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Posts com a Tag Maurício

sexta-feira, 19 de outubro de 2012 Diversos | 13:22

Título inédito e visual renovado para a final do Mundial

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Sollys/Nestlé vence final e leva título do Mundial

O Sollys/Nestlé é campeão do Mundial de Clubes. Na segunda decisão (equipe perdeu em 2010), o time de Osasco bateu o Rabita Baku, que era o atual dono do título, na final desta sexta-feira por 3 sets a 0, com parciais de 25/16, 25/14 e 25/17.

O jogo foi mais simples do que o primeiro encontro entre os dois times, vencido também pelo Sollys, mas de virada. Na final, o saque e o bloqueio ajudaram e o trio Sheilla, Jaqueline e Thaísa comandou a pontuação.

Leia mais: Sollys/Nestlé bate time do Azerbaijão e leva título inédito

Foi um título que coroou a superioridade brasileira. A equipe, que se manteve praticamente a mesma da última temporada e ainda conta agora com nome de peso como Sheilla e Fernanda Garay, já está muito bem entrosada, joga solta e fez um bom Mundial. Os rivais na maioria foram frágeis, mas elas se impuseram e não deram chances.  E na final, aplicaram mais um 3 a 0 diante de um time bem formado, com jogadoras que decidem, como Montaños, e que tinham méritos depois de terem passado pelo Fenerbahce, de Paula Pequeno e Mari, nas semifinais.

Já a vida do masculino é bem mais complicada. O Sada/Cruzeiro encara o Trentino neste momento. Só que os italianos são os atuais tricampeões do torneio e fazem jogo duro, liderando o placar no primeiro set.

Para ganhar um ânimo a mais, Maurício repete um ritual que seu certo na final da Superliga 2011/2012. Seguindo a escola de Giba e o seu já tradicional ‘El bigodon’ em jogos decisivos, o ponteiro também  mudou o visual e foi para o jogo que valia o título com bigode ao estilo Dom Pedro. O levantador William também está com bigode em quadra.

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Maurício muda visual para final

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012 Seleção masculina | 12:08

20 anos do ouro nas Olimpíadas de Barcelona

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Eu nasci em 1983, então, ainda era muito pequena nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988. Quatro anos mais tarde, em Barcelona 1992, já gostava de esportes e ver as Olimpíadas era uma grande diversão. E ver uma seleção que foi passando por todos os adversários, foi ganhando espaço e chegou ao ouro depois de um saque perfeito de Marcelo Negrão foi melhor ainda!

Hoje, 9 de agosto, é o aniversário de 20 anos da conquista da medalha de ouro em Barcelona pela seleção masculina de vôlei. Foi o primeiro ouro olímpico para o esporte coletivo do Brasil. E no país, fez reascender uma paixão pelo vôlei, que começou com a geração prata no Mundial de 1982 e nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984.

Maurício, Giovane, Tande, Negrão e companhia venceram em Barcelona mostrando um jogo rápido e versátil. Carlão atuava como ponta e como meio. Os bloqueios rivais não se acertavam com essa “mistura”. Negrão tinha um saque muito potente. E Maurício, levantador brasileiro com direito a um espaço no hall da fama, fazia jus ao apelido de maestro, colocando todos para jogar com precisão. Isso sob o comando de José Roberto Guimarães, único técnico campeão olímpico com homens e mulheres.

Para lembrar um pouco daquela geração, fiz um infográfico com a equipe de arte do iG. Que a conquista inspire os jogadores que estão lá em Londres!

Infográfico: 20 anos do primeiro ouro brasileiro no vôlei

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sexta-feira, 27 de abril de 2012 Seleção feminina | 20:59

Bernardinho mescla novidade e experiência com Ricardinho

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Bernardinho divulgou, nesta sexta-feira, a relação de 18 jogadores para a disputa da Liga Mundial. Mais uma vez, a expectativa era para saber se o nome de Ricardinho estaria ou não nesta lista. Desta vez, o técnico preferiu manter o levantador na relação, deixando Marlon de fora. Depois de cinco anos, Ricardinho vai voltar a disputar uma competição pela seleção brasileira.

Vote na enquete: Você concorda com a volta de Ricardinho?

Como já comentei por aqui, o lado bom disso é a qualidade de Ricardinho, que nunca foi colocada em questão. Ele pode ter algumas atitudes que não me agradam, como as reclamações constantes, mas isso também faz parte do papel de capitão. E ele é um ótimo jogador, veloz e preciso e tem uma ampla experiência internacional, o que ajuda em um ano olímpico, no qual o Brasil chega pressionado depois do vice na Liga Mundial e o terceiro lugar na Copa do Mundo. Foram bons resultados, afinal foram pódios, mas mostraram um time com altos e baixos.

E a convocação também indica o fim de algum problema de convivência porque Bernardinho deve ter conversado com seus atletas antes de fechar a lista. Ele não iria querer um clima ruim na equipe exatamente agora. Que a volta do levantador faça bem à seleção e faça bem à Bruninho, que assumiu a vaga sem ter em quem se espelhar, sem aquela passagem de titular para reversa, como foi de Maurício para Ricardinho, por exemplo.

Bernardinho também resolveu apostar em algumas novidades, convocando nomes como Maurício Borges, Renan e Lucarelli. São todos jogadores que foram destaques na base e que tiveram bons desempenhos nesta Superliga. Maurício foi a segurança da final no Sada Cruzeiro. Renan é o oposto gigante de 2,17m do BMG/São Bernardo, que ajuda no ataque e no bloqueio. E Lucarelli foi diversas vezes caçado na recepção e sofreu, mas tentou não deixar isso abalar o seu ataque.

Agora é esperar pela Liga Mundial para ver como o Brasil se sai com as novidades…

Veja a lista de Bernardinho para a Liga Mundial:

Levantadores
Bruno (Cimed/SKY) e Ricardinho (Vôlei Futuro)

Opostos
Wallace (Sada Cruzeiro), Leandro Vissotto (Cuneo), Theo (RJX), e Renan (BMG/São Bernardo)

Centrais
Éder (Cimed/SKY), Sidão e Rodrigão (Sesi-SP) e Lucão (RJX)

Ponteiros
Giba (Cimed/SKY), Murilo (Sesi-SP), João Paulo Bravo (Arkas Spor Kulubu), Dante (RJX), Lucarelli (Vivo/Minas) e Maurício Borges (Sada Cruzeiro)

Líberos
Serginho (Sesi-SP) e Mário Junior (Vôlei Futuro)

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quinta-feira, 15 de março de 2012 Seleção masculina | 20:32

Hall da fama do vôlei ganha o seu "maestro"

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Quem é da minha geração, com seus vinte e muitos anos, acompanhou a seleção brasileira de ouro no vôlei masculino que venceu as Olimpíadas de Barcelona em 1992, e no ano seguinte, a Liga Mundial. Aquele time deixou ídolos como Giovane, Tande e Marcelo Negrão. Mas um deles tinha um papel especial, era um maestro em quadra.

Maurício - Divulgação/CBV

Maurício foi campeão olímpico em 1992 e em 2004 e campeão mundial em 2002

Maurício era o acompanhou o time brasileiro até  o segundo ouro olímpico, nas Olimpíadas de Atenas, em 2004. Nesta quinta-feira, o bicampeão olímpico e campeão mundial foi indicado para o Hall da Fama do vôlei. Bela escolha, ainda mais no ano em que o primeiro ouro em Olimpíada completa 20 anos.

Quem viu o ex-jogador em ação lembra-se que ele era muito preciso nas jogadas e conseguia também já imprimir velocidade. Daqueles que conseguem, como Venturini faz ainda hoje, levantar para frente ou para trás quase sem mudar o movimento das mãos, deixando os bloqueadores confusos. Foi com Maurício como levantador, por exemplo, que a seleção de Barcelona inovou e jogou com os centrais e Carlão, mais uma opção na bola de meio. E Maurício conduzia muito bem essa formação. Daí apareceu apelido de “maestro”.

Além disso, ele completou todo o ciclo na seleção. Chegou quando o time ainda contava com William e aprendeu com ele. Assumiu o posto de titular, foi campeão sob comando de José Roberto Guimarães, viu a seleção cair, se perder com vaidades de sofrer para formar uma nova gerção, amargou um sexto lugar nas Olimpíadas de Sydney com o técnico Radamés Lattari e conquistou o ouro em Atenas já com Bernardinho. E em 2004, ele era reserva, mas havia ajudado na formação de Ricardinho. O então novato esteve ao lado de Maurício e se tornou titular aos poucos, convivendo com o veterano e mostrando as suas qualidades.

Com esse caminho, de um passando o posto para o outro, fica mais fácil. Falta isso na seleção atual, já que Marcelinho chegou a ser reversa de Maurício antes de Ricardinho, mas não deu muito certo. Já Ricardinho foi cortado no Pan de 2007 e não voltou mais. Coube a Bruninho ter que se virar a aprender sem um espelho, como foi Maurício na equipe anterior.

Esse espelho para os novos levantadores e maestro daquele time nacional foi o primeiro da geração de 92 a entrar para o Hall da Fama. Lugar merecido para quem foio melhor levantador que vi em ação. Que venham mais brasileiros por aí…

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quinta-feira, 19 de maio de 2011 Diversos, Superliga | 17:30

Maurício deve voltar a jogar?

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Para quem começou a gostar de vôlei na geração de ouro de Barcelona, como eu, Maurício foi um dos melhores levantadores da seleção, ou até o melhor. Foi com ele que o Brasil conseguiu variar bem as bolas, mesmo em uma época que o jogo era mais lento, com bolas altas e previsíveis. Mas ele poderia voltar a jogar?

Maurício postou em sua página no Twitter nesta quinta-feira que tinha recebido mais uma proposta para voltar às quadras e lançou a pergunta: devo voltar? Os fãs deram apoio e os jogadores da seleção fizeram brincadeiras. Falei com ele ainda pela manhã e a resposta foi: “Vontade até tem, mas a questão não é essa. A fila andou. Não vai acontecer” (veja a reportagem completa).

Pois é… a fila andou, o vôlei conheceu outros levantadores. Maurício tinha um toque de bola perfeito, mas já deu a sua colaboração ao vôlei. Ajudou Bernardinho a renovar a seleção, ficou na reserva de Ricardinho para “passar o bastão”… Está na hora de renovar e pensar no presente, nos jogadores que temos em quadra para levar para Londres e em quem pode defender o Brasil na Olimpíada do Rio, em 2016.

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 Diversos | 14:08

O primeiro encontro com o ídolo

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Eu lembro desse momento. Foi em 1997, quando morava em Santo André, e o Olympikus foi jogar contra a Philco, a equipe da cidade. Os visitantes venceram, não lembro o placar, e, depois da partida, cheguei perto, pela primeira vez, do então levantador Maurício, o meu ídolo desde a geração de ouro de 1992. Ele já estava indo para o ônibus do time quando a minha mãe o chamou. O resultado foi a foto que abre a galeria abaixo. Eu não consegui falar nada de tanta emoção. Apenas abri um tímido sorriso.

Revivi um pouco desse sentimento na partida Sesi x Cimed, pela Superliga masculina. Denise Oliveira estava na quadra e tinha uma missão: tirar uma foto ao lado de Murilo. O time da casa perdeu por 3 sets a 0, como comentamos por aqui, mas nem por isso Murilo deixou de atendê-la.

Denise estava nervosa e envergonhada e teve dificuldades em se aproximar do ídolo. Ainda assim, conseguiu abrir um sorriso, tirar a foto e ainda pedir um autógrafo ao melhor jogador do mundo. Depois, Denise se soltou e conseguiu conversar com outros atletas, ainda um pouco tímida.

Murilo, já acostumado com o assédio, atendeu a todos que se aproximavam sem pressa, mesmo depois da derrota. “Quem está torcendo para a gente não tem culpa. Temos que saber separar as coisas. Tudo acaba ali, na quadra, quando acaba a partida”, disse o ponteiro, que tem até proximidade com alguns fãs. “Têm uns que já são conhecidos, estão aqui todos os jogos . São as figurinhas marcadas”, comentou.

Já do lado de fora do ginásio, Denise estava mais relaxada e protagonizou, um momento digamos, de discórdia. Japa e Pablo, do Sesi, conversavam com Joel, da Cimed. A torcedora queria tirar uma foto com os três. A reação de Pablo foi imediata: “Mas você quer que eu fique ao lado desse cara? Ele é meu inimigo. Ele é do mal!”, disse o jogador, caindo da gargalhada. Joel apontou um olhar atravessado e completou: “Ah, você nem jogou…”. Brincadeiras à parte, mais uma foto para a galeria e pergunta quase que instantânea de Japa: ” E aí, como eu sai na foto?”. Ficou bem Japa, pode ficar tranquilo!

Ao chegar em casa, a irmã de Denise descreveu a cena da seguinte maneira: “Ela estava até ‘quicando’ de tanta alegria!”. Foi bom reviver a emoção desse primeiro encontro

Eis as aventuras e o meu momento nostalgia…

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sexta-feira, 25 de setembro de 2009 Seleção masculina | 09:22

Como jogar com seu ídolo? Em um amistoso!

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A seleção brasileira masculina está em Minas Gerais para uma série de amistosos contra os Estados Unidos. Como Bernardinho escolheu um time ainda mais renovado que aquele campeão da Liga Mundial, as partidas parecem realizações de sonhos para alguns atletas. Eles estão jogando ao lado de seus ídolos!

Thiago Alves já tinha passado por isso na Liga Mundial, mas ganhou uma responsabilidade a mais no primeiro confronto contra os Estados Unidos. Ele ficou com o lugar de Giba, seu ídolo declarado. Na segunda partida, Maurício, além de ter feito a sua estreia na seleção principal, dividiu a quadra com Giba. Sonhos realizados e muito bem, por sinal, já que o Brasil venceu as duas partidas.  A primeira por 3 sets a 1 (veja como foi) e a segunda por 3 sets a 0 (veja como foi).

“É muito bom ter o meu ídolo por perto e me dando conselhos. Um elogio então, nem se fala”, afirmou Thiago Alves depois do primeiro jogo. Nas últimas Superligas, ele foi segurança no ataque e na defesa do Cimed e jogou bem a Liga Mundial. Tem mesmo grandes chances de herdar a vaga de Giba. Sem contar que atua com uma raça que dá gosto!

Já Maurício está começando com Bernardinho, mas já tem na bagagem o título de melhor jogador do Mundial Juvenil e elogios do ídolo. “É um jovem de cabeça boa e que, sem dúvida, irá estar muitas e muitas vezes na seleção brasileira”, apostou Giba.

Essa boa mescla de jogadores é resultado de duas grandes gerações do vôlei nacional. Enquanto os veteranos Giba, Rodrigão, Serginho e companhia ainda estão em forma, os novatos, que eram apenas admiradores desses caras, já estão aí e lutando pelo seu espaço! Agora é esperar para saber quem brilha mais, se é o ídolo ou a sua “cria”…

Quer acompanhar os jogos?

O Brasil segue os confrontos contra os Estados Unidos nesta sexta, às 19 horas, em Uberlândia. Todos os ingressos já estão esgotados, mas o VôleiBrasil.org, site de entretenimento da CBV, vai fazer um tempo real pelo Twitter (@voleibrasil). É uma boa alternativa para quem está longe e sem transmissão na televisão…

E o Mundo do Vôlei também começou a se aventurar pelo Twitter (@mundodovolei). Se você for ao jogo do Brasil, deixe a sua mensagem por lá, ou aqui nos comentários!

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