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Posts com a Tag Rodrigão

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014 Superliga | 15:08

‘Se receber alguma coisa, vai ser um prêmio’, desabafa Rodrigão

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Todos acompanham a agonia do RJ Vôlei. O time vive um desmanche desde a saída do grupo OGX e luta para ao menos ter elenco para acabar a Superliga. Na rodada desta semana, os problemas já apareceram. A equipe perdeu para o lanterninha Funvic/Taubaté por 3 sets a 0 e teve que improvisar colocando Rodrigão para atuar no meio. E, pelo visto, o improviso vai virar rotina.

Reprodução

Camisa do RJ Vôlei depois que a empresa de Eike Batista deixou o time

“No último jogo a gente tinha 10 jogadores. No próximo eu não sei”, disse Rodrigão em um papo exclusivo com o Mundo do Vôlei.

O RJ Vôlei já perdeu nomes como Maurício, Thiago Sens e Bruninho e como já comentamos por aqui, os jogadores não recebem há meses. “Nesse ano, se eu receber alguma coisa, vai ser uma surpresa. Não estou nem esperando nada. Se vier, vai ser um prêmio”, comenta Rodrigão.

O time luta para se manter e conseguir novos patrocinadores, mas a situação não parece nada animadora. “É muito difícil um patrocinador querer entrar, ainda mais só com jogos na TV paga e apenas aqueles pré-determinados na TV aberta. O futebol passa uns 500 jogos na TV e o vôlei tem três. Para os times que estão nesses jogos transmitidos, o retorno é violento, e para o outros?”, questiona o central.

O problema de patrocinadores é recorrente e isso provoca a saída de atletas renomados do Brasil, como aconteceu com Bruninho. Como ele mesmo disse no anúncio da transferência, assinou com o Modena, da Itália, para não perder uma temporada quase inteira.

Já quem não quer sair do Brasil, acaba sem opção. É o caso de Rodrigão. De acordo com regra da CBV, um atleta que já jogou a Superliga não pode defender outro time. “Decidiram por mim. Quero ficar no Brasil e não posso mudar de clube. Vou ficar e tentar ajudar o time a permanecer na Superliga porque eu acho um absurdo a pouco tempo da Olimpíada o Rio de Janeiro ficar sem time. Se não der, vou trabalhar para conseguir uma equipe na próxima temporada”, afirma. Ele teve propostas da Turquia, mas recusou pela vontade de seguir aqui, ao lado da família.

Leia mais: Atual campeão começa ano sem saber como se livrar da crise

Ele dá uma sugestão. “Teria que ter uma janela em janeiro, nem que fosse de 10 ou 15 dias. E não é só para esses casos de patrocinador. Se um time vê dois ponteiros machucados e perde os jogadores para restante da temporada, o que vai fazer? Teria que haver uma brecha”, analisa Rodrigão. “Mas a CBV alega que não quer descaracterizar as equipes formadas no início”, completa.

Já que o time se vê “engessado” pela regra, o jeito é se arrumar com o resta para tentar completar a Superliga. São apenas dois pontas no elenco atual e, por isso, Rodrigão acabou deslocado para a posição no jogo desta semana. A prática vai se repetir. “Já conversei com o Marcelo (Fronckowiak) e vou começar a treinar na posição. Apesar de ser meio, sou do tempo que central ainda passava e também aprendi um pouco na praia. Vou treinar para ser uma opção. Não dá para jogar só com dois ponteiros”, explica.

O RJ Vôlei já teria entrado com pedido junto a CBV para contratar atletas para compor elenco. Além da falta de ponteiros, há apenas um levantador pronto para jogar no elenco, Índio. Guilherme é o reserva, mas teve uma lesão no joelho e ainda não em condições. Entretanto, o prazo para inscrição de atletas acabou no ano passado.

Leandro Vissotto vai para a Coreia do Sul 

Para completar, o oposto Leandro Vissotto disse ao Sportv agora há pouco que vai jogar na Coreia do Sul. Em dezembro eu conversei com o jogador e ele afirmou que iria analisar propostas e que, mesmo feliz por finalmente jogar em casa no Rio de Janeiro, não tinha como ficar sem receber e que estaria disposto a sair do Brasil de novo.

Se nada for feito, o RJ Vôlei, atual campeão brasileiro, pode ficar sem time para acabar a Superliga.

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quarta-feira, 12 de junho de 2013 Diversos | 14:51

Romance está no ar!

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Dia 12 de junho, Dia dos Namorados! E o vôlei reúne diversos casais no esporte, como Jaqueline e Murilo ou Mari Paraíba e Riad. Luciane Escouto conheceu o agora noivo também nas quadras, quando defendia o Macaé e ele era fisioterapeuta do time. Tem aqueles comprometidos com amores de fora das quadras e que ainda encaram a distância, como os jogadores da seleção masculina, que estão na Argentina para a Liga Mundial, longe das amadas…

Veja também: Seleção de fotos e declarações do Dia dos Namorados no mundo dos esportes

Esses e outros casais das quadras declaram seu amor nas redes sociais nesta quarta. Veja as fotos e as frases apaixonadas na galeria (clique nas imagens para ampliá-las):

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012 Diversos | 15:50

Rodrigão vai ao Catar com notebook na mala e olho na praia

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O central Rodrigão foi anunciado na semana passada como reforço do Al-Rayyan, do Catar, para o Mundial de Clubes. O time está investindo para tentar fazer bonito no torneio em casa. Conversei com ele nesta segunda-feira e, depois de um “cursinho” rápido sobre vôlei de praia, ele já prepara as malas para a casa nova.

Rodrigão vive grande fase no Mundial

Depois da aposentadoria da seleção, Rodrigão vai ao Catar e deve migrar para o vôlei de praia

A passagem de Rodrigão pelo Catar será rápida, já que o Mundial será de 13 a 19 de outubro e ele embarcará pouco antes da competição. A ideia era tentar fechar com um time brasileiro, mas como é medalhista olímpico, é um jogador “caro” para o ranking da CBV e as equipes já estavam acertadas para a temporada.

“O ranking impediu a sequência das conversas por aqui. A proposta do Catar surgiu assim que os dirigentes do Al-Rayyan souberam que eu estava livre e queriam contam com jogadores experientes para o Mundial”, disse o central.

Por lá, Rodrigão terá a companhia de outros jogadores mais rodados, como os irmãos búlgaros Bratoev. E o time do Catar vai encarar, logo na segunda partida do Mundial, o Sada/Cruzeiro, atual campeão da Superliga e Sul-Americano. Depois, ainda terá pela frente o italiano Trentino, tricampeão do torneio. Tarefa nada fácil, mesmo para quem jogará com a torcida ao seu lado.

Será o segundo Mundial de Clubes de Rodrigão. No ano passado, ele foi para o torneio com a camisa do Sesi e terminou na quarta colocação. Conhecendo o país e já com data para voltar, o jogador não levará muitas coisas do Brasil, mas terá o computador a tira colo. “É um país bem diferente do nosso, é muito moderno. Lá em Doha vou usar muito meu notebook, para manter contato diário com minha família e amigos e também para passar o tempo, entre os treinos e jogos”, comentou.

Os planos para depois do Mundial devem incluir o vôlei de praia, por isso o tal “cursinho” no final de semana. Rodrigão já havia comentado a ideia de mudar a quadra pela areia quando conversei com ele depois do Campeonato Mundial de 2010. Agora, com a aposentadoria da seleção brasileira depois das Olimpíadas de Londres, a mudança ficou mais próxima.

“Depois do Mundial de Clubes a tendência é mesmo migrar para o vôlei de praia. Estive no final de semana em Cuiabá (que recebeu a primeira etapa do Circuito Brasileiro de vôlei de praia) para ter contato com as duplas que disputam o circuito. Quero saber o que é necessário, em termos de estrutura e patrocínio, para poder disputar os torneios no futuro”, afirma.

Rodrigão ainda não sabe quem seria a sua dupla na nova empreitada. “Existem algumas conversas, mas nada muito avançado. Tenho muitos amigos no circuito e tenho certeza que vou arrumar um parceiro para formar uma boa dupla”, comenta, confiante.

Vamos ver como o central vai se sair lá no Mundial de Clubes e, depois, na praia. O que vocês acham? O time da casa terá chance no Mundial? E na praia, quem poderia formar dupla com Rodrigão? Deixe seu comentário!

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segunda-feira, 13 de agosto de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 07:00

E agora, quem buscará o ouro no vôlei em 2016?

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A final olímpica de Londres também foi a despedida de algumas estrelas da seleção brasileira masculina de vôlei. O ponteiro Giba, o líbero Serginho e o meio-de-rede Rodrigão já deram adeus ao time. O levantador Ricardinho deve seguir o mesmo caminho e não segue até as próximas Olimpíadas.  Dante diz que pensa em jogar no Rio, mas será que as dores e os problemas com joelho deixam ele continuar? E com essas despedidas, quem deve estar em quadra daqui a quatro anos para buscar o ouro em casa?

Leia também: Vôlei termina Olimpíadas como o esporte mais vencedor do Brasil

Murilo, eleito o melhor jogador das Olimpíadas, é o sucesso de Giba na seleção

Na ponta, Giba já convive com seus possíveis sucessores. A faixa de capitão deve passar para Murilo, que foi destaque no Mundial de 2010 e, agora, depois de se recuperar da inflamação no ombro, teve uma boa atuação em Londres, sendo de novo um jogador decisivo no ataque e presente no fundo de quadra.

Thiago Alves sentiu o peso de uma Olimpíada e não jogou como se mostrou, por exemplo, na Liga Mundial. Ficou devendo, mas ainda é novo, tem 26 anos, e pode render no time. E Lucarelli, que estava em Londres para ajudar nos treinos da seleção, é um futuro que já se faz presente como ponta.

Rodrigão já havia perdido a posição de titular pelo meio e acompanhou Lucão e Sidão se consolidando na equipe. Os dois, um com 26 e outro com 30 anos, seguirão até 2016 e têm grandes chances e ainda formar a dupla titular nos próximos Jogos. A renovação pode vir com Isaac, um jovem de 21 anos que é da seleção de novos e já treinou no time principal. Se quiser um bloqueio alto, ainda pode apostar em Gustavão, de 26 anos, e o melhor no fundamento na última Superliga. O central tem 2,15m e também já passou pela seleção de novos. Éder que figurou como quarto central neste ciclo ainda tem idade para fazer parte do grupo também.

Leia ainda: Bernardinho chora e diz que pode deixar seleção “para não atrapalhar Bruno”

Lembrando do que já aconteceu na equipe brasileira, o líbero Serginho deve ter a sua vaga herdada mais uma vez por Mario Jr. Foi o jogador quem ocupou o lugar do veterano e foi campeão do Mundo em 2010, por exemplo.

No levantamento, Bruninho se firmou ainda mais como titular nas Olimpíadas de Londres. Ele teve uma atuação de gala e foi bastante elogiado por Bernardinho na vitória contra a Itália na semifinal, como comentamos por aqui. Além disso, sabe ousar com os centrais e está muito bem entrosado com o elenco. Amadurecendo como está, aposto em Bruno como levantador titular para o próximo ciclo e também como um jogador para dividir a responsabilidade de capitão em quadra.

E ainda: Giba desabafa sobre críticas e vê Bruninho como líder do próximo ciclo

Já Ricardinho voltou, ajudou também a desenvolver o jogo de Bruno, mas não deve ficar muito mais na seleção. Aos 36 anos, acho que não segue por mais um ciclo. Quem já recebeu a atenção da comissão foi Murilo Radke, que atuou como reserva de Bruninho na Cimed em 2011/2012 e, agora, comanda o Medley/Campinas. É novo, tem 23 anos, já jogou na base e foi campeão no Pan-Americano de 2011. Já se a ideia foi apostar em alguém mais experiente, William, do Sada/Cruzeiro, ou Rapha são mais rodados e podem ajudar, quem sabe.

Wallace entrou na vaga de Vissotto em Londres, foi bem e tem boas chances de se firmar até 2016

A posição de oposto não precisa de uma renovação imediata, mas já tem gente nova chegando. Leandro Vissotto, com 29 anos, e Wallace, com 25, têm um caminho pela frente ainda. Vissotto finalmente se entendeu com a bola mais acelerada nos primeiros jogos em Londres. E Wallace entrou como titular depois da lesão do companheiro, mostrou personalidade soltando pancadas e se firmou. É uma das melhores “heranças” de Londres para a seleção e um oposto rápido e que salta muito, que há tempos a seleção não via.

Além deles, Renan, de 2,17 m, é a promessa para a posição no novo ciclo. Era disso que o Brasil precisava na final para encarar o gigante Muserskiy, da Rússia, e seus 2,18 m. Se tivesse um jogador tão alto quanto, ficaria mais fácil, por exemplo, armar um bloqueio. E Renan já foi central, ou seja, sabe bloquear.

Leia também: Serginho chora e pede que cuidem com carinho de sua camisa na seleção

Giba, Serginho e companhia fizeram parte da geração mais vitoriosa do vôlei brasileiros, sob o comando de Bernardinho, mas um que não sabe se segue até 2016. E se o técnico sair, quem pode comandar a equipe masculina?  Eles se despediram com a prata depois de conseguirem dois match points e levarem a virada. Agora é digerir a derrota e já começar a pensar no que fazer para buscar o ouro em casa.

Já a seleção feminina, bicampeã olímpica, não deve ter tantas despedidas. Paula Pequeno chegou a dizer que deixaria o time, mas já repensou e pode tentar uma vaga na equipe para o Rio. Mas precisa crescer de produção em relação ao que mostrou em Londres. E para posição o Brasil pode contar, por exemplo, com Priscila Daroit, que chegou a disputar alguns jogos do Grand Prix na temporada e entrou bem, principalmente no saque.

Entre as mais velhas do time estão Fabizinha e Fernandinha, com 32 anos. A líbero já tem herdeira certa, que é Camila Brait, cortada na última hora para as Olimpíadas. Já a questão da levantadora ainda segue em aberto. Fernandinha não se firmou, mas Dani Lins ganhou a posição durante os Jogos e tem ainda idade para amadurecer e seguir até 2016.

E assim como no masculino, resta saber quem comandará a equipe. Zé Roberto vai buscar o tetra em casa? Se ele não ficar, quem pode assumir? Os comentários estão abertos para vocês!

P.s.: Galera, tirei uns dias de folga depois da correria total das Olimpíadas. Para piorar, cai com uma bela gripe… Assim que estiver melhor eu volto, combinado?

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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012 Superliga | 09:46

Ventiladores e toalhas "salvam" jogo da Superliga masculina

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Éder - Futura Press

Éder usa toalha para abanar a quadra antes do jogo contra o Sesi

Verão, calor e fortes chuvas em todo o país no final da tarde. Esse cenário já faz pensar que o jogo da rodada da Superliga pode começar atrasado por causa das goteiras ou da umidade no ginásio. E depois de Minas e Volta Redonda, vítimas de goteiras, o clima foi o vilão em Florianópolis. Com muito calor e umidade, a quadra ficou molhada. Solução? Muita paciência e toalhas e ventiladores para “salvar” a partida Cimed/Sky x Sesi.

Cimed/Sky x Sesi abriu 8ª rodada do returno. Veja tabela com os outros jogos

O jogo estava marcado para 18h45. Iniciou com duas horas de atraso. Quando começou a transmissão, os jogadores dos dois times estavam com toalhas nas mãos tentando secar a quadra. Mas só o esforço dos atletas não adiantou e foi preciso apelar para uma ajuda a mais. Diversos ventiladores foram colocados no fundo da quadra para ajudar a secar o piso. Quem disse que a tecnologia não chegou ao vôlei?

Depois do transtorno (brincadeiras à parte, já está mais do que na hora de melhorarmos os ginásios pelo país), a Cimed/Sky, que vinha de duas derrotas, voltou a jogar e aplicou um 3 sets a 0 para cima do Sesi. O time paulista jogou mais uma vez sem seus opostos (Wallace e Léo seguem machucados), mas Juninho cravou boas bolas. Só que o Sesi seguiu errando mais, deu 25 pontos de graça aos adversários, enquanto a Cimed mostrou todo o potencial.

O saque catarinense funcionou bem. Além dos seis aces, colocou pressão o tempo todo. Depois, Bruninho, com passe na mão, pode escolher suas jogadas e facilitar para seus atacantes. Nada de usar apenas o oposto Rivaldo. Todo mundo recebeu bola. E os atacantes colocaram as bolas no chão. O conjunto do time estava afiado. Do lado paulista, segue o discurso de que o time precisa achar o seu melhor voleibol, mas vale lembrar que o returno já está acabando…

Ventiladores - Futura Press

Ventiladores ajudam a secar a quadra para partida no ginásio Capoeirão

Musiquinha e pedido de desculpas

Parecia que já tinha acontecido de tudo na partida, mas o clima ficou pesado depois do jogo. Rodrigão, central do Sesi, mostrou indignação com uma música tocada no ginásio Capoeirão depois da derrota. O papo foi parar no Twitter.

“Parabéns Cimed Sky pela vitória e pela falta de respeito com nos atletas depois de tudo, botar musiquinha de chupa no final do jogo é demais”, escreveu o jogador. O levantador Bruninho deu a primeira resposta: “@Rodrigao14 pede desculpa pra galera pela babaquice!!!todos nos jogadores e comissão ficamos com vergonha!! Abs”. Rodrigão continuou: “@brunorezende1 tranquilo amigo sei que vcs não tem nada haver com isso abraço sorte aí tamo junto sempre”.

Pouco depois, foi a vez de Renan Dal Zotto, dirigente do time catarinense, se pronunciar. “Peço desculpas à equipe do Sesi pela escolha equivocada da musica de encerramento no jogo de ontem da Cimed/Sky…”, postou ele no Twitter.

Quem para a Unilever?

A Superliga feminina também teve jogo na noite de terça-feira e o resultado já está ficando batido. Se tem Unilever em quadra, tem vitória para o time carioca. Até agora, elas só perderam lá na estreia para o Sesi. E agora passaram pelo Usiminas/Minas por 3 a 0 e se isolam na liderança.

E o que agrada nesta temporada é a variação na equipe. Dessa vez, assim como foi no ano passado quase todo, Sheilla foi a maior pontuadora. Mas nem sempre é assim. Venturini equilibrou as ações do Unilever, usando principalmente as centrais. Será que teremos mais um ano com título carioca? Na próxima rodada, é provável que venha mais uma vitória, para cima do Pinheiros. Depois o Unilever pega Vôlei Futuro e Sollys/Nestlé e aí sim veremos outros times que podem fazer frente às cariocas em ação. O Minas teve a sua chance e não conseguiu.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 Seleção masculina | 14:30

Que a folga tenha feito bem… Para todos!

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Oi de volta, galera!

A folga fez eu perder os jogos da Copa do Mundo feminina e o começo da masculina, mas me fez bem. E espero que a folga também tenha feito bem ao time de Bernardinho! Voltei (agora casada) a ler as notícias e acompanhar a equipe e encontrei uma seleção desestabilizada, errando muito, desde o saque ao ataque, e perdendo jogos de maneira pouco comum.

Miljkovic - Divulgação/FIVB

Miljkovic encara bloqueio do Brasil na vitória da Sérvia

Primeiro, a derrota para Itália. Depois, Cuba e Sérvia e mais dois sets perdidos para a China no meio do caminho. O que aconteceu com o time? Agora, depois da primeira folga na Copa do Mundo, eles voltam a jogar nesta madrugada, à meia-noite, e precisam vencer o Irã, e depois a Polônia e o Japão, para sonhar com Londres 2012.

A seleção me parece desgastada. E aquela discussão entre o líbero Serginho e o técnico Bernardinho no jogo contra a Argentina, por mais que a gente saiba que se trata de dois profissionais acostumados a jogar juntos e também esquentados, abalou a seleção. O clima pesou e o resultado foram os 32 erros diante da Sérvia.

E também não é hora de reclamar de regulamento, como fizeram Giba e Murilo. Antes da competição, todos sabiam que a Copa do Mundo daria três pontos para quem vencesse por 3 a 0 ou 3 sets a 1 e apenas dois para quem fizesse 3 sets a 2. Na Superliga já é assim. E também já era conhecida a tabela e a ordem de todos os jogos.

Adianta criticar a Sérvia por escalar reservas  em outros jogos e vir com tudo para cima do Brasil? Ou a Argentina por ter poupado seus jogadores diante da seleção? Acho que não. Cada um está adotando a sua estratégia. Se a Sérvia jogou com seriedade contra o Brasil, foi para ver seus rivais europeus já classificados e jogar com tranquilidade o pré-Olímpico. O mesmo vale para a Argentina, que quer ver o Brasil em Londres para ter o seu pré-Olímpico mais fácil na América. Não acho que os times europeus queiram se ajudar, como já li nesses últimos dias. Todo mundo está é se defendendo como pode, seja na bola ou com o regulamento.

Tudo seria mais simples se o Brasil tivesse feito a sua parte. Todos sabiam que em um campeonato de pontos corridos, qualquer derrota poderia pesar. Já foram três. Entretanto, a seleção ainda tem chances de se classificar. Mas para isso, precisa jogar o que sabe, mostrar vontade e esquecer brigas e desgastes, começando nesta madrugada contra o Irã.

“Estamos a três vitórias de nossa tão sonhada vaga para as Olimpíadas de Londres e vamos buscar não apenas vencer, mas vencer bem, para chegarmos com moral ao confronto de sábado com os poloneses”, disse Rodrigão em seu blog. Essa é a ideia: aproveitar o rival mais frágil teoricamente da última fase para não só vencer, mas também tentar embalar.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Diversos | 11:46

Bronze para as novatas e quarto para os experientes

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O Brasil encerrou a sua participação no Mundial de Clubes com resultados que podem ser considerados inesperados. As mulheres foram melhor que os homens.

Camila Brait e Ivna - Divulgação/FIVB

Abraço de Camila Brait em Ivna durante o Mundial de Clubes

O Sollys/Osasco, que jogou com um time jovem e sem Fabíola, Jaqueline, Tandara e Thaísa (elas estão na seleção, como explicado no post anterior), soube usar Ju Costa, Ivna e companhia e faturou a medalha de bronze. Elas apenas não resistiram ao Rabita Baku, time do Azerbaijão que conta com Mammadova. E como vocês já comentaram por aqui, ela é uma jogadora alta (1,95m) e com uma grande potência no ataque.

No masculino, o Sesi foi a Doha completo e experiente, com Murilo, Rodrigão, Wallace e todos seus jogadores. Ainda assim, foi pior que as mulheres e acabou fora do pódio.

Os times masculino eram mais fortes que o do feminino no geral. Entre as mulheres, além da equipe do Azerbaijão, a turca VBT / VakifBank Ttelekom merece destaque. Entre os homens, o Sesi encarou e perdeu para o Trentino, que faturou o tricampeonato, e também tropeçou contra Jastrzebski Wegiel, de Bartman, um dos melhores jogadores da Polônia, e contra o Zenit Kazan, do russo Mikhaylov, algoz da final da Liga Mundial e que marcou 20 pontos na vitória na briga pela medalha de bronze.

No final, a juventude foi quem se deu bem. O Sollys/Osasco parece que soube aproveitar o torneio para ganhar ritmo e experiência internacional. Já o Sesi ficou abaixo do esperado, errando demais (como as 32 falhas contra os poloneses) e não se impondo no bloqueio, apesar de ir melhor no saque (fez 6 aces a 2 na decisão do bronze). Se os adversários tinham bons jogadores, o time paulista também contou com todo seu elenco. E um elenco que já está acostumado a jogar junto, muito mais do que as meninas do Osasco, já que a base do time são os campeões da Superliga.

P.s.: galera, a correria com o Pan-Americano na redação está grande (madrugadas sem fim!) e, por isso, não estou conseguindo tempo para atualizar tanto o blog. Desculpem! Faço um balanço depois da primeira fase do Pan, combinado?

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domingo, 7 de agosto de 2011 Diversos | 19:58

Sesi e Sollys/Osasco vencem e vão ao Mundial

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Wallace e Rodrigão

Rodrigão, um dos reforços da temporada, ao lado de Wallace

Os campeonatos Sul-Americanos de clubes acabaram neste final de semana. Tudo bem, temos que lembrar que os times brasileiros têm muito mais qualidade que o rivais e eram os favoritos, mas deu para sentir um pouco do que essas equipes preparam para a temporada.

No masculino, o Sesi venceu a Upcn, da Argentina, neste domingo por 3 sets a 0 e fechou o torneio com o título e nenhum set perdido. Os brasileiros não deixaram os argentinos crescerem e mostraram ofensividade do começo ao fim.

Dos reforços, Leo Mineiro parece bem com o restante da equipe. Quando o Sesi foi apresentado, comentei por aqui que o time ganharia muito no passe com o novo ponteiro, mas poderia perder um pouco na potência do ataque. Entretanto, Leo Mineiro deu belas pancadas neste domingo (na verdade, todos os atacantes do Sesi soltaram o braço neste domingo!).

Já no meio, o Rodrigão ficou em segundo plano pela atuação de Sidão. O levantador Sandro soube usá-lo muito bem no ataque e o central também teve ótima presença no bloqueio. Mas Rodrigão, pela experiência, tem o seu espaço, sem dúvida. Se o Sesi mantiver essa postura ofensiva, desde o saque ao ataque, tem chances de mais títulos na temporada, já que a linha de passe com Murilo, Serginho e Leo Mineiro está garantida. E ainda tem Diogo, que veio contratado do Minas e é mais um ponteiro passador.

Sollys/Osasco é campeão Sul-Americano - Divulgação

Sollys/Osasco é campeão Sul-Americano

No feminino, um renovado Sollys/Osasco ficou com o título e já viveu a situação que deve enfrentar no Mundial, em Doha. O time contou apenas com Jaqueline e Camila Brait como titulares do time que entrou em quadra e foi vice-campeão da última Superliga, já que Thaísa, Adenízia e companhia estão na seleção brasileira.

Ivna, Karine e Ju Costa, que chegaram do Pinheiros, ao lado de Jaqueline, comandaram o time neste Sul-Americano. Mesmo com as mudanças, a equipe paulista venceu todos os seus confrontos por 3 set as 0 e o entrosamento dessas três atleta do antigo clube pode ter ajudado.

Sesi e Solly/Osasco vão para o Mundial de Clubes (no masculino, o Brasil retorna depois de um ano de ausência, já que a Cimed perdeu para o Bolivar na final do Sul-Americano do ano passado e perdeu a vaga). E lá terão que, provavelmente, usar o seu elenco suplementar para jogar, já que as principais atletas devem estar na seleção brasileira, afinal, o Mundial será às vésperas do Pan-Americano, em outubro. Foi por isso que o Unilever desistiu de jogar o Sul-Americano, porque achou que não teria um time competitivo no Mundial.

Por enquanto, Sollys/Osasco e Sesi mostraram ter banco para colocar em quadra. E essa foi uma preocupação de quase todos os times no ano, já que o calendário das seleções na temporada é bem puxado. O problema é que o Mundial não é tão simples quanto o Sul-Americano. Como começo de temporada, o Sul-Americano valeu para dar ritmo, já que os rivais não exigiram tanto dos times nacionais, como Murilo disse após o título deste domingo.

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quarta-feira, 27 de julho de 2011 Superliga | 18:42

O novo velho time do Sesi

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Rodrigão/Futura Press

Rodrigão é um dos reforços do Sesi para a temporada 2011/2012 no vôlei nacional

O Sesi, atual campeão nacional apresentou nesta quarta-feira a equipe para a temporada 2011/2012 com poucas novidades. É um novo time, reforçado, mas com velhos conhecidos.

Entre os titulares estão Rodrigão e Léo Mineiro, que “roubaram” os lugares de Vini e Thiago Alves. Mas vamos por partes… Primeiro a vaga de central.

Vini deixou o Sesi e acertou com o Vôlei Futuro porque sabia que perderia espaço com a chegada do veterano. Bom para o Vini, que será titular e Araçatuba, e para o Sesi, que mantém um meio de ataque (Sidão) e ganha outro que normalmente vai muito bem no bloqueio.

Na ponta, Thiago Alves demorou a negociar e o clube se adiantou e fechou com Léo Mineiro (Thiago acabou fechando com o Panasonic, do Japão). Nesse caso, gostava mais da formação anterior. Murilo é ponteiro passador e Thiago era o cara mais atacante. Pena que jogou pouco por causa da cirurgia do joelho, mas Japa entrou e manteve as suas características. Agora, Léo também é um ponteiro mais defensivo e bom no passe, como disse o técnico Giovane. O fundo está assegurado, mas e o ataque? Ficará com Murilo?

No geral, o Sesi acertou. Manteve jogadores fundamentais como Murilo, Serginho, Sandro, Sidão e Wallace e também mostrou preocupação em ter elenco, como a chegada de Aureliano, por exemplo, para segurar a equipe quando os selecionáveis estiverem com Bernardinho. A temporada começa na próxima semana, com o Sul-Americano, torneio que o time estará completo e é o favorito. Se vencer, disputará o Mundial de Clubes às vésperas do Pan-Americano sem suas estrelas. Aí sim pode pesar esse elenco da equipe. Vamos ver…

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sexta-feira, 8 de julho de 2011 Seleção masculina | 17:25

Como jogar fora uma chance com um jogo feio

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Brasil e Rússia entraram em quadra nesta manhã já classificados para as semifinais. A diferença foi que os brasileiros pareciam que nem estavam ali, enquanto os russos aproveitaram para, pelo menos, se divertir em quadra.

A seleção perdeu por 3 sets 0 (veja como foi a partida) e com certeza não agradou a ninguém. Eles erraram demais e se esforçaram de menos. Se faziam algum ponto, pouco vibravam. Se perdiam o ponto, não se importavam tanto assim. O placar foi um mero reflexo da falta de atitude em quadra.

Bernardinho cumpriu o prometido e mexeu no time. E a justificativa do técnico para isso foi válida. Para que colocar seus principais jogadores em quadra depois de dois jogos desgastantes como foram as vitórias sobra Cuba e Estados Unidos se o jogo dessa sexta era para cumprir tabela? Se havia ainda alguma oportunidade para colocar tudo mundo para jogar e dar ritmo era nessa partida. Mas vocês acham que quem entrou soube aproveitar esse “treino de luxo”?

Acho que não. Até em um treino dá para vibrar mais, bater mais e se soltar mais em quadra! O Brasil sofreu com o saque e com o bloqueios russos e com a sua apatia. Tudo bem, o time perdeu quando podia, Bernardinho mexeu quando podia, mas o jogo foi feio, muito feio.

Maxim Mikhaylov/FIVB

Maxim Mikhaylov foi um dos destaques da Rússia no ataque e passou pelo bloqueio brasileiro

Os russos, sim, aproveitaram o “treino”. Viram o central Muserskyi voltar a dominar a rede e o atacante Apalikov acertar no saque, por exemplo. Eles nem forçaram tanto assim e saíram com a vitória e um ânimo a mais para a semifinal. Fizeram apenas o jogo deles, sem se preocupar muito com quem estava do outro lado.

E é melhor o Brasil mudar logo esse “estado de espírito” porque vai encarar uma Argentina mais do que empolgada na sua semi. Os argentinos podem não ter uma grande experiência, mas são jovens, comandados por um bom técnico (Webber) e por um oposto que vive ótima (Conte) e estão cheios de vontade de fazer história!

Já o Brasil sabe, sim, jogar com vontade e usar a sua experiência. Eu só espero que eles comecem o jogo já empolgados e mostrem logo o que sabem porque até agora, mesmo na fase final quando o jogo valia a classificação, eles começaram bem devagar.

Bruno, mesmo com algumas falhas, consegue levantar o time em quadra. De Giba e Serginho nem precisamos falar nada porque sabemos o quanto eles cobram os companheiros. Mas ainda me preocupo com os nossos opostos. Vissotto até que virou algumas bolas com vontade nesta manhã, mas só algumas. E Théo já levou cada bloqueio… Posso estar de mau-humor por causa do jogo de hoje, mas vamos lá, acredito que o Brasil cresça na semifinal e tenha a chance de dar o troco na Rússia em uma decisão, com um jogo de verdade!

P.s.: Argentina acabou de perder para a Polônia por 3 sets a 2. Com isso, os donos da casa ficam com a vaga na semifinal, mas devem parar na Rússia. Pelo visto, teremos outro Brasil e Rússia na decisão da Liga Mundial. Ah, Brasil x Argentina será às 12h e Rússia x Polônia às 15h neste sábado.

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