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terça-feira, 28 de abril de 2015 Diversos, Seleção feminina | 06:00

Playboy, praia, Superliga e seleção: “Certeza que estou fazendo a coisa certa”, diz Mari Paraíba

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Mari Paraíba se destacou pelo Minas na temporada 2014/2015 da Superliga

Essas palavrinhas aí no título resumem um pouco do que é Mari Paraíba. A ponteira já era conhecida de quem acompanhava o vôlei mais de perto e chegou à semifinal da Superliga 2011/2012 com o time do Minas. Depois, ganhou fama ao ser apontada como musa daquela edição da competição nacional e virar capa e recheio da Playboy. Em seguida, resolveu dar um tempo das quadras e se dedicar à carreira artística.

Relembre: Playboy divulga making of de Mari Paraíba

Musa, Mari Paraíba dá tempo no vôlei e revela até apoio do pai para ensaio nu

Depois de colher os frutos da revista, Mari quis voltar. Optou pela praia em 2013 e brincou com a sua volta ao esporte: “Eu tentei sair dele (do vôlei), mas ele não saiu de mim”, disse ao Ahe!, parceiro do iG. Mas a experiência durou pouco e no mesmo ano, Mari voltou ao seu habitat natural e fechou com Barueri para defender a Superliga.

Daí não saiu mais. Mudou de time e defendeu o Minas mais uma vez na temporada 2014/2015. Ela foi um dos destaques da equipe e se acostumou a dividir, por exemplo, o posto de maior pontuadora nas partidas com Jaqueline. O trabalho foi reconhecido e veio a primeira convocação. A partir desta semana, Mari Paraíba é uma atleta da seleção brasileira.

Em um papo exclusivo com o Mundo do Vôlei, a ponteira relembrou as diversas fases da carreira e falou sobre a convocação. Confira!

“Eu não sabia que seria convocada e nem cheguei a conversar com ninguém antes da lista. Eu fiquei muito feliz em ver meu nome lá. Foi a realização de um sonho”, disse a jogadora de 28 anos.

Ela também afirma que aprendeu um pouco em cada uma das fases, seja na vida de musa ou de jogadora. “Pude me conhecer melhor e saber o que queria em cada fase que me permiti passar. Hoje só tenho certeza que estou fazendo a coisa certa.  Há três anos (época da revista e que se afastou do esporte) eu tinha dúvidas e incertezas. Hoje eu me sinto um pouco mais madura e sei o que eu quero”, afirma.

Reprodução

Mari Paraíba na Playboy de junho de 2012

E a ponteira, claro, quer aproveitar a primeira convocação para uma seleção adulta, com calma. “Vou dar um passo de cada vez. Sonhar (com Olimpíadas) toda atleta sonha, mas primeiro vou aproveitar essa oportunidade”, comenta.

Entretanto, Mari sabe que fez fama na capa da revista masculina e que, além de jogadora, terá que lidar com a fama que conquistou com as fotos. “Ainda falam da revista, mas têm muito respeito. Isso já me incomodou mais e acho que hoje já sei lidar com esse assédio. Eu procuro mostrar o meu trabalho dentro de quadra para não acharem que sou só um rosto bonito”, fala.

A ponteira terá a chance de mostrar o seu trabalho agora na seleção. José Roberto Guimarães a convocou na semana passada e ela fará parte de um grupo que começa a se preparar para a temporada em Barueri, São Paulo. A seleção será dividida em dois grupos. Um irá aos Jogos Pan-Americanos de Toronto e outro participará do Grand Prix.

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terça-feira, 31 de março de 2015 Superliga | 09:34

Sada Cruzeiro x Sesi em mais uma final de Superliga

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*atualizado dia 01/04

Voltamos, galera! Fiquei longe durante as férias, perdi o começo dos playoffs da Superliga, mas estou de volta a tempo de acompanhar a decisão. Então vamos ao que interessa? O Sada Cruzeiro é o primeiro finalista da Superliga 2014/2015. O atual campeão comprovou o favoritismo e fechou a série semifinal diante do Minas na noite de segunda-feira com duas vitórias. E com 3 a 0 para cima dos rivais fora de casa.

Mais detalhes da vitória do Sada Cruzeiro na semifinal da Superliga

Divulgação/CBV

Sada Cruzeiro passa pelo Minas na semifinal da Superliga

No primeiro jogo, os times fizeram uma partida mais equilibrada e o saque do Sada Cruzeiro fez a diferença. Foram 9 aces contra 2 do Minas. Nesta segunda, mais uma vez o serviço pesou. Enquanto o Sada forçava e desestabilizava a recepção rival, o Minas tentava responder forçando também, mas errando mais e sem conseguir quebrar o ritmo do Sada.

O primeiro set teve um placar mais apertado, com vitória de 25 a 22. Mas na segunda parcial, o Sada passeou com 25 a 11. E a prova de que os visitantes estavam bem foi que o Minas quase não errou, dando apenas 3 pontos de graça. Foi o Sada quem construiu a vantagem, disparou no placar aproveitando contra-ataques e fechou com um ace de Filipe. Depois, logo abriu 6 a 1 no terceiro set. O Minas tentou, mas o volume de jogo do Sada era melhor e eles fecharam em 25 a 19 sem muitos problemas.

Leia mais: “Estamos entre os quatro melhores times de forma honrosa”, diz técnico do Minas

Méritos para o Sada Cruzeiro, claro, que está em mais uma final. Foi o melhor time da fase classificatória com folga, tanto que jogará a decisão da Superliga em casa, no Mineirinho, no dia 12 de abril. Entretanto, o Minas também merece um parabéns. O 3 a 0 deve ter doído, mas o time é jovem, com vários atletas da base. Eles deixaram quem era apontado como favorito pelo caminho, como o Brasil Kirin, depois de duas vitórias nas quartas. Ninguém quer perder, mas que o lugar entre os quatro primeiros ajude ao Minas a se motivar a seguir investindo no vôlei. Quanto ao Sada, valeu o saque, o volume de jogo e a experiência de um time que mantém a base (fórmula com cara de ideial, não?).

Sesi garante vaga e repete final

Divulgação/CBV

Lucarelli e Marcelinho comemoram vitória do Sesi na semifinal

Do outro lado, o Sada Cruzeiro vai encarar o Sesi. A equipe paulista venceu o Taubaté/Funvic na noite de terça-feira por 3 a sets a 1 e fechou a série semifinal também em duas partidas. E a na segunda partida, só o primeiro set foi mais fácil. O Taubaté errou mais (deu nove pontos de graça) e o Sesi conseguiu fechar. Os donos da casa entraram no jogo na segunda parcial, mas aí os nervos pesaram. Lipe levou vermelho e o Sesi se manteve melhor e fechou mais um. Depois, de novo com bastante equilíbrio, foi o vez do Taubaté liderar o placar, abrir em uma passagem de Lorena pelo saque e fechar. No quarto set, o Taubaté ainda se manteve à frente quase toda a parcial, mas quase sempre com diferença mínima. No finalzinho, uma boa inversão de 5 1 de Pacheco e o ponto de saque de Lucão para cima de Dante deram a vitória ao time da capital.

E aqui também os dois times merecem parabéns. O Sesi cresceu no momento certo da competição, por mais clichê que seja falar isso. A equipe sofreu com lesões no começo da temporada, como Murilo e Téo, e se encaixou aos poucos. Chega aos playoffs com todo mundo pronto para jogar. Murilo ainda não está bem no ataque, mas está recuperado da cirurgia do ombro. Se não ataca, ele ajuda no passe. O time está completo e vai completo para a final.

Já o Taubaté ganhou reforços esse ano para ser campeão. Venceu o Campeonato Paulista, diante do mesmo Sesi, e a Copa do Brasil. Ficou no caminho na Superliga, mas merece respeito. Caiu em uma semifinal disputada, equilibrada. Que também serva de motivação para manter o investimento para a próxima temporada (acho que fiquei um pouco traumatizada depois de ver tantos times fechando ou perdendo espaço nas últimas temporadas…)

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Diversos, Superliga | 10:57

Quem vence no duelo das saias na Superliga?

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O post de hoje é um pouco “menininha”, mas o assunto deve agradar também aos marmanjos de plantão. Na rodada desta semana da Superliga feminina, o Camponesa Minas venceu em casa o Rio do Sul por 3 sets a 1 e entrou para a lista de times que adotam a saia-shorts como uniforme.

A ideia de usar saia começou com o Molico/Nestlé na Superliga 2013/2014. Nesta temporada, além do time do Osasco seguir com o uniforme, Brasília Vôlei e Rio do Sul aderiram à moda. E na rodada de terça-feira foi a vez da equipe do Minas. Entre as jogadoras, a opinião parece unânime. Conversei com algumas atletas do Molico em 2013 e as meninas do Minas concordam: a saia deixa as jogadoras ainda mais femininas em quadra e elas aprovaram a ideia.

Leia mais: Jogadoras do Minas aprovam short-saia e dizem ficar mais bonitas e femininas

Acho que alguns modelos, com o do Minas, mais apertados, devem ser desconfortáveis para jogar. Gosto mais do estilo do Brasília, com um partidinho do lado que ajuda no movimento. E para vocês, quem vence o duelo das saias na Superliga? Veja as imagens na galeria abaixo:

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Diversos | 12:31

Mais respeito, por favor

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Mais uma vez, o racismo aparece no cenário dos esportes. Recentemente diversos jogadores de futebol foram vítimas de preconceito. Quem não se lembra de Daniel Alves comendo uma banana em campo em resposta a quem o insultou das arquibancadas em um jogo do Barcelona? Ou de toda a repercussão no caso do goleiro Aranha, do Santos, em partida contra o Grêmio? Agora, o racismo voltou ao vôlei e a vítima foi Fabiana, central do Sesi e capitã da seleção brasileira.

A jogadora foi às redes sociais para contar o que aconteceu no jogo contra o Minas pela Superliga na noite de terça-feira. Segundo a atleta, um senhor que estava na arquibancada a chamou de macaca e disse coisas como “macaca quer banana” e “macaca joga banana”. Fabiana ainda afirmou que o torcedor foi retirado do ginásio mineiro e encaminhado à delegacia.

No post, a central também comentou que estava em dúvida sobre compartilhar ou não o fato. No final, optou por um desabafo e fez bem. Casos assim não devem ser escondidos ou passar sem ser percebidos. Já chega de vivermos com racismo ou qualquer forma de preconceito.

“Eu não preciso ser respeitada por ser bicampeã olímpica ou por títulos que conquistei, isso é besteira! Eu exijo respeito por ser Fabiana Marcelino Claudino, cidadã, um ser humano”, escreveu. É simples assim! Respeito ao ser humano, independente de cor, religião, sexo…

Veja o post na íntegra de Fabiana:

fabiana-racismo

 

 

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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014 Superliga | 10:05

Uma surpresa atrás da outra na Superliga

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Montes Claros surpreende Sesi e vence time paulista por 3 a 2

Desde o final de semana a Superliga, tanto a feminina quanto a masculina, teve resultados que podem ser considerados inesperados. No sábado passado o Sesi derrubou o último invicto, o Sada Cruzeiro. Na noite de quarta-feira, o mesmo time perdeu em casa por 3 sets a 2 para o Montes Claros. E os 3 a 0 entre as mulheres também foram surpreendentes nas últimas partidas.

O Sesi me parece um time que ainda não encontrou nesta Superliga. Marcos Pacheco conta com nomes importantes em quadra como Lucão, Lucarelli, Maurício, Serginho, Marcelinho, mas ainda tem altos e baixos na competição. Parecia que a situação iria mudar. “O time não tinha se ajustado e as peças não estavam encaixando”, comentou o treinador depois da vitória sobre o Sada em casa.

A partida poderia embalar o time paulista, mas aí outros mineiros estavam no caminho. O Montes Claros, que agora (infelizmente, porque nunca é bom ver um time ter que se reformular e cortar gente boa do elenco para se manter vivo e competindo) é muito diferente daquela equipe que chegou à final da Superliga com Lorena, Rodriguinho e companhia, venceu o Sesi.  O time de estrelas parou mais uma vez e soma cinco derrotas em doze jogos.

Leia mais: Montes Claros surpreende e derrota o Sesi em jogo com set de 66 pontos

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Sesi venceu o Molico e assumiu a liderança na Superliga feminina

Também na noite de quarta-feira, outro estrelado levou 3 sets a 2. O Taubaté, de Sidão, Dante, Lorena e mais, foi parado pelo Minas, de virada. E a equipe de Belo Horizonte apostou na juventude nesta Superliga e tem se dado bem, se mantendo na parte de cima da tabela.

Na Superliga feminina, os placares foram de 3 a 0. Fora de casa, o Rexona-Ades parou o Praia Clube e, também no ginásio dos rivais, o Sesi passou pelo Molico/Nestlé. Eram jogos entre os grandes da competição e por isso os resultados elásticos podem entrar nesse pacote de surpresas. E a pior ficou com o Praia. As meninas de Uberlândia já lideraram a tabela, mas amargam uma série de derrotas. Caíram diante do Pinheiros, quando perderam a invencibilidade, do Molico, do Sesi e do Rexona.

O bom é que a Superliga ainda reserva bons duelos. Faltou colocar os eternos rivais Rexona e Molico frente a frente. E que venham mais bons jogos para gente fechar o ano!

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Superliga | 10:50

Jaqueline, o Minas e a Superliga feminina

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Jaqueline assina com o Minas para a temporada da Superliga

A Superliga feminina está na terceira rodada e ganha um reforço. Jaqueline, depois de chorar ao final do Mundial por não ter clube e até cogitar parar e ficar fora das Olimpíadas de 2016 também pela falta de time, assinou com o Camponesa/Minas. Os treinos começam na próxima segunda e ainda não há data para a estreia, mas a contratação já provocou boas reações.

Logo depois do anúncio, fiz um post na página do blog no Facebook e quem comentou gostou da novidade. Para o torneio também acho que fará bem. O Minas já tinha investido para a temporada com as experientes Walewska e Carol Gattaz, além das opostas Lia, que deu muito trabalho em outras temporadas, e Ju Nogueira e da ponteira Mari Paraíba. Jaqueline reforça o time, pode ajudar no passe e dar volume ao time. Sem contar que nunca é demais contar com uma jogadora de seleção em seu elenco. O Minas subiu um degrau na lista de concorrentes ao título.

A briga esse ano no feminino deve ser interessante. Na temporada 2013/2014, o Sesi já conseguiu chegar até a final, mudando a história recente do torneio de Rio x Osasco. Agora mais gente tenta entrar para esse seleto grupo. O Praia Clube é um desses. A equipe vem crescendo na Superliga e nesse ano tem no elenco Tandara, da seleção; a cubana Ramirez, que foi destaque nos anos que jogou por aqui, e Sassá, ex-seleção. Além disso, Ju Costa é uma das ponteiras e ela tem um ótimo ataque na pancada. Completam o time Natasha, central, e Karine, levantadora.

É uma pena que o clássico mineiro do turno já tenha acontecido, antes da contratação de Jaqueline. O Praia recebeu o Minas e venceu por 3 a 2.

 

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terça-feira, 12 de novembro de 2013 Superliga | 09:34

Como estão os times na pausa da Superliga?

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A Superliga está em pausa enquanto as seleções brasileiras disputam a Copa dos Campeões. A equipe feminina já estreou no torneio com vitória por 3 sets a 0 sobre os Estados Unidos e a masculina faz aclimatação e começa a jogar na semana que vem. E por aqui, no torneio nacional, a média foi de cinco jogos por equipe. Entre os líderes, tanto no masculino quando no feminino, não há grandes novidades. Mas já há aquele de quem eu esperava mais nesse começo. Vamos a um comentário de como estão os elencos até aqui?

Superliga feminina

A maioria dos times já fez cinco jogos e até agora os líderes são aqueles velhos conhecidos. O Molico/Nestlé é o único invicto e parece que ter mudado apenas no nome e na cor faz bem.

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Italiana Caterina Bosetti acabou de chegar ao Molico e já é top 10 nas estatísticas

Apesar das saídas de Fê Garay e Jaqueline, o time manteve a mesma cara do ano passado e já está entrosado. E no individual, Gabi, que já estava no elenco, passou por uma das pontas. Ou seja, mais uma que já é conhecida. Sheilla segue forte no ataque e ainda é destaque nos números do bloqueio. E quem chegou aparece bem, como a italiana Caterina Bosetti, que estreou com a Superliga em andamento e já está entre as melhores no ataque e no saque.

Leia também: Seleção feminina mantém freguesia sobre os EUA e larga bem na Copa dos Campeões

Atrás do Molico/Nestlé, aparecem Vôlei Amil, Unilever e Praia Clube, todos com uma derrota apenas. E dessas, acho que a que surpreendeu foi a do time carioca para o Rio do Sul por 3 a 1.

E já que falamos de reforços, por aqui as novidades também se deram bem. Tandara é a maior pontuadora do torneio e está em boas mãos no comando de Zé Roberto. No ano passado ela já tinha sido a segurança do Sesi e, agora, pode repetir e melhorar a atuação em Campinas.  Sob o comando de Bernardinho, Brankica Mihajlovic já está entre as tops no ataque e pela potência no saque, logo será destaque no fundamento também. E no Praia, quem está melhor nas estatísticas é a norte-americana Kimberly Glass, top entre as pontuadoras e atacantes.

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Do outro lado, teve gente que vai para a pausa da Superliga devendo. Acho que é o caso do Brasília Vôlei. Com elenco de experientes como Paula Pequeno, Erika, Dani Scott e Elizângela, a equipe fez seis jogos e só venceu dois. E isso inda sem enfrentar nenhum líder. O Sesi, que desde a criação é um pouco mais promessa que realidade, apesar de ter chegado à semifinal no ano passado, continua tropeçando e também só tem dois triunfos. Pausa de muito trabalho para esses elencos!

Superliga masculina

Entre os homens, a lista de invictos é mais extensa. Sada Cruzeiro, atual campeão mundial, é o dono da primeira colocação. Também seguem 100% RJX e Sesi. E também não é nenhuma novidade ter esses três na ponta.

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

Sada Cruzeiro manteve a base, tem o reforços como Éder e lidera a Superliga

O Sada é quase  o mesmo time do ano passado e a filosofia de manter o elenco já se mostrou muito positiva. Além de Wallace, William, Leal, Filipe e companhia, ainda chegaram Éder e Isac. O RJX perdeu jogadores como Dante ou Théo, mas trouxe Leandro Vissotto. E o Sesi foi quem mais investiu, com Lucão, excelente central e dono de um saque que dispensa qualquer comentário, e Lucarelli, destaque da nova geração. E não é a toa que os maiores pontuadores da Superliga são desses times: Wallace, Vissotto e Lucarelli.

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Seguindo na tabela também estão times que vieram interessantes nesta temporada. Entre quarto e sexto estão Brasil Kirin, Moda/Maringá e Vivo/Minas. Os campineiros tem gente boa no elenco, como Vini ou João Paulo Bravo. Já a equipe do Paraná reeditou a dupla Lorena e Ricardinho. E o Vivo/Minas tem o melhor atacante até aqui, Franco, e logo terá Filip em plena forma e que deve fazer a diferença, como na temporada passada.

Queria ver mais ainda do Canoas. Até agora venceu dois e perdeu quatro jogos, mas conta com o veterano cubano Dennis, por exemplo. Será que ele ainda pode ser aquele cara dos anos 90, que foi a pedra no sapato do Brasil com um saque estiloso e um ótimo ataque?

A Superliga volta ainda em novembro. A feminina terá Minas x Pinheiros no dia 19 e a rodada cheia no dia 26. Para os homens os trabalhos voltam no dia 23. Até lá, é treino para quem está por aqui e seleção brasileira lá no Japão.

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009 Superliga | 21:03

As primeiras rodadas da Superliga masculina

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A temporada da Superliga começou e provou o que os jogadores já esperavam: equilíbrio. “Não adianta achar que teremos jogos fáceis nesta Superliga”, disse Lucão, da Cimed. Já para Giba, do Pinheiros/Sky, e Éder, da Cimed, são muitos os times que brigam pelo título. “São seis ou sete que chegam fortes e não podemos perder o foco em nenhum jogo”, afirmou o central atual campeão. Com isso, vamos ao que aconteceu nas primeiras rodadas com algumas equipes.

Cimed
A atual campeã teve um jogo duro e outro mais simples do que o esperado. Primeiro, sofreu com o nervosismo da estreia e foi surpreendido pelo Sada/Cruzeiro, que vem desde o ano passado como uma nova potência nacional. Apesar da dificuldade, venceu por 3 a 2. Na segunda partida, um clássico contra os mineiros e um simples 3 a 0 graças ao ótimo entrosamento dos catarinenses. Já começa como favorita na competição, mesmo com o baixo desempenho no último torneio disputado, o Mundial de Clubes (a Cimed não chegou nem às semifinais).

Vivo/Minas
O time mineiro manteve seus reforços do ano passado André Nascimento e André Heller, mas perdeu peças importantes, como o atacante Ezinho. Na estreia, venceu o Barão por 3 sets a 1 com destaque para o central Henrique, maior pontuador e autor de três aces. Depois, sofreu a derrota inesperada para o Cimed. Pela tradição dos dois times, que fizeram as últimas quatro finais de Superliga, ninguém esperava um 3 a 0, para qualquer um dos lados.

Pinheiros/Sky
Com Gustavo, Giba, Rodrigão, Marcelinho e o cubano Rocca, já nasceu grande. Mesmo assim, já provou do veneno dos times que querem surpreender nesta Superliga. Depois de uma boa vitória por 3 a 1 sobre o Brasil Vôlei na estreia, perdeu para o novato Montes Claros por 3 sets a 2. Foi a primeira surpresa da competição. Na partida, os paulistas sofreram com o bloqueio e os bons ataques dos mineiros, que jogaram com raça e coração para vencer, sem respeitar Giba e companhia.

Sesi
Mais um que nasceu grande com estrelas como Murilo, Anderson, Sidão e o técnico Giovane. Mas, diferente do Pinheiros, já está totalmente entrosado, venceu o Paulista de 2009 e está invicto na Superliga. Bateu Montes Claros e Brasil Vôlei, ambos por 3 a 1, com tranqüilidade e volume de jogo de todos em quadra. Murilo segue a boa fase da seleção e promete ser um dos destaques da competição nacional.

Brasil Vôlei
Uma coisa essa equipe tem: vontade! Mesmo sem o patrocínio do Banespa, o time não se desfez e segue firme com bons jogadores como Serginho, Marlom e o jovem Renan, destaque de 2,15m das seleções de base do Brasil. Ainda não venceu no campeonato (perdeu para Pinheiros e Sesi), mas tem potencial para crescer. Também é uma equipe que já sabe jogar junta. Talvez ainda sinta um pouco de falta de Dante, que voltou a jogar na Rússia pouco antes da Superliga.

Montes Claros
Aqui está a grande surpresa dessa competição. O time acabou de ser formado, desbancou o Minas nos jogos regionais e já fez sua vítima na Superliga. Depois de perder para o Sesi, venceu o Pinheiros e mostrou as suas armas. É uma equipe jovem, mas com pontos de equilíbrio, como o veterano Ezinho no ataque. Vale tomar toda a atenção contra eles nesta temporada

Sada Cruzeiro
O time mineiro apareceu com força na temporada 2008/2009. Ganhou reforço como Samuel e teve um bom começo nesta Superliga. Perdeu para a Cimed, mas vendeu muito caro a derrota (3 a 2) e, na sequência, se recuperou e bateu a equipe de Blumenau (3 a 2).

Em uma Superliga com 17 times, seria esperado que a briga fosse maior. Esses times citados foram os que chamaram a minha atenção no que pude acompanhar da competição. As duas primeiras rodadas mostraram que tem muita gente grande espalhada pelo Brasil e que a hegemonia Cimed e Minas pode estar ameaçada, sim senhor! É esperar para ver!
E você? O que achou dos primeiros jogos da Superliga masculina? Aponta mais algum favorito? Deixe seu comentário!

p.s.: acho que devo uma explicação a vocês! Desculpem pela ausência nos últimos dias, mas foi resultado da correria na redação. Fui parar até nas finais do Brasileirão de futebol! Tentarei acompanhar a Superliga e vou postando por aqui os balanços da rodada que eu conseguir….

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domingo, 19 de abril de 2009 Superliga | 12:33

Cimed é tricampeã da Superliga

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Saque forçado. Passe na mão. Bloqueio bem armado. Defesa ligada tempo todo. Ataques certeiros. É isso que se espera de uma equipe campeã e foi isso o que a Cimed mostrou na final da Superliga 2008/2009 na vitória sobre o Minas por 3 sets a 0.

O time de Florianópolis conquistou o tricampeonato nacional em uma partida praticamente perfeita que reuniu o melhor bloqueio, da Cimed, contra o melhor saque, do Minas. Mas o jogo da manhã deste domingo mostrou que a estatística nem sempre acerta. Depois de começar o primeiro set perdendo por 5 a 0 com bons bloqueios do Minas, a Cimed se encontrou no jogo com excelentes saques, principalmente de Eder. E a partir daí, o serviço da equipe de Florianópolis fez estrago no passe mineiro. Depois de trocas na liderança do placar, a Cimed se aproveitou dos contra-ataques e dos erros dos adversários no final da parcial e fechou em 29 a 27.

Cimed tricampeã da Superliga - Divulgação/CBV

Enquanto o time catarinense era pura vibração, os mineiros sentiram o resultado do primeiro set e baixaram a bola na segunda parcial. Deram oito pontos em erros à Cimed e se perderam no passe, motivo de reclamação do técnico Mauro Grasso desde o primeiro tempo técnico da partida. Do outro lado, mesmo com o saque forçado do Minas, a Cimed conseguiu colocar a bola na mão de Bruninho. O levantador pode trabalhar bem pelo meio-de-rede, grande diferencial no ataque catarinense. Lucão está em ótima fase no ataque e no bloqueio e é o homem de segurança na rede e fez o seu papel nesta final. Com tranquilidade, a Cimed fechou a parcial em 25 a 16.

Na terceira parcial, a equipe de Florianópolis mostrou porque conquistou o título da Superliga. A famosa “síndrome d o terceiro set”, quando o time sobe no salto e perde a concentração porque está na frente no placar, não passou nem perto da Cimed. Os jogadores mantiveram a mesma postura ao longo do jogo. Forçaram o saque, quebraram o passe do Minas, cresceram no bloqueio e, o mais bonito de se ver, acreditaram na defesa e buscaram os contra-ataques. Não importava se era em uma largada ou na porrada, o fundo de quadra catarinense, comandado pelo líbero Mario Junior, não deixou a bola morrer. Com duas belas defesas do líbero, a Cimed acertou o contra-ataque e abriu 21 a 16. Neste momento, o técnico Mauro Grasso pediu para que o Minas fingisse que estivesse alegre em quadra. Mas não adianta só ter uma falsa alegria. Tem que ter vibração verdadeira e cabeça no lugar. E foi assim, vibrando muito, mas sem perder a concentração, que a Cimed fechou em 25 a 18 e faturou o tricampeonato na Superliga.

Após a derrota, Mauro Grassso disse: “não consegui segurar a cabeça da galera para agüentar até o final”. Isso resume a decisão. O Minas se perdeu com a derrota no primeiro set, se atrapalhou no passe e não jogou o que sabia. Já a Cimed, como resumiu Renato, “jogou direitinho”. A equipe era apontada como a favorita neste ano na competição. Foi o time que manteve a mesma base do ano passado e agora é a base da nova seleção masculina. Venceu de ponta a ponta a Superliga e mereceu levantar a taça pela qualidade da partida deste domingo. Jogou direitinho desde o primeiro lance, manteve a cabeça no lugar até o último ponto e subiu no lugar mais alto do pódio!

E você? Gostou da vitória do Cimed na Superliga masculina? Deixe o seu comentário!

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sexta-feira, 17 de abril de 2009 Superliga | 12:08

As finais da Superliga e os nossos palpites

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Os campeões da Superliga feminina e masculina serão conhecidos neste final de semana. Os finalistas são os mesmos, ou seja, Rexona x Finasa e Cimed x Minas. Mas será que neste ano os campeões também vão se repetir ou teremos revanche? E como fizemos desde o começo dos playoffs, vamos aos palpites!

Rexona x Finasa

Treino do Rexona - Divulgação/CBVOs dois times se enfrentam pela quinta vez consecutiva, mas a vantagem é do Rexona. Nas últimas três edições, as cariocas mostraram mais maturidade e conjunto e ficaram com o título. E agora o Rexona tem grandes chances de faturar o hexacampeonato nacional.

Ao longo da Superliga 2008/2009, a equipe comandada por Bernardinho foi uma das mais regulares. Venceu quando era necessário, virou quando precisou e teve destaques em todos os fundamentos. O Rexona também soube lidar com baixas importantes, já que perdeu Thaísa e Sassá para o Finasa e ainda manteve a cabeça no lugar. É o reflexo do trabalho de Bernardinho.

Do outro lado, o Finasa tem o melhor elenco da competição. Além dos reforços vindos do Rio de Janeiro, conta com Paula Pequeno, Adenísia e Natália em ótima fase. O ponto forte da equipe é o bloqueio. Adenísia e Thaísa lideram nas estatísticas e arrasaram no último jogo da semifinal, contra o São Caetano. O Finasa também se mostrou muito atento ao fundo de quadra e tem Sassá com a melhor recepção do torneio.

Mas, sem muita explicação, elas param quando enfrentam o Rexona, ainda mais se for em uma decisão. Dos quatro turnos da Superliga, deu Finasa x Rexona em três. O time de Osasco venceu a partida que valia o mando de campo, mas perdeu nas finais. Agora, na decisão do título, Rexona tem a vantagem de jogar diante da sua torcida e, pela tranquilidade e maturidade apresentadas ao longo da competição, são as favoritas. Resta ao Finasa mostrar que superou o trauma de todas as outras finais…

Cimed x Minas

Treino da Cimed - Divulgação/CBVA final da Superliga masculina também não é nenhuma novidade. Cimed e Minas se encontram pela quarta vez e, até agora, o time de Florianópolis venceu duas vezes e é o atual campeão. Mas, diferente das mulheres, aqui os dois times são muito parecidos. Nenhum se intimida com um jogo importante, os dois tem saques muito forçados e vibram como se ganhassem uma medalha a cada ponto.

Mesmo com tanta semelhança, a vantagem nesta final deve ser do Cimed. O time é quase o mesmo do ano passado e todos os atletas estão em ótima fase. Thiago Alves é o coração da equipe, aquele que puxa todo mundo. Lucão e Éder formam uma muralha na rede e estão na quarta e quinta colocação no ranking de bloqueadores. Bruninho conhece muito bem seus atacantes e distribui com facilidade.

Já o Minas caiu com a ausência de André Nascimento em meados da fase classificatória, mas já está estruturado de novo. A principal arma é o saque, sempre fortíssimo. Time é líder nas estatísticas neste fundamento. Além disso, também tem bloqueio alto e um bom fundo de quadra, com Sergio como o melhor líbero da Superliga.

Como os dois times têm bons saques e ataques, vai levar a melhor na final deste domingo quem fechar o fundo de quadra e armar mais contra-ataques. Pelos números, daria Minas. Mas a Cimed estava muito bem no último jogo da semifinal, contra o São Bernardo, e vem com força para a decisão. Seguindo a regra usada para o feminino, a aposta é na Cimed mais uma vez campeã, o time com melhor conjunto, mas sem nenhuma facilidade.

E para você, quem serão os campeões da Superliga 2008/2009? Dê o seu palpite!

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