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terça-feira, 8 de outubro de 2013 Seleção feminina, Seleção masculina | 14:21

Brasil segue no topo no masculino e no feminino

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Seleção feminina assumiu liderança no Grand Prix e segue em 1º

Seleção feminina assumiu liderança no Grand Prix e segue em 1º

Enquanto o calendário segue agitado com Superliga, Estaduais e Mundiais sub-23, a FIVB divulgou nesta terça-feira o novo ranking das seleções adultas e o Brasil segue no topo no masculino e no feminino.

Entre as mulheres, acho que a seleção vai muito bem, obrigada, e mereceu assumir a liderança nesta temporada, depois do Grand Prix, ultrapassando os Estados Unidos.

Já no masculino, o time de Bernardinho deve ficar atento aos russos. Eles seguem em segundo, mas estão sobrando em praticamente todas as competições. No mês passado ainda faturaram o Campeonato Europeu. A distância para os brasileiros é de apenas três pontos…

E nas categorias de base, o Brasil segue na disputa do Mundial su 23, como disse lá no começo. No masculino, liderado por Lucarelli, que já brilhou na equipe adulta e tem tudo para ser um grande destaque no torneio, a seleção segue invicta. No feminino foram duas vitórias e uma derrota. Por enquanto, Francynne e Mara lideram as estatísticas de bloqueio. Vamos ver como eles seguem no campeonato!

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quarta-feira, 4 de setembro de 2013 Seleção feminina | 09:20

De volta ao topo, parte 2

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Escrevi “de volta ao topo” no título do post anterior para falar que a seleção brasileira feminina recuperou o título do Grand Prix depois de três anos seguidos como vice. E vi agora há pouco que tem mais um “de volta ao topo” para a equipe nacional. Com o ouro do final de semana, o Brasil também recuperou a liderança do ranking mundial, ultrapassando os Estados Unidos na classificação.

Leia mais: Campeãs do Grand Prix chegam ao Brasil com medalhas e sorrisos

Divulgação/FIVB

Abraço da líbero Fabi no mascote do Grand Prix

Comemorações  e conquistas à parte, agora é se reapresentar aos seus clubes e para logo voltar à seleção para o Sul-Americano, em meados de setembro. Por lá, o Brasil é favorito e tem tudo e mais um pouco para ficar com mais um título. Depois, já será a hora de pensar no Mundial de 2014. Será que essa seleção que mescla novatas às experientes, como comentamos no post anterior, e começou bem o novo ciclo alcança esse título que ainda falta ao Brasil?

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quarta-feira, 10 de abril de 2013 Superliga | 14:35

Ranking, set de 21 pontos, Bernardinho, mercado e quase férias

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*atualizado às 15h21

Galera, estou de férias na redação do iG, mas sigo acompanhando o que acontece no vôlei nesta semana. Fico por aqui (por isso o “quase férias” do título) até a final da Superliga masculina e como essa semana começou agitada, resolvi colocar o papo em dia no blog. Teve ideia de diminuir número de pontos por set, novo ranking de atletas, movimentação no mercado e uma confirmação que a gente já esperava, mas que mesmo assim deve ter sido comemorada.

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A novidade desta quarta-feira é que a FIVB estuda diminuir os sets de 25 para 21 pontos. A ideia será testada na Liga europeia e serviria para diminuir o tempo dos jogos. O assunto já rendeu comentários no Twitter. Estava agora mesmo comentando isso com Gustavo. O central gostou da ideia e ainda deu uma sugestão: “Melhor os 21 pontos, na minha opinião, e um tempo a menos. Substituições mais rápidas!”, me respondeu ele. Com uma parada a menos e menos pontos, o jogo pode ficar mais ágil. Ainda assim, não perderá a essencial. Não sei se só quatro pontos fariam tanta diferença, mas quem sabe a mudança não dá certo? Como estávamos falando no Twitter, jogos de mais de 2h30 ou 3h são bem cansativos. E vocês, galera, o que acham dessa ideia?

Outro assunto foi o ranqueamento, que gerou algumas polêmicas nesta temporada. Quantas vezes escrevi ou comentaram que o Sollys/Nestlé era a seleção brasileira? Quem não lembra das reclamações de Zé Roberto Guimarães depois da semifinal da Superliga? Pois bem, uma das selecionáveis terá que deixar o time.

Alexandre Arruda/CBV

Fernanda Garay agora é 7 no ranking da CBV

Cada equipe pode somar 32 pontos, mas pode contar com, no máximo, três jogadoras com sete pontos, valor mais alto do ranking. E depois do bicampeonato olímpico, Fernanda Garay foi promovida ao grupo de sete pontos. A classificação acho que é justa, afinal, a ponteira fez uma excelente temporada e nas Olimpíadas de Londres tirou o lugar de Paula Pequeno e foi importante para a seleção. Como o ranking leva em conta o que a atleta fez no ano anterior, Fê Garay deveria mesmo ser 7.

Veja o ranking completo das atletas da Superliga feminina

Agora, além dela, Thaísa, Jaqueline e Sheilla são as atletas do Sollys/Nestlé com pontuação máxima. Uma delas terá que sair. Qual faria menos falta? Não tenho ideia. Alguns boatos falam que é a própria Fê Garay quem vai deixar o time. Não sei, mas qualquer uma fará falta porque todas são destaques em suas posições. O Sesi já tentou levar a Jaqueline e o time paulista tem Fabiana e Tandara como 7 no momento. Ah, e Tandara foi o mesmo caso de Garay. Ela mudou de pontuação nesta temporada. Mas aí acho que contou não a seleção, até porque ela conseguiu o seu lugar no time, mas é reserva, mas o crescimento ao longo da Superliga. Bom, vou parar de fazer suposições e deixar para os dirigentes do Sollys e dos outros times se acertarem com isso… Mas quem quiser comentar e montar o seu time, fique à vontade!

Falando em montar time, o mercado teve mudança e confirmação nesta semana. Pacheco é o técnico do time masculino do Sesi, na vaga deixada por Giovane. Apesar de achar que houve falha na semifinal por não ter um plano B para a lesão de Serginho, que jogou no sacrifício o tempo todo contra o Sada/Cruzeiro, gostava do trabalho de Giovane. Mas Pacheco tem mais experiência no banco, diversas finais de Superliga e o time paulista segue em boas mãos. O ruim disso é ver a equipe de Campinas que ficou sem patrocinador já perdendo gente também.

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Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho segue na Unilever e na seleção

Outro técnico foi notícia, só que pela confirmação. Bernardinho, campeão da Superliga, segue na Unilever e na seleção brasileira. Tem gente que pode falar, reclamar do jeito dele ou se algumas decisões como cortes e tal, mas Bernardinho é um treinador e tanto. Ele mexeu na Unilever em diversos jogos da Superliga e isso fez o time mudar e vencer. Até na final, as jogadoras falaram que mudaram de postura após uma conversa dele do segundo para o terceiro set. A torcida carioca deve ter comemorado a decisão, ainda mais depois de o próprio Bernardinho ter comentado no começo da temporada ao Diário de São Paulo, se não me engano, que estava cansado e que seguiria só com um dos times, a Unilever ou a seleção. Mas ainda assim, era uma decisão esperada. Ary Graça já tinha dito que seguiria no time nacional, e não o imagino fora da Unilever. Alguém imagina?

A semana ainda deve render mais assuntos, afinal, a decisão da Superliga masculina será no domingo, no Maracanãzinho. Eu sigo nas minhas “quase férias” e, por isso, posso ficar um pouco distante nos próximos dias. Mas volto para a final RJX x Sada/Cruzeiro!

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quarta-feira, 29 de abril de 2009 Superliga | 10:33

Ajudinha da CBV

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Foi divulgado na terça-feira o novo ranking de atletas para a Superliga e a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) deu uma ajudinha aos times femininos. Agora, as equipes vão poder contar com três atletas com pontuação máxima, ou seja, aquelas que são da seleção brasileira, e não mais apenas duas como foi até este ano. No masculino, tudo continua a mesma coisa.

Agora, o “novo Osasco” e o São Caetano/Blausiegel ganham uma vantagem. Mesmo com um patrocinador diferente, a CBV não considerou que o time de Osasco mudou. Assim, pode contar com todas as atletas que jogaram a última Superliga, se elas renovarem contrato. Já a equipe do Grande ABC pode continuar com suas olímpicas Mari, sheilla e Fofão, que valem 0 ponto porque fora repatriadas e continuam com a mesma pontuação se não mudarem de time, e ainda contar com gente nova. Pelo menos a idéia do patrocinador do São Caetano era “seduzir” algumas meninas do Osasco e montar um time de estrelas. Sassá ainda está sem time, por exemplo.

O ranking de atletas ajuda e prejudica ao mesmo tempo. O lado bom é o equilíbrio entre as equipes. Ninguém pode formar uma seleção brasileira. Mas, por outro lado, o mercado fica um pouco “travado”. O que acontece apenas é a troca de jogadoras. O time vende uma olímpica e compra outra. Se o Osasco não tivesse continuado, como as equipes iriam absorver as jogadoras e ainda ficar dentro a pontuação máxima permitida (32)? Pelo menos deu tudo certo no final e a CBV deu a sua ajudinha com a liberação de pelo menos mais uma selecionável por equipe.

Vamos esperar para ver como será a movimentação esse ano. Meu palpite é que o São Caetano consiga um elenco para brigar mais pela primeira colocação. Se eles mantiverem a base desse ano e ainda conseguirem algum reforço, vai ser um supertime.

O “novo Osasco” também pode continuar na ponta. Thaíssa, Natália e Camila Brait já assinaram com o time. Parece que vai ser difícil segurar Paula Pequeno, que tem uma grande proposta da Rússia. A idéia é a mesma dita sobre o São Caetano. Se mantiver a base, tem chances de brigar mais uma vez pelo título. E ao que tudo indica, é isso que vai acontecer.

Vamos ver como os times vão se arrumar para a temporada 2009/2010 com o novo ranking. E você, leitor, qual mudança gostaria de ver? Quem deve ir para qual time? Quem deve ficar na sua equipe? Dê os seus palpites!

Veja como ficou a pontuação dos atletas e o que mudou com o novo ranqueamento no vôlei nacional
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