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terça-feira, 28 de outubro de 2014 Superliga | 14:59

E lá vem a Superliga

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Passou a eleições e, aos poucos, eu volto ao blog! E para recomeçar, vamos de Superliga? O torneio masculino começa nesta semana e tem time novo na briga com os grandes. E como toda temporada, tem perdas importantes também…

O RJX, que virou RJ Vôlei, não conseguiu se manter e Rio fica sem representantes na edição 2014/2015 da Superliga. Mas o estado de São Paulo tem um reforço o tanto. O Taubaté veio na temporada passada com Giba como cabeça do elenco, mas pouco fez. O ponteiro saiu no meio do torneio e foi para os Emirados Árabes antes de se aposentar e o time ficou em 10º na classificação geral. Agora, com uma lista de patrocinadores que lotam a camisa, a equipe está mais do que reforçada.

Leia mais: Ziober Maringá Vôlei recebe o São Bernardo na abertura da Superliga

Elenco do Taubaté comemora título do Paulista

Elenco do Taubaté comemora título do Paulista

Chegaram da seleção brasileira que foi prata no Campeonato Mundial o levantador Rapha, o central Sidão, o ponteiro Lipe e o líbero Felipe. Completam o elenco Dante, que dispensa comentários, e Lorena, um oposto e tanto com seu ataque de canhoto, apesar do temperamento forte. Ainda tem o central Maurício, que já foi destaque da Superliga, e Thiago Sens, que veio do time do Rio de Janeiro. E para começar bem a temporada, a equipe do interior faturou o Campeonato Paulista, batendo o Sesi na final. Com a vantagem de contar com quem está acostumado a jogar junto na seleção, o Taubaté é uma da promessas da temporada.

Entretanto, terá que esperar para contar com algumas estrelas. Rapha teve um estiramento de ligamento no tornozelo direito na decisão do Paulista e só deve voltar no final de novembro ou começo de dezembro. Já Sidão tve uma lesão muscular na panturrilha esquerda e também está fora. Volta um pouco antes do Rapha.

De volta aos clubes, outro que segue nas cabeças é o Sada/Cruzeiro. Enquanto o time paulista mudou quase que completamente, os mineiros seguem a linha “time que está ganhando não se mexe”. O Sada praticamente manteve o elenco que é o atual campeão nacional. Seguem William, Lipe, Leal e companhia, além de Éder e Isac. Para completar, chegou o ponteiro Winters, um dos melhores jogadores da seleção do Canadá. Pontos para o Sada, que mantém o projeto e seus jogadores há alguns anos.

De volta a São Paulo, o Sesi também continua na lista de destaques. A novidade é o experiente levantador Marcelinho, ex-seleção. E ainda estão no time Lucão, Lucarelli e o líbero Serginho. Murilo é outro nome, mas passou há pouco tempo por uma nova cirurgia no ombro. Vamos ver como ele volta dessa vez. Uma boa novidade é Rafael, um jovem oposto de 2,00m e que tem futuro.

Leia mais: Atual vice-campeão, Sesi-SP estreia contra o Montes Claros Vôlei

Ainda devemos incluir nessa lista o Brasil Kirin, de Campinas. Eles em agora ex-Sesis no elenco. Os levantadores são Sandro e Jotinha e o oposto é Wallace, que foi destaque em 2010/2011, quando o time da capital faturou a Superliga. A mistura pode dar certo.

A Superliga ainda segue com o tradicional Minas, que aposta em um time jovem e na volta do ex-técnico Cebola, agora como supervisor; Montes Claros, com o central Acácio mais uma vez; São José dos Campos, campeão da Superliga B e reforçado por Gelinski (levantador) e Kaio (oposto) ; o reformulado UFJF; o Canoas, que chegou aos playoffs e tem chances de dar trabalho com os veteranos Gustavo, Minuzzi e Jeffe, além das chegadas do argentino Quiroga, do central Thiago Barth e do oposto Jardel, que já de destacou no Minas e o Maringá, que continua encabeçado por Ricardinho. Ainda tem o Vôlei Sul, que entrou de última hora na vaga aberta pelo Volta Redonda.

É isso, que venha mais uma edição da Superliga! Depois eu volto com um texto sobre a Superliga feminina, que estreia no dia 7 de novembro. Bons jogos a todos

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sexta-feira, 12 de abril de 2013 Superliga | 16:27

Investimento x conjunto na final da Superliga masculina

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Final de semana será de decisão da Superliga masculina com RJX x Sada/Cruzeiro na partida que vale o título às 10h deste domingo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Será o confronto do time de maior investimento, o carioca, contra a equipe que preserva e aposta no entrosamento do conjunto para manter o título, o elenco mineiro.

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Alexandre Arruda/CBV

Lucão - nome da seleção e destaque do RJX na temporada

O RJX é a equipe dos nomes que estão ou passaram recentemente pela seleção brasileira. Tem Bruninho, Lucão, Dante, Thiago Alves, Théo e Mário Junior. Com isso, já começou a competição como um dos favoritos ao título e, depois de uma série e tanto diante do Vivo/Minas na semifinal, honrou todo o orçamento e chegou à decisão.

Do outro lado, o Sada/Cruzeiro mantém a filosofia que levou o time ao título na temporada 2011/2012. A equipe conta com Wallace, da seleção, ganhou o reforço do cubano Leal e manteve praticamente o mesmo elenco de outros anos. Com isso, tudo mundo está mais do que entrosado e isso ajuda em quadra. William conhece muito bem todos os seus atacantes. E todos os jogadores estão acostumados com os pontos fortes e fracos um dos outros, formando um conjunto e tanto. Seguir com a mesma base ao longo das temporadas foi uma estratégia certeira.

Entretanto, o time do Rio de vale um pouco dessa estratégia. Ao trazer Bruninho, Thiago Alves e Mário Júnior para o lado de Lucão, remontou a base da Cimed que já faturou títulos da Superliga.

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Em quadra, os dois times devem apostar no saque. No RJX, Lucão é dono de serviço potente e está cada vez mais consistente em quadra, forçando, sim, mas seguro do que está fazendo. Riad, outro central, foi bem no fundamento na semifinal. Além disso, com um bom saque, o bloqueio se garante. É um fundamento muito importante para os cariocas e tem feito o seu papel ao longo da Superliga, mais uma vez sob o comando de Lucão.

Alexandre Arruda/CBV

William - capitão e cabeça do Sada/Cruzeiro

Enquanto isso, o Sada tem um trio de sacadores. Acho que Leal é o líder no serviço, e depois aparecem Rogério e Wallace. Os outros mesclam entre força e tática e também dão trabalho. Que diria o Sesi nas semifinais… Esse fundamento foi a chave da vitória por 3 a 0 sem dar chances ao rival no segundo jogo da série, por exemplo.

Mas vejo a diferença aqui na sequência do jogo. Se o RJX conta com bloqueio, o lado mineiro tem volume de jogo e ataque. William não lidera as estatísticas da Superliga a toa e sabe distribuir muito bem as jogadas. Para colaborar, tem mais uma vez Leal para decidir, ao lado de Wallace, Douglas e companhia. Acho que o duelo pode ser uma interessante briga entre um bloqueio pesado e bem posicionado, contra um ataque que costuma resolver.

Investimento x entrosamento, saque forçado, ataque x bloqueio… A final promete e reúne os dois melhores times do ano. E agora, quem leva a melhor? Sada/Cruzeiro fatura o bi na terceira final seguida? Ou o RJX fica com o primeiro ouro na estreia em decisões?

P.s.: estou de férias da redação e, por isso, estou um pouco distante do blog nessa semana. Mas nos vemos na final da Superliga masculina, combinado? Aí sim, depois do título entregue ao campeão, as minhas férias começam de verdade…

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quarta-feira, 10 de abril de 2013 Superliga | 14:35

Ranking, set de 21 pontos, Bernardinho, mercado e quase férias

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*atualizado às 15h21

Galera, estou de férias na redação do iG, mas sigo acompanhando o que acontece no vôlei nesta semana. Fico por aqui (por isso o “quase férias” do título) até a final da Superliga masculina e como essa semana começou agitada, resolvi colocar o papo em dia no blog. Teve ideia de diminuir número de pontos por set, novo ranking de atletas, movimentação no mercado e uma confirmação que a gente já esperava, mas que mesmo assim deve ter sido comemorada.

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A novidade desta quarta-feira é que a FIVB estuda diminuir os sets de 25 para 21 pontos. A ideia será testada na Liga europeia e serviria para diminuir o tempo dos jogos. O assunto já rendeu comentários no Twitter. Estava agora mesmo comentando isso com Gustavo. O central gostou da ideia e ainda deu uma sugestão: “Melhor os 21 pontos, na minha opinião, e um tempo a menos. Substituições mais rápidas!”, me respondeu ele. Com uma parada a menos e menos pontos, o jogo pode ficar mais ágil. Ainda assim, não perderá a essencial. Não sei se só quatro pontos fariam tanta diferença, mas quem sabe a mudança não dá certo? Como estávamos falando no Twitter, jogos de mais de 2h30 ou 3h são bem cansativos. E vocês, galera, o que acham dessa ideia?

Outro assunto foi o ranqueamento, que gerou algumas polêmicas nesta temporada. Quantas vezes escrevi ou comentaram que o Sollys/Nestlé era a seleção brasileira? Quem não lembra das reclamações de Zé Roberto Guimarães depois da semifinal da Superliga? Pois bem, uma das selecionáveis terá que deixar o time.

Alexandre Arruda/CBV

Fernanda Garay agora é 7 no ranking da CBV

Cada equipe pode somar 32 pontos, mas pode contar com, no máximo, três jogadoras com sete pontos, valor mais alto do ranking. E depois do bicampeonato olímpico, Fernanda Garay foi promovida ao grupo de sete pontos. A classificação acho que é justa, afinal, a ponteira fez uma excelente temporada e nas Olimpíadas de Londres tirou o lugar de Paula Pequeno e foi importante para a seleção. Como o ranking leva em conta o que a atleta fez no ano anterior, Fê Garay deveria mesmo ser 7.

Veja o ranking completo das atletas da Superliga feminina

Agora, além dela, Thaísa, Jaqueline e Sheilla são as atletas do Sollys/Nestlé com pontuação máxima. Uma delas terá que sair. Qual faria menos falta? Não tenho ideia. Alguns boatos falam que é a própria Fê Garay quem vai deixar o time. Não sei, mas qualquer uma fará falta porque todas são destaques em suas posições. O Sesi já tentou levar a Jaqueline e o time paulista tem Fabiana e Tandara como 7 no momento. Ah, e Tandara foi o mesmo caso de Garay. Ela mudou de pontuação nesta temporada. Mas aí acho que contou não a seleção, até porque ela conseguiu o seu lugar no time, mas é reserva, mas o crescimento ao longo da Superliga. Bom, vou parar de fazer suposições e deixar para os dirigentes do Sollys e dos outros times se acertarem com isso… Mas quem quiser comentar e montar o seu time, fique à vontade!

Falando em montar time, o mercado teve mudança e confirmação nesta semana. Pacheco é o técnico do time masculino do Sesi, na vaga deixada por Giovane. Apesar de achar que houve falha na semifinal por não ter um plano B para a lesão de Serginho, que jogou no sacrifício o tempo todo contra o Sada/Cruzeiro, gostava do trabalho de Giovane. Mas Pacheco tem mais experiência no banco, diversas finais de Superliga e o time paulista segue em boas mãos. O ruim disso é ver a equipe de Campinas que ficou sem patrocinador já perdendo gente também.

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Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho segue na Unilever e na seleção

Outro técnico foi notícia, só que pela confirmação. Bernardinho, campeão da Superliga, segue na Unilever e na seleção brasileira. Tem gente que pode falar, reclamar do jeito dele ou se algumas decisões como cortes e tal, mas Bernardinho é um treinador e tanto. Ele mexeu na Unilever em diversos jogos da Superliga e isso fez o time mudar e vencer. Até na final, as jogadoras falaram que mudaram de postura após uma conversa dele do segundo para o terceiro set. A torcida carioca deve ter comemorado a decisão, ainda mais depois de o próprio Bernardinho ter comentado no começo da temporada ao Diário de São Paulo, se não me engano, que estava cansado e que seguiria só com um dos times, a Unilever ou a seleção. Mas ainda assim, era uma decisão esperada. Ary Graça já tinha dito que seguiria no time nacional, e não o imagino fora da Unilever. Alguém imagina?

A semana ainda deve render mais assuntos, afinal, a decisão da Superliga masculina será no domingo, no Maracanãzinho. Eu sigo nas minhas “quase férias” e, por isso, posso ficar um pouco distante nos próximos dias. Mas volto para a final RJX x Sada/Cruzeiro!

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sábado, 23 de março de 2013 Superliga | 23:41

Sada Cruzeiro saca muito, abre no placar e vence Sesi na semi

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Para fechar o primeiro dia de semifinais da Superliga masculina, o Sada/Cruzeiro recebeu o Sesi e venceu por 3 sets a 0 (25/20, 25/14 e 25/22) na noite deste sábado. O jogo foi mais simples para os mineiros do que eu esperava, mas eles conseguiram essa diferença no placar usando e abusando do saque forçado.

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O trio Rogério, Wallace e principalmente o cubano Leal fizeram estrago na recepção do Sesi. O segundo set foi exatamente assim. Saque forçado e bem executado e ponto, ou direto ou no contra-ataque. Só na parcial foram quatro dos seis aces do jogo do lado mineiro. Os paulistas marcaram um ponto direto no serviço. Entretanto, no começo do terceiro, a equipe da casa voltou para quadra um pouco desconcentrada e errou mais. A partida ficou equilibrada e o bloqueio, que não tinha aparecido ainda na parcial, cresceu e fez o Sada abrir no finalzinho. No contra-ataque com Leal, bola cravada e fim de jogo.

O saque pode ter sido o fundamento que mais se destacou, mas outros aspectos merecem ser comentados. Muito já se reclamou da arbitragem nesta Superliga e no segundo set Leal tocou muito na rede enquanto Sandro, do Sesi, tentava um levantamento. Ok, o Sada já dominava e aquilo não iria interferir no resultado, mas foi um erro e tanto a arbitragem não ter marcado.

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Esperava mais do Sesi, principalmente depois do belo jogo que fechou as quartas de final. Cleber seguiu atacando bem, mas Lorena, o termômetro do time, demorou a entrar de fato na partida. No terceiro set, quando o oposto estava melhor, o time também reagiu e equilibrou do começo ao fim. Mas, se quiser ainda seguir na Superliga, tem que fazer jus as estatísticas e melhorar na recepção, porque o Sada vai seguir com saque forçado, sem dúvida alguma.

Do lado vencedor, William foi eleito o melhor em quadra. E concordo com a escolha. Para destacar, duas jogadas. No segundo set, mesmo com passe quebrado, uma chutada pelo meio com Douglas alta, na medida para o central matar o ponto. Depois, na terceira parcial, jogada de novo com Douglas pelo meio e o Sesi defende. A bola volta de graça e William fica com passe na mão. O que se espera de um levantador com passe na mão? Uma bola rápida no meio. Foi o que o bloquei do Sesi pensou, queimando com o central. Mas William chamou Filipe, que atacou sozinho e sem marcação pelo fundo.

Outro que foi destaque e vem fazendo uma bela Superliga é o cubano Leal. Quem acompanhou o Mundial de 2010 lembra dele e o trabalho que deu aos adversários naquele time que foi vice, perdendo para o Brasil na decisão. Leal deixou o país, cumpriu a pena de dois anos sem jogar e acabou como uma contratação e tanto para o Sada/Cruzeiro. E ele chama a atenção no fundo de quadra. Que Leal seria diferença no ataque, já era mais do que esperado, afinal, trata-se de um atacante cubano. Mas e o passe? Nesta noite ele foi alvo do saque do Sesi e entregou na mão ou quase isso para William. Um jogador completo em boa fase.

Bom, mas estamos ainda na primeira rodada da semifinal. De um lado, o Vivo/Minas perdeu para o RJX, mas fez uma excelente partida e ainda está tudo aberto. Aqui, o Sada/Cruzeiro pode ter marcado um 3 a 0, mas o Sesi chegou até esta fase na competição e tem elenco para jogar de igual para igual. Porém a situação pode complicar se o saque mineiro continuar assim e os paulistas não se acertarem nessa semana. E você, o que espera dessas semifinais? Comente! A próxima rodada será sábado que vem!

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013 Superliga | 12:47

Playoffs de um lado e briga pela liderança do outro

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Chegamos à reta final da Superliga 2012/2013. Na noite desta segunda-feira começam as quartas de final do torneio feminino com Sesi x Banana Boat/Praia Clube. E o masculino está nas últimas rodadas com briga acirrada pela liderança. Vamos a um resumão do que aconteceu?

Divulgação

Jaqueline vibra na vitória cheia de confusão do Sollys sobre Unilever

E mais uma vez Sollys/Nestlé e Unilever estavam uma decisão na Superliga. A partida da noite de sexta-feira valia a liderança do returno e a chance de encarar o oitavo colocado nos playoffs. Jogando em casa, o time de Osasco venceu por 3 sets a 2, mas quem ficou mesmo com a primeira colocação foi a Unilever.

Leia mais: Unilever perde em jogo com confusão, mas fica com a liderança

Se tivesse acabado por aí, tudo bem, seria mais um clássico do vôlei nacional. Mas o jogo acabou em confusão, com bate-boca no caminho para o vestiário. O Sollys reclamava da arbitragem e a Unilever, sob a voz de Bernardinho, não gostou. Aí a discussão estava armada. É normal reclamar e estar com os nervos à flor da pele em um jogo de tanta rivalidade, ainda mais valendo alguma coisa de fato na tabela. Mas eu sempre fico triste quando vejo uma discussão, briga ou algo do gênero tomando conta do esporte.

No masculino, o destaque do final de semana foi Sada/Cruzeiro x RJX. Jogando em casa, o time mineiro venceu por 3 sets a 2, mas ainda assim segue em segundo na classificação. A vantagem dos cariocas na ponta é de apenas um ponto e, na teoria, a tabela está igual para os dois nas duas últimas rodadas do returno. O Sada encara Medley/Campinas, que pode surpreender, e é favorito diante do Vôlei Futuro. Já o RJX tem o Canoas pela frente, que também deve dar trabalho, e fecha a fase contra o Super Imperatriz, teoricamente mais fácil. A diferença é que o RJX joga as duas em casa.

Agora é acompanhar (ou tentar) essa reta final da Superliga. Às 18h30 tem o duelo Sesi x Banana Boat e na quinta-feira acontece a penúltima rodada no masculino. Até mais!

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 16:04

O nome da Superliga: William

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William - CBV

William - levantador do Sada/Cruzeiro

A Superliga já está caminhando para os playoffs e, para aproveitar o embalo, vou começar uma série especial aqui no blog. No post “O nome da Superliga”, a ideia é falar, a cada semana, de um jogador que está se destacando no torneio nacional. Para isso, vale comandar as estatísticas, ter sido o grande nome da rodada… O que acham? Para começar, William, levantador do Sada/Cruzeiro.

Ele faturou o título na temporada passada e também foi eleito o melhor levantador do campeonato. No momento, lidera as estatísticas no fundamento. O Sada/Cruzeiro tem, somando os jogadores que passam pela função, 38,17% de eficiência. Se for levado em conta apenas o desempenho de William, no número passa para 45,63%. E agora, depois da quarta rodada do returno, o time mineiro está na liderança da Superliga. William e companhia venceram o Funvic/Midia Fone por 3 sets a 0 no final de semana e ultrapassaram o RJX na classificação.

William é um cara experiente, que ganhou bagagem e fama na Argentina e é destaque desde que voltou ao Brasil, para atuar no Sada/Cruzeiro. Para ele, tudo isso conta, e muito, para o desempenho em quadra.

“Um bom levantador se faz com rodagem dentro de quadra e cancha de jogo, como se diz na linguagem do vôlei. Quanto mais velho melhor. Eu acredito que esse bom desempenho, com certeza, é resultado de muitos anos de treinamento. Com esses anos fazem com que o jogo se torne mais lento na visão do levantador. Tudo isso somado a uma equipe equilibrada em todos os fundamentos fazem com que o levantador se sinta a vontade  e esse é meu caso”, explica William ao Mundo do Vôlei.

Mas nem tudo é fácil para um levantador. Se o passe não sai, as jogadas já se complicam. E tem outro aspecto que pode atrapalhar o atleta. “Acho que quando os atacantes de confiança não estão em um bom dia… Isso pode derrubar um levantador”, afirma William.

Bom, no Sada/Cruzeiro ele ganhou um belo reforço nesse quesito. Se Wallace sempre foi a segurança do time como oposto, nesta temporada o cubano Leal tem sido uma excelente alternativa para o ataque. E William se entrosou com o novo companheiro e está sabendo distribuir as jogadas. Uma vez disse isso por aqui e nem todo mundo gostou, mas acho que uma das qualidades de William é fazer o básico. Ou seja, se um jogador está virando, siga dando bola para ele. Muitas vezes é assim com Wallace e, agora, com Leal. E se eles não estiverem nesse dia tão inspirado, William sabe reconhecer e inverter as jogadas. Acho que ele alia esse “básico” a leitura de jogo.

Fala-se também nele como um nome para a seleção brasileira. Uma vez conversamos sobre isso e ele me disse que nem pensava mais tanto em uma convocação. Aos 33 anos, ele, quem sabe, pode levar experiência para a equipe nacional. Bruninho é o cara da posição e tem tudo para continuar assim, mas ter um jogador experiente e centrado ao lado pode até ajudá-lo a crescer. Não sei qual será a opção de Bernardinho para esse ciclo olímpico, mas que já comece logo. Pode ser William ou outro, mas acho que ele deve começar agora a trabalhar com Bruno, para que aja sintonia e tempo de entrosamento entre os dois. Ricardinho pode ter chegado tarde demais nessa volta à seleção, por exemplo.

William tem até o final da Superliga para mostrar trabalho, buscar o segundo título consecutivo e, quem sabe, conquistar Bernardinho. O Sada/Cruzeiro volta para quadra na quinta-feira e encara o Sesi. E eu fico por aqui! Sugestões para o próximo “o nome da Superliga”? É só comentar!

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013 Superliga | 23:09

RJX vence, Sada/Cruzeiro vence e Superliga segue acirrada

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A noite de quinta-feira foi de rodada da Superliga masculina, a terceira do returno. E se o RJX, líder, vence e segue na primeira colocação com 31 pontos, o Sada/Cruzeiro também faz a sua parte e continua colado na segunda colocação na classificação geral, com 30 pontos.

Os cariocas receberam o São Bernardo e abriram a rodada com um 3 sets a 0 no Maracanãzinho. Os primeiros sets, com 25 a 17 e 25 a 22, tiveram resultados um pouco mais tranquilos. No terceiro, equilíbrio e um ótimo momento de Joel. O veterano estava virando tudo para o São Bernardo! Mas o RJX tinha Thiago Alves, eleito o melhor em quadra, que recebeu a última bola e liquidou em 27 a 25.

E o RJX se deu muito bem no bloqueio, o que ajudou para a vitória em sets diretos. Foi o dobro de pontos no fundamento (16 a 8). O saque também funcionou e o time saiu com seis aces. Com isso, somou os três pontos e permaneceu na liderança, jogando a responsabilidade para quem entraria em quadra logo depois…

Filipe - Vipcomm

Filipe ataca para o Sada/Cruzeiro. Ele foi eleito o melhor em quadra

O Sada/Cruzeiro recebeu o Volta Redonda e tinha que vencer para seguir ali, pertinho do RJX na classificação. E foi isso que os mineiros fizeram, mas não foi fácil. O Sada saiu na frente, mas o Volta Redonda passou a defender mais e tirou uma diferença de quatro pontos no primeiro set para marcar 29 a 27. Depois, começou na frente na parcial seguinte e foi a vez dos mineiros conseguirem a virada. Quando assumiu a liderança, não saiu mais e empatou a partida com 25 a 20 no segundo set. De novo, o Volta Redonda cresceu e o Sada só empatou na terceira parcial em 21 a 21 e fechou em 26 a 24. Depois, um passeio. Com saques de Wallace e Leal, os donos da casa foram abrindo, abrindo e acabaram com o set em simples 25 a 16.

O jogo foi de poucos bloqueios, mas de belos ataques e ótimas defesas. Daniel, líbero do Volta Redonda pegou cada pedreira! E até Leal, cubano conhecido pela potência no ataque e no saque, ajudou no fundo de quadra. No final, valeu quem soube manter a calma, se segurar e aproveitar a oportunidade de deslanchar no placar com um serviço bem executado.

Teve mais rodada nesta quinta-feira. O Canoas bateu o Medley/Campinas fora de casa em outro 3 sets a 1. O resultado não é tão surpreendente assim, afinal, apesar da boa equipe campineira, o time de Canoas já bateu o RJX nesta Superliga e deve seguir dando trabalho.

Os outros resultados também foram 3 sets a 1. O Sesi virou para cima do UFJF. Não acompanhei esse jogo, mas levei um susto ao saber que a equipe de São Paulo, que estava melhorando no torneio, havia perdido o primeiro set. Mas eles se recuperaram e venceram. Quem também teve ter levado um susto foi o Vivo/Minas. Em casa, o time passou sufoco para bater o Funvic/Midia Fone. Para fechar, o Vôlei Futuro encerrou a rodada com vitória sobre o Super Imperatriz.

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domingo, 20 de janeiro de 2013 Superliga | 12:07

Rivaldo e Rodriguinho no Medley, Sesi, RJX contra Sada e mais

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A segunda rodada do returno da Superliga masculina acabou na noite de sábado com a vitória do Medley/Campinas para cima do São Bernardo. E, como havia acontecido no meio de semana, quando o time campineiro passou pelo Sesi de virada, Rivaldo e Rodriguinho foram os destaques.

Divulgação/CBV

Rivaldo foi maior pontuador na vitória do Medley/Campinas sobre o São Bernardo

Rivaldo, dessa vez, foi titular em todos os sets da partida e Rodriguinho mais uma vez entrou ao longo do jogo no lugar de Murilo Radke. Enquanto oposto foi o maior pontuador, com 16 acertos, o levantador foi eleito o melhor atleta em quadra.

Diante do Sesi, o Medley/Campinas conseguiu a virada quando o oposto entrou de fato no jogo e passou a errar menos e o levantador melhorou a distribuição. Agora, em São Bernardo, a equipe venceu em 3 sets a 0 com parciais apertadas (33/31, 25/23 e 25/21), mas mostrando que sabe definir na hora que é preciso. Além disso, saque e bloqueio ajudaram. Foram 3 aces e 11 pontos de bloqueio, bom número para um jogo de três parciais.

E já que estamos falando também falando do Sesi, o elenco de São Paulo recebeu o Vôlei Futuro para se recuperar. A virada para o Medley deve ter doído e, para compensar, um 3 a 0 sem sustos para cima dos rivais de Araçatuba. O Sesi atuou bem e dominou todos os fundamentos, mas que chamou a atenção foi o saque. O time tem jogadores conhecidos pelo saque forçado e, dessa vez, a tática deu mais do que certo. Foram oito aces na partida, cinco deles de Lorena. E como um bom saque é meio caminho andado, o Sesi se deu bem.

Além disso, Thiaguinho, da seleção juvenil, se atrapalhou um pouco contra o Medley e quando perdeu Lorena, que errou  muito principalmente na terceira parcial, ficou sem uma referência e vacilou. Ele procurou muito Murilo, mas não teve jeito. Agora, contra o Vôlei Futuro, ele se mostrou mais tranquilo em quadra e foi eleito o melhor da partida. Só para lembrar, Thiaguinho está na vaga do titular Sandro, que se recupera de um entorse no tornozelo.

E a ainda segue acirrada a briga entre RJX e Sada/Cruzeiro pela liderança da Superliga. Os dois venceram na rodada de sábado. O RJX bateu o Volta Redonda por 3 a 0, mas poderia ter liquidado em sets diretos se não tivesse bobeado na terceira parcial. Já o Sada/Cruzeiro não quis saber do Super Imperatriz. Com os resultados, as posições na tabela seguem as mesmas e apenas um ponto separa o líder carioca dos mineiros.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Superliga | 08:00

De volta à Superliga depois de uns dias de folga

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Galera, estava de folga na última semana depois do plantão de final de ano e para voltar o nosso bate-papo por aqui vamos falar do primeiro turno da Superliga? No masculino, o RJX foi  líder e Sesi conseguiu uma boa recuperação. Já no feminino, Banana Boat/Praia Clube conseguiu se impor entre Unilever e Sollys/Nestlé. Além disso, as estrangeiras foram destaque.

Superliga feminina

Herrera - Divulgação/CBV

Cubana Herrera é destaque do Praia Clube e líder nas estatísticas da Superliga 2012/2103

O returno para as mulheres começou na noite de segunda-feira com mais uma vitória do Banana Boat, que marcou 3 a 0 para cima do lanterninha São Bernardo. E o time mineiro é uma boa surpresa desta Superliga. Comandado pela cubana Herrera, maior pontuadora desta edição até agora, a equipe perdeu apenas para Sollys e Unilever por enquanto e, com o resultado da segunda, assumiu provisoriamente a ponta. A rodada segue nesta terça-feira.

Ainda falando do primeiro turno, quem havia acabado na liderança foi o Unilever, que acertou nas contratações das estrangeiras. A canadense Sarah Pavan aos poucos assumiu a função de oposta de segurança e já é a segunda na lista de pontuadoras do torneio. A norte-americana Logan Tom vem desequilibrando no saque e é a melhor na função. Bernardinho sanou os problemas da temporada passada, quando sofreu com lesões e tinha poucas opções no banco e segue firme entre os favoritos.

Ainda entre os líderes na primeira metade da competição ficou o atual campeão Sollys/Nestlé. E elas sofreram com lesões. Sheilla perdeu o começo do torneio depois de fraturar um dedo do pé, Camila Brait teve lesão na coxa e ficou fora de alguns jogos e Adenízia se recuperou de fratura na mão e só voltou na última partida do turno, na derrota por 3 a 2 para as cariocas do Unilever. Enquanto isso, Fernanda Garay apareceu como uma boa alternativa. Ela já é a terceira na lista de pontuadoras e repete a posição entre as atacantes. Agora, com o time completo, veremos o Sollys/Nestlé apontado como favorito em quadra no returno.

Em quarto lugar no turno ficou o Vôlei Amil e aqui voltamos a falar as estrangeiras. Antes de chegar, a búlgara Vasileva era apontada como a jogadora que seria a referência no ataque. Ela veio para o elenco e honrou as expectativas e é a melhor atacante da Superliga. A ponteira de mais de 1,90 ataca na força e merece e liderança nas estatísticas. Por enquanto, as comandadas por José Roberto Guimarães têm apenas duas derrotas e seguem no ‘bolo’ das primeiras colocadas.

Que continue o segundo turno, mas já temos uma Superliga feminina mais equilibrada do que nas outras edições.

Superliga masculina

RJX - Divulgação/CBV

RJX fechou o primeiro turno da Superliga masculina na liderança

Os jogos do masculino seguem a partir de quarta-feira e, na primeira parte da competição, o RJX ficou com a liderança isolada, com apenas duas derrotas após 11 rodadas. E a primeira dela veio já no final do turno, com 3 a 2 diante do Medley/Campinas. Depois, um surpreendente 3 a 0 para o Canoas. No domingo, vitória sobre o Super Imperatriz para garantir a ponta. O time carioca conta com Lucão como melhor bloqueador e boa fase de Théo como oposto. Além disso, Dante está atuando mais depois de tantos problemas no joelho. E nos jogos que perdeu, principalmente contra o Canoas, caiu por causa dos seus erros .

Em segundo lugar na tabela ficou o Sada/Cruzeiro, atual campeão. O time mineiro fez uma boa contratação para a temporada: o cubano Leal, que vem bem ao lado de Wallace no ataque e é o melhor na função. E William faz mais uma boa campanha, como o destaque na função. Tem três derrotas, mas para times a altura (RJx, Sesi e Medley/Campinas). Segue como candidato ao título.

E quem se recuperou na tabela foi o Sesi. Depois de começar com três derrotas seguidas e uma vitória contra o então lanterninha UFJF, a equipe paulista voltou a tropeçar diante do RJX. Aí veio o Sada/Cruzeiro e a nova fase. O time marcou 3 a 0 e não perdeu mais. No começo, sofreu com lesões, como as dores de Murilo e Sidão, as câimbras de Lorena e a pubalgia de Éder, último de voltou ao time. Com elenco completo, ficou mais mais fácil se encontrar e se recuperar, encerrando o turno em terceiro lugar.

Completam a lista dos oito primeiros que seguiriam aos playoffs se a classificatória já tivesse acabado Canoas, Medley/Campinas, Vivo/Minas, São Bernardo e Vôlei Futuro. Desses, aposto nos dois primeiros. Canoas foi bem montado, com atletas experientes e os campineiros já deram trabalho aos ‘grandes’.

A Superliga masculina segue nesta quarta-feira, com o primeiro jogo do returno, entre Sesi e Medley/Campinas.

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012 Diversos, olimpíadas, Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 12:54

Retrospectiva 2012: ano das Olímpíadas, da superação de ouro, de despedidas…

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O que 2012 deixa marcado para vocês? Para mim, foi o ano da superação da seleção feminina e do choro e das despedidas na seleção masculina. Ficou um gosto amargo daquele jogo final contra a Rússia… Foi também o ano do Sollys/Nestlé, que venceu todas as finais que disputou, e de José Roberto Guimarães, tricampeão olímpico.

Agora, para se despedir de 2012 depois de contar os planos dos jogadores para as festas de final de ano, preparei a nossa já tradicional retrospectiva, dessa vez em 12 fotos. Clique em cada uma delas para ler os textos e relembrar o que aconteceu nos últimos meses.

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