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Posts com a Tag Paula Pequeno

quarta-feira, 17 de outubro de 2012 Diversos | 15:36

Paula Pequeno comemora vaga na semi com 'Gangnam Style'

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E a rodada desta quarta-feira do Mundial de Clubes acabou com a dancinha do momento. A ponteira Paula Pequeno, que atuou na vitória do Fenerbahce sobre o Kenya Prisons, comemorou os fáceis 3 sets a 0 no placar e a vaga na semifinal com os passos da ‘Gangnam Style”. Veja no vídeo:

Paula marcou 8 pontos para o time turco. Já Mari, mais uma brasileira que assinou nesta temporada com o Fenerbahce colocou 12 bolas no chão. Agora, elas encaram o atual campeão Rabita Baku, do Azerbaijão, na semifinal. Em caso de vitória, Paula Pequeno e Mari podem encarar o Sollys/Nestlé na briga pelo título. Veja mais no post anterior.

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quarta-feira, 1 de agosto de 2012 Sem categoria | 22:12

Apatia, apagão e mais uma derrota para seleção feminina

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A seleção brasileira feminina de vôlei ainda não se encontrou em Londres. Mais um jogo nesta quarta-feira e mais uma derrota, agora para a Coreia do Sul e por 3 sets a 0. A situação está complicada para o time nas Olimpíadas…

Logo nos primeiros pontos do jogo, parecia que o cenário seria diferente. Fernandinha começou usando mais as meios e apostando em Sheilla pelo fundo, por exemplo. Fernanda Garay, quem mais virou diante dos Estados Unidos, ganhou a posição de titular. Mas o bom momento não durou muito.

Veja detalhes de Coreia do Sul 3 x 0 Brasil

Ainda no primeiro set, o time teve problemas com ataque de ponta mais uma vez. Paula Pequeno bateu três bolas seguidas da mesma forma, todas defendidas pelas sul-coreanas e convertidas em pontos das rivais em contra-ataques. Ou então, a rede com Fernandinha, Paula Pequeno e Thaísa empacava. As asiáticas só batiam na direção da levantadora. E quando a bola era recuperada, as atacantes do Brasil não colocavam no chão.

Aos poucos, a seleção foi se perdendo em quadra.  Foram erros de saque em sequência, falhas na recepção e o ataque, que mais uma vez não virou. Dani Lins no lugar de Fernandinha e Jaqueline no lugar de Paula foram algumas mudanças, mas não adiantou. O bloqueio até cresceu com a nova levantadora, mas acabou o jogo apenas com cinco pontos, ou seja, quase nada.

Leia também: Seleção feminina de vôlei chora e fala em apagão depois de mais uma derrota

O Brasil teve mais uma vez momentos de apagão e se mostrou um time tenso em quadra, com um certo medo de jogar. Nem de longe lembra a postura de um time campeão olímpico. E mais do que mudar tática ou escalação, é preciso mudar esse espírito nas jogadoras! Há problemas no ataque, na recepção e tudo mais, mas o primeiro a ser resolvido é esse ânimo, ou a falta dele.

Todo mundo precisa levantar a cabeça e partir com tudo para o jogo contra a China. Não vai ser nada fácil até porque as chinesas só perderam para os EUA até aqui e o Brasil está muito abaixo do esperado. Mas dá para jogar de igual para igual e não se entregar com momentos de apatia ou falta de confiança ou tensão demais ou que quer que seja. Em quadra, a jogada de meio tem que voltar a ser o carro chefe para aliviar o bloqueio das pontas. Quem sabe assim, o ataque não rende mais? Fernandinha deve para de jogar na entrada ou na saída e variar mais. E o bloqueio deve pontuar e pressionar. Assim como a cobertura tem que se armar e recuperar. E aí voltamos ao ataque, que deve perder o medo e resolver.

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sábado, 16 de junho de 2012 Seleção feminina | 01:17

Brasil supera 1º set e usa saque para vencer no Grand Prix

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No primeiro final de semana de Grand Prix, com um time cheio de novatas, a seleção feminina de vôlei venceu as três partidas por 3 sets a 2. Agora, na estreia das experientes no torneio, o primeiro 3 sets a 1, mas ainda com uma atuação que não convenceu e não agradou totalmente ao técnico José Roberto Guimarães.

Veja mais detalhes da vitória do Brasil sobre a Alemanha

O Brasil encarou a Alemanha na noite de sexta-feira e começou apática e sem convicção no ataque no primeiro set. O bloqueio pouco fez, o saque não entrou e as alemãs, amortecendo bolas e mostrando volume de jogo, venceram. Mas deu tempo para a equipe nacional superar o começo ruim

jaqueline-FIVB

Depois de primeiro set apático, Brasil se acertou, passou a vibrar mais e venceu Alemanha de virada

Na segunda e na terceira parciais, o time de Zé Roberto, assim como a seleção masculina fez mais cedo, soube usar o saque. Com serviço bem executado, a Alemanha se atrapalhou e viu o Brasil crescer e vencer sem muitos problemas. Sheilla e Jaque pontuaram com saque balanceado. E  “chapadão” de Thaísa também deu muito certo. Mas, quando a equipe nacional voltou a errar no saque, as rivais equilibraram o jogo. Por pouco o Brasil não teve que encarar mais um tie-break. O que salvou? O saque, sempre ele. Thaísa acertou a mão e fechou o jogo.

O que ainda preocupa é essa demora para entrar no jogo. Como lembrou Zé Roberto na coletiva após a partida, em uma competição como as Olimpíadas ou diante de um adversário mais complicado, pode não dar tempo de recuperar. A Alemanha pode ter suas qualidades, mas nem vai aos Jogos Olímpicos. A situação tende a ficar pior ainda neste final de semana, contra a Itália, ainda que sem todas as estrelas, e os Estados Unidos.

Além disso, o bloqueio, principal arma dessa equipe, demorou a aparecer. Foram apenas dois pontos no fundamento no primeiro set, pro exemplo. No total, foram 11 pontos de bloqueio, número baixo para a seleção, segundo Zé Roberto.

Clima do jogo e os testes de Mari

O treinador faz questão de lembrar que o importante não é o resultado do Grand Prix, mas sim, testar a equipe para as Olimpíadas. É fundamental, para ele, colocar o time para jogar, fazer o Brasil encarar diferentes tipos de jogo. Para isso, seguiu com as mudanças. Dessa vez, usou quem estamos acostumados a ver como titulares: Fabíola, Thaísa, Fabiana, Sheilla, Paula Pequeno, Jaqueline e Fabi.

Brasil-FIVB

Thaísa e Jaqueline na rede. Zé Roberto escalou 'titulares' na segunda semana de GP

Já Mari foi quem teve um teste duplo. Entrou como oposta ainda no primeiro set e no primeiro ataque, ficou no bloqueio. A bola não caiu no chão, mas ela já fez cara feia e ficou cabisbaixa, desistindo com a jogada ainda no meio. Logo saiu. Voltou no set seguinte e, assim como toda a seleção, parecia mais confiante. O time todo começou devagar e abalado pelos 4 a 0 que levou logo de cara da Alemanha. O segundo set também começou com 4 a 0, mas elas logo se recuperaram e isso deu ânimo às titulares e também a quem entrou do banco. Mari correspondeu um pouco mais, com dois pontos.

Só que Paula Pequeno, alvo do saque rival e com dores no cotovelo, teve que sair do jogo. Mari voltou para a quadra, agora como ponteira. Entretanto, ela também estava machucada. Jaqueline acertou uma bola no dedão esquerdo da companheira, o que resultou em dois ligamentos rompidos e o tendão machucado. Mari usou uma proteção na mão e quase não passou, mas ficou em quadra.

Após o jogo, Mari parecia calma e feliz com resultado. Ela conversou com jornalistas e confessou que nunca ficará realmente zerada das lesões (lembrando que ficou fora do Pré-Olímpico por causa de dores no joelho, nas costas e no ombro), mas que agora dá para jogar. Sacrifícios de um ano olímpico. Mas como oposta ou ponteira, ela ainda segue com rendimento abaixo das demais.

O Grand Prix continua e sábado será o jogo contra a Itália. Depois, domingo, será a vez dos Estados Unidos. E a lição do jogo desta noite foi que o saque pode fazer muita diferença, mas também fica o alerta para o começo um pouco ansioso, que não deve se repetir.

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sábado, 12 de maio de 2012 Seleção feminina | 18:26

Brasil vai à final do Pré-Olímpico, e Brait faz sua propaganda

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O Pré-Olímpico Sul-Americano segue como o previsto. A seleção brasileira acabou de vencer a Venezuela por 3 sets a 0 e, como José Roberto Guimarães havia comentado, teve mais trabalho do que nos outros jogos. Mas ainda não acho que alguma coisa preocupe. No domingo, a final será contra o Peru, às18h30. E o campeão do torneio vai para as Olimpíadas de Londres.

Sheilla - CBV

Sheilla saca para o Brasil. Ela se destacou no fundamento na semifinal do Pré-Olímpico

Com o Brasil como favorito, a ideia era usar o campeonato como a primeira chance para mostrar serviço em quadra para José Roberto Guimarães e assegurar uma vaga no elenco para os Jogos Olímpicos.  Cheguei a comentar por aqui se era possível mostrar o que sabia contra rivais mais fracos, mas tem gente que está conseguindo. Em todos os jogos, Zé Roberto troca as líberos em algum momento e neste sábado Camila Brait entrou na vaga de Fabi e fez um belo papel. Salvou bolas no peixinho, ajudou na defesa, na cobertura… A jogadora está fazendo direitinho a sua propaganda para o técnico.

Leia mais detalhes sobre a vitória do Brasil sobre a Venezuela no Pré-Olímpico

A Venezuela pode não ter sido uma rival tão simples – chegou a abrir 3 pontos no terceiro set – mas a seleção soube se impor. O Brasil venceu com facilidade os dois primeiros sets e viu a Venezuela se soltar e deixar o jogo equilibrado. Elas arriscaram no saque e conseguiram vários pontos nos golpes de vista errado das brasileiras. Jaqueline, ao final do jogo, disse para a Sportv que nunca tinha levado tantos aces em uma partida. O problema foram os erros, com mais de 10 serviços para fora…

A Venezuela também descobriu um furo na defesa nas bolas atacadas na cinco, ali, no fundo do lado esquerdo. Com Desiré e a oposta Luz, a equipe marcou alguns pontos por ali e Zé Roberto reclamou com a marcação. Nada muito grave. Mas vale o alerta para arrumar a relação bloqueio e defesa.

Ao final de três sets, a seleção brasileira foi superior no ataque com Jaqueline e Paula Pequeno (que mais uma vez entrou ao logo do jogo) e venceu mais uma. E acho que um ponto de merece destaque é o saque, principalmente com Sheilla. E se a Venezuela forçou e, apesar de alguns aces, errou bastante, o Brasil também fez um serviço firme e preciso. Bom ver isso logo no começo da temporada e que esse saque faça efeito também contra as melhores equipes do mundo.

Agora é jogar com seriedade e concentração a final contra o Peru e carimbar a passagem para as Olimpíadas. O jogo deve ser um pouco mais complicado do que o desta tarde, mas o Brasil segue com a responsabilidade e como o favorito.

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quarta-feira, 9 de maio de 2012 Seleção feminina | 21:24

Primeiro passeio no Pré-Olímpico já foi

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A seleção brasileira feminina de vôlei acabou de vencer o Uruguai na estreia no Pré-Olímpico Sul-Americano. Como era esperado, 3 sets a 0 no placar, com parciais de 25/04, 25/12 e 25/07. O jogo foi fácil e o Brasil tem  muito mais qualidade que o rival, sobre isso não resta dúvida. A saída era manter a concentração e vencer logo a partida, tentando fazer as jogadas combinadas nos treinos e tudo mais. Deu certo.

Veja o set a set da vitória do Brasil na estreia no Pré-Olímpico

fabi

Fabi começou como titular, deu lugar a Brait e voltou no 3º set

A partida em alguns momentos parecia treino de saque. No terceiro set, por exemplo, Paula Pequeno foi para ao serviço no 1 a 0 para as uruguaias e só saiu de lá no 17 a 1, quando finalmente um ataque do Uruguai desviou no bloqueio nacional. Bom para a atacante brasileira, que não falhou nenhuma vez no saque.

As brasileiras sabem que são as favoritas e que são melhores do que todas as outras seleções. Como disse Zé Roberto, seria hipocrisia não admitir o favoritismo. Mas já que a seleção está nesta condição, que faça jus e vença bem todos os jogos, com toda a facilidade.

Enquanto isso, o Zé Roberto vai mexendo e testando o elenco. Ele afirmou, na terça-feira, que ainda não definiu a equipe olímpica e que a briga pelas vagas não iria deixar o time relaxar neste Pré-Olímpico. Fabi e Camila Brait se alternaram como líbero. Fabíola e Dani Lins foram as levantadoras. Sheilla deu lugar a Tandara e Jaqueline saiu para a entrada de Paula Pequeno. Só que volto a questão do post anterior: dá para testar o time contra rivais tão fáceis? Acho que, por enquanto, dá para seguir com o rodízio e com a concentração para mais jogos simples. Nesta quinta-feira será a vez da Colômbia, que é um pouco mais complicada e mais bem organizada que o Uruguai. Mas devemos ter mais um 3 a 0.

Cuba vai ao Pré-Olímpico
Saiu nesta quarta também a decisão de que Cuba vai ao Pré-Olímpico Mundial, no final do mês, no Japão. A seleção, dona de três medalhas de ouro nos Jogos, conseguiu uma ajuda financeira da FIVB e vai disputar o torneio. Por lá, vai enfrentar rivais complicadas como Rússia e Sérvia, mas acho que a notícia é boa. Cuba, como comentaram por aqui, é sim um time muito marrento, que vive de provocação. Eu não gosto desse tipo de jogo. Mas não se pode esquecer a tradição do país no esporte, os títulos….

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sexta-feira, 6 de abril de 2012 Superliga | 23:29

E a final será Unilever x Sollys mais uma vez…

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Começa Superliga, termina Superliga e uma coisa não muda: a final. Pela oitava vez consecutiva Unilever vai encarar o Sollys/Nestlé na decisão do torneio nacional. O time do Rio Janeiro venceu o Vôlei Futuro agora há pouco por 3 sets a 0 e avançou à briga pelo título.

Unilever

Juciely ajudou no bloqueio da Unilever. Fundamento fez a diferença mais uma vez

Leia mais detalhes do jogo: Unilever vence Vôlei Futuro e vai a mais uma final de Superliga

E depois de um 3 a 0 no qual só o Unilever jogou e outro jogo decidido no tie-break para o Vôlei Futuro, a partida desta noite começou um pouco devagar. Ninguém atacava a bola de verdade! Era largada de um lado e largada de outro. Aos poucos, as largadas do Unilever cairam mais e o time venceu o primeiro set.

O cenário começou a mudar na segunda parcial. De um lado, Sheilla passou a soltar o braço. Do outro, Paula Pequeno e Fernanda Garay também começaram a atacar mais. O Vôlei Futuro cresceu, liderou, mas falhou. Quando tinha a vantagem e podia decidir e empatar o jogo, pecou nas finalizações e levou a virada e saiu, de novo, derrotado.

Ainda havia o terceiro set, mas o Vôlei Futuro demorou a voltar para a quadra e levou um 7 a 1. Elas até empataram, mas aí o jogo voltou a ser como na primeira partida da série, com o bloqueio do Unilever marcando presença. Foram três pontos em sequência no fundamento no finalzinho da parcial, mais uma vitória, final de jogo e a vaga na decisão. Amanda, que saiu do banco para ajudar no fundo, acabou aparecendo também na rede e foi destaque da partida.

Ninguém estava no auge do ataque nesta noite. Mari pouco apareceu. Sheilla demorou a virar de verdade. Joycinha também mais aliviou do que soltou o braço. Os passes quebrados dos dois lados ajudaram para isso. Mas se não dá para decidir no ataque, a opção é decidir no bloqueio. Parece que foi essa a tática adotada pelo Unilever e que já deu certo em outros jogos da Superliga. O time de Bernardinho pode sofrer na recepção e, muitas vezes, depender do talento de Fernanda Venturini (apesar de eu achar que ela não foi tão bem nesta sexta-feira), mas está se mostrando uma potência e tanto no bloqueio, marcando muito bem os rivais. E o Vôlei Futuro ajudou, sendo pouco agressivo nos momentos decisivos. E lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na decisão…

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domingo, 18 de dezembro de 2011 Superliga | 12:38

Vôlei Futuro parece ter acertado a mão nesta temporada

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Fernanda Garay - Divulgação/CBV

Fernanda Garay é um destaques do Vôlei Futuro na temporada

Pelo menos por enquanto, depois de três rodadas na Superliga, parece que os times do Vôlei Futuro acertaram a mão, principalmente entre as mulheres. A equipe equilibrou forças, ficou mais experiente e, além de liderar o torneio nacional, é o único que ainda não perdeu nenhum set.

O nome da terceira rodada, depois da vitória sobre o BMG/São Bernardo, foi Fernanda Garay, reforço do Vôlei Futuro na temporada. Ela foi a melhor jogadora em quadra na sexta-feira e segue o bom momento vivido desde o começo do ano, com a convocação para a seleção. Garay ajuda no passe e também é uma força no ataque, ao lado de Paula Pequeno, que entrou neo meio do jogo contra o São Bernardo e fez a diferença. Bela contratação de Garay e boa fase de Paula.

E falando em passe, Walweska, nova central, é uma das poucas meios que também fazem fundo. E ter a bola na mão ajuda Ana Tiemi e Ana Cristina, as duas levantadoras. Aí está mais uma vantagem para a temporada. No ano passado, Alisha Glass era a aposta, mas a norte-americana teve uma lesão e voltou para os EUA. Agora, o time tem duas jogadoras na posição.

O banco também teve uma mudança. Paulo Coco no lugar de William. E ele tem um time mais experiente e mais equilibrado em quadra. Apesar de na Superliga ainda não ter encarado as potências, venceu o Paulista diante do Sollys/Osasco com o time o completo.

Depois de uma temporada que era esperado pelo menos a final, o Vôlei Futuro melhorou e parece ter acertado a mão. No masculino, o perfil foi adotar jogadores bons, mas fora da seleção, como Lorena e Piá, e ter o time todo o ano todo. Eles também seguem invictos depois dos 3 a 1 sobre o Londrina na noite se sábado, mas aparecem em terceiro na classificação. Mas a Superliga masculina fica para o próximo post.

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011 Seleção feminina | 15:40

Seleção perde para o emocional… mais uma vez

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A seleção feminina estreou com uma derrota diante dos Estados Unidos na Copa do Mundo. Que a partida seria uma das mais complicadas do torneio, já era esperado. Mas o Brasil tinha que se deixar levar pelo emocional?

Fabi e Dani Lins - Divulgação/FIVB

Fabi e Dani Lins vão para a bola, mas não acham nada

As norte-americanas fizeram o seu jogo. Variaram os ataques, deixaram poucas bolas caírem na defesa e se impuseram. E o Brasil, além de errar demais, perdeu a concentração e se deixou abater ao longo do jogo. “Até quando o Brasil vai perder por problemas emocionais?”, perguntou Newton Carvalho, um dos leitores do blog.

Não sei, Newton. Achei que essa fase já tivesse passado com o ouro olímpico. É tão comum se ouvir que Cuba só sabe jogar na frente no placar, que perde o foco quando leva uma virada. Mas o Brasil tem dias em que vive o mesmo problema. A seleção perdeu a agressividade e a vibração e também perdeu para os EUA.

E se antes a equipe tinha “medo da Rússia”, agora está sofrendo diante das norte-americanas, algozes de Grand Prix. Depois do jogo, Paula Pequeno disse que o time não pode fazer dos EUA um bicho papão. Mas será que já não fez?

A solução para isso pode ser mostrar mais agressividade desde o começo. Os EUA têm volume de jogo, mas algumas bolas cravadas dão confiança ao time! E de nada adianta sacar sem fazer muito efeito, e ainda errar (olha o emocional de novo!).

Se Sheilla não está em sem melhor dia, mesmo sendo uma grande jogadora, deixe Tandara em quadra. Quem está no banco está vendo que acontece e pode entrar com mais vontade de resolver. Essa vontade é que não pode faltar. Também vale lembrar dos meios. Quando o time conseguir usar o potencial de Fabiana e Thaísa, vai ficar mais fácil.

No sábado, o Brasil encara o Quênia e pode ser o jogo para dar moral, já que a seleção será o time superior em quadra. Veremos…

P.s.: Também vi os comentários desses dias sobre o time completo do Brasil no Pan. Foi só a estreia (e sei que em um torneio de pontos corridos isso pode contar), mas vou esperar os próximos jogos da Copa e já comento disso por aqui também.

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terça-feira, 6 de setembro de 2011 Seleção feminina | 20:33

Jaqueline e a briga pelas vagas de ponteiras na seleção

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Jaqueline - Divulgação/FIVB

Depois de perder os primeiros torneios da temporada, Jaqueline volta à seleção

No começo desta semana o técnico José Roberto Guimarães divulgou a lista de convocadas para o Sul-Americano. Ele chamou as 14 jogadoras do Grand Prix e promoveu a volta de Jaqueline ao time nacional (leia mais sobre a convocação para o Sul-Americano). Será a jogadora mais uma a brigar pela vaga de ponteira na equipe?

Pela atuação no Grand Prix, Fernanda Garay ganhou um espaço no time titular. Ela deu estabilidade ao passe e também foi uma boa opção no ataque, se mostrando bem entrosada com Dani Lins. Resta o outro lado da rede.

Mari e Paula Pequeno começaram bem o GP, mas acabaram lesionadas. Já Natália aos poucos volta ao ritmo dos fortes ataques depois da cirurgia para retirar um tumor benigno da canela. Só essas três, se estiverem em forma, já fazem uma boa briga. E vejo nelas grandes qualidades no ataque, o que equilibra com Garay do outro lado (uma ponteira passadora e outra mais atacante).

E Jaqueline? Ela sempre foi apontada por Zé Roberto como mais uma ponteira passadora. Já foi eleita melhor recepção em alguns torneios e pode ajudar no fundo. Além disso, é alta, o que a ajuda no ataque. É preciso ver qual o momento de Jaqueline. Não acompanhei muito a sua volta às quadras desde a perda do bebê e vocês? Viram os jogos do Paulista? Como ela está?

Acho que, nessa disputa, Fernanda Garay pode fazer dupla com Mari, por exemplo. Mas Paula Pequeno e Jaqueline também podem brigar e nesse caso, se ela estiver inspirada, prefiro Jaque pela qualidade no passe. Se precisar de definição no ataque, Natália é a opção. Sobrou para Sassá, que segue como a opção no banco para aliviar quando a recepção não entrar de jeito nenhum.

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domingo, 7 de agosto de 2011 Seleção feminina | 13:35

Saque, bloqueio e reservas para vencer

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O Brasil encerrou a primeira fase no Grand Prix com três vitórias: 3 a 0 sobre o Japão; 3 a 1 sobre a Alemanha e 3 a 0 sobre a Coreia do Sul. De acordo com as estatísticas dos primeiros jogos, a relação saque-bloqueio chama a atenção na seleção.

Bloqueio triplo - divulgação/FIVB

Paula Pequeno, Fabiana e Sheilla crescem para cima do Japão no bloqueio

Thaísa é uma central que vem crescendo nesta temporada e aparecendo até mais do que Fabiana. E para ajudar, outras atletas estão aparecendo no bloqueio, como Fabíola (destaque contra a Alemanha), Paula Pequeno (destaque contra o Japão) e Sheilla e Fernanda Garay, que apareceram bem em todos os jogos. Ou seja, todo mundo com tempo de bola apurado, não apenas as centrais. Nos três jogos, o Brasil foi superior no bloqueio em relação as rivais.

E isso tem contribuição do saque. Contra o Japão, foi a única partida que a seleção acabou atrás no fundamento. Mesmo sem ter pontuado mais, usou bem o serviço para conter a velocidade do ataque asiático. E aqui a levantadora Dani Lins e Sheilla aparecem bem. Foi com passagens delas no saque o Brasil conseguiu arrancar no placar contra Alemanha e Coreia, por exemplo. Parece que o Brasil está usando o serviço com mais consciência e esse é o começo de um bom jogo.

Nesses jogos também duas reservas entraram bem. Fabíola, contra a Alemanha, e Fernanda Garay, contra alemãs e coreanas. A levantadora mudou o jeito de jogar do time e deu mais energia à equipe, segundo Zé Roberto. Já Garay ficou com o lugar de Mari e virou na rede e deu mais estabilidade ao passe.

Apesar das três vitórias, a seleção ainda cometeu erros demais. Contra o Japão, por exemplo, venceu bem dois sets e se perdeu no começo do terceiro. Contra Alemanha, começou a partida devagar e teve que correr atrás. É começo de temporada e pode ser normal estar um pouco desconcentrado, mas dá para manter o nível e segurar esses erros.

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