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domingo, 31 de maio de 2015 Seleção masculina | 13:35

Liga Mundial: Brasil estreia com estreias e duas vitórias

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Dois jogos, duas vitórias e estreias para a seleção masculina na Liga Mundial. Na sexta-feira, o Brasil venceu a Sérvia no tie-break e, neste sábado, marcou 3 sets a 1 no placar, novamente diante dos sérvios. Em quadra, a volta de Serginho como líbero e as estreias de Riad e Evandro com a camisa nacional no torneio. E o saldo do primeiro final de semana é positivo.

Divulgação/FIVB

Concentração de William no segundo jogo contra a Sérvia na Liga Mundial

O jogo da sexta-feira foi bastante equilibrado e valeu para já começar o torneio com ritmo acelerado. Já a partida deste sábado foi um pouco mais simples para o Brasil, que largou na frente e venceu os dois primeiros sets. O problema foi a terceira parcial. A Sérvia ficou o tempo todo na frente e, depois de abrir quatro pontos, viu o Brasil encostar. A seleção saiu de 13 a 7 para 13 a 12, mas não se segurou e perdeu o set. Pelo menos o jogo foi decidido no quarto set, com vitória brasileira.

E se na sexta os números foram praticamente os mesmos em bloqueios, saques e erros, desta vez a Sérvia facilitou. Eles deram 39 pontos de graça para  Brasil, que errou 21 vezes. Entretanto, foram melhores no saque e no bloqueio. O Brasil só se achou no bloqueio na reta final. Mas foram dois resultados positivos, que ajudam a dar ritmo e já embalar na competição. É bom começar contra rivais fortes.

E sobre as estreias e novidades, também boas impressões. Bernardinho, que cumpre suspensão da FIVB, deu lugar a Rubinho no comando. Serginho está de volta após três anos é o líbero que já conhecemos e dispensa maiores comentários. Aos 39 anos ainda é o dono da posição. Riad veio bem pelo meio neste sábado. Ele fez quatro dos sete pontos de bloqueio do Brasil e já está entrosado como levantador William. Foi o segundo maior pontuador do time (16 acertos), atrás apenas do oposto Wallace (19 bolas no chão). Evandro entrou como oposto nas inversões de 5-1, mas ficou pouco em quadra.

Nos fundamentos, senti falta do saque. Lipe e Isac são alguns jogadores que soltam o braço no viagem forçado. Mas Murilo, que voltou ao time nesta manhã, segue com o saque mais tático visto no Sesi desde as cirurgia no ombro. Isso pode facilitar a vida dos rivais. Vale prestar mais atenção e colocar mais pressão no serviço. Mas foram apenas os primeiros jogos, o primeiro final de semana… Tem muito ainda pela frente até a fase final no Rio de Janeiro

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013 Superliga | 22:04

Esse tal set de 21 pontos ainda vai dar o que falar…

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Foi só o primeiro jogo da Superliga 2013/2014, mas já dá para imaginar que o teste com o set de 21 pontos vai dar muito o que falar.  No final de semana, o Sada Cruzeiro venceu o São Bernardo em casa por 3 sets a 0 em 1h10min (veja como foi a vitória do time mineiro) e os comentários surgiram antes, durante e depois da partida.

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Na semana passada, fiz um especial para o iG e ouvi jogadores, técnicos e a CBV sobre o teste. William, que reclamou logo após uma partida do Mineiro, me disse que o jogo ficou estranho, frio e sem tempo para reação. Já Marcos Pacheco, técnico do Sesi, revelou ainda não ter se acostumado com a pontuação mesmo depois de sete jogos pelo Campeonato Paulista. A CBV se defendeu e reafirmou que isso é apenas um teste e não uma mudança na regra e que foi tudo feito a pedido das TVs.

Veja o especial – Set com 21 pontos incomoda no vôlei: “Jogo rápido, frio e sem tempo de reação”

No lançamento da Superliga, o assunto voltou. Marcelinho, levantador do Vivo/Minas, comentou um fator que me chamou a atenção. O jogo para muito mais. O final do set ficou mais curto e é ali que os técnicos usam o seu tempo para mexer nos times ou segurar o rival. Com menos pontos, os tempos ficarão mais próximos e o jogo ainda mais “quebrado”.

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A polêmica continuou após a estreia da Superliga. Marcelo Mendez, técnico do Cruzeiro, reclamou no Twitter. “3-0, 41 min de jogo e 45 min de aquecimento! Contradição!! Querer encurtar o jogo e aumentar o intervalo entre o 2 e 3 set! #21ptsnão“, postou ele. O treinador continuou: “Mexer no tempo de jogo e manter o tempo morto intocável é contraditório! #21ptsnão“.

Na noite desta segunda-feira, durante a final do Aberto de tênis dos Estados Unidos, o assunto voltou para as redes sociais. “Será que depois dessa final do US Open vão pedir a ATP pra que a cada dez trocas de bola, os tenistas decidam o ponto no par ou ímpar? Só pro jogo não ficar muito longo… Pra dar uma “enxugada” na programação…”, escreveu Riad, central do RJX no microblog. “Partida de tênis indo para 3 horas e meia e a ITF não tá nem aí para a duração do jogo. Voleibol podia seguir o exemplo”, sugeriu Douglas, do Sada Cruzeiro, também na rede social.

Já começaram até uma petição contra os sets com 21 pontos. Até a noite de segunda-feira eram 1235 assinaturas. A proposta da página é chegar aos 5000 contrários ao teste. Para quem quiser ver ou assinar a petição, segue o link: Contra a mudança de pontuação no voleibol de quadra de 25 para 21 por set na Superliga e demais campeonatos.

Por enquanto, ainda não sei se o teste fará bem ou mal para o vôlei. Apoio a opinião de Gustavo, do Canoas. A Superliga será feita desta maneira e cabem aos jogadores, técnicos e todos os envolvidos avaliarem se deu certo ou não, com um dossiê ao final da temporada. A maneira como o teste chegou, imposto pela CBV, de acordo com os jogadores, incomoda. Mas o torneio está aí… Agora é jogar! E falar, porque todo mundo tem direito de dar a sua opinião!

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quarta-feira, 12 de junho de 2013 Diversos | 14:51

Romance está no ar!

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Dia 12 de junho, Dia dos Namorados! E o vôlei reúne diversos casais no esporte, como Jaqueline e Murilo ou Mari Paraíba e Riad. Luciane Escouto conheceu o agora noivo também nas quadras, quando defendia o Macaé e ele era fisioterapeuta do time. Tem aqueles comprometidos com amores de fora das quadras e que ainda encaram a distância, como os jogadores da seleção masculina, que estão na Argentina para a Liga Mundial, longe das amadas…

Veja também: Seleção de fotos e declarações do Dia dos Namorados no mundo dos esportes

Esses e outros casais das quadras declaram seu amor nas redes sociais nesta quarta. Veja as fotos e as frases apaixonadas na galeria (clique nas imagens para ampliá-las):

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sábado, 6 de abril de 2013 Superliga | 00:45

E o RJX está na final da Superliga masculina

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A Superliga masculina já tem a sua final definida. Depois de o Sada/Cruzeiro fechar a série em dois jogos contra o Sesi, o RJX venceu o Vivo/Minas agora há pouco e carimbou o seu passaporte. Foi a vitória do mais agressivo e que confirmou a condição de favorito, já que havia liderado a fase de classificação. Além disso, honrou o investimento como o time mais badalado do torneio e jogou como conjunto nesta semifinal.

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Alexandre Loureiro/INOVAFOTO

Thiago Alves foi um dos destaques da vitória do RJX

No jogo desta noite, o primeiro set foi bastante equilibrado, mas vencido pelos cariocas. Os donos da casa dominaram na segunda parcial e ali ficou clara a diferença na agressividade. Os saques e ataques potentes do RJX entravam, enquanto o Vivo/Minas parou. Mais uma vitória para o lado carioca, que também encaminhava a partida no terceiro set, chegando a marcar 14 a 10.

Aí a reação do lado mineiro com a sua característica de time mais “jogueiro”. Eles assumiram a ponta e não saíram mais, forçando o quarto set. A situação, entretanto, se inverteu. Depois de Maurício bloquear e Lucarelli marcar, o Vivo/Minas abriu 18 a 14. Mas o RJX reagiu e num ace perfeito de Thiago Alves, empatou em 24 a 24. Da Silva, que havia entrado há pouco, virou um contra-ataque e colocou o time na frente. Depois, com bloqueio, veio a vitória por 3 sets a 1 (29/27, 25/17, 22/25 e 27/25).

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O resultado leva o RJX a sua primeira decisão da Superliga. Era a equipe com maior investimento disparado, com jogadores renomados e fez o seu papel. Em quadra, dois destaques na minha opinião. Riad estava inspirado no saque e também nos outros fundamentos. Normalmente o central badalado e segurança de Bruninho é Lucão, mas Riad foi bem em grande parte da partida e desequilibrou. Outro nome é Thiago Alves. O ponteiro virou bolas importantes em diversos momentos, desde o primeiro set. E aqui tenho que concordar com os comentaristas da partida. No final, ele partiu para o saque e encaixou um belo ace. Na sequência, poderia complicar o time com um erro. E é muito comum pontuar e, depois, forçar de novo buscando aquele fundinho da quadra e errar. Mas Thiago teve cabeça no lugar, executou um saque firme, mas seguro, e o jogo seguiu. Ele fez a parte dele com o ace. Não precisava decidir tudo ali. Ele confiou na equipe, começou a jogada e o RJX matou o contra-ataque. Fez as escolhas certas e o conjunto fez a sua parte. Isso é a atuação como um time.

Mas não dá para ignorar o outro lado. Como lembrou Marcelinho após o jogo, quem apontava o Vivo/Minas como candidato à finalista desta Superliga? Mas a equipe cresceu demais e não avançou por pouco. Méritos de um elenco, como já ressaltei por aqui, que uniu bem experiência e juventude. Marcelinho teve uma excelente temporada. Além de seguir com as bolas mais seguras que sempre foram a sua característica, ele faz jogadas lindas, rápidas, arriscadas. O lado dos mais rodados ainda contou com Henrique e seu saque. Já na ala dos novatos, o nome é Lucarelli. O ponteiro amadureceu demais e está pronto.

Lucarelli já esteve no “O nome da Superliga”. Relembre

Mas o time mineiro deixa a competição e pensa na próxima temporada. Seria muito interessante manter o elenco e continuar o trabalho. Já o RJX tem uma semana de treino pela frente. Nesta noite, foi agressivo, forte no bloqueio nos momentos decisivos (fundamento que eu acho que é melhor da equipe e foi assim em toda a Superliga), honrou o elenco estrelado e está na decisão. E tudo isso depois de levar um 3 a 0 fora de casa… Merece o parabéns pela vaga e pelo trabalho na temporada. Agora é esperar pela final. No dia 14 a gente conhece o campeão brasileiro. Título fica com o atual campeão Sada/Cruzeiro? Ou o RJX leva a melhor logo na primeira final? Veremos!

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quarta-feira, 20 de julho de 2011 Superliga | 20:24

Rio conhece o seu novo time das estrelas

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o esporte se preocupa cada vez mais com o lado social. O projeto de Eike Batista também inclui ações sociais em favelas pacificadas do Rio e investimento em formação de jogadores. E nesta quarta também a ex-jogadora Virna anunciou um projeto de aulas de vôlei para crianças de comunidades. Bom papel do esporte, não?

O RJX, time do empresário Eike Batista, foi apresentado nesta quarta-feira no Rio de Janeiro. O elenco já era conhecido e conta com nomes como Dante, Marlon, Théo, Lucão, Riad, Luis Felipe Chupita e o líbero Alan (leia mais sobre a apresentação do RJX). No papel, é mais um time de estrelas. Mas será que a teoria vai se tornar realidade?

Essa equipe me lembra um pouco o Pinheiros/Sky quando foi apresentado. Um time cheio de gente conhecida e que já nasce com a pressão de vencer. “Eles inflacionaram o mercado e formam um time que já começa forte”, me disse Gustavo na apresentação do Cimed para a temporada.

Gustavo estava no Pinheiros e viu o que aconteceu com os paulistas. Tinham quatro jogadores de seleção, mas não formaram um elenco e, depois de dois anos, o que nasceu galático acabou.

Marlon, capitão do RJX, disse na apresentação desta quarta que uma das preocupações foi justamente montar um elenco de fato, um conjunto. Além dos campeões mundiais, a equipe conta com Chupita, que foi muito bem na Superliga do ano passado pelo Minas e já se acostumou com o levantador. Thiago Sens segue a mesma linha. É um jogador novo, que as poucos está buscando o seu espaço e pode ajudar.

Parece que eles escolheram um bom caminho. Resta ver o entrosamento em quadra. Dante estava no vôlei russo e Riad, no Italiano. São estilos de jogar diferentes do nosso. Na Itália, por exemplo, eles têm um voleibol mais “quadrado”, baseado na força do saque o tempo todo e bolas nem tão velozes, já que é mais complicado passar. Por aqui, a variação de saque é a velocidade no ataque é bem maior. Além disso, o tempo de treinamento será pequeno porque logo os jogadores voltam para a seleção.

Que venha a Superliga para mostrar se o projeto do RJX foi bom ou não. A próxima temporada já começa com times fortes. A Cimed se reforçou com Giba e Gustavo. O Sesi manteve quase todo o seu elenco campeão, assim como o Sada/Cruzeiro, o atual vice. O Vôlei Futuro perdeu Vissotto e Lucão, mas apostou em Vini, Piá e Lorena. Sem falar no Montes Claros, que é sempre empurrado pela torcida. Para quem gosta de vôlei, nada melhor do que ter bons times espalhados pelo País.

Exemplos do esporte
Além do RJX, foram apresentados também os projetos sociais de Eike Batista para o vôlei, que também inclui ações sociais em favelas pacificadas do Rio e investimento em formação de jogadores. E nesta quarta também a ex-jogadora Virna anunciou um projeto de aulas de vôlei para crianças de comunidades. Bom papel do esporte, não? Um lado social muito bem explorado!

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