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Posts com a Tag Murilo

terça-feira, 28 de abril de 2015 Diversos | 10:35

Lucão no time dos casados

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A Superliga acaba, os jogadores começam a curtir os dias de férias e aproveitam para se casar! Foi assim com Sheilla, Camila Brait e agora, com Lucão.  O central vice-campeão nacional pelo Sesi e da seleção brasileira trocou alianças com Beatriz na noite de segunda-feira (27) em São Paulo, na Igreja Nossa Senhora do Brasil.

A cerimônia, como esperado, reuniu diversos nomes do vôlei como Murilo e Jaqueline, Lucarelli, Éder, Gustavão… E a festa contou com muita música sertaneja com as duplas Cesar Menotti e Fabiano, Fernando e Sorocaba, Jorge e Matheus e mais. A #casamentobiaelucao bombou nas redes sociais e rendeu cliques dos bastidores e de momentos da união. Veja na galeria abaixo:

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015 Superliga | 09:30

Clássico para recomeçar a Superliga em 2015

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A Superliga 2014/2015 voltou nesta semana e com um jogo que é clássico de São Paulo. O Sesi, da capital, recebeu o Taubaté Funvic, do interior, na noite de terça-feira e deu o troco. Depois de ter perdido no turno por 3 a 0, devolveu o placar e agora venceu em casa em sets diretos (27/25, 25/20 e 25/21). Lucarelli foi o maior pontuador, com 15 bolas no chão.

Facebook/Sesi

Murilo volta a ser relacionado no Sesi

E é bom começar o ano com clássico, afinal, são dois times candidatos ao título. O Sesi demorou a se encaixar na Superliga e teve altos e baixos no primeiro turno. Já o Taubaté veio embalado pelo título no Campeonato Paulista, justamente sobre o Sesi, e com seu elenco de famosos como Dante, Lipe, Lorena e companhia, segue entre os primeiros colocados.

Uma boa notícia da noite foi Murilo escalado no Sesi. O ponteiro voltou depois de ficar três meses afastado após mais uma cirurgia no ombro direito. Ele passou pela primeira intervenção em maio de 2013 e demorou a voltar a se aproximar daquele jogador que foi eleito o melhor do mundo. Parecia que faltava confiança no saque e, principalmente, no ataque. E Murilo é, sim, importante na linha de passe, mas faz diferença na rede também. Em 2014, foi melhorando ao longo da Liga Mundial e já voltava a comandar no Mundial. Entretanto, logo depois do torneio teve que parar para a nova cirurgia.

Desta vez, o procedimento, que não teve ligação com a primeira cirurgia, foi para corrigir uma anomalia na articulação do acrômio clavicular do ombro direito, problema causado pela atrofia dos músculos e que provocava sobrecarga na região. A previsão de volta, que era para final de dezembro ou começo de janeiro, foi cumprida. Murilo aqueceu e estava relacionado para a partida contra o Taubaté. Não jogou, mas logo deve estar de volta. Esperamos, mais uma vez, pela recuperação em quadra.

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domingo, 21 de setembro de 2014 Seleção masculina | 19:21

Polônia é campeã mundial e deixa o Brasil com frustração da prata

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A Polônia é campeã mundial masculina de vôlei. Os donos da casa honraram a festa da torcida, venceram o Brasil na decisão por 3 sets a 1 (18/25, 25/22, 25/23 e 25/22) e ficaram com o ouro. Para a seleção brasileira, a frustração de mais uma prata. Sim, um segundo lugar em um Campeonato Mundial tem o seu valor, mas no caso do jogo deste domingo também é dolorido. A Polônia foi bem, principalmente na virada de bola, e o Brasil errou mais e deu pontos quando não poderia, principalmente no final do quarto set.

Divulgação/FIVB

Polônia comemora ponto em quadra e torcida faz festa na arquibancada

A partida teve momentos parecidos com a semifinal brasileira. No primeiro set, a seleção, assim como na partida contra a França, foi arrasadora. Além de encaixar o bloqueio, com cinco pontos no fundamento, soube defender e dar cobertura. Venceu e parecia que iria encaminhar o jogo. Mas não foi nada disso.

A partir do segundo set, o Brasil conseguiu ficar poucas vezes à frente do placar. E se encostava ou finalmente tinha uma pequena vantagem, não aproveitava. No segundo set, na passagem de Bruninho pelo saque, saiu do 17 a 11 para deixar o jogo igual. Logo depois, os poloneses voltaram a atacar e fecharam. Na parcial seguinte, a Polônia liderou e no quarto set, quando o Brasil precisava levar o jogo para o tie~break para seguir com chances, a situação se repetiu. Já na parte final o time brasileiro colocou dois pontos de vantagem. Seria segurar a virada de bola e tentar fechar o set. Mas aí apareceram os erros. A Polônia foi marcando, fez um bloqueio, agradeceu dois ataques errados brasileiros e fechou o jogo em um belo contra-ataque.

Os poloneses honraram a festa armada neste Mundial. O torneio teve jogo em estádio de futebol e uma torcida apaixonada e fiel em todas as partidas. Neste domingo na final era impressionante a quantidade de gente que estava do lado de fora do ginásio para acompanhar a partida pelo telão. Foi uma festa e tanto, coroada pelo ouro.

Em quadra, os destaques da final foram o experiente levantador Zagumny e o ponteiro Mika. Zagumny saiu do banco e deu ritmo ao ataque polonês, deixando diversas vezes seus jogadores diante de um bloqueio simples. E Mika, com aquela expressão serena, foi o nome no ataque. Foi o melhor atacante da partida, com 19 bolas no chão. Deu muito trabalho ao bloqueio brasileiro.

Do lado nacional, os problemas começaram com a inversão de 5-1. Desde a Liga Mundial, com Rapha como levantador reserva, essa inversão tem ido muito bem. Na final não foi. Vissotto entrou e levou bloqueios. Rapha não conseguiu mudar o jeito do jogo. Mas tudo bem, esse não foi o maior problema. Acho que o que faltou o Brasil foi decisão. A seleção passou o jogo inteiro ali, colada no placar, mas não cresceu no final. Aquela cobertura e marcação do bloqueio do primeiro set se perderam ao longo da partia. E ali, no finalzinho, foram erros que custaram o jogo.

Fica o sentimento de frustração com a prata, ainda mais depois de três ouros seguidos em Mundiais e depois de outras pratas como nas Olimpíadas ou na Liga Mundial. entretanto, a temporada da seleção foi em uma crescente. Passou sufoco na Liga, chegou às finais e, agora, fez um bom Mundial. Foi muito bom ver Murilo de volta à boa forma, principalmente no passe. Ou Lucarelli com seus 22 anos e sendo decisivo no ataque. Mas ainda falta um pouco. Como nesta final… Faltou mais de Mário Jr no passe e nos golpes de vista. Na dúvida, vá na bola! Faltou um pouco de malícia para explorar o bloqueio. Faltou o saque de Lucão, tão importante em outros torneios. Enfim, faltou colocar a bola no chão ali ni finalzinho.

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sábado, 20 de setembro de 2014 Seleção masculina | 15:15

E o Brasil está na quarta final consecutiva do Mundial

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*atualizado

Deu Brasil na semifinal do Mundial de vôlei! A rival França poderia teoricamente ser mais fácil por não ser um time de tanta tradição e também não muito alto. Mas eles sabem sacar e explorar o bloqueio e o jogo foi complicado. O Brasil comandou o primeiro set, sofreu com o ataque francês, principalmente do ponteiro Ngapeth, mas fechou a partida no tie-break (25/18, 23/25, 25/23, 22/25 e 15/12) e está na final.

No primeiro set, o Brasil foi arrasador, principalmente no bloqueio. Foram quatro pontos até a primeira parada técnica. E a parcial seguiu assim, com tranquilidade e a seleção marcando bem, defendendo e atacando. A vitória foi fácil. Mas se isso é uma semifinal de Mundial e nada seria tão simples…

Falamos muito aqui do passe do Brasil, de como a recepção cresce com Murilo e tal. Pois é, a partir do segundo set nada disso deu certo. A seleção ficou sem passe e passou e errar mais. Com isso, a França cresceu e o jogo ficou bem mais equilibrado. E se o lado de cá sofria com passe, a França melhorava no ataque e no saque.

O time brasileiro perdeu o segundo set e venceu o terceiro, quando voltou a bloquear mais. Daria para fechar no quarto set, mas aí a França já tinha aprendido a jogar contra o Brasil de vez. Se o bloqueio estava alto, os franceses exploravam. Se o passe estava ruim, os franceses forçavam o saque. Foi assim que Ngapeth virou o grande nome da partida, marcando pontos seguidos no ataque, praticamente todos explorando o bloqueio brasileiro. E Le Roux deu trabalho no saque.

Com esses ataques bem explorados, a França, com Ngapeth dominando o jogo, levou a partida para o tie-brak. Só que aí o bloqueio brasileiro reapareceu, o time cresceu de novo e acabou o jogo.

No final, do lado da França, Ngapeth foi o nome. Quando ele passou a virar, o time foi junto e deu muito trabalho ao Brasil. No Brasil, destaque para Sidão, bloqueando em momentos importantes e também muito bem no ataque, e para Lucão, que recebeu as velhas conhecidas bolas de meio de Bruninho e correspondeu. No saque, vale ressaltar a atuação de Lipe. Ele entrou em todos os sets só para sacar e saiu com dois aces e serviços bem colocados. E geralmente quem vem do banco está frio e não arrisca tanto, ou erra ao arriscar. Mas Lipe cumpriu muito bem o seu papel.

E para completar, vale falar de Lucarelli. O ponteiro fez lindos pontos pela bola de fundo, mas pecou em alguns ataques, encarando demais o bloqueio e levando toco. Ainda assim, é com ele e Murilo a melhor formação. Assim Murilo ajuda no passe e ele sobre no ataque.

Agora é mais uma final! Quarta consecutiva! A adversária será a Polônia, dona da casa, e o jogo será neste domingo, com transmissão do Sportv a partir de 15h. Vem o tetra por aí?

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014 Seleção masculina | 23:50

Sacrifício vale a vaga na semifinal no Mundial

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Segunda fase do Campeonato Mundial, uma vitória e uma derrota para o Brasil, a vaga na semifinal assegurada e uma certeza: o sacrifício valeu a pena! Diante da Rússia, na última partida da fase anterior, Wallace (entorse no tornozelo esquerdo), Sidão (dor nas costas) e Murilo (estiramento na coxa direita) saíram machucados. Contra a Polônia, na terça-feira, Sidão conseguiu atuar, mas Wallace só entrou nas inversões e Murilo sequer foi relacionado. O Brasil perdeu por 3 sets a 2. Nesta quarta, era preciso vencer a Rússia mais uma vez para seguir no torneio e todo mundo foi para quadra. E a seleção atropelou os russos por 3 sets a 0.

Divulgação/FIVB

Murilo voltou ao time titular na vitória por 3 a 0 sobre a Rússia no Campeonato Mundial

Dos machucados, quem faz mais falta ao time é Murilo. Desde que voltou na Liga Mundial, ele é peça fundamental para a recepção. Lipe foi titular contra a Polônia na vaga de Murilo. Com ele, o Brasil ganha mais uma opção no ataque. Lipe foi o terceiro melhor atacante da partida (colocou 13 bolas no chão no total) e ainda fez três bloqueio. Entretanto, com ele, o fundo de quadra acaba um pouco pior. Mario Junior fica sobrecarregado e Lucarelli tem que ajudar mais no passe também. E Lucarelli vive uma excelente fase no ataque e melhorou no passe, mas ainda não é o Murilo.

Nesta tarde, contra a Rússia, Murilo foi para o sacrifício e voltou a ser titular. E a atuação dele na recepção foi até melhor que a de Mario Junior. Enquanto o ponteiro teve um aproveitamento de 57,89%, o líbero ficou nos 55.56%. Na rede, Murilo fez quatro pontos no ataque e um no bloqueio. Aí está o exemplo de que o Brasil com Lipe pode ganhar na rede, mas fica com mais volume de jogo com Murilo. E no caso da nossa seleção, que joga muito bem com os meios, vale, e muito, ter um bom fundo de quadra e passe na mão de Bruninho.

Além disso, o Brasil segue bem no saque e esse fundamento ajudou a diante dos russos, por exemplo. A seleção abriu vantagem com bons saques no primeiro e no segundo set. E ainda fez uma série de bloqueios (fundamento que, como sabemos, é ajudado por um saque que quebra a recepção rival) que levaram até o match point. Para fechar, uma ajuda dos russos com toque na rede.

O sacrifício de Murilo compensou para o passe. E ainda inspirou Wallace, que também ignorou a dor no entorse no tornozelo e foi titular e ainda terminou o jogo como segundo maior pontuador, com 14 acertos, atrás de Lucarelli, que fez 15 pontos.

Leia mais: Ignoramos a provocação e isso até incomodou o time deles, diz Wallace

Wallace também destacou outro ponto importante. Depois de tanto sofrer diante dos russos, o Brasil aprendeu a encarar o rival não apenas recepcionando bem e marcando os gigantes rivais, mas também mantendo a cabeça no lugar. Jogo contra a Rússia é jogo de provocação na cara o tempo todo e, como Wallace disse, os brasileiros souberam ignorar isso. E o oposto tem razão quando fala que ignorar pode até irritar ainda mais do que responder. Quem gosta de ser ignorado? Ninguém. E o melhor jeito de responder a uma provocação é deixar o cara falando sozinho e ainda aplicar um 3 a 0 no placar.

Que venha a semifinal!

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014 Seleção masculina | 10:48

Nove vitórias em nove jogos e vida dura daqui para frente no Campeonato Mundial

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A seleção masculina terminou a fase de classificação do Campeonato Mundial com nove vitórias em nove jogos depois de passar pela Rússia por 3 a 1 neste domingo. Só que esses resultados ajudam apenas para empolgar o time para a fase de mata-mata, já que a liderança não amenizou em nada os próximos confrontos.

Divulgação/FIVB

Recepção do Brasil em ação contra a Rússia no Mundial

Depois de um sorteio ainda no domingo, o Brasil caiu na chave de Rússia e Polônia na próxima fase. Do outro lado estão França, Irã e Alemanha. Os dois melhores de cada chave fazem a semifinal. Pois é, após o primeiro lugar a seleção está no grupo da morte. Coisas de sorteio…

Leia mais: Brasil terá Polônia e Rússia pela frente na terceira fase do Mundial masculino

E o pior não é isso, porque o time só cresce desde os tropeços do começo da Liga Mundial e sempre tem aquela velha história, de que equipe que quer ser campeã não pode escolher adversário. Mas o que preocupa agora são as lesões. Wallace saiu do jogo contra a Rússia ainda no começo da partida, depois de um entorse no tornozelo ao voltar de um bloqueio. Sidão teve dores no joelho e Murilo sentiu uma fisgada na coxa. Todos seriam reavaliados nesta segunda-feira.

Os três tem todos os méritos, mas acho que Murilo é quem mais pode fazer falta. Ele voltou a jogar como antes na Liga Mundial e é um excelente passador e o Brasil vai precisar disso contra os saques forçados de russos e poloneses. Inclusive isso chamou a atenção no domingo. Mesmo com ótimo saque, também vimos ótimos passes no Brasil x Rússia.

Eu sigo na cobertura de eleições e na torcida pelo Brasil nessa reta final de Mundial! Como disse Leandro Vissotto depois da vitória de ontem, agora que o campeonato começa de verdade!

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terça-feira, 22 de julho de 2014 Seleção masculina | 09:54

Qual a lição do vice na Liga Mundial?

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Como a gente viu, o Brasil acabou com a medalha de prata na Liga Mundial. Depois de atropelar a Itália em um excelente jogo na semifinal, a equipe de Bernardinho fez um jogo equilibrado, mas perdeu para os Estados Unidos na decisão e ficou com o vice, mais um.

A final, pelo menos, já foi melhor que no ano passado, quando o time brasileiro foi liquidado pela Rússia. Dessa vez foi um 3 a 1 no placar (31/29, 21/25, 25/20 e 25/23), mas a partida foi de igual para o igual e os americanos venceram porque, como sempre, tiveram mais paciência para trabalhar a bola e forçaram muito bem o saque. Se eles não têm mais Stanley, algoz do Brasil na final olímpica de 2012, eles contam com Christenson e com Muagututia. O ataque foi ajudado pela defesa bem colocada e finalizado por Sanders e Anderson.

Divulgação/FIVB

Seleção brasileira masculina no segundo lugar no pódio da Liga Mundial

Já o Brasil sabe que pode contar, por exemplo, com Lucarelli. Ele foi um dos poucos a se destacar naquela derrota para o Irã na fase final e marcou 14 pontos na final. Com ele, Bruninho voltou a fazer a pipe, jogada de meio fundo. Wallace arrasou a Rússia no bloqueio e no ataque na primeira partida dessa etapa e foi o maior pontuador da decisão. Bom, nemé necessário falar de Bruninho com Lucão pelo meio. E é ótimo ver Murilo em ação novamente, como até já comentamos aqui. Ele está confiante de novo no ataque e é uma segurança e tanto na linha de passe.

E ainda: Lucão, Lucarelli e Wallace levam prêmios individuais

Entretanto, aí também pode estar um problema da seleção. Sem Murilo, o passe do Brasil caiu muito. E isso me lembra uma característica de todos os times campeões de Bernardinho. O técnico tinha seus titulares e um banco de reservas a altura. E agora? O time perdeu Lipe e Maurício por lesão e usou Lucas Lóh, mas o jovem ainda não está pronto. Já a inversão de 5-1 ganhou volume com Rapha ao lado de Vissotto, já que os dois sabem muito bem atuar juntos. Mas muitas vezes a bola do oposto é lenta e não ajuda.

Leia mais: Bernardinho viu Brasil abaixo do ideal na final da Liga Mundial: ‘Aprendemos uma lição’

O vice da Liga Mundial deixa um aprendizado, como disse o próprio Bernardinho. “Os Estados Unidos controlaram o jogo. Eles tiveram uma boa defesa, mantiveram a bola viva. Nós cometemos muitos erros e estamos frustrados, mas aprendemos uma lição. Precisamos melhorar para o Campeonato Mundial”, falou o técnico. Sim, vai ser preciso fortalecer o elenco e melhorar pontos como o saque, muito aquém em diversas partidas.

Porém, não é preciso ser tão rígido. A Liga Mundial mostrou que o Brasil pode ser o Brasil. A equipe teve uma reação e tanto para chegar à fase final e isso não deve ser ignorado. Quando os titulares voltaram, o time se achou e fez ótimas partidas. Acho que vale pensar em elenco e como seguirá a renovação, mas também acho que dá para sonhar agora com um bom resultado no Campeonato Mundial. A derrota na final faz parte, acontece. Mas o que fica é a superação e o crescimento do time.

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domingo, 6 de julho de 2014 Seleção masculina | 17:13

Brasil faz placar que precisa e está nas finais da Liga Mundial

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Acabou o sufoco da primeira fase. Depois de atuações muito abaixo do esperado, a seleção masculina de vôlei cresceu, fez os 3 a 1 que precisava diante da Itália neste domingo para deixar a Polônia para trás e se classificou para as finais da Liga Mundial. O problema é que agora o time terá pela frente Rússia, Estados Unidos… Pelo menos esse rivais virão no momento que a equipe finalmente apareceu na competição.

Divulgação/FIVB

Lucão ataca para o Brasil diante da Itália na Liga Mundial

No jogo desta tarde, a seleção venceu o primeiro set e sofreu com o saques e ataques de Zaytsev na segunda parcial, mas logo reagiu. Se levou 5 a 1 no começo do segundo set, aplicou 6 a 1 no início do terceiro e ainda conseguiu três bloqueios para cima do astro italiano. Era esse espírito que faltava. A seleção estava apática no começo da Liga Mundial, abalada em quadra. Agora, mesmo se tem um tropeço, logo volta para a partida.

Lucarelli, que foi o maior pontuador do jogo com 17 acertos, resumiu esse sentimento: “Brinco que estávamos com o coração quase parando, mas conseguimos sobreviver e agora vamos ainda muito mais fortes, cheios de vida, para a fase final”.

Leia mais detalhes da partida Brasil 3 x 1 Itália

O momento é de comemoração, entretanto também vale ligar um alerta. É ótimo contar com Murilo de novo jogando confiante e ajudando o fundo de quadra, mas a seleção não pode depender apenas disso. E algumas jogadas já estão ficando marcadas e é bom Bruninho ter cuidado. O meio com Lucão, por exemplo, é fundamental para a equipe, mas está sendo visado pelos rivais. Neste domingo, no quarto set, Lucão levou um caixote em uma dessas jogadas forçadas, com o passe afastado da rede. O bom foi que o Brasil respondeu com bloqueio logo na sequência.

A seleção fez o que era preciso para chegar às finais. O nível melhorou e muito. Mas ainda tem que mostrar mais para subir ao pódio de novo na Liga Mundial. Gente em quadra para isso eu acho que tem. Que venham as finais!

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sexta-feira, 4 de julho de 2014 Seleção masculina | 12:40

Um pouco de Brasil com cara de Brasil na Liga Mundial

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A quinta-feira sem jogo da Copa do Mundo veio em um ótimo momento para acompanhar o Brasil na Liga Mundial de vôlei. Melhor ainda que foi uma vitória por 3 sets a 1 para cima da Itália. E uma partida que a seleção mostrou que ainda sabe jogar como tal, variando as bolas, pressionando e não se deixando abalar tanto assim com algum tropeço. Com o resultado, o time segue com chances de, mesmo depois de tanto sufoco, avançar às finais da Liga.

Divulgação/FIVB

Brasil comemora ponto na vitória sobre a Itália na Liga Mundial

O primeiro set foi o melhor do Brasil. Enquanto a Itália parecia um pouco sem ritmo ao voltar a atuar com titulares depois de algumas partidas com reservas, a equipe nacional dominou. Bruninho explorou todas as jogadas. Já conhecemos o bom e velho meio com Lucão e estava com saudades de ver a pipe, aquela jogada de fundo. Lucarelli e Murilo foram acionados e corresponderam bem. Vitória com ótima atuação.

Na segunda parcial a Itália deu o troco e venceu. Entretanto, o Brasil não abaixou a cabeça de vez como em outras partidas dessa Liga Mundial. A seleção voltou, levou os dois outros sets e fechou o jogo com o placar que precisava para respirar um pouco e seguir dependendo de si para se classificar. Que venha a Itália mais uma vez no próximo domingo, mais um dia sem jogos da Copa do Mundo, para colaborar com os amantes de vôlei.

A diferença em quadra

Durante a transmissão da partida contra a Itália desta quinta-feira muito se falou que o Murilo é um termômetro da equipe. Concordo. E finalmente ele está voltando a atuar bem depois da cirurgia no ombro. Aos poucos é acionado no ataque e já está firme e forte no fundo de quadra. Com ele por ali, o Brasil ganha volume e isso é essencial. Estava fazendo falta um ponteiro passador.

E apesar dos problemas da Liga Mundial, gosto das duplas de levantador/oposto da seleção. Bruninho joga acelerado com Wallace e Rapha conhece muito bem Vissotto dos tempos que atuaram juntos na Itália. Vissotto tem uma bola mais alta e com Rapha está soltando o braço nos ataques. Eles viraram uma arma na inversão do 5-1.

Falando em oposto, a Itália saiu derrotada, mas a atuação de Ivan Zaytsev merece aplausos. Foram 30 pontos no jogo! Quer saber o que significa jogador de segurança? É só ver como ele joga. Tem um rali que ninguém define? Coloca para  Zaytsev que é bola no chão. E pode ser bola na entrada, na saída… O bloqueio brasileiro tentou e tentou e conseguiu parar o italiano no último ponto do quarto set. Ufa! Preparem-se porque domingo tem mais…

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013 Diversos, Superliga | 10:53

Herdeiro do vôlei

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Murilo e Jaqueline no chá de bebê de Arthur

Murilo e Jaqueline no chá de bebê de Arthur

Jaqueline e Murilo já são pais! Nasceu na noite de quinta-feira, por volta de 21h30, Arthur, o primeiro filho do casal, em uma maternidade em São Paulo. O bebê tem 3,6 kg e toda a família passa bem. Parabéns ao casal!

Os jogadores são casados desde 2009 e já contaram ao Mundo do Vôlei detalhes de como se conheceram, do começo de namoro e da vida a dois. Jaqueline revelou, por exemplo, que Murilo demorou três meses até ter coragem de dar o primeiro telefonema a convidando para sair. Ela também se define como a romântica da relação.

Agora o casal comemora a chegada do primeiro filho. Nas quadras, Murilo também tem motivos para comemorar, já que está de volta à ativa depois da cirurgia no ombro, já levou Viva Vôlei de melhor jogador e o Sesi é o segundo na classificação geral da Superliga.

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