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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:57

Quem vence no duelo das saias na Superliga?

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O post de hoje é um pouco “menininha”, mas o assunto deve agradar também aos marmanjos de plantão. Na rodada desta semana da Superliga feminina, o Camponesa Minas venceu em casa o Rio do Sul por 3 sets a 1 e entrou para a lista de times que adotam a saia-shorts como uniforme.

A ideia de usar saia começou com o Molico/Nestlé na Superliga 2013/2014. Nesta temporada, além do time do Osasco seguir com o uniforme, Brasília Vôlei e Rio do Sul aderiram à moda. E na rodada de terça-feira foi a vez da equipe do Minas. Entre as jogadoras, a opinião parece unânime. Conversei com algumas atletas do Molico em 2013 e as meninas do Minas concordam: a saia deixa as jogadoras ainda mais femininas em quadra e elas aprovaram a ideia.

Leia mais: Jogadoras do Minas aprovam short-saia e dizem ficar mais bonitas e femininas

Acho que alguns modelos, com o do Minas, mais apertados, devem ser desconfortáveis para jogar. Gosto mais do estilo do Brasília, com um partidinho do lado que ajuda no movimento. E para vocês, quem vence o duelo das saias na Superliga? Veja as imagens na galeria abaixo:

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sábado, 20 de dezembro de 2014 Diversos, Superliga | 18:04

O clássico do vôlei e a entrevista de Bernardinho

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Se um jogo no vôlei feminino pode ser chamado de clássico é Rio de Janeiro x Osasco. Os times podem mudar de nome de acordo com o patrocinador, mas esse duelo sempre é esperado na Superliga. E na noite de sexta-feira, o carioca Rexona-Ades venceu por 3 sets a 0 o paulista Molico/Nestlé.

O esperado era uma partida mais equilibrada, pelo histórico de duelos. Mas o Molico já começou a desvantagem sem Dani Lins, cortada do jogo com dores nas costas, e ainda perdeu a cubana Carcaces, que machucou o dedo no aquecimento. E na partida, o Rexona já começou defendendo mais, armando contra-ataques e se distanciando do placar.

Mais sobre o jogo: Rexona vence Molico e lidera a Superliga

Ao longo do jogo o time de Osasco tentou correr atrás do placar, mas não conseguiu. O passe estava ruim, o que facilitou o trabalho das cariocas, que tiveram as atacantes Bruna e Gabi inspiradas. Resultado foi um jogo curto e a vitória em sets diretos.

Mas o que chamou a atenção foi um personagem fundamental nesse clássico: Bernardinho. O técnico teve a sua conhecida atuação na vitória do Rexona, cobrando as jogadoras mesmo com uma certa facilidade na partida. Antes, ele foi notícia durante o dia em todos os portais pela entrevista que deu para a revista Veja. Nela, o treinador fala da corrupção no vôlei e também revela que retirou um tumor maligno do rim.

Leia mais: Para revista, Bernardinho revela câncer e diz que tirou tumor após o Mundial

Bernardinho deveria tomar posição nesse escândalo todo com a CBV. Os jogadores já cobraram e fizeram protestos, com razão. Agora o técnico também. Para a revista, Bernardinho conta que cobrou atitudes de Ary Graça antes mesmo de tudo isso, em 2012, quando o dirigente iria de candidatar ao posto de presidente da FIVB. Disse ainda que ficou sabendo do começo do escândalo de corrupção em 2013, depois de um problema com a equipe de Volta Redonda. Mais do que revoltado, ele, que também falou que pensou em deixar a seleção, se diz triste.

O técnico falou sobre a doença e que fez a cirurgia para retirar o tumor há três meses. Ainda sobre o caso de desvios de verba na CBV, pediu investigação e deu a seguinte resposta à pergunta “acha justo que Ary Graça continue ocupando o posto de presidente da Federação Internacional?”: “Em se comprovando as denúncias, quem estiver vinculado aos malfeitos, aos desvios, às formas erradas de gerenciamento não pode continuar a atuar como dirigente. E que se cumpra a legislação existente. A quase certeza da impunidade é o que, em minha opinião, gera tudo isso, toda a corrupção.”

E acho que esse é o recado. Essa quase certeza de que nada será feito faz com que a corrupção corra solta em várias esferas do País. E como já disse por aqui, que as investigações sigam e que os culpados paguem por isso. E também que jogadores, técnicos e profissionais não se deixem envolver e sigam cobrando respeito ao nosso esporte. E claro, boa saúde a Bernardinho! Ele ainda tem um Olimpíada em casa e muitos clássicos Rio x Osasco pela frente!

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 Superliga | 10:05

Uma surpresa atrás da outra na Superliga

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Montes Claros surpreende Sesi e vence time paulista por 3 a 2

Desde o final de semana a Superliga, tanto a feminina quanto a masculina, teve resultados que podem ser considerados inesperados. No sábado passado o Sesi derrubou o último invicto, o Sada Cruzeiro. Na noite de quarta-feira, o mesmo time perdeu em casa por 3 sets a 2 para o Montes Claros. E os 3 a 0 entre as mulheres também foram surpreendentes nas últimas partidas.

O Sesi me parece um time que ainda não encontrou nesta Superliga. Marcos Pacheco conta com nomes importantes em quadra como Lucão, Lucarelli, Maurício, Serginho, Marcelinho, mas ainda tem altos e baixos na competição. Parecia que a situação iria mudar. “O time não tinha se ajustado e as peças não estavam encaixando”, comentou o treinador depois da vitória sobre o Sada em casa.

A partida poderia embalar o time paulista, mas aí outros mineiros estavam no caminho. O Montes Claros, que agora (infelizmente, porque nunca é bom ver um time ter que se reformular e cortar gente boa do elenco para se manter vivo e competindo) é muito diferente daquela equipe que chegou à final da Superliga com Lorena, Rodriguinho e companhia, venceu o Sesi.  O time de estrelas parou mais uma vez e soma cinco derrotas em doze jogos.

Leia mais: Montes Claros surpreende e derrota o Sesi em jogo com set de 66 pontos

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Também na noite de quarta-feira, outro estrelado levou 3 sets a 2. O Taubaté, de Sidão, Dante, Lorena e mais, foi parado pelo Minas, de virada. E a equipe de Belo Horizonte apostou na juventude nesta Superliga e tem se dado bem, se mantendo na parte de cima da tabela.

Na Superliga feminina, os placares foram de 3 a 0. Fora de casa, o Rexona-Ades parou o Praia Clube e, também no ginásio dos rivais, o Sesi passou pelo Molico/Nestlé. Eram jogos entre os grandes da competição e por isso os resultados elásticos podem entrar nesse pacote de surpresas. E a pior ficou com o Praia. As meninas de Uberlândia já lideraram a tabela, mas amargam uma série de derrotas. Caíram diante do Pinheiros, quando perderam a invencibilidade, do Molico, do Sesi e do Rexona.

O bom é que a Superliga ainda reserva bons duelos. Faltou colocar os eternos rivais Rexona e Molico frente a frente. E que venham mais bons jogos para gente fechar o ano!

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 Superliga | 10:46

Um invicto a menos no feminino e duelos de favoritos no masculino

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A Superliga já caminha para o final do primeiro turno e os jogos desta semana tanto no feminino quanto no masculino merecem destaque. Entre as mulheres, há um invicto a menos. O Dentil/Praia Clube sofreu a primeira derrota com os 3 a 2 diante do Pinheiros em São Paulo. Entre os homens, a rodada da noite de quarta-feira teve duelo de favoritos e o Brasil Kirim venceu o Sesi em casa. Já o Sada Cruzeiro sofreu para manter a invencibilidade.

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Pinheiros bate Praia Clube e acaba com invencibilidade do time mineiro na Superliga feminina 

Vamos começar pelo torneio feminino. O Praia Clube estava embalado, mas parou diante do Pinheiros na casa do adversário. Nem os 28 pontos de Tandara ajudaram o time mineiro, que se perdeu em erros e sofreu com o bloqueio do lado paulista (foram 11 pontos neste fundamento). O Praia é o quarto colocado no momento na tabela. A liderança segue com o Molico/Nestlé, que além de ter vencido todos os jogos até aqui, passou por todo mundo p0r 3 a 0. E o Molico é justamente o próximo rival do Praia. Será que o time de Uberlândia se recupera? Ou as meninas do Osasco seguem nos 3 a 0?

Ainda entre as mulheres, vale falar de Jaqueline. A ponteira fez o seu segundo jogo pelo Camponesa/Minas, agora em casa, e ajudou o time na vitória sobre o Maranhão/Cemar. Depois de um tempo parada desde o Mundial até a definição de um time, a ponteira ainda recupera o ritmo e ainda não assumiu o posto de titular. Por enquanto, deu sorte e saiu com vitórias. Vamos esperar por um jogo com ela do começo ao fim.

No masculino, na noite de quarta-feira, o Sada Cruzeiro sofreu para se manter como o único 100% até aqui. Depois de abrir 2 a 0, eles pararam e deixaram o Minas crescer no saque e no bloqueio e voltar para o jogo no clássico mineiro. Durante a terceira parcial, o Sada não marcou nenhum ponto de saque ou de bloqueio. A partida voltou a se equilibrar no quarto set, e o Sada Cruzeiro venceu apenas no tie-break. Foi o primeiro 3 a 2 da temporada do time de William, Wallace e companhia, que segue na liderança.

Outro clássico foi Brasil Kirin x Sesi. Em casa, a equipe de Campinas manteve o embalo e passou pelo Sesi por 3 a 1. Foi a oitava vitória do Campinas em nove rodadas da Superliga masculina. Oito vitórias também é o número para o Taubaté/Funvic, mais um time que promete dar trabalho. Eles venceram o Maringá de virada.

Por enquanto, Sada Cruzeiro, Brasil Kirin e Taubaté/Funvic seguem embolados nos primeiros lugares da tabela e estão a sete pontos do quarto colocado, o Minas.

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segunda-feira, 7 de abril de 2014 Superliga | 13:24

Rodada do Sesi na reta final da Superliga

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O Sesi foi o nome da rodada da Superliga. No feminino, o time de São Paulo venceu o Banana Boat/Praia Clube em casa por 3 sets a 2 e fechou a série de quartas de final. No masculino, a equipe de Murilo, Sidão e companhia, passou pelo Brasil Kirin também por 3 a sets a 2 e avançou para a decisão da competição.

Leia mais: Sesi derrota o Praia Clube e enfrenta o Molico/Nestlé na semifinal da Superliga

Nos dois casos, os resultados levaram a reencontros. Entre as mulheres, o Sesi vai encarar o Molico/Nestlé na semifinal. Até agora, os times duelaram na final da Copa do Brasil, com vitória para o lado de Osasco, e na briga pelo ouro no Sul-Americano, quando as paulistanas comandadas por Talmo de Oliveira levaram a melhor. Apesar desse “empate”, a vantagem segue para o Molico e sua impressionante série invicta. O time não perdeu nesta Superliga e esse é um fato que deve ser levado em conta.

Leia também: Sesi-SP aguenta a pressão, bate o Vôlei Brasil Kirin e vai à final da Superliga

Já no masculino, o Sesi fará a final do torneio nacional contra o Sada Cruzeiro. Os dois foram 1º e 2º na fase de classificação e se enfrentaram pelo título em 2010/2011, com vitória dos paulistas. Agora, o duelo promete equilíbrio mais uma vez. O Sada se destaca pelo volume de jogo. E o Sesi chama atenção no bloqueio. Foi assim diante do Brasil Kirin na semifinal. A partida acabou com 14 pontos em bloqueio para o Sesi contra 13 da equipe de Campinas, uma bela média. Sidão mostrou uma ótima leitura de jogo e ainda faz rede ao lado de Renan, de 2,17m. A dupla parece entrosada.

Os jogos continuam nesta semana. Na outra semifinal da Superliga feminina, Vôlei Amil encara o Unilever. E a decisão do masculino será no próximo domingo no Mineirinho, em Belo Horizonte. Quem será que leva a melhor nesses reencontros?

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014 Superliga | 09:40

Pelo que li, a final da Copa Brasil foi um jogão

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Pois é, quem estava em São Paulo neste final de semana teve que apenas ler e acompanhar comentários sobre a final masculina da Copa Brasil. A TV Globo transmitiu a final da Copa São Paulo de futebol júnior e a decisão no vôlei não passou nem na tv a cabo.

A partida foi vencida pelo Sada Cruzeiro diante do Sesi por 3 sets a 2 e diversos jogadores foram às redes sociais reclamar da falta de transmissão. “Pelo que “li” foi jogão Sada x Sesi, obrigado pela belíssima transmissão para São Paulo”, comentou João Paulo Bravo, do Brasil Kirim, time de Campinas. Quem estava envolvido na final também falou: “Gostaria de agradecer a rede Globo em nome dos meus familiares de São Paulo!! Pq? Pq não vão transmitir a nossa final!”, postou William, levantador campeão como Sada Cruzeiro.

Leia mais: Jogadores reclamam da não transmissão da final da Copa Brasil para São Paulo

Eles estão errados ou exageraram? Acho que não. O vôlei luta, temporada após temporada, para ter e manter os patrocinadores. E esses patrocinadores querem mais espaço na mídia, principalmente na TV. Quando eles terão esses espaços sem transmissão de jogos?

Voltando a falar de vôlei, a final da Copa Brasil foi o reflexo da Superliga. Com RJ Vôlei fora da briga depois de tantos problemas, Sada Cruzeiro e Sesi parecem mesmo os donos da modalidade neste ano. Temos tudo para ver esse duelo Minas x São Paulo também na decisão da Superliga.

E no feminino (com transmissão da TV), o Molico/Nestlé bateu o Sesi. Os finalistas até tiveram uma cara nova, mas o título ficou com velho conhecido Osasco. Isso mostra que o time de Luizomar de Moura soube lidar bem com as poucas mudanças no elenco, como as trocas das ponteiras. Gabi é baixa, mas forte e sabe virar. Já pelo meio, Thaísa segue em ótima forma.

Se no masculino já temos favoritos, no feminino ainda há uma briga boa. O Molico tem grandes chances de estar em mais uma final de Superliga, mas do outro lado pode ter uma cara nova. O Sesi foi bem na Copa do Brasil, mas precisa agora repetir o desempenho na Superliga para sonhar. Já o Vôlei Amil segue embalado, já soma sete vitórias seguidas e tem boas chances de chegar lá. E não dá para esquecer do Unilever… Será que finalmente a Superliga vai ter uma final diferente?

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terça-feira, 12 de novembro de 2013 Superliga | 09:34

Como estão os times na pausa da Superliga?

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A Superliga está em pausa enquanto as seleções brasileiras disputam a Copa dos Campeões. A equipe feminina já estreou no torneio com vitória por 3 sets a 0 sobre os Estados Unidos e a masculina faz aclimatação e começa a jogar na semana que vem. E por aqui, no torneio nacional, a média foi de cinco jogos por equipe. Entre os líderes, tanto no masculino quando no feminino, não há grandes novidades. Mas já há aquele de quem eu esperava mais nesse começo. Vamos a um comentário de como estão os elencos até aqui?

Superliga feminina

A maioria dos times já fez cinco jogos e até agora os líderes são aqueles velhos conhecidos. O Molico/Nestlé é o único invicto e parece que ter mudado apenas no nome e na cor faz bem.

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Apesar das saídas de Fê Garay e Jaqueline, o time manteve a mesma cara do ano passado e já está entrosado. E no individual, Gabi, que já estava no elenco, passou por uma das pontas. Ou seja, mais uma que já é conhecida. Sheilla segue forte no ataque e ainda é destaque nos números do bloqueio. E quem chegou aparece bem, como a italiana Caterina Bosetti, que estreou com a Superliga em andamento e já está entre as melhores no ataque e no saque.

Leia também: Seleção feminina mantém freguesia sobre os EUA e larga bem na Copa dos Campeões

Atrás do Molico/Nestlé, aparecem Vôlei Amil, Unilever e Praia Clube, todos com uma derrota apenas. E dessas, acho que a que surpreendeu foi a do time carioca para o Rio do Sul por 3 a 1.

E já que falamos de reforços, por aqui as novidades também se deram bem. Tandara é a maior pontuadora do torneio e está em boas mãos no comando de Zé Roberto. No ano passado ela já tinha sido a segurança do Sesi e, agora, pode repetir e melhorar a atuação em Campinas.  Sob o comando de Bernardinho, Brankica Mihajlovic já está entre as tops no ataque e pela potência no saque, logo será destaque no fundamento também. E no Praia, quem está melhor nas estatísticas é a norte-americana Kimberly Glass, top entre as pontuadoras e atacantes.

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Do outro lado, teve gente que vai para a pausa da Superliga devendo. Acho que é o caso do Brasília Vôlei. Com elenco de experientes como Paula Pequeno, Erika, Dani Scott e Elizângela, a equipe fez seis jogos e só venceu dois. E isso inda sem enfrentar nenhum líder. O Sesi, que desde a criação é um pouco mais promessa que realidade, apesar de ter chegado à semifinal no ano passado, continua tropeçando e também só tem dois triunfos. Pausa de muito trabalho para esses elencos!

Superliga masculina

Entre os homens, a lista de invictos é mais extensa. Sada Cruzeiro, atual campeão mundial, é o dono da primeira colocação. Também seguem 100% RJX e Sesi. E também não é nenhuma novidade ter esses três na ponta.

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

O Sada é quase  o mesmo time do ano passado e a filosofia de manter o elenco já se mostrou muito positiva. Além de Wallace, William, Leal, Filipe e companhia, ainda chegaram Éder e Isac. O RJX perdeu jogadores como Dante ou Théo, mas trouxe Leandro Vissotto. E o Sesi foi quem mais investiu, com Lucão, excelente central e dono de um saque que dispensa qualquer comentário, e Lucarelli, destaque da nova geração. E não é a toa que os maiores pontuadores da Superliga são desses times: Wallace, Vissotto e Lucarelli.

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Seguindo na tabela também estão times que vieram interessantes nesta temporada. Entre quarto e sexto estão Brasil Kirin, Moda/Maringá e Vivo/Minas. Os campineiros tem gente boa no elenco, como Vini ou João Paulo Bravo. Já a equipe do Paraná reeditou a dupla Lorena e Ricardinho. E o Vivo/Minas tem o melhor atacante até aqui, Franco, e logo terá Filip em plena forma e que deve fazer a diferença, como na temporada passada.

Queria ver mais ainda do Canoas. Até agora venceu dois e perdeu quatro jogos, mas conta com o veterano cubano Dennis, por exemplo. Será que ele ainda pode ser aquele cara dos anos 90, que foi a pedra no sapato do Brasil com um saque estiloso e um ótimo ataque?

A Superliga volta ainda em novembro. A feminina terá Minas x Pinheiros no dia 19 e a rodada cheia no dia 26. Para os homens os trabalhos voltam no dia 23. Até lá, é treino para quem está por aqui e seleção brasileira lá no Japão.

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