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sexta-feira, 10 de abril de 2015 Superliga | 13:56

Com saque em um set e bloqueio nos outros, Rexona vai para a final da Superliga

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De novo, o time do Rio de Janeiro é finalista da Superliga feminina. O Rexona/Ades venceu o Camponesa/Minas na noite de quinta-feira por 3 sets a 0 (25/17, 25/18 e 25/21) e vai disputar a decisão do torneio nacional pela 11ª vez consecutiva. A gente está cansado de saber que uma boa combinação saque e bloqueio ajuda, e muito. A equipe de Bernardinho levou isso ao pé da letra.

Divulgação/CBV

Rexona é finalista da Superliga feminina

No primeiro set, o saque foi o que fez a diferença. Com seis aces contra nenhum do Minas, as cariocas foram crescendo e dominando o placar. A partir do segundo set, ainda com o serviço entrando, o bloqueio apareceu mais. Foram quatro pontos na segunda parcial e sete na terceira. O resultado foi o 3 a 0 no placar.

Veja como foi a vitória do Rexona set a set

No primeiro jogo da série semifinal, muitos reclamaram que o Minas acabou prejudicado por erros da arbitragem. Agora, acho que os juízes não interferiram no resultado. O Rexona errou menos e apareceu mais no jogo. Carol foi bem saque e Juciely, bem no bloqueio. Natália foi a maior pontuadora, com 18 bolas no chão. E Fofão é a Fofão. Em um lance já no final do jogo, ela levantou uma bola para trás com um passe C e deixou na pinta para Régis bater.

Do outro lado, o Minas não pode ser ignorado. A equipe cresceu muito de produção com Jaqueline e realmente conseguiu virar uma das favoritas ao título depois de derrapar no começo da Superliga. Como Walewska já tinha falado na primeira partida semi, a inexperiência de algumas jogadoras pode ter pesado. Mas ficar entre os quatro é um feito e tanto. No começo da temporada, a aposta era, por exemplo, que o estrelado Dentil/Praia Clube fosse mais longe. Mas o Camponesa/Minas que acabou entre os quatro melhores.

Hoje temos que comemorar sim de estar entre os quatro melhores times, diz Walewska

E agora, repito a pergunta do outro post sobre as semifinais: será que a velha e conhecida decisão vai se repetir? O Rexona fez a parte dele e, nesta noite, o Molico/Nestlé recebe o Sesi. O time de Osasco venceu a primeira e está na vantagem. Veremos…

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segunda-feira, 27 de maio de 2013 Seleção feminina | 19:09

Ano da seleção começa com mais novatas que veteranas

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Começa nesta terça-feira mais um ciclo olímpico para a seleção feminina brasileira de vôlei. As comandadas por José Roberto Guimarães estreiam na Montreux Volley Masters diante da Suíça, às 16h (horário de Brasília). E para o início do trabalho, mais caras novas do que veteranas. Quem vai ser sair bem e se firmar na equipe para o ciclo que vai até 2016?

Veja os horários de jogos da Montreux Volley Masters

CBV

Tandara, Fê Garay e Ellen: mistura na seleção brasileira para começar o ciclo olímpico

As mais experientes são Dani Lins e Fabíola, Tandara, Fê Garay, Adenízia e Camila Brait. Já entre as novatas, tem gente que nem é tão nova assim na idade, mas que tem pouca rodagem da seleção, como Juciely. E outras como Claudinha, Monique, Ellen, Pri Daroit, Michelle, Letícia Hage e Suellen.

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Primeiro as veteranas… Acho justa a volta de Fabíola ao time e, até agora, não entendi o seu corte para levar a Fernandinha para as Olimpíadas de Londres. Dani Lins cresceu em 2012, segurou o time em Londres e Fabíola fez de novo uma boa Superliga. Vale apostar nelas mais uma vez. Já Camila Brait tem tudo para mostrar o seu potencial sem ter que dividir o posto por enquanto com Fabi. A será a vez de Tandara aparecer como oposta. Ela também melhorou na Superliga, conseguiu ser a jogadora de segurança em diversos jogos, principalmente na segunda parte do torneio.

No lado das novatas, quero ver o desempenho de Claudinha. Como ela vai ser sair em um time grande, com mais responsabilidade. Ela vai trabalhar com Zé também no Vôlei Amil e pode ajudar nesse novo ciclo, afinal, o Brasil sofreu com levantadoras ultimamente. Dani foi fundamental em Londres, como já disse, mas isso foi uma boa surpresa.

Na posição de oposto, Monique deve colocar pressão em Tandara. Ela cresceu no Praia Clube e teve que ajudar o time quando Herrera se machucou. Já as ponteiras, quero ver Ellen, o rosto novo. A jogadora se destacou no Pinheiros, uma equipe com atletas pouco conhecidas, mas que deu trabalho. Ellen se mostrou forte no saque e consciente na rede, apesar de seus 1,79m. Vamos se terá chance na seleção e como ela se sai.

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CBV

Juciely tem 32 anos, mas é umas jogadoras da ala das menos experientes da seleção

Tem ainda as centrais. Juciely é baixa para a posição (1,84m), não é mais tão nova (tem 32 anos, 10 anos a mais que Letícia, outra central que vai para a Montreux), mas é veloz e excelente jogadora. As últimas Superligas deixaram isso bem claro. Ainda pode ser aproveitada por Zé Roberto. Pena que Bia e Angélica estão machucadas e não viajaram com a seleção. Bia, por exemplo, apareceu mais até que Fabiana no Sesi na última temporada. E Angelica foi mais um destaque do Praia Clube. Espero que ainda tenham chances.

Se há um momento para testar e colocar mais novatas que experientes em quadra é agora. E que a altura não seja um problema, porque essa seleção está um pouco baixa e, se ganha na velocidade, pode perder na marcação.

A Montreux é só o primeiro torneio da temporada e vale a pena já começar a mexer no time para ter tempo para pensar em formações, analisar desempenhos até ter um time lá no meio do ciclo que deve serguir até as Olimpíadas. Mais para frente, com Grand Prix e tal, as velhas conhecidas Sheilla, Thaísa, Fabiana e companhia devem voltar. Por enquanto, boa sorte para quem chegou! E bom desempenho para quem já estava no time!

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domingo, 7 de abril de 2013 Superliga | 17:29

Os ingredientes da final da Superliga feminina

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A Unilever recuperou o título da Superliga feminina com o 3 sets a 2 para cima do Sollys/Nestlé na decisão deste domingo. Acompanhei de perto a decisão, que teve alguns ingredientes marcantes. Em quadra, jogadoras experientes e novatas. A pressão da final foi sentida pelos dois lados. Nas arquibancadas, uma festa linda azul e laranja. Vamos a um pouco mais desta final…

Final da Natália

Natália comemora com Fabi o título da Superliga

Ela recebeu a última bola do jogo e colocou no chão. A jogada coroou uma temporada de recuperação depois de um ano sem jogar por causa do tumor na canela. E uma frase de Lucimar Pereira, mãe de Natália, resume tudo: “Hoje eu senti que a minha filha está curada, tanto do tumor quanto da parte piscilógica. Hoje foi a grande vitória da vida da Natália”.

Minha primeira final, meu primeiro ouro
O Sollys/Nestlé x Unilever reúne campeãs olímpicas e quem é ídolo da torcida. Mas também têm novatas que fizeram a diferença. A canadense Sarah Pavan, por exemplo. Ela chegou nesta temporada, foi maior pontuadora em diversos jogos e repetiu o desempenho na final, com 22 bolas no chão. Falei com ela após o jogo e ela estava feliz pelo desempenho, claro, que confessou ter sofrido de ansiedade antes da partida.

Quem pareceu ansiosa foi Gabi. A menina de 18 demorou um pouco a entrar no jogo e apareceu junto com a virada do Unilever. Mas era de se esperar que ela sentisse a pressão por estar na primeira final, em um ginásio lotado. Depois, fez a sua parte e contribuiu.

Coração das experientes
Na ala das mais experientes, Fabi e Fofão. E depois do jogo, as duas falaram que colocaram o coração na quadra. Para Fabi, isso ajudou no tie-break. E Fofão tentou se controlar nas comemorações para se poupar por causa de dores na panturrilha, mas esqueceu de tudo com a bola em jogo e vibrou. Nas palavras dela, se sentiu como uma garotinha. E final é isso mesmo. Pode ter os anos de experiência que for, tem que ter coração também.

Baixinha é gigante no bloqueio

Alexandre Arruda/CBV

Juciely é a dona do melhor bloqueio da Superliga e foi destaque do tie-break

Uma das jogadoras que atua com o coração é  Juciely. Quando ela está do lado de fora na passagem de Fabi na quadra, a central pula, comemora os pontos e não para. Em ação, se concentra e não foge da responsabilidade. Neste domingo, começou bem no quinto set e ajudou o time a abrir vantagem. E, em terra de centrais gigantes, ela se destaca como bloqueadora com seus 1,84m. Tanto que foi eleita a melhor na posição na Superliga e foi quem mais marcou no fundamento na final, com cinco pontos.

Torcida, do começo ao fim
O jogo foi em campo neutro, mas Osasco é do lado de São Paulo, então, a torcida do Sollys/Nestlé compareceu em peso ao Ibirapuera. E fez barulho o tempo todo. Do banco, quando a Unilever começou a reagir, a levantadora reserva do time paulista Karine comandou os fãs. Levantou os braços, pediu apoio e foi atendida. Em quadra, o Sollys tentou corresponder, mas parou no terceiro set e não voltou mais para o jogo.

A torcida aplaudiu o time e teve respeito. Mas se o ginásio começou com uma festa laranja, terminou azul pelos torcedores da Unilever. E o time retribuiu. Muito depois da bola decisiva de Natália, todas as jogadoras campeãs ficaram em quadra para atender a imprensa e para passar um tempo enorme tirando fotos e dando autógrafos para a torcida. Perdi a conta de quantas vezes vi o pessoal da comissão tentar “resgatar” as jogadoras e fazê-las seguir para o ônibus. Mas tem que ser assim mesmo! Torcida apoia e merece uma resposta.

Falta de organização
Foi preparada uma grande festa para a final. E realmente foi um espetáculo, com dança, DJ, luzes e mais. Só faltou organização ao final do jogo com a imprensa. Sofremos para entrar na quadra e fazer o nosso trabalho. Fica a dica para a final masculina na semana que vem…

Festa, choro e dança
A final teve choro das campeãs e das derrotadas. Não deve ser fácil abrir 2 a 0, ter chances de liquidar o jogo e levar a virada como foi para o Sollys/Nestlé. Até um time formado pela seleção brasileira pode sentir a pressão. Do outro lado, sensação e emoção pelo dever cumprido. No pódio, muita dança até o funk lek lek lek. Era o momento delas e ali, vale tudo. O importante era a medalha de ouro no peito.

Alexandre Arruda/CBV

Unilever comemora octa na Superliga

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012 Superliga | 08:49

Noite de Natália e Vasileva no duelo Zé Roberto x Bernardinho

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A partida entre Vôlei Amil e Unilever lotou o ginásio em Campinas e era, sem dúvida, a mais aguardada da segunda rodada da Superliga feminina 2012/2013. Fora de quadra, o reencontro de José Roberto Guimarães e Bernardinho em um jogo nacional. Dentro, ótimas pancadas no ataque e no saque e 3 sets a 1 para o Unilever.

divulgação

Búlgara Vasileva foi a maior pontuadora do jogo, com 18 acertos

Os dois treinadores, como todos sabem, tiveram suas desavenças nas Olimpíadas de Atenas (leia mais), e se afastaram. Um ficou no Brasil no comando da equipe do Rio de Janeiro e o outro foi para Itália, Turquia… Agora, o reencontro que era comentado desde que Zé Roberto anunciou o projeto em Campinas. E o que se viu? Dois técnicos influentes, cobrando do lado de fora da quadra, fazendo o seu papel. Depois do jogo, um cumprimento rápido e acabou. Pronto, eles ficaram frente a frente e se respeitaram. Agora vamos deixar as mágoas deles para lá e falar de jogo?

A partida, na minha opinião, teve alguns destaques importantes. Durante todo o Campeonato Paulista, muito se falava da chegada da búlgara Vasileva, que seria, apesar dos 22 anos, uma segurança para o ataque do Vôlei Amil. Mais do que isso, seria uma opção de troca e de inversões. Pois ela jogou de fato na terça-feira (já havia entrado alguns instantes na estreia contra o Sollys/Nestlé, mas ficou pouco em quadra) e mostrou a sua cara. A jovem tem ataque potente e, sim, virou uma referência, tanto que foi a maior pontuadora da partida. Ela vai dar trabalho…

Veja como foi o jogo set a set e outros resultados da rodada

Do outro lado, Natália parece estar mesmo de volta. Ela já tinha atuado na estreia contra o São Caetano e seguiu no time da Unilever. Consciente no ataque, ela foi a melhor em quadra. A ponteira soube mesclar bolas mais fortes com outras colocadas e correspondeu quando acionada por Fofão. Ainda precisa ganhar um pouco mais de ritmo, mas parece recuperada completamente dos problemas na canela e é um nome e tanto para o elenco carioca.

No jogo, o Vôlei Amil pecou pelo excesso de erros. Foram 12 apenas no primeiro set. Sem contar com os inúmeros saques errados. O time conseguia recuperar a bola e mandava o serviço para fora ou na rede. A exceção é a levantadora Fernandinha. Entretanto, a equipe endureceu o jogo com a entrada de Vasileva (do final do primeiro set até a conclusão da partida). E foram com as pancadas da búlgara que elas, depois de terem perdido dois sets, viraram e venceram a terceira parcial.

divulação

Natália foi a melhor em quadra na vitória do Unilever

A noite, porém, era do Unilever. Nos momentos de decisão, o time de Bernardinho se mostrou mais tranquilo para definir. O tempo todo elas foram melhores no bloqueio, com méritos para Juciely, e, depois da derrota no terceiro set, cresceram com os ataques da canadense Sarah Pavan e mais uma vez com Natália e dominaram o cenário. No final, 3 sets a 1 e vitória para Bernardinho e companhia.

Ainda é muito cedo para imaginar qualquer coisa desta Superliga, mas vamos lá. Logan Tom, Sarah Pavan e Vasileva chegam para dar uma cara diferente ao jogo. Todas tem um saque viagem potente, o que é bom para variar daquele “chapado” que muitas brasileiras fazem. E enquanto a norte-americana dá volume, as outras duas garantem lindos ataques. Além disso, o Unilever aprendeu com a temporada passada e agora tem banco para mexer, por exemplo. Já o Vôlei Amil precisa errar menos e ter tranquilidade para definir. A equipe tem bom posicionamento e sabe defender, tanto que o Unilever demorou a conseguir colocar bolas no chão, mas tem que liquidar os contra-ataques também. Mas que a chegada de Vasileva vai ajudar e muito, disso acho que ninguém duvida.

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segunda-feira, 19 de março de 2012 Superliga | 23:07

Unilever avança, e Superliga tem três semifinalistas de 2011

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Depois de Sollys/Nestlé e Vôlei Futuro, o Unilever mostrou mais uma vez ser favorito e fechou a sua série diante do Mackenzie/Cia do Terno com vitória por 3 sets a 0. Com isso, três semifinalistas que estavam em quadra na temporada passada voltam a disputar as vagas na final na edição 2011/2012. O Pinheiros foi o time que também avançou no ano passado, mas foi muito mal neste ano depois de um desmanche e nem chegou aos playoffs. Usiminas/Minas e Sesi decidem na terça-feira a última vaga na semifinal.

Bloqueio-Unilever/Divulgação

Mais uma vez, Unilever foi bem no bloqueio, principalmente no terceiro set

No jogo desta noite, o Unilever começou melhor e venceu o primeiro set com facilidade. A central Valeskinha jogou solta e, como Fernanda estava com o passe na mão, foi bastante acionada. O bloqueio mineiro nem viu seus ataques.

Já na segunda parcial, o Mackenzie/Cia do Terno jogou mais e equilibrou. Depois do susto com a ponteira Thaís, que bateu o rosto na proteção da cadeira do árbitro e tem suspeita de fratura na mandíbula (após atendimento, ela voltou para quadra e assegurou estar tudo bem, sem nenhuma lesão na cervical ou coisa assim), Gabi entrou em quadra e lembrou a atacante do primeiro confronto, não se intimidando com as selecionáveis do outro lado. Porém, na parte final do set, deu para ver quem era o favorito em quadra. O Mackenzie passou a errar mais, falhar na virada de bola e no contra-ataque e, dando pontos de graça, viu o Unilever fechar.

Leia também: Na Superliga masculina, RJX bate Sesi fora de casa

Os erros da segunda parcial devem ter abalado as mineiras, que também saíram atrás no terceiro set. Já o Unilever manteve o seu jogo, acertando ataques e também crescendo no bloqueio. O saque do time carioca também funcionou o tempo todo. E no final, outra central brilhou. Juciely foi bem na rede, no ataque e no bloqueio e ajudou a equipe a acabar com o jogo e garantir a vaga na final.

Mais Superliga masculina: Vôlei Futuro sai na frente do Medley/Campinas nas quartas

Agora, o Unilever encara o Vôlei Futuro. Uma tarefa mais complicada do que foi no ano passado, quando teve que passar pelo Pinheiros, que nem contava com sua levantadora Fabíola, com lesão na mão. Na outra semifinal, Sollys/Nestlé contra Usiminas/Minas ou Sesi. Já nesse caso, pelo que mostrou no returno e nesses playoffs, o time de Osasco, se encaixar seu jogo, por exemplo com Thaísa pelo meio que sofreu em algumas partidas, e não perder a concentração, é favorito.  E agora, mais um Rio x Osasco ou o Vôlei Futuro pode atrapalhar nesta temporada?

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012 Superliga | 17:22

Superliga feminina volta com um invicto a menos e estrangeiras

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A Superliga feminina 2011/2012 voltou na noite de terça-feira e já viu a queda de um dos invictos. O Vôlei Futuro, que como já comentamos por aqui acertou a mão nesta temporada, bateu o Usiminas/Minas por 3 sets a 0, com direito a dois 25 a 15, acabou com a invencibilidade das mineiras e segue líder e sem perder na competição nacional.

Leia também: Paula Pequeno é a melhor jogadora da sexta rodada

Apesar da derrota, o jogo ajuda a falar das estrangeiras desta Superliga. A cubana Herrera marcou 14 pontos e é uma das grandes armas do elenco de Minas mais uma vez. Já o Solly/Nestlé, outro invicto ao lado do Vôlei Futuro finalmente teve a norte-americana Destinee Hooker em uma partida inteira. A oposto ainda não foi o destaque, que ficou para Jaqueline, mas viu seu time bater o Macaé por 3 a 0.  E ainda temos mais uma norte-americana, a Dani Scott, que voltou ao BMG/São Bernardo. As estrangeiras dão uma graça a mais para a Superliga feminina.

Voltando à rodada da terça-feira, tivemos mais um 3 a 0, agora sem estrangeiras. Mas o jogo foi a prova do que o entrosamento faz com o time. Na vitória do Unilever contra o São Bernardo no último jogo na Superliga em 2011, Bernardinho havia falado que aquele havia sido o melhor jogo do time no torneio. No primeiro confronto de 2012, na vitória sobre o Praia Clube, o discurso se repetiu.

O Unilever, que ficou com o bronze no Top Volley durante a folga de final de ano, voltou ainda mais entrosado e viu mais uma vez a boa parceria de Fernanda Venturini com Juciely pelo meio-de-rede. A central foi a melhor em quadra e o time carioca, que embalou de vez (única derrota foi na estreia e, depois, cinco vitórias), agradece a experiente levantadora. Ela tem facilitado o jogo com o bom entrosamento com as companheiras.

Nesta noite a rodada será para os homens. Vamos ver quem se destaca. Até mais!

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011 Seleção feminina | 22:02

Preparação para estreia do Brasil no Grand Prix

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A seleção feminina brasileira estreia no Grand Prix nesta madrugada, às 2h, diante do Japão. Para falar sobre o torneio, fiz duas matérias especiais para o iG e deixo o link com vocês.

José Roberto Guimarães analisou os adversários do Brasil deste final de semana. Depois do Japão, o time encara a Alemanha e a Coreia do Sul, a dona da casa. Segundo o técnico, o Brasil está em um grupo forte. Veja as análises do técnico.

Zé Roberto também falou das novatas do grupo para o Grand Prix: Tandara, Juciely e Fernanda Garay. Para ele, todas têm um ponto em comum: o bom bloqueio. Tandara chama a atenção pela diversidade de jogadas, já que pode atuar como oposta e como ponteira. Juciely já deveria ter sido convocada no ano passado e, mesmo não sendo uma central muito alta, é ágil. E Garay já tem experiência internacional e segurança no ataque. Veja o que o técnico falou das jogadoras.

Agora é contar com o bom desempenho do elenco na estreia na Coreia do Sul e, quem sabe, o nono título na competição

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quinta-feira, 28 de julho de 2011 Seleção feminina | 21:15

Tandara e Juciely conquistam espaço na seleção

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O técnico José Roberto Guimarães divulgou nesta quinta-feira a lista de jogadoras que vão participar do Grand Prix. Ele vai levar as levantadoras Fabíola e Dani Lins; as opostos Sheilla e Tandara; as ponteiras Mari, Natália, Paula Pequeno, Fernanda Garay e Sassá; as centrais Thaisa, Adenízia, Fabiana e Juciely e a líbero Fabi.

Da lista, Tandara e Juciely são as novidades. Juciely, central da Unilever, ganhou a vaga no time principal depois da Superliga. Ela não é muito alta como Fabiana e Thaísa, mas é bem veloz e tem um belo ataque.

Tandara - Divulgação/CBV

Tandara é uma das caras novas do time de Zé Roberto

Já Tandara deu certo na seleção de novas e ganhou espaço no tme A. Ela jogará como oposta reserva, na vaga que era ocupada por Joycinha. Com a alteração, o Brasil ganha mais potência no ataque e também um belo saque. Na Copa Internacional, torneio amistoso antes do Grand Prix, ela entrou com um serviço sem tanta força e deu trabalho à recepção rival nos finais dos sets.

Na Superliga, Tandara jogou como ponteira no Vôlei Futuro e não foi tão bem. Ela deve jogar mais solta de volta à posição de oposta, podendo soltar o braço no ataque e sem se preocupar tanto como fundo. E essa sera a função de Tandara em seu novo time, o Sollys/Osasco, na temporada 2011/2012.

Quem também tem mais uma chance na seleção é Fernanda Garay. Ela já tem passagem pelo time e agora compõe o elenco de ponteiras, ao lado de Mari, Natália, Sassá e Paula Pequeno. A posição já está cheia. Será que Jaqueline recupera o seu lugar para as Olimpíadas de Londres? E também vale observar Natália, que está de volta depois da cirurgia para retirada de um tumor na canela.

Zé Roberto disse que o time olímpico ainda não está fechado, mas considero esse um grupo forte. Vamos ver se o passe da seleção finalmente se acerta neste Grand Prix porque, como já disse por aqui, esse é o ponto que preocupa, já que ataque e bloqueio geralmente vão bem.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011 Sem categoria | 19:14

Unilever segura a base com Sheilla, Mari e Juciely

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Sheilla

Sheilla segue como o principal nome da Unilever

A semana já começou agitada no mercado do vôlei feminino. A Unilever, que já havia renovado com a líbero Fabi, agora garantiu mais três titulares para a próxima temporada: a oposta Sheilla, a ponteira Mari e a central Juciely. As reservas Roberta (levantadora), Juliana Nogueira (oposta), Juju Perdigão (líbero) e Mara (meio-de-rede) também seguem no elenco. Com isso, pode-se de dizer que a base campeã nacional será preservada.

A equipe de Bernardinho deve perder Dani Lins para o novo time do Sesi, mas vai manter seus destaques da última temporada. Sheilla foi, sem dúvida, a melhor jogadora da Superliga e é um grande nome em qualquer time. Já Mari, recuperada da cirurgia do joelho, também é forte no ataque e está crescendo na recepção, já que sempre é alvo do saque rival. E Juciely, que já tinha feito uma boa temporada no São Caetano, se superou no ano passado. Ela não é uma central muito alta, o que pode atrapalhar no bloqueio, mas tem velocidade de braço, o que a torna uma bela atacante, com tempo de bola um pouco diferenciado.

Claro que, para manter tudo isso bem unido, é necessário ter uma boa levantadora. Mas trabalhar com atacantes de alto nível e uma líbero que entrega na mão facilita. Vamos ver quem fica com a responsabilidade de armar as jogadas no time carioca…

Novidades e dispensas no Sollys/Osasco

Adenízia

Adenízia disse que segue no Sollys/Osasco

Como o blog divulgou com exclusividade, o time paulista contará com Fabíola como levantadora para a próxima temporada. Além disso, já estão confirmadas Karine, como segunda levantadora, e a ponta Ivna, mais jogadoras que estavam no Pinheiros/Mackenzie. E Adenízia confirmou nesta segunda-feira em sua página no Twitter que já renovou o seu contrato.

Tinham me perguntando sobre Carol Albuquerque e Ana Tiemi. As duas já deixaram o time de Osasco, mas ainda não foram confirmadas por outras equipes.

Fora isso, o blog apurou que o time tem acordo verbal com outras atletas, mas nada ainda assinado. São elas: Tandara, ex-Vôlei Futuro, Thaísa e Camila Brait. Natália também segue em negociação, só que ainda em fase inicial. E quem deve sair mesmo é Jaqueline, mais uma que provalvemente vestirá a camisa do Sesi na próxima temporada.

Por enquanto, a equipe teve boas e más notícias. Fabíola e Karine são belos reforços, pois, como já disse por aqui, Carol e Ana Tiemi vacilaram em diversos jogos na Superliga. Na final, Carol não se achou com suas atacantes e isso contribuiu para o vice. Acho Fabíola e Karine mais estáveis.

Entretanto, Jaqueline fará falta à linha de passe. Ivna, a nova ponteira, é jovem e versátil para o ataque, mas não sei se é segura o suficiente no fundo. Ajudará se Sassá seguir no time…

Mais equipes

Herrera é dada como certa no Usiminas/Minas

Herrera é dada como certa no Usiminas/Minas

Desde a semana passada, algumas renovações e mudanças no Usiminas/Minas eram dadas como certas. Além continuar com a ponteira cubana Herrera, a levantadora Claudinha, a líbero Tássia e a central Natasha, a equipe fechou com outra cubana, Daymi Ramirez, ex-Praia Clube, e também com a ponteira Dani Paraíba e com a meio Fernanda Ísis, que estavam no Macaé.

Já o Sesi, além de Dani Lins e Jaqueline, sonha com a central Fabiana, que já falou em tom de despedida do Vôlei Futuro. E a equipe já teria repatriado a central Walewska, que estava na Rússia. Promete ser um time com ótimo potencial e jogadoras que, graças à seleção, já sabem jogar juntas, o que ajuda em um novo projeto.

Vamos ver como seguem as negociações. Até agora, o que vocês acharam? Quem parece ter ficado mais forte para 2011/2012?

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sábado, 30 de abril de 2011 Superliga | 11:54

Unilever é heptacampeão da Superliga feminina

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O Unilever recuperou o posto de melhor time do Brasil. Na sétima final consecutiva contra o time de Osasco, as cariocas, que perderam em 2009/2010, tiveram mais concentração e agressividade e fecharam em 3 sets a 0, faturando o heptacampeonato na Superliga.

Unilever é hepta nacional

Unilever é hepta nacional

Para falar como foi essa final, vou dividir o post em duas partes. Primeiro, o set a set da partida. Depois, o que falou e o que sobrou para cada time. Vamos lá?

Primeiro set: paredão carioca
Apesar de o grande equilíbrio, o Unilever soube aproveitar melhor as oportunidades. O Sollys/Osasco quando sacava bem, muitas vezes não pontuava no contra-ataque. Já as cariocas se falhavam no fundo, apareciam forte no bloqueio e com uma parede para cima de Jaqueline, fecharam o primeiro set.

Segundo set: paciência para fechar
O Osasco saiu na frente, mas ainda perdeu muitos contra-ataques. Entretanto, finalmente se achou no bloqueio. O time tem a gigante Thaisa e ela precisava entrar no jogo. No final da parcial, mais equilíbrio. O Unilever recuperou a liderança, mas o Osasco não desistiu. Só que alguém advinha o que aconteceu? Falta de bola no chão no contra-ataque. No 27 a 26, o Osasco teve vários contra-ataques para fechar, mas falhou. Depois, no 27 a 27, Thaísa errou uma bola de cheque. Já o Unilever, com grande volume, ficou atento e venceu no 30 a 28 no saque de Sheilla, que despencou no meio do caminho.

Terceiro set: passeio carioca
A vitória embalou o Unilever, que voltou bem em todos os fundamentos: saque, ataque, bloqueio… Tudo dava certo para as cariocas. Elas estavam mais ligadas e concentradas e Fabi, que vinha bem desde o segundo set, fechou o fundo. Já Natália e Jaqueline não estavam em seu grande dia e não corresponderam. O Sollys/Osasco perdeu a vibração e virou presa fácil no set final.

Suelle e Mari com o ouro no peito

Suelle e Mari com o ouro no peito

O que faltou para o Sollys/Osasco na final? E o que sobrou para o Unilever? As paulistas chegaram à final como as melhores no sistema defensivo da Superliga. Mas para vancer, é preciso fechar o fundo e pontuar na rede. Mas Natália não conseguiu soltar o braço como a gente está acostumado a ver. Jaqueline também apareceu pouco. No final das contas, Sassá, justo a mais baixa, acabou sendo a opção para Carol Albuquerque. Mas ainda assim, a levantadora não colocou as bolas “na pinta” para as atacantes e usou pouco o meio. Faltou agressividade no contra-ataque.

Já as cariocas, para começar, tinham Sheilla. Ela teve um início um pouco devagar, mas logo mostrou o seu potencial para virar quando a situação estava complicada e pontuar em todos os fundamentos. Foi uma das melhores em quadra e a maior pontuadora do jogo e da Superliga. Porém, foi bom ver o Unilever variar as jogadas. Dani Lins estava à vontade com Juciely e também com Mari. E aqui vale falar da central. Juciely fez um belo jogo, ligada no cobertura e pronta para atacar.

Ao Unilever sobrou cabeça no lugar. Naquele segundo set, quando elas viram o Sollys/Osasco crescer e, ainda assim, se seguraram e fecharam. Depois, no passeio no terceiro. Foi um time que começou mal no passe, mas ganhou volume ao longo da partida e, por isso, saiu com o título!

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