Publicidade

Posts com a Tag RJX

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014 Superliga | 15:08

‘Se receber alguma coisa, vai ser um prêmio’, desabafa Rodrigão

Compartilhe: Twitter

Todos acompanham a agonia do RJ Vôlei. O time vive um desmanche desde a saída do grupo OGX e luta para ao menos ter elenco para acabar a Superliga. Na rodada desta semana, os problemas já apareceram. A equipe perdeu para o lanterninha Funvic/Taubaté por 3 sets a 0 e teve que improvisar colocando Rodrigão para atuar no meio. E, pelo visto, o improviso vai virar rotina.

Reprodução

Camisa do RJ Vôlei depois que a empresa de Eike Batista deixou o time

“No último jogo a gente tinha 10 jogadores. No próximo eu não sei”, disse Rodrigão em um papo exclusivo com o Mundo do Vôlei.

O RJ Vôlei já perdeu nomes como Maurício, Thiago Sens e Bruninho e como já comentamos por aqui, os jogadores não recebem há meses. “Nesse ano, se eu receber alguma coisa, vai ser uma surpresa. Não estou nem esperando nada. Se vier, vai ser um prêmio”, comenta Rodrigão.

O time luta para se manter e conseguir novos patrocinadores, mas a situação não parece nada animadora. “É muito difícil um patrocinador querer entrar, ainda mais só com jogos na TV paga e apenas aqueles pré-determinados na TV aberta. O futebol passa uns 500 jogos na TV e o vôlei tem três. Para os times que estão nesses jogos transmitidos, o retorno é violento, e para o outros?”, questiona o central.

O problema de patrocinadores é recorrente e isso provoca a saída de atletas renomados do Brasil, como aconteceu com Bruninho. Como ele mesmo disse no anúncio da transferência, assinou com o Modena, da Itália, para não perder uma temporada quase inteira.

Já quem não quer sair do Brasil, acaba sem opção. É o caso de Rodrigão. De acordo com regra da CBV, um atleta que já jogou a Superliga não pode defender outro time. “Decidiram por mim. Quero ficar no Brasil e não posso mudar de clube. Vou ficar e tentar ajudar o time a permanecer na Superliga porque eu acho um absurdo a pouco tempo da Olimpíada o Rio de Janeiro ficar sem time. Se não der, vou trabalhar para conseguir uma equipe na próxima temporada”, afirma. Ele teve propostas da Turquia, mas recusou pela vontade de seguir aqui, ao lado da família.

Leia mais: Atual campeão começa ano sem saber como se livrar da crise

Ele dá uma sugestão. “Teria que ter uma janela em janeiro, nem que fosse de 10 ou 15 dias. E não é só para esses casos de patrocinador. Se um time vê dois ponteiros machucados e perde os jogadores para restante da temporada, o que vai fazer? Teria que haver uma brecha”, analisa Rodrigão. “Mas a CBV alega que não quer descaracterizar as equipes formadas no início”, completa.

Já que o time se vê “engessado” pela regra, o jeito é se arrumar com o resta para tentar completar a Superliga. São apenas dois pontas no elenco atual e, por isso, Rodrigão acabou deslocado para a posição no jogo desta semana. A prática vai se repetir. “Já conversei com o Marcelo (Fronckowiak) e vou começar a treinar na posição. Apesar de ser meio, sou do tempo que central ainda passava e também aprendi um pouco na praia. Vou treinar para ser uma opção. Não dá para jogar só com dois ponteiros”, explica.

O RJ Vôlei já teria entrado com pedido junto a CBV para contratar atletas para compor elenco. Além da falta de ponteiros, há apenas um levantador pronto para jogar no elenco, Índio. Guilherme é o reserva, mas teve uma lesão no joelho e ainda não em condições. Entretanto, o prazo para inscrição de atletas acabou no ano passado.

Leandro Vissotto vai para a Coreia do Sul 

Para completar, o oposto Leandro Vissotto disse ao Sportv agora há pouco que vai jogar na Coreia do Sul. Em dezembro eu conversei com o jogador e ele afirmou que iria analisar propostas e que, mesmo feliz por finalmente jogar em casa no Rio de Janeiro, não tinha como ficar sem receber e que estaria disposto a sair do Brasil de novo.

Se nada for feito, o RJ Vôlei, atual campeão brasileiro, pode ficar sem time para acabar a Superliga.

Autor: Tags: , , , , ,

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014 Campeonato Italiano, Diversos, Superliga | 10:35

Festa de lá, situação complicada de cá

Compartilhe: Twitter

Enquanto o vôlei brasileiro vive mais um momento conturbado, Bruninho é recebido com festa na Itália. O levantador chegou a Milão e encontrou a torcida uniformizada do Modena, seu novo time, no aeroporto. Os fãs carregavam faixa e gritavam o nome do jogador, dando boas vindas na volta para casa. Já por aqui, entra ano e sai ano, é sempre a mesma crise com falta de patrocinadores.

Bruninho foi mais um a deixar o antigo RJX. Com os problemas nas empresas de Eike Batista, o time carioca ficou sem seu patrocinador master e está com salário atrasados. No começo de dezembro, Leandro Vissotto conversou com o Mundo do Vôlei e comentou que iria para o quarto mês sem receber. Além do levantador, o central Maurício já havia deixado o clube e agora a lista aumenta, segundo jornais, com Thiago Sens.

Em sua página no Facebook, Bruninho comentou que havia recebido outras propostas, mas que ainda tinha esperanças de que a situação do time do Rio de Janeiro se resolvesse. Sem perspectiva, aceitou voltar ao Modena, equipe que defendeu em 2011. Naquela época, ele jogou na Itália apenas no recesso da Superliga. Agora, vai para ficar o restante da temporada.

“Jamais gostaria de deixar amigos, companheiros e uma torcida que nos apóia no meio de uma competição como a Superliga. Mas a situação se torna inevitável e, na nossa curta carreira de atletas, não podemos abrir mão dos nossos direitos como profissionais por praticamente uma temporada inteira”, escreveu.

Ele está errado? Não! É muito ruim ver por mais um ano o mesmo problema com os patrocinadores no vôlei e times se extinguindo ou quase isso. E se continuar assim, esses jogadores não serão os únicos a deixarem o Brasil. Que o cenário mude com o ano novo para termos por aqui festas como a de Bruninho lá na Itália…

Autor: Tags: , , , ,

terça-feira, 3 de dezembro de 2013 Diversos, Superliga | 15:24

Vissotto fala de atrasos no salário, risco de debandada e se apega à esperança

Compartilhe: Twitter

A situação é complicada para o agora RJ Vôlei. O atual campeão da Superliga perdeu o patrocínio da OGX, empresa de Eike Batista, já teve baixa no elenco, como a saída do central Maurício Souza para defender a equipe turca Halkbank Ankara, e está com os salários atrasados.

Leandro Vissotto no início desta Superliga, ainda com o patrocínio da equipe de Eike Batista

Leandro Vissotto no início desta Superliga, ainda com o patrocínio da equipe de Eike Batista

A crise é conhecida e já foi comentada na imprensa e, nesta terça-feira, o oposto Leandro Vissotto, que voltou ao Brasil na temporada 2013/2014 como uma das principais contratações da equipe carioca, também conversou com o Mundo do Vôlei. “Recebi um só (salário desde que voltou ao país). Em dezembro entramos no quarto mês de atraso”, afirma o jogador. “Estamos aguardando que, com a situação se tornando pública, aconteça alguma mudança”, completa.

Leia mais: Sem o ‘X’, RJ Vôlei estreia novo nome com vitória na Superliga masculina

O RJX não é a primeira vítima da saída de um patrocinador. Quem não se lembra dos dias sem o Finasa na equipe de Osasco? Ou do fim da Cimed, aos poucos? E ainda Montes Claros, que ficou fora e só agora conseguiu voltar? A situação do time carioca é agravada porque se trata do atual campeão, de um elenco de estrelas como Vissotto, Bruninho e companhia, e de um empresário famoso.

E ainda: Após recuperação judicial, OGX, de Eike, deve buscar proteção adicional

Ainda há o risco de o time se desfazer ao longo da Superliga. Os atletas não podem jogar em outras equipes do Brasil por já terem atuado no torneio nacional, mas podem seguir para o exterior, como fez Maurício. Leandro Vissotto diz que ainda não foi procurado por nenhum clube, mas não descarta jogar mais uma vez no exterior. “Risco (de debandada) tem. Não vou falar que não existe, porque existe. A gente não conversa sobre isso, é uma coisa pessoal. Cada um tem seus compromissos financeiros e a sua situação familiar. Eu ainda não recebi nenhuma proposta de fora. O momento é difícil e tem que pensar em tudo com calma. Realmente, na situação atual, você fica balançado, não tem como”, comenta.

Siga também o Mundo do Vôlei no Twitter

O atleta defendeu o Ural Ufa, da Rússia, antes de assinar com o time do Rio de Janeiro, e por lá também passou por dificuldades. E a experiência o faz usar a confiança para se manter focado aqui no Brasil. “Eu já vivenciei situações assim lá fora. Agora na Rússia o time perdeu o patrocínio e, no final, se resolveu e os atletas foram pagos”, lembra. “O que me mantem é a esperança e a confiança. Acho que o Rio de Janeiro é o atual campeão brasileiro e não pode ter um fim. Espero que os responsáveis e quem gosta do Rio de Janeiro e, principalmente de voleibol, tragam uma solução para o time”, comenta. Ele diz não saber como estão as negociações com possíveis novos patrocinadores.

Equipe do RJ Vôlei na última rodada da Superliga, já com novo uniforme e sem o X no nome

Equipe do RJ Vôlei na última rodada da Superliga, já com novo uniforme e sem o X no nome

Vissotto ainda defende que uma solução para o esporte olímpico e amador no Brasil, que sofre com o entra e sai de patrocinadores, seria um seguir o modelo aplicado para a cultura. “Apesar de ter ajuda da lei do incentivo, que existe apenas para o pagamento de despesas e da comissão técnica, poderia ter mais. Acho que poderia ser assim como a cultura, que tem subsidio para os atores e filmes nacionais. O esporte é uma ferramenta muito impactante no exterior para levar o nome do Brasil. E faz isso de uma forma muito mais presente que alguns filmes que tem esse direito de ser subsidiado, que os atores têm o direito de serem pagos. A gente não tem esse direito, de receber salário pela lei de incentivo, e acho que é uma coisa que tinha que mudar de imediato para o esporte amador do país não morrer”, opina.

Mais sobre vôlei de quadra? Curta a página do blog Mundo do Vôlei no Facebook

“E não só o vôlei, mas todos os esportes olímpicos teriam que ter esse direito que os atores têm de receber os seus salários”, continua. O oposto, entretanto, está entre os contemplados pelo programa Bolsa Atleta e está na categoria olímpicos, que paga R$ 3100.

O RJ Vôlei segue em busca de novos patrocinadores e continua na disputa da Superliga. O time é o segundo na classificação geral, atrás apenas do Sada Cruzeiro.

Autor: Tags: , , , ,

terça-feira, 12 de novembro de 2013 Superliga | 09:34

Como estão os times na pausa da Superliga?

Compartilhe: Twitter

A Superliga está em pausa enquanto as seleções brasileiras disputam a Copa dos Campeões. A equipe feminina já estreou no torneio com vitória por 3 sets a 0 sobre os Estados Unidos e a masculina faz aclimatação e começa a jogar na semana que vem. E por aqui, no torneio nacional, a média foi de cinco jogos por equipe. Entre os líderes, tanto no masculino quando no feminino, não há grandes novidades. Mas já há aquele de quem eu esperava mais nesse começo. Vamos a um comentário de como estão os elencos até aqui?

Superliga feminina

A maioria dos times já fez cinco jogos e até agora os líderes são aqueles velhos conhecidos. O Molico/Nestlé é o único invicto e parece que ter mudado apenas no nome e na cor faz bem.

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Apesar das saídas de Fê Garay e Jaqueline, o time manteve a mesma cara do ano passado e já está entrosado. E no individual, Gabi, que já estava no elenco, passou por uma das pontas. Ou seja, mais uma que já é conhecida. Sheilla segue forte no ataque e ainda é destaque nos números do bloqueio. E quem chegou aparece bem, como a italiana Caterina Bosetti, que estreou com a Superliga em andamento e já está entre as melhores no ataque e no saque.

Leia também: Seleção feminina mantém freguesia sobre os EUA e larga bem na Copa dos Campeões

Atrás do Molico/Nestlé, aparecem Vôlei Amil, Unilever e Praia Clube, todos com uma derrota apenas. E dessas, acho que a que surpreendeu foi a do time carioca para o Rio do Sul por 3 a 1.

E já que falamos de reforços, por aqui as novidades também se deram bem. Tandara é a maior pontuadora do torneio e está em boas mãos no comando de Zé Roberto. No ano passado ela já tinha sido a segurança do Sesi e, agora, pode repetir e melhorar a atuação em Campinas.  Sob o comando de Bernardinho, Brankica Mihajlovic já está entre as tops no ataque e pela potência no saque, logo será destaque no fundamento também. E no Praia, quem está melhor nas estatísticas é a norte-americana Kimberly Glass, top entre as pontuadoras e atacantes.

Mais sobre vôlei de quadra? Curta a página do blog Mundo do Vôlei no Facebook

Do outro lado, teve gente que vai para a pausa da Superliga devendo. Acho que é o caso do Brasília Vôlei. Com elenco de experientes como Paula Pequeno, Erika, Dani Scott e Elizângela, a equipe fez seis jogos e só venceu dois. E isso inda sem enfrentar nenhum líder. O Sesi, que desde a criação é um pouco mais promessa que realidade, apesar de ter chegado à semifinal no ano passado, continua tropeçando e também só tem dois triunfos. Pausa de muito trabalho para esses elencos!

Superliga masculina

Entre os homens, a lista de invictos é mais extensa. Sada Cruzeiro, atual campeão mundial, é o dono da primeira colocação. Também seguem 100% RJX e Sesi. E também não é nenhuma novidade ter esses três na ponta.

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

O Sada é quase  o mesmo time do ano passado e a filosofia de manter o elenco já se mostrou muito positiva. Além de Wallace, William, Leal, Filipe e companhia, ainda chegaram Éder e Isac. O RJX perdeu jogadores como Dante ou Théo, mas trouxe Leandro Vissotto. E o Sesi foi quem mais investiu, com Lucão, excelente central e dono de um saque que dispensa qualquer comentário, e Lucarelli, destaque da nova geração. E não é a toa que os maiores pontuadores da Superliga são desses times: Wallace, Vissotto e Lucarelli.

Siga também o Mundo do Vôlei no Twitter

Seguindo na tabela também estão times que vieram interessantes nesta temporada. Entre quarto e sexto estão Brasil Kirin, Moda/Maringá e Vivo/Minas. Os campineiros tem gente boa no elenco, como Vini ou João Paulo Bravo. Já a equipe do Paraná reeditou a dupla Lorena e Ricardinho. E o Vivo/Minas tem o melhor atacante até aqui, Franco, e logo terá Filip em plena forma e que deve fazer a diferença, como na temporada passada.

Queria ver mais ainda do Canoas. Até agora venceu dois e perdeu quatro jogos, mas conta com o veterano cubano Dennis, por exemplo. Será que ele ainda pode ser aquele cara dos anos 90, que foi a pedra no sapato do Brasil com um saque estiloso e um ótimo ataque?

A Superliga volta ainda em novembro. A feminina terá Minas x Pinheiros no dia 19 e a rodada cheia no dia 26. Para os homens os trabalhos voltam no dia 23. Até lá, é treino para quem está por aqui e seleção brasileira lá no Japão.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos | 09:25

Sul-Americano masculino x feminino e as vagas no Mundial

Compartilhe: Twitter

Aos poucos, as vagas para o Mundial de Clubes estão sendo preenchidas. No final de semana, o UPCN, da Argentina, faturou o Sul-Americano e assegurou o seu lugar. Isso não quer dizer que, apesar do tropeço em casa do Vivo/Minas na final e do RJX ter caído na semi e ficado com bronze, os brasileiros estejam fora do Mundial. Dois times serão convidados pela organização. No feminino, o país vai ao torneio com a Unilever. Pois bem, encerrado o Sul-Americano fica mais uma vez visível o abismo entre homens e mulheres por aqui e também me reascende uma dúvida: por que o Mundial masculino é diferente do feminino?

Se no feminino a Unilever deu um passeio para ficar com o título, no masculino os brasileiros não foram o que a torcida esperava. As equipes da Argentina eram as que poderiam dar trabalho. E na final, o UPCN soube se virar nos momentos chaves e aplicou 3 a 0 no Vivo/Minas em pelo BH. Se os mineiros não tiveram Filip ou Lucarelli inspirados, os argentinos tinham Evandro e companhia para liquidar a partida.

E começa ano, termina ano é esse o cenário. Enquanto o Brasil reina soberano no vôlei sul-americano feminino, o masculino está um pouco mais parelho. Falta investimento entre as mulheres nos outros países? Seria bom alguma ajuda ou incentivo para que houvesse um equilíbrio maior para elas também… Se nada for feito, podemos ver outros 25 a 3 como fez a Unilever.

Agora, é esperar pelo Mundial de Clubes. E de novo estão as diferenças entre homens e mulheres, mas em outros aspectos. O torneio feminino, por exemplo, contará com seis equipes e só a Unilever representará o Brasil. Cadê o Sollys/Nestlé? Ok, o time perdeu a Superliga, mas é o atual campeão mundial e acho que, por isso, mereceria a vaga.

Já o masculino devem ser oito equipes e o Trentino, atual campeão, está na lista e, segundo um texto da FIVB do final de abril, vai participar do torneio justamente porque é detentor do título. Se o critério vale aqui, por que não chamar o Sollys?

Além disso, o Brasil será sede da competição dos homens e levará dois participantes que serão escolhidos pela organização. Aí o assunto volta ao Sul-Americano. Depois ficar com o bronze, RJX merece a vaga por ser o campeão brasileiro? A competição deve acontecer em Belo Horizonte. Com isso, o Sada Cruzeiro, vice brasileiro e que nem jogou a competição continental, deve ser um dos escolhidos?

Os Mundiais masculino e feminino serão em outubro, no Brasil e na Suíça, respectivamente. Vamos esperar para ver quem recebe o convite para a disputa de um lado e se a Unilever, encarando rivais mais complicados, repete a sua supremacia do outro.

Autor: Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:42

Os nomes da Superliga masculina

Compartilhe: Twitter
Alexndre Arruda/CBV

Lucão, central do RJX

Depois de falar quem se destacou entre as mulheres (veja post anterior), é a vez de lembrar dos homens na temporada 2012/2013 na Superliga. Como comentei, fiz uma série chamada “O nome da Superliga” para citar alguns destaques ao longo do torneio aqui no blog. Agora, é hora de balanço final. O RJX faturou o título com uma grande virada para cima do Sada/Cruzeiro e tem o primeiro nome da lista: Lucão.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

O central do time carioca foi o melhor saque da competição e também desequilibrou no bloqueio. Na final, o time entrou na partida quando a jogada entre ele e Bruninho saiu. Depois de ter atuado com o levantador anos e anos na Cimed e também na seleção, é o cara de segurança do companheiro. É um jogador que sempre usou o saque forçado, só que agora parece estar cada vez mais consistente no fundamento. Ele força e acerta o primeiro, força e acerta o segundo e assim por diante. Foi um belo nome da Superliga, ainda mais com a medalha de ouro na decisão.

Quem ficou pelo caminho também chamou a atenção. Lucarelli chegou à semifinal com o Vivo/Minas e fez uma grande temporada. Ele já passou pelo O nome da Superliga e amadureceu demais em quadra. Já vi jogos em que ele era caçado na recepção e errava. Agora, aguenta a função de passador. E mostrou variedade no ataque, sem se intimidar com rivais. É um nome que merece ser lembrado por Bernardinho na seleção, ainda mais uma posição com jogadores que já estão ficando velhos. Enquanto Lucarelli tem 21 anos, Murilo e Dante já passaram dos 30, por exemplo.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

No levantamento, o melhor do torneio foi William, do Sada e acho uma escolha justa. Foi um jogador que, mais uma vez, desequilibrou e soube usa muito bem o que tinha nas mãos. Dispensa mais comentários. Mas gostei muito da atuação de Marcelinho, do Vivo/Minas. O veterano exibiu as jogadas precisas e mais seguras com as quais ficou conhecido, mas também usou bolas rápidas, jogadas de meio forçadas com Henrique e Maurício. Terminou a Superliga jogando um voleibol e tanto.

Entre os cubanos, coloco Leal, outro do Sada/Cruzeiro, entre os nomes da Superliga. O cubano foi o esperado no ataque, com bolas potentes e certeiras. Também deu trabalho no saque. E acho que surpreendeu no fundo de quadra. Geralmente cubano não é especialista em recepção, mas Leal não prejudicou o Cruzeiro, não pelo menos nos jogos que eu assisti.

Assim como falei no post anterior, tem mais gente que foi destaque na Superliga masculina. Bruninho faturou o título distribuindo bem às bolas, Henrique foi bem n saque, Isaac é dos jovens que se destacou e está na seleção… Mas não dá para listar todo mundo ou não acabaria mais. Agora é com vocês. Quem foram os Nomes da Superliga para vocês? Quem quiser, é só comentar….

Autor: Tags: , , , , , , ,

domingo, 14 de abril de 2013 Superliga | 12:16

Com uma virada e tanto, RJX é campeão da Superliga

Compartilhe: Twitter

A Superliga masculina tem um novo campeão! Uma semana depois de a Unilever aplicar uma virada para faturar o título no feminino, o RJX também reverteu o placar, marcou 3 a 1 para cima do Sada/Cruzeiro neste domingo no ginásio do Maracanãzinho e levou o ouro. A Superliga nessa temporada foi toda do Rio… E com uma virada sem dar nenhuma chance ao rival!

No primeiro set, o Sada Cruzeiro foi dominante e parecia que ia segurar o título conquistado em 2011/2012. O time mineiro fez o seu jogo, com volume, bolas bem distribuídas e contra-ataque. Até o bloqueio, que foi a principal arma do RJX, funcionou mais para o lado mineiro. Com isso, o jogo começou com 25 a 15 no placar!

O que poderia ser fácil para o Sada Cruzeiro virou completamente a partir do segundo set, quando o RJX acordou e logo emplacou 5 a 1. Além de se manter à frente o tempo todo, o bloqueio, que acabei de comentar, voltou. Foram sete pontos na parcial no fundamento. Com isso, vitória por 25 a 18 e tudo igual. Mas não ia parar por aí. De novo com bloqueio e ainda saque, que funcionou com aces de Lucão, a situação se repetiu para os cariocas na terceira parcial, até com o mesmo placar.

O RJX manteve o embalo na quarta parcial para consolidar a vitória. Mais uma vez, o time dominou do começo ao fim. Já o Sada se perdeu, errou mais e não conseguiu reagir. Para liquidar a partida, saque de Théo, erro na recepção do Sada Cruzeiro, 25 a 14 e 3 sets a 1 no placar.

Para a decisão, o RJX sabia do volume de jogo do Sada/Cruzeiro. Sabia também que precisava do seu saque e principalmente do seu bloqueio para se destacar. Foi o que fez quando entrou no jogo a partir do segundo set. Lucão, destaque na temporada, foi o maior pontuador na segunda e na terceira parciais e marcou presença. Thiago Alves, que ajudou e muito na semifinal diante do Vivo/Minas, fechou dois sets e virou diversas bolas. Foi o melhor em quadra. Théo colaborou na segurança. Todo mundo fez a sua parte e, por isso, o título.

Já o Sada Cruzeiro parou depois do primeiro set. O time começou a errar e o saque, tão importante na semifinal, não atrapalhou a vida do RJX. A equipe carioca demorou para entrar, mas quando embalou, não parou mais. Liderou do segundo set ao último ponto! Faturou o seu primeiro título na sua segunda temporada. Honrou ser o elenco de maior investimento e soube usar os seus pontos fortes, os diversos erros do Sada e a festa da torcida a eu favor.

E no final, acabou sendo um jogo em casa para o RJX. O Maracanãzinho já havia sido escolhido o palco da decisão antes mesmo do começo da Superliga. Depois de turno, returno e playoffs, acabou que o time que manda o jogos aqui veio para decisão. E mesmo se a briga pelo título fosse na casa do líder, o confronto seria de mando do RJX, que avançou em primeiro. Com isso Maracanãzinho está em festa, pode gritar: “É campeão!”.

Autor: Tags: , , , , ,

sexta-feira, 12 de abril de 2013 Superliga | 16:27

Investimento x conjunto na final da Superliga masculina

Compartilhe: Twitter

Final de semana será de decisão da Superliga masculina com RJX x Sada/Cruzeiro na partida que vale o título às 10h deste domingo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Será o confronto do time de maior investimento, o carioca, contra a equipe que preserva e aposta no entrosamento do conjunto para manter o título, o elenco mineiro.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

Alexandre Arruda/CBV

Lucão - nome da seleção e destaque do RJX na temporada

O RJX é a equipe dos nomes que estão ou passaram recentemente pela seleção brasileira. Tem Bruninho, Lucão, Dante, Thiago Alves, Théo e Mário Junior. Com isso, já começou a competição como um dos favoritos ao título e, depois de uma série e tanto diante do Vivo/Minas na semifinal, honrou todo o orçamento e chegou à decisão.

Do outro lado, o Sada/Cruzeiro mantém a filosofia que levou o time ao título na temporada 2011/2012. A equipe conta com Wallace, da seleção, ganhou o reforço do cubano Leal e manteve praticamente o mesmo elenco de outros anos. Com isso, tudo mundo está mais do que entrosado e isso ajuda em quadra. William conhece muito bem todos os seus atacantes. E todos os jogadores estão acostumados com os pontos fortes e fracos um dos outros, formando um conjunto e tanto. Seguir com a mesma base ao longo das temporadas foi uma estratégia certeira.

Entretanto, o time do Rio de vale um pouco dessa estratégia. Ao trazer Bruninho, Thiago Alves e Mário Júnior para o lado de Lucão, remontou a base da Cimed que já faturou títulos da Superliga.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

Em quadra, os dois times devem apostar no saque. No RJX, Lucão é dono de serviço potente e está cada vez mais consistente em quadra, forçando, sim, mas seguro do que está fazendo. Riad, outro central, foi bem no fundamento na semifinal. Além disso, com um bom saque, o bloqueio se garante. É um fundamento muito importante para os cariocas e tem feito o seu papel ao longo da Superliga, mais uma vez sob o comando de Lucão.

Alexandre Arruda/CBV

William - capitão e cabeça do Sada/Cruzeiro

Enquanto isso, o Sada tem um trio de sacadores. Acho que Leal é o líder no serviço, e depois aparecem Rogério e Wallace. Os outros mesclam entre força e tática e também dão trabalho. Que diria o Sesi nas semifinais… Esse fundamento foi a chave da vitória por 3 a 0 sem dar chances ao rival no segundo jogo da série, por exemplo.

Mas vejo a diferença aqui na sequência do jogo. Se o RJX conta com bloqueio, o lado mineiro tem volume de jogo e ataque. William não lidera as estatísticas da Superliga a toa e sabe distribuir muito bem as jogadas. Para colaborar, tem mais uma vez Leal para decidir, ao lado de Wallace, Douglas e companhia. Acho que o duelo pode ser uma interessante briga entre um bloqueio pesado e bem posicionado, contra um ataque que costuma resolver.

Investimento x entrosamento, saque forçado, ataque x bloqueio… A final promete e reúne os dois melhores times do ano. E agora, quem leva a melhor? Sada/Cruzeiro fatura o bi na terceira final seguida? Ou o RJX fica com o primeiro ouro na estreia em decisões?

P.s.: estou de férias da redação e, por isso, estou um pouco distante do blog nessa semana. Mas nos vemos na final da Superliga masculina, combinado? Aí sim, depois do título entregue ao campeão, as minhas férias começam de verdade…

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quarta-feira, 10 de abril de 2013 Superliga | 14:35

Ranking, set de 21 pontos, Bernardinho, mercado e quase férias

Compartilhe: Twitter

*atualizado às 15h21

Galera, estou de férias na redação do iG, mas sigo acompanhando o que acontece no vôlei nesta semana. Fico por aqui (por isso o “quase férias” do título) até a final da Superliga masculina e como essa semana começou agitada, resolvi colocar o papo em dia no blog. Teve ideia de diminuir número de pontos por set, novo ranking de atletas, movimentação no mercado e uma confirmação que a gente já esperava, mas que mesmo assim deve ter sido comemorada.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

A novidade desta quarta-feira é que a FIVB estuda diminuir os sets de 25 para 21 pontos. A ideia será testada na Liga europeia e serviria para diminuir o tempo dos jogos. O assunto já rendeu comentários no Twitter. Estava agora mesmo comentando isso com Gustavo. O central gostou da ideia e ainda deu uma sugestão: “Melhor os 21 pontos, na minha opinião, e um tempo a menos. Substituições mais rápidas!”, me respondeu ele. Com uma parada a menos e menos pontos, o jogo pode ficar mais ágil. Ainda assim, não perderá a essencial. Não sei se só quatro pontos fariam tanta diferença, mas quem sabe a mudança não dá certo? Como estávamos falando no Twitter, jogos de mais de 2h30 ou 3h são bem cansativos. E vocês, galera, o que acham dessa ideia?

Outro assunto foi o ranqueamento, que gerou algumas polêmicas nesta temporada. Quantas vezes escrevi ou comentaram que o Sollys/Nestlé era a seleção brasileira? Quem não lembra das reclamações de Zé Roberto Guimarães depois da semifinal da Superliga? Pois bem, uma das selecionáveis terá que deixar o time.

Alexandre Arruda/CBV

Fernanda Garay agora é 7 no ranking da CBV

Cada equipe pode somar 32 pontos, mas pode contar com, no máximo, três jogadoras com sete pontos, valor mais alto do ranking. E depois do bicampeonato olímpico, Fernanda Garay foi promovida ao grupo de sete pontos. A classificação acho que é justa, afinal, a ponteira fez uma excelente temporada e nas Olimpíadas de Londres tirou o lugar de Paula Pequeno e foi importante para a seleção. Como o ranking leva em conta o que a atleta fez no ano anterior, Fê Garay deveria mesmo ser 7.

Veja o ranking completo das atletas da Superliga feminina

Agora, além dela, Thaísa, Jaqueline e Sheilla são as atletas do Sollys/Nestlé com pontuação máxima. Uma delas terá que sair. Qual faria menos falta? Não tenho ideia. Alguns boatos falam que é a própria Fê Garay quem vai deixar o time. Não sei, mas qualquer uma fará falta porque todas são destaques em suas posições. O Sesi já tentou levar a Jaqueline e o time paulista tem Fabiana e Tandara como 7 no momento. Ah, e Tandara foi o mesmo caso de Garay. Ela mudou de pontuação nesta temporada. Mas aí acho que contou não a seleção, até porque ela conseguiu o seu lugar no time, mas é reserva, mas o crescimento ao longo da Superliga. Bom, vou parar de fazer suposições e deixar para os dirigentes do Sollys e dos outros times se acertarem com isso… Mas quem quiser comentar e montar o seu time, fique à vontade!

Falando em montar time, o mercado teve mudança e confirmação nesta semana. Pacheco é o técnico do time masculino do Sesi, na vaga deixada por Giovane. Apesar de achar que houve falha na semifinal por não ter um plano B para a lesão de Serginho, que jogou no sacrifício o tempo todo contra o Sada/Cruzeiro, gostava do trabalho de Giovane. Mas Pacheco tem mais experiência no banco, diversas finais de Superliga e o time paulista segue em boas mãos. O ruim disso é ver a equipe de Campinas que ficou sem patrocinador já perdendo gente também.

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho segue na Unilever e na seleção

Outro técnico foi notícia, só que pela confirmação. Bernardinho, campeão da Superliga, segue na Unilever e na seleção brasileira. Tem gente que pode falar, reclamar do jeito dele ou se algumas decisões como cortes e tal, mas Bernardinho é um treinador e tanto. Ele mexeu na Unilever em diversos jogos da Superliga e isso fez o time mudar e vencer. Até na final, as jogadoras falaram que mudaram de postura após uma conversa dele do segundo para o terceiro set. A torcida carioca deve ter comemorado a decisão, ainda mais depois de o próprio Bernardinho ter comentado no começo da temporada ao Diário de São Paulo, se não me engano, que estava cansado e que seguiria só com um dos times, a Unilever ou a seleção. Mas ainda assim, era uma decisão esperada. Ary Graça já tinha dito que seguiria no time nacional, e não o imagino fora da Unilever. Alguém imagina?

A semana ainda deve render mais assuntos, afinal, a decisão da Superliga masculina será no domingo, no Maracanãzinho. Eu sigo nas minhas “quase férias” e, por isso, posso ficar um pouco distante nos próximos dias. Mas volto para a final RJX x Sada/Cruzeiro!

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

sábado, 6 de abril de 2013 Superliga | 00:45

E o RJX está na final da Superliga masculina

Compartilhe: Twitter

A Superliga masculina já tem a sua final definida. Depois de o Sada/Cruzeiro fechar a série em dois jogos contra o Sesi, o RJX venceu o Vivo/Minas agora há pouco e carimbou o seu passaporte. Foi a vitória do mais agressivo e que confirmou a condição de favorito, já que havia liderado a fase de classificação. Além disso, honrou o investimento como o time mais badalado do torneio e jogou como conjunto nesta semifinal.

>> Curta a página do Mundo do Vôlei no Facebook

Alexandre Loureiro/INOVAFOTO

Thiago Alves foi um dos destaques da vitória do RJX

No jogo desta noite, o primeiro set foi bastante equilibrado, mas vencido pelos cariocas. Os donos da casa dominaram na segunda parcial e ali ficou clara a diferença na agressividade. Os saques e ataques potentes do RJX entravam, enquanto o Vivo/Minas parou. Mais uma vitória para o lado carioca, que também encaminhava a partida no terceiro set, chegando a marcar 14 a 10.

Aí a reação do lado mineiro com a sua característica de time mais “jogueiro”. Eles assumiram a ponta e não saíram mais, forçando o quarto set. A situação, entretanto, se inverteu. Depois de Maurício bloquear e Lucarelli marcar, o Vivo/Minas abriu 18 a 14. Mas o RJX reagiu e num ace perfeito de Thiago Alves, empatou em 24 a 24. Da Silva, que havia entrado há pouco, virou um contra-ataque e colocou o time na frente. Depois, com bloqueio, veio a vitória por 3 sets a 1 (29/27, 25/17, 22/25 e 27/25).

>>Acompanhe o Mundo do Vôlei também no Twitter

O resultado leva o RJX a sua primeira decisão da Superliga. Era a equipe com maior investimento disparado, com jogadores renomados e fez o seu papel. Em quadra, dois destaques na minha opinião. Riad estava inspirado no saque e também nos outros fundamentos. Normalmente o central badalado e segurança de Bruninho é Lucão, mas Riad foi bem em grande parte da partida e desequilibrou. Outro nome é Thiago Alves. O ponteiro virou bolas importantes em diversos momentos, desde o primeiro set. E aqui tenho que concordar com os comentaristas da partida. No final, ele partiu para o saque e encaixou um belo ace. Na sequência, poderia complicar o time com um erro. E é muito comum pontuar e, depois, forçar de novo buscando aquele fundinho da quadra e errar. Mas Thiago teve cabeça no lugar, executou um saque firme, mas seguro, e o jogo seguiu. Ele fez a parte dele com o ace. Não precisava decidir tudo ali. Ele confiou na equipe, começou a jogada e o RJX matou o contra-ataque. Fez as escolhas certas e o conjunto fez a sua parte. Isso é a atuação como um time.

Mas não dá para ignorar o outro lado. Como lembrou Marcelinho após o jogo, quem apontava o Vivo/Minas como candidato à finalista desta Superliga? Mas a equipe cresceu demais e não avançou por pouco. Méritos de um elenco, como já ressaltei por aqui, que uniu bem experiência e juventude. Marcelinho teve uma excelente temporada. Além de seguir com as bolas mais seguras que sempre foram a sua característica, ele faz jogadas lindas, rápidas, arriscadas. O lado dos mais rodados ainda contou com Henrique e seu saque. Já na ala dos novatos, o nome é Lucarelli. O ponteiro amadureceu demais e está pronto.

Lucarelli já esteve no “O nome da Superliga”. Relembre

Mas o time mineiro deixa a competição e pensa na próxima temporada. Seria muito interessante manter o elenco e continuar o trabalho. Já o RJX tem uma semana de treino pela frente. Nesta noite, foi agressivo, forte no bloqueio nos momentos decisivos (fundamento que eu acho que é melhor da equipe e foi assim em toda a Superliga), honrou o elenco estrelado e está na decisão. E tudo isso depois de levar um 3 a 0 fora de casa… Merece o parabéns pela vaga e pelo trabalho na temporada. Agora é esperar pela final. No dia 14 a gente conhece o campeão brasileiro. Título fica com o atual campeão Sada/Cruzeiro? Ou o RJX leva a melhor logo na primeira final? Veremos!

Autor: Tags: , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. Última