faturou o título no quinto jogo, mas com direito a um 3 sets a 0. Entretanto, a outra decisão inesquecível não foi tão simples.

“Estávamos perdendo o quarto set por 24 a 23 e conseguimos virar e empatar em 2 a 2. Lembro que a entrada da Monique no lugar de Joycinha foi decisiva. No 5º set, ela ficou em quadra e marcou seis pontos seguidos. Não éramos as favoritas e ainda vencemos de virada”, fala a líbero sobre a final de 2008/2009.

A Superliga já era decidida em jogo único e o Rexona-Ades fez 3 a 2 diante do Finasa/Osasco para levar mais um título. A temporada ainda ficou marcada pelo drama vivido pelo time paulista. Depois de mais uma derrota, a quarta seguida para as cariocas, o Finasa deixou de patrocinar do time. A prefeitura de Osasco bancou o projeto, que logo ganhou o apoio da Nestlé e está aí para mais uma final.

Fofão, sobre a final 2001/2002: “Tinham 23 mil pessoas no ginásio. Até hoje fico arrepiada só de lembrar”

Alexandre Arruda/CBV

Fofão lembra de uma final antes mesmo da série Rio x Osasco, mas tem ligação com o time paulista

Fofão, aos 43 anos, será a mais experiente em quadra neste domingo e pode ser a mais velha a ser campeã da Superliga. E a lembrança dela da final inesquecível é de antes da série Rio x Osasco, mas também tem ligação com o confronto. Para a levantadora, dona de três títulos nacionais, o melhor deles foi conquistado justamente diante da equipe de Osasco.

“Jogava pelo Minas e a final foi contra o BCN/Osasco.  O jogo que decidiu foi em Minas e tinha 23 mil pessoas no ginásio. Até hoje fico arrepiada só de lembrar. A gente saiu perdendo na série, empatou e levou para o terceiro jogo. E vencemos em casa. Vai ficar para sempre”, afirma Fofão.

Aquele foi o primeiro título do MRV/Minas. Depois, só deu Osasco, que faturou três campeonatos seguidos. Em 2005/2006, vitória para o lado carioca com o nome Rexona/Ades, mas a gente já relembrou a partir daí…

E agora, quem sairá do Ibirapuera com boas lembranças? Unilever e Sollys/Nestlé disputam o título neste domingo, às 10h (horário de Brasília). Nos vemos por lá!

Antes disso, bati um papo na redação do iG para falar mais dessa final. É uma decisão que repete adversários, mas coroa trabalho e investimento. Para quem quiser, é só assistir ao vídeo (funciona melhor no navegador firefox…):

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quinta-feira, 4 de abril de 2013 Superliga | 09:54

Sollys/Nestlé x Unilever de novo na final: É justo?

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Domingo é dia de decisão da Superliga feminina 2012/2013. A temporada é outra, algumas atletas também são outras, mas os times são os mesmos há nove anos. Sollys/Nestlé disputa o título com a Unilever. Isso é bom ou ruim?

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Conversei com jogadoras e técnicos para uma matéria especial aqui no iG sobre isso. Para os dois times, essa final coroa mais uma vez quem investe no esporte. Veja o vídeo abaixo.

E em tempos de final de campeonato quando sempre surgem as dúvidas sobre os equipes e patrocinadores que vão seguir no próximo ano, esse é um tema que vale a discussão.

Se pararmos para pensar, Osasco e Rio de Janeiro são times bastante tradicionais do vôlei brasileiro, que perdendo ou ganhando, não deixaram de existir. O Osasco  sofreu um baque com a saída do Finasa, mas logo teve a garantia da cidade de que continuaria e conseguiu um novo patrocinador para manter um elenco de alto nível. Quais outros times se mantiveram tanto tempo assim?

Conversando com a Fofão sobre esse assunto, ela lembrou de Pinheiros, São Caetano e Minas também como tradicionais, mas que não mantiveram um padrão ao longo dos anos. O Pinheiros, há algumas temporadas, tinha Fabíola, Ivna, Lia, Ju Costa e um conjunto forte para chegar às semis. Esse ano, se montou com novatas que deram trabalho, sim, mas não tinham experiência necessária e ficaram pelo caminho, nas quartas de final. O São Caetano já teve a própria Fofão, Mari e Sheilla na época da Blausiegel. O patrocinador saiu, o time quase acabou e vive de jovens. Já o Minas, que já emplacou uma sequência de finais na Superliga, chega até os playoffs, mas não consegue avançar.

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Acho que essa final repetida mostra que vale a pena investir e seguir investindo. Estão lá na briga quem tem um elenco forte e também a tranquilidade de que o time não vai, ou pelo menos não deve, se desfazer ao final da temporada. Pode ser chato, pode ser repetitivo, mas é resultado de trabalho a longo prazo.

Que sirva de exemplo e outros sigam na briga para chegar ao topo, sem desistir pelo meio do caminho. Sesi tinha um bom time nesta temporada e, com mais tempo de trabalho, pode avançar à decisão. O mesmo pode-se dizer do Vôlei Amil. Outros como Praia Clube, que surpreendeu neste ano, já deram a boa notícia de que todo mundo vai seguir por lá. Será mais um na briga, sem dúvida. Desta vez foi justo ter de novo Sollys/Nestlé x Unilever na final. Mas se o investimento seguir, o cenário pode mudar no futuro.

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segunda-feira, 1 de abril de 2013 Superliga | 12:15

Sollys/Nestlé x Unilever mais uma vez na final. Há um favorito?

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Depois de muito esperar, Sollys/Nestlé e Unilever entram na contagem regressiva para a final da Superliga feminina 2012/2013. Pela nona vez consecutiva as duas equipes decidem o título. O jogo será no domingo, dia 7, às 10h, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Depois de tanto tempo se enfrentando, dá para apontar um favorito nessa briga?

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O Mundo do Vôlei conversou sobre isso com alguns protagonistas da decisão. Ainda na fase semifinal, Bernardinho disse, sem pensar, que favorito era o Sollys. Fabi também apostava no time de Osasco na briga com o Vôlei Amil para chegar a mais uma decisão. Depois da classificação, a turma do time de Osasco reagiu e respondeu ao técnico. Veja a opinião deles no vídeo:

Tendo um favorito ou não, o que se vê nesses momentos é um jogo de empurra. Bernardinho joga a responsabilidade para o outro lado. Mesmo com elenco que tem e com a sequências de títulos (Superliga 2011/2012, Campeonato Mundial e Paulista), a equipe de Osasco não se assume um pouco à frente. O mesmo aconteceu na semifinal, José Roberto Guimarães, desde o começo da Superliga, disse que o objetivo do Vôlei Amil na temporada era chegar até a semifinal, já tirando um pouco a pressão nos playoffs. Pois bem, o time foi até a meta estabelecida. Na outra chave, Sesi também dizia que a responsabilidade era do Unilever e ponto.

Sim, concordo com Thaísa quando ela diz que o jogo é decidido na bola, ali dentro da quadra. Também sei que duelos entre Sollys/Nestlé e Unilever geralmente são muito equilibrados. Prova disso foram os dois jogos desta temporada, com dois tie-breaks, um para cada lado. Mas dessa vez, acho que o lado paulista leva vantagem. É uma equipe que tem praticamente a seleção brasileira sim, como todos cansam de comentar, e isso pode ajudar. Todas estão muito bem entrosadas e são experientes em momentos de decisões.

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O Unilever parece mais inteiro que na temporada passada, com banco para mexer. Gabi entrou muito bem ao longo da temporada na vaga de Logan Tom e vamos ver se não sente a pressão. Sarah Pavan fez belos jogos e pode contribuir, já que chegou há pouco e é, digamos, desconhecida do Sollys/Nestlé, pois disputa essa final pela primeira vez e está na sua primeira temporada no Brasil.

Não deve ser fácil, para nenhum dos lados. Temos a semana inteira para decidir quem carrega a pressão do favoritismo na final.

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quinta-feira, 21 de março de 2013 Superliga | 14:12

Faz bem ou mal ficar um tempo sem jogar na reta final?

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*atualizado às 18h04

Essa semana é de treinos para os times que estão na decisão da Superliga. No masculino, RJX e Vivo/Minas, que se classificaram para a semifinal em dois jogos, esperam até sábado de manhã para começar a série que vale o lugar na decisão. Sada/Cruzeiro x Sesi iniciam as semis na noite de sábado também depois de alguns dias sem jogos. No final, é bom ou ruim demorar tanto para entrar em quadra entre uma partida e outra? Veja opinião de alguns envolvidos nas decisões no vídeo abaixo:

Thiago Alves, do RJX, ainda comentou ao Mundo do Vôlei outro aspecto. Durante a Superliga, os times jogam duas vezes por semana e quase não têm descanso. Agora sobra um tempo para ajustar a equipe, pensar no adversário e entrar em quadra. Mas tem gente que reclama disso…

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Thaísa, central do Sollys/Nestlé, se prepara para mais uma final diante da Unilever. E no feminino, o tempo de espera ainda é maior. Tanto paulistas quanto cariocas conquistaram a vaga na decisão e vão ficar três semanas apenas nos treinos até a partida que vale o título, marcada para o dia 7 de abril, em São Paulo. Para a central, é complicado não apenas manter o ritmo ou controlar a ansiedade neste tempo todo, como comentaram os outros jogadores no primeiro vídeo. Ela lembra que isso pode afetar ainda mais quem, como ela, é atleta da seleção brasileira. Assista abaixo:

E você? Acha válido ter um campeonato acelerado e um tempo de “folga” nesta reta final? Dê também a sua opinião!

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