Publicidade

Posts com a Tag Natália

quarta-feira, 29 de abril de 2015 olimpíadas, Seleção feminina, Superliga | 08:00

“Eu voltei para onde eu queria”, diz Natália, campeã da Superliga

Compartilhe: Twitter

*atualizado

Natália foi a maior pontuadora da final da Superliga, faturou o título com o Rexona/Ades e ainda acabou como a segunda melhor atacante do campeonato. A temporada 2014/2015 será lembrada pela ponteira não só pela medalha de ouro, mas por uma espécie de recomeço. “Eu voltei para onde eu queria”, diz Natália em um papo exclusivo com o Mundo do Vôlei.

Facebook/Rexona-Ades

Emoção de Natália na final da Superliga

A jogadora teve um tumor benigno na canela esquerda e passou por duas cirurgias em 2011. Logo se recuperou, voltou a jogar e até foi para as Olimpíada de Londres. Mas faltava alguma coisa. Faltava ser a Natália desta Superliga.

“Na temporada que fiz aqui no Rio (2011/2012) e na que fui para Campinas (2013/2014), eu não tinha conseguido voltar a jogar porque não estava bem fisicamente. Eu ainda tinha dores na canela, não conseguia saltar. E a minha principal característica sempre foi a força”, lembra. E ela reconhece que precisa da potência para atuar bem. “Eu nunca fui aquela jogadora habilidosa que consegue ficar dando na mão de fora [do bloqueio] e fazendo mil coisas. Eu sempre dependi muito do meu salto e da minha força”, afirma.

Ela fala que, ainda na época do Campinas, as dores na canela passaram, mas ainda faltava recuperar todo o físico e isso abalou a confiança em quadra. “Chega uma hora que bate o desespero porque a cabeça está acostumada com uma coisa e o corpo não respondia ao que eu queria fazer”, confessa.

A jogadora diz ainda que teve medo de não voltar ao alto nível. “Principalmente depois da segunda cirurgia”, pontua.  Na operação, além de ter que colocar uma haste no lugar de parte do osso, precisou fazer um enxerto. “Ninguém do esporte tinha feito isso ainda. Era um caminho que ninguém sabia onde ia dar. Logo que voltei, sentia muita dor. E sabia que dependia da minha força e aquilo me incomodava muito”, recorda.

A plena forma só foi recuperada agora, depois de trabalho físico e apoio de técnicos, como Bernardinho no time carioca e Zé Roberto na seleção, e companheiras. “Essa realmente foi a temporada que eu melhor respondi fisicamente, de voltar a saltar o que eu saltava antigamente, e isso fez eu me sentir muito feliz. A comissão técnica e as meninas me ajudaram muito para eu poder me reerguer e voltar a jogar como eu jogava antes. Estou me sentindo muito bem”, avalia.

Olimpíadas de verdade

Natália disputou a primeira Olimpíada em Londres, 2012, e foi convocada por José Roberto Guimarães mais para compor o grupo do que para jogar de fato. Agora a história é outra. Os Jogos de 2016, no Rio, podem ser as primeiras Olimpíadas de fato da ponteira.

“Em Londres eu estava totalmente em recuperação. Agora vai ser uma grande oportunidade, ainda mais aqui no Brasil. Sempre tem a pressão por ser em casa e eu estou pronta para poder realmente lutar por uma vaga e até mesmo ser titular da equipe. Eu me sinto assim, estou com uma confiança diferente hoje porque eu vi o que posso fazer”, afirma.

Bernardinho x Zé Roberto

Natália conhece muito bem esses dois. Sua primeira convocação para a seleção adulta e o começo do trabalho com Zé Roberto foi aos 16 anos. Recentemente, teve Bernardinho ao seu lado no momento que estava frágil e buscando se encontrar de novo em quadra. Fica difícil escolher.

Reprodução/Instagram

Natália foi destaque da temporada pelo Rexona/Ades

“Os dois têm lugares muito especiais dentro de mim e os dois foram responsáveis pelo que sou hoje”, garante a jogadora. “O Zé sempre foi muito protetor e preocupado. Até no ano passado, que eu estava ainda psicologicamente abalada, ele perguntava como eu estava e queria ajudar. E na Olimpíada, quando ele me levou, ele sabia que não poderia ajudar tanto dentro de quadra, mas ele me achava importante para o grupo e acabou me convocando. O Bernardo se preocupa com todo mundo”, detalha.

O técnico do Rexona também ganha elogios. “O Bernardo é esse cara explosivo em quadra, mas com um coração enorme. Quando a gente está com algum problema, até fora de quadra, ele percebe que você está meio triste e vem: ‘o que foi? Por que você não está bem?’. E ele vem até meio sem jeito falar com você. Quem vê o Bernardinho só ali fora da quadra não imagina isso. Ele é muito humano, é doce de pessoa. Ele chega, faz piadinha. Durante o treinamento ele dá uns puxões de orelha na gente, mas a maioria do tempo, quando não é dia de jogo, ele é tranquilo e descontraído”, conta. “O grande motivo para eu ter vindo para cá foi para trabalhar com ele, para poder aprender. Ele é uma bíblia de ensinamentos”, completa

E quem vence a disputa? “Não vou escolher, até para não dar briga”, responde Natália aos risos. “Não dá para escolher. Os dois têm seu lado paizão, querem ajudar e fazem muito bem os seus papeis”, fala.

Mas agora não é hora de pensar em técnicos ou seleção. Natália ainda tinha um compromisso importante com o Rexona. O time encerrou a temporada com o Mundial de Clubes. Mas na Suíça, a equipe não repetiu o desempenho da Superliga e acabou fora do pódio, apenas com o quarto lugar na competição.

Autor: Tags: , , , , , , ,

domingo, 26 de abril de 2015 Superliga | 13:47

Título do Rexona coroa despedida de Fofão e volta da Natália

Compartilhe: Twitter
Divulgação/Rexona-Ades

Fofão levanta taça de campeã da Superliga. Ela ainda foi eleita a melhor da final

E na velha e conhecida final da Superliga feminina, deu Rexona/Ades para cima do Molico/Nestlé com 3 sets a 0 no placar (25/21, 25/23 e 25/19). É um título para coroar a carreira de Fofão, que disputou a sua última Superliga, e também para mostrar que Natália voltou a ser aquela jogadora de potência que já foi destaque em seus times e na seleção.

Aos 44 anos, Fofão se despede das quadras com o ouro olímpico de Pequim 2008 e, agora, cinco títulos nacionais. A levantadora foi reserva de Fernanda Venturini por tempos e tempos e, quando assumiu a vaga, honrou a camisa da seleção e das equipes. Na final deste domingo, teve lances conhecidos de Fofão, como os saques táticos e os levantamentos na medida até nas bolas de manchete. Também errou uma bola e teve dois toques (bem dos duvidosos) marcados em outra, mas faz parte, claro. Fofão deixa as quadras mostrando como é ser uma jogadora serena, que comanda na habilidade e não no grito, que é, literalmente, a cabeça do time. Parabéns, é só isso que posso dizer!

Essa temporada também foi a volta, de fato, de Natália na equipe do Rio de Janeiro. A ponteira vinha em boa fase quando teve um tumor benigno na canela esquerda, em 2011. Ela passou por cirurgia, logo voltou a jogar e conquistou o bicampeonato olímpico em Londres 2012. Mas faltava alguma coisa. Fazia tempo que Natália não era decisiva, não era aquela jogadora de potência. E ela foi nesta temporada.

Além de acabar a Superliga como a segunda melhor atacante da competição, perdendo para a companheira Gabi, Natália foi peça chave na final. Logo de cara, foi a mais acionada por Fofão e correspondeu. Colocou nove bolas no chão só no primeiro set e cometeu o primeiro erro só na reta final da parcial. Depois, sofreu com o passe (que tem melhorado, mas sempre foi o ‘tendão de Aquiles’ da jogadora) e perdeu um pouco a virada de bola. No final, no terceiro set, voltou a virar e ajudou o Rexona a liquidar a partida. Fechou o jogo como a maior pontuadora, com 16 acertos, e como a Natália que conhecemos.

Foi assim que veio mais um título para o time do Rio de Janeiro, o terceiro em sequência e o 10º no total. Veja um pouco da partida set a set:

Natália foi a maior pontuadora da final da Superliga

Natália foi a maior pontuadora da final da Superliga

O Rexona venceu o primeiro set com Natália e bloqueios. A ponteira foi bem acionada por Fofão e marcou nove pontos. Já no bloqueio, foram 5 pontos a 2 (e vale lembrar que esse fundamento colocou o Molico na semifinal e ajudou em toda a Superliga). O time carioca ainda se aproveitou de contra-ataques e foi abrindo, chegando a 17 a 10. Entretanto, depois de 22 a 14, o Molico/Nestlé se acertou no saque, atrapalhou o passe carioca e cresceu. Chegou a encostar, mas o Rio voltou a usar Natália e fechou em 25 a 21.

Já a segunda parcial começou mais equilibrada. Do lado do Osasco, Mari seguiu em quadra no lugar de Ivna. Mais tarde, Gabi deu lugar a Samara. O time carioca, aos poucos, abriu. Se no primeiro set quem virou mais foi Natália, agora foi a vez de Régis e Gabi. Depois de um rali, o Rexona definiu e abriu 17 a 13. Amanda entrou para o saque e marcou no erro de recepção de Mari para fazer 18 a 13. De novo, a equipe do Osasco buscou a reação, como tinha feito na primeira parcial. Elas encostaram em 19 a 18 com um erro de Gabi e ainda tiraram set points, mas de novo o time carioca se segurou e fechou em 25 a 21.

A terceira parcial era a única chance de o Osasco tentar reverter a situação da final. E elas saíram na frente. Aos poucos o saque paulista entrou e ajudou o bloqueio a funcionar. O Molico abriu 9 a 5 após um bloqueio. Entretanto, o Rexona não se entregaria. O empate veio em 12 a 12, no erro de Mari. Na bola de xeque de Natália, 16 a 15 para a equipe carioca. A reta final do set foi um show de defesas. Pelo Molico, Carcaces soltava o braço e tentava virar. Do outro lado, Gabi e Fabi se colocavam na frente da bola para defesas incríveis e contra-ataques do Rexona, que se segurou à frente e liquidou o jogo.

O time do Rio de Janeiro começou embalado e soube se manter firme quando o Molico/Nestlé tentou reagir. E a equipe de Osasco pareceu mais nervosa, desperdiçou contra-ataques e jogou abaixo do que era preciso na final. Thaísa, sempre um pilar do elenco, não foi tão bem. Faltou aquele gás a mais, já que elas conseguiam uma reação, mas logo eram paradas de novo. Ficou para a próxima. Que venham mais finais de Superliga para gente curtir!

Autor: Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 10 de abril de 2015 Superliga | 13:56

Com saque em um set e bloqueio nos outros, Rexona vai para a final da Superliga

Compartilhe: Twitter

De novo, o time do Rio de Janeiro é finalista da Superliga feminina. O Rexona/Ades venceu o Camponesa/Minas na noite de quinta-feira por 3 sets a 0 (25/17, 25/18 e 25/21) e vai disputar a decisão do torneio nacional pela 11ª vez consecutiva. A gente está cansado de saber que uma boa combinação saque e bloqueio ajuda, e muito. A equipe de Bernardinho levou isso ao pé da letra.

Divulgação/CBV

Rexona é finalista da Superliga feminina

No primeiro set, o saque foi o que fez a diferença. Com seis aces contra nenhum do Minas, as cariocas foram crescendo e dominando o placar. A partir do segundo set, ainda com o serviço entrando, o bloqueio apareceu mais. Foram quatro pontos na segunda parcial e sete na terceira. O resultado foi o 3 a 0 no placar.

Veja como foi a vitória do Rexona set a set

No primeiro jogo da série semifinal, muitos reclamaram que o Minas acabou prejudicado por erros da arbitragem. Agora, acho que os juízes não interferiram no resultado. O Rexona errou menos e apareceu mais no jogo. Carol foi bem saque e Juciely, bem no bloqueio. Natália foi a maior pontuadora, com 18 bolas no chão. E Fofão é a Fofão. Em um lance já no final do jogo, ela levantou uma bola para trás com um passe C e deixou na pinta para Régis bater.

Do outro lado, o Minas não pode ser ignorado. A equipe cresceu muito de produção com Jaqueline e realmente conseguiu virar uma das favoritas ao título depois de derrapar no começo da Superliga. Como Walewska já tinha falado na primeira partida semi, a inexperiência de algumas jogadoras pode ter pesado. Mas ficar entre os quatro é um feito e tanto. No começo da temporada, a aposta era, por exemplo, que o estrelado Dentil/Praia Clube fosse mais longe. Mas o Camponesa/Minas que acabou entre os quatro melhores.

Hoje temos que comemorar sim de estar entre os quatro melhores times, diz Walewska

E agora, repito a pergunta do outro post sobre as semifinais: será que a velha e conhecida decisão vai se repetir? O Rexona fez a parte dele e, nesta noite, o Molico/Nestlé recebe o Sesi. O time de Osasco venceu a primeira e está na vantagem. Veremos…

Autor: Tags: , , , , , , ,

sábado, 12 de abril de 2014 Superliga | 16:39

Unilever cresce, conta com defesas de Fabi e faz outra final

Compartilhe: Twitter

A equipe do Unilever assegurou a sua vaga na final da Superliga 2013/2014. Depois de uma temporada de tropeços, o time de Bernardinho chegou aos playoffs sem o mesmo favoritismo de antes, mas fez jus a camisa, cresceu na hora certa (como já comentávamos no post anterior) e fechou a semifinal com 3 sets a 2 diante do Vôlei Amil e 2 a 0 na série.

Festa do Unilever na semifinal no Maracañazinho

Festa do Unilever na semifinal no Maracañazinho

Achava que esse ano a Superliga poderia ter uma final diferente depois de algumas atuações do Unilever ao longo do torneio. Também apostava o Vôlei Amil pudesse interromper a hegemonia carioca. Errei. A equipe de Bernardinho fez logo 3 a 0 na primeira partida da semifinal e mostrou tranquilidade e personalidade para acabar com a série neste sábado.

Pelo primeiro set, parecia que seria diferente. Com Natália inspirada e bom saque, o elenco de Campinas venceu sem problemas. Na segunda parcial, o cenário de inverteu e quem passou a acertar passes e jogadas foram as cariocas, que empataram o jogo. Vitória de novo da Unilever no terceiro set e empate mais uma vez com parcial para o Vôlei Amil logo em seguida. Aí, na hora da decisão, calma e precisão do lado carioca.

O tie-break chegou a ficar 14 a 10 para o Unilever depois de erros de ataque de Tandara e Kristin. Mas com um ace e dois bloqueios, as campineiras empataram em 14 a 14. Isso dá moral para qualquer um crescer e virar de vez o jogo. Mas não foi assim. O Unilever recuperou o match point e colocou a bola no chão para vencer e avançar para a final.

A diferença na dinâmica do jogo me chamou a atenção. Tirando os problemas no passe vividos dos dois lados, tanto a defesa campineira como a carioca estavam presentes. Só que do lado do Vôlei Amil, a impressão era que a bola apenas subia e era preciso passar como fosse possível para seguir a jogada. Já no Unilever, até nas defesas as bolas sobravam melhores para Fofão, fluindo mais o jogo.

E para isso, méritos de Fabizinha. Ela estava em todas as bolas e salvou muitas jogadas, entregando bem para que Fofão seguisse com a armação. A líbero foi eleita a melhor em quadra com louvor. Fofão, aos 44 anos, dispensa comentários pela calma para decidir as jogadas e leitura da partida. E outra que merece destaque é Carol. A jovem central conquistou a vaga de titular nesta temporada, comandou o bloqueio no primeiro jogo da semi e foi a maior pontuadora do time carioca neste sábado.

Sesi na frente

Enquanto isso, na outra semifinal, caiu a invencibilidade do Molico/Nestlé. O time de Osasco, que não perdia há 28 jogos, ou seja, toda a Superliga, levou 3 sets a 1 do Sesi em casa na noite de sexta-feira. E aqui os méritos vão para a dupla Dani Lins e Fabiana. A levantadora soube distribuir muito bem as jogadas e a central é aquela velha conhecida da seleção desde meados da Superliga.

E durante o jogo tive a impressão de ver o Sesi mais solto em quadra. Em alguns momentos, como no final do segundo set, se não me engano, o Molico reagiu e o time de Talmo ameaçou ficar nervoso. Mas se segurou e venceu. No geral, parecia que as jogadas do time de Osasco eram mais forçadas enquanto o jogo fluía melhor do outro lado.

E agora, o que vem pela frente? O Sesi chegou a ser 10º colocado no torneio e melhorou muito depois da Copa Brasil. Depois disso ainda foi campeão sul-americano justamente diante do Molico. Será que a final vai ser diferente graças ao Sesi? Ou o Molico/Nestlé reverte a série e repete a decisão contra o Unilever? Eu é que não vou arriscar nenhum palpite…

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 9 de abril de 2014 Superliga | 11:18

Será que o Unilever chega lá mais uma vez?

Compartilhe: Twitter

O Unilever não fez uma temporada dos sonhos. Na fase de classificação da Superliga, por exemplo, somou seis derrotas, incluindo tropeço para o Rio do Sul, e ainda passou sufoco em outros jogos. A dificuldade continuou no primeiro confronto das quartas de final, quando venceram o Pinheiros apenas no tie-break. Na segunda partida, vitória por 3 a 0 e vaga na semifinal assegurada. E na noite de terça-feira, na abertura da série que leva para a decisão, mais um 3 a 0, agora para cima do Vôlei Amil. O time se encaixou de vez?

Mais sobre o jogo: Unilever larga na frente do Vôlei Amil nas semifinais da Superliga feminina

Mihajlovic - Divulgação

Mihajlovic foi a maior pontuadora do Unilever no primeiro jogo da semifinal da Superliga

No jogo em Campinas, o Unilever mostrou volume de jogo e paciência para buscar o placar quando era necessário. E nesses momentos o bloqueio apareceu e travou as opções de Claudinha, levantadora do outro lado da quadra. Teve uma hora que era bola para Tandara que ficava no bloqueio. Depois bola para Natália e mais um bloqueio. E ainda jogada com Carol Gattaz e o quê? Outro bloqueio. O destaque no fundamento foi Carol, que marcou metade dos pontos do time carioca na rede (foram 12 bloqueios certeiros no total).

Para colaborar, a sérvia Mihajlovic comandou o Unilever com 19 dos 42 pontos de ataque da equipe no jogo (ela ainda marcou um ponto de bloqueio e um ace). Ela pouco se importou com o bloqueio do Vôlei Amil…

Ainda foi a primeira partida da série semifinal e o time de Campinas tem elenco para se recuperar lá no Rio de Janeiro. Não pode é ficar no “feijão com arroz” como criticou José Roberto em um dos tempos técnicos já no terceiro set. Do outro lado, o Unilever cresce no momento certo da competição e lembra que mais uma final entre Rio e Osasco ainda pode, sim, acontecer.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

domingo, 7 de abril de 2013 Superliga | 17:29

Os ingredientes da final da Superliga feminina

Compartilhe: Twitter

A Unilever recuperou o título da Superliga feminina com o 3 sets a 2 para cima do Sollys/Nestlé na decisão deste domingo. Acompanhei de perto a decisão, que teve alguns ingredientes marcantes. Em quadra, jogadoras experientes e novatas. A pressão da final foi sentida pelos dois lados. Nas arquibancadas, uma festa linda azul e laranja. Vamos a um pouco mais desta final…

Final da Natália

Natália comemora com Fabi o título da Superliga

Ela recebeu a última bola do jogo e colocou no chão. A jogada coroou uma temporada de recuperação depois de um ano sem jogar por causa do tumor na canela. E uma frase de Lucimar Pereira, mãe de Natália, resume tudo: “Hoje eu senti que a minha filha está curada, tanto do tumor quanto da parte piscilógica. Hoje foi a grande vitória da vida da Natália”.

Minha primeira final, meu primeiro ouro
O Sollys/Nestlé x Unilever reúne campeãs olímpicas e quem é ídolo da torcida. Mas também têm novatas que fizeram a diferença. A canadense Sarah Pavan, por exemplo. Ela chegou nesta temporada, foi maior pontuadora em diversos jogos e repetiu o desempenho na final, com 22 bolas no chão. Falei com ela após o jogo e ela estava feliz pelo desempenho, claro, que confessou ter sofrido de ansiedade antes da partida.

Quem pareceu ansiosa foi Gabi. A menina de 18 demorou um pouco a entrar no jogo e apareceu junto com a virada do Unilever. Mas era de se esperar que ela sentisse a pressão por estar na primeira final, em um ginásio lotado. Depois, fez a sua parte e contribuiu.

Coração das experientes
Na ala das mais experientes, Fabi e Fofão. E depois do jogo, as duas falaram que colocaram o coração na quadra. Para Fabi, isso ajudou no tie-break. E Fofão tentou se controlar nas comemorações para se poupar por causa de dores na panturrilha, mas esqueceu de tudo com a bola em jogo e vibrou. Nas palavras dela, se sentiu como uma garotinha. E final é isso mesmo. Pode ter os anos de experiência que for, tem que ter coração também.

Baixinha é gigante no bloqueio

Alexandre Arruda/CBV

Juciely é a dona do melhor bloqueio da Superliga e foi destaque do tie-break

Uma das jogadoras que atua com o coração é  Juciely. Quando ela está do lado de fora na passagem de Fabi na quadra, a central pula, comemora os pontos e não para. Em ação, se concentra e não foge da responsabilidade. Neste domingo, começou bem no quinto set e ajudou o time a abrir vantagem. E, em terra de centrais gigantes, ela se destaca como bloqueadora com seus 1,84m. Tanto que foi eleita a melhor na posição na Superliga e foi quem mais marcou no fundamento na final, com cinco pontos.

Torcida, do começo ao fim
O jogo foi em campo neutro, mas Osasco é do lado de São Paulo, então, a torcida do Sollys/Nestlé compareceu em peso ao Ibirapuera. E fez barulho o tempo todo. Do banco, quando a Unilever começou a reagir, a levantadora reserva do time paulista Karine comandou os fãs. Levantou os braços, pediu apoio e foi atendida. Em quadra, o Sollys tentou corresponder, mas parou no terceiro set e não voltou mais para o jogo.

A torcida aplaudiu o time e teve respeito. Mas se o ginásio começou com uma festa laranja, terminou azul pelos torcedores da Unilever. E o time retribuiu. Muito depois da bola decisiva de Natália, todas as jogadoras campeãs ficaram em quadra para atender a imprensa e para passar um tempo enorme tirando fotos e dando autógrafos para a torcida. Perdi a conta de quantas vezes vi o pessoal da comissão tentar “resgatar” as jogadoras e fazê-las seguir para o ônibus. Mas tem que ser assim mesmo! Torcida apoia e merece uma resposta.

Falta de organização
Foi preparada uma grande festa para a final. E realmente foi um espetáculo, com dança, DJ, luzes e mais. Só faltou organização ao final do jogo com a imprensa. Sofremos para entrar na quadra e fazer o nosso trabalho. Fica a dica para a final masculina na semana que vem…

Festa, choro e dança
A final teve choro das campeãs e das derrotadas. Não deve ser fácil abrir 2 a 0, ter chances de liquidar o jogo e levar a virada como foi para o Sollys/Nestlé. Até um time formado pela seleção brasileira pode sentir a pressão. Do outro lado, sensação e emoção pelo dever cumprido. No pódio, muita dança até o funk lek lek lek. Era o momento delas e ali, vale tudo. O importante era a medalha de ouro no peito.

Alexandre Arruda/CBV

Unilever comemora octa na Superliga

Autor: Tags: , , , , , ,

sábado, 9 de março de 2013 Superliga | 12:49

Unilever e Sollys saem na frente. Teremos mais do mesmo?

Compartilhe: Twitter

*atualizado

Acabou agora há pouco, na manhã deste sábado, a primeira rodada da semifinal da Superliga feminina 2012/2013. E se na noie de sexta-feira, na primeira partida da série, a Unilever passou pelo Sesi por 3 a 1, agora foi o Sollys/Nestlé quem venceu o Vôlei Amil, pelo mesmo placar. Caminhamos para o mais do mesmo com Rio x Osasco na decisão?

Divulgação

Bloqueio da Unilever, e todo o sistema defensivo, se encaixou bem contra o Sesi

Estive no ginásio da Vila Leopoldina para o duelo Sesi x Unilever. Depois de um primeiro set muito forte, o Sesi foi se perdendo e parando no sistema defensivo da Unilever, que não só se armava bem no fundo de quadra, como também fazia uma ótima marcação no bloqueio. Tudo isso com a aquela velha conhecida fórmula, de que um bom saque já é meio caminho andado. Foram sete pontos em aces contra apenas dois da paulistas.

>>Leia mais sobre Sesi x Unilever na semifinal da Superliga

E o Sesi sentiu  virada. Ali, do lado da quadra, dava para ver o rosto um pouco abatido de algumas atletas. A Unilever achou tempo na marcação de Tandara e neutralizou a principal atacante do time rival e maior pontuadora da Superliga. Com isso, o time foi ficando cabisbaixo. Quando acontecia um erro, lá vinha a experiente Elisângela falando “calma, calma, vamos para o próximo”. Mas não deu, defendendo mais, a Unilever foi abrindo no placar e virou a partida. Gabi foi a maior pontuadora, com 19 acertos, e Natália ficou com troféu de melhor em quadra. O primeiro favorito a chegar à final fez a sua parte.

Dani Lins conversou com o blog e falou desse abatimento do time em quadra e dos erros da partida. Veja no vídeo abaixo:

Divulgação

China com Thaísa foi um arma do Sollys contra o Vôlei Amil

Neste sábado, o Sollys/Nestlé recebeu o Vôlei Amil e pelo primeiro set, quando o time da casa não se achou no passe, parecia que a coisa iria complicar. Entretanto, a mudança de quadra fez bem. A recepção saiu no segundo set e Fabíola fez a festa com Thaísa na china. Foi uma lavada com placar de 25 a 10. Acho que o Vôlei Amil praticamente não pontuou no contra-ataque! Tudo seguiu funcionando para o lado de Osasco no terceiro set e o Vôlei Amil só voltou a equilibrar na última parcial, quando levou o jogo empatado por boa parte do tempo. Porém, no final, o Sollys voltou a virar mais e acabou com o jogo.

>>Leia mais sobre Sollys/Nestlé x Vôlei Amil na semifinal

Pelo que deu para perceber nos primeiros jogos, o Sesi, se estiver em um dia de Tandara e outras inspiradas (como Bia, que fez ótimos jogos no ataque e no bloqueio), vai dar mais trabalho a Unilever do que o Vôlei Amil pode oferecer para o Sollys. O time de Campinas pode reagir se encaixar o passe e ganhar opções de ataque e contar com Ramirez soltando o braço, como fez no duelo contra o Pinheiros nas quartas. Veremos como serão os segundos jogos das semis, no final de semana que vem!

Superliga masculina

Começaram também os playoffs da Superliga masculina. E como foi na primeira rodada das quartas para as mulheres, os jogos aqui foram dentro do esperado. Os líderes venceram em sets diretos e quem ficou no meio da tabela na fase de classificação fez os duelos mais equilibrados.

O RJX, primeiro no returno, marcou 3 a 0 diante do São Bernardo em casa. O mesmo para Sada/Cruzeiro, vice na etapa anterior, que bateu o Volta Redonda. Já o Sesi, além de ter jogado sob mais uma chuva torrencial em São Paulo, caiu diante do Canoas por 3 a 2 depois de três horas de duelo. E para fechar, agora há pouco, o Vivo/Minas passou pelo Medley/Campinas também por 3 a 2 fora de casa.

As quartas de final seguem a partir de terça-feira. Como sabem, quem vencer duas avança para as semifinais. E se no feminino o favoritismo é para Unilever e Sollys/Nestlé, quem avança no masculino? Aqui acho que é mais difícil apostar…

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

sábado, 19 de janeiro de 2013 Superliga | 16:16

Virada da Unilever e, mais uma vez, falta de decisão no Amil

Compartilhe: Twitter

Unilever repetiu o placar do primeiro turno e venceu o Vôlei Amil neste sábado na Superliga feminina. Com ajuda de Bernardinho, time carioca conseguiu uma virada e fechou o jogo em 3 sets a 1. Do lado de Zé Roberto Guimarães, mais uma vez faltou saber decidir na hora certa.

Leia mais sobre a partida

No começo, as visitantes de Campinas estavam melhores. Daymi e Vasileva comandaram os ataques e a equipe mostrou volume de jogo. No primeiro set, fechou com uma largadinha linda de Daymi que, com um toque, achou o buraco no fundo da quadra adversária. Depois, começou liderando a segunda parcial e esboçava mais uma vitória. Aos poucos, elas foram errando mais, decidindo menos bolas e deixando a Unilever crescer.

Do outro lado, Bernardinho mexeu na hora certa. Tirou Natália que pouco estava resolvendo e colocou Régis. Também mandou Gabi, que já havia levado alguns bloqueios, para o banco e escalou Logan Tom (falando isso, por que a norte-americana começou na reserva?). A equipe reagiu, o passe saiu mais na mão de Fofão, que pode variar mais e colocar as centrais no jogo, e as cariocas passaram a dominar a partida. E Régis ainda foi eleita a melhor em quadra. Méritos para o treinador, que fez a coisa certa naquele momento

Bobear não é uma novidade para o Vôlei Amil e o próprio Zé Roberto já reclamou disso em outros jogos. E a equipe sabe recuperar bolas, se defender, mas tem que definir também. Após a partida deste sábado, o comentário de Walewska foi o seguinte:  “Temos que aprender a finalizar os sets e a jogar com time fortes”. Fernandinha seguiu a mesma linha: “Há momentos em que precisamos ser mais incisivas, agredir mais, desde o saque até a cortada”. Precisa dizer mais alguma coisa?

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012 Superliga | 12:13

Sesi desencanta na Superliga masculina, e Minas supreende

Compartilhe: Twitter

Rodada cheia da Superliga na terça-feira… E o Sesi, apontado como um dos favoritos antes da estreia do torneio, finalmente desencantou e venceu  a primeira na competição masculina. O time de Giovane perdeu as três primeiras partidas, contra São Bernardo, Medley/Campinas e Vôlei Futuro e, agora, bateu o UFJF por 3 sets a 0.

Lorena - Divulgação/CBV

Com Lorena, Sesi venceu a primeira depois de três tropeços na Superliga

O que aconteceu com os paulistas? As lesões atrapalharam no começo da temporada. Lorena ficou fora para tratar a panturrilha, Éder sofre de pubalgia, Léo Mineiro foi operado e Murilo e Sidão jogam com dores. Faltou gente para entrar e segurar o nível contra equipes com menos estrelas, como o São Bernardo ou o Campinas, mas que têm jogadores com potencial para jogar duro.

Leia mais: Vôlei Amil vence duelo paulista e Unilever é surpreendido na Superliga feminina

A partida da terça-feira era a chance de recuperação. O Sesi é superior ao time de Juiz de Fora e ainda teve Lorena em quadra, para ser o cara de segurança e virar nos contra-ataques. Ainda é começo de campeonato, não dá para cobrar muito, mas é bom abrir o olho porque a sequência da equipe paulista não será nada fácil. Murilo e companhia encaram RJX no sábado e Sada/Cruzeiro na semana que vem, os dois invictos no torneio. Depois, pega o Vivo/Minas, que pode dar trabalho, e deve ter um respiro só contra o Canoas, time também com bons jogadores, mas que ainda não emplacou na Superliga, com uma vitória e duas derrotas.

Enquanto isso, como até já comentaram por aqui, os mineiros seguem firmes e fortes! Além do Sada/Cruzeiro, que venceu o Volta Redonda na terça-feira, o Usiminas/Minas surpreendeu com vitória sobre o Unilever na Superliga feminina. Em casa, elas souberam decidir nos finais dos sets, contaram com 18 pontos de Lia e marcaram 3 a 0 para cima do time de Bernardinho. E a Unilever estava com suas estrelas em quadra. Só Natália, com uma contratura na coxa, foi poupada. E falando nisso, que hora de ter uma lesão, hein? Justo quando estava recuperando o ritmo depois de um ano parada? Que não seja nada grave mesmo…

Voltando aos mineiros, o Banana Boat/Praia Clube é o único time invicto entre as mulheres. Dessa vez, elas venceram o São Caetano, por 3 a 1. Ainda não consegui acompanhar o time de Uberlândia, mas os números são animadores, não?

No mais, o Vôlei Amil bateu o Sesi em um jogo um pouco estranho, com altos e baixos dos dois lados. Parecia que o jogo iria engrenar para um dos lados, mas não foi bem assim. No segundo set, o Sesi estava a ponto de fechar e deixou o Vôlei Amil virar. No final, levou a parcial, mas acabou perdendo o terceiro set por 25 a 15. Depois, as paulistanas devolveram o passeio com 25 a 14. E no tie-break, com um pouco mais de equilíbrio, vitória do Campinas. Entretanto, o que é visto a cada partida é que Vasileva chegou mesmo para ser uma referência no Vôlei Amil. Ela tem o braço pesado e assume a responsabilidade de virar a bola. Foi uma boa aposta de Zé Roberto.

Autor: Tags: , , , , , , ,

quarta-feira, 28 de novembro de 2012 Superliga | 08:49

Noite de Natália e Vasileva no duelo Zé Roberto x Bernardinho

Compartilhe: Twitter

A partida entre Vôlei Amil e Unilever lotou o ginásio em Campinas e era, sem dúvida, a mais aguardada da segunda rodada da Superliga feminina 2012/2013. Fora de quadra, o reencontro de José Roberto Guimarães e Bernardinho em um jogo nacional. Dentro, ótimas pancadas no ataque e no saque e 3 sets a 1 para o Unilever.

divulgação

Búlgara Vasileva foi a maior pontuadora do jogo, com 18 acertos

Os dois treinadores, como todos sabem, tiveram suas desavenças nas Olimpíadas de Atenas (leia mais), e se afastaram. Um ficou no Brasil no comando da equipe do Rio de Janeiro e o outro foi para Itália, Turquia… Agora, o reencontro que era comentado desde que Zé Roberto anunciou o projeto em Campinas. E o que se viu? Dois técnicos influentes, cobrando do lado de fora da quadra, fazendo o seu papel. Depois do jogo, um cumprimento rápido e acabou. Pronto, eles ficaram frente a frente e se respeitaram. Agora vamos deixar as mágoas deles para lá e falar de jogo?

A partida, na minha opinião, teve alguns destaques importantes. Durante todo o Campeonato Paulista, muito se falava da chegada da búlgara Vasileva, que seria, apesar dos 22 anos, uma segurança para o ataque do Vôlei Amil. Mais do que isso, seria uma opção de troca e de inversões. Pois ela jogou de fato na terça-feira (já havia entrado alguns instantes na estreia contra o Sollys/Nestlé, mas ficou pouco em quadra) e mostrou a sua cara. A jovem tem ataque potente e, sim, virou uma referência, tanto que foi a maior pontuadora da partida. Ela vai dar trabalho…

Veja como foi o jogo set a set e outros resultados da rodada

Do outro lado, Natália parece estar mesmo de volta. Ela já tinha atuado na estreia contra o São Caetano e seguiu no time da Unilever. Consciente no ataque, ela foi a melhor em quadra. A ponteira soube mesclar bolas mais fortes com outras colocadas e correspondeu quando acionada por Fofão. Ainda precisa ganhar um pouco mais de ritmo, mas parece recuperada completamente dos problemas na canela e é um nome e tanto para o elenco carioca.

No jogo, o Vôlei Amil pecou pelo excesso de erros. Foram 12 apenas no primeiro set. Sem contar com os inúmeros saques errados. O time conseguia recuperar a bola e mandava o serviço para fora ou na rede. A exceção é a levantadora Fernandinha. Entretanto, a equipe endureceu o jogo com a entrada de Vasileva (do final do primeiro set até a conclusão da partida). E foram com as pancadas da búlgara que elas, depois de terem perdido dois sets, viraram e venceram a terceira parcial.

divulação

Natália foi a melhor em quadra na vitória do Unilever

A noite, porém, era do Unilever. Nos momentos de decisão, o time de Bernardinho se mostrou mais tranquilo para definir. O tempo todo elas foram melhores no bloqueio, com méritos para Juciely, e, depois da derrota no terceiro set, cresceram com os ataques da canadense Sarah Pavan e mais uma vez com Natália e dominaram o cenário. No final, 3 sets a 1 e vitória para Bernardinho e companhia.

Ainda é muito cedo para imaginar qualquer coisa desta Superliga, mas vamos lá. Logan Tom, Sarah Pavan e Vasileva chegam para dar uma cara diferente ao jogo. Todas tem um saque viagem potente, o que é bom para variar daquele “chapado” que muitas brasileiras fazem. E enquanto a norte-americana dá volume, as outras duas garantem lindos ataques. Além disso, o Unilever aprendeu com a temporada passada e agora tem banco para mexer, por exemplo. Já o Vôlei Amil precisa errar menos e ter tranquilidade para definir. A equipe tem bom posicionamento e sabe defender, tanto que o Unilever demorou a conseguir colocar bolas no chão, mas tem que liquidar os contra-ataques também. Mas que a chegada de Vasileva vai ajudar e muito, disso acho que ninguém duvida.

Autor: Tags: , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. 5
  7. Última