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segunda-feira, 1 de abril de 2013 Superliga | 12:15

Sollys/Nestlé x Unilever mais uma vez na final. Há um favorito?

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Depois de muito esperar, Sollys/Nestlé e Unilever entram na contagem regressiva para a final da Superliga feminina 2012/2013. Pela nona vez consecutiva as duas equipes decidem o título. O jogo será no domingo, dia 7, às 10h, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Depois de tanto tempo se enfrentando, dá para apontar um favorito nessa briga?

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O Mundo do Vôlei conversou sobre isso com alguns protagonistas da decisão. Ainda na fase semifinal, Bernardinho disse, sem pensar, que favorito era o Sollys. Fabi também apostava no time de Osasco na briga com o Vôlei Amil para chegar a mais uma decisão. Depois da classificação, a turma do time de Osasco reagiu e respondeu ao técnico. Veja a opinião deles no vídeo:

Tendo um favorito ou não, o que se vê nesses momentos é um jogo de empurra. Bernardinho joga a responsabilidade para o outro lado. Mesmo com elenco que tem e com a sequências de títulos (Superliga 2011/2012, Campeonato Mundial e Paulista), a equipe de Osasco não se assume um pouco à frente. O mesmo aconteceu na semifinal, José Roberto Guimarães, desde o começo da Superliga, disse que o objetivo do Vôlei Amil na temporada era chegar até a semifinal, já tirando um pouco a pressão nos playoffs. Pois bem, o time foi até a meta estabelecida. Na outra chave, Sesi também dizia que a responsabilidade era do Unilever e ponto.

Sim, concordo com Thaísa quando ela diz que o jogo é decidido na bola, ali dentro da quadra. Também sei que duelos entre Sollys/Nestlé e Unilever geralmente são muito equilibrados. Prova disso foram os dois jogos desta temporada, com dois tie-breaks, um para cada lado. Mas dessa vez, acho que o lado paulista leva vantagem. É uma equipe que tem praticamente a seleção brasileira sim, como todos cansam de comentar, e isso pode ajudar. Todas estão muito bem entrosadas e são experientes em momentos de decisões.

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O Unilever parece mais inteiro que na temporada passada, com banco para mexer. Gabi entrou muito bem ao longo da temporada na vaga de Logan Tom e vamos ver se não sente a pressão. Sarah Pavan fez belos jogos e pode contribuir, já que chegou há pouco e é, digamos, desconhecida do Sollys/Nestlé, pois disputa essa final pela primeira vez e está na sua primeira temporada no Brasil.

Não deve ser fácil, para nenhum dos lados. Temos a semana inteira para decidir quem carrega a pressão do favoritismo na final.

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 Superliga | 10:22

Líderes fazem a lição de casa na Superliga feminina

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As equipes com as melhores colocação na Superliga feminina fizeram a sua parte na terceira rodada do returno. Diante de adversários teoricamente mais fáceis, Unilever, Vôlei Futuro, Sollys/Osasco e Usiminas/Minas venceram. Desses, só o time de Osasco teve vida realmente fácil. Para os outros, 3 a 0 ou 3 a 2 significaram equilíbrio.

Fernanda Venturini - Daniel Ramalho/adorofoto

Venturini, que havia sofrido um acidente de carro com Bernardinho na manhã de terça, jogou contra Mackenzie

Unilever e Vôlei Futuro venceram em sets diretos. E quem advinha o que ainda é um problema para a equipe carioca? Sim, mais uma vez o passe. E sim, ter Fernanda Venturini no levantamento ajuda. O time de Bernardinho bateu o Mackenzie/Cia do Terno, sétimo colocado, e segue na liderança isolada, mas as parciais tiveram placares até que apertados (25/21, 25/20 e 25/20).

Placar apertado para o outro 3 sets a 0 de um dos líderes. O vice Vôlei Futuro só venceu a primeira parcial para cima do BMG/São Bernardo por 32 a 30. Depois, mesmo cometendo erros, fechou o jogo em casa com um pouco de folga no marcador (25 a 17 e 25 a 19).

Já o Sollys/Nestlé se aproveitou do novato Rio do Sul e, aí sim, venceu por 3 a 0 com tranquilidade (25/21, 25/19 e 25/13). E o time de Osasco aproveita os jogos mais simples para recuperar o ritmo de Fabíola e contar com Hooker. A levantadora voltou depois de lesão no joelho e a oposto, grande contratação da temporada, começa a mostrar seu jogo mais solto e sua potência. Será que ela já é uma ameaça a Tandara? De qualquer maneira, é melhor ter o time todo e se preocupar em quem escalar do que olhar para o banco e não ter quem colocar. Luizomar já passou por isso quando Fabíola estava machucada….

Para fechar o bloco de líderes, um placar que surpreendeu. O Usiminas/Minas, apesar de não ter as estrelas da seleção, é um time forte e que vem dando trabalho. Mas as mineiras sofreram para bater o lanterninha Macaé. A vitória veio apenas no tie-break. Com isso, perdeu um ponto em um jogo que poderia ter sido mais um 3 a 0 pelo histórico das duas equipes.

No final, com altos e baixos, quem estava melhor colocado venceu quem estava na parte debaixo da tabela. Para os líderes, a rodada com duelos considerados mais simples valeu a pena.

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sexta-feira, 24 de abril de 2009 Superliga | 12:37

E o Osasco continua!

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Atualizada às 14h06

Acabou o drama do extinto time adulto do Finasa/Osasco. Com um grupo de empresários como patrocinador, a equipe vai continuar em Osasco para a próxima temporada. A decisão foi anunciada nesta manhã, em uma entrevista coletiva em casa, no ginásio José Liberatti.

O novo time, que ainda não tem nem nome, vai contar com o apoio da prefeitura e agora começa a “caça” às jogadoras. Apenas Carol Albuquerque já fechou com a equipe. O técnico Luizomar de Moura segue no comando e será o responsável pelo contato com as demais. Todo mundo do ex-Finasa está convidado!

Espero que essa decisão não tenha demorado muito a sair e que as atletas de peso como Paula Pequeno, Thaísa, Sassá, Adenísia e Natália continuem no “novo Osasco” para refazer uma equipe de alto nível. Sim, o antigo Finasa sempre perdia para o Rexona nas finais da Superliga. Sim, o antigo Finasa tinha problemas com o emocional das jogadoras. Mas ainda assim, era a segunda potência do vôlei nacional há anos e merece respeito.

Tomara que, de alguma maneira, Ari Graça, presidente da CBV,estivesse correto ao afirmar que o término do Finasa/Osasco não iria abalar as jogadoras para a seleção brasileira. Das 18 convocadas pelo técnico Zé Roberto, sete eram do Finasa. Pelo menos, a prefeitura de Osasco deu sua palavra de que manteria o time e cumpriu a promessa. Isso mostra a importância e o interesse no esporte e pode servir como incentivo para as atletas voltarem ainda com mais vontade. E elas também vão chegar agora à seleção com a cabeça mais tranquila, já que sabem que ter uma boa oportunidade de emprego aqui no Brasil. E segundo o prefeito de Osasco, o investimento será o mesmo que era feito no Finasa, cerca de R$ 6 milhões. Ou seja, vai ter como bancar todo mundo, do mesmo jeito, apenas com um nome diferente na camisa.

Boa notícia para os fãs do Osasco e do vôlei feminino!

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