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terça-feira, 19 de março de 2013 Superliga | 11:37

Apagão, calor, reclamação… o que rolou longe da bola

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A Superliga está na reta final para homens e mulheres. No masculino, foram definidas as semifinais e no feminino já sabemos que a final será Sollys/Nestlé x Unilever. Mas essa fase de playoffs e alguns jogos da classificação também chamaram a atenção longe da bola. Relembre na seleção do Mundo do Vôlei

Calor, muito calor

Divulgação

Sassá passou mal por causa do calor no Maracanãzinho

Para começar, o mais recente… A semifinal Unilever e Sesi no sábado teve um grande susto e o vilão foi o calor. O Rio de Janeiro sofreu com os temporais e o Maracanãzinho ficou sem ar condicionado. No final de semana, no jogo Unilever x Sesi, dava para ver as jogadoras transpirando muito logo nos primeiros pontos da partida. E pouco depois, Sassá deu um susto. Ela teve uma queda de pressão, ficou com dificuldade para respirar e, muito nervosa, foi retirada da quadra para receber atendimento. Por sorte, não foi nada grave.

Leia mais: Unilever avança para mais um final em manhã de susto com Sassá

Apagão

Já as quartas de final do masculino foram marcadas pelos apagões. Teve falta de luz e jogo paralisado em dois duelos de Sesi x Canoas e no segundo da série São Bernardo x RJX. Em São Paulo, a forte chuva do final da tarde que fez estragos. Em São Bernardo, o gerador superaqueceu e parou de funcionar. Estava lá nesse confronto e o apagão dividiu opiniões. Enquanto Bruninho acha que uma parada atrapalha, Dante não vê tanto problema ao RJX e leva a situação com bom humor. Assista no vídeo abaixo:

Antes, o Maracanãzinho tinha tido problema no gerador e apagão no jogo RJX x Medley/Campinas e o Canoas havia cancelado um treino no local também pela falta de luz. O Vôlei Amil foi outro a perder treino. A luz acabou devido às fortes chuvas em uma tarde em Campinas.

Ginásio pequeno e falta de estrutura

Ventiladores - Eduardo Valente/Futura Press

Ventiladores ajudam a secar a quadra para partida no ginásio Capoeirão

Não é a primeira vez que as condições das quadras aliadas ao tempo atrapalham. No ano passado, o ginásio de Montes Claros tinha goteiras e o Capoeirão, casa da Cimed, teve um inesquecível jogo com ventiladores para secar a quadra (veja foto)! Mas a Superliga desta temporada também teve falta de estrutura sem nenhuma relação com São Pedro.

Relembre: Ventiladores e toalhas salvam jogo da Superliga

Logo no começo, o RJX mandava seus duelos no ginásio da AABB, considerado pequeno e com teto baixo. Vire e mexe a bola parava no teto a sequência do ponto era interrompida. Depois, o time carioca passou a jogar no Maracanãzinho, que segue em obras.

Reclamação e mais reclamação sobre a arbitragem

Reprodução

Reclamações de Gustavo no Twitter

Como esse assunto rendeu! De novo, a série das quartas entre Sesi e Canoas foi agitada e teve muita reclamação da arbitragem. Em um jogo, Murilo reclamou e foi flagrado dizendo que “ali não era Superliga B”. Ele pediu desculpas depois. Já o irmão Gustavo recorreu ao Twitter para reclamar, como mostra o print. Ele falou dos erros, da falta de preparo dos árbitros, lembrou que jogadores podem sem punidos por reclamação e disse que até perde a vontade de jogar.

Leia mais: Gustavo critica arbitragem no Twitter nas quartas de final da Superliga

Outro exemplo de discussão foi no final do returno, com Sollys/Nestlé x Unilever que terminou em confusão. Mesmo vencendo, o time de Osasco reclamou da arbitragem e, segundo Bernardinho, teria hostilizado o delegado da partida. O técnico carioca saiu em defesa do delegado e o clima pesou a caminho do vestiário.

Que falta faz a tecnologia para falar se a boa duvidosa foi dentro ou fora! Que falta faz um pouco mais de estrutura para o esporte!

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sábado, 30 de abril de 2011 Superliga | 11:54

Unilever é heptacampeão da Superliga feminina

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O Unilever recuperou o posto de melhor time do Brasil. Na sétima final consecutiva contra o time de Osasco, as cariocas, que perderam em 2009/2010, tiveram mais concentração e agressividade e fecharam em 3 sets a 0, faturando o heptacampeonato na Superliga.

Unilever é hepta nacional

Unilever é hepta nacional

Para falar como foi essa final, vou dividir o post em duas partes. Primeiro, o set a set da partida. Depois, o que falou e o que sobrou para cada time. Vamos lá?

Primeiro set: paredão carioca
Apesar de o grande equilíbrio, o Unilever soube aproveitar melhor as oportunidades. O Sollys/Osasco quando sacava bem, muitas vezes não pontuava no contra-ataque. Já as cariocas se falhavam no fundo, apareciam forte no bloqueio e com uma parede para cima de Jaqueline, fecharam o primeiro set.

Segundo set: paciência para fechar
O Osasco saiu na frente, mas ainda perdeu muitos contra-ataques. Entretanto, finalmente se achou no bloqueio. O time tem a gigante Thaisa e ela precisava entrar no jogo. No final da parcial, mais equilíbrio. O Unilever recuperou a liderança, mas o Osasco não desistiu. Só que alguém advinha o que aconteceu? Falta de bola no chão no contra-ataque. No 27 a 26, o Osasco teve vários contra-ataques para fechar, mas falhou. Depois, no 27 a 27, Thaísa errou uma bola de cheque. Já o Unilever, com grande volume, ficou atento e venceu no 30 a 28 no saque de Sheilla, que despencou no meio do caminho.

Terceiro set: passeio carioca
A vitória embalou o Unilever, que voltou bem em todos os fundamentos: saque, ataque, bloqueio… Tudo dava certo para as cariocas. Elas estavam mais ligadas e concentradas e Fabi, que vinha bem desde o segundo set, fechou o fundo. Já Natália e Jaqueline não estavam em seu grande dia e não corresponderam. O Sollys/Osasco perdeu a vibração e virou presa fácil no set final.

Suelle e Mari com o ouro no peito

Suelle e Mari com o ouro no peito

O que faltou para o Sollys/Osasco na final? E o que sobrou para o Unilever? As paulistas chegaram à final como as melhores no sistema defensivo da Superliga. Mas para vancer, é preciso fechar o fundo e pontuar na rede. Mas Natália não conseguiu soltar o braço como a gente está acostumado a ver. Jaqueline também apareceu pouco. No final das contas, Sassá, justo a mais baixa, acabou sendo a opção para Carol Albuquerque. Mas ainda assim, a levantadora não colocou as bolas “na pinta” para as atacantes e usou pouco o meio. Faltou agressividade no contra-ataque.

Já as cariocas, para começar, tinham Sheilla. Ela teve um início um pouco devagar, mas logo mostrou o seu potencial para virar quando a situação estava complicada e pontuar em todos os fundamentos. Foi uma das melhores em quadra e a maior pontuadora do jogo e da Superliga. Porém, foi bom ver o Unilever variar as jogadas. Dani Lins estava à vontade com Juciely e também com Mari. E aqui vale falar da central. Juciely fez um belo jogo, ligada no cobertura e pronta para atacar.

Ao Unilever sobrou cabeça no lugar. Naquele segundo set, quando elas viram o Sollys/Osasco crescer e, ainda assim, se seguraram e fecharam. Depois, no passeio no terceiro. Foi um time que começou mal no passe, mas ganhou volume ao longo da partida e, por isso, saiu com o título!

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segunda-feira, 28 de março de 2011 Superliga | 12:27

Quartas da Superliga feminina começam sem surpresas

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O final de semana foi de primeira rodada das quartas de final da Superliga feminina 2010/2011. E os resultados foram os esperados: os favoritos confirmaram a sua condição e venceram sem muitos problemas, e o jogo que prometia o maior equilíbrio terminou em quatro sets.

Mari fez sua melhor partida no Unilever depois da cirurgia no joelho

Mari fez sua melhor partida no Unilever depois da cirurgia no joelho

No primeiro jogo, vitória do Unilever sobre o BMG/São Bernardo por 3 sets a 0 (leia mais sobre a partida). Nem é preciso falar que Sheilla, com 17 pontos, foi a maior p0ntuadora da partida, não é? Mas vale falar de Mari. Aos poucos a atacante está mais solta em quadra  e se mostra recuperada da cirurgia no joelho que a afastou das quadras por seis meses. Bom para ela, que volta ao alto nível, e bom para o time, que ganha um reforço de peso no ataque. Agora, nas quartas, eu acho que as cariocas passam sem problemas, mesmo ainda errando e abrindo e deixando as rivais se aproximarem no placar. Mas na semifinal será importante saber variar as jogadas e não jogar só com Sheilla já que elas enfrentarão Usiminas/Minas ou Pinheiros/Mackenzie.

Ainda falando dos favoritos, o Sollys/Osasco, que praticamente não entrou em quadra no último jogo das classificatórias diante do Unilever, sofreu no primeiro set, ainda desligado no jogo, mas se arrumou e venceu o Praia Clube também por 3 sets a 0 (leia mais sobre a partida). E o jogo do conjunto fez a diferença. Cada uma fez bem a sua parte e, por isso, o time se recuperou: Sassá foi a melhor jogadora em quadra; Natália foi a maior pontuadora (19 acertos) e Thaísa fez uma muralha na rede, com 13 bolas no chão. Além disso, Jaqueline, que passou por uma artroscopia no joelho, voltou a atuar. A equipe atual campeã está se equilibrando para as semifinais.

Para fechar os resultados “esperados”, o Vôlei Futuro bateu o Macaé também por 3 sets a 0 (leia mais sobre a partida). Foi o troco daquela derrota no returno quando o time de Araçatuba estava em um belo momento. E também uma mostra que as paulistas estão mesmo equilibradas em quadra e que podem chegar às semifinais. Como já disse por aqui, o time que era de estrelas no papel parece estar tomando forma nos jogos também.

Já o Usiminas/Minas venceu o Pinheiros/Mackenzie por 3 sets a 1 no jogo que tinha cara de ser o mais disputado dessa série de quartas de final. Até que foi, se considerarmos que foi o único com quatro sets. Mas as mineiras foram superiores desde o saque até as finalizações com a cubana Herrera e a central Natasha. Resultado foi merecido e elas embalam para decidir a vaga em casa (leia mais sobre a partida). Do lado do Pinheiros, eu fico com uma dúvida, como já comentaram por aqui: por que Michelle não é mais a líbero titular? Ela estava bem, pelo menos nos jogos que assisti, e dava mais volume de jogo do que Suellen no fundo…

As quartas segue nesta semana, a partir de terça-feira. Acho que Unilever e Sollys/Osasco têm tudo para fechar a série com facilidade. O Vôlei Futuro é mais do que o Macaé, mas deve ficar alerta e não menosprezar as adversárias. Ainda assim, também aposto em mais uma vitória de Paula Pequeno, Fabiana e companhia. E espero que o Pinheiros atue como o time que foi campeão paulista para dar ao confronto com o Usiminas/Minas o gosto de clássico que estava esperando, afinal, as mineiras entrarão com tudo em casa. E vocês, em quem apostam?

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sábado, 13 de novembro de 2010 Seleção feminina | 11:01

Brasil passa sufoco, mas vai para a final

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Nervosismo do começo ao fim! Assim foi a semifinal entre Brasil e Japão nesta manhã no Campeonato Mundial feminino de vôlei. A seleção começou vacilando, errando muito e só se encontrou no final. Depois de duas horas e vinte, venceu as donas da casa por 3 sets a 2 e assegurou a suada vaga na final. Quanto sufoco!

Todos nós sabemos da fama do Japão em defender bem. Mas as asiáticas exageraram neste sábado. Qualquer bola atacada pelo Brasil, principalmente se fosse usada a força, parava nos braços de uma japonesa no fundo de quadra. E para piorar, a defesa saia em plenas condições para a levantadora Takeshita armar o contra-ataque. As brasileiras até defendiam, mas a bola saia espirrada e o contra-ataque geralmente era desperdiçado.

Abraço da vitória de Fabi em Fabiana na semifinal em Tóquio

Abraço da vitória de Fabi em Fabiana na semifinal em Tóquio

Até eu, vendo o jogo daqui a da redação, já estava irritada com os ataques que não caiam. Depois do jogo, Natália confessou: “Tem uma hora que cansa. Você pensa: o que será que eu tenho que fazer? A gente bate, a bola sobe. A gente larga, a bola sobe”. Simples, vamos mudar a combinação de ataques e as jogadoras!
E aí aparecem os méritos de Zé Roberto. As brasileiras estavam visivelmente desconcentradas e nervosas em quadra. No banco, o técnico conversava e cobrava, na medida. No terceiro set, quando era vencer ou vencer, ele substituiu Jaqueline por Sassá. E ainda pediu para que Fabíola usasse mais o meio e liberasse as pontas. Deu certo.

Sassá tem um ataque diferente e, como é baixa, não solta tanto o braço e explora mais o bloqueio. Mesma tática que as japonesas usaram e deu certo em toda a partida: bater na mão de fora do bloqueio. Com isso, Sassá conseguiu pontuar. E Fabíola acionou Fabiana, que passou a pedir bolas e a jogar com raiva e coração, vibrando a cada ponto. Além disso, levantou para Sheilla, que tem um repertório na rede e está muito bem neste Mundial. E assim, com raiva e coração em quadra, o Brasil empatou e cresceu no tie-break, fechando jogo.

Uma vitória assim, em um jogo tão disputado e no qual o time começou mal, dá moral. Mas agora será preciso mudar o pensamento em quadra. O Brasil encara a Rússia na final, às 8h30 (horário de Brasília) deste domingo. Se a força do Japão estava na velocidade para explorar o bloqueio e na defesa, a das russas está no ataque e no bloqueio. Elas são gigantes, tem aquele típico ataque pesado europeu e formam uma parede na rede.

O bloqueio brasileiro salvou o sistema defensivo e fez 21 pontos contra o Japão. Agora será preciso reduzir um pouco a velocidade para marcar as russas. E nada de falta de concentração e dos erros da recepção vistos no começo do jogo deste sábado, por favor! Sem passe na mão e com jogadas das pontas ficarão mais marcadas. Acho que, mais do que nunca, será preciso usar o meio, como nos últimos sets contra as asiáticas. Contra as russas, é preciso começar e terminar assim. Estou na torcida e já que estou de castigo no plantão, que seja um castigo com um título mundial, como foi com o masculino! Até amanhã!

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010 Seleção feminina | 12:15

Sem Paula Pequeno e Mari, quem joga nas finais?

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A seleção brasileira feminina de vôlei teve mais uma má notícia nesta sexta-feira. Além da derrota para os Estados Unidos, perdeu Paula Pequeno para o restante do Grand Prix. O time já havia perdido Mari, que machucou o joelho na vitória sobre a Polônia. E agora, quem joga as últimas partidas das finais?

Paula Pequeno é a nova baixa na seleção

Paula Pequeno é a nova baixa na seleção

Paula, assim como Mari, se machucou depois de um bloqueio. Ela pisou no pé de uma norte-americana e teve uma entorse no tornozelo esquerdo. Saiu da quadra para o hospital e foi detectada uma fratura em um dos ossos do local. Resultado? De quatro a seis semanas parada. Já Mari passou por ressonância e teve uma lesão no menisco do joelho esquerdo. Ela fará uma artroscopia e nova avaliação para saber qual a extensão da ruptura nos ligamentos. Resultado? Também repouso de 30 a 40 dias.

O Brasil ainda tem dois jogos pela frente no Grand Prix, contra Itália e China. As chances de ser campeã são pequenas, mas ainda existem se contar com vitória da China sobre os Estados Unidos e uma boa combinação de resultados. Mas Mari deu lugar a Paula Pequeno no time titular. E agora? Quem entra no lugar de Paula?

Natália, que vem sendo usada como oposta, é a coringa do time e pode voltar à posição de ponteira. Ela jogava assim na seleção até a temporada passada até ser “remanejada” depois do belo desempenho no título da Superliga. A vantagem dessa escolha é a potência do ataque. Natália entrou mal contra os Estados Unidos, mas é uma excelente atacante. Porém, ainda peca no passe, que é o grande problema da seleção. Zé Roberto também poderia optar por Sassá, que não ataca tão bem, mas tem no passe uma de suas especialidades. Vamos ver quem ele escolhe… E dpois ainda tem se pensar no Mundial, principal torneio do ano…

E falando em passe, como o Brasil sofreu nesta madrugada com o saque dos Estados Unidos! O jogo foi equilibrado (leia mais sobre a partida) e a seleção teve chances de vencer, mas pecou no fundo. Fabíola também errou na escolha da distribuição em momentos importantes, prejudicando o ataque nacional. Vai ser preciso arrumar esse fundo para vencer a Itália. As europeias perderam para o Japão nesta madrugada, mas sabem jogar bem contra o Brasil. Contam com Ortolani, Del Core e Piccini bem no ataque e vão explorar as nossas falhas no sistema defensivo. Ainda acho que será um jogo duro!

Resultados da rodada
Japão 3 x 2 Itália (23/25, 25/14, 26/28, 25/20 e 17/15)
Brasil 2 x 3 Estados Unidos (25/22, 19/25, 28/30, 25/17 e 13/15)
China 3 x 0 Polônia (25/19, 25/19 e 25/17)

Próximos jogos (sábado – dia 28/08)*
2h – Japão x Polônia
4h30 – Brasil x Itália
8h – China x Estados Unidos

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quarta-feira, 7 de abril de 2010 Superliga | 11:50

Sollys/Osasco está na final da Superliga

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O Sollys/Osasco fechou a série da semifinal na noite de terça-feira, com uma vitória por 3 sets a 1 sobre o Pinheiros/Mackenzie e chegou à nona final consecutiva na Superliga feminina. Mas agora fica a pergunta, será que o time está pronto para esquecer os vices nas últimas edições e buscar o título?

A partida da terça-feira mostrou qual é o momento vivido pelo Sollys/Osasco. O time está bem entrosado e, apesar de ainda sofrer alguns apagões, consegue voltar logo para o jogo. E acho que esse é trunfo da equipe nesta temporada. Mesmo depois de perder um set ou levar uma virada, as jogadoras conseguiram maturidade para retomar a concentração e levantar a cabeça.

Contra o Pinheiros foi assim. O Sollys/Osasco começou muito bem e venceu o primeiro set com bons bloqueios e erros de ataque das rivais. Depois, errou um pouco mais, mas ainda fechou a segunda parcial, se mantendo na frente todo o tempo. Sofreu no terceiro set, com a reação do Pinheiros, comandado pela central Lígia. Entretanto, voltou forte para liquidar o jogo na quarta parcial, concentrado no ataque e no saque (leia mais sobre a partida).

E foi bom ver outras atletas se destacando no time de Osasco. Depois de Jaqueline ser o grande nome em diversos jogos, Sassá voltou à melhor forma. Ela deu consistência ao passe e também esteve bem no ataque e fez 16 pontos no jogo, apenas um a menos que Jaqueline, maior pontuadora da equipe.

Agora resta esperar o adversário da final para saber se o time de Luizomar de Moura consegue deixar os vices no passado. Unilever e Blausiegel/São Caetano disputam a segunda partida da semifinal nesta quinta-feira, no ginásio da Tijuca, no Rio de Janeiro. Se o São Caetano vencer, fecha a série e fica com a vaga. Se der as cariocas, a decisão fica para o sábado, também no Rio. O Osasco não vence a Superliga desde 2004/2005. Será que elas estão prontas? Dê a sua opinião!

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009 Seleção feminina | 10:10

Seleção feminina segue a mesma, até com reservas

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Zé Roberto está em Saquarema com as titulares da seleção enquanto reversas e novatas, sob o comando do assistente Paulo Coco,  disputam o bicampeonato no Final Four, no Peru. Só Sassá não ganhou folga e segue no time. Mas, mesmo com uma formação diferente do Grand Prix, a equipe brasileira segue a mesma.

Seleção vence República Dominicana - Divulgação/CBV

Brasil bate República Dominicana - Divulgação/CBV

Na vitória por 3 sets a 0 sobre a República Dominicana na noite de quinta-feira, o bloqueio, como de costume, foi o melhor fundamento. Foram 15 pontos contra 8 das dominicanas. Além disso, a seleção precisou, de fato, jogar apenas dois sets. Isso porque a República Dominicana deu mais de um set de graça em erros: 26 pontos. As brasileiras entregaram apenas 12 pontos.

Fernanda Garay, novata na seleção, foi o destaque da partida com 16 pontos. Adenízia, que entrou em algumas partidas do Grand Prix, é outra que vem apresentando bom desempenho. Sem falar em Carol Gattaz, que já teve seu lugar garantido na equipe, e é uma segurança no bloqueio.

É fundamental, na minha opinião, que um elenco mantenha o nível tanto com time reserva e como titular. Foi assim que Bernardinho levou a seleção masculina ao topo. O time tinha seis jogadores de base, mas quantas vezes Dante foi substituído por Murilo ou André Nascimento por Anderson e o time até melhorou?

A equipe feminina está caminhando para isso e desempenho no Final Four indica que estamos no caminho certo. Tudo bem, o Brasil não está enfrentando as “pedreiras” como Rússia ou China, mas está se dando bem até agora para, depois, chegar inteiro contra os grandes. E enquanto as mais novas ganham bagagem jogando, as outras podem se aperfeiçoar nos treinos em Saquarema. Com certeza elas devem estar arrumando a recepção e tendo tempo para se entrosar com a levantadora Dani Lins.

Brasil volta a jogar nesta sexta, às 21 horas, contra o Peru. Sábado é dia de semifinal e domingo, a decisão.

E para você? A seleção brasileira consegue manter seu nível sem as titulares? E o que acha da divisão da equipe entre jogadoras em Saquarema e outras no Final Four? Deixe o seu comentário!

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009 Seleção feminina | 09:09

Paula Pequeno pode roubar o lugar de quem?

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Se você fosse José Roberto Guimarães por um dia, Paula Pequeno teria vaga em seu time titular? A atacante de ponta está recuperada de uma artroscopia no joelho esquerdo, já está treinando com a seleção brasileira e pode volta à equipe no Sul-Americano, no final do mês. Mas ela ficaria com o lugar de quem?

Zé Roberto já disse que pretende poupar jogadoras que participaram do Grand Prix nesse torneio e também no Final Four, que começa no dia 9 de setembro. Com isso, Paula ganha uma chance a mais para ser titular, mesmo tendo ficado afastada das quadras desde maio por causa da cirurgia. E ela é aquela atleta que serve como um termômetro para a equipe. Quando está bem, vibra muito e levanta o time. Mas quando não vira as bola, todo mundo sente
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Paula disputa vaga com Natália, Mari e Sassá, além de Jaqueline, que ainda pode voltar para a seleção. Natália mostrou que tem talento no título do Grand Prix. Ela tem uma potência gigante no ataque, mas ainda precisa melhorar a recepção. Zé havia prometido que ela e Mari fariam um intensivão para arrumar o fundamento. Já Sassá é o contrário. Sabe defender, mas perde no ataque. E Mari é a mais equilibrada. Já melhorou seu passe nos últimos anos e é uma excelente atacante.

Se eu fosse o treinador, deixaria Sassá no banco. Colocaria Mari em uma ponta e Natália, que revezaria com Paula, na outra, para ganhar ritmo de jogo. Mas se o passe de Natália já estiver melhor, ela poderia ser a ponteira titular. Ela é jovem e tem tudo para seguir firme na seleção.

E você? O que faria com a seleção brasileira se fosse Zé Roberto Guimarães? Paula Pequeno teria espaço em seu time? Deixe a sua opinião!

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domingo, 23 de agosto de 2009 Seleção feminina | 13:48

14 vitórias, dois prêmios e o octa no Grand Prix

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Brasil é octacampeão do Grand Prix - Divulgação/FIVB

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu: Porto Rico, Alemanha (3 vezes), Estados Unidos, Tailândia, Polônia, China (2 vezes), Japão, Coreia do Sul, Rússia e Holanda. Nesta manhã, mais uma vitória sobre o Japão por 3 sets a 1 (veja como foi a partida) e, depois de quase um mês de viagens longas e jogos sem parar, faturou o oitavo título no Grand Prix sem perder nenhuma partida.

O último jogo do torneio foi, para o Brasil, um espelho das atuações recentes. O passe não saiu como em quase todas as partidas do Grand Prix. Mas o time se recuperou, com raça no ataque e ótimo posicionamento no bloqueio, também como em todas as partidas. Desde o começo do primeiro set, a seleção sentiu o poder do saque japonês. A situação piorou no segundo e no começo do terceiro. A partir daí, foi a fez das brasileiras reagirem e passarem a atacar mais e bloquear mais ainda! No final, a recuperação, os 3 a 1 no placar e o título na mão.

Sassá na partida contra o Japão - Divulgação/FIVBA partida desta manhã foi a cara de Sassá. Ela entrou ainda no primeiro set no lugar de Natália para ajudar na recepção e não saiu mais. Além do fundo, a jogadora foi importante no ataque. Com o baixo bloqueio japonês, Sassá, mesmo com apenas 1,79m, fez a festa e marcou 19 pontos. Excelente atuação!

Mas não pensem que a briga pela posição com Natália já está vencida. Natália fez um ótimo Grand Prix e tem potência de homem no ataque. Ainda precisa melhorar na recepção, sem dúvida, mas tem uma brilhante carreira pela frente. Ela tem só 20 anos e, logo na primeira grande competição, ganhou o posto de titular. Com o tempo e aperfeiçoamento nos treinos, tem tudo para ser uma das melhores do País.

E além do oitavo título, o Brasil saiu do Grand Prix com dois prêmios individuais. Um mais que merecido e o outro que eu dividiria entre duas atletas. Sheilla foi a melhor atleta da competição. Ela jogou muito contra o Japão e, em todo o torneio, mostrou imensa maturidade e repertório. Ela sabe dar pancada, largar, saca muito bem e ainda ajuda no bloqueio. Completa! Já Fabiana foi a melhor bloqueadora. Reconheço seu poder na rede, mas Thaísa também foi uma gigante e merecia um pedaço desse prêmio. Nos momentos finais dos sets, foi Thaísa quem montou a parede na rede. De qualquer jeito, os prêmios estão em boas mãos.

E ainda vale lembrar que Paula Pequeno e Jaqueline estão fora da equipe. Elas terão que jogar duro para conseguir uma vaga no time titular! Eu não sei quem tirar para dar lugar para as duas. Talvez Mari pudesse revezar com a Jaque para ajudar na recepção… Deixa o Zé Roberto pensar nisso! Afinal, a seleção brasileira mostrou que tem problemas sim, mas que sabe lidar com eles. Isso é sinal de maturidade! Sinal de que aquela época de amarelar realmente já passou!

E você? O que achou de mais um título do Brasil, no dia do aniversário de um ano do ouro olímpico? Foi merecido? As brasileiras se firmaram como as melhores do mundo? Deixe o seu comentário!

Outros resultados da rodada
Alemanha 3 x 1 China (25/14, 23/25, 25/21 e 25/14)
Rússia 3 x 0 Holanda (25/20, 25/23 e 25/21)

Classificação final do Grand Prix
1º) Brasil
2º) Rússia
3º) Alemanha
4º) Holanda
5º) China
6º) Japão

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sábado, 22 de agosto de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 15:03

Bloqueio e Zé Roberto deixam Brasil mais perto do octa

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A seleção brasileira feminina de vôlei voltou a ter problemas na recepção, foi inconstante em quadra, mas conseguiu vencer a Holanda por 3 a 1 (veja como foi a partida) e ficou perto do octa no Grand Prix. Precisa apenas fazer a sua parte contra o Japão, no último jogo da competição.

O saque foi a arma tanto do Brasil quanto da Holanda na partida desta madrugada. Porém, enquanto as holandesas acertavam mais a mão e quebravam o nosso passe no começo e meio dos sets, s brasileiras cresciam nos momentos decisivos. Com exceção do segundo set, que foi uma pane total, o Brasil soube se recuperar e fechar as parciais, mesmo depois de começos bem nervosos, com bons saques de Sheilla, Sassá e Fabiana. Depois de duas ótimas atuações, a seleção voltou a sofrer, mas também voltou a mostrar que sabe se recuperar.

E a reação hoje aconteceu, na minha opinião, por dois motivos. O primeiro foi dentro da quadra.Em um jogo que foi equilibrado todos os fundamentos – foram 49 pontos de ataques para cada lado, 11 aces da Holanda e 10 do Brasil, 16 pontos dados de graça pelas brasileiras e 15 pelas rivais – o time de Zé Roberto venceu no bloqueio. Foram 18 pontos contra apenas 7 das europeias. E Thaísa merece um destaque especial. No terceiro set, ela fez quatro pontos seguidos neste fundamento! A partir daí o time se armou na rede e atrapalhou e muito os ataques holandeses.

Zé Roberto foi o outro motivo da reação. Cada vez que o Brasil se perdia, ele pedia tempo. Mas nada de broncas. O técnico conversava com um professor, explicando qual jogada deveria ser feita. As atletas, com uma grande obediência tática, voltavam para a quadra e faziam o que era pedido. Resultado? Voltavam para o jogo e retomavam a tranquilidade necessária para parar de errar.

Agora o Brasil encerra o Grand Prix contra o Japão e precisa apenas de um bom desempenho para faturar o título. A recepção, apesar de ter melhorado com a entrada de Sassá, ainda é o problema desse time. Se elas se acertarem como nas vitórias sobre China e a Alemanha, vem sim mais um título por aí!

Campeão do Sul-Americano
E falando em título, quem já garantiu o seu foi a seleção masculina. Como esperado, eles estão invictos no Sul-Americano e asseguraram a taça e a vaga na Copa dos Campeões com a vitória sobre a Argentina por 3 sets a 1 (veja como foi a partida). Pena que ninguém viu…Nem eu… Mas fica com vídeo com algumas imagens da vitória sobre a Argentina.

E você? O que achou da atuação da seleção feminina contra a Holanda? Quem merece destaque? O que fazer para vencer o Japão amanhã? Deixe o seu comentário!

Outros resultados da rodada
Alemanha 1 x 3 Rússia (25/16, 2125, 23/25 e 20/25)
Japão 0 x 3 China (20/25, 23/25, 17/25)

Último jogo do Brasil no Grand Prix (horário de Brasília)
Brasil x Japão – dia 23/08 – 7h07

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  1. Primeira
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  4. Última