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Posts com a Tag Mari

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 Diversos | 14:08

Mari deve pensar em querer esquecer essa temporada…

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A temporada, e nem o ano de 2012, não foram bons para Mari. Ela sofreu com dores no começo do ano passado, acabou cortada das Olimpíadas de Londres e, agora, encerra a temporada precocemente, depois de romper ligamentos do joelho esquerdo durante um jogo pelo Fenerbahce no Campeonato Turco.

Leia mais sobre a lesão de Mari no iG

Mari terá que ficar afastada de seis a sete meses para se recuperar. Quem sabe ela não volta como aquela Mari que vimos em Pequim, por exemplo? Ela não fez uma temporada no ano passado, teve dores na lombar, no ombro, perdeu posto na seleção e ainda era reserva na Turquia. Ela tem mais a mostrar do que isso.

E falando em lesão, a dominicana Lisvel Eve viveu momentos de agonia em quadra. Ela teve uma fratura exposta na tíbia durante jogo do Campeonato Peruano, também no domingo. Eu não gosto dessas coisas e não tive coragem de assistir ao vídeo. Daniel Bortoleto, dono de um blog que eu gosto bastante no Lance!, fez um post com as imagens. Quem quiser, segue o link: http://blogs.lancenet.com.br/volei/2013/02/18/os-gritos-de-dor-da-dominicana-eve-apos-sofrer-fratura-exposta-video-com-cenas-fortes/

Boa recuperção! Para as duas!

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terça-feira, 24 de julho de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 15:09

Trabalho em Londres e trabalho por aqui

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Galera, os dias de férias foram bem aproveitados com viagens e família, mas acabaram. Voltei ao trabalho nesta semana e não estou com o melhor dos ânimos em relação as seleções nas Olimpíadas. E vocês, o que esperam do Brasil nos Jogos de Londres?

Embarque da seleção feminina para LondresLi todos os comentários que vocês deixaram por aqui, principalmente sobre os cortes e a postura de José Roberto Guimarães. Como tinha falado durante as férias, não esperava o corte da Fabíola. Já o de Mari tem mais fundamento. Ela não veio de uma boa temporada e será que não foi testada muito “em cima da hora” como oposta. Quando entrou, ajudou, mas atuou pouco, enquanto Tandara já vinha na função. Porém, vale cortar a Mari, que já estava jogando e se recuperando, e tentar apostar em Natália, que ainda não jogou depois da cirurgia? Natália é uma jogadora potente, que pode, sim, resolver, mas deve sofrer com a falta de ritmo.

E acho que todos devem ter conversado muito para se viajar para as Olimpíadas com uma atleta ainda a ser cortada e isso não pesar demais no clima da equipe. Se Natália estiver bem, ela joga. Se ainda não estiver pronta, quem entra é Camila Brait, como segunda líbero. Mais uma vez, não valeria a pena tomar a decisão antes e evitar o estresse, a ansiedade? Os poucos dias entre a viagem para Londres e estreia diante da Turquia podem ser tão determinantes para a recuperação da ponteira? De qualquer maneira, Zé Roberto deve ter conversado com seu time e sabe o que deve fazer.

Já no masculino, gostei da definição de Bruninho para a Liga Mundial. Na chegada a Londres, ele disse que o campeonato foi um tapa na cara do time antes das Olimpíadas. O Brasil acabou em sexto lugar depois de uma atuação abaixo do esperado, sem convicção. O torneio mostrou que camisa não ganha medalha. Não adianta ter tradição e ter feito uma década de títulos, se não entrar com vontade do começo ao fim. E se o Brasil começou com as jogadas mais rápidas e bolas pelo meio-fundo, as outras seleções também já fazem isso muito bem. Que os ânimos dos brasileiros estejam renovados para Londres e que eles tenham mesmo acordado depois da Liga Mundial.

Bom, é hora de voltar ao trabalho. As Olimpíadas começam nesta semana e a rotina será puxada. Mas trabalhar para falar de vitórias é melhor, não é? Então, que as seleções me surpreendam e que venham bons resultados lá de Londres!

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sexta-feira, 29 de junho de 2012 Seleção feminina | 10:55

E a vitória embalou, sim senhor!

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Na quinta-feira, depois do jogo contra a China, estava me perguntando se a boa vitória iria embalar a seleção nesta reta final do Grand Prix. Pelo, visto, embalou, sim senhor! O Brasil fez um ótimo jogo e liquidou Cuba por 3 sets a 0 nesta madrugada. De quebra, com derrota da Turquia para os Estados Unidos, a seleção subiu para o segundo lugar na classificação.

Seleção - divulgação/FIVB

Sorriso aberto depois dos 3 sets a 0 sobre Cuba

Assim como no jogo da fase classificatória, Cuba abusou dos erros. Naquela partida, as caribenhas deram 41 pontos ao Brasil. Hoje, foram 28 em três parciais. Só que, dessa vez, a seleção usou todas essas falhas a seu favor, dominou o jogo e conseguiu impor o seu ritmo, como deve ser feito. Prova são os números de erros do Brasil. Foram apenas quatro pontos dados de garça às cubanas em todo o jogo.

Veja os detalhes da vitória do Brasil sobre Cuba set a set

O Brasil também voltou a sacar bem. Foram 12 pontos diretos e outros tantos que deram trabalho à recepção cubana. Com isso, também ficou fácil bloquear. Resumindo, excelente atuação do Brasil! A seleção é melhor do que Cuba e soube mostrar isso.

E Zé Roberto mexeu mais uma vez no time. Primeiro, manteve Fernandinha e Fernanda Garay como titulares, com Fabíola e Jaqueline no banco. Ainda colocou Adenízia e, depois, Dani Lins, Juciely, Mari e Jaque. O bom foi que, mesmo com as alterações, a seleção manteve o bom ritmo e finalmente fez uma partida sem os altos e baixos. E Fernandinha seguiu usando bem os meios, tanto que Adenízia foi a maior pontuadora do jogo. Garay também foi bem mais uma vez.

E hoje a ‘briga’ entre as opostas acabou mais equilibrada. Sheilla jogou dois sets e Mari foi titular no terceiro. Depois de passar uma parcial toda em quadra, ela recebeu seis bolas, marcou três pontos e jogou outras três para o outro lado, segundo as estatísticas. Nenhum erro. Bom aproveitamento. Já que parece que Mari será uma das 12 nas Olimpíadas, precisa de mais tempo em quadra também.

Que venha a Tailândia e mais um bom jogo para o Brasil no Grand Prix. Partida será às 2h (horário de Brasília) deste sábado. Nem sempre vai ser simples como foi nesta madrugada, mas que o time mantenha a regularidade.

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quinta-feira, 28 de junho de 2012 Seleção feminina | 12:19

Vitória para embalar?

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A seleção feminina passou pela China por 3 sets a 1 e venceu a primeira na fase final do Grand Prix. A equipe ainda teve altos e baixos, mas conseguiu embalar e, dessa vez, se manter embalado e liquidar o jogo. E agora? O Brasil vai manter o ritmo e finalmente ganhar mais regularidade?

Detalhes do jogo: Brasil embala, vence China e se aproxima de líderes no Grand Prix

No jogo desta quinta-feira, José Roberto Guimarães mexeu bem. O time, diferente dos outros jogos, começou impondo o seu ritmo e dominando a China. Mas, já no segundo set, voltou a pecar na recepção. Jaqueline tem bons momentos na rede, mas a sua função é ser ponteira passadora e vem tendo atuações bem abaixo do esperado no fundo. Dessa vez, o técnico a mandou para o banco e colocou Fernanda Garay ao lado de Paula Pequena. Deu certo, ainda mais porque Paula cresceu na rede ao longo do jogo e ajudou na virada de bola.

Fernandinha e Fabiana - Divulgação/FIVB

Fernandinha usou bem e colocou Fabiana no jogo. Foi um dos melhores jogos da central

Além disso, Fernandinha entrou no primeiro set e não saiu mais. Na segunda parcial ela também caiu junto com o time e forçou jogadas erradas, mas soube se recuperar. E usou muito bem o meio, colocando Fabiana no jogo. Thaísa, como foi desde o primeiro jogo que fez neste Grand Prix, correspondeu, virando no ataque, colaborando no bloqueio e no saque. Ela tem sido a jogadora mais regular do Brasil na competição.

A vitória valeu por colocar uma seleção mais equilibrada em quadra. Ainda teve momentos ruins, mas elas se recuperaram e não se perderam mais. Que o ritmo continue assim…

E voltando a falar das jogadoras, vocês comentaram por aqui sobre as opostas. Sheilla, apesar de ainda estar abaixo, é a titular porque tem mais experiência, já encarou pressão e tem talento. Precisa melhorar, mas é dona da posição. Mas e a reserva? Zé Roberto apostou em Mari de volta na posição nesta temporada como um teste. No primeiro final de semana não deu muito certo, mas ultimamente, nos poucos pontos que ela fica em quadra, tem resolvido. Só que isso é o bastante para ganhar uma posição?

Como vocês disseram, Tandara saiu da seleção de novas e estava conquistando o seu espaço. Primeiro, ela foi um amuleto no saque. Depois, também resolveu quando foi acionada no ataque. Além disso, tem sangue novo e vontade de mostrar serviço. Será que ela não estava em melhor fase que a Mari para seguir no time? Acho válido Zé Roberto tentar recuperar a Mari, que é uma jogadora que já fundamental em diversos jogos, inclusive nas Olimpíadas de Pequim, mas esse teste poderia ter começado antes, para que ele tivesse mais tempo de avaliar a jogadora e para o time se acostumasse com a situação também.

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quarta-feira, 27 de junho de 2012 Seleção feminina | 09:12

Derrota para os EUA e discurso repetido no Grand Prix

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“Não começamos bem e isso não pode acontecer”. Foi isso o que disse a líbero Fabi depois de a seleção feminina ter perdido por 3 sets a 2 para os Estados Unidos na estreia na fase final do Grand Prix. Esse é um discurso que já tem se repetido na equipe durante a competição…

Jaqueline-FIVB

Jaqueline marcou 8 dos 12 pontos que fez no jogo no quarto set

Até agora, foram 10 jogos do Brasil no Grand Prix e em seis deles o time perdeu o primeiro set. Como Zé Roberto falou depois do duelo em casa contra a Alemanha (uma dessas partidas que começaram c0m derrota) e como venho comentando por aqui ao longo do torneio, nem sempre dá tempo de se recuperar depois de um começo ruim.

Nesta madrugada a seleção tentou, mas não conseguiu reverter a situação. Depois de perder dois sets nos quais os EUA usaram bem o saque e mostraram volume de jogo, o Brasil reagiu, cresceu no ataque principalmente com Jaqueline no terceiro set, empatou e até deu um passeio na quarta parcial, com ajuda dos erros das rivais. Mari também seguiu nas inversões de 5-1 entrando e colocando bolas no chão. Mas no tie-break, na hora de se manter à frente, o time perdeu o foco, errou de novo e foi derrotado.

Veja como foi a derrota do Brasil para os EUA set a set

E é ruim olhar para outro lado e ver que os Estados Unidos entraram em quadra sem cinco de suas titulares. Mesmo com as reservas, elas mantiveram o ritmo e se acharam em quadra. Já o Brasil, usando a sua força máxima, teve mais um tropeço. O lado positivo, pelo menos, foi que a seleção chegou a se achar em quadra e conseguiu levar o jogo para o tie-break, afinal, perder por 3 a 0 é sempre bem pior. Mas ainda teve o tal começo devagar e não resolveu quando era necessário, ou seja, no final do tie-break.

Já está na hora de tentar mudar o discurso. Falta um mês para as Olimpíadas e a  equipe está em fase final de preparação. Entrar melhor desde o começo do jogo e buscar regularidade não fará mal nenhum.

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sexta-feira, 22 de junho de 2012 Seleção feminina | 14:15

Irregularidade e mais um tie-break para o Brasil no GP

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A seleção brasileira feminina venceu Cuba por 3 sets a 2 no quinto jogo de sete partidas já disputadas no Grand Prix decididas no tie-break. E o jogo mostrou como está a seleção nesta temporada: cheia de altos e baixos.

Logo no primeiro set, principalmente se aproveitando dos contra-ataques, o Brasil disparou em 20 a 13. Jaqueline, que foi mal contra os Estados Unidos no fundo de quadra, era referência no ataque. Quem via isso imaginava que sairia o primeiro 3 sets a 0 para a seleção neste Grand Prix. Nada disso. Cuba forçou o saque e o ataque e, enquanto o Brasil deixava de ser decisivo na rede, empatou e virou a parcial.

Bloqueio-Divulgação/FIVB

Brasil vence Cuba, mas de novo tem muitos altos e baixo

As outras parciais foram um pouco mais equilibradas. No segundo set, a seleção disparou mais uma vez, mas conseguiu se segurar na frente. A mesma coisa aconteceu na terceira etapa. E agora, depois de dois sets vencidos sem muitos problemas e vendo algumas jogadoras melhorarem, como Sheilla, dava para esperar o final do jogo no quarto set, não? Pois é, mas não foi bem assim. A levantadora/atacante de Cuba Santos acabou com o passe do Brasil e com uma bela sequência no saque (foram seis pontos ela no serviço, se não errei na conta), colocou seu time em ampla vantagem. A seleção ainda encostou de novo, mas perdeu a parcial. Depois, no tie-break, mais uma vez facilidade para vencer.

Cuba é um time muito forte no ataque e, principalmente no saque. E, como não é novidade, o passe da seleção foi ruim. O ataque também se perdeu, principalmente no primeiro set. Mas o que eu acho que mais preocupa são esses altos e baixos desde o primeiro jogo no Grand Prix. E agora já era a segunda semana usando as titulares. Alguns comentaram aqui que era complicado dar ritmo de jogo com tantas mudanças, já que Zé Roberto mexeu bastante no time da primeira para a segunda semana do Grand Prix. Pelo visto, as mudanças e testes estão no fim e o técnico já começa a definir a equipe, pois era preciso vencer hoje e se fosse por 3 a 0 ou 3 a 1, o Brasil daria meio passo rumo às finais do Grand Prix. Mas mesmo usando aquelas que já estão entrosadas e tudo mais, falta regularidade para começar e terminar bem um jogo.

A atuação no sistema defensivo preocupa. Fernanda Garay, que voltou depois de lesão, não se achou no fundo. A falta de bolas no chão em alguns momentos, também. No momento, apesar de ainda vê-la como titular, Sheilla tem sacado melhor do que atacado, por exemplo. Mari só entrou em uma passagem hoje e não foi testada. Jaqueline foi mal no passe, mas resolveu agora no ataque. Fernandinha, que deve mesmo ser a segunda levantadora, segue correspondendo quando acionada e mostrou que já conhece as companheiras soltando bolas de meio logo de cara. Mas a pouco mais de um mês das Olimpíadas esses altos e baixos no conjunto são bem complicados.

E como não liquidar logo um jogo contra uma equipe que é sim muito forte, mas que, como arrisca o tempo todo, erra demais! Foram 41 erros em toda a partida. Isso mesmo, 41 pontos dados de graça. O Brasil poderia ter se aproveitado melhor e finalmente ter vencido por 3 a 0. Quem sabe neste sábado, mais uma vez às 8h30, contra Porto Rico…

P.s.: Enquanto Brasil sofre e é apenas o sexto colocado, Estados Unidos (líderes) e Turquia (um time muito equilibrado e que já foi o destaque do Pré-Olímpico europeu) já estão na fase final. E os dois estão no grupo da seleção feminina em Londres…

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domingo, 17 de junho de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 16:48

Duas vitórias e duas derrotas e trabalho pela frente

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O final de semana do vôlei teve vitórias para homens e mulheres no sábado, e derrota para homens e mulheres no domingo. Quem acabou levando a pior foi o time de Bernardinho, que com o tropeço por 3 a 1 diante da Polônia ficou em segundo lugar do grupo e terá que esperar mais duas rodadas para saber se avança ou não às finais da Liga Mundial. Uma situação nenhum pouco confortável.

Veja como foi a vitória da Polônia sobre o Brasil set a set

Brasil x Polônia - FIVB

Polônia venceu o Brasil por 3 sets a 1 neste domingo

A Liga Mundial é um treino para as Olimpíadas, mas como já disse aqui, de que adianta esse treino se o time não chegar às finais, para encarar mais rivais de peso e realmente ser testado? E como fazer um planejamento de treinos sem saber se segue aqui no Brasil ou se viaja para a Bulgária, como já havia comentado Bernardinho?

A derrota deste domingo começou quando a seleção perdeu um contra-ataque no finalzinho do primeiro set. Ali o time se desconcentrou. Depois, conseguiu impor finalmente o ritmo na terceira parcial, mas no quarto set, Murilo errou um saque que poderia mudar a partida.

Valeu ter visto Leandro Vissotto recuperado e jogando hoje ou o Giba buscando o melhor ritmo, mas, no geral, faltou muito ao Brasil nesta primeira fase da Liga Mundial. Foram partidas sem poder de ataque, sem definição na virada de bola. Na hora do sufoco, Bernardinho apostou em Bruninho e Ricardinho, apesar de ter ido bem ao lado de Wallace (e o oposto foi destaque em vários momentos), demorou demais para se entrosar com os centrais e não correspondeu. Rodrigão surpreendeu contra a Finlândia, mas não se firmou no time titular. Já Thiago Alves voltou muito bem da temporada do Japão e forma boa dupla no momento de ponteiros com Murilo, já que Dante segue lesionado. E o Brasil ainda teve partidas muito bem no saque, mas caiu depois. Posso estar sendo pessimista, mas chegando ou não à fase final, trabalho não faltará em Saquarema.

E as mulheres vivem com altos e baixos, assim como foi no primeiro final de semana de Grand Prix. Contra a Alemanha, deu tempo de se recuperar em 3 a 1. Mas como explicar a atuação diante da Itália, por exemplo? O time de Zé Roberto conseguiu uma linda virada, saindo de 24 a 20 e vencendo o set. Depois, levou um 25 a 14 e devolveu com passeio em 25 a 15. Era para embalar e acabar logo, não? Não. A Itália quem venceu o quarto set e o Brasil teve que decidir o tie-break.

Agora há pouco, contra os Estados Unidos, a seleção começou com volume de jogo e aproveitando os contra-ataques. Venceu o primeiro set e, depois, parou e as norte-americanas venceram por 3 sets a 1.

Veja set a a set a vitória dos EUA sobre o Brasil no Grand Prix

Jaqueline - Vipcomm

EUA cresce e vence Brasil de virada no Grand Prix

Para as mulheres, foi apenas uma derrota que ainda não ameaça a classificação. E Zé Roberto deve seguir com os testes, que já deram alguns resultados positivos. Fernandinha ainda me parece mais consistente para ser a segunda levantadora. Mari conseguiu pontuar mais. Contra a Itália, entrou no final do set da virada e ajudou no ataque e no bloqueio. Neste domingo também mostrou convicção na maioria dos ataques. O problema é que ela vai competir por posição com Sheilla, que tem mais recursos e experiência recente como oposta.

Mais uma vez, parece que falta mais cabeça no lugar à seleção feminina. Perdi as contas de quantas vezes escutei Zé Roberto falando nos tempos: “calma, vamos voltar, vamos buscar de novo”. Falta uma regularidade. Falta manter o padrão. A etapa da China está aí para isso.

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sábado, 16 de junho de 2012 Seleção feminina | 01:17

Brasil supera 1º set e usa saque para vencer no Grand Prix

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No primeiro final de semana de Grand Prix, com um time cheio de novatas, a seleção feminina de vôlei venceu as três partidas por 3 sets a 2. Agora, na estreia das experientes no torneio, o primeiro 3 sets a 1, mas ainda com uma atuação que não convenceu e não agradou totalmente ao técnico José Roberto Guimarães.

Veja mais detalhes da vitória do Brasil sobre a Alemanha

O Brasil encarou a Alemanha na noite de sexta-feira e começou apática e sem convicção no ataque no primeiro set. O bloqueio pouco fez, o saque não entrou e as alemãs, amortecendo bolas e mostrando volume de jogo, venceram. Mas deu tempo para a equipe nacional superar o começo ruim

jaqueline-FIVB

Depois de primeiro set apático, Brasil se acertou, passou a vibrar mais e venceu Alemanha de virada

Na segunda e na terceira parciais, o time de Zé Roberto, assim como a seleção masculina fez mais cedo, soube usar o saque. Com serviço bem executado, a Alemanha se atrapalhou e viu o Brasil crescer e vencer sem muitos problemas. Sheilla e Jaque pontuaram com saque balanceado. E  “chapadão” de Thaísa também deu muito certo. Mas, quando a equipe nacional voltou a errar no saque, as rivais equilibraram o jogo. Por pouco o Brasil não teve que encarar mais um tie-break. O que salvou? O saque, sempre ele. Thaísa acertou a mão e fechou o jogo.

O que ainda preocupa é essa demora para entrar no jogo. Como lembrou Zé Roberto na coletiva após a partida, em uma competição como as Olimpíadas ou diante de um adversário mais complicado, pode não dar tempo de recuperar. A Alemanha pode ter suas qualidades, mas nem vai aos Jogos Olímpicos. A situação tende a ficar pior ainda neste final de semana, contra a Itália, ainda que sem todas as estrelas, e os Estados Unidos.

Além disso, o bloqueio, principal arma dessa equipe, demorou a aparecer. Foram apenas dois pontos no fundamento no primeiro set, pro exemplo. No total, foram 11 pontos de bloqueio, número baixo para a seleção, segundo Zé Roberto.

Clima do jogo e os testes de Mari

O treinador faz questão de lembrar que o importante não é o resultado do Grand Prix, mas sim, testar a equipe para as Olimpíadas. É fundamental, para ele, colocar o time para jogar, fazer o Brasil encarar diferentes tipos de jogo. Para isso, seguiu com as mudanças. Dessa vez, usou quem estamos acostumados a ver como titulares: Fabíola, Thaísa, Fabiana, Sheilla, Paula Pequeno, Jaqueline e Fabi.

Brasil-FIVB

Thaísa e Jaqueline na rede. Zé Roberto escalou 'titulares' na segunda semana de GP

Já Mari foi quem teve um teste duplo. Entrou como oposta ainda no primeiro set e no primeiro ataque, ficou no bloqueio. A bola não caiu no chão, mas ela já fez cara feia e ficou cabisbaixa, desistindo com a jogada ainda no meio. Logo saiu. Voltou no set seguinte e, assim como toda a seleção, parecia mais confiante. O time todo começou devagar e abalado pelos 4 a 0 que levou logo de cara da Alemanha. O segundo set também começou com 4 a 0, mas elas logo se recuperaram e isso deu ânimo às titulares e também a quem entrou do banco. Mari correspondeu um pouco mais, com dois pontos.

Só que Paula Pequeno, alvo do saque rival e com dores no cotovelo, teve que sair do jogo. Mari voltou para a quadra, agora como ponteira. Entretanto, ela também estava machucada. Jaqueline acertou uma bola no dedão esquerdo da companheira, o que resultou em dois ligamentos rompidos e o tendão machucado. Mari usou uma proteção na mão e quase não passou, mas ficou em quadra.

Após o jogo, Mari parecia calma e feliz com resultado. Ela conversou com jornalistas e confessou que nunca ficará realmente zerada das lesões (lembrando que ficou fora do Pré-Olímpico por causa de dores no joelho, nas costas e no ombro), mas que agora dá para jogar. Sacrifícios de um ano olímpico. Mas como oposta ou ponteira, ela ainda segue com rendimento abaixo das demais.

O Grand Prix continua e sábado será o jogo contra a Itália. Depois, domingo, será a vez dos Estados Unidos. E a lição do jogo desta noite foi que o saque pode fazer muita diferença, mas também fica o alerta para o começo um pouco ansioso, que não deve se repetir.

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sexta-feira, 15 de junho de 2012 Seleção feminina | 08:00

Segunda semana de testes para o Brasil no Grand Prix

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Na estreia no Grand Prix, na Polônia, Zé Roberto escalou um time com novatas e começou os testes para definir as 12 que irá relacionar para as Olimpíadas de Londres. Foram três vitórias, mas com três tie-breaks e diversos momentos de falta de concentração da equipe. Agora, no final de semana de jogos em casa, o técnico segue o cronograma e volta a usar as mais experientes. E os testes continuam…

A seleção feminina joga nesta sexta-feira contra a Alemanha, depois encara Itália no sábado e os Estados Unido, no domingo. Todos os jogos serão em São Bernardo do Campo. Sassá e Fernanda Garay serão poupadas. Sheilla, Jaqueline, Thaísa, Fabíola, Fabi e companhia estão de volta. E quero ver como será a atuação na posição de oposta.

Mari-Ze-Roberto-CBV

Zé Roberto testa Mari como oposta durante o Grand Prix

Na Polônia, Zé Roberto colocou Mari como titular na saída de rede. Ele já havia dito que iria testar a jogadora de volta como oposta, posição que jogou em Atenas, por exemplo, mas Mari ainda não correspondeu. No primeiro jogo, diante da Itália, fez só três pontos em dois sets. Já contra a Sérvia foram apenas duas bolas no chão. E diante da Polônia, na partida que começou no banco, entrou no quarto set e não saiu mais, colocando sete bolas no chão.

Os números ainda são muito baixos para uma oposta. Mari não veio de uma temporada boa e faz um tempo que não é aquela atacante decisiva. Como oposta, pode realmente ficar mais solta sem se preocupar com a recepção (grande problema da jogadora, que sempre é caçada pelo saque rival), mas já tem potência para competir com Sheilla para ser titular? Ou já superou Tandara para ficar como reserva? Acho que ainda está distante de Sheilla e também perde para Tandara. Vamos ver como ela se apresenta neste final de semana.

No levantamento, o teste foi com Fernandinha, que assumiu o posto de titular diante da Itália e não saiu mais. Apesar dos altos e baixos da seleção, muito por falta de concentração no jogo, foram três vitórias com a jogadora no comando das ações. Se para Zé Roberto, Fabíola é a titular da seleção, Fernandinha tem chances de roubar a vaga de reserva de Dani Lins.

Com a volta das mais experientes, o Brasil deve se apresentar mais consistente nesses jogos em casa. E o Grand Prix tem a mesma função que a Liga Mundial, ou seja, treinar para Londres. Então, quanto mais as jogadoras aproveitarem esses jogos para se entrosarem ou se readaptarem a uma antiga posição, melhor.

P.s.: Falando em Liga Mundial, a seleção masculina joga daqui a pouco contra o Canadá. É preciso repetir o desempenho que teve em casa e vencer para se manter na liderança do grupo e avançar às finais sem depender de contas, já que apenas os primeiros e o melhor segundo colocado seguem na briga.

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quarta-feira, 9 de maio de 2012 Seleção feminina | 12:49

Dá para brigar por vaga no time no Pré-Olímpico?

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A seleção brasileira feminina de vôlei estreia nesta noite no Pré-Olímpico Sul-Americano contra o Uruguai. Nem dá para comparar o time com os rivais, que contam com seleções juvenis e inexperientes ainda. O Brasil é o grande favorito e fica com a vaga para Londres 2012. Já que o ouro é praticamente certo, resta às jogadoras se empenharem para convencer Zé Roberto a ficar na equipe até as Olimpíadas.

Camila Brait e Fabi brigam para a vaga de líbero. Dani Lins e Fabíola ganharam a companhia de Fernandinha na disputa pelo posto de levantadora. E Mari, que segundo o técnico ainda está abaixo do que ele queria, foi cortada da seleção para o torneio. Quem fica tem que mostrar o que sabe. Mas o Pré-Olímpico Sul-Americano é o local para isso?

O campeonato conta com times de nível muito inferior ao do Brasil. E sempre escutamos aquela história de que é difícil se concentrar e tudo mais contra os mais fracos. Acho que, a grande maioria das jogadas que o Brasil armar, vai cair. Não estou desmerecendo nenhuma jogadora ou equipe, mas trata-se de um time campeão olímpico, vice-Mundial e segundo no ranking contra seleções que se formaram há três anos, como a Argentina, a que tem a melhor colocação na lista da FIVB, com o 18º lugar.

Que o Pré-Olímpico dê a vaga ao Brasil em Londres e ajude nos treinos da equipe para as próximas competições…

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