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Posts com a Tag Polônia

domingo, 21 de setembro de 2014 Seleção masculina | 19:21

Polônia é campeã mundial e deixa o Brasil com frustração da prata

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A Polônia é campeã mundial masculina de vôlei. Os donos da casa honraram a festa da torcida, venceram o Brasil na decisão por 3 sets a 1 (18/25, 25/22, 25/23 e 25/22) e ficaram com o ouro. Para a seleção brasileira, a frustração de mais uma prata. Sim, um segundo lugar em um Campeonato Mundial tem o seu valor, mas no caso do jogo deste domingo também é dolorido. A Polônia foi bem, principalmente na virada de bola, e o Brasil errou mais e deu pontos quando não poderia, principalmente no final do quarto set.

Divulgação/FIVB

Polônia comemora ponto em quadra e torcida faz festa na arquibancada

A partida teve momentos parecidos com a semifinal brasileira. No primeiro set, a seleção, assim como na partida contra a França, foi arrasadora. Além de encaixar o bloqueio, com cinco pontos no fundamento, soube defender e dar cobertura. Venceu e parecia que iria encaminhar o jogo. Mas não foi nada disso.

A partir do segundo set, o Brasil conseguiu ficar poucas vezes à frente do placar. E se encostava ou finalmente tinha uma pequena vantagem, não aproveitava. No segundo set, na passagem de Bruninho pelo saque, saiu do 17 a 11 para deixar o jogo igual. Logo depois, os poloneses voltaram a atacar e fecharam. Na parcial seguinte, a Polônia liderou e no quarto set, quando o Brasil precisava levar o jogo para o tie~break para seguir com chances, a situação se repetiu. Já na parte final o time brasileiro colocou dois pontos de vantagem. Seria segurar a virada de bola e tentar fechar o set. Mas aí apareceram os erros. A Polônia foi marcando, fez um bloqueio, agradeceu dois ataques errados brasileiros e fechou o jogo em um belo contra-ataque.

Os poloneses honraram a festa armada neste Mundial. O torneio teve jogo em estádio de futebol e uma torcida apaixonada e fiel em todas as partidas. Neste domingo na final era impressionante a quantidade de gente que estava do lado de fora do ginásio para acompanhar a partida pelo telão. Foi uma festa e tanto, coroada pelo ouro.

Em quadra, os destaques da final foram o experiente levantador Zagumny e o ponteiro Mika. Zagumny saiu do banco e deu ritmo ao ataque polonês, deixando diversas vezes seus jogadores diante de um bloqueio simples. E Mika, com aquela expressão serena, foi o nome no ataque. Foi o melhor atacante da partida, com 19 bolas no chão. Deu muito trabalho ao bloqueio brasileiro.

Do lado nacional, os problemas começaram com a inversão de 5-1. Desde a Liga Mundial, com Rapha como levantador reserva, essa inversão tem ido muito bem. Na final não foi. Vissotto entrou e levou bloqueios. Rapha não conseguiu mudar o jeito do jogo. Mas tudo bem, esse não foi o maior problema. Acho que o que faltou o Brasil foi decisão. A seleção passou o jogo inteiro ali, colada no placar, mas não cresceu no final. Aquela cobertura e marcação do bloqueio do primeiro set se perderam ao longo da partia. E ali, no finalzinho, foram erros que custaram o jogo.

Fica o sentimento de frustração com a prata, ainda mais depois de três ouros seguidos em Mundiais e depois de outras pratas como nas Olimpíadas ou na Liga Mundial. entretanto, a temporada da seleção foi em uma crescente. Passou sufoco na Liga, chegou às finais e, agora, fez um bom Mundial. Foi muito bom ver Murilo de volta à boa forma, principalmente no passe. Ou Lucarelli com seus 22 anos e sendo decisivo no ataque. Mas ainda falta um pouco. Como nesta final… Faltou mais de Mário Jr no passe e nos golpes de vista. Na dúvida, vá na bola! Faltou um pouco de malícia para explorar o bloqueio. Faltou o saque de Lucão, tão importante em outros torneios. Enfim, faltou colocar a bola no chão ali ni finalzinho.

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domingo, 9 de junho de 2013 Seleção masculina | 18:52

42 erros e altos e baixos, mas vitória na Liga Mundial

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A seleção brasileira masculina venceu a segunda partida contra a Polônia neste domingo na Liga Mundial. Como no primeiro jogo, venceu os dois primeiros sets, mas nesta tarde teve mais altos e baixos e só fechou a partida no tie-break, com parciais de 28/26, 25/22, 23/25, 20/25 e 15/10.

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FIVB

Vissotto, com 26 acertos, foi o maior pontuador do Brasil

O primeiro set foi equilibrado e o Brasil não fechou antes porque no finalzinho teve dois sets points e desperdiçou com dois saques errados. Quando a bola entrou no serviço de Éder, o bloqueio completou e fechou a parcial. Depois, Lucão sentiu dores e deu lugar a Isac, mais dos novatos do time e que fazia a estreia na Liga Mundial. As jogadas de meio caíram um pouco, afinal, Bruninho é muito mais entrosado com Lucão do que com o novo central. Para compensar, Vissotto comandou os ataques e a seleção fez o seu melhor set na virada de bola.

Aí veio a longa parada até o começo do terceiro set. Na volta ao jogo, a Polônia começou a se arrumar na recepção e, principalmente, cresceu no bloqueio. Ainda com muito mais bolas de meio com Éder que com Isac, os ponteiros acabaram marcados e todo mundo errou. Cada bola atacada reta na tentativa de explorar o bloqueio… Os erros continuaram no quarto set. Parecia que a concentração brasileira tinha se perdido. Resultado? Dois sets vencidos pela Polônia.

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Tie-break e quatro contra-ataques errados do Brasil. Ainda assim, a seleção dominava o placar porque o saque havia voltado a funcionar e o bloqueio também incomodava os poloneses. Apesar dos vacilou, o time amarelo venceu com tranquilidade e levou o jogo.
Ainda é muito cedo para se preocupar com alguma coisa na temporada, mas foram dois jogos nos quais o Brasil poderia ter vencido por 3 a 0. E neste domingo, a seleção errou demais! Foram 42 pontos de graça aos poloneses! Eles falharam 33 vezes, o que também é um número alto. Pelo menos o Brasil soube se recuperar.

E vale lembrar que a Polônia era a mesma campeã do ano passado, enquanto o Brasil se renovou. No primeiro jogo, teve a estreia de Lucarelli, que foi muito bem por sinal. Neste domingo ele rendeu menos. E agora quem entrou foi Isac. Ao longo da partida as jogadas com Bruninho começaram a sair e o saque do central ajudou, e muito. Saiu Lucão, conhecido pela pancada, mas que não estava no melhor dia, e entrou outro com o braço muito pesado. O Brasil marcou oito aces, três com Isac (Vissotto fez mais três, enquanto Lucarelli e Dante completaram a relação).

O saldo da estreia foi positivo, afinal, foram duas vitórias. Agora é acertar a concentração para não deixar cair a virada de bola e manter o ritmo no saque para os jogos da semana que vem. E claro, errar menos e não dar tantos aviões no ataque. o próximo adversário será a Argentina. E então? O que esperar da seqüência da Liga Mundial?

P.s.: Neste domingo a seleção feminina, com o mesmo time campeão em Montreux, venceu a Itália e faturou o título do Torneio de Alassio. Até aqui, aproveitamento de 100% para o time de Zé Roberto!

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sexta-feira, 7 de junho de 2013 Seleção masculina | 15:36

Estreia e tanto de Lucarelli e vitória da seleção na Liga Mundial

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A seleção brasileira masculina de vôlei venceu a Polônia na estreia na Liga Mundial 2013. A partida acabou agora há pouco com 3 sets a 1 para o time nacional, com parciais de 25/22, 25/20, 22/25 e 25/15. E o destaque desse jogo também é para um estreante.

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O ponteiro Ricardo Lucarelli, mais jovem do time com 21 anos, fazia a sua estreia pela equipe na Liga Mundial. Logo no primeiro set, recebeu três bolas de Bruninho e ficou três vezes no bloqueio. Nervosismo de marinheiro de primeira viagem? Pode ser… Ainda na mesma parcial, o Brasil buscou o placar e virou em 18 a 17 justamente com ponto de Lucarelli, dando o troco nos poloneses e marcando no bloqueio. A partir daí, ele entrou no jogo.

Depois de quatro sets, o ponteiro fechou a partida com o maior pontuador, com 17 bolas no chão. Foram 11 ataques, três bloqueios e três aces. E foi justamente o serviço o melhor fundamento dele na partida. Durante as suas passagens pelo saque – muitas vezes forçado, mas também com algumas variações – o Brasil conseguiu quebrar o passe polonês e melhorar no jogo.

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Foi uma estreia e tanto para o ponteiro! Ele soube superar o nervosismo e os bloqueios do começo (e vamos combinar que não é nada bom levar logo três seguidos!) para ser um dos destaques em quadra. E se lembrarmos que o Brasil está um pouco carente na posição, já que Giba se aposentou e Murilo se recupera de uma cirurgia no ombro, é ótimo ver Lucarelli começar assim.

No geral, o Brasil foi bem. Poderia ter fechado o jogo no terceiro set, mas não se abalou e atropelou na quarta parcial. Depois de começar parando no bloqueio, a seleção deu o troco e fechou o jogo com 14 a 12 em pontos no fundamento. O saque também entrou, com direito a seis aces.

Quanto aos demais  jogadores, Leandro Vissotto foi o cara da segurança, cumprindo o seu papel. O entrosamento de Bruninho com Lucão e com Éder (eles atuaram juntos na Cimed e parecem ainda se entender muito bem) também ajudou. O mesmo valeu para a inversão de 5-1. William entrou com Wallace e os dois estão mais do que acostumados a jogar juntos e a troca fez efeito. E também é bom ver Dante seguro, depois de tantos problemas e dores nos joelhos nas últimas temporadas.

Foi só o primeiro jogo de um novo ciclo olímpico. Mas a primeira impressão, para mim, foi boa. Ainda mais vencendo o mesmo time que foi a pedra no sapato da seleção masculina na Liga Mundial do ano passado, com Kurek, Bartman e todo mundo em quadra! Domingo tem mais Brasil x Polônia!

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sábado, 16 de junho de 2012 Seleção masculina | 20:11

Vitória para seleção masculina na volta de Giba

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O Brasil venceu a Finlândia neste sábado na Liga Mundial por 3 sets a 0 e Giba foi a novidade em quadra. O ponteiro, que não atuava desde a Copa do Mundo em dezembro do ano passado, voltou a jogar e foi titular o tempo todo contra os anfitriões.

Em uma seleção que vem sofrendo no ataque, é bom ter de volta um jogador experiente como Giba. Ele ainda está sem ritmo, marcou só seis pontos e fez mais fundo do que jogadas na rede neste sábado, mas mostrou que está recuperado e pode ir para Londres. Se jogar como fez na Copa do Mundo, vai ser uma ajuda muito mais do que bem vinda para a seleção!

Leia também: “A única coisa que não dói é a canela”, brinca Giba na volta à seleção

No jogo contra a Finlândia, o Brasil não marcou nenhum ace, mas conseguiu quebrar o passe rival em alguns momentos, como na virada no primeiro set e na terceira parcial, com passagens de Giba pelo serviço. Além disso, agradeceu aos erros dos finlandeses, principalmente no segundo set. Eles deram 21 p0ntos de graça e o Brasil errou 14 vezes.

O jogo valeu pela volta de Giba. Valeu também por Murilo, que está cada vez mais solto em quadra depois da lesão no ombro. Ele foi o maior pontuador, com 14 acertos, e até forçou o saque. Valeu ainda pela atuação de Rodrigão, que está em boa forma e com ótimo tempo de bola, formando uma boa dupla na rede com Sidão. E claro, valeu pelos três pontos para seguir na briga pela liderança do grupo com a Polônia.

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domingo, 3 de junho de 2012 Seleção masculina | 18:50

Derrota para fechar o final de semana na Liga Mundial

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A seleção brasileira masculina de vôlei perdeu de novo para a Polônia na Liga Mundial. Agora há pouco, o time de Bernardinho caiu diante dos donos da casa por 3 sets a 2, com parciais de 26/24, 23/25, 25/23, 23/25 e 15/10. Com isso, perdeu a chance de assumir a liderança do grupo B.

Veja detalhes da derrota do Brasil para a Polônia set a set

Brasil x Polônia - FIVB

Brasil se mostrou perdido e abatido em quadra em diversos momentos na derrota para a Polônia

Finlândia e Canadá são rivais mais fracos que o Brasil e a seleção cumpriu o seu papel com as vitórias neste final de semana. Mas a Polônia é um time conhecido, com ataque potente, que também vai para Londres e sabe colocar pressão. Os jogos contra os poloneses são os testes de fato da equipe nacional nesta fase da Liga Mundial. E, mais uma vez, apesar do equilíbrio dos pontos, o time brasileiro falhou.

No começo, o oposto Bartman foi o cara. Ele atacou livremente no primeiro set e ajudou a Polônia a sair na frente. Na segunda parcial, Bernardinho mexeu na equipe e o Brasil finalmente mostrou volume de jogo. Defendendo mais, conseguiu criar contra-ataques e empatar a partida. Parecia que as coisas estavam entrando nos eixos.

Entretanto, veio a parada de 10 minutos até o começo da terceira parcial. Na volta, jogo feio dos dois lados. Mas Théo, que começou como titular ao lado de Bruno, estava virando bem e o Brasil colocou quatro pontos de vantagem. O esperado era que a seleção se aproveitasse dos erros poloneses e vencessem com moral. Não foi bem assim. Agora com Winiarski recebendo mais, os anfitriões cresceram, colocaram mais ataques no chão e fecharam.

O Brasil, que no primeiro jogo desta etapa mostrou um ótimo tempo no bloqueio, pouco complicou neste fundamento. Os poloneses, quando viam um bloqueio armado, sabiam explorar, estourando bolas na marcação, usando a mão de fora. Já os brasileiros, se tivessem marcados, batiam e viam as bolas sendo amortecidas e recuperadas. O ataque nacional ficou devendo, perdendo bolas diante de bloqueio simples. Théo foi bem, mas em algumas jogadas perdeu a convicção ou não soube explorar o bloqueio, levando alguns “tocos” . E, para complicar, o bloqueio brasileiro não amorteceu e nem ajudou.  Os dois únicos pontos no fundamento no quarto sert, com Lucão, levaram o jogo para o tie-break, mas a atuação no geral não foi suficiente.

No quinto set, de novo a Polônia atacou mais e o Brasil se entregou. Justo o set mais curto foi o que teve a maior vantagem no placar, com 15 a 10 para os donos da casa.

Mais uma vez, sabemos que o objetivo do Brasil no ano são as Olimpíadas, mas se continuar assim, a equipe não vai conseguir muita coisa nesta Liga Mundial. E é importante jogar este campeonato até às finais para ganhar ritmo, para ser testado. Por enquanto, o time ainda não passou nos testes.

Pelo jogo deste domingo, e o que já tinha acontecido antes, falta potência no ataque e mais volume. Ainda dá tempo para se acertar e o Brasil já melhorou bastante com a volta de Murilo. Ricardinho está se entrosando e Bruninho, entrando nas inversões de 5-1 e variando, fazendo seu papel. Nesta partida, ele deixou Théo e Dante com bloqueio simples e eles não viraram. O ataque precisa voltar a colocar pressão. Quem sabe isso não acontece na semana que vem, em casa? Ou a classificação pode realmente ficar ameaçada. E aí, adeus treinos para as Olimpíadas.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012 Diversos | 10:59

Tecnologia, sim. Goteiras, não

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Polônia

Arena na cidade de Lodz que receberá a final da Liga é equipada por telões

Logo depois da Liga Mundial do ano passado comentei por aqui sobre a aula da transmissão da Polônia, com imagens em câmera lenta e nenhuma dúvida se a bola havia caído dentro ou fora de quadra (releia o post). Pois agora o país vai usar a tecnologia na final da Liga dos Campeões da Europa, em março.

Na prática, os times terão dois pedidos de “desafio” por set e o lance será repassado ao capitão e ao segundo árbitro (veja matéria completa no iG Esporte). Os jogadores aprovam a ideia. Mas quem já jogou muito tempo lá fora e está na briga na Liga dos Campeões faz um bom alerta.

“Seria muito útil se todos os países tivessem esse recurso, mas no Brasil, por exemplo, ainda tem muitas coisas a melhorar e isto seria, digamos, um ‘luxo’ a mais”, disse João Paulo Bravo, que disputa os playoffs do torneio europeu com o Arkas Spor, em conversa por e-mail.

O jogador faz coro com os demais. “É muito interessante e benéfico porque tira qualquer dúvida em relação aos erros da arbitragem, que muitas vezes podem comprometer o resultado de uma partida. E isso não tiraria a autoridade do árbitro. Serviria como um recurso a mais”, falou Bravo.

Para quem está em quadra e já foi vítima de erros da arbitragem que decidiram partidas, a tecnologia será muito bem-vinda, sem dúvida alguma. Eu também acho uma excelente ideia (e vocês?). Mas ele tem razão em dizer que isso ainda é distante da realidade do Brasil… Ainda mais depois de jogos parados na Superliga por causa de falta de luz, goteiras…

Já estava na hora de usar a tecnologia a favor do vôlei. E nada mais normal do que isso começar pelos lugares mais modernos, como no ginásio polonês que receberá a final da Liga dos Campeões. Tinham até rumores de que a tecnologia pudesse ser usada nas Olimpíadas de Londres, mas a FIVB já descartou. Que esse “luxo” também vire realidade por aqui.

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sábado, 3 de dezembro de 2011 Seleção masculina | 13:49

O jogo de Bruninho na Copa do Mundo

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Bruninho - Divulgação/FIVB

Bruninho foi o eleito o melhor jogador na virada diante da Polônia

O comentário depois da vitória do Brasil sobre o Polônia na madrugada deste sábado não poderia ser diferente. Bruninho foi o nome do jogo. O levantador entrou no terceiro set, ajudou o Brasil a sair de 13 a 9 e virar a parcial e também a partida. O levantador foi eleito o melhor em quadra. E realmente foi o nome do jogo!

Veja os detalhes de Brasil 3 x 2 Polônia

Além de comandar as ações dos atacantes, Bruninho marcou três pontos de bloqueio e deu ajudou no emocional no time. Falava por aqui que a seleção parecia desanimada em quadra, um pouco sem vontade. Pois o levantador foi lá e mudou esse cenário, chamando o jogo e dando moral aos companheiros.

Essa é a função de Bruno na Cimed. Ele é o cara que comanda o time tanto na bola como no emocional. Nesta madrugada, repetiu o papel na seleção e foi bem.

Leia também: Destaque da vitória, Bruninho comemora atuação contra a Polônia

E se a vitória sobre o Irã foi animadora, mas nem tanto, como escrevi no post anterior, a virada em um jogo que tinha cara de 3 a 0 sobre a Polônia pode realmente embalar o time. Depois de dois sets com erros de passe, o Brasil acertou o saque e o bloqueio e cresceu na partida. Venceu e depende só de si para conquistar a vaga olímpica.

Porém, encerrar a Copa do Mundo diante do Japão não será fácil. Os asiáticos jogam em casa e também sabem defender e, além da vontade mostrada diante da Polônia, será preciso paciência para trabalhar a bola até conseguir colocá-la no chão. É como disse Serginho: parece que defesa é o primeiro fundamento que os asiáticos aprendem. No domingo não será diferente. Que uma, duas ou três bolas que não caiam não desanimem o Brasil…

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quarta-feira, 13 de julho de 2011 Seleção masculina | 22:46

Quando vamos usar a tecnologia no vôlei?

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Os jogadores da seleção masculina já estão de folga pós o vice na Liga Mundial (relembre como foi a partida), mas uma coisa ainda ficou na garganta na volta dos atletas para casa, no começo dessa semana: o erro do árbitro no tie-break na final.

Logo no começo da parcial, o Brasil estava na frente e o juiz de uma bola fora que foi claramente dentro. Se a marcação fosse correta, o time abriria 3 a 1. Com o erro, o placar ficou 2 a 2. Ok, foi apenas no começo do set e isso pode nem ter mudado tanto o resultado porque eu acho que o Brasil não se abalou com esse erro e perdeu porque a Rússia foi superior. Mas por que não usar a tecnologia no esporte para acabar com isso de uma vez por todas?

Veja também:

A Polônia deu uma aula de transmissão com a geração das finais da Liga Mundial. As imagens em câmera lenta, além de muito bonitas, não deixavam dúvidas em nenhum ponto. A bola poderia ter apenas revalado no bloqueio ou caído a centímetros da linha, sempre tinha uma imagem para mostrar o que de fato havia acontecido. Como na bola do Brasil no tie-break, que foi dentro.

Se já é possível ter toda essa tecnologia para a transmissão, já passou da hora de usá-la a favor do esporte, como me disse um colega da redação. Por que não seguir o exemplo do tênis e adotar os desafios? O jogo não passaria a ser apitado pela tecnologia. O árbitro continuaria ali e cada equipe teriam direito a pedir um determinado número de desafios por set. Aí, a jogada seria revista e a decisão do ponto seria a mais acertada.

Não acho que isso poderia atrasar o jogo ou coisa assim. Prejudicaria se fosse em todo e qualquer ponto com alguma margem de dúvida. Por isso o limite por set.

Quem sabe, pode ser o futuro do esporte! Pelo menos o Brasil teria menos do que reclamar nos tie-breakes. A seleção feminina foi vítima de um erro do juiz no quinto set diante da Rússia na final do Campeonato Mundial, lembram? Foi uma bola batida por Sheilla que caiu dentro e foi marcada como fora. Agora, mais um erro diante dos russos em uma final. Que sina!

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quinta-feira, 30 de junho de 2011 Seleção masculina | 18:22

Tarde longe da TV

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Galera, passei a tarde de castigo, longe da TV, esperando para ser atendida pelo meu médico. Quem mora em São Paulo vai me entender: frio, tempo seco e poluição resultam em problemas respiratórios. Pois é, estou no meio de uma crise de sinusite e começo de uma de bronquite.

Com isso, não consegui assistir ao jogo, mas li que o Brasil ganhou fácil por 3 sets a 0 da Polônia nesta tarde. Pelo menos uma boa notícia! Agora, conto com a compreensão de vocês porque vou ficar um tempinho de molho e com a ajuda também para comentar sobre a partida!

O blog está aberto para vocês! Abraços!

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quarta-feira, 29 de junho de 2011 Seleção masculina | 18:34

Brasil vence a Polônia com um set perfeito

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A seleção masculina venceu a Polônia agora há pouco por 3 sets a 1 (parece que o time gosta desse placar! Já foi a sexta vez nesta Liga Mundial) e, apesar de ainda ter alguns “cochilos”, fez um set perfeito.

No final, a Polônia bloqueou mais e marcou 13 pontos no fundamento. Mas o Brasil, depois de passar apagado na rede diante dos Estados Unidos, voltou a se impor e pontuou 11 vezes. Esse ainda não é o desempenho ideal, principalmente dos nossos centrais, mas já é uma melhora e tanto.

E a melhora apareceu mesmo no terceiro set, o tal set perfeito que falei. A seleção errou apenas um saque e deu aula no fundamento com Sidão. ele marcou três aces e encaixou muito bem o serviço forçado. Além disso, foi o melhor momento do bloqueio, com quatro pontos. Ou seja, tudo fluiu bem. a defesa estava alerta, ajudou nos contra-ataques e o Brasil dominou.

Mas ainda temos que ser realistas. Depois de um belo set desses, a seleção quase perdeu a quarta parcial para a Polônia. De novo, o time caiu na virada de bola e perdeu a agilidade no ataque. Pelo menos foi só um susto e o bloqueio ajudou a fechar o set e o jogo. Entretanto, é preciso ficar alerta a essas oscilações na equipe.

E os jogadores?
Bernardinho escutou os leitores do Mundo do Vôlei! Ele escalou Dante e Sidão no time titular e o resultado foi aprovado. Sidão foi muito bem no saque, como já disse. E Dante está recuperado da inflamação no joelho e leve no ataque como sempre.

Pena que acho que foi pouco utilizado. Assim como Murilo. Ainda acho que Bruno está instável. O levantador faz lindas jogadas, mas peca em outras. Ele, por exemplo, insistiu com Théo, com uma bola baixa, e o oposto levou três ou quatro bloqueios em uma parcial (por isso a Polônia acabou melhor no fumdamento). Théo compensou em outras jogadas e no bloqueio, sendo o maior pontuador da partida. Enquanto isso, Dante e Murilo pouco foram lembrados com as típicas jogadas mais aceleradas. Tanto que o primeiro ponto de Murilo saiu apenas no  19 a 13 no terceiro set! E isso porque quem estava em quadra era Marlon!

Gostei das mudanças para esse jogo, mas agora queria ver Marlon mais tempo em ação também. Quem sabe nesta quinta? O Brasil já está classificado e pode arriscar e “treinar” um pouco, mas sem se esquecer do resultado, afinal, é bom fechar a fase com vitória, não é?

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