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Posts com a Tag Sheilla

terça-feira, 13 de maio de 2014 Diversos | 13:06

Férias

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Oi, galera…

Fiz como a maioria do pessoal do vôlei depois da Superliga e entrei em férias. Estou fora da redação desde o começo do mês e volto em junho, mas parei para assistir às finais do Mundial de Clubes e ficou um pouco de frustração.

No masculino, o Sada Cruzeiro sediou o torneio e chegou com o status de atual campeão, campeão da Superliga e todo o embalo das últimas temporadas. Mas eles pararam nos russos do Belgorod na semifinal (time acabou com a medalha de ouro) e foram para a disputa do bronze contra o UPCN. E o jogo contra os argentinos foi bastante equilibrado e decidido apenas no tie-break. Melhor para os argentinos, que ficaram com o terceiro lugar (25/17, 31/29, 23/25, 16/25 e 15/13).

Divulgação/FIVB

Bloqueio do Dínamo Kazan quase não deu chances ao ataque do Molico na final

Entre as mulheres, o Dínamo Kazan foi o terror das brasileiras. Venceu o Molico/Nestlé na primeiro fase, passou pelo Sesi na semifinal e voltou a vencer o time de Osasco na decisão. E foi uma vitória e tanto. Nos dois primeiros sets, as russas usaram e abusaram do bloqueio e foram muito bem nos contra-ataques. Já o Molico não se achou e levou duas lavadas (25/11 e 25/16). Na terceira parcial, as brasileiras conseguiram equilibrar e chegaram a salvar três match points com momento inspirado de Sheilla no fim, mas o dia era de Gamova e companhia e as russas fecharam em 3 a 0 (27/25 no terceiro set) e ficaram com o ouro.

Os números do bloqueio resumem a final do Mundial de Clubes feminino. Foram 16 pontos para o Dínamo Kazan contra apenas dois do Molico. Assim fica muito complicado. Para completar o pódio no torneio, o Sesi comemorou o bronze depois de 3 a 2 para cima das donas da casa do suíço Volero.

Pois é, foram duas medalhas e um quarto lugar. Poderia ter sido mais. Quem sabe no próximo Mundial. Agora eu vou seguir com as minhas férias. No vôlei, tem gente também de folga e gente já treinando com a seleção. Os homens estreiam logo mais na Liga Mundial, no dia 23 de maio, diante da Itália, em Jaraguá do Sul (SC). Já as mulheres se preparam para o Montreux Volley Masters, de 27 de maio a 1º de junho, na Suíça. A gente se fala! Até junho!

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terça-feira, 12 de novembro de 2013 Superliga | 09:34

Como estão os times na pausa da Superliga?

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A Superliga está em pausa enquanto as seleções brasileiras disputam a Copa dos Campeões. A equipe feminina já estreou no torneio com vitória por 3 sets a 0 sobre os Estados Unidos e a masculina faz aclimatação e começa a jogar na semana que vem. E por aqui, no torneio nacional, a média foi de cinco jogos por equipe. Entre os líderes, tanto no masculino quando no feminino, não há grandes novidades. Mas já há aquele de quem eu esperava mais nesse começo. Vamos a um comentário de como estão os elencos até aqui?

Superliga feminina

A maioria dos times já fez cinco jogos e até agora os líderes são aqueles velhos conhecidos. O Molico/Nestlé é o único invicto e parece que ter mudado apenas no nome e na cor faz bem.

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Apesar das saídas de Fê Garay e Jaqueline, o time manteve a mesma cara do ano passado e já está entrosado. E no individual, Gabi, que já estava no elenco, passou por uma das pontas. Ou seja, mais uma que já é conhecida. Sheilla segue forte no ataque e ainda é destaque nos números do bloqueio. E quem chegou aparece bem, como a italiana Caterina Bosetti, que estreou com a Superliga em andamento e já está entre as melhores no ataque e no saque.

Leia também: Seleção feminina mantém freguesia sobre os EUA e larga bem na Copa dos Campeões

Atrás do Molico/Nestlé, aparecem Vôlei Amil, Unilever e Praia Clube, todos com uma derrota apenas. E dessas, acho que a que surpreendeu foi a do time carioca para o Rio do Sul por 3 a 1.

E já que falamos de reforços, por aqui as novidades também se deram bem. Tandara é a maior pontuadora do torneio e está em boas mãos no comando de Zé Roberto. No ano passado ela já tinha sido a segurança do Sesi e, agora, pode repetir e melhorar a atuação em Campinas.  Sob o comando de Bernardinho, Brankica Mihajlovic já está entre as tops no ataque e pela potência no saque, logo será destaque no fundamento também. E no Praia, quem está melhor nas estatísticas é a norte-americana Kimberly Glass, top entre as pontuadoras e atacantes.

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Do outro lado, teve gente que vai para a pausa da Superliga devendo. Acho que é o caso do Brasília Vôlei. Com elenco de experientes como Paula Pequeno, Erika, Dani Scott e Elizângela, a equipe fez seis jogos e só venceu dois. E isso inda sem enfrentar nenhum líder. O Sesi, que desde a criação é um pouco mais promessa que realidade, apesar de ter chegado à semifinal no ano passado, continua tropeçando e também só tem dois triunfos. Pausa de muito trabalho para esses elencos!

Superliga masculina

Entre os homens, a lista de invictos é mais extensa. Sada Cruzeiro, atual campeão mundial, é o dono da primeira colocação. Também seguem 100% RJX e Sesi. E também não é nenhuma novidade ter esses três na ponta.

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

O Sada é quase  o mesmo time do ano passado e a filosofia de manter o elenco já se mostrou muito positiva. Além de Wallace, William, Leal, Filipe e companhia, ainda chegaram Éder e Isac. O RJX perdeu jogadores como Dante ou Théo, mas trouxe Leandro Vissotto. E o Sesi foi quem mais investiu, com Lucão, excelente central e dono de um saque que dispensa qualquer comentário, e Lucarelli, destaque da nova geração. E não é a toa que os maiores pontuadores da Superliga são desses times: Wallace, Vissotto e Lucarelli.

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Seguindo na tabela também estão times que vieram interessantes nesta temporada. Entre quarto e sexto estão Brasil Kirin, Moda/Maringá e Vivo/Minas. Os campineiros tem gente boa no elenco, como Vini ou João Paulo Bravo. Já a equipe do Paraná reeditou a dupla Lorena e Ricardinho. E o Vivo/Minas tem o melhor atacante até aqui, Franco, e logo terá Filip em plena forma e que deve fazer a diferença, como na temporada passada.

Queria ver mais ainda do Canoas. Até agora venceu dois e perdeu quatro jogos, mas conta com o veterano cubano Dennis, por exemplo. Será que ele ainda pode ser aquele cara dos anos 90, que foi a pedra no sapato do Brasil com um saque estiloso e um ótimo ataque?

A Superliga volta ainda em novembro. A feminina terá Minas x Pinheiros no dia 19 e a rodada cheia no dia 26. Para os homens os trabalhos voltam no dia 23. Até lá, é treino para quem está por aqui e seleção brasileira lá no Japão.

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013 Seleção feminina | 07:45

De volta ao topo no Grand Prix

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O Brasil faturou o Grand Prix neste final de semana! Depois de bater na trave e parar nos Estados Unidos nas finais nos últimos três anos, a seleção feminina teve apresentações de gala, venceu todos os jogos por 3 a 0 na etapa decisiva e voltou a levantar a taça de campeã! E pela nona vez!

Divulgação

Brasil é eneacampeão do Grand Prix de vôlei

O ouro veio com a vitória para cima da China. Faturar dois sets já era garantia de título, mas a seleção não perdeu o foco e marcou mais um 3 a 0. Sinais de uma equipe que se renova, mas que já mostra maturidade em quadra.

José Roberto Guimarães começou, nesta temporada, a mexer na seleção. Depois do segundo ouro olímpico era a hora de ver quem seguiria no time e quem poderia ter chance para 2016. Por exemplo, as gêmeas Monique e Michelle, a central Juciely e a ponteira Gabi foram convocadas pelo técnico. Ele também manteve experientes como Thaísa, Sheilla, Fabiana ou Dani Lins. E até agora, a mistura deu certo.

Quem chegou, mostrou potencial. Mesmo um pouco mais baixa, Juciely teve jogos importantes no bloqueio ao longo da temporada. Monique se viu como oposta titular e Gabi, de 19 anos, foi uma opção e tanto para o ataque na fase final do Grand Prix. E com a volta das veteranas, a seleção ficou mais equilibrada.

Concordo com o trabalho da temporada, ainda depois de ter vencido tudo o que disputou até aqui. Foi válido ter dado uma folga a quem vinha de Olimpíadas e outros torneios como Sheilla, Thaísa e companhia. Com isso quem estava chegando pode ser testada e perder o medo e a ansiedade da estreia. Na hora da verdade, no Grand Prix, elas já tinham um pouco de bagagem. E quem voltava ao time, mesmo dizendo estar um pouco fora de ritmo, entrou bem. Ali, na final contra a China, brilhou Sheilla, maior pontuadora. E Thaísa foi eleita a melhor do torneio pela atuação nas finais.

E o Brasil mostrou que estudar vale demais. Esse foi um dos segredos para cinco jogos com 3 a 0 no placar na etapa decisiva do Grand Prix. E quando digo que a equipe ficou mais equilibrada com a mescla de jogadoras, isso pode ser visto também nos placares. Mesmo quando estava atrás, o Brasil conseguiu virar. E para isso, era Sheilla virando bola de um lado e Gabi do outro, por exemplo. Nada de abaixar a cabeça e deixar o rival crescer ou aquela fama de amarelar da seleção.  A renovada e experiente seleção começou bem!

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quarta-feira, 12 de junho de 2013 Diversos | 14:51

Romance está no ar!

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Dia 12 de junho, Dia dos Namorados! E o vôlei reúne diversos casais no esporte, como Jaqueline e Murilo ou Mari Paraíba e Riad. Luciane Escouto conheceu o agora noivo também nas quadras, quando defendia o Macaé e ele era fisioterapeuta do time. Tem aqueles comprometidos com amores de fora das quadras e que ainda encaram a distância, como os jogadores da seleção masculina, que estão na Argentina para a Liga Mundial, longe das amadas…

Veja também: Seleção de fotos e declarações do Dia dos Namorados no mundo dos esportes

Esses e outros casais das quadras declaram seu amor nas redes sociais nesta quarta. Veja as fotos e as frases apaixonadas na galeria (clique nas imagens para ampliá-las):

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segunda-feira, 20 de maio de 2013 Diversos | 17:45

Romance no vôlei: um mês do casamento da Sheilla

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Sheilla usou as redes sociais nesta segunda-feira para comemorar um mês de casamento com Brenno Blassioli. A oposta da seleção brasileira e do Sollys/Nestlé se uniu ao assistente técnico do basquete do Pinheiro em uma cerimônia em Campos do Jordão, em São Paulo, e, agora, mostra um ensaio que fez antes da festa.

A jogadora usou o seu próprio vestido e provou cabelos e maquiagem em uma prévia do que seria o dia da noiva. Ela compartilhou o vídeo da produção nesta segunda-feira. Assista abaixo:

YES WEDDING Warm-up Bride com Sheilla Castro no Blend (Vídeo: Nando Federice) from YES WEDDING on Vimeo.

Sheilla também postou uma foto do dia da união em sua página no Instagram com a legenda: “Pra sempre!!! Parabéns pra gente!!! Primeiro mês!!!”. (O blog está com problema nas imagens.. portanto, aqui está o link da foto da jogadora)

E o momento é de romance nas quadras… Monique, oposto do Praia Clube e que também está na seleção, foi mais uma a comemorar um mês de casamento nesta segunda-feira com fotos nas redes sociais (mais uma vez, o link da foto da oposta).

Já Luciane Escouto, a miss do vôlei que defendeu a Unilever na temporada passada, ganhou aliança do namorado neste domingo e será mais uma em breve no time das casadas. Felicidades aos casais do vôlei!

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sexta-feira, 15 de março de 2013 Superliga | 22:58

Sollys/Nestlé mostra sua seleção é o primeiro finalista

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A Superliga feminina já tem o seu primeiro finalista e é um velho conhecido. O Sollys/Nestlé acabou de fazer 3 sets a 0 diante do Vôlei Amil (25/19, 25/16 e 25/20), encerrou a série semifinal em 2 a 0 e avançou para a decisão. Resta saber se encara Unilever ou Sesi na briga pelo título.

Esse resultado, sem desmerecer em nada a equipe de Campinas, já era esperado. Todo mundo já cansou de dizer, mas a realidade é que o Sollys é praticamente a seleção e todo mundo está jogando bem. Fernanda Garay é um destaques da Superliga, Sheilla aparece no momento certo, Thaisa e Adenízia são fortes no ataque e no bloqueio, Jaqueline nesta noite resolveu no ataque e Fabiola, na segunda temporada no time, está mais do que entrosada e sabendo colocar todo mundo para jogar. Ainda tem Camila Brait no fundo.

Para facilitar, o saque do time de Osasco atrapalhou a recepção de Campinas. Com isso, elas conseguiram também colocar pressão no bloqueio e, em todos os sets, abriram vantagem sem muita dificuldade. Foi ainda uma lavada em pontos de ataque: 44 a 27 no final. O Vôlei Amil tentou e até se favoreceu justamente de erros do saque do Sollys no terceiro set, mas logo as visitantes se acharam de novo e fecharam.

A equipe formada por Zé Roberto fez um bom trabalho e cumpriu o objetivo no ano de estreia – como disse o treinador mais de uma vez, ele queria chegar à final do Paulista e às semis da Superliga. Saiu derrotado na duas, mas chegou lá. A mescla de juventude com experiência foi boa, mas as mais novas ainda precisam de rodagem e isso pesa e causa nervosismo na hora do vamos ver.

E agora, mais do mesmo com Sollys x Unilever na decisão? Ou o Sesi pode surpreender e levar a decisão da série semifinal para o terceiro jogo? Meu palpite é que  duelo será mais equilibrado do que o desta noite, mas quem ainda deve levar a melhor é a equipe carioca. E vocês? O que acham?

Desabafo de Zé Roberto

Depois do jogo, o técnico José Roberto Guimarães aproveitou para reclamar da CBV e do ranking das atletas. A pontuação foi criada para equilibrar as equipes e “espalhar” as jogadoras da seleção brasileira. O Sollys/Nestlé herdou atletas do extinto Finasa e, com isso, tem gente “barata” ou que não custa nada, como Adenízia, formada na base de Osasco. Com essas brechas no ranking, a equipe formou essa seleção que comentamos acima.

Será que isso é justo? Para Zé Roberto, não. Ele pediu a revisão do sistema do ranking, citou o caso de Adenízia e ainda completou: “Tem que ser revista a questao dos pontos porque se não a final vai ser sempre Rio e Osasco e quem entra vai ficar com dúvida se vai ficar”.

E vocês, o que acham?

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013 Diversos | 10:48

2012 é o ano de Sheilla, parte 2

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No finalzinho do ano passado fiz um post por aqui dizendo que 2012 havia sido o ano de Sheilla. Ela começou o ano com derrota na Unilever na final da Superliga, mas depois se transferiu para o rival Sollys/Nestlé e venceu o que disputou no novo clube, de Campeonato Mundial ao Paulista. Na seleção, foi da fase final das Olimpíadas, pedindo bola, decidindo e salvando diversos match points naquele jogo contra a Rússia. Ainda deixou a timidez de lado e posou para capa e recheio da VIP. Para completar, faturou o prêmio Brasil Olímpico. Tudo isso falamos naquele post…

Nesta quinta-feira a jogadora levou mais um título pela temporada 2012. Sheilla desbancou a norte-americana Destinee Hooker e venceu a disputa de melhor oposta em votação no site Volleyball.it. Depois de todos os feitos listados, acho que não precisa explicar muita coisa…

Leia mais: Bruninho é eleito o melhor levantador do mundo em 2012 por site italiano

Quem também venceu foi Bernardinho. Ele superou José Roberto Guimarães na final. E para quem quiser, fiz uma materinha para o iG com todos os resultados.

>> Sheilla e Bernardinho levam prêmios de melhores de 2012. Veja todos os vencedores

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 Superliga | 11:25

E as quartas de final da Superliga seguem sem surpresas

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Depois de Sesi x Banana Boat/Praia Clube em um duelo equilibrado na abertura das quartas de final da Superliga feminina, como comentamos aqui no post anterior, os playoffs seguiram na noite de terça-feira com duas vitórias esperadas para os favoritos.

Divulgação

Gabi, ponteira do Unilever

No Rio de Janeiro,  a Unilever fez 3 a 0 para cima do Rio do Sul (25/19, 25/13 e 25/18) em uma hora e meia de jogo. Gabi, que já tinha caído das graças de Bernardinho e assumiu a posição de titular com a lesão de Logan Tom, foi destaque. Ela levou o troféu de melhor em quadra e foi a maior pontuadora, com 14 acertos, ao lado de Elis, do Rio do Sul. Pois é, parece que Gabi está dando, e bem, conta do recado e ser titular com apenas 18 anos. Na temporada passada ela já tinha ido bem com a camisa do Mackenzie.

Saiba como foi a vitória do Unilever set a set

Em Osasco, o Sollys/Nestlé, atual campeão, também venceu em sets diretos o Usiminas/Minas (25/17, 25/17 e 25/11) em 1h25 de partida. Falando em nomes, o destaque foi Sheilla e seus 19 pontos. Se a gente falar em fundamento, destaque para o bloqueio. Foram 15 pontos na rede contra apenas três das mineiras. E de novo Sheilla dominou, com cinco pontos no fundamento. Não foi a toa que levou o Viva Vôlei.

Leia mais sobre Sollys/Nestlé 3 x 0 Usiminas/Minas

E nesta noite, a última partida da primeira rodada das quartas-de-final, entre Vôlei Amil e Pinheiros. Apesar de o time paulista ter melhorado no returno e até ter surpreendido e vencido o Sollys/Nestlé e levado o confronto contra as campinas para o tie-break, por exemplo, a vantagem deve ser do elenco comandado por José Roberto Guimarães. A cubana Ramirez é um reforço e tanto e ela disse estar 90% recuperada das torções nos dois tornozelos e pronta para jogar. Vamos ver se a tendência continua…

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sábado, 26 de janeiro de 2013 Superliga | 08:42

Rodada de vitória suada do Amil e surpresa do Pinheiros

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*atualizado às 14h30

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Andrea, do Pinheiros, encara o bloqueio do Sollys/Nestlé

A quarta rodada do returno da Superliga começou com uma surpresa e acabou tarde na sexta-feira. Primeiro, o Pinheiros, na zebra até aqui da competição, venceu o Sollys/Nestlé. Depois, o Vôlei Amil penou, levou o jogo ao tie-break e só no quinto set venceu o Sesi em casa. Que rodada!

Quando vi na tabela que seria dia de Sollys/Nestlé x Pinheiros, não tive como evitar o pensamento de que seria mais uma vitória do time de Osasco. O retrospecto das duas equipes e os elencos apontavam para isso. Mas se de um lado a bicampeã olímpica Sheilla, titular em dois sets, marcou apenas 3 pontos, do outro a líbero Leia fez uma partida de dar inveja.

Com defesas lindas da sua líbero, o Pinheiros mostrou volume e acabou com a paciência do Sollys. Depois de tanto atacar e a bola não cair, elas perderam e a concentração e a partida por 3 sets a 1 (25/16, 28/26, 20/25 e 25/19). E o Pinheiros não apenas defendeu, como sacou bem. O time da capital paulista marcou 11 pontos em aces. Isso mesmo, foram 11 pontos diretos de saque! Que número invejável.

Do lado do Sollys, se Sheilla não aparece bem nos números, quem assume a responsabilidade é Fernanda Garay, maior pontuadora com 17 acertos. No Pinheiros, destaque para Ellen, com 24 bolas no chão. Pelo elenco, experiência, investimento e tudo mais, o resultado foi uma zebra. Mas que deve ter dado um ânimo e tanto aos Pinheiros, ah, isso deve!

Para fechar a rodada, Vôlei Amil recebeu o Sesi. Pelo primeiro set, vencido pelo time da casa com bom saque e 6 a 2 no bloqueio, poderia se pensar em um jogo mais simples. Nada disso. A partida foi resolvida apenas no tie-break, com vitória do Campinas (25/17, 23/25, 15/25, 25/23 e 15/13), e mostrou algumas coisas…

No Sesi, Tandara cresce como a atacante de definição. Foram 28 pontos dela na partida, soltando o braço do começo ao fim. Mas ainda acho que Fabiana não está rendendo o que pode. Ok, ela marcou 12 pontos, mas poderia ser uma segurança a mais para a levantadora Dani Lins. Quem tem aparecido mais pelo meio é a outra central, a jovem Bia, que foi grande no bloqueio.

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Sistema defensivo funcionou e o Vôlei Amil cresceu no bloqueio contra o Sesi

No Vôlei Amil, Daymi Ramirez e Suellen chamaram a atenção. A cubana é aquela atacante que chama o jogo, mas mostrou que também sabe bloquear. E a líbero, criticada pelo peso e por falta de agilidade em alguns momentos, teve uma atuação e tanto na defesa. Ela quase sempre estava na posição certa na quadra. E também recuperou bolas no reflexo e na agilidade. Foi merecida a escolha da líbero como a melhor em quadra.

O jogo foi bom. O Sesi poderia ter liquidado em 3 a 1 depois de se recuperar. Se no primeiro set não se achou no bloqueio, no terceiro seu um passeio e marcou 7 a 1 no fundamento na parcial. Entretanto, desacelerou no set seguinte, viu o Vôlei Amil voltar a bloquear e continuar defendendo bem e acabou tendo que decidir no 5º set. Aí, melhor para as donas da casa.

De tanto que Zé Roberto reclamou, o seu time se acertou na defesa. Várias bolas subiram e os contra-ataques entraram. Mas acho que isso não deve fazer o Sesi abaixar a cabeça. O time vem, sim, melhorando no returno e, apesar da primeira derrota, errou menos e fez uma boa partida. Talvez falta equilibrar mais a distribuição no ataque e deixar Dani Lins com o passe mais redondo. Mas um time que passa um set inteiro sem nenhum erro, como foi na terceira parcial, também merece méritos.

Enfim, foi uma bela rodada! Na classificação, Unilever segue líder após vitória sobre o Usiminas. Mesmo com a derrota, o Sollys/Nestlé é o segundo, com o mesmo número de pontos do Banana Boat/Praia Clube, que levou um susto e só bateu o São Caetano por 3 a 2. Agora, o Vôlei Amil é o quarto colocado, seguido pelo Sesi. E daqui a pouco tem mais vôlei, com a Superliga masculina… Tá bom para um feriadão?

P.s.: viram a virada do Sesi para cima do RJX na manhã deste sábado? Placar foi 3 sets a 2 (21/25, 22/25, 25/20, 26/24 e 15/12), com destaque para Lorena, maior pontuador com 26 bolas no chão e Everaldo, levantador que entrou no segundo set no Sesi e não saiu mais. Com isso, o time paulista ajudou o Sada/Cruzeiro na corrida pela liderança. O RJX ainda está dois pontos na frente na tabela, mas os mineiros jogam neste sábado…

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 Superliga | 15:44

Bloqueio e Garay ajudam, e Sollys se recupera no returno

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Vôlei Amil x Sollys/Nestlé foi o principal jogo da primeira rodada do returno da Superliga feminina 2012/2013, encerrada na noite de terça-feira. As atuais campeãs havia perdido para o elenco de Campinas na estreia na competição e vinham de outra derrota, para o Unilever. Contando mais uma vez com o elenco completo, o time de Luizomar de Moura se acertou no bloqueio e venceu por 3 sets a 0.

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Festa do Sollys/Nestlé na vitória em Osasco

O fundamento foi o diferencial para o Sollys/Nestlé. Elas marcaram 12 pontos no bloqueio e levaram sete. Além disso, viram o Vôlei Amil se perder em algumas jogadas mesmo depois de começar o primeiro e o terceiro sets com vantagem no marcador  (o que rendeu críticas do técnico José Roberto Guimarães) . E o time de Osasco logo tirou essas vantagens e equilibrou e virou o jogo. Fernanda Garay estava em uma noite inspirada, fez 18 pontos, inclusive o último da partida, com um bloqueio (olha o fundamento fazendo a diferença).

Veja mais detalhes da primeira rodada do returno da Superliga feminina

O Vôlei Amil tem que tomar cuidado para não se perder em quadra, com já aconteceu mais de uma vez. Elas recuperam a bola, mas demoram a definir o ponto. Já no Sollys, a tendência é embalar porque, finalmente, o time está completo. Sheilla e Adenízia estão de volta ao elenco titular e são ajudas e tanto para a equipe. Ivna substituiu bem a oposta e colabora mais inversões, mas não tem a experiência da bicampeã olímpica. E Adenízia faz o contraponto das centrais com Thaísa. Enquanto a loira é mais forte, ela é mais ágil e rápida no ataque.

O restante da primeira rodada foi como o esperado. Unilever, líder da competição, bateu o São Caetano. Já o Sesi passou pelo Pinheiros. O Rio do Sul fez um jogo duro e venceu o Usiminas/Minas no tie-break. E, como já falamos aqui, o Banana Boat/Praia Clube abriu o returno passando pelo lanterninha São Bernardo.

Que venha a segunda rodada. E mais uma vez o Vôlei Amil estará no jogo em destaque, encarando o Unilever no Maracanãzinho. Quem leva a melhor no segundo Bernardinho x Zé Roberto? No primeiro tudo quem venceu foram as cariocas…

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