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Posts com a Tag Medley/Campinas

terça-feira, 26 de março de 2013 Superliga | 08:33

Fim de um patrocínio… Até quando investidores vão sair?

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E a semana do vôlei começa com uma boa notícia e outra bem ruim. A boa é que a CBV vai usar tecnologia para auxiliar a arbitragem nas finais da Superliga. Depois de um torneio com tantas reclamações, muitas delas públicas, faltava tomar alguma providência e já vamos falar disso. A parte ruim dessa semana é o fim do patrocínio da Medley à equipe de Campinas no vôlei masculino.

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A empresa divulgou um comunicado na segunda-feira, dizendo que contribuiu para o resgate da paixão ao esporte, agradeceu o empenho, mas encerrou a parceira. Vale lembrar que na temporada já vimos o fim do Vôlei Futuro, do time de Pindamonhangaba, o risco das equipes do São Bernardo que também ainda buscam patrocínio. Nem sei muito o que dizer nessas horas, viu. A emoção fala mais alto e dói ver isso. Ainda mais com a equipe de Campinas, que foi bem montada para a temporada mesmo sem ter tantos recursos, fez uma boa Superliga e caiu para um time que está brigando forte para chegar à final, o Vivo/Minas.

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Lembro que na apresentação da Superliga conversei com André Heller e ele disse que, depois de alguns anos de projeto, o time queria mais e a meta era avançar nos playoffs. Ok, mais uma vez caiu nas quartas, mas o trabalho não pode ser ignorado. E como disse, perdeu para um rival que está em grande momento e que tem chances de ser o finalista da competição.

Leia mais: Medley não renovará com o Campinas para a temporada 2013/2014

Como esperar um grande investimento ou a formação de grandes clubes e atletas com tantas incertezas, se a cada ano diversos patrocinadores desistem dos projetos? É preciso ter calma para ver o resultado e entender que só um vai ser campeão. Se fosse só pelo resultado, só quem ficasse com o título ou chegasse à final poderia seguir na outra temporada. Sei que os times enfrentam problemas, que falta falar os nomes dos patrocinadores na TV e tudo mais. Mas falta um pouco de paciência deles também. Falta um modelo de negócio sustentável a longo prazo, talvez. Só não é bom, seja para público, jogadores e envolvidos no esporte, ver times sem patrocínio a cada reta final de temporada.

É como acabou de dizer o central Gustavo no Twitter. Isso não é revolta, é preocupação. Sim, como ele postou os patrocinadores têm direitos de sair, mas é fundamental deixar a Superliga mais atrativa para quem estiver chegando. Gustavo está certo e sabe o que diz! Nalbert também deu sua opinião e tem razão. “Precisamos fazer com que os times tenham patrocínio e não que patrocínios formem times!”, falou o ex-capitão da seleção. E não é isso mesmo? As empresas formam times e quando sai o patrocinador master, adeus elenco.

E os atletas, clubes e quem gosta de vôlei começaram uma campanha no Twitter, a #UnidosPorUmaSuperligaMelhor. O blog já aderiu…

Mudando de assunto, de volta a ideia da tecnologia em quadra… Já passou da hora de adotar a tecnologia no vôlei. Esse é um assunto muitas vezes discutidos aqui, nas redes sociais. Mas se temos como ajudar a arbitragem a ser justa nas decisões, por que não fazer uso disso? Um jogo não pode ser decidido porque o juiz achou que determinada bola caiu dentro ou fora. E o juiz também pode errar, ainda mais com a velocidade da bola que vimos hoje. Só que vi alguns erros exagerados nesta Superliga, como exemplo, um toque na rede no jogo Sada Cruzeiro x Sesi que comentamos no post anterior.

A tecnologia será usada para verificar se a bola caiu dentro ou fora, se houve invasão na quadra adversária ou de ataque, se houve toque do bloqueio na rede ou se ocorreu toque da bola ou do atleta na antena. Os times poderão pedir desafios para rever as jogadas, como foi no Mundial. Vamos ver como isso vai acontecer na prática por aqui, se não vai atrasar o jogo… Mas ainda acho uma evolução até já tardia.

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sexta-feira, 15 de março de 2013 Superliga | 11:05

Definição de um lado e disputa aberta do outro nas semifinais

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Mais uma noite de jogos nas quartas de final da Superliga masculina. Em uma série, Vivo/Minas venceu o Medley/Campinas e garantiu a vaga na semifinal. Na outra, Sesi bateu o Canoas e empatou os playoffs. Por coincidência, uma semi definida e terá RJX x Vivo/Minas. Na outra, tudo ainda está aberto.

Enquanto o RJX fechou sem problemas as quartas diante do São Bernardo, como comentamos por aqui, o Vivo/Minas teve mais trabalho nos jogo, mas também liquidou em duas partidas. Na noite de quinta-feira, o placar foi de 3 sets a 1, com destaques para Marcelinho, melhor em quadra, e Filip, maior pontuador.

>>Leia mais sobre a vitória do Vivo/Minas sobre o Medley/Campinas

E acho interessante uma certa mistura que acontece no Vivo/Minas. A equipe tem veteranos, como Marcelinho, que vem muito bem na Superliga, e Henrique, ao lado de jovens como Lucarelli, outro que cresceu neste torneio e deve ter chances no futuro na seleção brasileira.

Na outra série, equilíbrio total. O primeiro jogo foi 3 a 2 para o Canoas. Agora, 3 a 2 para o Sesi. E aqui, o interessante é ver times com perfis diferentes fazendo confrontos assim. A equipe de São Paulo tem um investimento alto, com renomados como Murilo, Serginho, Éder, Lorena e companhia. Já o Canoas é um grupo de veteranos, com investimento mais modesto, mas que foi bem montado. Como Joel, oposto do São Bernardo, comentou comigo uma vez, não precisa ensinar ninguém ali a jogar. E em quadra, acho que está tudo aberto para a última partida. Quem vencer, encara o melhor de Sada/Cruzeiro x Volta Redonda na semifinal.

E parece que mais uma vez a arbitragem roubou a cena? Depois do jogo em Canoas muito se comentou dos erros. Infelizmente, não é nem de longe a primeira vez que isso acontece na Superliga…

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domingo, 20 de janeiro de 2013 Superliga | 12:07

Rivaldo e Rodriguinho no Medley, Sesi, RJX contra Sada e mais

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A segunda rodada do returno da Superliga masculina acabou na noite de sábado com a vitória do Medley/Campinas para cima do São Bernardo. E, como havia acontecido no meio de semana, quando o time campineiro passou pelo Sesi de virada, Rivaldo e Rodriguinho foram os destaques.

Divulgação/CBV

Rivaldo foi maior pontuador na vitória do Medley/Campinas sobre o São Bernardo

Rivaldo, dessa vez, foi titular em todos os sets da partida e Rodriguinho mais uma vez entrou ao longo do jogo no lugar de Murilo Radke. Enquanto oposto foi o maior pontuador, com 16 acertos, o levantador foi eleito o melhor atleta em quadra.

Diante do Sesi, o Medley/Campinas conseguiu a virada quando o oposto entrou de fato no jogo e passou a errar menos e o levantador melhorou a distribuição. Agora, em São Bernardo, a equipe venceu em 3 sets a 0 com parciais apertadas (33/31, 25/23 e 25/21), mas mostrando que sabe definir na hora que é preciso. Além disso, saque e bloqueio ajudaram. Foram 3 aces e 11 pontos de bloqueio, bom número para um jogo de três parciais.

E já que estamos falando também falando do Sesi, o elenco de São Paulo recebeu o Vôlei Futuro para se recuperar. A virada para o Medley deve ter doído e, para compensar, um 3 a 0 sem sustos para cima dos rivais de Araçatuba. O Sesi atuou bem e dominou todos os fundamentos, mas que chamou a atenção foi o saque. O time tem jogadores conhecidos pelo saque forçado e, dessa vez, a tática deu mais do que certo. Foram oito aces na partida, cinco deles de Lorena. E como um bom saque é meio caminho andado, o Sesi se deu bem.

Além disso, Thiaguinho, da seleção juvenil, se atrapalhou um pouco contra o Medley e quando perdeu Lorena, que errou  muito principalmente na terceira parcial, ficou sem uma referência e vacilou. Ele procurou muito Murilo, mas não teve jeito. Agora, contra o Vôlei Futuro, ele se mostrou mais tranquilo em quadra e foi eleito o melhor da partida. Só para lembrar, Thiaguinho está na vaga do titular Sandro, que se recupera de um entorse no tornozelo.

E a ainda segue acirrada a briga entre RJX e Sada/Cruzeiro pela liderança da Superliga. Os dois venceram na rodada de sábado. O RJX bateu o Volta Redonda por 3 a 0, mas poderia ter liquidado em sets diretos se não tivesse bobeado na terceira parcial. Já o Sada/Cruzeiro não quis saber do Super Imperatriz. Com os resultados, as posições na tabela seguem as mesmas e apenas um ponto separa o líder carioca dos mineiros.

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domingo, 16 de dezembro de 2012 Superliga | 16:29

E caiu o último invicto na Superliga masculina…

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Pois é, a Superliga masculina 2012/2013 não tem mais time invicto. O RJX, último que mantinha a campanha 100%, perdeu neste final de semana para o Medley/Campinas. O time carioca levou a virada e perdeu por 3 sets a 2 (25/18, 25/27, 25/21, 24/26 e 11/15) no ginásio em Campinas. E pode-se dizer que o RJX viveu uma situação oposta daquela vitória no tie-break sobre o Sesi.

Divulgação

Rivaldo comemora com Diogo. Ele foi o melhor em quadra na vitória do Medley sobre o RJX

Diante dos paulistas, o elenco do Rio de Janeiro conseguiu tirar uma vantagem de seis pontos no quarto set para vencer e levar a partida ao tie-break. Agora, na noite/madrugada de sábado, foi o Medley/Campinas quem foi capaz de virar. O RJX chegou ao final da quarta parcial com 23 a 19 no placar. Se marcasse mais dois pontos, liquidaria o jogo. Entretanto, vacilou e a equipe de Campinas não perdoou. Os donos da casa empataram com um 26 a 24, ganharam moral e venceram o tie-break. “Esse é um resultado para dar moral e confiança na sequência da Superliga”, como bem resumiu o líbero campineiro Alan.

Saiba como foi a vitória do Medley/Campinas sobre o RJX set a set

Parece que o Medley/Campinas chegou mesmo para brigar entre os grandes na temporada. O time já tinha vencido o Sesi e, agora, passa pelo RJX. Diante dos times que eram considerados no mesmo patamar pelo técnico Marcos Pacheco antes da Superliga, teve derrotas para São Bernardo e Canoas. Ainda assim, é uma equipe que pode dar trabalho durante todo o torneio…

O RJX segue na liderança, graças ao ponto conquistado por ter levado o jogo ao tie-break. Sada/Cruzeiro segue na cola, na segunda posição. Depois aparece o Canoas, do veterano Gustavo. O time do Sul bateu o Volta Redonda e tem apenas duas derrotas até aqui na competição. Medley/Campinas é o quarto e, em quinto, vem o Sesi, que parece finalmente estar se recuperando de um começo bem abaixo do esperado. Depois da vitória com méritos sobre o Sada/Cruzeiro (leia mais no post anterior), eles venceram o Vivo/Minas por 3 sets a 1.

A oitava rodada começa na terça-feira e, pelo visto, podemos esperar equilíbrio e uma boa disputa pelas primeiras posições para ver quem vai com mais folga na tabela para as festas de final de ano.

Falando em equilíbrio, viram como está a Superliga feminina? Nos últimos jogos, o Sollys/Nestlé venceu o Sesi no tie-break e foi o destaque da sétima rodada. Mas o Vôlei Amil fez 3 a 0 para cima do Pinheiros e a Unilever passou pelo São Bernardo pelo mesmo placar. Com isso, os três somam 17 pontos,  com seis vitórias e apenas uma derrota até aqui. No desempate, Sollys lidera, Vôlei Amil vem em segundo e a Unilever em terceiro.

A competição feminina ainda tem o Banana Boat/Praia Clube e o Sesi, quarto e quinto na classificação, e que ainda podem dar trabalho. Será que nessa temporada alguém quebra o reinado Rio x Osasco nas finais? Por enquanto, as meninas de José Roberto Guimarães estão na frente. Mas isso é assunto para o próximo post, com vídeos exclusivos para o Mundo do Vôlei. Até!

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sexta-feira, 30 de novembro de 2012 Seleção feminina, Superliga | 09:49

Zé Roberto na seleção, como homem do ano e Superliga

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A quinta-feira foi movimentada para quem gosta de vôlei… CBV e José Roberto Guimarães acertaram, e o técnico fica no comando da seleção feminina para as Olimpíadas do Rio, em 2016. Ele ainda aproveitou a viagem ao Rio de Janeiro para receber, das mãos de Sheilla e Thaísa, o prêmio homem do ano nos Esportes da revista GQ. Para fechar, rodada da Superliga masculina.

E vocês, o que acharam da permanência de Zé Roberto no time feminino? Eu achei uma boa decisão, no final. A seleção parece ter passado por alguns problemas de relacionamento com o corte de Mari às vésperas de Londres. A ponteira criticou o técnico e ainda teve o apoio de Sheilla. Paula Pequeno também reclamou por ter sido pouco aproveitada. Mas ainda assim, o grupo conseguiu se unir e trazer uma medalha de ouro. Foi uma virada e tanto naqueles Jogos.

Relembre: Mari diz que foi injustiçada por Zé Roberto e fala em jogar por outro país

Reprodução/Twitter

Sheilla e Thaísa entregaram o prêmio da revista GQ a Zé Roberto

Zé Roberto pode ter errado em alguns momentos, mas penso que não no corte de Mari, por exemplo (e calma, galera. Isso é apenas a minha opinião e eu a respeito muito como jogadora!). Ela já vinha de uma temporada abaixo do esperado, com problemas de lesões. A escolha de Tandara, pouco experiente, ou Natália, ainda quase sem jogar, foram as mais acertadas? Talvez também não, mas o resultado saiu no final das contas…

O prêmio da revista fecha um ano de vitórias do treinador. Ele venceu a Liga dos Campeões com o Fenerbahce, as Olimpíadas e já tinha sido apontado o técnico de 2012 pelo Comitê Olímpico Brasileiro. Agora é desejar boa sorte no próximo ciclo olímpico e que, se restou alguma divergência na seleção, que ela seja resolvida até 2016.

E por aqui, na Superliga masculina, a rodada não teve nenhum grande clássico, mas foi 8 ou 80. Ou o jogo acabou em 3 sets a 0 ou foi até o tie-break. Destaques para RJX e Sada/Cruzeiro, que bateram Funvic/Midia Fone e Canoas em sets diretos e ainda não perderam nenhuma parcial na competição.

Por outro lado, o Sesi amargou a segunda derrota. Depois do tropeço diante do São Bernardo na estreia, o time paulistano perdeu para o Medley/Campinas por 3 a 2. Entre os apontados como favoritos no papel, foi quem ainda não correspondeu. Mas o elenco campinas veio forte, com boa base e pode complicar. A Superliga promete…

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terça-feira, 23 de outubro de 2012 Diversos | 20:17

Taça e desculpas para esquecer a confusão

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A semana começou com título do Sesi no Campeonato Paulista masculino. O time da capital venceu o Medley/Campinas mais uma vez por 3 sets a 0, assim como na segunda partida da série final, e faturou o estadual pela terceira vez. E de novo, o jogo foi decidido na bola.

A série final começou e terminou com um personagem: Lorena. O oposto do Sesi provocou e foi provocado na primeira partida, em Campinas. No intervalo de um set para o outro, ele e companheiros do Sesi brigaram com integrantes da comissão técnica do Campinas pela rede de proteção. Teve troca de agressão, garrafadas em um episódio que acabou manchando aquele jogo. Todos escaparam no julgamento do STJD e seguiram atuando na série.

Divulgação

Levantador Sandro, destaque do último jogo, comemora ouro no Paulista com o filho

O segundo jogo terminou com vitória do Sesi, no final de semana, como comentamos aqui. E na segunda-feira, mais uma vitória do time de Lorena, e com bela atuação do oposto. Ele fez o que sempre faz. Chamou a torcida, vibrou e até deve ter provocado. Mas isso não saiu da quadra e o jogo foi decidido na bola, sem confusões ou brigas. O Sesi cresceu na série, dominou praticamente o tempo todo com os ataques de Lorena e a boa distribuição de Sandro.

Ao final, um pouco de arrependimento por toda a confusão lá em Campinas. “Nosso time é isso e não aquele do primeiro jogo. Todos ficaram chateados com os problemas fora da quadra e isso motivou a todos a mostrar que o time sabe jogar”, comentou o técnico Giovane.

É isso que deve ser feito. Mostrar na bola quem é melhor. E o Medley/Campinas até se incomodou demais com a arbitragem no segundo set do último jogo e se perdeu um pouco em quadra. Com melhor ataque e se impondo, o Sesi foi campeão. Mas o time de Campinas mostrou que a renovação foi bem feita e começa bem a temporada. Será mais um a brigar pelas finais na Superliga…

P.s.: galera, estava longe da internet na final e fora da redação nesta terça. O post demorou um pouco, mas saiu!

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sábado, 20 de outubro de 2012 Diversos | 16:19

Tudo igual no Paulista em um jogo decidido na bola

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Sesi e Medley/Campinas fizera o segundo jogo da melhor de três da final do Campeonato Paulista neste sábado na Vila Leopoldina. Depois de toda a confusão do primeiro jogo, com jogadores brigando em quadra e também atletas discutindo com a comissão técnica rival, a partida foi decidida na bola com uma vitória por 3 sets a 0 do time da capital.

Toda final tem um clima mais tenso e hoje não foi diferente. Mas, pelo que vi pela televisão, nada passou dos limites. Jogadores vibravam a cada bola no chão e chamavam a torcida. O árbitro até chamou a atenção dos capitães dizendo que não aceitaria qualquer provocação e a chamada de atenção deu certo. Foi um bom jogo, brigado, mas sem discussões.

E o Sesi foi melhor desde o começo. O saque da equipe da capital paulista fez estragos. Eles erraram muito no fundamento porque jogaram no risco o tempo todo, mas o saldo acabou positivo. Quando a bola entrava, ou caia ou o passe vinha quebrado. Destaque para Éder, que viu o time abrir 6 a 0 na terceira parcial na sua passagem pelo serviço. O Medley/Campinas até se recuperou e diminuiu a diferença, mas era tarde  e o Sesi venceu com parciais de 25/21, 25/19 e 25/21.

Agora a série final está empatada em 1 a 1 e o último jogo será mais uma vez em São Paulo, no ginásio Vila Leopoldina, na próxima segunda-feira, às 18h30.

Já que o assunto é Campeonato Paulista, vale lembrar o que aconteceu no feminino. O Vôlei Amil, time de Zé Roberto Guimarães, bateu o Sesi na semifinal e vai para a sua primeira decisão. O rival sairá da série entre Sollys/Nestlé e Pinheiros, adiada por causa do Mundial de Clubes. O time de Osasco, que acabou de faturar o título em Doha, é o franco favorito.

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domingo, 25 de março de 2012 Sem categoria, Superliga | 12:06

Superliga tem surpresas, semi definida e um 25 a 7

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Este final de semana é mais um daqueles de agenda cheia e de decisão. Se na sexta São Bernardo e Vivo/Minas empataram as suas séries de quartas de final, o sábado foi de definição de uma das semis, com RJX enfrentando o Vôlei Futuro. Já no feminino, Sollys/Osasco teve um começo arrasador e saiu na frente do Usiminas/Minas na sua semifinal. Vamos ao resumo da Superliga e alguns pitacos.

Séries empatadas
Um pode ter sido uma surpresa, mas no outro, o equilíbrio era mais do que esperado. Primeiro o BMG/São Bernardo esqueceu o primeiro jogo da série, no qual foi batido facilmente pelo Sada/Cruzeiro, jogou de igual para igual e venceu os mineiros por 3 a 1. Os paulistas realmente acreditaram na vitória, apesar da superioridade do Sada, que havia vencido todos os jogos contra eles nesta Superliga. Tanto que saíram perdendo de 5 a 0 em um dos sets e buscaram o placar. Além disso, fizeram direitinho a combinação saque e bloqueio. Acertaram no serviço com sete aces e bola fora da mão de William. E completaram com 14 bloqueios.

Já Vivo/Minas e Cimed/Sky tiveram mais um tie-break. E tenho que concordar com os leitores daqui do blog. Eu mesma já disse isso em outros posts: já chegou a hora de Bruninho parar com essa de insistir com o jogador se ele erra a primeira bola! Rivaldo era o maior pontuador em quadra e, então, ele deveria receber bola no tie-break. Mas ele foi bloqueado e, em seguida, recebeu mais uma bola e levou outro bloqueio. Era a hora de tentar uma jogada diferente. Com isso, o Vivo/Minas venceu e forçou o quarto jogo. Mas Bruno ainda é um bom levantador e Cimed e Minas têm ótimos elencos. Esta série é de longe a mais equilibrada…

Altura nem sempre resolve
Medley/Campinas tem um oposto de 2,08m (Bob), um central de 2,15m (Gustavão) e até um levantador de 2,06m (Fidele, reserva de Rodriguinho).  Já o Vôlei Futuro tem Camejo, de 2,06m, mas o outro ponteiro tem 19,4m (Dentinho), o oposto é de 1,98m (Lorena) e um central de 1,96m (Vini). Quem bloquearia melhor? Os mais altos? Não, não… No segundo set o Vôlei Futuro já tinha oito a zero em bloqueios para cima do Campinas.

E o saque também ajudou. O time de Araçatuba força muito no serviço e quebrou a recepção do Medley/Campinas a ponto de Lukianetz dizer a seguinte frase após o jogo: “Com esse saque forçado e sem errar, o Vôlei Futuro vai longe e vai ser campeão dessa Superliga”. Será? Vamos ver a semifinal diante do RJX. Pelo que mostrou na temporada, pelo elenco redondo e ótima dupla Ricardinho e Lorena e também pela potência no saque acho que o Vôlei Futuro pode chegar à final…

Adeus ao campeão
O RJX está mais perto do que era o objetivo no começo da temporada, quando o time foi lançado. Eles queriam chegar à final. Já estão na semi depois de terem eliminado o Sesi, atual campeão. O time paulista vinha sofrendo nas últimas rodadas sem seus opostos, que estavam machucados. Wallace até jogou, mas voltou a sentir dores no joelho. Depois de altos e baixos dos dois lados, melhor para o RJX, que venceu no tie-break. É uma equipe que oscilou na fase de classificação, mas que aos poucos deixa de ser só um grande nome no papel e também aprende a jogar junta em quadra. 

Alerta depois de começo arrasador
O jogo feminino deste final de semana foi Sollys/Nestlé x Usiminas/Minas na primeira partida da série semifinal. O  time de Osasco e marcou simplesmente 25 a 7 no primeiro set. Depois, o jogo ficou equilibrado e ganhou mais cara de semifinal. E, depois de vencer dois sets, o Sollys mais uma vez baixou a guarda, como fez no segundo jogo das quartas contra o BMG/São Bernardo. Só que o Minas tinha Herrera, que tinha começado a virar bolas, Claudinha bem na distribuição e um saque que deu trabalho (mais uma vez o saque, personagem desses jogos!). Se contra o São Bernardo deu tempo de recuperar e fechar em 3 a 0, aqui foi necessário se contentar com um 3 a 1. Ainda acho que o Sollys/Nestlé é mais equilibrado e tem um conjunto melhor. Mas é melhor ligar o alerta para Herrera, que pode decidir.

Na terça-feira tem mais, com Unilever x Vôlei Futuro na abertura da outra série de semifinais… Os homens voltam a jogar na sexta e no sábado.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011 Superliga | 08:00

Superliga ainda sem cara de super, mas com promessas

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Bruninho e Gustavo - Divulgação/CBV

Estrelas, Bruninho e Gustavo entraram apenas ao longo da partida de estreia da Cimed/Sky

A Superliga 2011/2012 teve início no final de semana para homens e mulheres. Para começar, um pouco da edição masculina (como a feminina terá rodada completa logo mais, comentamos os primeiros jogos depois, combinado?). Por enquanto, o campeonato ainda não é “super”, mas tem boas promessas.

Saiu na frente quem não tinha um dos “supertimes” da temporada. RJX, por exemplo, nasceu no Rio e tem como objetivo chegar à final da competição. Para não virar um novo Pinheiros e ser apenas um time de estrelas e sem resultado, apostou em selecionáveis como Dante, Théo, Marlon e Lucão e gente também boa como Lipe, Allan ou Thiago Sens para ter titulares e reservas.

Porém, a tabela não foi amiga da equipe carioca. Logo de cara, um clássico sem cara de clássico. O RJX encarou o Sesi, mas as grandes estrelas não atuaram o tempo todo. E venceu quem tem uma base melhor e mais bem entrosada. O Sesi acabou de ser campeão paulista, manteve praticamente o mesmo time campeão da Superliga na última temporada e venceu, sem muitos prolemas (leia mais sobre a partida).

Outro “supertime”, a Cimed, que herdou Giba e Gustavo da Sky, também não precisou da força máxima para vencer o Londrina/Sercomtel. Bruninho e Gustavo atuaram pouco. E Giba nem entrou (leia mais sobre a partida).

O jogo mais equilibrado acabou ficando com os times com menos estrelas. Fora de casa, o BMG/Montes Claros, que quase acabou na temporada passada e refez o elenco, só venceu o Medley/Campinas, que se reforçou com nomes como Bob e Zanuto (que podem não estar na seleção, mas são velhos conhecidos de quem acompanha vôlei), no tie-break.

Por enquanto, esses times menos estrelados, ou a base dos estrelados, saem na frente. É o caminho natural, já que os elencos seguiram trabalhando enquanto os atletas estavam reunidos na seleção brasileira. Só é ruim ver um clássico como Sesi e RJX sem a verdadeira cara e o verdadeiro equilíbrio esperado. No returno será melhor.

Agora, Sesi, que tem um ótimo grupo, Vôlei Futuro, que apostou em atletas fora da seleção, mas qualificados como Lorena, Piá e Ricardinho, estão em vantagem. Depois da pausa para as festas de final de ano e com mais tempo de treino, os outros entrarão de vez na briga. E aí sim a Superliga promete render ótimas emoções.

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sexta-feira, 20 de maio de 2011 Diversos | 18:19

Vissotto na Itália, mudanças em Araçatuba e em Montes Claros

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Mais uma sexta-feira e mais uma semana agitada para o mercado do vôlei. Nesta manhã, Leandro Vissotto cumpriu a sua promessa. Ele disse na quinta, no Twitter, que teria uma novidade nesta sexta. Voltou ao microblog e disse que havia assinado com o Cuneo, da Itália (leia mais sobre a transferência de Vissotto). Bom negócio?

Leandro Vissotto

Vissotto voltou ao Brasil no ano passado e jogou no Vôlei Futuro, mas não chegou a acordo para renovar

Vissotto conhece nem o vôlei italiano depois de ter jogado quatro temporadas lá antes da passagem pelo Vôlei Futuro (que acabou depois que ele e o time não chegaram a um acordo para a renovação). E o Cuneo fez uma boa campanha no último nacional, terminando em segundo lugar. Não é o super time do Trentino que ele jogava, mas é uma equipe que briga para vencer.

E é melhor ele se esforçar na temporada porque a concorrência pela vaga de oposto na seleção aumentou depois da ótima Superliga de Wallace no Sesi. Na Itália, ao menos, estará em um torneio de um nível excelente, apesar de um pouco diferente do Brasil. Lá os atletas apostam mais na força. Mas para um cara de 2,12m é até mais fácil jogar dessa maneira.

Ainda essa semana, o Vôlei Futuro feminino anunciou a contratação de Paulo Coco, que deixa o Pinheiros (saiba mais sobre a ida de Paulo Coco para Araçatuba). Apesar de não ter entendido algumas escolhas de Coco na Superliga, como a troca de líberos, eu acho que ele é técnico muito mais firme que o William.

Aqui na capital, o Pinheiros dá sinais de que será difícil seguir na próxima temporada. A assessoria do time afirmou que o clube tentava negociar com patrocinadores, mas o Mackenzie já tirou o seu apoio(veja como acabou a parceria Pinheiros e Mackenzie). E como sempre falo por aqui, é muito ruim ver qualquer equipe se fechando, perdendo patrocínio. O Pinheiros vinha de temporada com resultados que podem ser considerados bons, mas sem jogadoras como Fabíola, Ivna, Ju Costa, Karine perdeu a sua base e a identidade. O Sollys/Osasco foi ao maior beneficiado, pelo menos dentro de quadra.

Bruno Zanuto

Bruno Zanuto deixa o Montes Claros e é um grande reforço para o Medley/Campinas

No masculino, quem estava ameaçado e respirou foi o Montes Claros. A equipe comMas também fica a dúvida de quem restará no elenco para a temporada. O técnico Talmo já fechou com o novo time feminino do Sesi. E agora Bruno Zanuto, uma das melhores contratações de 2010/2011, assinou com o Medley/Campinas.

Com isso, a equipe de Campinas já está com um belo elenco. Vamos relembrar… Já contrataram o oposto Bob, o levantador Fidele, o meia Everaldo e renovou com nomes como André Heller, Gustavão e Lukianetz. Agora também em Zanuto e Aranha, ponteiro que estava no Pinheiros. Em suma, o time conta com atacantes de raça (Bob e Zanuto) e de força (Lukiantez). Os centrais equilibram altura (Gustavão) e experiência (Heller). Resta saber como Fidele, que ainda é um levantador novo, vai comandar todo mundo. Acho que o time começa a temporada com chances melhores do que no ano passado.

Para fechar, o RJX segue contratando. Os titulares já estão praticamente definidos e são eles: Marlon (levantador), Théo (oposto), Riad (central), que acabou se der campeão italiano com o Trentino, Dante (ponta), Felipe (ponta) e Lucão (central) e Allan (líbero). Agora também anunciaram Guilherme, levantador que estava no Londrina e Renan, ponta que era do Minas. Como já disse Gustavo, é um time que nasceu forte. Só espero que siga os caminhos do Pinheiros, que também nasceu grande, mas não se encontrou muito bem em quadra.

E vocês? Gostaram das novas mudanças do mercado? Deixem seus comentários!

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