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Posts com a Tag Montreux Volley Masters

domingo, 2 de junho de 2013 Seleção feminina | 13:34

Título para abrir a temporada da seleção feminina

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Primeira competição da temporada e primeiro título para a seleção brasileira feminina de vôlei. A equipe comandada por José Roberto Guimarães venceu a Rússia por 3 sets a 0 (25/23, 25/23 e 25/22) e faturou o ouro no torneio Montreux Volley Masters. E claro que é ótimo começar um ciclo olímpico com título e sem perder nenhum set na competição!

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Festa das brasileiras com título no torneio de Montreux

O Brasil foi para a Suíça renovado e a experiência deu certo. Na primeira fase, sem entrosamento e com muitos erros na recepção, a equipe venceu, mas teve um certo trabalho. Depois, parece ter se soltado em quadra e dominado a situação. Neste domingo, teve que buscar o resultado no primeiro set, mas empatou no final em 20 a 20 e venceu. Em seguida, se manteve firme e fechou os outros sets, com quase um passeio na última parcial.

Veja mais detalhes da final Brasil x Rússia

Agora, com título na mão, o que dizer dessa seleção brasileira? Vocês comentaram por aqui da questão da altura. Sim, esse time ficou um pouco baixo, mas se virou. E tem horas, no bloqueio por exemplo, que nem sempre ser gigante é a resposta para tudo. Tanto que, mesmo mais baixo, o Brasil de novo teve destaque nesse fundamento, com 17 pontos na partida. E no ataque, virou quando entendeu que não valia a pena encarar as jovens grandonas da Rússia.

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E em a atuação individual? O que vocês acharam? Sigo com Fernanda Garay como um dos destaques. A ponteira vem numa crescente desde que assumiu a titularidade lá em Londres, foi a capitã no Montreux e segura. Ela está à vontade em quadra e tem lugar certo nesse novo ciclo. Foi eleita com merecimento a MVP do torneio. Já na outra ponta, Pri Daroit foi bem no torneio. Ela também foi uma segurança na rede e ainda tem a vantagem de contar com um saque que atrapalha a recepção rival. Será que ela conseguiu entrar na briga pela posição?

No meio, Juciely chamou mais a atenção que Adenízia. Pode ser impressão, mas escutava mais o nome dela. E a central, mais uma da ala as baixinhas, mostrou agilidade no bloqueio e colaborou para o time. Pode já ter 32 anos e ainda ser novata na seleção, mas deu o recado.

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Para completar, Monique acabou como oposta. Tandara, com dores no ombro, nem foi relacionada. Ela tem um estilo diferente, não é tanto de pancada, mas também correspondeu. E sua irmã Michelle neste domingo entrou também na posição nas inversões de 5-1. Deu certo, tanto que o Brasil reagiu no primeiro set e embalou para a partida.

Começar com título é sempre bom e Zé Roberto agora é quem precisa decidir quem segue no time, se volta com mais veteranas e como será a seleção daqui para frente!

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sábado, 1 de junho de 2013 Seleção feminina | 15:39

Seleção feminina na primeira final da temporada

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*atualizado às 18h22

O Brasil está na decisão da Montreux Volley Masters! A seleção feminina venceu, agora há pouco, a República Dominicana por 3 sets a 0, com parciais de 25/19, 25/18 e 32/30, e vai disputar a primeira final da temporada. E o jogo desta tarde foi o primeiro teste de fato da equipe até aqui.

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Fernanda Garay foi a maior pontuadora do Brasil na semifinal

O time de Zé Roberto havia passado por Suíça, juvenis da China e reservas da Rússia. Mas agora tinha pela frente as dominicanas com jogadoras experientes, como De La Cruz, Castillo e companhia. O jogo foi o mais equilibrado e acho que o Brasil se comportou bem. Abriu no primeiro set, viu as rivais melhorarem com uma inversão de 5-1, mas logo fechou. Depois, buscou o placar na segunda parcial e, de novo, deslanchou no final para vencer. E no último set, dificuldade para acabar com a partida, mas um bloqueio resolveu o jogo.

Falando em bloqueio, o Brasil deu lavada no fundamento, marcando 18 pontos nas três parciais. No terceiro set, por exemplo, uma das viradas veio com sequência de pontos de bloqueio. Destaques para Juciely (ela costuma resolver no bloqueio na Unilever e aparece também agora na seleção), Adenízia e Pri Daroit.

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Além disso, a seleção não cometeu tantos erros bobos e até por isso venceu os dois primeiros sets depois de ver a situação ficar equilibrada. Já as dominicanas… Elas deram 25 pontos ao Brasil em erros! Ou seja, a equipe nacional teve que, de fato, vencer dois sets para acabar com a partida.

Como disse no outro post, acho bom Zé Roberto manter a sua equipe em quadra. De novo, só Suelen entrou em passagens de saque. O resto foi o mesmo e elas conseguiram se encontrar, virar o placar e sair com a vitória. Vi também alguns lindos ataques de Fê Garay pelo fundo e se no outro comentário elogiei Pri Daroit, aqui aprovo a atuação da outra ponteira. E Garay foi a maior pontuadora, com 15 bolas no chão. Ela está segura e confiante em quadra! Assumiu bem o papel de ser uma das experientes do time e também a capitã.

Agora é esperar a final neste domingo. A decisão será às 11h (horário de Brasília) e quem estará do outro lado será a Rússia.  A equipe venceu a Itália por 3 sets a 2 na segunda semifinal. Será que o Brasil repete a vitória da fase classificatória? Amanhã a gente descobre! Até lá!

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quinta-feira, 30 de maio de 2013 Seleção feminina | 16:28

Brasil melhora e vence Rússia em dia de Pri Daroit

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*atualizado dia 31 de maio, às 18h03

A seleção brasileira feminina de vôlei fechou a primeira fase da Mountreux Volley Masters com três vitórias e todas por 3 sets a 0. Talvez no post da vitória de quarta-feira, sobre a China, tenha sido exigente demais querendo ver logo o time mais bem encaixado e errando menos. Mas nesta tarde as brasileiras realmente se mostraram concentradas, entregaram apenas três pontos nos dois primeiros sets e soube se segurar para liquidar a partida na terceira parcial. Boa evolução!

Leia mais detalhes da partida

Zé Roberto repetiu suas titulares, com Dani Lins, Juciely, Adenízia, Fê Garay, Pri Daroit, Monique e Camila Brait. Nos dois primeiros sets, domínio e logo os 25 pontos no placar. Aqueles erros de recepção que incomodaram nos primeiros jogos voltaram a aparecer na terceira parcial e a Rússia, pela primeira vez, liderou o placar. Mas no final, o Brasil colocou uma bola não com Pri Daroit, que fez um ace logo em seguida, se segurou e fechou no erro de saque das rivais.

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Falando em Pri Daroit, foi o dia dela. A ponteira foi a maior pontuadora, com 17 pontos. Ela mostrou regularidade no ataque e está se saindo muito bem nesses primeiros testes. Além disso, tem um bom saque. Lembram dela no Grand Prix do ano passado, aqui em São Paulo, entrando nos finais dos sets e decidindo no serviço?

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Outra que vem agradando é Monique. Com dores no ombro direito, Tandara nem está sendo relacionada para a competição. Entretanto, a oposto do Praia Clube é mais uma firme no ataque, ágil, e bem com as levantadoras. Boa estreia na seleção!

E acho bom também Zé Roberto ter mexido pouco no time. Esse começo de temporada é o momento de testar, claro, mas também vale a pena deixar um grupo em quadra para que elas se entrosem e ganhem ritmo juntas aos poucos. Nesta quinta, a única mudança foi com a entrada de Suellen no saque. O resto ficou igual e o Brasil teve a sua melhor apresentação no torneio.

Que venha a semifinal! A seleção feminina vai encarar a República Dominicana na briga por um lugar na final. A partida será neste sábado, às 13h30 (horário de Brasília). Na outra semifinal o duelo será entre Rússia e Itália.

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quarta-feira, 29 de maio de 2013 Seleção feminina | 20:01

Seleção feminina e o time juvenil da China

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O segundo jogo do Brasil na Montreux Volley Masters foi diante da China, nesta quarta-feira. Só que em quadra, nada daquele time de conhecidas como Yimei Wang. Longe disso. Antes mesmo da partida, Sheilla comentava nas redes sociais: “Detalhe, a jogadora mais velha da seleção chinesa tem 19 anos!!! To velha mesmo!!!”. Pois bem, a rival da seleção era equipe juvenil do país asiático, que usa o torneio como preparatório para o Mundial da categoria. E o resultado foi mais uma vitória para o Brasil, como o esperado por atuar com sua seleção adulta, mas de novo com erros.

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Logo de cara, a China saiu na frente e marcou uns cinco pontos em erros do Brasil. O segundo set, por exemplo, teve algumas viradas no placar. Ok, posso estar sendo exigente demais, mas não dava para esperar mais do time brasileiro, mesmo que no comecinho da temporada, diante de uma equipe juvenil?

O placar foi de 25/19, 27/25 e 25/23. Pri Daroit e Fê Garay comandaram os ataques do Brasil. O bloqueio também fez a sua parte, com 12 pontos contra quatro das chinesas. O Brasil venceu porque, mesmo a esta altura, é mais time e tem técnica. Está sofrendo com erros (21 nos três sets) e com a a falta de entrosamento. Isso vem com o tempo, não tem jeito, afinal, Zé Roberto mexeu um pouco no time. Agora tem de novo Pri Daroit, tem a estreia de Monique, volta de Fabíola…

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Com o resultado, o time nacional está na semifinal e encara a Rússia nesta quinta-feira. Se vencer, fica com a primeira colocação do grupo. Dá para esperar menos erros dessa vez?

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terça-feira, 28 de maio de 2013 Seleção feminina | 18:22

Erros na recepção, mas dever cumprido na estreia

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A seleção brasileira feminina venceu a Suíça nesta tarde, na primeira partida da temporada, na estreia na Montreux Volley Masters. O placar foi de 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/23 e 25/10. O time teve muitos erros na recepção, quase se complicou no segundo set, mas cumpriu o dever na estreia, de vencer sem perder nenhuma parcial.

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Dani Lins comemora vitória na estreia com as companheiras da seleção

A recepção realmente foi o problema da equipe. No segundo set, por exemplo, o Brasil marcou 21 a 15 e empacou, sem conseguir nenhuma bola na mão de Fabíola, que havia entrado na inversão de 5-1. Sim, era só o primeiro jogo, tinha tensão da estreia e tal, porém foram erros demais. É o primeiro ponto a ser melhorado, sem dúvida.

Já o terceiro set foi uma lavada da seleção, que se impôs no saque com Pri Daroit e deslanchou de vez. Não dava para comparar muito os times na técnica. Era só ver a posição do bloqueio brasileiro, bem armado e a facilidade de ataques colocados, como as diagonais de Fê Garay. Mesmo na estreia, o Brasil é mais time, com variedade de jogadas e, por isso, dominou.

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O que deu para perceber desse jogo? Bom, além dos problemas na recepção, teve gente que pode ter sentido a pressão. Ellen fez uma Superliga e tanto pelo Pinheiros, mas não se achou muito em quadra. É nova, vai ter outras chances e logo deve corresponder. Já as gêmeas Monique e Michelle viraram quando solicitadas, assim como Pri Daroit. São três ainda novas na seleção, mas com experiência na base e isso pode ter ajudado.

Como disse, o Brasil cumpriu o seu dever. Venceu quem seria o rival mais simples e agora encara China e Rússia. Os jogos serão quarta e quinta, às 13h30 (horário de Brasília). Agora é usar o tempo e os jogos para se arrumar. Esse é só o começo do novo ciclo…

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segunda-feira, 27 de maio de 2013 Seleção feminina | 19:09

Ano da seleção começa com mais novatas que veteranas

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Começa nesta terça-feira mais um ciclo olímpico para a seleção feminina brasileira de vôlei. As comandadas por José Roberto Guimarães estreiam na Montreux Volley Masters diante da Suíça, às 16h (horário de Brasília). E para o início do trabalho, mais caras novas do que veteranas. Quem vai ser sair bem e se firmar na equipe para o ciclo que vai até 2016?

Veja os horários de jogos da Montreux Volley Masters

CBV

Tandara, Fê Garay e Ellen: mistura na seleção brasileira para começar o ciclo olímpico

As mais experientes são Dani Lins e Fabíola, Tandara, Fê Garay, Adenízia e Camila Brait. Já entre as novatas, tem gente que nem é tão nova assim na idade, mas que tem pouca rodagem da seleção, como Juciely. E outras como Claudinha, Monique, Ellen, Pri Daroit, Michelle, Letícia Hage e Suellen.

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Primeiro as veteranas… Acho justa a volta de Fabíola ao time e, até agora, não entendi o seu corte para levar a Fernandinha para as Olimpíadas de Londres. Dani Lins cresceu em 2012, segurou o time em Londres e Fabíola fez de novo uma boa Superliga. Vale apostar nelas mais uma vez. Já Camila Brait tem tudo para mostrar o seu potencial sem ter que dividir o posto por enquanto com Fabi. A será a vez de Tandara aparecer como oposta. Ela também melhorou na Superliga, conseguiu ser a jogadora de segurança em diversos jogos, principalmente na segunda parte do torneio.

No lado das novatas, quero ver o desempenho de Claudinha. Como ela vai ser sair em um time grande, com mais responsabilidade. Ela vai trabalhar com Zé também no Vôlei Amil e pode ajudar nesse novo ciclo, afinal, o Brasil sofreu com levantadoras ultimamente. Dani foi fundamental em Londres, como já disse, mas isso foi uma boa surpresa.

Na posição de oposto, Monique deve colocar pressão em Tandara. Ela cresceu no Praia Clube e teve que ajudar o time quando Herrera se machucou. Já as ponteiras, quero ver Ellen, o rosto novo. A jogadora se destacou no Pinheiros, uma equipe com atletas pouco conhecidas, mas que deu trabalho. Ellen se mostrou forte no saque e consciente na rede, apesar de seus 1,79m. Vamos se terá chance na seleção e como ela se sai.

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CBV

Juciely tem 32 anos, mas é umas jogadoras da ala das menos experientes da seleção

Tem ainda as centrais. Juciely é baixa para a posição (1,84m), não é mais tão nova (tem 32 anos, 10 anos a mais que Letícia, outra central que vai para a Montreux), mas é veloz e excelente jogadora. As últimas Superligas deixaram isso bem claro. Ainda pode ser aproveitada por Zé Roberto. Pena que Bia e Angélica estão machucadas e não viajaram com a seleção. Bia, por exemplo, apareceu mais até que Fabiana no Sesi na última temporada. E Angelica foi mais um destaque do Praia Clube. Espero que ainda tenham chances.

Se há um momento para testar e colocar mais novatas que experientes em quadra é agora. E que a altura não seja um problema, porque essa seleção está um pouco baixa e, se ganha na velocidade, pode perder na marcação.

A Montreux é só o primeiro torneio da temporada e vale a pena já começar a mexer no time para ter tempo para pensar em formações, analisar desempenhos até ter um time lá no meio do ciclo que deve serguir até as Olimpíadas. Mais para frente, com Grand Prix e tal, as velhas conhecidas Sheilla, Thaísa, Fabiana e companhia devem voltar. Por enquanto, boa sorte para quem chegou! E bom desempenho para quem já estava no time!

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sexta-feira, 12 de junho de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 20:04

Levantadora nova, time novo

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A seleção feminina venceu a Polônia na tarde desta sexta-feira e está classificada para a semifinal do Montreux Volley Masters. Time de Zé Roberto teve mais dificuldade que o esperado contra as polonesas, mas ganhou forças com sua nova levantadora.

O técnico brasileiro havia escolhido Dani Lins para ser o novo coração da equipe nacional. Ela ficaria com a vaga de titular deixada por Fofão, que se aposentou da seleção no ano passado. Dani teve que esperar para jogar com a camisa verde e amarela. Ainda se recuperando de uma entorse no pé, ela entrou em poucas passagens contra Alemanha e China, mas fez a diferença nesta tarde.

O Brasil começou perdendo e, de novo, com erros na defesa e recepção. A Polônia se aproveitou e tomou conta da partida. Entretanto, a seleção brasileira cresceu com ataques de Sassá e fechou o primeiro set por 25 a 18. Na parcial seguinte, mais uma vez, domínio das polonesas, que agora se aproveitaram dos erros do Brasil, que além do fundo, desperdiçava no ataque. Final, 26 a 24 para as europeias.

Foi aí a vez de Dani Lins estrear de fato na seleção. Ela entrou e mudou a cara do time. Com maior potência no ataque, o Brasil passeou no terceiro set, por 25 a 15 e no quarto, por 25 a 13. 3 sets a 1 no placar e a vaga na semifinal do torneio suíço. A seleção brasileira vai encarar a Holanda no sábado. A final está marcada para domingo.

Até agora, a equipe nacional está bem. Ainda precisa acertar o passe, mas tem gente que sabe resolver no ataque, como Sheilla, Sassá, Mari e as centrais. Dani Lins será a titular do time, mas terá uma reserva de luxo, afinal, Ana Tiemi é alta e uma força no bloqueio. E o bloqueio, que não apareceu tanto contra a Polônia, é a grande arma do time. E ganhou o reforço de Caroz Gattaz, que segue líder das estatísticas nesse fundamento. Um bom começo de temporada e grandes chances de título.

Começo também para os homens

Agora quem precisa mostrar a sua nova cara para o público é a seleção masculina, que estreia neste sábado na Liga Mundial contra a Polônia no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A partida está marcada para às 10h (horário de Brasília) e todos os ingressos estão esgotados.

Diferente das mulheres, os homens de verde e amarelo têm mais caras novas e algumas nem tão conhecidas do público nacional. Os opostos Rivaldo e Leandro Vissotto, o levantador Raphael e o ponta João Paulo Bravo são exemplos de destaques do voleibol italiano. Mas também tem gente conhecido da Superliga como Thiago Barth, Thiago Alves, Bruninho…

Resta saber como eles vão se comportar juntos, pela primeira vez diante da torcida, contra um rival de peso como a Polônia, que também passa por uma fase de renovação. Os veteranos Rodrigão e Giba foram os últimos a se apresentar ao time e estão fora da estreia em São Paulo. Na pré-temporada, o Brasil fez seis jogos em um torneio na França e venceu todos. Agora é para valer. Boa sorte aos novos meninos do Brasil!

A seleção brasileira conta com: Bruninho, Raphael e Marlom (levantadores); Leandro Vissotto, Rivaldo e Leandrão (opostos); Éder, Sidão, Rodrigão, Lucão e Thiago Barth (centrais); Murilo, Giba, Wanderson, Léo Mineiro, João Paulo e João Paulo Bravo (pontas); Mario Jr e Serginho (líberos).

E você? Vai assistir aos jogos do Brasil em São Paulo? Mande o seu comentário e conte o que achou!

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quinta-feira, 11 de junho de 2009 Seleção feminina | 23:08

Parede brasileira segura a China no Montreux Volley Masters

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Segundo jogo, segunda vitória da seleção feminina. Depois dos 3 sets a 0 sobre a Alemanha na estreia no Montreux Volley Masters, o Brasil passou pela China pelo mesmo placar na tarde desta quinta-feira. Mais um 3 a 0, com parciais de 25/22, 25/19 e 25/21.

Enquanto as alemãs não deram trabalho ao Brasil e entregaram o jogo com muitos erros de finalizações, a partida contra a China prometia ser mais complicada. Afinal, as chinesas são donas do bronze na Olimpíada de Pequim e estão defendendo o título na Suíça. Entretanto, o time de Zé Roberto mais uma vez mostrou a força na rede e contou com as centrais Carol Gattaz e Fabiana inspiradas. As brasileiras marcaram 13 pontos no bloqueio contra apenas dois das chinesas. Aí ficou simples.

Desde a campanha do ouro olímpico, o bloqueio é o diferencial da seleção brasileira. Ele está sempre bem armado, toca na maioria das bolas e faz pressão nas adversárias. No Montreux Volley Masters, a história está se repetindo. Já foi assim contra a Alemanha, foi assim contra China. E esse é o caminho certo. Já que a defesa não deixa todas as bolas redondas para as levantadoras, pelo menos o bloqueio amortece os ataques rivais e faz a sua parte.

E Carol Gattaz é o destaque nacional no fundamento. Ela atuou bem contra a Alemanha e repetiu o desempenho na vitória contra a China. É a melhor bloqueadora do torneio, com 12 pontos. Parece que ela quer mesmo uma vaga na seleção.

Brasil volta a jogar nesta sexta, contra a Polônia. A partida está marcada para às 13h30 (horário de Brasília). E você, o que achou do jogo da seleção? O Brasil está mesmo bem neste começo de temporada ou ainda não enfrentou adversários difíceis? Deixe o seu comentário!

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terça-feira, 9 de junho de 2009 Seleção feminina | 18:28

Primeiro torneio, primeiro jogo, primeira vitória

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A seleção feminina começou a temporada com a sua cara. Nesta tarde, estreou no Montreaux Volley Masters com uma vitória por 3 a 0 sobre a Alemanha com a mesmas forças que a consagraram campeã olímpica em Pequim: bloqueio para compensar a recepção e inteligência no ataque.

Esta é a seleção com a maior média de altura do País (1,87m). Além das gigantes centrais Thaisa, Fabiana e Carol Gattaz , conta com a levantadora Ana Tiemi, de 1,88m, a maior na função. Mesmo que o bloqueio não marque o ponto, ele sempre está ali, fazendo sombra e colocando pressão nas adversárias. E foi isso que aconteceu nesta tarde. A Alemanha armava bem as suas jogadas, mas não conseguia finalizar e parecia se afobar com a presença da parede brasileira, sempre bem colocada.

O Brasil não chegou a ser ameaçado. Depois de um começo nervoso, conseguiu abrir no placar e fechar o primeiro set em 25 a 19. Na parcial seguinte, a Alemanha levou o jogo de igual para igual com um ótimo passe. Enquanto as brasileiras variavam no ataque, elas se jogavam na defesa e tocavam em quase todas as bolas. Além disso, colocavam a bola na não da levantadora, mas faltava a frieza para definir a jogada. A seleção brasileira se distanciou no placar com saques de Sheilla e bloqueios de Carol Gattaz e fechou em 25 a 19.

No terceiro set, um passeio nacional. As alemãs entregaram o jogo e as brasileiras relaxaram e dominaram a partida. Jogando bem mais solto que na primeira parcial, mas sem sofrer da famosa “síndrome do terceiro set”, quando um time acha que o jogo já está definido e relaxa tanto que perde o foco, o Brasil fechou em 25 a 14.

Bom começo
O primeiro jogo da nova formação da seleção foi positivo. Time não conta com jogadoras renomadas como Walewska, que pediu para ficar afastada; Paula Pequeno, ainda se recuperando de uma cirurgia no joelho; Carol Albuquerque, que não foi convocada por Zé Roberto e Fofão, aposentada da equipe. Mas a base está mantida e jogou bem no primeiro desafio do ano. Falta ainda acertar um velho problema: o fundo de quadra. Enquanto as alemãs recuperavam diversas bolas, as brasileiras tinham dificuldades em colocar o passe na mão de Ana Tiemi.

Além disso, o saque nacional teve altos e baixos. Quando entrava, fazia estragos, principalmente com Fabiana e Carol Gattaz, no saque tático, e Sassá, com a força. Mas foram também diversos erros no serviço não forçado. Coisas de primeiro jogo e simples de arrumar. Basta um pouco mais de concentração. Mas não pode demorar muito para coloca ordem nisso.

Carol Gattaz, Ana Tiemi e Natália, as caras novas do time na partida desta tarde, tiveram uma boa estreia. Carol foi a segurança na rede e causou estragos com um saque tático sem peso, principalmente no terceiro set. Ana Tiemi virou titular na última hora, já que Dani Lins torceu o tornozelo, mas soube se acalmar e se soltar ao longo do jogo. E Natália mostrou a potência de sempre no ataque e foi grande no bloqueio.

Brasil volta a jogar nesta quinta, contra a China, às 16h (horário de Brasília). Vamos ver como o time se sai neste novo ciclo olímpico. E você, o que achou da estreia da seleção feminina? Deixe o seu comentário!

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