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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014 Superliga | 15:08

‘Se receber alguma coisa, vai ser um prêmio’, desabafa Rodrigão

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Todos acompanham a agonia do RJ Vôlei. O time vive um desmanche desde a saída do grupo OGX e luta para ao menos ter elenco para acabar a Superliga. Na rodada desta semana, os problemas já apareceram. A equipe perdeu para o lanterninha Funvic/Taubaté por 3 sets a 0 e teve que improvisar colocando Rodrigão para atuar no meio. E, pelo visto, o improviso vai virar rotina.

Reprodução

Camisa do RJ Vôlei depois que a empresa de Eike Batista deixou o time

“No último jogo a gente tinha 10 jogadores. No próximo eu não sei”, disse Rodrigão em um papo exclusivo com o Mundo do Vôlei.

O RJ Vôlei já perdeu nomes como Maurício, Thiago Sens e Bruninho e como já comentamos por aqui, os jogadores não recebem há meses. “Nesse ano, se eu receber alguma coisa, vai ser uma surpresa. Não estou nem esperando nada. Se vier, vai ser um prêmio”, comenta Rodrigão.

O time luta para se manter e conseguir novos patrocinadores, mas a situação não parece nada animadora. “É muito difícil um patrocinador querer entrar, ainda mais só com jogos na TV paga e apenas aqueles pré-determinados na TV aberta. O futebol passa uns 500 jogos na TV e o vôlei tem três. Para os times que estão nesses jogos transmitidos, o retorno é violento, e para o outros?”, questiona o central.

O problema de patrocinadores é recorrente e isso provoca a saída de atletas renomados do Brasil, como aconteceu com Bruninho. Como ele mesmo disse no anúncio da transferência, assinou com o Modena, da Itália, para não perder uma temporada quase inteira.

Já quem não quer sair do Brasil, acaba sem opção. É o caso de Rodrigão. De acordo com regra da CBV, um atleta que já jogou a Superliga não pode defender outro time. “Decidiram por mim. Quero ficar no Brasil e não posso mudar de clube. Vou ficar e tentar ajudar o time a permanecer na Superliga porque eu acho um absurdo a pouco tempo da Olimpíada o Rio de Janeiro ficar sem time. Se não der, vou trabalhar para conseguir uma equipe na próxima temporada”, afirma. Ele teve propostas da Turquia, mas recusou pela vontade de seguir aqui, ao lado da família.

Leia mais: Atual campeão começa ano sem saber como se livrar da crise

Ele dá uma sugestão. “Teria que ter uma janela em janeiro, nem que fosse de 10 ou 15 dias. E não é só para esses casos de patrocinador. Se um time vê dois ponteiros machucados e perde os jogadores para restante da temporada, o que vai fazer? Teria que haver uma brecha”, analisa Rodrigão. “Mas a CBV alega que não quer descaracterizar as equipes formadas no início”, completa.

Já que o time se vê “engessado” pela regra, o jeito é se arrumar com o resta para tentar completar a Superliga. São apenas dois pontas no elenco atual e, por isso, Rodrigão acabou deslocado para a posição no jogo desta semana. A prática vai se repetir. “Já conversei com o Marcelo (Fronckowiak) e vou começar a treinar na posição. Apesar de ser meio, sou do tempo que central ainda passava e também aprendi um pouco na praia. Vou treinar para ser uma opção. Não dá para jogar só com dois ponteiros”, explica.

O RJ Vôlei já teria entrado com pedido junto a CBV para contratar atletas para compor elenco. Além da falta de ponteiros, há apenas um levantador pronto para jogar no elenco, Índio. Guilherme é o reserva, mas teve uma lesão no joelho e ainda não em condições. Entretanto, o prazo para inscrição de atletas acabou no ano passado.

Leandro Vissotto vai para a Coreia do Sul 

Para completar, o oposto Leandro Vissotto disse ao Sportv agora há pouco que vai jogar na Coreia do Sul. Em dezembro eu conversei com o jogador e ele afirmou que iria analisar propostas e que, mesmo feliz por finalmente jogar em casa no Rio de Janeiro, não tinha como ficar sem receber e que estaria disposto a sair do Brasil de novo.

Se nada for feito, o RJ Vôlei, atual campeão brasileiro, pode ficar sem time para acabar a Superliga.

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013 Diversos, Superliga | 15:24

Vissotto fala de atrasos no salário, risco de debandada e se apega à esperança

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A situação é complicada para o agora RJ Vôlei. O atual campeão da Superliga perdeu o patrocínio da OGX, empresa de Eike Batista, já teve baixa no elenco, como a saída do central Maurício Souza para defender a equipe turca Halkbank Ankara, e está com os salários atrasados.

Leandro Vissotto no início desta Superliga, ainda com o patrocínio da equipe de Eike Batista

Leandro Vissotto no início desta Superliga, ainda com o patrocínio da equipe de Eike Batista

A crise é conhecida e já foi comentada na imprensa e, nesta terça-feira, o oposto Leandro Vissotto, que voltou ao Brasil na temporada 2013/2014 como uma das principais contratações da equipe carioca, também conversou com o Mundo do Vôlei. “Recebi um só (salário desde que voltou ao país). Em dezembro entramos no quarto mês de atraso”, afirma o jogador. “Estamos aguardando que, com a situação se tornando pública, aconteça alguma mudança”, completa.

Leia mais: Sem o ‘X’, RJ Vôlei estreia novo nome com vitória na Superliga masculina

O RJX não é a primeira vítima da saída de um patrocinador. Quem não se lembra dos dias sem o Finasa na equipe de Osasco? Ou do fim da Cimed, aos poucos? E ainda Montes Claros, que ficou fora e só agora conseguiu voltar? A situação do time carioca é agravada porque se trata do atual campeão, de um elenco de estrelas como Vissotto, Bruninho e companhia, e de um empresário famoso.

E ainda: Após recuperação judicial, OGX, de Eike, deve buscar proteção adicional

Ainda há o risco de o time se desfazer ao longo da Superliga. Os atletas não podem jogar em outras equipes do Brasil por já terem atuado no torneio nacional, mas podem seguir para o exterior, como fez Maurício. Leandro Vissotto diz que ainda não foi procurado por nenhum clube, mas não descarta jogar mais uma vez no exterior. “Risco (de debandada) tem. Não vou falar que não existe, porque existe. A gente não conversa sobre isso, é uma coisa pessoal. Cada um tem seus compromissos financeiros e a sua situação familiar. Eu ainda não recebi nenhuma proposta de fora. O momento é difícil e tem que pensar em tudo com calma. Realmente, na situação atual, você fica balançado, não tem como”, comenta.

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O atleta defendeu o Ural Ufa, da Rússia, antes de assinar com o time do Rio de Janeiro, e por lá também passou por dificuldades. E a experiência o faz usar a confiança para se manter focado aqui no Brasil. “Eu já vivenciei situações assim lá fora. Agora na Rússia o time perdeu o patrocínio e, no final, se resolveu e os atletas foram pagos”, lembra. “O que me mantem é a esperança e a confiança. Acho que o Rio de Janeiro é o atual campeão brasileiro e não pode ter um fim. Espero que os responsáveis e quem gosta do Rio de Janeiro e, principalmente de voleibol, tragam uma solução para o time”, comenta. Ele diz não saber como estão as negociações com possíveis novos patrocinadores.

Equipe do RJ Vôlei na última rodada da Superliga, já com novo uniforme e sem o X no nome

Equipe do RJ Vôlei na última rodada da Superliga, já com novo uniforme e sem o X no nome

Vissotto ainda defende que uma solução para o esporte olímpico e amador no Brasil, que sofre com o entra e sai de patrocinadores, seria um seguir o modelo aplicado para a cultura. “Apesar de ter ajuda da lei do incentivo, que existe apenas para o pagamento de despesas e da comissão técnica, poderia ter mais. Acho que poderia ser assim como a cultura, que tem subsidio para os atores e filmes nacionais. O esporte é uma ferramenta muito impactante no exterior para levar o nome do Brasil. E faz isso de uma forma muito mais presente que alguns filmes que tem esse direito de ser subsidiado, que os atores têm o direito de serem pagos. A gente não tem esse direito, de receber salário pela lei de incentivo, e acho que é uma coisa que tinha que mudar de imediato para o esporte amador do país não morrer”, opina.

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“E não só o vôlei, mas todos os esportes olímpicos teriam que ter esse direito que os atores têm de receber os seus salários”, continua. O oposto, entretanto, está entre os contemplados pelo programa Bolsa Atleta e está na categoria olímpicos, que paga R$ 3100.

O RJ Vôlei segue em busca de novos patrocinadores e continua na disputa da Superliga. O time é o segundo na classificação geral, atrás apenas do Sada Cruzeiro.

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sexta-feira, 19 de julho de 2013 Seleção masculina | 23:28

O 3 a 0 na hora que precisava

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A seleção masculina brasileira de vôlei marcou um 3 a 0 na hora que precisava na Liga Mundial. Nesta sexta-feira, a equipe nacional venceu o Canadá, somou três pontos e, com isso, fechou a fase na liderança do grupo. Pouco depois, viu a Itália marcar 3 a 1 na Argentina e também ficar com o primeiro lugar na sua chave e, com isso, deixar a Bulgária como adversária da seleção na semifinal.

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O resultado diante do Canadá foi comemorado, ainda mais depois de mais um tropeço contra a Rússia. E lembrando que os canadenses venceram os brasileiros no ano passado na Liga Mundial. Mas nesta quinta-feira, depois de um começo um pouco abaixo, o Brasil engrenou e venceu o primeiro set. No segundo, mesmo com o equilíbrio, se manteve firme e fechou no 30 a 28. Depois, não teve aquela famosa síndrome do terceiro set e liquidou a partida em sets diretos.

Como sempre, há um lado bom e um ruim. O bom foi que no momento que realmente precisou, no primeiro jogo que era um mata-mata, o Brasil correspondeu. Wallace também foi outro destaque positivo. Já tinha achado que a entrada do oposto tinha feito bem mesmo na derrota para a Rússia. E dessa vez, como titular, ele foi o maior pontuador.

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No lado ruim tem a lesão de Vissotto. Mesmo se Wallace estiver melhor e merecer começar jogando, é bom ter uma opção no banco para as inversões. Mas Leandro Vissotto sentiu dores no joelho diante dos russos, fez exames e tem um edema no local. Antes do jogo contra o Canadá ainda não havia uma previsão exata de volta. Gosto de Lipe e o acho um bom atacante e uma opção para Bernardinho mesmo como oposto, mas é interessante contar também com Vissotto, que é mais alto, tem uma velocidade diferente de bola. Vamos ver se ele volta logo…

E dessa vez foi um 3 a 0 , sem aquela parada no meio do caminho vista em outras partidas. Ainda assim, o Brasil demorou a entrar no jogo de vez. Até Bruninho comentou que só se soltou no meio do primeiro set. Digo e repito, nem sempre pode dar tempo de se recuperar!

Agora é descansar e esperar pela Bulgária. Pelo menos o desempenho do ano passado, quando acabou em sexto lugar, ficou para trás. Será que dá para sonhar com título?

p.s.: galera, final de semana será de aniversário por aqui. Vou ficar mais velha… Tentarei acompanhar os jogos do Brasil, mas se demorar um pouco a postar, já sabem o motivo. Nos vemos amanhã, ou depois ou segunda!

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sábado, 29 de junho de 2013 Seleção masculina | 15:10

Saldo na Liga: uma vitória, uma derrota e um banco que ajuda

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A seleção brasileira masculina de vôlei fechou mais um final de semana de Liga Mundial com o saldo de uma vitória e uma derrota, mas com mostras de que o banco de reservas está pronto para ajudar. O time de Benardinho venceu a França na manhã de sexta-feira por 3 sets a 2. Na manhã deste sábado, perdeu para os franceses por 3 a 1, no primeiro tropeço na competição. As duas partidas foram no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

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FIVB

William arma jogada com Éder. Na vitória e na derrota, ele saiu do banco e ajudou o time

Os confrontos mostraram deficiências do Brasil, como a falta de concentração no primeiro jogo que permitiu a virada da França. Ou um saque e um sistema defensivo não muito presentes no segundo duelo. Mas também mostrou pontos positivos, como a ajuda do banco de reservas.

Na sexta-feira, a seleção precisou buscar o placar no tie-break para vencer. Entraram William e Wallace e fizeram a diferença em quadra. Tanto que Wallace começou como titular a partida deste sábado. E nesta manhã, William mais uma vez saiu do banco, agora ao lado de Leandro Vissotto, e melhorou o ritmo do Brasil, variando bem a distribuição de jogadas e recolocando Lucarelli, que estava um pouco apagado, no jogo. Foi o melhor momento do time nacional, que venceu aquele set.

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A equipe brasileira, com essas caras novas que vemos na Liga Mundial, começou a atuar junta exatamente no torneio. Ou seja, eles têm seis jogos no currículo, com uma derrota. Aos poucos estão ganhando corpo e é importante ver que o banco também ajuda e até salva em alguns momentos. Ter reservas e titulares bem entrosados é fundamental ao longo da temporada.

Além disso, Lucão é sempre um reforço neste time. Ele volta depois de contusão e segue como o cara de segurança de Bruno, e também de William, na rede, e uma peça fundamental no saque. Ele é um dos poucos que força o primeiro e acerta, força o segundo e acerta, força o terceiro e acerta…

Mas, claro, ainda há o que arrumar. Não dá para vencer dois sets e se perder, como na sexta-feira. E nem cair no saque e bobear na defesa como neste sábado. Ainda mais contra uma equipe que nem é muito experiente nem nada, mas que tem um ótimo volume de jogo. Os franceses defenderam muito bem, principalmente neste sábado, e souberam achar todos os buracos do Brasil. Mory Sibide passou um set inteiro sem ser bloqueado! E Ngapeth achou o chão brasileiro 26 vezes. No Brasil, Lucarelli, que como disse começou um pouco devagar, foi o maior pontuador, com 21 acertos.

O saldo do final de semana foi um empate, mas no geral ainda acho que é positivo. A França foi bem, defendeu mais, marcou mais e mereceu vencer. Mas ao longo da Liga Mundial, a seleção está mostrando a sua cara. Ter tantos altos e baixos, vistos desde os jogos contra a Polônia, preocupa. Mas é bom passar por isso porque a tendência e ter mais dificuldade. Semana que nem, o adversário será a Bulgária. Depois, os Estados Unidos. Vamos ver como ficará o saldo depois disso!

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quinta-feira, 13 de junho de 2013 Seleção masculina | 11:03

'Seleção está mais forte do que nunca'. Quem concorda?

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“O Brasil está mais forte do que nunca sob a liderança de Bruninho, com Lucão em sua melhor fase e com a experiência que Vissotto adquiriu na Rússia. Temos grandes chances de fazer acontecer. E ainda tem Éder com a sua grande chance de mostrar para todo mundo o que pode fazer, assim como os jovens Lucarelli e Isac. Com esse time, não temos nada com o que se preocupar”.

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Divulgação/FIVB

Lucarelli, Éder, Bruninho e Dante: novatos e experientes na seleção

As palavras são de quem entende do assunto. Gustavo Endres escreveu nesta quinta-feira um texto para a FIVB (veja a versão original, em inglês) e fez elogios à renovada seleção brasileira masculina que disputa a Liga Mundial. O time de Bernardinho venceu as duas primeiras partidas contra a Polônia e, nesta semana, encara a Argentina fora de casa.

“O Brasil está criando uma nova geração, com experientes e jovens. A mistura tem ajudado a formar uma equipe balanceada”, continua o central. “Acho que estamos no caminho para ganhar o título esse ano”, completa.

Quem concorda com Gustavo? Ainda tem muito trabalho pela frente, mas a formação da seleção agrada. Lucarelli estreou já como titular e segurou a pressão. Levou uns bloqueios no primeiro jogo, demorou a entrar de fato na partida, mas depois, deslanchou. E na segunda partida foi o teste de Isac. Ele ainda precisa de mais afinidade com Bruninho, o que virá com o tempo, mas também correspondeu.

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E como diz Gustavo, a mescla do time está interessante. Ao mesmo tempo que tem um Lucarelli em uma ponta, o cara mais jovem do time e ainda com pouca experiência, do outro lado tem o veterano Dante. Além disso, os tempos na Rússia fizeram bem a Vissotto. Foi bom ver o gigante soltando o braço no ataque e afinado com Bruninho. Ah, e Gustavo não falou, mas usar William e Wallace nas inversões de 5-1 também ajudou, já que entrosamento entre eles não falta. O que precisa é segurar a concentração durante toda a partida (contra a Polônia parece que apareceu aquela síndrome do terceiro set) e diminuir os erros.

Agora é ver como o time se comporta diante da Argentina. A seleção encara os hermanos às 20h30 desta sexta-feira e, depois, volta para quadra no mesmo horário no sábado.

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quarta-feira, 12 de junho de 2013 Diversos | 14:51

Romance está no ar!

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Dia 12 de junho, Dia dos Namorados! E o vôlei reúne diversos casais no esporte, como Jaqueline e Murilo ou Mari Paraíba e Riad. Luciane Escouto conheceu o agora noivo também nas quadras, quando defendia o Macaé e ele era fisioterapeuta do time. Tem aqueles comprometidos com amores de fora das quadras e que ainda encaram a distância, como os jogadores da seleção masculina, que estão na Argentina para a Liga Mundial, longe das amadas…

Veja também: Seleção de fotos e declarações do Dia dos Namorados no mundo dos esportes

Esses e outros casais das quadras declaram seu amor nas redes sociais nesta quarta. Veja as fotos e as frases apaixonadas na galeria (clique nas imagens para ampliá-las):

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012 Mais Europa | 13:28

Leandro 'Biscoito' Vissotto estreia com vitória na Rússia

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O oposto Leandro Vissotto finalmente estreou com a camisa do Ural Ufa. O jogador, que não atuava desde que sentiu uma lesão muscular na coxa direita nas quartas de final das Olimpíadas de Londres, atuou na vitória do seu time por 3 sets a 0 diante do Lokomotiv Yekaterinburgo, no quadrangular da fase semifinal da Copa da Rússia de Vôlei.

A estreia rendeu brincadeiras no Twitter. Vissotto postou uma foto de sua camisa e se apelidou de “Leandro Biscoito” em sua página no microblog. Mas nas é que parece mesmo?

Brincadeiras à parte, o oposto comemorou a volta às quadras. “Voltar a jogar depois de três meses foi uma grande alegria. Nunca havia ficado tanto tempo afastado devido a uma lesão e estou muito feliz porque o retorno aconteceu com uma vitória tão importante”, disse o oposto.

O ritmo no retorno será puxado. O Ural Ofa joga de novo na sexta e no sábado na sequência das semifinais na Rússia. “Depois de tanto tempo afastado das quadras, o que eu mais quero agora é jogar”, comentou Leandro Vissotto. Boa sorte por lá!

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segunda-feira, 13 de agosto de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 07:00

E agora, quem buscará o ouro no vôlei em 2016?

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A final olímpica de Londres também foi a despedida de algumas estrelas da seleção brasileira masculina de vôlei. O ponteiro Giba, o líbero Serginho e o meio-de-rede Rodrigão já deram adeus ao time. O levantador Ricardinho deve seguir o mesmo caminho e não segue até as próximas Olimpíadas.  Dante diz que pensa em jogar no Rio, mas será que as dores e os problemas com joelho deixam ele continuar? E com essas despedidas, quem deve estar em quadra daqui a quatro anos para buscar o ouro em casa?

Leia também: Vôlei termina Olimpíadas como o esporte mais vencedor do Brasil

Murilo, eleito o melhor jogador das Olimpíadas, é o sucesso de Giba na seleção

Na ponta, Giba já convive com seus possíveis sucessores. A faixa de capitão deve passar para Murilo, que foi destaque no Mundial de 2010 e, agora, depois de se recuperar da inflamação no ombro, teve uma boa atuação em Londres, sendo de novo um jogador decisivo no ataque e presente no fundo de quadra.

Thiago Alves sentiu o peso de uma Olimpíada e não jogou como se mostrou, por exemplo, na Liga Mundial. Ficou devendo, mas ainda é novo, tem 26 anos, e pode render no time. E Lucarelli, que estava em Londres para ajudar nos treinos da seleção, é um futuro que já se faz presente como ponta.

Rodrigão já havia perdido a posição de titular pelo meio e acompanhou Lucão e Sidão se consolidando na equipe. Os dois, um com 26 e outro com 30 anos, seguirão até 2016 e têm grandes chances e ainda formar a dupla titular nos próximos Jogos. A renovação pode vir com Isaac, um jovem de 21 anos que é da seleção de novos e já treinou no time principal. Se quiser um bloqueio alto, ainda pode apostar em Gustavão, de 26 anos, e o melhor no fundamento na última Superliga. O central tem 2,15m e também já passou pela seleção de novos. Éder que figurou como quarto central neste ciclo ainda tem idade para fazer parte do grupo também.

Leia ainda: Bernardinho chora e diz que pode deixar seleção “para não atrapalhar Bruno”

Lembrando do que já aconteceu na equipe brasileira, o líbero Serginho deve ter a sua vaga herdada mais uma vez por Mario Jr. Foi o jogador quem ocupou o lugar do veterano e foi campeão do Mundo em 2010, por exemplo.

No levantamento, Bruninho se firmou ainda mais como titular nas Olimpíadas de Londres. Ele teve uma atuação de gala e foi bastante elogiado por Bernardinho na vitória contra a Itália na semifinal, como comentamos por aqui. Além disso, sabe ousar com os centrais e está muito bem entrosado com o elenco. Amadurecendo como está, aposto em Bruno como levantador titular para o próximo ciclo e também como um jogador para dividir a responsabilidade de capitão em quadra.

E ainda: Giba desabafa sobre críticas e vê Bruninho como líder do próximo ciclo

Já Ricardinho voltou, ajudou também a desenvolver o jogo de Bruno, mas não deve ficar muito mais na seleção. Aos 36 anos, acho que não segue por mais um ciclo. Quem já recebeu a atenção da comissão foi Murilo Radke, que atuou como reserva de Bruninho na Cimed em 2011/2012 e, agora, comanda o Medley/Campinas. É novo, tem 23 anos, já jogou na base e foi campeão no Pan-Americano de 2011. Já se a ideia foi apostar em alguém mais experiente, William, do Sada/Cruzeiro, ou Rapha são mais rodados e podem ajudar, quem sabe.

Wallace entrou na vaga de Vissotto em Londres, foi bem e tem boas chances de se firmar até 2016

A posição de oposto não precisa de uma renovação imediata, mas já tem gente nova chegando. Leandro Vissotto, com 29 anos, e Wallace, com 25, têm um caminho pela frente ainda. Vissotto finalmente se entendeu com a bola mais acelerada nos primeiros jogos em Londres. E Wallace entrou como titular depois da lesão do companheiro, mostrou personalidade soltando pancadas e se firmou. É uma das melhores “heranças” de Londres para a seleção e um oposto rápido e que salta muito, que há tempos a seleção não via.

Além deles, Renan, de 2,17 m, é a promessa para a posição no novo ciclo. Era disso que o Brasil precisava na final para encarar o gigante Muserskiy, da Rússia, e seus 2,18 m. Se tivesse um jogador tão alto quanto, ficaria mais fácil, por exemplo, armar um bloqueio. E Renan já foi central, ou seja, sabe bloquear.

Leia também: Serginho chora e pede que cuidem com carinho de sua camisa na seleção

Giba, Serginho e companhia fizeram parte da geração mais vitoriosa do vôlei brasileiros, sob o comando de Bernardinho, mas um que não sabe se segue até 2016. E se o técnico sair, quem pode comandar a equipe masculina?  Eles se despediram com a prata depois de conseguirem dois match points e levarem a virada. Agora é digerir a derrota e já começar a pensar no que fazer para buscar o ouro em casa.

Já a seleção feminina, bicampeã olímpica, não deve ter tantas despedidas. Paula Pequeno chegou a dizer que deixaria o time, mas já repensou e pode tentar uma vaga na equipe para o Rio. Mas precisa crescer de produção em relação ao que mostrou em Londres. E para posição o Brasil pode contar, por exemplo, com Priscila Daroit, que chegou a disputar alguns jogos do Grand Prix na temporada e entrou bem, principalmente no saque.

Entre as mais velhas do time estão Fabizinha e Fernandinha, com 32 anos. A líbero já tem herdeira certa, que é Camila Brait, cortada na última hora para as Olimpíadas. Já a questão da levantadora ainda segue em aberto. Fernandinha não se firmou, mas Dani Lins ganhou a posição durante os Jogos e tem ainda idade para amadurecer e seguir até 2016.

E assim como no masculino, resta saber quem comandará a equipe. Zé Roberto vai buscar o tetra em casa? Se ele não ficar, quem pode assumir? Os comentários estão abertos para vocês!

P.s.: Galera, tirei uns dias de folga depois da correria total das Olimpíadas. Para piorar, cai com uma bela gripe… Assim que estiver melhor eu volto, combinado?

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quarta-feira, 8 de agosto de 2012 Seleção masculina | 13:26

Vitória fácil, mas com uma baixa em péssima hora

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*atualizado às 19h05

E o Brasil está na semifinal também do vôlei masculino. Nesta quarta-feira, o time de Bernardinho venceu a Argentina com facilidade por 3 sets a 0 e avançou no torneio olímpico. Bonito jogo em quadra, com o Brasil não dando espaço para os rivais crescerem. Mas com um susto que pode virar uma má notícia.

Leandro Vissotto sentiu dores na virilha, teve que ser substituído, chorou e pode perder os próximos jogos. Depois da partida, comentou que nunca havia sentido uma dor como aquela. Se ficar mesmo fora, será uma baixa significativa. Em outras competições, já havia dito que sentia falta do Vissotto soltando o braço e conseguindo de acertar nas bolas aceleradas. E nas Olimpíadas, o gigante de 2,12m estava conseguindo acertar o tempo com Bruninho e aproveitar toda a altura para atacar na potência e com velocidade.

Por outro lado, Wallace é o jogador mais regular desta temporada. Até na Liga Mundial, quando os brasileiros foram abaixo do esperado, ele já estava atacando bem. Cada vez mais está maduro em quadra e sabendo seguir usando a força, mas também colocando algumas bolas na habilidade. Nesta quarta, errou a primeira bola que recebeu após a substituição, mas logo se achou. Acho que ele já está pronto para assumir o posto de titular e corresponder, com um ataque potente e veloz, mas é ruim ter que entrar porque o outro se machucou…

Leia mais sobre a partida: Brasil bate Argentina no vôlei, mantém sonho da 3ª medalha seguida e vai à semi

De volta ao jogo, o Brasil não deu espaço à Argentina. Que a seleção era favorita no duelo todos sabiam, mas esperava mais dos hermanos. Entretanto, o time nacional colocou pressão o tempo todo no bloqueio, pontuando ou amortecendo. O passe argentino até estava saindo, mas os atacantes não estavam em um boa. Conte, jovem promissor, não fez muito. Castellani, que entrou no meio do jogo, foi melhor. E nem De Cecco, que é um ótimo levantador, estava muito bem, principalmente no começo. E se a bola passava no ataque argentino, tinha alguém plantado na defesa. Boa partida de Serginho, por exemplo.

E no ataque brasileiro, Murilo acabou como o cara de segurança com a saída de Vissotto. Ele parece estar de volta à melhor forma, achando espaço e acertando o tempo nas bolas rápidas. Dante também acertou mais nesta quarta-feira. E no meio, Sidão virou praticamente tudo.

O Brasil se aproveitou por ter encarado o rival mais simples nestas quartas de final para embalar. Errou saques demais, mas não relaxou e venceu, soltando o braço e aproveitando contra-ataques. Valeu para dar ainda mais ritmo ao time. Pena mesmo foi a lesão de Vissotto…

Que venha a Itália

E o Brasil já sabe contra quem vai jogar a semifinal. O adversário será a Itália. Assim, como foi nas quartas, é o melhor rival para o Brasil. Afinal, é melhor encarar os Estados Unidos, que vem dando muito trabalho ultimamente e já venceu a seleção em Londres ou a Itália que até pode crescer, mas que vem perdendo do Brasil em jogos decisivos como semifinal do Mundial, das Olimpíadas de Pequim? Pode não ser fácil, mas acho que seria bem pior contra os Estados Unidos.

Na outra semifinal, Rússia, que fez 3 a 0 para cima da Polônia, encara a Bulgrária, que bateu a Alemanha também por 3 sets a 0.

Pois é, o dia foi de algumas surpresas em Londres. Vocês esperavam essa vitória em sets diretos dos russos sobre os poloneses depois de tudo o que Bartman, Kurek e companhia vinham apresentando nas últimas temporadas? Acha que o jogo fosse mais complicado, no mínimo, para qualquer um dos dois. Mas a Rússia soltou o braço no saque, marcou sets aces e comandou.

Itália também não era esperada como favorita para vencer os Estados Unidos… Previsível mesmo só Bulgária, que vem se destacando no torneio, contra a Alemanha. Vamos ver como serão as semis!

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quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Sem categoria | 20:44

Sem paciência e reação, Brasil leva virada dos EUA

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Depois das mulheres, foi a vez dos homens caírem diante dos Estados Unidos nos Jogos Olímpicos. O Brasil saiu na frente, venceu o primeiro set, mas levou a virada e acabou perdendo por 3 sets a 1 nesta quinta-feira. Segundo Bernardinho, a equipe jogou sem vida e faltou paciência para se recuperar em quadra.

Leia mais: Bernardinho reclama de excesso de erros e diz que seleção jogou “sem vida”

No primeiro set, agressividade dos dois lados. Em um lance, Priddy soltou o braço no ataque, mas Serginho conseguiu colocar a bola na mão de Bruninho, que armou para Sidão, que também deu uma linda pancada. O oposto Leandro Vissotto, que eu já reclamei porque em muitos jogos não consegui ser veloz, estava muito bem e atacando forte e na bola chutada. Apesar de alguns erros, os saque brasileiro estava dando trabalho à recepção rival. O set foi equilibrado, com vitória nacional e parecia que seria assim todo o jogo. Mas o cenário mudou.

Veja os detalhes da vitória dos EUA sobre o Brasil set a set

Aos poucos, o Brasil se perdeu e viu o saque norte-americano fazer ainda mais efeito. O bloqueio não colaborou e isso parece ter influenciado todo o time. Nos tempos, todos gritavam ao mesmo tempo para arrumar o posicionamento e em quadra, as coisas ainda davam errado. O time foi perdendo paciência e também e efetividade. Com uma bela sequências de saque de Dante, o Brasil aplicou oito pontos em sequência,virou o segundo set em 21 a 19, mas não soube se segurar. Depois, perdeu mais dois sets e o jogo.

A seleção, que começou com a atitude correta, com Bruninho usando bem o meio e variando e ataques potentes, caiu quando passou a falhar no saque, se abalou na recepção e não se achou no bloqueio. E não era segredo algum que o jogo dos EUA seria baseado na força o tempo todo. Foi assim que eles foram campeões olímpicos em Pequim. Com saque de Stanley fazendo estrago e Ball coordenando as ações. Stanley segue no time e ainda ganhou a companhia de outros bons sacadores, como Anderson. E o time achou um levantador que se deu bem. Suhxo distribuiu com coerência, chamou a atenção do Brasil com o meio, deixou as pontas livres. Fez um grande jogo.

A seleção jogou abaixo do que mostrou contra a Rússia, mas ainda está melhor do que no começo desta temporada. Ricardinho, que tanto foi criticado na volta (eu também não estava gostando das atuações dele) por estar lento e sem entrosamento, já está acelerando bem as jogadas e alinhado com os companheiros. E perder não é bom, mas pelo menos foi para um time que jogou bem, se arrumou corretamente em quadra em todos os fundamentos e errou menos que os russos. Ainda é a primeira fase e o Brasil ainda é o segundo do grupo. A vitória contra a Rússia pode ter até empolgado demais, mas a derrota para os EUA não acaba totalmente com as esperanças.

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