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terça-feira, 14 de abril de 2015 Seleção masculina | 21:28

Serginho de volta à seleção e caminho aberto para Leal

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Nesta semana o técnico Bernardinho convocou os 25 jogadores inscritos pela seleção brasileira para a disputa da Liga Mundial. A novidade foi a volta do líbero Serginho ao time. E a convocação tem dividido um pouco as opiniões…

Facebook/Sesi

Serginho está de volta à seleção brasileira

Pouco depois da lista ter sido divulgada, fiz um post na página do Mundo do Vôlei no Facebook perguntando o que a galera tinha achado da convocação. Nos comentários, assim como nas opiniões postadas na página oficial da CBV na rede social, a maioria elogiava o líbero vice-campeão da Superliga pelo Sesi e aprovava a volta. Lá na nossa página, um comentário me chamou a atenção.

“É claro que ele merece, mas tenho a impressão de que ele gostaria realmente de se aposentar e voltará pra seleção só porque é necessário. Infelizmente parece que não temos outro líbero perto do nível dele, aí foi preciso chamá-lo. Duvido que precise chamar Fabi de volta pra seleção feminina. Camila Brait dá conta”, escreveu Clarinha Souza.

A volta de Serginho partiu de Bernardinho e não do líbero. Foi o técnico quem fez o convite e o jogador aceitou. Não quero questionar nem de longe a qualidade de Serginho, realmente o melhor líbero do Brasil em muito tempo, mas se foi preciso recorrer a ele para pensar em Liga Mundial e talvez em Olimpíada significa que algo faltou no processo de renovação. E isso preocupa porque Serginho já tem 39 anos e por mais que seja bom e ame voleibol, não jogará para sempre.

E Bernardinho também já disse que o líbero terá um tratamento diferenciado na seleção, que viajará menos e será poupado, afinal, não é mais um garoto e ainda tem “parafusos nas costas” como o próprio Serginho já disse. As dores podem ter melhorado, mas ritmo de seleção não é fácil e também por isso ele quis se aposentar depois das Olimpíadas de Londres, em 2012.

Que ele volte para jogar de fato, e não ser apenas um líder. Sim, ele é um excelente líder e também não estou colocando isso em dúvida. Só que a seleção precisa de mais do que mais um líder. Precisa de um bom líbero.

Leal e as outras posições

Divulgação/CBV

Leal venceu a Superliga com o Cruzeiro e foi eleito o melhor jogador da decisão

Também vi alguns comentários criticando algumas posições na convocação de Bernardinho. Vi gente pedindo, por exemplo, Canuto na vaga de Maurício Borges. Ou reclamando da escolha por Samuel, do Minas. Eu ainda espero ver Murilo de volta ao que era antes da cirurgia e dos problemas no ombro. Ele quase não pontou na fase final da Superliga, mesmo dizendo que já estava com o ombro zerado. Espero que volte logo aos ataques e saques e não ajude apenas na defesa… Dá tempo de tudo isso até a Liga Mundial?

Veja a lista completa de Bernardinho para a Liga Mundial

Falando em ponteiros, Bernardinho também deixou aberto o caminho para o cubano Leal na seleção brasileira. O jogador não atua por Cuba desde 2010 e poderia jogar pelo Brasil se pedisse para se naturalizar. Seria um ótimo reforço, afinal, é um excelente atacante e já mais do que mostrou isso no Sada Cruzeiro. Sim, ele poderia tirar uma vaga de um brasileiro, mas se conseguisse completar o processo de naturalização até as Olimpíadas, seria uma ajuda e tanto na busca da medalha em casa. Vamos esperar as cenas dos próximos capítulos.

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013 Diversos | 06:50

Sada dá aula e coloca Brasil no topo no Mundial

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Divulgação/FIVB

Sada Cruzeiro é campeão mundial de clubes

O Brasil é campeão mundial de clubes de vôlei! No domingo, o Sada Cruzeiro bateu os russos do Lokomotiv Novosibirsk por 3 sets a 0 (25/20, 25/19 e 25/20) e conquistou o título do torneio. Pela primeira vez o país fatura o torneio masculino. E foi uma vitória e tanto em casa, e com casa cheia.

Leia mais sobre a partida: Sada Cruzeiro atropela o Lokomotiv e fatura o Mundial de Clubes pela primeira vez

No primeiro encontro entre mineiros e russos no Mundial, o placar apontou 3 a 2 para os europeus. Desta vez, na hora da decisão, o Sada Cruzeiro liderou praticamente o tempo todo. Se o saque foi o trunfo russo na classificatória, agora o saque foi a arma mineira. Foram seis aces, quatro só com o ponteiro cubano Leal. Mas o jogo teve muito mais do que isso…

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Logo no primeiro set, o Cruzeiro mostrou a sua cara. O time iria arriscar, sem medo. A equipe mineira deu 10 pontos em erros, mas também já emplacou saques e bloqueios certeiros. E para fechar, um dos lances da partida. Bola alta e ataque do levantador William para marcar o 25º pontos. Nas parciais seguintes, o Lokomotiv Novosibirsk saiu na frente, mas logo o Sada Cruzeiro se recuperou. Se no segundo seta virada veio com defesa de Serginho em um lance e bloqueio de Éder em outros, no set seguinte Leal emplacou uma série de aces e fez o time da casa abrir no placar.

A final foi uma bela mostra de conjunto. Williams fez o seu papel na distribuição e ainda foi eleito o melhor levantador do torneio. Leal, como já dissemos, ajudou e muito no saque e também no ataque. Também ficou com prêmio individual. O líbero Serginho, mais um premiado, salvou bolas que levantaram a torcida. Os centrais Douglas e Eder também pontuaram. O primeiro é cara veloz, que mesmo baixo consegue atacar e ser uma sombra no bloqueio. O outro foi uma das poucas mudanças para a temporada e se encaixou muito bem à equipe, colaborando ainda mais no bloqueio e em momentos chaves. E claro, Wallace. O oposto foi o melhor jogador do Mundial de Clubes. Acho que isso já diz o que ele mostrou em Betim.

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E um dos trunfos do Sada Cruzeiro, que foi vice no Mundial de 2012, é manter a base a tanto tempo. William, Filipe, Serginho, Wallace e outros seguem no time entra temporada e sai temporada. Leal chegou muito bem no ano passado e, agora, Éder e Isac são os novatos. Nada de mudar tudo de um ano para o outro. Com isso, os jogadores ganham confiança uns nos outros. Isso sem contar que estamos falando de jogadores com talento e que esse talento deu muito certo junto.

Acho que a frase do técnico Marcelo Mendez ao final do partida resume tudo: “Jogamos muito”, disse o argentino.

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segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:42

Os nomes da Superliga masculina

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Alexndre Arruda/CBV

Lucão, central do RJX

Depois de falar quem se destacou entre as mulheres (veja post anterior), é a vez de lembrar dos homens na temporada 2012/2013 na Superliga. Como comentei, fiz uma série chamada “O nome da Superliga” para citar alguns destaques ao longo do torneio aqui no blog. Agora, é hora de balanço final. O RJX faturou o título com uma grande virada para cima do Sada/Cruzeiro e tem o primeiro nome da lista: Lucão.

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O central do time carioca foi o melhor saque da competição e também desequilibrou no bloqueio. Na final, o time entrou na partida quando a jogada entre ele e Bruninho saiu. Depois de ter atuado com o levantador anos e anos na Cimed e também na seleção, é o cara de segurança do companheiro. É um jogador que sempre usou o saque forçado, só que agora parece estar cada vez mais consistente no fundamento. Ele força e acerta o primeiro, força e acerta o segundo e assim por diante. Foi um belo nome da Superliga, ainda mais com a medalha de ouro na decisão.

Quem ficou pelo caminho também chamou a atenção. Lucarelli chegou à semifinal com o Vivo/Minas e fez uma grande temporada. Ele já passou pelo O nome da Superliga e amadureceu demais em quadra. Já vi jogos em que ele era caçado na recepção e errava. Agora, aguenta a função de passador. E mostrou variedade no ataque, sem se intimidar com rivais. É um nome que merece ser lembrado por Bernardinho na seleção, ainda mais uma posição com jogadores que já estão ficando velhos. Enquanto Lucarelli tem 21 anos, Murilo e Dante já passaram dos 30, por exemplo.

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No levantamento, o melhor do torneio foi William, do Sada e acho uma escolha justa. Foi um jogador que, mais uma vez, desequilibrou e soube usa muito bem o que tinha nas mãos. Dispensa mais comentários. Mas gostei muito da atuação de Marcelinho, do Vivo/Minas. O veterano exibiu as jogadas precisas e mais seguras com as quais ficou conhecido, mas também usou bolas rápidas, jogadas de meio forçadas com Henrique e Maurício. Terminou a Superliga jogando um voleibol e tanto.

Entre os cubanos, coloco Leal, outro do Sada/Cruzeiro, entre os nomes da Superliga. O cubano foi o esperado no ataque, com bolas potentes e certeiras. Também deu trabalho no saque. E acho que surpreendeu no fundo de quadra. Geralmente cubano não é especialista em recepção, mas Leal não prejudicou o Cruzeiro, não pelo menos nos jogos que eu assisti.

Assim como falei no post anterior, tem mais gente que foi destaque na Superliga masculina. Bruninho faturou o título distribuindo bem às bolas, Henrique foi bem n saque, Isaac é dos jovens que se destacou e está na seleção… Mas não dá para listar todo mundo ou não acabaria mais. Agora é com vocês. Quem foram os Nomes da Superliga para vocês? Quem quiser, é só comentar….

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sexta-feira, 12 de abril de 2013 Superliga | 16:27

Investimento x conjunto na final da Superliga masculina

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Final de semana será de decisão da Superliga masculina com RJX x Sada/Cruzeiro na partida que vale o título às 10h deste domingo, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Será o confronto do time de maior investimento, o carioca, contra a equipe que preserva e aposta no entrosamento do conjunto para manter o título, o elenco mineiro.

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Alexandre Arruda/CBV

Lucão - nome da seleção e destaque do RJX na temporada

O RJX é a equipe dos nomes que estão ou passaram recentemente pela seleção brasileira. Tem Bruninho, Lucão, Dante, Thiago Alves, Théo e Mário Junior. Com isso, já começou a competição como um dos favoritos ao título e, depois de uma série e tanto diante do Vivo/Minas na semifinal, honrou todo o orçamento e chegou à decisão.

Do outro lado, o Sada/Cruzeiro mantém a filosofia que levou o time ao título na temporada 2011/2012. A equipe conta com Wallace, da seleção, ganhou o reforço do cubano Leal e manteve praticamente o mesmo elenco de outros anos. Com isso, tudo mundo está mais do que entrosado e isso ajuda em quadra. William conhece muito bem todos os seus atacantes. E todos os jogadores estão acostumados com os pontos fortes e fracos um dos outros, formando um conjunto e tanto. Seguir com a mesma base ao longo das temporadas foi uma estratégia certeira.

Entretanto, o time do Rio de vale um pouco dessa estratégia. Ao trazer Bruninho, Thiago Alves e Mário Júnior para o lado de Lucão, remontou a base da Cimed que já faturou títulos da Superliga.

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Em quadra, os dois times devem apostar no saque. No RJX, Lucão é dono de serviço potente e está cada vez mais consistente em quadra, forçando, sim, mas seguro do que está fazendo. Riad, outro central, foi bem no fundamento na semifinal. Além disso, com um bom saque, o bloqueio se garante. É um fundamento muito importante para os cariocas e tem feito o seu papel ao longo da Superliga, mais uma vez sob o comando de Lucão.

Alexandre Arruda/CBV

William - capitão e cabeça do Sada/Cruzeiro

Enquanto isso, o Sada tem um trio de sacadores. Acho que Leal é o líder no serviço, e depois aparecem Rogério e Wallace. Os outros mesclam entre força e tática e também dão trabalho. Que diria o Sesi nas semifinais… Esse fundamento foi a chave da vitória por 3 a 0 sem dar chances ao rival no segundo jogo da série, por exemplo.

Mas vejo a diferença aqui na sequência do jogo. Se o RJX conta com bloqueio, o lado mineiro tem volume de jogo e ataque. William não lidera as estatísticas da Superliga a toa e sabe distribuir muito bem as jogadas. Para colaborar, tem mais uma vez Leal para decidir, ao lado de Wallace, Douglas e companhia. Acho que o duelo pode ser uma interessante briga entre um bloqueio pesado e bem posicionado, contra um ataque que costuma resolver.

Investimento x entrosamento, saque forçado, ataque x bloqueio… A final promete e reúne os dois melhores times do ano. E agora, quem leva a melhor? Sada/Cruzeiro fatura o bi na terceira final seguida? Ou o RJX fica com o primeiro ouro na estreia em decisões?

P.s.: estou de férias da redação e, por isso, estou um pouco distante do blog nessa semana. Mas nos vemos na final da Superliga masculina, combinado? Aí sim, depois do título entregue ao campeão, as minhas férias começam de verdade…

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sábado, 23 de março de 2013 Superliga | 23:41

Sada Cruzeiro saca muito, abre no placar e vence Sesi na semi

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Para fechar o primeiro dia de semifinais da Superliga masculina, o Sada/Cruzeiro recebeu o Sesi e venceu por 3 sets a 0 (25/20, 25/14 e 25/22) na noite deste sábado. O jogo foi mais simples para os mineiros do que eu esperava, mas eles conseguiram essa diferença no placar usando e abusando do saque forçado.

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O trio Rogério, Wallace e principalmente o cubano Leal fizeram estrago na recepção do Sesi. O segundo set foi exatamente assim. Saque forçado e bem executado e ponto, ou direto ou no contra-ataque. Só na parcial foram quatro dos seis aces do jogo do lado mineiro. Os paulistas marcaram um ponto direto no serviço. Entretanto, no começo do terceiro, a equipe da casa voltou para quadra um pouco desconcentrada e errou mais. A partida ficou equilibrada e o bloqueio, que não tinha aparecido ainda na parcial, cresceu e fez o Sada abrir no finalzinho. No contra-ataque com Leal, bola cravada e fim de jogo.

O saque pode ter sido o fundamento que mais se destacou, mas outros aspectos merecem ser comentados. Muito já se reclamou da arbitragem nesta Superliga e no segundo set Leal tocou muito na rede enquanto Sandro, do Sesi, tentava um levantamento. Ok, o Sada já dominava e aquilo não iria interferir no resultado, mas foi um erro e tanto a arbitragem não ter marcado.

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Esperava mais do Sesi, principalmente depois do belo jogo que fechou as quartas de final. Cleber seguiu atacando bem, mas Lorena, o termômetro do time, demorou a entrar de fato na partida. No terceiro set, quando o oposto estava melhor, o time também reagiu e equilibrou do começo ao fim. Mas, se quiser ainda seguir na Superliga, tem que fazer jus as estatísticas e melhorar na recepção, porque o Sada vai seguir com saque forçado, sem dúvida alguma.

Do lado vencedor, William foi eleito o melhor em quadra. E concordo com a escolha. Para destacar, duas jogadas. No segundo set, mesmo com passe quebrado, uma chutada pelo meio com Douglas alta, na medida para o central matar o ponto. Depois, na terceira parcial, jogada de novo com Douglas pelo meio e o Sesi defende. A bola volta de graça e William fica com passe na mão. O que se espera de um levantador com passe na mão? Uma bola rápida no meio. Foi o que o bloquei do Sesi pensou, queimando com o central. Mas William chamou Filipe, que atacou sozinho e sem marcação pelo fundo.

Outro que foi destaque e vem fazendo uma bela Superliga é o cubano Leal. Quem acompanhou o Mundial de 2010 lembra dele e o trabalho que deu aos adversários naquele time que foi vice, perdendo para o Brasil na decisão. Leal deixou o país, cumpriu a pena de dois anos sem jogar e acabou como uma contratação e tanto para o Sada/Cruzeiro. E ele chama a atenção no fundo de quadra. Que Leal seria diferença no ataque, já era mais do que esperado, afinal, trata-se de um atacante cubano. Mas e o passe? Nesta noite ele foi alvo do saque do Sesi e entregou na mão ou quase isso para William. Um jogador completo em boa fase.

Bom, mas estamos ainda na primeira rodada da semifinal. De um lado, o Vivo/Minas perdeu para o RJX, mas fez uma excelente partida e ainda está tudo aberto. Aqui, o Sada/Cruzeiro pode ter marcado um 3 a 0, mas o Sesi chegou até esta fase na competição e tem elenco para jogar de igual para igual. Porém a situação pode complicar se o saque mineiro continuar assim e os paulistas não se acertarem nessa semana. E você, o que espera dessas semifinais? Comente! A próxima rodada será sábado que vem!

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013 Superliga | 23:09

RJX vence, Sada/Cruzeiro vence e Superliga segue acirrada

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A noite de quinta-feira foi de rodada da Superliga masculina, a terceira do returno. E se o RJX, líder, vence e segue na primeira colocação com 31 pontos, o Sada/Cruzeiro também faz a sua parte e continua colado na segunda colocação na classificação geral, com 30 pontos.

Os cariocas receberam o São Bernardo e abriram a rodada com um 3 sets a 0 no Maracanãzinho. Os primeiros sets, com 25 a 17 e 25 a 22, tiveram resultados um pouco mais tranquilos. No terceiro, equilíbrio e um ótimo momento de Joel. O veterano estava virando tudo para o São Bernardo! Mas o RJX tinha Thiago Alves, eleito o melhor em quadra, que recebeu a última bola e liquidou em 27 a 25.

E o RJX se deu muito bem no bloqueio, o que ajudou para a vitória em sets diretos. Foi o dobro de pontos no fundamento (16 a 8). O saque também funcionou e o time saiu com seis aces. Com isso, somou os três pontos e permaneceu na liderança, jogando a responsabilidade para quem entraria em quadra logo depois…

Filipe - Vipcomm

Filipe ataca para o Sada/Cruzeiro. Ele foi eleito o melhor em quadra

O Sada/Cruzeiro recebeu o Volta Redonda e tinha que vencer para seguir ali, pertinho do RJX na classificação. E foi isso que os mineiros fizeram, mas não foi fácil. O Sada saiu na frente, mas o Volta Redonda passou a defender mais e tirou uma diferença de quatro pontos no primeiro set para marcar 29 a 27. Depois, começou na frente na parcial seguinte e foi a vez dos mineiros conseguirem a virada. Quando assumiu a liderança, não saiu mais e empatou a partida com 25 a 20 no segundo set. De novo, o Volta Redonda cresceu e o Sada só empatou na terceira parcial em 21 a 21 e fechou em 26 a 24. Depois, um passeio. Com saques de Wallace e Leal, os donos da casa foram abrindo, abrindo e acabaram com o set em simples 25 a 16.

O jogo foi de poucos bloqueios, mas de belos ataques e ótimas defesas. Daniel, líbero do Volta Redonda pegou cada pedreira! E até Leal, cubano conhecido pela potência no ataque e no saque, ajudou no fundo de quadra. No final, valeu quem soube manter a calma, se segurar e aproveitar a oportunidade de deslanchar no placar com um serviço bem executado.

Teve mais rodada nesta quinta-feira. O Canoas bateu o Medley/Campinas fora de casa em outro 3 sets a 1. O resultado não é tão surpreendente assim, afinal, apesar da boa equipe campineira, o time de Canoas já bateu o RJX nesta Superliga e deve seguir dando trabalho.

Os outros resultados também foram 3 sets a 1. O Sesi virou para cima do UFJF. Não acompanhei esse jogo, mas levei um susto ao saber que a equipe de São Paulo, que estava melhorando no torneio, havia perdido o primeiro set. Mas eles se recuperaram e venceram. Quem também teve ter levado um susto foi o Vivo/Minas. Em casa, o time passou sufoco para bater o Funvic/Midia Fone. Para fechar, o Vôlei Futuro encerrou a rodada com vitória sobre o Super Imperatriz.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Superliga | 08:00

De volta à Superliga depois de uns dias de folga

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Galera, estava de folga na última semana depois do plantão de final de ano e para voltar o nosso bate-papo por aqui vamos falar do primeiro turno da Superliga? No masculino, o RJX foi  líder e Sesi conseguiu uma boa recuperação. Já no feminino, Banana Boat/Praia Clube conseguiu se impor entre Unilever e Sollys/Nestlé. Além disso, as estrangeiras foram destaque.

Superliga feminina

Herrera - Divulgação/CBV

Cubana Herrera é destaque do Praia Clube e líder nas estatísticas da Superliga 2012/2103

O returno para as mulheres começou na noite de segunda-feira com mais uma vitória do Banana Boat, que marcou 3 a 0 para cima do lanterninha São Bernardo. E o time mineiro é uma boa surpresa desta Superliga. Comandado pela cubana Herrera, maior pontuadora desta edição até agora, a equipe perdeu apenas para Sollys e Unilever por enquanto e, com o resultado da segunda, assumiu provisoriamente a ponta. A rodada segue nesta terça-feira.

Ainda falando do primeiro turno, quem havia acabado na liderança foi o Unilever, que acertou nas contratações das estrangeiras. A canadense Sarah Pavan aos poucos assumiu a função de oposta de segurança e já é a segunda na lista de pontuadoras do torneio. A norte-americana Logan Tom vem desequilibrando no saque e é a melhor na função. Bernardinho sanou os problemas da temporada passada, quando sofreu com lesões e tinha poucas opções no banco e segue firme entre os favoritos.

Ainda entre os líderes na primeira metade da competição ficou o atual campeão Sollys/Nestlé. E elas sofreram com lesões. Sheilla perdeu o começo do torneio depois de fraturar um dedo do pé, Camila Brait teve lesão na coxa e ficou fora de alguns jogos e Adenízia se recuperou de fratura na mão e só voltou na última partida do turno, na derrota por 3 a 2 para as cariocas do Unilever. Enquanto isso, Fernanda Garay apareceu como uma boa alternativa. Ela já é a terceira na lista de pontuadoras e repete a posição entre as atacantes. Agora, com o time completo, veremos o Sollys/Nestlé apontado como favorito em quadra no returno.

Em quarto lugar no turno ficou o Vôlei Amil e aqui voltamos a falar as estrangeiras. Antes de chegar, a búlgara Vasileva era apontada como a jogadora que seria a referência no ataque. Ela veio para o elenco e honrou as expectativas e é a melhor atacante da Superliga. A ponteira de mais de 1,90 ataca na força e merece e liderança nas estatísticas. Por enquanto, as comandadas por José Roberto Guimarães têm apenas duas derrotas e seguem no ‘bolo’ das primeiras colocadas.

Que continue o segundo turno, mas já temos uma Superliga feminina mais equilibrada do que nas outras edições.

Superliga masculina

RJX - Divulgação/CBV

RJX fechou o primeiro turno da Superliga masculina na liderança

Os jogos do masculino seguem a partir de quarta-feira e, na primeira parte da competição, o RJX ficou com a liderança isolada, com apenas duas derrotas após 11 rodadas. E a primeira dela veio já no final do turno, com 3 a 2 diante do Medley/Campinas. Depois, um surpreendente 3 a 0 para o Canoas. No domingo, vitória sobre o Super Imperatriz para garantir a ponta. O time carioca conta com Lucão como melhor bloqueador e boa fase de Théo como oposto. Além disso, Dante está atuando mais depois de tantos problemas no joelho. E nos jogos que perdeu, principalmente contra o Canoas, caiu por causa dos seus erros .

Em segundo lugar na tabela ficou o Sada/Cruzeiro, atual campeão. O time mineiro fez uma boa contratação para a temporada: o cubano Leal, que vem bem ao lado de Wallace no ataque e é o melhor na função. E William faz mais uma boa campanha, como o destaque na função. Tem três derrotas, mas para times a altura (RJx, Sesi e Medley/Campinas). Segue como candidato ao título.

E quem se recuperou na tabela foi o Sesi. Depois de começar com três derrotas seguidas e uma vitória contra o então lanterninha UFJF, a equipe paulista voltou a tropeçar diante do RJX. Aí veio o Sada/Cruzeiro e a nova fase. O time marcou 3 a 0 e não perdeu mais. No começo, sofreu com lesões, como as dores de Murilo e Sidão, as câimbras de Lorena e a pubalgia de Éder, último de voltou ao time. Com elenco completo, ficou mais mais fácil se encontrar e se recuperar, encerrando o turno em terceiro lugar.

Completam a lista dos oito primeiros que seguiriam aos playoffs se a classificatória já tivesse acabado Canoas, Medley/Campinas, Vivo/Minas, São Bernardo e Vôlei Futuro. Desses, aposto nos dois primeiros. Canoas foi bem montado, com atletas experientes e os campineiros já deram trabalho aos ‘grandes’.

A Superliga masculina segue nesta quarta-feira, com o primeiro jogo do returno, entre Sesi e Medley/Campinas.

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