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terça-feira, 10 de dezembro de 2013 Superliga | 10:56

Barueri já tem um título na Superliga: time de musas

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Mesmo com a bola rolando, segue a movimentação no mercado do vôlei. Enquanto teve gente que saiu do Brasil, como Maurício, ex-RJX, ou Giba, tem time daqui repondo suas peças. É o caso do Baureri. A equipe, por exemplo, viu a saída de Cibele e agora já tem três novidades para o restante da temporada. Na semana passada, Luciane Escouto revelou o acerto com o time. Agora também estão no elenco Natasha e Mari Paraíba, ex-dupla de vôlei de praia.

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Mari, que ficou conhecida como musa da Superliga 2012/2013 e foi capa da Playboy, é uma boa atacante. Não é muito alta, mas é potente na rede com sua canhota. Confesso que conheço pouco de Natasha. Talvez a experiência na praia ajude a ex-dupla… Já Luciane é central e praticamente não atuou na última temporada, quando defendeu o Unilever.

Leia também:  Minas fecha com dois reforços para a Superliga feminina

Por enquanto, o Barueri tem feito o seu papel na Superliga. É um time que pode brigar pelos playoffs e tem a oposto Renatinha, 5ª maior pontuadora da competição, como base. Atualmente ocupa a quarta colocação geral.

Mas uma coisa já é certa! Com esses reforços, o time já garantiu pelo menos o título de equipe de musas do torneio! Vamos ver como será em quadra daqui para frente…

Luciane Escouto, Mari Paraíba e Natasha reforçam o Barueri

Luciane Escouto, Mari Paraíba e Natasha reforçam o Barueri

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segunda-feira, 3 de junho de 2013 Diversos, Superliga | 18:03

Gustavo em dia de "fico"

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Divulgação

Gustavo tem seu dia do fico

O central campeão olímpico e mundial Gustavo convocou uma coletiva para a tarde desta segunda-feira. Todo mundo esperava que ele fosse encerrar a carreira, afinal, já havia deixado a dúvida no ar desde o final da temporada passada, e decidisse seguir nos bastidores, atuando com a comissão técnica. Pois ele vai fazer esse trabalho de bastidores também. Gustavo segue mais uma temporada no Canoas.

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Foi uma boa surpresa. Ele é um jogador muito experiente e que faz bem a qualquer equipe. Quem não iria querer contar com bloqueador como esse? E aos 37 anos, como ele mesmo lembrou durante a coletiva, não sofre com lesões e, por isso, consegue jogar no alto nível.

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Gustavo também é uma voz ativa e isso só tende a ajudar o esporte e aos atletas. Mesmo como jogador, ele nunca deixou de criticar ou fazer campanha quando foi necessário. E agora a CBV parece estar ouvindo os atletas e criando um diálogo, tanto que algumas mudanças como calendário, jogo das estrelas e outros pontos já estão sendo discutidos. Que continue assim!

Então, no dia do “fico” de Gustavo, resta dizer boa sorte e boa temporada! Ele segue como central do Canoas e também atuando no comitê de gestão do time.

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quinta-feira, 9 de maio de 2013 Diversos, Superliga | 10:59

Time novo ou patrocinador para quem já está aí?

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Li uma notícia nesta quarta-feira que dizia que Giovane Gávio pensa em montar um novo time e contar com nomes de peso como Murilo e Giba no elenco. A equipe pode ter sede em Barueri, mas Florianópolis e clubes como Pinheiros e Botafogo também já se mostraram interessados. Basta encontrar um patrocinador para tudo isso.

Absolutamente nada contra a criação de novos times de vôlei pelo país, ainda mais com nomes como esses que foram cotados. Só fiquei com uma questão na cabeça. Vale a pena começar um projeto novo ou tentar um patrocinador para quem já está aí no cenário nacional?

Nesta temporada, no final da Superliga, Vôlei Futuro e São Bernardo ameaçaram não seguir para o ano que vem justamente pela questão do patrocínio. Os dois anunciaram em abril que seguem com seus times. Por outro lado, a Medley deixou a equipe masculina de Campinas…

Não valeria mais usar a influência e os nomes para remontar times que já estão aí? Mas se o melhor caminho for mesmo as novas equipes, que elas fiquem no cenário por mais tempo. Como disse Fofão em uma entrevista que fiz para o iG sobre a supremacia de Osasco e Rio de Janeiro nas finais. São times com patrocinadores de longa data ou que passou por problema, mas manteve o alto nível e não fechou as portas. Ela ainda sugere um tempo mínimo com um patrocinador que resolva investir no vôlei. Teria que ficar, ao menos, quatro anos. Tempo para uma equipe se montada, se entrosar e buscar algum resultado.

Seja com time novo ou em algum que já esteja por aí, torço para que a cada temporada a gente tenha que falar menos de patrocinadores e tal. E também torço por Murilo, Giba e Giovane na próxima Superliga! São nomes que agregam ao esporte.

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terça-feira, 22 de maio de 2012 Superliga | 10:06

Veterana por veterana no comando do Unilever

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Fofão-Div

Fofão vai para o Unilever e volta a trabalhar com Bernardinho

Saiu Fernanda Venturini, veio Fofão. Como todos já haviam comentado, o Unilever anunciou na segunda-feira a contratação de Fofão para vaga de levantadora titular da equipe na temporada 2012/2013. Venturini voltou apenas para o ano passado e o time acabou trocando uma veterana por outra para comandar as ações.

Leia mais: “Eu me sinto viva dentro de quadra”, diz Fofão após acerto

Fofão, como Venturini, é uma excelente levantadora e com muita experiência em quadra, com direito ao ouro olímpico em Pequim. Entrosamento e ritmo de jogo acho que não serão problemas. Ela ficou sem time no ano passado quando resolveu voltar ao Brasil depois de defender o Fenerbahce, da Turquia, mas seguiu se exercitando e batendo bola. Ela ainda queria voltar a um grande time e deve estar pronta para isso.

Porém, Fofão é uma jogadora de 42 anos. Ok, levantador é como vinho e tende a melhorar com o tempo. Mas por quantas temporadas ela ainda vai jogar? Não deve ser um bom time que tem procurar justo uma levantadora todo ano… Espero que ela siga mais um tempo em quadra!

E ter Fofão pode ajudar Roberta, reserva na posição, ainda mais. Roberta ainda é nova, mas tem boas características, é uma jogadora alta e pode aprender tendo um espelho todos os dias ao seu lado. Foi assim com Venturini no ano passado e será assim mais uma vez com Fofão.

Ah, Fofão ainda tem mais um ponto em comum com Fernanda Venturini. Não adianta pedir que ela não volta para a seleção. A jogadora já disse que está muito bem resolvida com isso e que a aposentadoria foi mesmo em 2008.

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011 Seleção feminina, Seleção masculina, Superliga | 11:24

Retrospectiva: 2011 teve vaga olímpica, sustos e decepção

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Mais um ano de blog e mais uma vez aqui está a tradicional retrospectiva. O ano de 2011 foi de aquecimento no mercado nacional e alerta para as seleções, tanto masculina quanto feminina. E para vocês, o que mais marcou nos últimos 12 meses? Relembre nos tópicos, clique nos links para reler mais sobre os assuntos e deixe seus comentários no final. E Feliz 2012! Até lá!

Acidente e preconceito na Superliga 2010/2011

Acidente-Vôlei Futuro/Futura Press

Ônibus do Vôlei Futuro tomba perto de ginásio da semifinal da Superliga feminina

A Superliga 2010/2011 foi a primeira decisão na temporada do vôlei por aqui. E a fase final foi mais conturbada do que o normal por problemas que aconteceram fora das quadras.

Na semifinal da edição feminina, o ônibus com a delegação do Vôlei Futuro tombou perto do ginásio do Osasco, no dia 12 de abril. Segundo as primeiras informações, a líbero norte-americana Stacy Sykora era a única que preocupava, com um corte na cabeça. Pouco depois, todos souberam que a situação era bem mais grave e que a atleta havia sofrido um traumatismo craniano. Stacy ficou quase um mês internada, voltou aos EUA para completar a recuperação e, aos poucos, já voltou a atuar. A líbero segue no Vôlei Futuro para a temporada 2011/2012.

Já na semifinal do masculino, o Vôlei Futuro foi jogar na casa do Sada/Cruzeiro e o central Michael afirmou ter passado a partida ouvindo gritos preconceituosos. O caso tomou grandes proporções, o Sada/Cruzeiro foi multado e, no jogo de volta, o time de Araçatuba fez uma “festa rosa” para o atleta, com jogadores usando camisas rosa ou com o arco-íris, símbolo GLSTB e a torcida com batedores coloridos e com o nome de Michael. Ele assumiu ser homossexual e, em uma entrevista exclusiva, falou que nunca namorou, nem homem e nem mulher. Dentro de quadra, o Sada/Cruzeiro levou a melhor e ficou a vaga na decisão.

No final, um campeão inédito e um velho conhecido

Unilever vence a Superliga - Divulgação/CBV

Unilever faturou o sétimo título na Superliga

A edição 2010/2011 da Superliga teve um campeão novato e outro mais do que conhecido. No masculino, o Sesi venceu o Sada/Cruzeiro e conquistou o seu primeiro título nacional com uma equipe equilibrada e um grupo homogêneo. Tanto que, na decisão, o nome do jogo não foi alguém da seleção. O destaque ficou para Vini, prova de ter um grupo completo e preparado pode valer mais do que só alguns selecionáveis.

Entre as mulheres, mais um Unilever x Sollys/Osasco. E o time do Rio de Janeiro, derrotado na temporada 2009/2010, recuperou a coroa e faturou o sétimo título nacional. Na decisão, assim como em quase todos os jogos do time, Sheilla foi a jogadora de segurança. Agora, na temporada 2011/2012, ao lado de uma levantadora experiente como Fernanda Venturini, tende a crescer ainda mais em quadra.

Novos ‘supertimes’, volta de Venturini e mais contratações

Fernanda Venturini - Divulgação

Depois de quatro anos, Fernanda Venturini volta a jogar e assina com o Unilever

Como o costume, depois da Superliga vem a movimentação do mercado e, nesse ano, dois ‘supertimes’ surgiram. Em abril, Eike Batista montou o RJX, no Rio de Janeiro. a equipe contrataria Dante, Marlon, Théo e Lucão, da seleção, além de Lipe, Alan e outros nomes importantes. No mesmo mês, a Cimed anunciou a parceria com a Sky. A ex-patrocinadora deixou o Pinheiros depois de uma temporada turbulenta, com dispensas de Rodrigão e Marcelinho e eliminação nas quartas de final da Superliga diante do Sada/Cruzeiro, que seria vice-campeão. O Pinheiros não manteve o time e a Cimed “ganhou” Giba e Gustavo para a temporada 2011/2012.

No feminino, o mercado viu trocas entre rivais e até o final de uma aposentadoria. Atendendo a um pedido de Bernardinho, que ficou sem levantadora depois de Dani Lins assinar com o Sesi, que montou um time feminino em 2011, Fernanda Venturini voltou a jogar e é a levantadora do Unilever. O time também tirou Natália do rival Sollys/Osasco.

O problema é que, até dezembro, alguns reforços ainda não jogaram em seus times. Giba, com fratura por estresse na tíbia, e Natália, depois da segunda cirurgia para retirada de um tumor benigno na canela esquerda, são exemplos de contratados que ainda não atuaram.

Depois de Stacy, o susto com Jaqueline

Jaqueline - Vipcomm

Jaqueline deixa hospital depois de fratura na cervical na estreia no Pan

Quem acompanha vôlei teve dois grandes sustos em 2011. O primeiro foi o acidente com o time do Vôlei Futuro e o traumatismo craniano de Stacy, como comentamos. Meses depois, Jaqueline foi a protagonista da vez. Pelo menos as duas estão bem e recuperadas.

A jogadora deu um susto gigante ao se chocar com Fabi logo na estreia do Brasil no Pan-Americano de Guadalajara. As duas caíram para defender uma bola e a ponteira bateu a nuca na testa da líbero. O resultado, depois de momentos de apreensão e de ver a jogadora deixando a quadra de maca, foram fraturas em duas vértebras da cervical.

Jaqueline, que já tinha sofrido no ano com a perda de seu primeiro bebê logo no começo da gestação, surpreendeu na recuperação. O que eram oito semanas com o colar cervical viraram três e na semifinal do Paulista, em novembro, ela já estava em quadra novamente.

Novidades emplacam na seleção feminina

Tandara- Divulgação/CBV

Tandara chegou para ficar na seleção feminina

Já que falamos de mercado e novos times, vamos falar também de caras novas na seleção feminina. 2011 viu a estreia de Tandara como oposta. A jogadora ficou com o lugar de Joycinha e se tornou uma arma no ataque, para as inversões de 5-1, e também no saque, com pontos importantes ao entrar no serviço nos finais dos set. Ela ainda é reserva de Sheilla, mas tem potencial.

Fernanda Garay voltou ao time de Zé Roberto na temporada e não fez feio. Ela ajudou no passe, grande problema da equipe, e ainda mudou o ritmo de ataque. A ponteira segue a boa fase no Vôlei Futuro e deve ter vindo para ficar.

Juciely completa o trio de novidades do ano, mas a central ainda está atrás de Fabiana e Thaísa e tem que brigar com Adenízia por uma vaga entre as preferidas de Zé Roberto.

E falando nas mulheres, 2011 acabou com decepção

Fabi e Sheilla - Divulgação/FIVB

Seleção decepcionou na Copa do Mundo e perdeu a primeira chance de se classificar para as Olimpíadas

Com suas caras novas, a seleção feminina partiu para um ano de recuperação. Em 2010, o Brasil foi prata no Grand Prix e prata no Mundial. Agora, conseguiu voltar ao lugar mais alto do pódio, mas ainda decepcionou.

A seleção teve ouro na Copa Pan-Americana, em torneio amistoso em casa e no Sul-Americano e ainda ficou com a prata depois de ser derrotada pelos Estados Unidos com facilidade na decisão do Grand Prix. Mas os problemas e as críticas começaram nos Jogos Pan-Americanos.

Zé Roberto, visando treinar o time para a Copa do Mundo, que valeria a vaga olímpica, levou a equipe principal para Guadalajara. Lá, rivais como os Estados Unidos estavam com a equipe B. O Brasil foi ouro, mas depois, decepcionou e, com três derrotas, ficou apenas em quinto lugar na Copa do Mundo.

Aí vieram as perguntas e as críticas, até de Ary Graça. Valeu a pena jogar com a seleção A em Guadalajara? O time está preparado para lutar pelo bi nas Olimpíadas de Londres? Mais uma vez a seleção está com problemas em quadra, como no passe e no levantamento, e fora dela, como o emocional.? As respostas só virão em 2012. E o ano começará mais cedo, já que as atletas terão que disputar o pré-Olímpico continental para chegar a Londres.

Homens conseguem vaga, mas no sufoco

Giba - Divulgação/FIVB

Giba comemora ponto na vitória sobre o Japão. Jogo valeu o bronze e a vaga olímpica

A seleção masculina fechou 2011 com a vaga olímpica assegurada, mas o caminho até aqui não foi simples. Bernardinho aproveitou o calendário cheio de campeonatos para montar duas equipes e mesclar jogadores em alguns torneios. A equipe B foi ouro no Pan, mas a A teve problemas e derrotas inesperadas.

O time principal venceu o Sul-Americano, mas ficou com a prata na Liga Mundial e passou sufoco para assegurar o terceiro lugar no Japão e lugar Nos Jogos Olímpicos de Londres, com tie-break contra China e derrotas para Itália, Cuba e Sérvia. O bronze a vaga olímpica só vieram na última fase, no último jogo. E quem não viu a briga entre Bernardinho e Serginho diante das câmeras na vitória sobre a Argetina? Os dois perderam a cabeça, mas logo minimizaram a discussão, falando que era algo normal e que a convivência seguia boa. Depois, Murilo, que foi o pivô da briga (Serginho “tomou as dores” do companheiro com Bernardinho, que reclamava do Brasil em jogo no qual a Argentina não se esforçou para fazer nada, já que a derrota até que ajudaria a equipe), comentou que até há um desgaste no time, mas não a ponto de alguém pedir para sair.

O ano também foi de fazer testes e trocar jogadores em algumas posições.o que gerou insegurança na equipe. Afinal, quem são os opostos da seleção, por exemplo? Mas os atletas também ressaltaram que esse foi o ano certo para esses testes e que todos estão confiantes para o ouro em 2012, ano que fechará o ciclo olímpico e também marcará as últimas Olimpíadas de ídolos como Giba, Dante…

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quarta-feira, 22 de junho de 2011 Diversos | 11:49

Como Thiago Alves foi parar no Japão?

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Na semana passada, comentei aqui no blog sobre a ida de Thiago Alves para o Panasonic Panthers, do Japão (veja o post sobre a negociação do jogador). Eu fiquei um pouco surpresa com a decisão do ponteiro e, por isso, bati um papo com ele depois dos jogos contra Porto Rico na Liga Mundial. O resultado foi uma matéria exclusiva para o iG (leia a reportagem completa) com as explicações.

Thiago disse que tentou negociar com o Sesi, mas que, quando foi dar a sua resposta ao time, eles já haviam acertado com o Leo Mineiro. Depois, como ainda não é um atleta tão conhecido lá fora, não teve boas propostas da Itália. Ainda tentou negociar com a Turquia, mas não teve sucesso. No final, a melhor opção até financeiramente foi o Japão. Lá ele terá contrato de um ano e pode jogar e voltar ao Brasil na próxima temporada.

Explicações dadas com total sinceridade, as coisas ficaram mais claras e consegui entender  a opção de Thiago Alves. Adiantaria fechar com um time B da Itália e ficar preso a dois ou três anos de contrato? Seria um risco. Se o time fosse bem, valeria a pena pelo nível do Campeonato Italiano e pelos rivais de peso. Mas não sei se é possível aprender tanto em uma equipe mediana. Bom negócio fez Bruninho, que ficou só 45 dias por lá, mas jogou no Modena e cresceu junto com o time até as finais.

No Japão, o brasileiro será a estrela do time por ser o jogador estrangeiro. Isso não é garantia de sucesso, mas é uma boa perspectiva para voltar a jogar depois de uma temporada de lesões como foi a última.

Para ganhar reconhecimento, o caminho poderia ser tentar seguir no Brasil. A liga japonesa é mais fraca que a nossa e pouco acompanhada pelos fãs brasileiros. Mas pode valer pela experiência de jogar no exterior. E, como disse no outro post, o Japão não fez mal a Théo e João Paulo Tavares, por exemplo. Agora é focar na seleção brasileira, nas finais da Liga Mundial e, depois, desejar boa sorte!

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sexta-feira, 17 de junho de 2011 Diversos | 09:21

Futuro de Thiago Alves

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Enquanto treina com a seleção brasileira para encarar Porto Rico na Liga Mundial, o ponteiro Thiago Alves arruma o seu futuro. Ele disse ao blog na noite de quinta-feira que assinou um pré-c0ntrato com o Panasonic Panthers, do Japão. O que vocês acham? Foi um bom negócio?

Não acompanho muito o voleibol japonês, mas alguns brasileiros já se deram bem por lá. Théo, oposto da seleção, por exemplo, defende o Suntory Sunbirds. E João Paulo Taraves, outro ponta do time de Bernardinho, já defendeu o mesmo time de Thiago Alves. Os dois mantiveram o alto nível e João Paulo foi deu um bom volume ao ataque da Cimed na última temporada.

O “caminho dos sonhos” para os brasileiros fora do País é a Itália, que reúne as equipes com os grandes jogadores de todo o mundo. Thiago acabou mais longe. Vamos ver como ele se sai por lá…

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sexta-feira, 20 de maio de 2011 Diversos | 18:19

Vissotto na Itália, mudanças em Araçatuba e em Montes Claros

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Mais uma sexta-feira e mais uma semana agitada para o mercado do vôlei. Nesta manhã, Leandro Vissotto cumpriu a sua promessa. Ele disse na quinta, no Twitter, que teria uma novidade nesta sexta. Voltou ao microblog e disse que havia assinado com o Cuneo, da Itália (leia mais sobre a transferência de Vissotto). Bom negócio?

Leandro Vissotto

Vissotto voltou ao Brasil no ano passado e jogou no Vôlei Futuro, mas não chegou a acordo para renovar

Vissotto conhece nem o vôlei italiano depois de ter jogado quatro temporadas lá antes da passagem pelo Vôlei Futuro (que acabou depois que ele e o time não chegaram a um acordo para a renovação). E o Cuneo fez uma boa campanha no último nacional, terminando em segundo lugar. Não é o super time do Trentino que ele jogava, mas é uma equipe que briga para vencer.

E é melhor ele se esforçar na temporada porque a concorrência pela vaga de oposto na seleção aumentou depois da ótima Superliga de Wallace no Sesi. Na Itália, ao menos, estará em um torneio de um nível excelente, apesar de um pouco diferente do Brasil. Lá os atletas apostam mais na força. Mas para um cara de 2,12m é até mais fácil jogar dessa maneira.

Ainda essa semana, o Vôlei Futuro feminino anunciou a contratação de Paulo Coco, que deixa o Pinheiros (saiba mais sobre a ida de Paulo Coco para Araçatuba). Apesar de não ter entendido algumas escolhas de Coco na Superliga, como a troca de líberos, eu acho que ele é técnico muito mais firme que o William.

Aqui na capital, o Pinheiros dá sinais de que será difícil seguir na próxima temporada. A assessoria do time afirmou que o clube tentava negociar com patrocinadores, mas o Mackenzie já tirou o seu apoio(veja como acabou a parceria Pinheiros e Mackenzie). E como sempre falo por aqui, é muito ruim ver qualquer equipe se fechando, perdendo patrocínio. O Pinheiros vinha de temporada com resultados que podem ser considerados bons, mas sem jogadoras como Fabíola, Ivna, Ju Costa, Karine perdeu a sua base e a identidade. O Sollys/Osasco foi ao maior beneficiado, pelo menos dentro de quadra.

Bruno Zanuto

Bruno Zanuto deixa o Montes Claros e é um grande reforço para o Medley/Campinas

No masculino, quem estava ameaçado e respirou foi o Montes Claros. A equipe comMas também fica a dúvida de quem restará no elenco para a temporada. O técnico Talmo já fechou com o novo time feminino do Sesi. E agora Bruno Zanuto, uma das melhores contratações de 2010/2011, assinou com o Medley/Campinas.

Com isso, a equipe de Campinas já está com um belo elenco. Vamos relembrar… Já contrataram o oposto Bob, o levantador Fidele, o meia Everaldo e renovou com nomes como André Heller, Gustavão e Lukianetz. Agora também em Zanuto e Aranha, ponteiro que estava no Pinheiros. Em suma, o time conta com atacantes de raça (Bob e Zanuto) e de força (Lukiantez). Os centrais equilibram altura (Gustavão) e experiência (Heller). Resta saber como Fidele, que ainda é um levantador novo, vai comandar todo mundo. Acho que o time começa a temporada com chances melhores do que no ano passado.

Para fechar, o RJX segue contratando. Os titulares já estão praticamente definidos e são eles: Marlon (levantador), Théo (oposto), Riad (central), que acabou se der campeão italiano com o Trentino, Dante (ponta), Felipe (ponta) e Lucão (central) e Allan (líbero). Agora também anunciaram Guilherme, levantador que estava no Londrina e Renan, ponta que era do Minas. Como já disse Gustavo, é um time que nasceu forte. Só espero que siga os caminhos do Pinheiros, que também nasceu grande, mas não se encontrou muito bem em quadra.

E vocês? Gostaram das novas mudanças do mercado? Deixem seus comentários!

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sexta-feira, 13 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 16:20

Mudança no sistema de pontuação aprovada

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Enquanto as equipes se agitam para formar seus elencos para a próxima temporada, a CBV anuncio uma mudança importante no sistema de pontuação das Superligas. A partir da próxima edição, se um jogo acabar no tie-break, o vencedor leva apenas dois pontos e o perdedor soma um ponto. Se for 3 a 0 ou 3 a 1, a regra segue a mesma, com três pontos ao vencedor e nada para o perdedor.

Eu faço coro com os jogadores que comentaram e aprovaram a mudança (leia mais). Já é assim que funciona na Itália e nos principais campeonatos de seleções. Nada melhor do que a Superliga se atualizar também. E de uma forma mais justa.

Quem vence pode até falar que ganhar só dois pontos não será justo, mas é diferente você conseguir um 3 a 0 de lavada ou sofrer e só fechar no tie-break. O mesmo vale para o perdedor. Se o time conseguiu levar o jogo até o quinto set, nada mais justo do que ganhar alguma coisa, afinal, jogou mais do que se tivesse perdido por 3 a 1 ou 3 a 0.

E isso também pode ajudar a evitar aquela famosa “síndrome do terceiro set”, quando a equipe que já venceu duas parciais relaxa e deixa o outro time crescer. Essa vacilada pode significar um ponto a menos e, em um campeonato equilibrado, isso pode fazer falta na classificação final.

Mercado
O Vôlei Futuro fechou com o ponteiro Piá, que fez uma boa Superliga pelo Montes Claros na temporada 2009/2010. Ele foi para o vôlei italiano e agora volta ao Brasil para jogar em Araçatuba. “Empolgado, animado e 150% pilhado para o proximo ano com a torcida de aracatuba. Pode ter certeza qque vou dar meu maximo. Estou muito feliz em retornar”, disse ele no Twitter.

Bom para o Vôlei Futuro, que já perdeu Leandro Vissotto (ainda sem time) e Lucão (para o RJX). Segundo a imprensa regional, Lorena será o oposto do time. E Piá foi, no Moc, um cara que saia do banco com vontade de jogar e decidir.

No mais, são poucas as novidades do dia. O Sollys/Osasco confirmou no Twitter o que já tínhamos adiantado. Ju Costa e Tandara chegaram para assumir a ponta e a vaga de oposta. Também já foram contratadas Fabíola, Karine e Ivna. E seguem Adenízia, Thaísa e Camila Brait entre as titulares. O Unilever anunciou mais uma renovação: Amanda, coringa no saque de Bernardinho.

No masculino, me perguntaram sobre o Sesi. Praticamente todo mundo segue na equipe. O “selecionáveis” como Murilo, Sidão e Serginho já tinham contrato de dois anos. E outros já renovaram, como Wallace, Sandro, Jotinha. A baixa por enquanto é Thiago Alves, que ainda não renovou. Mas o time mantém a base e a sua cara para a temporada 2011/2012.

P.s.: galera, ficarei um pouco afastada do blog no final de semana para resolver algumas coisas pessoais. Se perder alguma movimentação do mercado, coloco um resuminho na segunda-feira, com os comentários. Até!

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quarta-feira, 11 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 19:06

Lucão, Tandara, Fernanda Garay… os negócio desta quarta

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Por que eu fui dizer que a terça-feira estava um dia calmo no mercado do vôlei? Pois nesta quarta foi uma novidade atrás da outra! Vamos a um resumo com as principais negociações do dia e alguns pitacos sobre as novidades. E é claro, quem quiser pode comentar também!

Chegadas e saídas do Vôlei Futuro

Lucão é o novo reforço do RJX

Lucão é o novo reforço do RJX

Lucão, mesmo com contrato de dois anos com o time de Araçatuba, acertou a sua saída, vai pagar multa e assinar com o RJX, time que o empresário Eike Batista montou no Rio de Janeiro. Vantagem para os cariocas pela qualidade do jogador. E uma falta e tanto para o Vôlei Futuro. Foi exatamente na volta de Lucão após a cirurgia na mão que a equipe se achou e conseguiu se entrosar e ganhar ritmo na Superliga. Ele foi peça fundamental e, agora, está indo embora.

O Vôlei Futuro, entretanto, trouxe, segundo o jornal Folha da Região, o oposto Lorena (leia mais). Ele é um excelente jogador, com muita raça e, se se adequar à velocidade de Ricardinho, dará trabalho. Basta saber como será a convivência na equipe, já que os dois jogadores têm temperamentos fortes. Pelo menos é o que parece…

O jornal também coloca o líbero Thiago Brendle, ex-Vivo Minas, em Araçatuba. E Mário Jr? Pela atuação nos playoffs da Superliga, Brendle merece destaque. É melhor ter cuidado!

No feminino, Ana Cristina confirmou que segue na equipe. Apesar da baixa estatura, ela é razoável na posição, mas poderia ter conseguido usar mais Fabiana, uma excelente central, na última temporada. Faltou entrosamento entre as duas. Para o ataque, Fernanda Garay está de volta depois de passagem pelo Japão. Vamos ver como Ana Cristina se adaptará as suas atacantes dessa temporada.

Novidades no Sollys/Osasco

Tandara assume vaga de oposta no Sollys/Osasco

Tandara assume vaga de oposta no Sollys/Osasco

Tandara chega para ser a nova oposta, já que Natália será a ponteira do Unilever. Ju Costa também estaria certa como ponteira para a vaga que deve ser deixada por Jaqueline (leia mais). Conversei com Murilo hoje e ele disse que a esposa ainda não assinou com o Sesi. As negociações continuam… Além disso, depois de Adenízia, Thaísa e Camila Brait são outras titulares renovadas.

Tandara e Ju Costa têm características parecidas. As duas são atacantes fortes e que jogam na raça. Podem dar um ânimo diferente ao time de Osasco.

Por enquanto, parece que as potências do vôlei feminino seguirão no eixo Rio-São Paulo. A Unilever conseguiu formar uma grande equipe muito forte segurando suas principais jogadoras e fechando com Natália. Ainda falta uma levantadora. Bernardinho disse após treino com a seleção masculina, que Fernanda Venturini tem interesse em voltar. Mas será que ela ainda está preparada para jogar no alto nível depois de quatro anos de ausência?

Por aqui, o Sollys/Osasco já garante a segurança entre Fabíola com Ju Costa, por exemplo. E o Sesi, se confirmar Jaqueline, Dani Lins e Fabiana como estão comentando, também já nasce com um time entrosado graças à seleção brasileira. Será que o Minas consegue entrar na briga? Em quem vocês apostam?

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