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Posts com a Tag Rexona

sábado, 11 de abril de 2015 Superliga | 09:50

Não passa nada! Molico/Nestlé cresce no bloqueio e vai para a final da Superliga

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O Rexona/Ades já sabe quem vai enfrentar na decisão da Superliga feminina 2014/2015. Na noite de sexta-feira, o Molico/Nestlé bateu o Sesi por 3 sets a 0 (25/21, 25/17 e 25/14), fechou a série com duas vitórias e garantiu a sua vaga na final do campeonato. E lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na decisão. Será o 10º nos últimos 11 anos!

Divulgação/ZDL

Bloqueio do Molico/Nestlé para cima do Sesi na semifinal da Superliga 2014/2015

E na partida desta sexta, o Molico/Nestlé repetiu o que deu certo no primeiro jogo da semifinal e arrumou o que estava errado. Assim, ficou fácil. No primeiro confronto, as jogadoras do Osasco aplicaram 27 pontos de bloqueio em cinco sets. Agora, foram 17 pontos no fundamento em três sets. Era bloqueio pelo meio, na ponta, na bola largada… Excelente leitura de jogo da equipe e pressão o tempo todo para cima do Sesi.

Mais detalhes da semifinal Molico/Nestlé x Sesi

Entretanto, no primeiro jogo o Molico vacilou nos erros e se perdeu em quadra, tendo que decidir no tie-break depois de ter vencido os dois primeiros sets. Foram os bloqueios que salvaram naquela partida. Agora, a equipe mostrou concentração do começo ao fim para liquidar logo a partida. Na volta para o terceiro, saiu na frente e em pouco tempo estava com 4 a 0 ou 6 a 1 no placar. Se com uma ótima atuação no bloqueio e erros já saiu a vitória, com parede na rede e concentração, veio o 3 a 0.

Do outro lado, o Sesi pecou nos erros de saque logo no primeiro set. Acho que foram seis pontos de graça nessas falhas. E com a pressão do outro lado, acabou sucumbindo. O time paulistano chegou a reagir ainda no primeiro set e quase complicou no finalzinho, mas não deu.

E desta vez, a escolha do Viva Vôlei foi mais do que acertada. Às vezes o prêmio é dado para incentivar uma jogadora e não vai para quem realmente segurou a onda da partida. A escolhida da noite foi Gabi, do Molico/Nestlé. Com 1,75m, ela bloqueou, mostrou potência em lindos ataques e defendeu. Mereceu. Mas como o destaque do jogo foi o bloqueio, méritos também para Thaísa e Adenízia e mais cinco pontos no fundamento na conta de cada uma.

Agora, como disse lá no começo, lá vamos nós para mais uma decisão entre Rio de Janeiro e Osasco. Espero que o time de Luizomar mantenha o embalo desta semifinal. Aí a final, marcada para o dia 26, promete…

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Superliga | 11:01

De 3 a 2 em 3 a 2 se chega à final? Para o Molico, sim…

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A terça-feira foi de rodada cheia na Superliga feminina. Uma das partidas foi o clássico paulista entre Pinheiros e Molico/Nestlé. Depois de perder os dois primeiros sets – com direito a ter levado cinco pontos seguidos e a virada no primeiro set após chegar aos 24 a 21 – o time de Osasco se recuperou e venceu as paulistanas por 3 sets a 2. Mais um tie-break para a conta das comandadas por Luizomar de Moura, que seguem em terceiro na classificação geral.

Divulgação

Molico comemora vitória de virada diante do Pinheiros

Diante do Pinheiros, no primeiro turno, o Molico também venceu no quinto set. E nesses dois jogos tudo bem, era esperado dificuldade. O Pinheiros não tem o elenco estrelado de Molico, Rexona ou Sesi, mas é uma equipe consistente e quem vem dando trabalho na Superliga e não ganhou a Copa do Brasil por acaso. O problema foi que o Molico venceu apenas no tie-break jogos considerados mais simples, como diante do Rio do Sul (9º na tabela) e São Caetano (8º na classificação).

Os pontos perdidos nesses jogos podem pesar? “Se for para chegar à final vencendo tudo por 3 a 2, não tem problema. Prevaleceu a união da equipe”, comentou a levantadora Dani Lins depois da partida da noite de terça-feira contra o Pinheiros. Ok, esses resultados não tiram o Molico dos playoffs ou nada disso, mas podem complicar para os cruzamentos no mata-mata. Ainda mais sabendo que nas últimas rodadas do returno terá pela frente Praia Clube, que aparece logo atrás do time na tabela, Sesi e Rexona, os primeiros colocados. Dá para segurar o terceiro lugar assim? Se o returno da Superliga acabasse hoje, o cruzamento seria Molico x Pinheiros, mais uma vez.

A vantagem é que o time voltou a jogar completo no returno. O Molico ficou um mês sem Dani Lins e Thaísa e outras partidas sem Carcaces, o que dificultou. Agora todo mundo está em condição de jogo para a reta final da Superliga.

Enquanto isso, Rexona segue invicto na liderança. Apesar de Bernardinho reclamar e dizer que a equipe ainda não está no nível esperado, em quadra as meninas dão conta do recado. A vítima mais recente foi o Brasília. Será que elas seguem invictas até o mata-mata?

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sábado, 20 de dezembro de 2014 Diversos, Superliga | 18:04

O clássico do vôlei e a entrevista de Bernardinho

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Se um jogo no vôlei feminino pode ser chamado de clássico é Rio de Janeiro x Osasco. Os times podem mudar de nome de acordo com o patrocinador, mas esse duelo sempre é esperado na Superliga. E na noite de sexta-feira, o carioca Rexona-Ades venceu por 3 sets a 0 o paulista Molico/Nestlé.

O esperado era uma partida mais equilibrada, pelo histórico de duelos. Mas o Molico já começou a desvantagem sem Dani Lins, cortada do jogo com dores nas costas, e ainda perdeu a cubana Carcaces, que machucou o dedo no aquecimento. E na partida, o Rexona já começou defendendo mais, armando contra-ataques e se distanciando do placar.

Mais sobre o jogo: Rexona vence Molico e lidera a Superliga

Ao longo do jogo o time de Osasco tentou correr atrás do placar, mas não conseguiu. O passe estava ruim, o que facilitou o trabalho das cariocas, que tiveram as atacantes Bruna e Gabi inspiradas. Resultado foi um jogo curto e a vitória em sets diretos.

Mas o que chamou a atenção foi um personagem fundamental nesse clássico: Bernardinho. O técnico teve a sua conhecida atuação na vitória do Rexona, cobrando as jogadoras mesmo com uma certa facilidade na partida. Antes, ele foi notícia durante o dia em todos os portais pela entrevista que deu para a revista Veja. Nela, o treinador fala da corrupção no vôlei e também revela que retirou um tumor maligno do rim.

Leia mais: Para revista, Bernardinho revela câncer e diz que tirou tumor após o Mundial

Bernardinho deveria tomar posição nesse escândalo todo com a CBV. Os jogadores já cobraram e fizeram protestos, com razão. Agora o técnico também. Para a revista, Bernardinho conta que cobrou atitudes de Ary Graça antes mesmo de tudo isso, em 2012, quando o dirigente iria de candidatar ao posto de presidente da FIVB. Disse ainda que ficou sabendo do começo do escândalo de corrupção em 2013, depois de um problema com a equipe de Volta Redonda. Mais do que revoltado, ele, que também falou que pensou em deixar a seleção, se diz triste.

O técnico falou sobre a doença e que fez a cirurgia para retirar o tumor há três meses. Ainda sobre o caso de desvios de verba na CBV, pediu investigação e deu a seguinte resposta à pergunta “acha justo que Ary Graça continue ocupando o posto de presidente da Federação Internacional?”: “Em se comprovando as denúncias, quem estiver vinculado aos malfeitos, aos desvios, às formas erradas de gerenciamento não pode continuar a atuar como dirigente. E que se cumpra a legislação existente. A quase certeza da impunidade é o que, em minha opinião, gera tudo isso, toda a corrupção.”

E acho que esse é o recado. Essa quase certeza de que nada será feito faz com que a corrupção corra solta em várias esferas do País. E como já disse por aqui, que as investigações sigam e que os culpados paguem por isso. E também que jogadores, técnicos e profissionais não se deixem envolver e sigam cobrando respeito ao nosso esporte. E claro, boa saúde a Bernardinho! Ele ainda tem um Olimpíada em casa e muitos clássicos Rio x Osasco pela frente!

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 Superliga | 10:05

Uma surpresa atrás da outra na Superliga

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Divulgação

Montes Claros surpreende Sesi e vence time paulista por 3 a 2

Desde o final de semana a Superliga, tanto a feminina quanto a masculina, teve resultados que podem ser considerados inesperados. No sábado passado o Sesi derrubou o último invicto, o Sada Cruzeiro. Na noite de quarta-feira, o mesmo time perdeu em casa por 3 sets a 2 para o Montes Claros. E os 3 a 0 entre as mulheres também foram surpreendentes nas últimas partidas.

O Sesi me parece um time que ainda não encontrou nesta Superliga. Marcos Pacheco conta com nomes importantes em quadra como Lucão, Lucarelli, Maurício, Serginho, Marcelinho, mas ainda tem altos e baixos na competição. Parecia que a situação iria mudar. “O time não tinha se ajustado e as peças não estavam encaixando”, comentou o treinador depois da vitória sobre o Sada em casa.

A partida poderia embalar o time paulista, mas aí outros mineiros estavam no caminho. O Montes Claros, que agora (infelizmente, porque nunca é bom ver um time ter que se reformular e cortar gente boa do elenco para se manter vivo e competindo) é muito diferente daquela equipe que chegou à final da Superliga com Lorena, Rodriguinho e companhia, venceu o Sesi.  O time de estrelas parou mais uma vez e soma cinco derrotas em doze jogos.

Leia mais: Montes Claros surpreende e derrota o Sesi em jogo com set de 66 pontos

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Também na noite de quarta-feira, outro estrelado levou 3 sets a 2. O Taubaté, de Sidão, Dante, Lorena e mais, foi parado pelo Minas, de virada. E a equipe de Belo Horizonte apostou na juventude nesta Superliga e tem se dado bem, se mantendo na parte de cima da tabela.

Na Superliga feminina, os placares foram de 3 a 0. Fora de casa, o Rexona-Ades parou o Praia Clube e, também no ginásio dos rivais, o Sesi passou pelo Molico/Nestlé. Eram jogos entre os grandes da competição e por isso os resultados elásticos podem entrar nesse pacote de surpresas. E a pior ficou com o Praia. As meninas de Uberlândia já lideraram a tabela, mas amargam uma série de derrotas. Caíram diante do Pinheiros, quando perderam a invencibilidade, do Molico, do Sesi e do Rexona.

O bom é que a Superliga ainda reserva bons duelos. Faltou colocar os eternos rivais Rexona e Molico frente a frente. E que venham mais bons jogos para gente fechar o ano!

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sábado, 18 de abril de 2009 Superliga | 18:27

Rexona é hexacampeão da Superliga!

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Rexona é hexacampeão - Divulgação/CBV

O conjunto venceu o talento individual. A raça venceu o melhor elenco. A calma venceu a ansiedade. O Rexona venceu o Finasa por 3 sets 2 e faturou o ouro na Superliga pela sexta vez na quinta final consecutiva contra o time de Osasco. Por enquanto, não adianta fazer nada, Rexona é melhor que o Finasa nas decisões.

No jogo da manhã deste sábado, as duas equipes estavam jogando mal. Logo no primeiro set, o Finasa desperdiçou contra-ataques e não conseguiu bloquear as largadas do Rexona. Do lado carioca, melhor bloqueio e vitória por 25 a 22. Na parcial seguinte, a situação se inverteu, quem passou a usar mais largadas foi o Finasa , que também cresceu no bloqueio e empatou o jogo, fechando em 25 a 21.

O terceiro set foi o momento do saque decisivo e do Finasa crescer no jogo. Carol Albuquerque, que mesmo com a bola na mão não estava distribuindo bem, foi para o serviço e fez um ace não marcado pela arbitragem, que não viu pelo menos mais dois pontos do Finasa. Mas Carol sacou de novo, depois de terem voltado o serviço, e deu moral ao seu time, que fez sete pontos enquanto ela estava no fundamento. Com isso, dominou e fechou em 25 a 18.

A partir daí, o duelo voltou a ser o Rexona x Finasa conhecido de sempre de todas as decisões. Enquanto as paulistas perderam a potencia no ataque, as cariocas voltaram para o jogo na raça e no conjunto. Monique virou a jogadora de segurança na ponta. Fabi fechou o fundo de quadra e colocou a bola na mão de Dani Lins. E Dani Lins teve sempre que precisou a gigante Fabiana na rede. Com um grupo melhor e mais concentrado, o Rexona virou no 24 a 24 se aproveitando de um erro de Carol Albuquerque e depois fechou por 27 a 25.

No tie-break, o cenário foi o mesmo. Após um começo ruim com erros e com o Finasa na frente, o Rexona se encaixou e se aproveitou mais uma vez das bolas de Monique. O diferencial do lado carioca foi o contra-ataque. Ao contrário do time paulista, as cariocas não deixavam passam a chance de matar o ponto. E não deixaram passar a chance de cresce no momento que precisavam e fechar em 15 a 12 e gritar mais uma vez “é campeão”.

A final da Superliga mostrou que um time não precisa apenas ter bons nomes. O Finasa era equipe com o melhor elenco e ficou com o vice. O São Caetano foi um dos mais badalados com as contratações de Mari, Sheilla e Fofão e demorou mais da metade da Superliga para se encontrar e terminou em terceiro lugar. Quem foi o campeão? Aquele que, mesmo perdendo grandes atletas como Thaísa e Sassá, soube ter maturidade de lutar e virar e jogar unido. Mesmo sem a atuação espetacular apresentada nas semifinais, o Rexona mostrou a que veio. E como um típico time de Bernardinho, as 12 jogadoras foram importantes. Prova disso é Monique, reserva em toda a competição e decisiva na final. Parabéns Rexona, o domínio do vôlei nacional é seu, sem dúvida!

E você, leitor, o que achou da final da Superliga feminina? Rexona mereceu mais esse título? Deixe o seu comentário!

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sexta-feira, 17 de abril de 2009 Superliga | 12:08

As finais da Superliga e os nossos palpites

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Os campeões da Superliga feminina e masculina serão conhecidos neste final de semana. Os finalistas são os mesmos, ou seja, Rexona x Finasa e Cimed x Minas. Mas será que neste ano os campeões também vão se repetir ou teremos revanche? E como fizemos desde o começo dos playoffs, vamos aos palpites!

Rexona x Finasa

Treino do Rexona - Divulgação/CBVOs dois times se enfrentam pela quinta vez consecutiva, mas a vantagem é do Rexona. Nas últimas três edições, as cariocas mostraram mais maturidade e conjunto e ficaram com o título. E agora o Rexona tem grandes chances de faturar o hexacampeonato nacional.

Ao longo da Superliga 2008/2009, a equipe comandada por Bernardinho foi uma das mais regulares. Venceu quando era necessário, virou quando precisou e teve destaques em todos os fundamentos. O Rexona também soube lidar com baixas importantes, já que perdeu Thaísa e Sassá para o Finasa e ainda manteve a cabeça no lugar. É o reflexo do trabalho de Bernardinho.

Do outro lado, o Finasa tem o melhor elenco da competição. Além dos reforços vindos do Rio de Janeiro, conta com Paula Pequeno, Adenísia e Natália em ótima fase. O ponto forte da equipe é o bloqueio. Adenísia e Thaísa lideram nas estatísticas e arrasaram no último jogo da semifinal, contra o São Caetano. O Finasa também se mostrou muito atento ao fundo de quadra e tem Sassá com a melhor recepção do torneio.

Mas, sem muita explicação, elas param quando enfrentam o Rexona, ainda mais se for em uma decisão. Dos quatro turnos da Superliga, deu Finasa x Rexona em três. O time de Osasco venceu a partida que valia o mando de campo, mas perdeu nas finais. Agora, na decisão do título, Rexona tem a vantagem de jogar diante da sua torcida e, pela tranquilidade e maturidade apresentadas ao longo da competição, são as favoritas. Resta ao Finasa mostrar que superou o trauma de todas as outras finais…

Cimed x Minas

Treino da Cimed - Divulgação/CBVA final da Superliga masculina também não é nenhuma novidade. Cimed e Minas se encontram pela quarta vez e, até agora, o time de Florianópolis venceu duas vezes e é o atual campeão. Mas, diferente das mulheres, aqui os dois times são muito parecidos. Nenhum se intimida com um jogo importante, os dois tem saques muito forçados e vibram como se ganhassem uma medalha a cada ponto.

Mesmo com tanta semelhança, a vantagem nesta final deve ser do Cimed. O time é quase o mesmo do ano passado e todos os atletas estão em ótima fase. Thiago Alves é o coração da equipe, aquele que puxa todo mundo. Lucão e Éder formam uma muralha na rede e estão na quarta e quinta colocação no ranking de bloqueadores. Bruninho conhece muito bem seus atacantes e distribui com facilidade.

Já o Minas caiu com a ausência de André Nascimento em meados da fase classificatória, mas já está estruturado de novo. A principal arma é o saque, sempre fortíssimo. Time é líder nas estatísticas neste fundamento. Além disso, também tem bloqueio alto e um bom fundo de quadra, com Sergio como o melhor líbero da Superliga.

Como os dois times têm bons saques e ataques, vai levar a melhor na final deste domingo quem fechar o fundo de quadra e armar mais contra-ataques. Pelos números, daria Minas. Mas a Cimed estava muito bem no último jogo da semifinal, contra o São Bernardo, e vem com força para a decisão. Seguindo a regra usada para o feminino, a aposta é na Cimed mais uma vez campeã, o time com melhor conjunto, mas sem nenhuma facilidade.

E para você, quem serão os campeões da Superliga 2008/2009? Dê o seu palpite!

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quarta-feira, 15 de abril de 2009 Superliga | 10:48

Pela quinta vez, a mesma final da Superliga feminina

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A última partida da série semifinal da Superliga feminina teve apenas um time em quadra. O Finasa dominou o São Cateano em todos os fundamentos e venceu por 3 sets a 0, garantindo a vaga na final. Pela quinta vez consecutiva, o time de Osasco vai encarar o Rexona na decisão da Superliga.

Na partida da noite de terça-feira, o Finasa contou com o apoio da torcida e humilhou no primeiro set. O São Caetano conseguiu marcar apenas três pontos em três ataques de Sheilla. Fez mais oito em erros das adversárias e perdeu por 25 a 11. Ou seja, simplesmente não jogou! O segundo set começou com um pouco mais de equilíbrio, mas não era o dia do passe do São Caetano. Quase nenhuma bola chegou às mãos de Fofão, que até tentou forçar algumas jogadas, mas acabou tendo que soltar as bolas na ponta. Já no Finasa, tranquilidade total. Bloqueio do Finasa - Divulgação/CBVA equipe de Luizomar de Moura conseguiu se armar na cobertura e teve calma para pensar no ataque. Carol Alquerque variou jogadas nas pontas e no meio, sempre com a bola na mão. Mais uma vez, um passeio do Finasa e 25 a 16 no placar.

Só na terceira parcial saiu o primeiro ponto de bloqueio do São Caetano, quando Deise pegou a Natália na ponta. O time do ABC parecia estar mais concentrado e disparou com 7 a 1 no placar. Será que os problemas tinham sido superados? Sheilla continuou como a grande, e única, segurança no ataque, virando as bolas. Mas o passe ainda não estava redondo. O Finasa não desistiu, continuou vibrando e, comandado pelo excelente retorno de Paula Pequeno, virou o jogo em 16 a 14 depois de dois contra-ataques que começaram em passe errado e ataque fácil do São Caetano. No final, nem Sheilla resolveu. Com bloqueio duplo de Thaísa e Paula Pequeno em cima da atacante, Finasa fechou em 25 a 22 e se classificou para a final.

Se na quadra do Finasa deu tudo certo, do lado do São Caetano a única que jogou foi mesmo Sheilla. Ela recebeu a grande maioria das bolas e conseguiu se virar para colocar algumas no chão. Mas uma jogadora não vence uma partida. E com passe muito quebrado o tempo todo, nem uma das melhores levantadoras do mundo faz milagre. Fofão forçou jogadas de meio, tentou acelerar, mas acabou errando também e perdendo o tempo com suas atacantes. O que vence um jogo é um conjunto, com saque bom, bloqueio e defesa alertas, levantadora distribuindo bola e atacantes com visão de jogo. E esse foi o Finasa, que mereceu a vitória!

A final será no sábado, às 9h30 (horário de Brasília), em uma partida única. Será a quinta decisão seguida entre Finasa e Rexona e as cariocas estão na vantagem, já que venceram as três últimas edições. E agora, quem leva? Faça a sua aposta!

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domingo, 12 de abril de 2009 Superliga | 16:07

O que tem que ter na final da Superliga? Rexona!

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A história quase foi diferente na edição 2008/2009 da Superliga feminina. O Rexona perdeu o primeiro jogo da semifinal para o Brusque e sofreu para conseguir virar o segundo. Chegamos a pensar que teríamos um finalista diferente neste ano. Entretanto, a superioridade das cariocas reinou em quadra e são elas as finalistas, pela oitava vez.

Fabi,O jogo da noite de sábado, que colocou o Rexona na final, começou equilibrado no primeiro set. Porém, aos poucos as donas da casa cresceram, abriram vantagem e fecharam. Elas venceram também a segunda parcial, com um passeio. Aí o Brusque sentiu a pressão de enfrentar o melhor time e atual campeão da Superliga. Sem vibrar e já desacreditando no seu potencial, as catarinenses tentaram reequilibrar, mas foram parando e o Rexona fechou em 3 sets a 0.

Mesmo com as dificuldades para conquistar a vaga na decisão, o Rexona viveu na série semifinal um espelho do que costuma ser. É um time que pode até perder, mas sabe buscar o resultado, sempre! E neste sábado, elas mostraram que cada jogadora tem a sua qualidade. Fabi voltou a ser a líbero de sempre. Carol Gattaz voltou a atacar e bloquear sem medo. Érika, mesmo sem pontuar no ataque, soube seguir equilibrada e ajudar no fundo de quadra. Cada uma cresceu no seu momento e, juntas, viram o time dominar a partida.

Se continuar com essa postura, o Rexona tem grandes chances de faturar mais um título, seja contra Finasa ou São Caetano. O time de Bernardinho vence na maturidade em quadra e, mesmo com a derrota na segunda partida da semifinal, é o favorito!

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sexta-feira, 10 de abril de 2009 Superliga | 13:33

O lema agora é vencer de virada!

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Rexona abriu caminho, e agora só vale vencer de virada nas semifinais da Superliga 2008/2009. Assim como o time carioca, Minas e São Bernardo triunfaram e levaram a decisão de quem será o finalista deste ano para o terceiro jogo da série. Emoção e equilíbrio dignos do vôlei brasileiro.

Na noite de quarta-feira, Minas recebeu o embalado Sada Cruzeiro em mais um clássico mineiro e, assim como Rexona contra o Brusque, precisava vencer para seguir na competição. E também como o time carioca, saiu perdendo os dois primeiros sets e virou no tie-break.

A partida em Belo Horizonte foi emocionante do começo ao fim. Só no segundo set alguém conseguiu abrir, e foi o Sada, em cima dos erros das Minas. Ao longo dos cinco sets, os jogadores ficaram tensos, brigaram com a arbitragem, mas nunca deixaram de vibrar a cada ponto ou mostraram cansaço. Espetáculo digno de ser visto, com vitória das Minas por 20 a 18 na última parcial. Resultado foi 3 sets a 2 para o Minas, com parciais de 25/27, 19/25, 25/23, 33/31 e 20/18.

Serginho,Já na quinta-feira, foi a vez do São Bernardo seguir os mesmos passos nesta semifinal. Contra o favorito Cimed, que havia vencido a primeira partida por 3 a 0, a equipe de Serginho jogou com o apoio da torcida, virou e venceu por 3 a 1. E essa partida teve dois fundamentos marcantes: bloqueio e defesa.

Cimed venceu a primeira parcial, quando bloqueou melhor. São Bernardo levou o segundo e o terceiro sets, quando Serginho deu um show na defesa e o bloqueio também cresceu. No quarto set, os catarinenses voltaram para o jogo adivinha com o quê? Bloqueio de Lucão! Foi o set mais equilibrado, mas os paulistas venceram e viraram no 25 a 25 com o quê? Bloqueio! O jogo, mais um grande espetáculo com vibração e raça dos dois lados, mostrou que vôlei não é feito só de ataques e saques. Vence quem se defende melhor! Jogo terminou 3 a 1 para o São Bernardo, com parciais de 23/25, 25/21, 25/19, 27/25. Parabéns Serginho, que além de líbero, bancou de levantador e colocou bolas redondinhas. Parabéns aos bloqueadores, paulistas e catarinenses.

Para saber se essa de vencer de virada e levar decisão para o ultimo jogo da série vai mesmo ser uma regra, só falta do duelo entre Finasa e São Caetano, marcado para a manhã de domingo. Time de Osasco pode ter de volta Paula Pequeno, sem dores no joelho. Já do lado do ABC, Sheilla está inspirada como a maior pontuadora da Superliga. Finasa venceu a primeira partida. Depois dos outros jogos equilibradíssimos, não arrisco mais nenhum palpite! Deixo isso para você, leitor… Fique a vontade!

Semifinais da Superliga

Rexona x Brusque: terceiro jogo, sábado, às 21h45
Finasa x São Caetano: segundo jogo, domingo, às 9h45
Cimed x são Bernardo: terceiro jogo, domingo, às 21h30
Minas x Sada Cruzeiro: terceiro jogo, segunda-feira, às 18h
Finasa x São Caetano: terceiro jogo (se houver necessidade), terça-feira, às 21h

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quarta-feira, 8 de abril de 2009 Superliga | 10:06

Rexona mostra o que é ser Rexona

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O time comandado por Bernardinho sofreu, errou, bateu cabeça, mas se superou e ainda sobrevive na Superliga feminina. Depois de perder dois sets, o Rexona virou para cima do Brusque e a decisão de quem vai para a final da edição deste ano ficou para a terceira partida. Isso é que é Rexona.

As cariocas, que há tempos dominam o cenário nacional do voleibol, têm sim altos e baixos, cometem erros, se perdem na quadra, mas são as melhores na recuperação. E foi assim que elas venceram o confronto contra o Brusque na noite de terça-feira: na recuperação.
O Rexona sentiu a pressão de jogar em casa e ainda precisar da vitória para não ser eliminado da Superliga. Cometeu diversos erros e sofreu com o saque muito forçado do time de Santa Catarina nos dois primeiros sets e perdeu as duas parciais. Porém, a equipe carioca não entregou o jogo!

Joycinha comemora com Érika - Divulgação/CBVoltou para o terceiro set um pouco mais concentrada e mostrou o que é ser Rexona na quarta parcial. Com ótimas defesas de Fabi, Joycinha chamando a responsabilidade na rede e Bernardinho no banco e suas broncas no banco de reservas, o Rexona encaixou a defesa e o bloqueio, voltou para a partida e jogou a responsabilidade para o outro lado. Aí nem a boa noite  de Elisângela e da levantadora Fabíola foram suficientes para manter o equilíbrio emocional. Brusque perdeu por 25 a 15 e não se recuperou no tie-break, deixando escapar a chance de fazer história eliminado o principal favorito ao título.

Mas calma, ainda podemos ter uma história diferente nesta edição da Superliga. O Rexona é um excelente time, sem dúvidas. Entretanto, o Brusque conseguiu o que buscava desde o ano passado: uma equipe competitiva para bater de frente com os grandes. O que ainda falta ao time catarinense é emocional e maturidade, que sobram do lado do Rexona. É justamente por isso que as cariocas crescem ao longo dos jogos. Elas não abaixam a cabeça. E quando vencem, ficam mais fortes ainda!

A decisão do primeiro finalista da Superliga ficou adiada para sábado, mais uma vez no Rio de Janeiro. Brusque tem time para fazer história, mas o Rexona tem mais cabeça. Será que vamos ter uma final diferente neste ano? Agora é esperar o último jogo…

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