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segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:34

Os nomes da Superliga feminina

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Desde o returno da Superliga fiz aqui no blog uma série chamada “o Nome da Superliga”. Citei alguns destaques dos times ao longo da briga pelo ouro e, agora, com o título do feminino para Unilever e do masculino para RJX, vou usar a série para atender um pedido que chegou pelos comentários do Mundo do Vôlei. Vamos falar de quem fez a diferença durante a competição? Primeiro as mulheres. Comento dos homens no outro post.

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A Unilever recuperou o título com 3 a 2 de virada para cima do Sollys/Nestlé na decisão. Dona do último ponto da partida em uma escolha premeditada da levantadora Fofão, Natália foi um dos nomes da Superliga. A ponteira ficou uma temporada afastada por causa do tumor na canela, voltou neste ano e cresceu aos poucos. Decidiu quando tinha que decidir e não hesitou em colocar aquela última bola no chão. Teve uma temporada de superação depois de ter recebido muitas críticas com a convocação para as Olimpíadas de Londres. Lá ela fez bem pouco em quadra, mas agora está de volta e tem o ciclo olímpico pela frente para mostrar que merece vaga na seleção e que pode ser destaque em 2016.

Alexandre Arruda/CBV

Bia, central do Sesi

Falando em seleção, Zé Roberto já fez a primeira convocação do ano e lembrou de jovens que brilharam na Superliga. Bia foi o nome no meio do Sesi, mesmo que no time estava também Fabiana. Esperava mais da veterana, enquanto a novata foi presença firme nos bloqueios. Já Angélica comandou o bloqueio do Praia Clube, time que pareceria que iria desbancar ou atrapalhar a eterna briga Unilever x Sollys/Nestlé, mas acabou pelo caminho. As duas estão na lista do treinador e têm futuro.

Outra já convocada que está de novo na lista é Pri Daroit. El é um ponteira que ainda precisa amadurecer, mas está no caminho e segurou as pontas no Vôlei Amil quando Ramires, destaque no ataque, não estava em seus melhores dias.
Quem acho que ainda merece destaque na ala das jovens são Gabi e Ju Carrijo. A ponteira da Unilever substituiu Logan Tom e aguentou tranco. Na final, demorou a entrar de vez no jogo, mas não comprometeu o time. Só tem 18 anos e é outra que deve estar no time de 2016 ou mesmo 2020, pela pouca idade. Já a levantadora tem 20 anos e muita habilidade. Queria vê-la testada na seleção também no futuro.

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Na lista das estrangeiras, espaço no Nome da Superliga para Herrera e Sarah Pavan. A cubana comandou o Praia e o time sentiu, e muito, quando ela saiu por contusão. É uma jogadora de potência e decisão e que promete dar trabalho na próxima temporada. Já a canadense chegou ao Rio para herdar a vaga na final, foi maior pontuadora em diversos confrontos, inclusive na final, e fez seu nome por aqui, depois de já ter sido destaque na Itália. Ter 1,96m ajuda Sarah a ser ofensiva já no saque e soltar o braço no ataque.

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho, técnico da Unilever

E para fechar os destaques, Bernardinho. O técnico mais uma vez fez a diferença na Unilever. A equipe não era a dona do melhor elenco e nem a favorita ao título diante do Sollys/Nestlé. Ainda assim, soube comandar o time na virada na decisão. E ver como todas falam dele é admirável. De Gabi a Fofão, todas reconhecem o trabalho de Bernardinho e querem atuar ao lado dele.

Sei que deixei um monte de gente de fora. Teve Camila Brait bem na defesa, Dani Lins ganhando consistência no levantamento, Ramires atacando com potência, Vasileva atuando como segurança.. Mas se fosse para falar de todo mundo, o post (que já está gigante) não teria fim! E também são apenas as minhas opiniões. Quem quiser, fique à vontade para comentar! E veja também no post seguinte os destaques da Superliga Masculina para o Mundo do Vôlei.

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domingo, 7 de abril de 2013 Superliga | 17:29

Os ingredientes da final da Superliga feminina

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A Unilever recuperou o título da Superliga feminina com o 3 sets a 2 para cima do Sollys/Nestlé na decisão deste domingo. Acompanhei de perto a decisão, que teve alguns ingredientes marcantes. Em quadra, jogadoras experientes e novatas. A pressão da final foi sentida pelos dois lados. Nas arquibancadas, uma festa linda azul e laranja. Vamos a um pouco mais desta final…

Final da Natália

Natália comemora com Fabi o título da Superliga

Ela recebeu a última bola do jogo e colocou no chão. A jogada coroou uma temporada de recuperação depois de um ano sem jogar por causa do tumor na canela. E uma frase de Lucimar Pereira, mãe de Natália, resume tudo: “Hoje eu senti que a minha filha está curada, tanto do tumor quanto da parte piscilógica. Hoje foi a grande vitória da vida da Natália”.

Minha primeira final, meu primeiro ouro
O Sollys/Nestlé x Unilever reúne campeãs olímpicas e quem é ídolo da torcida. Mas também têm novatas que fizeram a diferença. A canadense Sarah Pavan, por exemplo. Ela chegou nesta temporada, foi maior pontuadora em diversos jogos e repetiu o desempenho na final, com 22 bolas no chão. Falei com ela após o jogo e ela estava feliz pelo desempenho, claro, que confessou ter sofrido de ansiedade antes da partida.

Quem pareceu ansiosa foi Gabi. A menina de 18 demorou um pouco a entrar no jogo e apareceu junto com a virada do Unilever. Mas era de se esperar que ela sentisse a pressão por estar na primeira final, em um ginásio lotado. Depois, fez a sua parte e contribuiu.

Coração das experientes
Na ala das mais experientes, Fabi e Fofão. E depois do jogo, as duas falaram que colocaram o coração na quadra. Para Fabi, isso ajudou no tie-break. E Fofão tentou se controlar nas comemorações para se poupar por causa de dores na panturrilha, mas esqueceu de tudo com a bola em jogo e vibrou. Nas palavras dela, se sentiu como uma garotinha. E final é isso mesmo. Pode ter os anos de experiência que for, tem que ter coração também.

Baixinha é gigante no bloqueio

Alexandre Arruda/CBV

Juciely é a dona do melhor bloqueio da Superliga e foi destaque do tie-break

Uma das jogadoras que atua com o coração é  Juciely. Quando ela está do lado de fora na passagem de Fabi na quadra, a central pula, comemora os pontos e não para. Em ação, se concentra e não foge da responsabilidade. Neste domingo, começou bem no quinto set e ajudou o time a abrir vantagem. E, em terra de centrais gigantes, ela se destaca como bloqueadora com seus 1,84m. Tanto que foi eleita a melhor na posição na Superliga e foi quem mais marcou no fundamento na final, com cinco pontos.

Torcida, do começo ao fim
O jogo foi em campo neutro, mas Osasco é do lado de São Paulo, então, a torcida do Sollys/Nestlé compareceu em peso ao Ibirapuera. E fez barulho o tempo todo. Do banco, quando a Unilever começou a reagir, a levantadora reserva do time paulista Karine comandou os fãs. Levantou os braços, pediu apoio e foi atendida. Em quadra, o Sollys tentou corresponder, mas parou no terceiro set e não voltou mais para o jogo.

A torcida aplaudiu o time e teve respeito. Mas se o ginásio começou com uma festa laranja, terminou azul pelos torcedores da Unilever. E o time retribuiu. Muito depois da bola decisiva de Natália, todas as jogadoras campeãs ficaram em quadra para atender a imprensa e para passar um tempo enorme tirando fotos e dando autógrafos para a torcida. Perdi a conta de quantas vezes vi o pessoal da comissão tentar “resgatar” as jogadoras e fazê-las seguir para o ônibus. Mas tem que ser assim mesmo! Torcida apoia e merece uma resposta.

Falta de organização
Foi preparada uma grande festa para a final. E realmente foi um espetáculo, com dança, DJ, luzes e mais. Só faltou organização ao final do jogo com a imprensa. Sofremos para entrar na quadra e fazer o nosso trabalho. Fica a dica para a final masculina na semana que vem…

Festa, choro e dança
A final teve choro das campeãs e das derrotadas. Não deve ser fácil abrir 2 a 0, ter chances de liquidar o jogo e levar a virada como foi para o Sollys/Nestlé. Até um time formado pela seleção brasileira pode sentir a pressão. Do outro lado, sensação e emoção pelo dever cumprido. No pódio, muita dança até o funk lek lek lek. Era o momento delas e ali, vale tudo. O importante era a medalha de ouro no peito.

Alexandre Arruda/CBV

Unilever comemora octa na Superliga

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Superliga | 08:00

De volta à Superliga depois de uns dias de folga

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Galera, estava de folga na última semana depois do plantão de final de ano e para voltar o nosso bate-papo por aqui vamos falar do primeiro turno da Superliga? No masculino, o RJX foi  líder e Sesi conseguiu uma boa recuperação. Já no feminino, Banana Boat/Praia Clube conseguiu se impor entre Unilever e Sollys/Nestlé. Além disso, as estrangeiras foram destaque.

Superliga feminina

Herrera - Divulgação/CBV

Cubana Herrera é destaque do Praia Clube e líder nas estatísticas da Superliga 2012/2103

O returno para as mulheres começou na noite de segunda-feira com mais uma vitória do Banana Boat, que marcou 3 a 0 para cima do lanterninha São Bernardo. E o time mineiro é uma boa surpresa desta Superliga. Comandado pela cubana Herrera, maior pontuadora desta edição até agora, a equipe perdeu apenas para Sollys e Unilever por enquanto e, com o resultado da segunda, assumiu provisoriamente a ponta. A rodada segue nesta terça-feira.

Ainda falando do primeiro turno, quem havia acabado na liderança foi o Unilever, que acertou nas contratações das estrangeiras. A canadense Sarah Pavan aos poucos assumiu a função de oposta de segurança e já é a segunda na lista de pontuadoras do torneio. A norte-americana Logan Tom vem desequilibrando no saque e é a melhor na função. Bernardinho sanou os problemas da temporada passada, quando sofreu com lesões e tinha poucas opções no banco e segue firme entre os favoritos.

Ainda entre os líderes na primeira metade da competição ficou o atual campeão Sollys/Nestlé. E elas sofreram com lesões. Sheilla perdeu o começo do torneio depois de fraturar um dedo do pé, Camila Brait teve lesão na coxa e ficou fora de alguns jogos e Adenízia se recuperou de fratura na mão e só voltou na última partida do turno, na derrota por 3 a 2 para as cariocas do Unilever. Enquanto isso, Fernanda Garay apareceu como uma boa alternativa. Ela já é a terceira na lista de pontuadoras e repete a posição entre as atacantes. Agora, com o time completo, veremos o Sollys/Nestlé apontado como favorito em quadra no returno.

Em quarto lugar no turno ficou o Vôlei Amil e aqui voltamos a falar as estrangeiras. Antes de chegar, a búlgara Vasileva era apontada como a jogadora que seria a referência no ataque. Ela veio para o elenco e honrou as expectativas e é a melhor atacante da Superliga. A ponteira de mais de 1,90 ataca na força e merece e liderança nas estatísticas. Por enquanto, as comandadas por José Roberto Guimarães têm apenas duas derrotas e seguem no ‘bolo’ das primeiras colocadas.

Que continue o segundo turno, mas já temos uma Superliga feminina mais equilibrada do que nas outras edições.

Superliga masculina

RJX - Divulgação/CBV

RJX fechou o primeiro turno da Superliga masculina na liderança

Os jogos do masculino seguem a partir de quarta-feira e, na primeira parte da competição, o RJX ficou com a liderança isolada, com apenas duas derrotas após 11 rodadas. E a primeira dela veio já no final do turno, com 3 a 2 diante do Medley/Campinas. Depois, um surpreendente 3 a 0 para o Canoas. No domingo, vitória sobre o Super Imperatriz para garantir a ponta. O time carioca conta com Lucão como melhor bloqueador e boa fase de Théo como oposto. Além disso, Dante está atuando mais depois de tantos problemas no joelho. E nos jogos que perdeu, principalmente contra o Canoas, caiu por causa dos seus erros .

Em segundo lugar na tabela ficou o Sada/Cruzeiro, atual campeão. O time mineiro fez uma boa contratação para a temporada: o cubano Leal, que vem bem ao lado de Wallace no ataque e é o melhor na função. E William faz mais uma boa campanha, como o destaque na função. Tem três derrotas, mas para times a altura (RJx, Sesi e Medley/Campinas). Segue como candidato ao título.

E quem se recuperou na tabela foi o Sesi. Depois de começar com três derrotas seguidas e uma vitória contra o então lanterninha UFJF, a equipe paulista voltou a tropeçar diante do RJX. Aí veio o Sada/Cruzeiro e a nova fase. O time marcou 3 a 0 e não perdeu mais. No começo, sofreu com lesões, como as dores de Murilo e Sidão, as câimbras de Lorena e a pubalgia de Éder, último de voltou ao time. Com elenco completo, ficou mais mais fácil se encontrar e se recuperar, encerrando o turno em terceiro lugar.

Completam a lista dos oito primeiros que seguiriam aos playoffs se a classificatória já tivesse acabado Canoas, Medley/Campinas, Vivo/Minas, São Bernardo e Vôlei Futuro. Desses, aposto nos dois primeiros. Canoas foi bem montado, com atletas experientes e os campineiros já deram trabalho aos ‘grandes’.

A Superliga masculina segue nesta quarta-feira, com o primeiro jogo do returno, entre Sesi e Medley/Campinas.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012 Superliga | 08:49

Noite de Natália e Vasileva no duelo Zé Roberto x Bernardinho

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A partida entre Vôlei Amil e Unilever lotou o ginásio em Campinas e era, sem dúvida, a mais aguardada da segunda rodada da Superliga feminina 2012/2013. Fora de quadra, o reencontro de José Roberto Guimarães e Bernardinho em um jogo nacional. Dentro, ótimas pancadas no ataque e no saque e 3 sets a 1 para o Unilever.

divulgação

Búlgara Vasileva foi a maior pontuadora do jogo, com 18 acertos

Os dois treinadores, como todos sabem, tiveram suas desavenças nas Olimpíadas de Atenas (leia mais), e se afastaram. Um ficou no Brasil no comando da equipe do Rio de Janeiro e o outro foi para Itália, Turquia… Agora, o reencontro que era comentado desde que Zé Roberto anunciou o projeto em Campinas. E o que se viu? Dois técnicos influentes, cobrando do lado de fora da quadra, fazendo o seu papel. Depois do jogo, um cumprimento rápido e acabou. Pronto, eles ficaram frente a frente e se respeitaram. Agora vamos deixar as mágoas deles para lá e falar de jogo?

A partida, na minha opinião, teve alguns destaques importantes. Durante todo o Campeonato Paulista, muito se falava da chegada da búlgara Vasileva, que seria, apesar dos 22 anos, uma segurança para o ataque do Vôlei Amil. Mais do que isso, seria uma opção de troca e de inversões. Pois ela jogou de fato na terça-feira (já havia entrado alguns instantes na estreia contra o Sollys/Nestlé, mas ficou pouco em quadra) e mostrou a sua cara. A jovem tem ataque potente e, sim, virou uma referência, tanto que foi a maior pontuadora da partida. Ela vai dar trabalho…

Veja como foi o jogo set a set e outros resultados da rodada

Do outro lado, Natália parece estar mesmo de volta. Ela já tinha atuado na estreia contra o São Caetano e seguiu no time da Unilever. Consciente no ataque, ela foi a melhor em quadra. A ponteira soube mesclar bolas mais fortes com outras colocadas e correspondeu quando acionada por Fofão. Ainda precisa ganhar um pouco mais de ritmo, mas parece recuperada completamente dos problemas na canela e é um nome e tanto para o elenco carioca.

No jogo, o Vôlei Amil pecou pelo excesso de erros. Foram 12 apenas no primeiro set. Sem contar com os inúmeros saques errados. O time conseguia recuperar a bola e mandava o serviço para fora ou na rede. A exceção é a levantadora Fernandinha. Entretanto, a equipe endureceu o jogo com a entrada de Vasileva (do final do primeiro set até a conclusão da partida). E foram com as pancadas da búlgara que elas, depois de terem perdido dois sets, viraram e venceram a terceira parcial.

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Natália foi a melhor em quadra na vitória do Unilever

A noite, porém, era do Unilever. Nos momentos de decisão, o time de Bernardinho se mostrou mais tranquilo para definir. O tempo todo elas foram melhores no bloqueio, com méritos para Juciely, e, depois da derrota no terceiro set, cresceram com os ataques da canadense Sarah Pavan e mais uma vez com Natália e dominaram o cenário. No final, 3 sets a 1 e vitória para Bernardinho e companhia.

Ainda é muito cedo para imaginar qualquer coisa desta Superliga, mas vamos lá. Logan Tom, Sarah Pavan e Vasileva chegam para dar uma cara diferente ao jogo. Todas tem um saque viagem potente, o que é bom para variar daquele “chapado” que muitas brasileiras fazem. E enquanto a norte-americana dá volume, as outras duas garantem lindos ataques. Além disso, o Unilever aprendeu com a temporada passada e agora tem banco para mexer, por exemplo. Já o Vôlei Amil precisa errar menos e ter tranquilidade para definir. A equipe tem bom posicionamento e sabe defender, tanto que o Unilever demorou a conseguir colocar bolas no chão, mas tem que liquidar os contra-ataques também. Mas que a chegada de Vasileva vai ajudar e muito, disso acho que ninguém duvida.

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segunda-feira, 24 de setembro de 2012 Diversos, Superliga | 20:10

Unilever busca equilíbrio e mostra lado brincalhão de Bernardinho

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A Unilever apresentou a equipe da temporada 2012/2013 nesta segunda-feira e a ideia é tentar buscar o equilíbrio que faltou no ano passado. A equipe jogou a última Superliga com uma atleta a menos, já que Natália estava com os problemas na canela. Com isso, perdeu uma atacante e não tinha quem colocar quando as ponteiras estavam atuando mal. Agora, Natália deve finalmente atuar. E o elenco ainda tem a jovem Gabi, a experiente Logan Tom, a veterana Regis e a prata da casa Amanda.

A expectativa de Bernardinho é contar com Natália como o nome da temporada. Ela, ao lado da recém-chegada Sarah Pavan, serão as principais atacantes da equipe. Para o técnico, elas suprirão a falta de Sheilla (leia mais no especial que escrevi para o iG). No ataque, o problema parece estar resolvido. Na temporada passada, além de Natália, Mari não estava em um bom momento e não ajudou muito. Agora, o teoria é boa.

Mas o técnico conseguiu uma bela ajuda no fundo de quadra. Fabi acabou sozinha no passe e, nesta temporada, terá a companhia de Logan Tom, vice-campeã olímpica. “Com Natália e Sarah dividindo a função da pontuação, com Logan e Fabi sustentando a questão do passe e do sistema defensivo para que a Fofão possa usar o talento dela. Não adianta, como foi no ano passado, tem uma jogadora talentosa de o passe não for consistente”, resumiu Bernardinho.

Fernanda Venturini, mesma depois de parada, é uma levantadora de muita qualidade. Mas estava sentindo o ritmo puxado, as dores no joelho e não conseguia consertar todos os passes. E Fofão também é ótima na posição, e ainda terá a ajuda de contar com um passe mais redondo, com duas especialistas em fundo de quadra.

A apresentação da Unilever também mostrou uma faceta pouco comum de Bernardinho. O técnico rígido, que cobra o tempo todo e quase infarta do lado de fora da quadra deu lugar a um cara descontraído e brincalhão como mestre de cerimônias ao lado da líbero Fabi. Os dois fizeram brincadeiras ao longo da apresentação das atletas. Em um momento, a jogadora mostrou o papel com o nome das atletas ao técnico, mas logo o recolheu, dizendo que não adiantava nada porque ele não iria conseguir enxergar mesmo. Depois, ela se juntou ao grupo no palco, tirou o celular do bolso e o entregou ao treinador, falando: “É simples, é só apertar aqui no meio”. ela queria que ele tirasse a primeira foto do grupo e o pedido foi atendido.

Bom ver Bernardinho assim também, descontraído. Mas isso foi apenas pela manhã. À tarde, as jogadoras sabiam que teriam que voltar ao ginásio da Urca para mais uma sessão de treinos…

Unilever

Com celular de Fabi, Bernardinho tira primeira foto da equipe do Unilever

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