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terça-feira, 31 de março de 2015 Superliga | 09:34

Sada Cruzeiro x Sesi em mais uma final de Superliga

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*atualizado dia 01/04

Voltamos, galera! Fiquei longe durante as férias, perdi o começo dos playoffs da Superliga, mas estou de volta a tempo de acompanhar a decisão. Então vamos ao que interessa? O Sada Cruzeiro é o primeiro finalista da Superliga 2014/2015. O atual campeão comprovou o favoritismo e fechou a série semifinal diante do Minas na noite de segunda-feira com duas vitórias. E com 3 a 0 para cima dos rivais fora de casa.

Mais detalhes da vitória do Sada Cruzeiro na semifinal da Superliga

Divulgação/CBV

Sada Cruzeiro passa pelo Minas na semifinal da Superliga

No primeiro jogo, os times fizeram uma partida mais equilibrada e o saque do Sada Cruzeiro fez a diferença. Foram 9 aces contra 2 do Minas. Nesta segunda, mais uma vez o serviço pesou. Enquanto o Sada forçava e desestabilizava a recepção rival, o Minas tentava responder forçando também, mas errando mais e sem conseguir quebrar o ritmo do Sada.

O primeiro set teve um placar mais apertado, com vitória de 25 a 22. Mas na segunda parcial, o Sada passeou com 25 a 11. E a prova de que os visitantes estavam bem foi que o Minas quase não errou, dando apenas 3 pontos de graça. Foi o Sada quem construiu a vantagem, disparou no placar aproveitando contra-ataques e fechou com um ace de Filipe. Depois, logo abriu 6 a 1 no terceiro set. O Minas tentou, mas o volume de jogo do Sada era melhor e eles fecharam em 25 a 19 sem muitos problemas.

Leia mais: “Estamos entre os quatro melhores times de forma honrosa”, diz técnico do Minas

Méritos para o Sada Cruzeiro, claro, que está em mais uma final. Foi o melhor time da fase classificatória com folga, tanto que jogará a decisão da Superliga em casa, no Mineirinho, no dia 12 de abril. Entretanto, o Minas também merece um parabéns. O 3 a 0 deve ter doído, mas o time é jovem, com vários atletas da base. Eles deixaram quem era apontado como favorito pelo caminho, como o Brasil Kirin, depois de duas vitórias nas quartas. Ninguém quer perder, mas que o lugar entre os quatro primeiros ajude ao Minas a se motivar a seguir investindo no vôlei. Quanto ao Sada, valeu o saque, o volume de jogo e a experiência de um time que mantém a base (fórmula com cara de ideial, não?).

Sesi garante vaga e repete final

Divulgação/CBV

Lucarelli e Marcelinho comemoram vitória do Sesi na semifinal

Do outro lado, o Sada Cruzeiro vai encarar o Sesi. A equipe paulista venceu o Taubaté/Funvic na noite de terça-feira por 3 a sets a 1 e fechou a série semifinal também em duas partidas. E a na segunda partida, só o primeiro set foi mais fácil. O Taubaté errou mais (deu nove pontos de graça) e o Sesi conseguiu fechar. Os donos da casa entraram no jogo na segunda parcial, mas aí os nervos pesaram. Lipe levou vermelho e o Sesi se manteve melhor e fechou mais um. Depois, de novo com bastante equilíbrio, foi o vez do Taubaté liderar o placar, abrir em uma passagem de Lorena pelo saque e fechar. No quarto set, o Taubaté ainda se manteve à frente quase toda a parcial, mas quase sempre com diferença mínima. No finalzinho, uma boa inversão de 5 1 de Pacheco e o ponto de saque de Lucão para cima de Dante deram a vitória ao time da capital.

E aqui também os dois times merecem parabéns. O Sesi cresceu no momento certo da competição, por mais clichê que seja falar isso. A equipe sofreu com lesões no começo da temporada, como Murilo e Téo, e se encaixou aos poucos. Chega aos playoffs com todo mundo pronto para jogar. Murilo ainda não está bem no ataque, mas está recuperado da cirurgia do ombro. Se não ataca, ele ajuda no passe. O time está completo e vai completo para a final.

Já o Taubaté ganhou reforços esse ano para ser campeão. Venceu o Campeonato Paulista, diante do mesmo Sesi, e a Copa do Brasil. Ficou no caminho na Superliga, mas merece respeito. Caiu em uma semifinal disputada, equilibrada. Que também serva de motivação para manter o investimento para a próxima temporada (acho que fiquei um pouco traumatizada depois de ver tantos times fechando ou perdendo espaço nas últimas temporadas…)

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:44

O que o Funvic Taubaté tem?

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Divulgação/CBV

Funvic Taubaté é campeão da Copa Brasil

Tanto a versão feminina como a masculina da Copa Brasil tiveram campeões inéditos em 2015. A diferença foi que, para as mulheres, venceu um dos times mais tradicionais do País, o Pinheiros. E entre os homens, o título ficou com o reformulado Funvic Taubaté. O time do interior de São Paulo já disputou outras Superligas, mas nesta temporada veio com cara de equipe grande, cheia de estrelas, e, por enquanto, tem cumprido o seu papel.

O Taubaté desbancou o Sesi para faturar o título do Paulista. Agora, depois de ter passado pelo Sada Cruzeiro na semifinal, venceu o Brasil Kirin na decisão da Copa Brasil. Afina, o que essa equipe tem?

Detalhes da final: Taubaté vence Copa Brasil e garante vaga no Sul-Americano

Eles já chamavam a atenção no papel, com elenco formado pelos selecionáveis Sidão, Lipe, Felipe e Rapha. Ainda tem o experiente Dante em uma das pontas, o oposto Lorena e o central Maurício. Entretanto, juntar talentos nem sempre resolve tudo. Era preciso esperar e ver na prática se o time se encaixava. Bom, os resultados respondem se deu certo ou não… Além do Paulista e a Copa Brasil, o Taubaté é vice na Superliga. Até agora soma apenas quatro derrotas, para Sada Cruzeiro (duas vezes), Sesi e Minas.

As armas da equipe são saque e bloqueio. Como comentamos por aqui, Lipe é destaque. Ele é uma arma de saque para Bernardinho na seleção e tem repetido o desempenho no Taubaté. Tanto que é o melhor sacador da Superliga, com 34 aces até agora e aproveitamento de 15,04%. O time ainda é o líder nas estatísticas no saque e no bloqueio.

Equipe desfilou nesta terça (27) por Taubaté para comemorar o título na Copa Brasil

Equipe desfilou nesta terça (27) por Taubaté para comemorar o título na Copa Brasil

Na final da Copa Brasil, a equipe fez jus aos números. No primeiro set, com Lipe no saque, abriu 22 a 15. No segundo, de novo com o ponteiro no serviço, virou para 21 a 20 depois de três bloqueios. E, para completar, Lipe foi o maior pontuador, com 22 bolas no chão.

Ok, saque está garantido e isso já ajuda, e muito, a atuação do bloqueio. E na rede, se Lorena estiver em um dia inspirado, os ataques também vão bem. O oposto é velho conhecido por seu temperamento explosivo em quadra e às vezes se perde, mas é uma força e tanto para a equipe. E ainda podemos lembrar que o time passou parte da temporada desfalcado. Sidão começou lesionado e Rapha machucou o tornozelo na final do Paulista e perdeu o começo da Superliga.

Leia mais: Central Sidão comemora título e bom momento na cidade onde foi criado

Vale a pena cuidar da sua recepção ao enfrentar o Funvic Taubaté. E será que eles cumprem os objetivos da temporada? Segundo o técnico Cesar Douglas, as metas eram o título do Paulista, final da Copa Brasil e semifinal da Superliga. Dois já foram…

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:01

Troco da Superliga e um campeão diferente para a Copa Brasil

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Lipe ataca para Taubaté na semifinal da Copa do Brasil diante do Cruzeiro

Lipe ataca para Taubaté na semifinal da Copa do Brasil diante do Cruzeiro

*atualizado

Estão definidos os finalistas da Copa Brasil masculina. Em casa, o Brasil Kirin passou pelo Minas T.C. por 3 sets a 1 e, na sequência, Taubaté Funvic passou pelo Sada Cruzeiro pelo placar. A segunda semifinal foi um troco da recente derrota dos paulistas na Superliga.

Na Superliga, no começo do mês, o Taubaté caminhava para vencer o Sada em casa. Entretanto, levou a virada dos mineiros e acabou derrotado por 3 a 2. Agora, venceu os dois primeiros sets por 26 a 24 e perdeu o terceiro por 25 a 17, mas voltou para liquidar a partida na parcial seguinte, com 25 a 23.

E jogo entre esses dois times é sinônimo de ótimos saques. Dessa vez, o serviço cruzeirense não funcionou muito bem. Já o Taubaté conta com jogadores como Lipe, que vem fazendo estragos com o saque potente, e Sidão. O central fez um ace no começo e outro no final do primeiro set, o levantador Rapha também fez o seu… E como sabemos, bom saque ajuda o bloqueio. Taubaté fechou os dois primeiros sets neste fundamento. E no quarto set, abriu cinco pontos no placar com saque, agora na passagem de Lorena.

Agora, a Copa Brasil terá um outro campeão, já que o Sada, dono do título ficou pelo caminho. Quem faturar o título garante vaga para o Sul-Americano, que será disputado em San Juan, na Argentina, entre os dias 9 e 15 de fevereiro.

P.s.: em tempo, o Taubaté venceu o Brasil Kirin na final por 3 sets a 0 no final de semana e ficou como o título! 

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013 Diversos | 06:50

Sada dá aula e coloca Brasil no topo no Mundial

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Divulgação/FIVB

Sada Cruzeiro é campeão mundial de clubes

O Brasil é campeão mundial de clubes de vôlei! No domingo, o Sada Cruzeiro bateu os russos do Lokomotiv Novosibirsk por 3 sets a 0 (25/20, 25/19 e 25/20) e conquistou o título do torneio. Pela primeira vez o país fatura o torneio masculino. E foi uma vitória e tanto em casa, e com casa cheia.

Leia mais sobre a partida: Sada Cruzeiro atropela o Lokomotiv e fatura o Mundial de Clubes pela primeira vez

No primeiro encontro entre mineiros e russos no Mundial, o placar apontou 3 a 2 para os europeus. Desta vez, na hora da decisão, o Sada Cruzeiro liderou praticamente o tempo todo. Se o saque foi o trunfo russo na classificatória, agora o saque foi a arma mineira. Foram seis aces, quatro só com o ponteiro cubano Leal. Mas o jogo teve muito mais do que isso…

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Logo no primeiro set, o Cruzeiro mostrou a sua cara. O time iria arriscar, sem medo. A equipe mineira deu 10 pontos em erros, mas também já emplacou saques e bloqueios certeiros. E para fechar, um dos lances da partida. Bola alta e ataque do levantador William para marcar o 25º pontos. Nas parciais seguintes, o Lokomotiv Novosibirsk saiu na frente, mas logo o Sada Cruzeiro se recuperou. Se no segundo seta virada veio com defesa de Serginho em um lance e bloqueio de Éder em outros, no set seguinte Leal emplacou uma série de aces e fez o time da casa abrir no placar.

A final foi uma bela mostra de conjunto. Williams fez o seu papel na distribuição e ainda foi eleito o melhor levantador do torneio. Leal, como já dissemos, ajudou e muito no saque e também no ataque. Também ficou com prêmio individual. O líbero Serginho, mais um premiado, salvou bolas que levantaram a torcida. Os centrais Douglas e Eder também pontuaram. O primeiro é cara veloz, que mesmo baixo consegue atacar e ser uma sombra no bloqueio. O outro foi uma das poucas mudanças para a temporada e se encaixou muito bem à equipe, colaborando ainda mais no bloqueio e em momentos chaves. E claro, Wallace. O oposto foi o melhor jogador do Mundial de Clubes. Acho que isso já diz o que ele mostrou em Betim.

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E um dos trunfos do Sada Cruzeiro, que foi vice no Mundial de 2012, é manter a base a tanto tempo. William, Filipe, Serginho, Wallace e outros seguem no time entra temporada e sai temporada. Leal chegou muito bem no ano passado e, agora, Éder e Isac são os novatos. Nada de mudar tudo de um ano para o outro. Com isso, os jogadores ganham confiança uns nos outros. Isso sem contar que estamos falando de jogadores com talento e que esse talento deu muito certo junto.

Acho que a frase do técnico Marcelo Mendez ao final do partida resume tudo: “Jogamos muito”, disse o argentino.

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sábado, 19 de outubro de 2013 Diversos | 21:25

Brasil x Rússia na final do Mundial

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Mais um campeonato e mais uma decisão entre Brasil e Rússia no vôlei masculino. Agora será no Mundial de Clubes. O russo Lokomotiv Novosibirsk garantiu a primeira vaga na final com vitória sobre o italiano Trentino nesta tarde por 3 sets a 1. Para completar, o Sada Cruzeiro bateu o UPCN nesta noite e também se classificou. Como comentamos por aqui, o esperado aconteceu e lá vamos ao Brasil x Rússia na briga pelo ouro no Mundial!

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Divulgação/FIVB

Sada foi bem no saque e no bloqueio diante da UPCN na semifinal do Mundial de Clubes

E o Sada Cruzeiro passou pela semifinal se valendo justamente da arma que os russos usaram contra eles na partida da primeira fase: o saque. O serviço foi forçado e veio com alguns erros, mas conseguiu fazer sete pontos diretos e quebrar o passe argentino. Ou seja, valeu a pena arriscar. O UPCN não fez um ace seque na partida! E com bom saque, como estamos cansados de saber, fica mais fácil atuar bem no bloqueio.

Os donos da casa dominaram a partida diante dos argentinos e nas entrevista em quadra após o jogo se mostraram mordidos com a derrota para o Lokomotiv Novosibirsk ainda na classificação. Naquele dia foi um 3 a 2 equilibrado. Agora, a chance da vingança e que ainda vale o ouro será neste domingo, às 16h (horário de Brasília).

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Esse sentimento pode motivar para a decisão, mas também é preciso cabeça no lugar para enfrentar os russos mais uma vez. De novo o saque virá pesado, sem dúvida. E o ataque, que conta com europeus e o conhecido dos brasileiros Camejo, nem se fala. O Sada Cruzeiro tem que mostrar volume de jogo para ter um resultado diferente da primeira partida. Mas acho que, ainda mais depois de já ter encarado o adversário no torneio, sabe o que deve fazer. A final promete…

O histórico de Brasil x Rússia no vôlei masculino não é favorável, pelo menos se pensarmos em seleção. Teve Liga Mundial, Olimpíadas, Mundial sub 21… E agora, quem leva a melhor? A história de finais pode começar a mudar com o Mundial de Clubes?

Espero ginásio cheio em Betim, Minas Gerais, para uma força a mais. Para o Brasil, sediar o Mundial é um reconhecimento. E a torcida mineira já foi apontada pelos rivais como o sétimo jogador para o Sada Cruzeiro. A decisão será no mesmo horário que a primeira leva de jogos do Campeonato Brasileiro de futebol. Pelo menos o Cruzeiro joga apenas às 18h30 e ainda fora de casa, diante do Coritiba. Que a final do Campeonato Mundial de clubes de vôlei tenha a devida atenção!

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segunda-feira, 5 de agosto de 2013 Seleção feminina | 12:50

Estreia com viradas, pressão e 100% para Brasil no Grand Prix

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A seleção brasileira feminina fechou o primeiro final de semana do Grand Prix com três vitórias em três jogos. A equipe passou por Polônia, Rússia e Estados Unidos com três viradas. Muitos falam que é bom começar um torneio aos poucos e pegar rivais em uma crescente para se adaptar, mas também vale a pena já estrear com rivais complicados. E fica melhor ainda se passar no teste.

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Divulgação/FIVB

Festa do Brasil na vitória sobre os EUA para fechar a primeira semana no Grand Prix

Nos três jogos, o Brasil cometeu diversos erros no primeiro set e demorou a se acertar na relação saque e bloqueio. Depois, como Fabiana comentou em uma das coletivas pós-jogo, o serviço passou a funcionar e os outros fundamentos também melhoraram. O passe, em alguns momentos, ainda é um problema. Contra o bloqueio alto desse primeiro final de semana, a seleção se deu bem quando conseguiu fazer suas jogadas de meio, ou seja, quando o passe entrou.

Além de melhorar o começo dos jogos, é bom também cuidar desse fundo. Mas o time mostrou que consegue encarar a pressão, virando jogos diante de rivais complicados e bons tecnicamente. Sim, a equipe nacional teve falhas, mas soube como consertá-las a tempo em todas as partidas.

Fernanda Garay foi a maior pontuadora em todos os jogos e diante dos Estados Unidos dividiu o posto com Gabi. Garay virou uma referência nessa seleção desde que entrou bem nas Olimpíadas de Londres. Já Gabi, caçulinha do time, mostrou personalidade e ganhou elogios do técnico José Roberto. Foi titular o tempo todo e não se intimidou mesmo sendo alvo no saque e muitas vezes caçada no bloqueio. Chegou bem ao time.

Leia mais sobre os jogos do Brasil no Grand Prix:

O Brasil, e todo mundo, começou a renovação em suas seleções. Por aqui, há ressalvas, mas o caminho parece interessante. O time ficou um pouco mais baixo com Monique como oposta ou Juciely como central. Mas a meio-de-rede, por exemplo, ajudou no jogo tenso diante das russas e surpreendeu as rivais. Acho que a vantagem é ter jogadoras em quase todas as posições. Na ponta, além de Gabi, tem Priscila Daroit no banco e ela foi destaque nos primeiros torneios que a seleção ganhou na temporada. No meio, tem Juciely que vai brigar com Thaísa, Fabiana e Adenízia. No fundo, Camila Brait é a sucessora de Fabizinha. A notícia ruim ficou por conta de Fabíola, que por problemas pessoais pediu dispensa da seleção. Ela pode fazer falta nos próximos jogos… Vamos ver como Claudinha estreia na equipe.

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A seleção brasileira viaja agora para Porto Rico e encara a República Dominicana na próxima sexta-feira. Depois, joga contra a Bulgária e fecha a segunda semana diante das donas da casa.

P.s.: galera, quem me segue no Twitter ou no Facebook viu meus comentários sobre problemas por aqui. O blog está bastante instável desde a semana passada, mas a tecnologia daqui do iG está tentando resolver. Portanto, se me ausentar mais do que o normal, já sabem o motivo!

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domingo, 14 de abril de 2013 Superliga | 12:16

Com uma virada e tanto, RJX é campeão da Superliga

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A Superliga masculina tem um novo campeão! Uma semana depois de a Unilever aplicar uma virada para faturar o título no feminino, o RJX também reverteu o placar, marcou 3 a 1 para cima do Sada/Cruzeiro neste domingo no ginásio do Maracanãzinho e levou o ouro. A Superliga nessa temporada foi toda do Rio… E com uma virada sem dar nenhuma chance ao rival!

No primeiro set, o Sada Cruzeiro foi dominante e parecia que ia segurar o título conquistado em 2011/2012. O time mineiro fez o seu jogo, com volume, bolas bem distribuídas e contra-ataque. Até o bloqueio, que foi a principal arma do RJX, funcionou mais para o lado mineiro. Com isso, o jogo começou com 25 a 15 no placar!

O que poderia ser fácil para o Sada Cruzeiro virou completamente a partir do segundo set, quando o RJX acordou e logo emplacou 5 a 1. Além de se manter à frente o tempo todo, o bloqueio, que acabei de comentar, voltou. Foram sete pontos na parcial no fundamento. Com isso, vitória por 25 a 18 e tudo igual. Mas não ia parar por aí. De novo com bloqueio e ainda saque, que funcionou com aces de Lucão, a situação se repetiu para os cariocas na terceira parcial, até com o mesmo placar.

O RJX manteve o embalo na quarta parcial para consolidar a vitória. Mais uma vez, o time dominou do começo ao fim. Já o Sada se perdeu, errou mais e não conseguiu reagir. Para liquidar a partida, saque de Théo, erro na recepção do Sada Cruzeiro, 25 a 14 e 3 sets a 1 no placar.

Para a decisão, o RJX sabia do volume de jogo do Sada/Cruzeiro. Sabia também que precisava do seu saque e principalmente do seu bloqueio para se destacar. Foi o que fez quando entrou no jogo a partir do segundo set. Lucão, destaque na temporada, foi o maior pontuador na segunda e na terceira parciais e marcou presença. Thiago Alves, que ajudou e muito na semifinal diante do Vivo/Minas, fechou dois sets e virou diversas bolas. Foi o melhor em quadra. Théo colaborou na segurança. Todo mundo fez a sua parte e, por isso, o título.

Já o Sada Cruzeiro parou depois do primeiro set. O time começou a errar e o saque, tão importante na semifinal, não atrapalhou a vida do RJX. A equipe carioca demorou para entrar, mas quando embalou, não parou mais. Liderou do segundo set ao último ponto! Faturou o seu primeiro título na sua segunda temporada. Honrou ser o elenco de maior investimento e soube usar os seus pontos fortes, os diversos erros do Sada e a festa da torcida a eu favor.

E no final, acabou sendo um jogo em casa para o RJX. O Maracanãzinho já havia sido escolhido o palco da decisão antes mesmo do começo da Superliga. Depois de turno, returno e playoffs, acabou que o time que manda o jogos aqui veio para decisão. E mesmo se a briga pelo título fosse na casa do líder, o confronto seria de mando do RJX, que avançou em primeiro. Com isso Maracanãzinho está em festa, pode gritar: “É campeão!”.

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sexta-feira, 12 de abril de 2013 Superliga | 16:27

Investimento x conjunto na final da Superliga masculina

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Final de semana será de decisão da Superliga masculina com RJX x Sada/Cruzeiro na partida que vale o título às 10h deste domingo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Será o confronto do time de maior investimento, o carioca, contra a equipe que preserva e aposta no entrosamento do conjunto para manter o título, o elenco mineiro.

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Alexandre Arruda/CBV

Lucão - nome da seleção e destaque do RJX na temporada

O RJX é a equipe dos nomes que estão ou passaram recentemente pela seleção brasileira. Tem Bruninho, Lucão, Dante, Thiago Alves, Théo e Mário Junior. Com isso, já começou a competição como um dos favoritos ao título e, depois de uma série e tanto diante do Vivo/Minas na semifinal, honrou todo o orçamento e chegou à decisão.

Do outro lado, o Sada/Cruzeiro mantém a filosofia que levou o time ao título na temporada 2011/2012. A equipe conta com Wallace, da seleção, ganhou o reforço do cubano Leal e manteve praticamente o mesmo elenco de outros anos. Com isso, tudo mundo está mais do que entrosado e isso ajuda em quadra. William conhece muito bem todos os seus atacantes. E todos os jogadores estão acostumados com os pontos fortes e fracos um dos outros, formando um conjunto e tanto. Seguir com a mesma base ao longo das temporadas foi uma estratégia certeira.

Entretanto, o time do Rio de vale um pouco dessa estratégia. Ao trazer Bruninho, Thiago Alves e Mário Júnior para o lado de Lucão, remontou a base da Cimed que já faturou títulos da Superliga.

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Em quadra, os dois times devem apostar no saque. No RJX, Lucão é dono de serviço potente e está cada vez mais consistente em quadra, forçando, sim, mas seguro do que está fazendo. Riad, outro central, foi bem no fundamento na semifinal. Além disso, com um bom saque, o bloqueio se garante. É um fundamento muito importante para os cariocas e tem feito o seu papel ao longo da Superliga, mais uma vez sob o comando de Lucão.

Alexandre Arruda/CBV

William - capitão e cabeça do Sada/Cruzeiro

Enquanto isso, o Sada tem um trio de sacadores. Acho que Leal é o líder no serviço, e depois aparecem Rogério e Wallace. Os outros mesclam entre força e tática e também dão trabalho. Que diria o Sesi nas semifinais… Esse fundamento foi a chave da vitória por 3 a 0 sem dar chances ao rival no segundo jogo da série, por exemplo.

Mas vejo a diferença aqui na sequência do jogo. Se o RJX conta com bloqueio, o lado mineiro tem volume de jogo e ataque. William não lidera as estatísticas da Superliga a toa e sabe distribuir muito bem as jogadas. Para colaborar, tem mais uma vez Leal para decidir, ao lado de Wallace, Douglas e companhia. Acho que o duelo pode ser uma interessante briga entre um bloqueio pesado e bem posicionado, contra um ataque que costuma resolver.

Investimento x entrosamento, saque forçado, ataque x bloqueio… A final promete e reúne os dois melhores times do ano. E agora, quem leva a melhor? Sada/Cruzeiro fatura o bi na terceira final seguida? Ou o RJX fica com o primeiro ouro na estreia em decisões?

P.s.: estou de férias da redação e, por isso, estou um pouco distante do blog nessa semana. Mas nos vemos na final da Superliga masculina, combinado? Aí sim, depois do título entregue ao campeão, as minhas férias começam de verdade…

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domingo, 31 de março de 2013 Superliga | 11:04

Final mineira na Superliga ou o RJX ainda tem chances?

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O sábado foi dos mineiros na Superliga. Depois de o Sada Cruzeiro liquidar a série semifinal diante do Sesi com mais um 3 sets a 0 e se garantir na decisão, o Vivo/Minas repetiu o placar para cima do RJX e empatou outra semifinal. E agora, o time de Belo Horizonte mantém o embalo e faz uma final mineira na Superliga? Ou a equipe carioca se recupera em casa?

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Se olharmos para a fase de classificação do torneio nacional, a resposta seria a vaga para o RJX, que avançou aos playoffs em primeiro lugar. Mas se o parâmetro for a semifinal, o favorito vira do Vivo/Minas. No primeiro jogo, eles fizeram um duelo e tanto contra os cariocas e mostraram a sua força, principalmente usando bem o ataque aberto nas pontas. Na noite de sábado, dominaram os rivais e ganharam moral.

Leia mais sobre os 3 a 0 do Vivo/Minas diante do RJX

O RJX pecou pelos erros em todos os fundamentos e deu 30 pontos de graça aos mineiros. O primeiro set acabou em um erro de saque de THiago Alves e o segundo, em um erro de ataque de Da Silva, por exemplo. Já a terceira parcial foi do Vivo/Minas do começo ao fim, para liquidar logo a partida e forçar o terceiro jogo da série, marcado para a próxima sexta, no Maracanãzinho, às 21h30.

E se na semifinal da manhã foi Serginho que teve que ficar em quadra com dores, no jogo da noite o levantador Marcelinho, do Vivo/Minas, jogou e sofreu com o joelho. Ele teve um derrame no local, disse ter passado a semana toda em tratamento e longe da bola para poder jogar essa semi. Ele jogou e cumpriu bem o seu papel! Mas o destaque ficou para Lucarelli, ponteiro que já recebeu elogios por aqui e foi o maior pontuador, com 15 acertos, e eleito o melhor em quadra. Grande fase do ponteiro!

Agora e esperar pelo próximo jogo. RJX se anima em casa e volta a mostrar o que fez na primeira fase? Ou o Vivo/Minas segue o embalo e volta a disputar uma final de Superliga depois de quatro temporadas?

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sábado, 30 de março de 2013 Superliga | 12:50

Semi tem atuação completa do Sada e superação de Serginho

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A Superliga masculina tem o seu primeiro finalista na edição 2012/2013. O atual campeão Sada Cruzeiro venceu o Sesi na manhã deste sábado por mais um 3 sets a 0 (25/22, 25/23 e 36/34), fechou a sua série semifinal e assegurou lugar na decisão. Na partida, superação de Serginho de um lado e um time completo do outro.

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Logo no primeiro set, o líbero, personagem do “O nome da Superliga” da semana, também apareceu como personagem do jogo. Ele tentou uma defesa e sentiu dores na coluna. E Serginho já teve problemas no local, passou por cirurgia e sempre lembra que joga com quatro pinos. Neste sábado, ele ficou em quadra, mas nitidamente não era o mesmo.

Depois do incidente, não abaixou mais para passar ou recepcionar e ajudou com alguns levantamentos e outras defesas que  bola estouraram nele e subiram.  Sorte era se o saque chegava sem tanta força para uma recepção de toque. Ele se segurou e ficou o tempo todo em quadra, fazendo o que dava para fazer. Não entendi porque outro jogador não foi improvisado e Giovane não fez uma substituição. Mesmo arriscar com os centrais o tempo todo, até no passe…

Falando em central, mais tarde, Sidão, que fez trabalho de recuperação para atuar nesta semifinal, saiu mancando de um saque e não voltou mais. Problemas no Sesi.

Vipcomm

Sada Cruzeiro é o primeiro finalista da Superliga

Já o Sada Cruzeiro começou com a mesma fórmula que deu certo no primeiro jogo: saque. De cara abriu 6 a 2, o Sesi buscou e abriu mais uma vez em meados da primeira parcial com o saque. E no final, na hora de decidir, apareceu o bloqueio, que estava zerado o set inteiro. Foram três pontos no fundamento que decidiram a vitória dos mineiros naquele momento.

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O jogo seguiu e o Sesi, mesmo com a lesão de Serginho, tentou reagir. Dessa vez o time de São Paulo também conseguiu sacar  e teve Lorena virando desde o começo, o que faltou na primeira partida da semifinal. Entretanto, os erros dos donos da casa pesaram. O placar em pontos de graça acabou em 11 a 5! Muita coisa para um set só. Enquanto isso, o Sada Cruzeiro seguiu com seu jogo e mostrando um conjunto completo, que não apenas saca, mas que defende muito bem, sob o comando de Serginho e isso ficou claro nessa parcial e vem sendo mostrado na Superliga.

E veio o terceiro set e o tudo ou nada para o Sesi, que mesmo com os problemas, se manteve grande parte do tempo na frente e dava pinta de que iria fechar. Ali o nome era Mão. O ponteiro, que geralmente entra para “crescer a rede”, ficou no lugar de Cleber e virou bolas fundamentais. Já o Sada bobeou. Perdi a conta de quantos foram os saques errados dos mineiros, um atrás do outro. Se sabe soltar o braço, para que aliviar e fazer feio? Enfim, a partida seguiu e ganhou ares dramáticos. Mão era a saída para o Sesi e o Sada queria acabar logo com tudo aquilo. E Mão, depois de salvar alguns match points, fazer ace e colocar a bola no chão no ataque, errou e deu o 36 a 34 para os mineiros.

Para mim, venceu o favorito na série, apesar de os confrontos diretos entre os dois terem sido vencidos pelo Sesi na fase de classificação. O Sada Cruzeiro vem bem, com saque, defesa, levantamento e definição. Por isso mais um 3 a 0 e a terceira final seguida da Superliga. O time, como disse, se mostrou completo. Teve saque, apesar dos erros no final. Para ajudar, a defesa se fez presente e proporcionou boas chances de contra-ataque, bem aproveitadas na rede. E tem William. Já o Sesi começou o torneio nacional com lesões, lutou e se recuperou, mas acabou vítima das lesões mais uma vez. Vai para a final e o favorito e que vai brigar pelo bi.

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