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Posts com a Tag Mundial de Clubes

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 Diversos | 09:28

Bloqueios de um lado, bloqueios do outro e título sul-americano para o Rexona

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O Rexona-Ades faturou o bicampeonato sul-americano no domingo depois de passar por 3 sets a 1 pelo Molico/Nestlé em Osasco, na casa das rivais. E se durante o campeonato inteiro as equipes brasileiras, claramente as melhores da competição, tiveram que treinar a concentração para levar a sério jogos fáceis (veja post anterior), na final a concentração pesou mais uma vez. Só que diante de um adversário de alto nível, perder o foco significa derrota.

Leia mais: Rexona-Ades vence Sul-Americano pela segunda vez

Márcio Rodrigues/MPIX

Fofão levanta o troféu de campeão sul-americano para o Rexona-Ades

O primeiro set foi uma aula de bloqueio do Molico, que marcou sete pontos no fundamento, três em sequência nos últimos pontos da parcial. Para facilitar, o Rexona deu 10 pontos em erros. Diante da torcida, seria um jogo fácil para o Molico? Não, não…

As outras parciais começaram equilibradas, mas o Molico começou a errar mais, enquanto o Rexona aproveitava os contra-ataques e crescia na partida. Destaque para Juciely, maior pontuadora com 17 acertos. O time do Rio de Janeiro cresceu e fechou os dois sets seguintes.

No quarto, devolveu o jogo da primeira parcial. Se no começo o Molico foi quem bloqueou, agora foi a vez do Rexona. Logo no começo, Natália fez uma ótima passagem pelo saque, começando no 5 a 2 e só saindo no 12 a 2. Durante esse tempo, quem dominou o bloqueio foi a central Carol. E com a jogadora na rede, o time de Bernardinho chegou a 14 a 4. Depois de nove pontos no bloqueio, o Rexona liquidou a partida e faturou o Sul-Americano.

“Não mantivemos a concentração que apresentamos no primeiro set”, resumiu a líbero do lado de Osasco Camila Brait. Pois é, e neste momento, a falta de concentração pesou. Enquanto o Rexona soube se recuperar ao longo do jogo, o Molico passou a errar e não teve tempo de se reencontrar. Melhor para as cariocas, campeãs e classificadas para o Mundial de Clubes.

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terça-feira, 13 de maio de 2014 Diversos | 13:06

Férias

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Oi, galera…

Fiz como a maioria do pessoal do vôlei depois da Superliga e entrei em férias. Estou fora da redação desde o começo do mês e volto em junho, mas parei para assistir às finais do Mundial de Clubes e ficou um pouco de frustração.

No masculino, o Sada Cruzeiro sediou o torneio e chegou com o status de atual campeão, campeão da Superliga e todo o embalo das últimas temporadas. Mas eles pararam nos russos do Belgorod na semifinal (time acabou com a medalha de ouro) e foram para a disputa do bronze contra o UPCN. E o jogo contra os argentinos foi bastante equilibrado e decidido apenas no tie-break. Melhor para os argentinos, que ficaram com o terceiro lugar (25/17, 31/29, 23/25, 16/25 e 15/13).

Divulgação/FIVB

Bloqueio do Dínamo Kazan quase não deu chances ao ataque do Molico na final

Entre as mulheres, o Dínamo Kazan foi o terror das brasileiras. Venceu o Molico/Nestlé na primeiro fase, passou pelo Sesi na semifinal e voltou a vencer o time de Osasco na decisão. E foi uma vitória e tanto. Nos dois primeiros sets, as russas usaram e abusaram do bloqueio e foram muito bem nos contra-ataques. Já o Molico não se achou e levou duas lavadas (25/11 e 25/16). Na terceira parcial, as brasileiras conseguiram equilibrar e chegaram a salvar três match points com momento inspirado de Sheilla no fim, mas o dia era de Gamova e companhia e as russas fecharam em 3 a 0 (27/25 no terceiro set) e ficaram com o ouro.

Os números do bloqueio resumem a final do Mundial de Clubes feminino. Foram 16 pontos para o Dínamo Kazan contra apenas dois do Molico. Assim fica muito complicado. Para completar o pódio no torneio, o Sesi comemorou o bronze depois de 3 a 2 para cima das donas da casa do suíço Volero.

Pois é, foram duas medalhas e um quarto lugar. Poderia ter sido mais. Quem sabe no próximo Mundial. Agora eu vou seguir com as minhas férias. No vôlei, tem gente também de folga e gente já treinando com a seleção. Os homens estreiam logo mais na Liga Mundial, no dia 23 de maio, diante da Itália, em Jaraguá do Sul (SC). Já as mulheres se preparam para o Montreux Volley Masters, de 27 de maio a 1º de junho, na Suíça. A gente se fala! Até junho!

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014 Diversos, Superliga | 10:42

Sesi é campeão sul-americano. Agora o time embala de vez?

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O Sesi venceu o Molico/Nestlé na noite de domingo e faturou o título do Sul-Americano de vôlei feminino e a vaga para o Mundial de Clubes. Foi o primeiro título de expressão do time, criado em 2011. Será que agora a equipe de Talmo de Oliveira embala de vez?

Desde que começou, o Sesi conta com bom elenco, mas não tinha conseguido engrenar. Fez contratações de peso como Dani Lins e Fabiana e nesta temporada ainda levou Pri Daroit, que foi bem na Superliga passada no Vôlei Amil e teve vaga na seleção brasileira. Mesmo assim, na hora da decisão, o time não virava, digamos assim. Parece que em 2014 o cenário mudou.

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Se em dezembro a equipe paulistana somou três derrotas, não perdeu nenhum jogo da Superliga desde janeiro. Também chegou à final da Copa do Brasil e perdeu por 3 a 1 para o Molico/Nestlé. Deu o troco com os 3 a 0 deste domingo.

Divulgação

Sesi leva o ouro no Sul-Americano

E na final do torneio, destaque para Fabiana. Ela comandou o time,  foi eleita MVP do Sul-Americano e disse estar feliz porque se cobra muito e sabia há tempos não era a jogadora que estamos acostumados. Sim, desde que foi para o Sesi, a central não era aquela velha conhecida da seleção e muitas vezes passava apagada no ataque, mesmo atuando com Dani Lins, por exemplo. O time agradece se ela mantiver a regularidade a partir de agora.

Ainda sobre a decisão, o saque do Sesi ajudou e o Molico não conseguiu encaixar o bloqueio, como reconheceu Luizomar de Moura depois do jogo. Destaque também para Ivna, que além do serviço, virou bolas importantes no terceiro set, vencido com mais facilidade pelo Sesi (placar foi 25/21, 25/21 e 25/16).

Molico e Sesi dominam prêmio individuais no Sul-Americano. Veja relação

O Sesi, que até agora só tinha uma Copa São Paulo no currículo, é campeão continental e vai ao Mundial de Clubes, que será disputado de 6 a 11 de maio na Suíça. Até lá, é manter o embalo na Superliga.

Falando no torneio nacional, o Molico segue na liderança e continua o único invicto, apesar de ter perdido um set nos últimos jogos, contra São Caetano, Rio do Sul e Minas. Ainda assim, é a equipe a ser batida e não deve ser ignorada por um dia ruim no Sul-Americano.

E agora, o que virá por aí? Fico na torcida para que cada vez mais times embalem e animem a disputa da Superliga!

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013 Diversos | 06:50

Sada dá aula e coloca Brasil no topo no Mundial

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Divulgação/FIVB

Sada Cruzeiro é campeão mundial de clubes

O Brasil é campeão mundial de clubes de vôlei! No domingo, o Sada Cruzeiro bateu os russos do Lokomotiv Novosibirsk por 3 sets a 0 (25/20, 25/19 e 25/20) e conquistou o título do torneio. Pela primeira vez o país fatura o torneio masculino. E foi uma vitória e tanto em casa, e com casa cheia.

Leia mais sobre a partida: Sada Cruzeiro atropela o Lokomotiv e fatura o Mundial de Clubes pela primeira vez

No primeiro encontro entre mineiros e russos no Mundial, o placar apontou 3 a 2 para os europeus. Desta vez, na hora da decisão, o Sada Cruzeiro liderou praticamente o tempo todo. Se o saque foi o trunfo russo na classificatória, agora o saque foi a arma mineira. Foram seis aces, quatro só com o ponteiro cubano Leal. Mas o jogo teve muito mais do que isso…

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Logo no primeiro set, o Cruzeiro mostrou a sua cara. O time iria arriscar, sem medo. A equipe mineira deu 10 pontos em erros, mas também já emplacou saques e bloqueios certeiros. E para fechar, um dos lances da partida. Bola alta e ataque do levantador William para marcar o 25º pontos. Nas parciais seguintes, o Lokomotiv Novosibirsk saiu na frente, mas logo o Sada Cruzeiro se recuperou. Se no segundo seta virada veio com defesa de Serginho em um lance e bloqueio de Éder em outros, no set seguinte Leal emplacou uma série de aces e fez o time da casa abrir no placar.

A final foi uma bela mostra de conjunto. Williams fez o seu papel na distribuição e ainda foi eleito o melhor levantador do torneio. Leal, como já dissemos, ajudou e muito no saque e também no ataque. Também ficou com prêmio individual. O líbero Serginho, mais um premiado, salvou bolas que levantaram a torcida. Os centrais Douglas e Eder também pontuaram. O primeiro é cara veloz, que mesmo baixo consegue atacar e ser uma sombra no bloqueio. O outro foi uma das poucas mudanças para a temporada e se encaixou muito bem à equipe, colaborando ainda mais no bloqueio e em momentos chaves. E claro, Wallace. O oposto foi o melhor jogador do Mundial de Clubes. Acho que isso já diz o que ele mostrou em Betim.

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E um dos trunfos do Sada Cruzeiro, que foi vice no Mundial de 2012, é manter a base a tanto tempo. William, Filipe, Serginho, Wallace e outros seguem no time entra temporada e sai temporada. Leal chegou muito bem no ano passado e, agora, Éder e Isac são os novatos. Nada de mudar tudo de um ano para o outro. Com isso, os jogadores ganham confiança uns nos outros. Isso sem contar que estamos falando de jogadores com talento e que esse talento deu muito certo junto.

Acho que a frase do técnico Marcelo Mendez ao final do partida resume tudo: “Jogamos muito”, disse o argentino.

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sábado, 19 de outubro de 2013 Diversos | 21:25

Brasil x Rússia na final do Mundial

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Mais um campeonato e mais uma decisão entre Brasil e Rússia no vôlei masculino. Agora será no Mundial de Clubes. O russo Lokomotiv Novosibirsk garantiu a primeira vaga na final com vitória sobre o italiano Trentino nesta tarde por 3 sets a 1. Para completar, o Sada Cruzeiro bateu o UPCN nesta noite e também se classificou. Como comentamos por aqui, o esperado aconteceu e lá vamos ao Brasil x Rússia na briga pelo ouro no Mundial!

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Divulgação/FIVB

Sada foi bem no saque e no bloqueio diante da UPCN na semifinal do Mundial de Clubes

E o Sada Cruzeiro passou pela semifinal se valendo justamente da arma que os russos usaram contra eles na partida da primeira fase: o saque. O serviço foi forçado e veio com alguns erros, mas conseguiu fazer sete pontos diretos e quebrar o passe argentino. Ou seja, valeu a pena arriscar. O UPCN não fez um ace seque na partida! E com bom saque, como estamos cansados de saber, fica mais fácil atuar bem no bloqueio.

Os donos da casa dominaram a partida diante dos argentinos e nas entrevista em quadra após o jogo se mostraram mordidos com a derrota para o Lokomotiv Novosibirsk ainda na classificação. Naquele dia foi um 3 a 2 equilibrado. Agora, a chance da vingança e que ainda vale o ouro será neste domingo, às 16h (horário de Brasília).

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Esse sentimento pode motivar para a decisão, mas também é preciso cabeça no lugar para enfrentar os russos mais uma vez. De novo o saque virá pesado, sem dúvida. E o ataque, que conta com europeus e o conhecido dos brasileiros Camejo, nem se fala. O Sada Cruzeiro tem que mostrar volume de jogo para ter um resultado diferente da primeira partida. Mas acho que, ainda mais depois de já ter encarado o adversário no torneio, sabe o que deve fazer. A final promete…

O histórico de Brasil x Rússia no vôlei masculino não é favorável, pelo menos se pensarmos em seleção. Teve Liga Mundial, Olimpíadas, Mundial sub 21… E agora, quem leva a melhor? A história de finais pode começar a mudar com o Mundial de Clubes?

Espero ginásio cheio em Betim, Minas Gerais, para uma força a mais. Para o Brasil, sediar o Mundial é um reconhecimento. E a torcida mineira já foi apontada pelos rivais como o sétimo jogador para o Sada Cruzeiro. A decisão será no mesmo horário que a primeira leva de jogos do Campeonato Brasileiro de futebol. Pelo menos o Cruzeiro joga apenas às 18h30 e ainda fora de casa, diante do Coritiba. Que a final do Campeonato Mundial de clubes de vôlei tenha a devida atenção!

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013 Diversos | 11:24

Sada no Mundial: um tropeço, mas com 1º objetivo cumprido

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*atualizado

O Sada Cruzeiro cumpriu o seu objetivo na primeira parte do Campeonato Mundial com a vaga na semifinal. Pelo meio do caminho teve um tropeço, mas foi na hora que ainda podia perder e acho que isso não prejudica para a sequência do torneio.

Sada perdeu para o  Lokomotiv Novosibirsk e fechou 1ª fase com 2 vitórias e 1 tropeço

Sada Cruzeiro perdeu para o Lokomotiv Novosibirsk e fechou 1ª fase com 2 vitórias e 1 tropeço

O time mineiro venceu os dois primeiros jogos por 3 a 0, contra La Romana e Club Sportif Sfaxien, e essa era a grande obrigação na primeira fase. O Sada Cruzeiro tem mais time que dominicanos e tunisianos e não teve problemas para conseguir os resultados e, com isso, chegar ao duelo contra o russo Lokomotiv Novosibirsk com a vaga na próxima fase já assegurada.

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O time europeu é o campeão continental e era visto como a ameaça aos mineiros no Mundial. E na noite de quinta-feira, eles venceram os donos da casa por 3 a sets a 2. Mas o resultado adverso também traz coisa boa. O Sada Cruzeiro já sabe, por exemplo, que o saque russo é pesado e pode atrapalhar. Mas também sabe que pode equilibrar o jogo.

E há a chance de esse duelo se repetir na decisão do Mundial de Clubes. Lokomotiv jogou nesta sexta-feira e passou pelo tunisiano Club Sportif Sfaxien. Com isso assegurou a primeira colocação do grupo.

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Na outra chave, quem já estava classificado era a UPCN, da Argentina, que surpreendeu e bateu o tetracampeão Trenino na noite de quinta-feira.  Foi um resultado e tanto, sem dúvida, mas vale lembrar que os italianos estão bem mudados nesta temporada, perderam peças chaves das outras conquistas, como comentamos no post anterior. Já o Trentino garantiu a sua vaga nesta sexta, fazendo 3 a 0 sem problemas para cima do Panasonic Panthers.

Com isso, as semifinais estão definidas. Cruzeiro, segundo do seu grupo, encara os argentinos da UPCN, que contam com os brasileiros Theo e José Junior no elenco. O Trentino terá pela frente a equipe russa. Os dois jogos prometem ser bons e, se tudo caminhar como esperado, seguindo quem era apontado como favorito, Brasil e Rússia farão a final e vai ser bom já ter enfrentado os rivais no torneio.

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terça-feira, 15 de outubro de 2013 Diversos | 10:24

Brasil começa mais um Mundial, e agora é o favorito

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Depois de a Unilever perder a final do Mundial de Clubes feminino (leia mais no post anterior), é a hora do Brasil começar mais um torneio. E agora como favorito. A partir desta terça-feira, o Sada Cruzeiro é o representante nacional no Mundial de Clubes masculino que será disputado na cidade de Betim, em Minas Gerais. Vice em 2012, será que eles levam o título dessa vez?

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Isac, que chegou nesta temporada ao Sada, ao lado de Leal, William e Wallace

Isac (12), que chegou nesta temporada, ao lado de Leal, William e Wallace: renovação e base no Sada

Para os rivais, o time de Marcelo Mendez é o elenco a ser batido. “Pela primeira vez não vamos ao Mundial como favoritos. O favorito é o Sada Cruzeiro”, afirma Roberto Serniotti, novo técnico do Trentino. E olha que os italianos são donos de quatro títulos mundiais e, inclusive, deram um passeio no Sada na final do ano passado.

Só que agora, a situação mudou. O elenco mineiro manteve a sua base com William, Wallace, Serginho, Filipe e companhia e ainda se reforçou com nomes como Éder e Isac. Já o Trentino perdeu peças mais do que importantes, como o levantador brasileiro Rapha (agora no turco Halkbankspor) e os atacantes Matey Kaziyski, Ozmany Juantorena e entre outros. Agora ainda tem nomes interessantes, como o búlgaro Sokolov, o italiano Birarelli ou o levantador norte-americano Donald Suxho (ainda era muito mais o Rapha…). Será que o elenco reformulado mantém a supremacia do antigo?

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E no Sada, é hora de virar mais uma vez a chave dos pontos. O time teve que se acostumar a jogar com os 21 pontos nas primeiras rodadas da Superliga e no Mundial retoma o tradicional set de 25. William disse ao Mundo do Vôlei que isso pode até ajudar, no final das contas. “Ainda estamos em fase de adaptação, mas o time já tem uma forma diferente de encarar os sets mais curtos. Agora espero que nos influencie pra o bem! Que com essa forma de jogar mais rápida e dinâmica, a equipe consiga abrir uma vantagem boa nos inícios de sets. Isso daria uma boa margem pra nós nesses jogos complicados”, analisa o levantador.

O Mundial de Clubes ainda contará com o russo Lokomotiv Novosibirsk, que tem seis jogadores que faturaram o Mundial sub 21 neste ano diante do Brasil, e com o japonês Panasonic Panther, comandado por Dante. No total, serão oito equipes na briga. A gente conversa por aqui ao longo da semana para ver como cada um se sai… E para quem quiser acompanhar mais sobre o Mundial, aqui está o link da FIVB

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013 Diversos | 12:59

Mundiais: Título para tirar um peso no sub 23 e vice no adulto

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O final de semana foi de decisão nos Mundiais no vôlei. No campeonato sub 23, o Brasil venceu a Sérvia na final e faturou o ouro no torneio disputado em Uberlândia. Já no feminino, nada de títulos. Ainda no sub 23, as meninas acabaram em sétimo lugar. E no adulto, só que no Mundial de Clubes, a Unilever levou um passeio no terceiro set e acabou com o vice na Suíça.

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Para começar, os vencedores. A conquista teve um gosto de alívio para a seleção masculina. Neste ano, a equipe juvenil havia sido vice no Mundial sub 21. Alguns jogadores seguiram no time para o sub 23, como o oposto Alan. Mas esse alívio acho que foi em relação a outro torneio… Em 2011, jogando no Rio de Janeiro, o Brasil amargou o quinto lugar no Mundial juvenil. Quase metade daquele time esteve em Uberlândia para o campeonato sub 23 agora.

FIVB

Lucarelli, capitão do Brasil no sub 23, foi eleito o MVP do Campeonato Mundial

“Temos trabalhado há um tempo e infelizmente não tínhamos ganhado um campeonato como esse. Agora foi muito bom e removemos um peso dessa geração que estava devendo um pouco”, comentou Lucarelli, depois da final no domingo.

E se essa geração tirou um peso, fez muito bem o seu trabalho. O Brasil venceu todos os jogos no Mundial sub 23 e só levou dois deles ao tie-break: contra a Argentina, apontada também como uma promessa; e a decisão contra a Sérvia.

Como o esperado, Lucarelli foi o destaque. O ponteiro, que já havia sido um dos melhores do Brasil adulto na Liga Mundial, teve problemas de dores na panturrilha, ficou três jogos fora e voltou na fase final para levar o título e ainda ser eleito o MVP do torneio. Ele sabia que carregaria a responsabilidade e, até pelo que já construiu no vôlei, não se intimidou. O bloqueio brasileiro também chamou a atenção. Foi o melhor fundamento contra a Rússia na semifinal e, de novo, foi bem contra a Sérvia.

Com o ouro, a geração cumpre o seu papel e pode seguir buscando espaço no elenco principal para 2016. Lucarelli já tem o dele assegurado. Quem mais vai para a lista? Há espaço para eles? O blog está aberto para quem quiser comentar…

Mais Mundias

No feminino, a China ficou com o título e o Brasil acabou em sétimo. Esperava mais, afinal, o time contava com jogadoras como a levantadora Ju Carrijo, um dos destaques do Praia Clube na última temporada.

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E sobre Mundiais, a Unilever perdeu no campeonato de clubes. Na decisão também neste domingo, o time de Bernardinho equilibrou os dois primeiros sets, mas se perdeu na terceira parcial e levou 3 a 0 na decisão diante do VakifBank Istambul.

E o time turco levou a melhor pelo volume de jogo e pelo ataque. Só Jovana Brakocevic, destaque da seleção da Sérvia, fez 23 pontos. E vale lembrar que a equipe conta com outros talentos como a italiana Costagrande ou a alemã Christiane Fürst. Bom, se estão a 51 partidas seguidas sem perder, talento elas têm. E mostraram isso no Mundial, principalmente com a facilidade dos 25 a 16 no terceiro set da final.

Mas também concordo com o que Bernardinho disse após o jogo. Ele lembrou que conta com jogadoras que vêm de uma sequência de torneios. Gabi, como ele mesmo citou, teve a Superliga do ano passado, seleção brasileira principal, seleção juvenil e agora todos os compromissos pela Unilever. Voltamos ao velho problema de que o calendário pode ser cruel com os atletas…

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013 Superliga | 09:41

Paciência com o calendário no começo da Superliga

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Taí um assunto que todas as temporadas gera algum tipo de polêmica: o calendário da Superliga. A reclamação já foi porque o calendário ficou apertado, quase sem folga entre os jogos. Agora, o torneio nacional começou antes, no dia 7 de setembro, só que nem todo mundo entrou em quadra. A competição feminina, por exemplo, só começará nesta sexta-feira, dia 27. Sim, ficou confuso, mas foi a maneira de atender ao pedidos dos próprios clubes e atletas.

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Foi criada uma comissão de técnicos e jogadores para discutir, entre outros pontos, o calendário da Superliga com a CBV. E neste começo de semana, o assunto veio à tona no Twitter. Gustavo, central do Canoas e que sempre colabora com o blog, falou do calendário e deixou claro que tudo foi discutido e aprovado com a comissão. O Vivo/Minas, por exemplo, será um dos últimos a estrear porque tem jogador ainda na disputa do Campeonato Europeu. Com isso, está complicado entender ao certo em que rodada estamos do torneio, quem já jogou ou quem lidera, mas a tendência é que isso se acerte.

Leia mais: Sada Cruzeiro estreia no Mundial contra La Romana. Veja o calendário

Os ajustes foram necessários para tentar acomodar todos os torneios neste segundo semestre. O Sada/Cruzeiro, que já está a todo vapor na Superliga, daqui a pouco vai jogar o Mundial de Clubes. No feminino, as jogadoras estavam até o final de semana servindo à seleção brasileira na disputa do Sul-Americano. E ainda teremos mais coisa pela frente, como o Mundial sub 23.

Leia mais sobre vôlei e Superliga

O que preocupa com isso é que, com tantas competições, o resultado pode ser o inverso do que jogadores tanto clamavam. Muitos já falaram que era preciso mais tempo de descanso entre uma partida e outra, principalmente nos casos de viagens para outros estados, por exemplo. Leandro Vissotto, por exemplo, comentou comigo no lançamento da Superliga que o ideal era jogar uma vez por semana, como na Europa, e se começassem antes, isso seria possível, Mas e agora, quem é da seleção juvenil treina com a equipe na Superliga e com o time nacional? Não sobrou tempo de descanso e já vimos até lesão neste comecinho do torneio nacional depois de tanto trabalho, como aconteceu com Luan, do Canoas.

Enfim, é preciso um pouco de paciência neste começo de temporada e, aos poucos, vamos entendendo quem joga qual competição. Mas acho que é importante seguir com esse diálogo entre jogadores e CBV. Esse parece ser um caminho para tentar agradar a todos e fazer um espetáculo melhor.

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terça-feira, 14 de maio de 2013 Diversos | 09:25

Sul-Americano masculino x feminino e as vagas no Mundial

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Aos poucos, as vagas para o Mundial de Clubes estão sendo preenchidas. No final de semana, o UPCN, da Argentina, faturou o Sul-Americano e assegurou o seu lugar. Isso não quer dizer que, apesar do tropeço em casa do Vivo/Minas na final e do RJX ter caído na semi e ficado com bronze, os brasileiros estejam fora do Mundial. Dois times serão convidados pela organização. No feminino, o país vai ao torneio com a Unilever. Pois bem, encerrado o Sul-Americano fica mais uma vez visível o abismo entre homens e mulheres por aqui e também me reascende uma dúvida: por que o Mundial masculino é diferente do feminino?

Se no feminino a Unilever deu um passeio para ficar com o título, no masculino os brasileiros não foram o que a torcida esperava. As equipes da Argentina eram as que poderiam dar trabalho. E na final, o UPCN soube se virar nos momentos chaves e aplicou 3 a 0 no Vivo/Minas em pelo BH. Se os mineiros não tiveram Filip ou Lucarelli inspirados, os argentinos tinham Evandro e companhia para liquidar a partida.

E começa ano, termina ano é esse o cenário. Enquanto o Brasil reina soberano no vôlei sul-americano feminino, o masculino está um pouco mais parelho. Falta investimento entre as mulheres nos outros países? Seria bom alguma ajuda ou incentivo para que houvesse um equilíbrio maior para elas também… Se nada for feito, podemos ver outros 25 a 3 como fez a Unilever.

Agora, é esperar pelo Mundial de Clubes. E de novo estão as diferenças entre homens e mulheres, mas em outros aspectos. O torneio feminino, por exemplo, contará com seis equipes e só a Unilever representará o Brasil. Cadê o Sollys/Nestlé? Ok, o time perdeu a Superliga, mas é o atual campeão mundial e acho que, por isso, mereceria a vaga.

Já o masculino devem ser oito equipes e o Trentino, atual campeão, está na lista e, segundo um texto da FIVB do final de abril, vai participar do torneio justamente porque é detentor do título. Se o critério vale aqui, por que não chamar o Sollys?

Além disso, o Brasil será sede da competição dos homens e levará dois participantes que serão escolhidos pela organização. Aí o assunto volta ao Sul-Americano. Depois ficar com o bronze, RJX merece a vaga por ser o campeão brasileiro? A competição deve acontecer em Belo Horizonte. Com isso, o Sada Cruzeiro, vice brasileiro e que nem jogou a competição continental, deve ser um dos escolhidos?

Os Mundiais masculino e feminino serão em outubro, no Brasil e na Suíça, respectivamente. Vamos esperar para ver quem recebe o convite para a disputa de um lado e se a Unilever, encarando rivais mais complicados, repete a sua supremacia do outro.

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