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sábado, 11 de abril de 2015 Superliga | 09:50

Não passa nada! Molico/Nestlé cresce no bloqueio e vai para a final da Superliga

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O Rexona/Ades já sabe quem vai enfrentar na decisão da Superliga feminina 2014/2015. Na noite de sexta-feira, o Molico/Nestlé bateu o Sesi por 3 sets a 0 (25/21, 25/17 e 25/14), fechou a série com duas vitórias e garantiu a sua vaga na final do campeonato. E lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na decisão. Será o 10º nos últimos 11 anos!

Divulgação/ZDL

Bloqueio do Molico/Nestlé para cima do Sesi na semifinal da Superliga 2014/2015

E na partida desta sexta, o Molico/Nestlé repetiu o que deu certo no primeiro jogo da semifinal e arrumou o que estava errado. Assim, ficou fácil. No primeiro confronto, as jogadoras do Osasco aplicaram 27 pontos de bloqueio em cinco sets. Agora, foram 17 pontos no fundamento em três sets. Era bloqueio pelo meio, na ponta, na bola largada… Excelente leitura de jogo da equipe e pressão o tempo todo para cima do Sesi.

Mais detalhes da semifinal Molico/Nestlé x Sesi

Entretanto, no primeiro jogo o Molico vacilou nos erros e se perdeu em quadra, tendo que decidir no tie-break depois de ter vencido os dois primeiros sets. Foram os bloqueios que salvaram naquela partida. Agora, a equipe mostrou concentração do começo ao fim para liquidar logo a partida. Na volta para o terceiro, saiu na frente e em pouco tempo estava com 4 a 0 ou 6 a 1 no placar. Se com uma ótima atuação no bloqueio e erros já saiu a vitória, com parede na rede e concentração, veio o 3 a 0.

Do outro lado, o Sesi pecou nos erros de saque logo no primeiro set. Acho que foram seis pontos de graça nessas falhas. E com a pressão do outro lado, acabou sucumbindo. O time paulistano chegou a reagir ainda no primeiro set e quase complicou no finalzinho, mas não deu.

E desta vez, a escolha do Viva Vôlei foi mais do que acertada. Às vezes o prêmio é dado para incentivar uma jogadora e não vai para quem realmente segurou a onda da partida. A escolhida da noite foi Gabi, do Molico/Nestlé. Com 1,75m, ela bloqueou, mostrou potência em lindos ataques e defendeu. Mereceu. Mas como o destaque do jogo foi o bloqueio, méritos também para Thaísa e Adenízia e mais cinco pontos no fundamento na conta de cada uma.

Agora, como disse lá no começo, lá vamos nós para mais uma decisão entre Rio de Janeiro e Osasco. Espero que o time de Luizomar mantenha o embalo desta semifinal. Aí a final, marcada para o dia 26, promete…

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domingo, 5 de abril de 2015 Superliga | 21:44

Rexona e Molico na frente na semifinal… A história vai se repetir?

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As semifinais da Superliga feminina começaram neste final de semana e Rexona/Ades e Molico/Nestlé saíram na frente. As cariocas venceram o Camponesa/Minas e o time de Osasco passou pelo Sesi. Será que a velha e conhecida história das finais da Superliga vai se repetir, com Rio x Osasco na decisão? Primeiro, vamos ao que aconteceu no sábado.

Bloqueio do Rexona na vitória sobre o Minas no 1º jogo da semifinal

Bloqueio do Rexona na vitória sobre o Minas no 1º jogo da semifinal da Superliga

Camponesa/Minas 1 x 3 Rexona/Ades

Foi um jogo repleto de erros: 26 para cada lado, segundo as estatísticas da CBV. E isso é muito! No primeiro set, por exemplo, o Minas não fez nenhum ponto de saque e nem de bloqueio, mas deixou o jogo igual porque ganhou 13 pontos de graça das cariocas. E erros à parte, a partida foi bem equilibrada nos três primeiros sets. Já no quarto set, foi o Minas quem vacilou e deu oito pontos, enquanto o Rexona foi abrindo e liquidou com 10 pontos de vantagem (as parciais do jogo foram 25/23, 22/25, 25/22 e 25/15).

O Rexona, apesar de nem sempre ser constante e também errar, é mais experiente e consegue crescer em qualquer momento de decisão, seja com uma chamada a mais de Bernardinho ou com uma inversão que dá certo. Já o Minas tem Jaqueline, mais uma vez quem mais pontuou para o time, mas ainda tem jogadoras mais novas e isso pode ter pesado, como disse a central Walewska depois da derrota. Agora passou o impacto na primeira partida da semifinal, mas ainda aposto na equipe do Rio de Janeiro para chegar à final.

Ivna foi a maior pontuadora da partida, com 25 acertos

Ivna foi a maior pontuadora da partida, com 25 acertos

Sesi 2 x 3 Molico/Nestlé

Mais um tie-break para a conta do Molico nesta Superliga (já fiz um post sobre isso aqui no blog!). O time de Osasco venceu os dois primeiros sets diante do Sesi mostrando bloqueio e saque afiados. Erros da central Fabiana também ajudaram as visitantes na segunda parcial. Mas o cenário mudou a partir do terceiro set. Será que foi aquela mais do que manjada síndrome do terceiro set? O Molico poderia ter crescido e acabado com o jogo, mas passou a errar e viu o Sesi, agora com Fabiana recuperada, empatar e levar o jogo para o tie-break. No set final, mais uma vez o saque e o bloqueio ajudaram. Para completar, na passagem de Dani Lins pelo serviço e com Carcaces no contra-ataque, o Molico emplacou três pontos e fechou em 15 a 10 (as parciais foram 25/11, 26/24, 22/25, 20/25 e 15/10).

Voltando a falar em erros, o Molico pecou neste jogo. Deu 11 pontos de graça no terceiro set, quando era o momento de aproveitar o embalo e fechar a partida. No total, foram 29 pontos de graça para o Sesi. A vitória veio graças ao bloqueio, que funcionou muito bem, marcou 27 pontos e compensou. Gabi e Dani Lins tiveram boas passagens pelo saque, o que ajudou no fundamento. Mas é complicado errar tanto e vencer mais uma vez… Apesar do triunfo, fica o sinal de alerta.

As semifinais continuam nesta semana… A gente se vê!

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Diversos | 12:31

Mais respeito, por favor

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Mais uma vez, o racismo aparece no cenário dos esportes. Recentemente diversos jogadores de futebol foram vítimas de preconceito. Quem não se lembra de Daniel Alves comendo uma banana em campo em resposta a quem o insultou das arquibancadas em um jogo do Barcelona? Ou de toda a repercussão no caso do goleiro Aranha, do Santos, em partida contra o Grêmio? Agora, o racismo voltou ao vôlei e a vítima foi Fabiana, central do Sesi e capitã da seleção brasileira.

A jogadora foi às redes sociais para contar o que aconteceu no jogo contra o Minas pela Superliga na noite de terça-feira. Segundo a atleta, um senhor que estava na arquibancada a chamou de macaca e disse coisas como “macaca quer banana” e “macaca joga banana”. Fabiana ainda afirmou que o torcedor foi retirado do ginásio mineiro e encaminhado à delegacia.

No post, a central também comentou que estava em dúvida sobre compartilhar ou não o fato. No final, optou por um desabafo e fez bem. Casos assim não devem ser escondidos ou passar sem ser percebidos. Já chega de vivermos com racismo ou qualquer forma de preconceito.

“Eu não preciso ser respeitada por ser bicampeã olímpica ou por títulos que conquistei, isso é besteira! Eu exijo respeito por ser Fabiana Marcelino Claudino, cidadã, um ser humano”, escreveu. É simples assim! Respeito ao ser humano, independente de cor, religião, sexo…

Veja o post na íntegra de Fabiana:

fabiana-racismo

 

 

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015 Diversos, Superliga | 11:00

Título inédito para Pinheiros em uma final sem Rio ou Osasco

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Pinheiros comemora título na Copa Brasil

Há quanto tempo você não via uma final de um torneio nacional de vôlei feminino sem os times do Rio de Janeiro (hoje Rexona, mas que também já se chamou Unilever) ou Osasco (agora Molico/Nestlé, mas que já foi BCN, Finasa, Sollys…) estarem em um dos lados da quadra? Faz tempo… A última vez foi na disputa pelo título da Superliga 2000/2001 entre Flamengo e Vasco, com ouro para a equipe rubro-negra. E foi assim de novo na decisão da Copa Brasil no final de semana, quando o Pinheiros bateu o Sesi e conquistou o título inédito.

Mais sobre a final: Pinheiros bate o Sesi-SP no tie-break e conquista a Copa Brasil feminina

As equipes de Rio de Janeiro e Osasco fizeram por onde para chegar a tantas decisões, mas acho bom mudar um pouco. E melhor ainda ver um time que não é estrelado e até considerado baixo sendo campeão.

Para chegar ao título, o Pinheiros venceu o Dentil Praia Clube nas quartas e desbancou o Rexona/Ades na semifinal. E como disse a ponteira Ellen, um dos destaques da equipe paulista, já era um resultado a ser comemorado já que ele, veterana de casa, não lembrava de ter vencido o Rexona. E na decisão, com aproveitamento no bloqueio nos momentos finais e boa atuação de Ellen e da líbero Leia, o Pinheiros venceu o Sesi e ficou como título inédito.

A Copa Brasil é uma competição paralela a Superliga e não tem o mesmo peso do torneio nacional. Ela ajuda aos times se manterem ativos no começo do ano e tem o atrativo de normalmente render clássicos, já que reúne os melhores da tabela da Superliga. Entretanto, é bom ver uma final diferente e mostrar que até os melhores times (Rexona é o líder da Superliga, por exemplo), não são soberanos.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015 Superliga | 09:30

Clássico para recomeçar a Superliga em 2015

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A Superliga 2014/2015 voltou nesta semana e com um jogo que é clássico de São Paulo. O Sesi, da capital, recebeu o Taubaté Funvic, do interior, na noite de terça-feira e deu o troco. Depois de ter perdido no turno por 3 a 0, devolveu o placar e agora venceu em casa em sets diretos (27/25, 25/20 e 25/21). Lucarelli foi o maior pontuador, com 15 bolas no chão.

Facebook/Sesi

Murilo volta a ser relacionado no Sesi

E é bom começar o ano com clássico, afinal, são dois times candidatos ao título. O Sesi demorou a se encaixar na Superliga e teve altos e baixos no primeiro turno. Já o Taubaté veio embalado pelo título no Campeonato Paulista, justamente sobre o Sesi, e com seu elenco de famosos como Dante, Lipe, Lorena e companhia, segue entre os primeiros colocados.

Uma boa notícia da noite foi Murilo escalado no Sesi. O ponteiro voltou depois de ficar três meses afastado após mais uma cirurgia no ombro direito. Ele passou pela primeira intervenção em maio de 2013 e demorou a voltar a se aproximar daquele jogador que foi eleito o melhor do mundo. Parecia que faltava confiança no saque e, principalmente, no ataque. E Murilo é, sim, importante na linha de passe, mas faz diferença na rede também. Em 2014, foi melhorando ao longo da Liga Mundial e já voltava a comandar no Mundial. Entretanto, logo depois do torneio teve que parar para a nova cirurgia.

Desta vez, o procedimento, que não teve ligação com a primeira cirurgia, foi para corrigir uma anomalia na articulação do acrômio clavicular do ombro direito, problema causado pela atrofia dos músculos e que provocava sobrecarga na região. A previsão de volta, que era para final de dezembro ou começo de janeiro, foi cumprida. Murilo aqueceu e estava relacionado para a partida contra o Taubaté. Não jogou, mas logo deve estar de volta. Esperamos, mais uma vez, pela recuperação em quadra.

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 Superliga | 10:05

Uma surpresa atrás da outra na Superliga

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Divulgação

Montes Claros surpreende Sesi e vence time paulista por 3 a 2

Desde o final de semana a Superliga, tanto a feminina quanto a masculina, teve resultados que podem ser considerados inesperados. No sábado passado o Sesi derrubou o último invicto, o Sada Cruzeiro. Na noite de quarta-feira, o mesmo time perdeu em casa por 3 sets a 2 para o Montes Claros. E os 3 a 0 entre as mulheres também foram surpreendentes nas últimas partidas.

O Sesi me parece um time que ainda não encontrou nesta Superliga. Marcos Pacheco conta com nomes importantes em quadra como Lucão, Lucarelli, Maurício, Serginho, Marcelinho, mas ainda tem altos e baixos na competição. Parecia que a situação iria mudar. “O time não tinha se ajustado e as peças não estavam encaixando”, comentou o treinador depois da vitória sobre o Sada em casa.

A partida poderia embalar o time paulista, mas aí outros mineiros estavam no caminho. O Montes Claros, que agora (infelizmente, porque nunca é bom ver um time ter que se reformular e cortar gente boa do elenco para se manter vivo e competindo) é muito diferente daquela equipe que chegou à final da Superliga com Lorena, Rodriguinho e companhia, venceu o Sesi.  O time de estrelas parou mais uma vez e soma cinco derrotas em doze jogos.

Leia mais: Montes Claros surpreende e derrota o Sesi em jogo com set de 66 pontos

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Também na noite de quarta-feira, outro estrelado levou 3 sets a 2. O Taubaté, de Sidão, Dante, Lorena e mais, foi parado pelo Minas, de virada. E a equipe de Belo Horizonte apostou na juventude nesta Superliga e tem se dado bem, se mantendo na parte de cima da tabela.

Na Superliga feminina, os placares foram de 3 a 0. Fora de casa, o Rexona-Ades parou o Praia Clube e, também no ginásio dos rivais, o Sesi passou pelo Molico/Nestlé. Eram jogos entre os grandes da competição e por isso os resultados elásticos podem entrar nesse pacote de surpresas. E a pior ficou com o Praia. As meninas de Uberlândia já lideraram a tabela, mas amargam uma série de derrotas. Caíram diante do Pinheiros, quando perderam a invencibilidade, do Molico, do Sesi e do Rexona.

O bom é que a Superliga ainda reserva bons duelos. Faltou colocar os eternos rivais Rexona e Molico frente a frente. E que venham mais bons jogos para gente fechar o ano!

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 Superliga | 10:46

Um invicto a menos no feminino e duelos de favoritos no masculino

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A Superliga já caminha para o final do primeiro turno e os jogos desta semana tanto no feminino quanto no masculino merecem destaque. Entre as mulheres, há um invicto a menos. O Dentil/Praia Clube sofreu a primeira derrota com os 3 a 2 diante do Pinheiros em São Paulo. Entre os homens, a rodada da noite de quarta-feira teve duelo de favoritos e o Brasil Kirim venceu o Sesi em casa. Já o Sada Cruzeiro sofreu para manter a invencibilidade.

Divulgação

Pinheiros bate Praia Clube e acaba com invencibilidade do time mineiro na Superliga feminina 

Vamos começar pelo torneio feminino. O Praia Clube estava embalado, mas parou diante do Pinheiros na casa do adversário. Nem os 28 pontos de Tandara ajudaram o time mineiro, que se perdeu em erros e sofreu com o bloqueio do lado paulista (foram 11 pontos neste fundamento). O Praia é o quarto colocado no momento na tabela. A liderança segue com o Molico/Nestlé, que além de ter vencido todos os jogos até aqui, passou por todo mundo p0r 3 a 0. E o Molico é justamente o próximo rival do Praia. Será que o time de Uberlândia se recupera? Ou as meninas do Osasco seguem nos 3 a 0?

Ainda entre as mulheres, vale falar de Jaqueline. A ponteira fez o seu segundo jogo pelo Camponesa/Minas, agora em casa, e ajudou o time na vitória sobre o Maranhão/Cemar. Depois de um tempo parada desde o Mundial até a definição de um time, a ponteira ainda recupera o ritmo e ainda não assumiu o posto de titular. Por enquanto, deu sorte e saiu com vitórias. Vamos esperar por um jogo com ela do começo ao fim.

No masculino, na noite de quarta-feira, o Sada Cruzeiro sofreu para se manter como o único 100% até aqui. Depois de abrir 2 a 0, eles pararam e deixaram o Minas crescer no saque e no bloqueio e voltar para o jogo no clássico mineiro. Durante a terceira parcial, o Sada não marcou nenhum ponto de saque ou de bloqueio. A partida voltou a se equilibrar no quarto set, e o Sada Cruzeiro venceu apenas no tie-break. Foi o primeiro 3 a 2 da temporada do time de William, Wallace e companhia, que segue na liderança.

Outro clássico foi Brasil Kirin x Sesi. Em casa, a equipe de Campinas manteve o embalo e passou pelo Sesi por 3 a 1. Foi a oitava vitória do Campinas em nove rodadas da Superliga masculina. Oito vitórias também é o número para o Taubaté/Funvic, mais um time que promete dar trabalho. Eles venceram o Maringá de virada.

Por enquanto, Sada Cruzeiro, Brasil Kirin e Taubaté/Funvic seguem embolados nos primeiros lugares da tabela e estão a sete pontos do quarto colocado, o Minas.

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terça-feira, 28 de outubro de 2014 Superliga | 14:59

E lá vem a Superliga

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Passou a eleições e, aos poucos, eu volto ao blog! E para recomeçar, vamos de Superliga? O torneio masculino começa nesta semana e tem time novo na briga com os grandes. E como toda temporada, tem perdas importantes também…

O RJX, que virou RJ Vôlei, não conseguiu se manter e Rio fica sem representantes na edição 2014/2015 da Superliga. Mas o estado de São Paulo tem um reforço o tanto. O Taubaté veio na temporada passada com Giba como cabeça do elenco, mas pouco fez. O ponteiro saiu no meio do torneio e foi para os Emirados Árabes antes de se aposentar e o time ficou em 10º na classificação geral. Agora, com uma lista de patrocinadores que lotam a camisa, a equipe está mais do que reforçada.

Leia mais: Ziober Maringá Vôlei recebe o São Bernardo na abertura da Superliga

Elenco do Taubaté comemora título do Paulista

Elenco do Taubaté comemora título do Paulista

Chegaram da seleção brasileira que foi prata no Campeonato Mundial o levantador Rapha, o central Sidão, o ponteiro Lipe e o líbero Felipe. Completam o elenco Dante, que dispensa comentários, e Lorena, um oposto e tanto com seu ataque de canhoto, apesar do temperamento forte. Ainda tem o central Maurício, que já foi destaque da Superliga, e Thiago Sens, que veio do time do Rio de Janeiro. E para começar bem a temporada, a equipe do interior faturou o Campeonato Paulista, batendo o Sesi na final. Com a vantagem de contar com quem está acostumado a jogar junto na seleção, o Taubaté é uma da promessas da temporada.

Entretanto, terá que esperar para contar com algumas estrelas. Rapha teve um estiramento de ligamento no tornozelo direito na decisão do Paulista e só deve voltar no final de novembro ou começo de dezembro. Já Sidão tve uma lesão muscular na panturrilha esquerda e também está fora. Volta um pouco antes do Rapha.

De volta aos clubes, outro que segue nas cabeças é o Sada/Cruzeiro. Enquanto o time paulista mudou quase que completamente, os mineiros seguem a linha “time que está ganhando não se mexe”. O Sada praticamente manteve o elenco que é o atual campeão nacional. Seguem William, Lipe, Leal e companhia, além de Éder e Isac. Para completar, chegou o ponteiro Winters, um dos melhores jogadores da seleção do Canadá. Pontos para o Sada, que mantém o projeto e seus jogadores há alguns anos.

De volta a São Paulo, o Sesi também continua na lista de destaques. A novidade é o experiente levantador Marcelinho, ex-seleção. E ainda estão no time Lucão, Lucarelli e o líbero Serginho. Murilo é outro nome, mas passou há pouco tempo por uma nova cirurgia no ombro. Vamos ver como ele volta dessa vez. Uma boa novidade é Rafael, um jovem oposto de 2,00m e que tem futuro.

Leia mais: Atual vice-campeão, Sesi-SP estreia contra o Montes Claros Vôlei

Ainda devemos incluir nessa lista o Brasil Kirin, de Campinas. Eles em agora ex-Sesis no elenco. Os levantadores são Sandro e Jotinha e o oposto é Wallace, que foi destaque em 2010/2011, quando o time da capital faturou a Superliga. A mistura pode dar certo.

A Superliga ainda segue com o tradicional Minas, que aposta em um time jovem e na volta do ex-técnico Cebola, agora como supervisor; Montes Claros, com o central Acácio mais uma vez; São José dos Campos, campeão da Superliga B e reforçado por Gelinski (levantador) e Kaio (oposto) ; o reformulado UFJF; o Canoas, que chegou aos playoffs e tem chances de dar trabalho com os veteranos Gustavo, Minuzzi e Jeffe, além das chegadas do argentino Quiroga, do central Thiago Barth e do oposto Jardel, que já de destacou no Minas e o Maringá, que continua encabeçado por Ricardinho. Ainda tem o Vôlei Sul, que entrou de última hora na vaga aberta pelo Volta Redonda.

É isso, que venha mais uma edição da Superliga! Depois eu volto com um texto sobre a Superliga feminina, que estreia no dia 7 de novembro. Bons jogos a todos

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terça-feira, 13 de maio de 2014 Diversos | 13:06

Férias

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Oi, galera…

Fiz como a maioria do pessoal do vôlei depois da Superliga e entrei em férias. Estou fora da redação desde o começo do mês e volto em junho, mas parei para assistir às finais do Mundial de Clubes e ficou um pouco de frustração.

No masculino, o Sada Cruzeiro sediou o torneio e chegou com o status de atual campeão, campeão da Superliga e todo o embalo das últimas temporadas. Mas eles pararam nos russos do Belgorod na semifinal (time acabou com a medalha de ouro) e foram para a disputa do bronze contra o UPCN. E o jogo contra os argentinos foi bastante equilibrado e decidido apenas no tie-break. Melhor para os argentinos, que ficaram com o terceiro lugar (25/17, 31/29, 23/25, 16/25 e 15/13).

Divulgação/FIVB

Bloqueio do Dínamo Kazan quase não deu chances ao ataque do Molico na final

Entre as mulheres, o Dínamo Kazan foi o terror das brasileiras. Venceu o Molico/Nestlé na primeiro fase, passou pelo Sesi na semifinal e voltou a vencer o time de Osasco na decisão. E foi uma vitória e tanto. Nos dois primeiros sets, as russas usaram e abusaram do bloqueio e foram muito bem nos contra-ataques. Já o Molico não se achou e levou duas lavadas (25/11 e 25/16). Na terceira parcial, as brasileiras conseguiram equilibrar e chegaram a salvar três match points com momento inspirado de Sheilla no fim, mas o dia era de Gamova e companhia e as russas fecharam em 3 a 0 (27/25 no terceiro set) e ficaram com o ouro.

Os números do bloqueio resumem a final do Mundial de Clubes feminino. Foram 16 pontos para o Dínamo Kazan contra apenas dois do Molico. Assim fica muito complicado. Para completar o pódio no torneio, o Sesi comemorou o bronze depois de 3 a 2 para cima das donas da casa do suíço Volero.

Pois é, foram duas medalhas e um quarto lugar. Poderia ter sido mais. Quem sabe no próximo Mundial. Agora eu vou seguir com as minhas férias. No vôlei, tem gente também de folga e gente já treinando com a seleção. Os homens estreiam logo mais na Liga Mundial, no dia 23 de maio, diante da Itália, em Jaraguá do Sul (SC). Já as mulheres se preparam para o Montreux Volley Masters, de 27 de maio a 1º de junho, na Suíça. A gente se fala! Até junho!

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domingo, 27 de abril de 2014 Superliga | 16:15

Unilever cresce na fase final e fatura com sobra a Superliga

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A final foi diferente, mas o desfecho da Superliga feminina 2013/2014 foi com um velho conhecido no topo. Pela nona vez, o Unilever conquistou o título nacional. Depois de tantos anos encarando o time de Osasco na decisão, a equipe carioca dessa vez tinha o Sesi pela frente. Com começo arrasador e apenas uma bobeada no terceiro set, o elenco comandado por Bernardinho fez 3 sets a 1 se sagrou campeão de novo.

Alexandre Arruda/Divulgação CBV

Unilever é campeão da Superliga pela nona vez

O que fez o Unilever levar mais um título? Nesta temporada, o time sofreu críticas (eu me incluo nisso também), passou por altos e baixos e teve algumas derrotas bem inesperadas pelo caminho. A lesão de Fofão que a deixou parte do campeonato fora de jogo prejudicou. Roberta ainda é uma levantadora nova e não é nem justo compará-la a Fofão. Valeskinha também se machucou e aí deu lugar a Carol, mais uma central considerada baixa, mas que a exemplo da companheira de posição Juciely, sabe compensar com técnica e tempo de bola no bloqueio. Carol virou titular com méritos.

A equipe chegou aos playoffs sem aquele favoritismo disparado das outras temporadas, mas como já comentamos por aqui, cresceu na hora certa. Foi um novo time no momento da decisão, com jovens como Gabi e Carol assumindo a responsabilidade e a sérvia Mihajlovic virando e sendo destaque em alguns jogos desta fase final. Quando tinha que ter calma para virar um placar ou se manter à frente, o Unilever cumpriu seu papel e ganhou força a partir das quartas de final.

Saiba como foi a vitória do Unilever sobre o Sesi set a set na final da Superliga

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho fez o time crescer nos playoffs e comandou mais um título nacional

A partida deste domingo não foi diferente. Logo nos dois primeiros sets deu um passeio com saque que atrapalhou a recepção do Sesi e contou com os bloqueios de Carol  e companhia na rede. E se acontecia um rali, e foram diversos ao longo da partida, a tranquilidade para definir estava do lado carioca. Por exemplo, no primeiro set, um dos primeiros ralis vencidos pelo Sesi já foi com 18 a 10 no placar.  Os números do jogo comprovam isso, tanto que a maior diferença entre os times foi no ataque: 44 a 34 para o Rio.

O Sesi ainda tentou reagir e fez um excelente terceiro set com uma tática do técnico Talmo de Oliveira. A oposta Ivna parou demais no bloqueio rival. Por isso, ele improvisou Dayse como oposta e colocou Pri Daroit como ponteira ao lado de Suele. Deu certo e foi Dani Lins quem passou a trabalhar com passe na mão. Mas ainda na parcial, o Unilever reagiu com uma seqüência de cinco pontos ou mais e embalou de novo.

Veio o quarto set e a decisão. Apesar de um placar um pouco mais equilibrado, o time carioca seguiu na frente e quando o lado paulista parecia que ia reagir, errava ou ficava em um bloqueio. Teve um rali com uma linda defesa de Suele, por exemplo. A bola subiu, Dani Lins correu e olhou para Pri Daroit. As duas pararam e a bola caiu no meio. Não dá para fazer isso na final, ainda mais contra o Unilever. Com bola na mão, Fofão chamou Carol, que colocou a bola no chão e definiu os 3 a 1.

O Sesi avançou para a final ao eliminar o Moliço/Nestlé com ótimas atuações de Dani Lins e Fabiana. O time depende da dupla e os 10 pontos de Fabiana não foram suficientes neste domingo. Com passe ruim, a central ficou apagada em diversos momentos do jogo. Já o Unilever variou mais as jogadas, trabalhou mais tempo com uma recepção que ajudou Fofão e, principalmente, acho que teve tranquilidade para definir ralis e pontos importantes. Como disse, cresceu na competição quando precisava, ganhou força e se mostrou gigante na final. Para o Sesi valeu ter mudado a história. Mas o título ficou do lado de quem foi melhor, do começo ao fim.

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