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Posts com a Tag Joycinha

sábado, 23 de abril de 2011 Superliga | 12:29

Saque e bloqueio colocam Sollys/Osasco em mais uma final

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Bloqueio do Sollys/Osasco cresceu para cima do Vôlei Futuro

Bloqueio do Sollys/Osasco cresceu para cima do Vôlei Futuro

Mais uma temporada e teremos um novo Sollys/Osasco x Unilever na final da Superliga feminina. O atual campeão venceu o Vôlei Futuro agora há pouco por 3 sets a 0 em uma ótima partida e carimbou a sua vaga para a 10ª decisão consecutiva na competição nacional.

E na manhã deste sábado, o saque, ou a falta dele, e o bloqueio basicamente fizeram o resultado. O Vôlei Futuro se mostrou bem melhor do que no primeiro jogo da série. Contar com Joycinha de volta como oposto e Tandara na ponta, ao lado de Paula Pequeno, deu mais volume ao time. Dessa vez, as dores e o trauma do acidente com o ônibus da delegação parecem não ter atrapalhado à equipe de Araçatuba.

O que atrapalhou, assim como no jogo em Osasco, foi o saque. Como elas erraram nesse fundamento! Foram tantas falhas que até Paula Pequeno, coração do time e querida pela torcida, foi vaiada no ginásio Plácido Rocha depois de mais uma bola na rede. Do outro lado, o Sollys/Osasco acertou a mão no serviço. O time soube variar saques mais curtos, com longos ou forçados e quando Thaísa ou Carol Albuquerque chegavam no fundo, era uma sequência de pontos no marcador. Não é a toa que o jogo terminou com 6 a 0 em aces para as visitantes…

Além disso, o bloqueio do Osasco esteve muito presente. Foram 11 pontos no fundamento contra sete do Vôlei Futuro. Todas as jogadoras estavam muito concentradas e ligadas na rede, marcando bem. E o jogo teve a seguinte equação: saque + bloqueio – saque do adversário = vitória (veja os detalhes set a set).

Essa partida foi melhor do que a primeira da série. O Vôlei Futuro conseguiu dificultar para o Sollys/Osasco com bons ataques e até tirou uma vantagem de seis pontos na primeira parcial. Mas os erros no saque foram cruciais. Já o Sollys/Osasco não sofreu tanto com os “apagões” que aconteceram em alguns jogos da Superliga. E teve suas atletas bem ou crescendo ao longo do jogo, como Jaqueline, que apareceu a partir do segundo set e foi um dos destaques em quadra.

Agora, teremos o sétimo  Sollys/Osasco x Unilever consetivo na final. Será um duelo de um time que se manteve o mesmo da última temporada contra outro que se renovou, demorou um pouco a se entrosar, mas que tem Sheilla em excelente fase e que caiu muito bem no elenco carioca. Vamos para mais um 3 a 2, como foi no ano passado?

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 Seleção feminina | 13:47

A volta da Superliga feminina

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As mulheres voltaram para as quadras neste começo de 2011. A Superliga feminina teve dois jogos na noite de quarta-feira: um com resultado que me surpreendeu e outro, que eu já esperava. Pena que nenhum dos dois foi transmitido…

Paula Pequeno duela com Natália na rede

Paula Pequeno duela com Natália na rede

Em Araçatuba, o Vôlei Futuro recebeu o Pinheiros/Mackenzie na reedição da final do Campeonato Paulista. No Estadual, a série foi decidida apenas no último jogo e, pelo elenco das duas equipes, imaginava que esse reencontro também fosse equilibrado. Mas em pouco mais de uma hora e meia de partida, o Pinheiros fez 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/20 e 24/14.

As jogadoras de Araçatuba pouco falaram depois do confronto e, segundo o técnico William Carvalho, o time pecou pela falta de atitude dentro da quadra. Todos ficaram reunidos um bom tempo depois do jogo para tentar se acertar. E aí eu faço a pergunta: o que falta para esse time realmente encontrar em quadra? Galera de Araçatuba, que acompanha a equipe de perto, pode me ajudar a entender…

O elenco do Vôlei Futuro tem tudo o que precisa, como por exemplo: uma boa levantadora, Alisha Glass; uma boa líbero, Stacy Sykora; uma boa central, Fabiana; uma boa ponteira, Paula Pequeno e boas opostas, Tandara e Joycinha. Ainda sim, o time não estão bem e não tem grandes atuações, desde as finais do Paulista e, agora, na volta da Superliga (eu sei que essa foi a primeira derrota no torneio, mas esperava mais dessa equipe!). Quem sabe com mais treino e essa atitude em quadra a qual se referiu William elas não embalem.

No outro jogo, o Sollys/Osasco manteve o favoritismo e vence o Banana Boat/Praia Clube por 3 sets a 1, fora de casa, com parciais de de 25/18, 25/18, 21/25 e 25/19. Tentei conversar com as jogadoras do time paulista, mas elas estão concentradas para a próxima partida, justamente diante do Vôlei Futuro. O jogo será na noite de sexta-feira, às 21h, em Araçatuba, com transmissão da Sportv.

E essa partida deve render. Se o Vôlei Futuro pode enfrentar problemas para se acertar para a temporada, o Sollys/Osasco não deve ter essa preocupação. O time é o mesmo que conquistou a Superliga 2009/2010 e ainda conta com seis jogadoras da seleção, ou seja, todo mundo sabe jogar junto. Entretanto, por ter metade do elenco também sob o comando de Zé Roberto Guimarães, sofreu com o cansaço no começo da Superliga. Mas agora, depois da folga de final de ano, a equipe tem tudo para seguir como uma das favoritas ao título. Na sexta a gente vê quem leva a melhor (e como disse Natália no Tiwtter, concorre com a audiência do final de Passione!).

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sexta-feira, 29 de outubro de 2010 Seleção feminina | 04:22

Estreia nervosa, mas com vitória no Mundial

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A seleção brasileira feminina fez o que era esperado na estreia no Campeonato Mundial. Elas venceram o Quênia por 3 sets a o com facilidade, já que são muito superiores às africanas (veja como foi a partida). Mas uma coisa deu para perceber: as brasileiras estavam bastante nervosas.

Seleção comemora vitória na estreia no Mundial

Seleção comemora vitória na estreia no Mundial

Joycinha, que foi a oposta do jogo (Zé Roberto preferiu poupar Sheilla na partida mais simples do torneio) parecia sofrer desse mal. Na estreia em Mundiais, ela errou alguns ataque e se soltou a partir da metade do segundo set. O passe, criticado pelo técnico ao longo da temporada, também falhou em diversos momentos, deixando Dani Lins sem a bola na mão. Mais uma característica de uma seleção tensa em quadra. No final, em entrevista ao canal Sportv, a confirmação. Jaqueline disse que estava muito nervosa e que nem conseguiu passar a sua experiência para as novatas da equipe.

Mas calma, Jaque, nervosismo de estreia é normal. E tudo aconteceu contra uma seleção muito frágil. Mesmo errando no passe e perdendo contra-ataques, o Brasil dominou. Quando acertavam um ataque, disparavam no placar. E ainda teve a passagem de saque de Jaqueline. Com ela, a seleção marcou 10 pontos seguidos no terceiro set, o mais fácil do jogo, provavelmente porque aquele nervosismo já estava passando.

Valeu como o primeiro jogo, mas acho que ainda não serviu para colocar o Brasil no clima do Mundial. As quenianas até encostaram no placar nos primeiros sets, aproveitando-se dos erros brasileiros, principalmente na recepão, mas elas não eram páreo para a seleção e logo perdiam o volume de jogo. Para as africanas só estar em quadra já era uma festa. Elas vibravam como criança a cada ponto! Para o Brasil, a situação deve começar a complicar a próxima madrugada, contra a República Tcheca.

Jogos do Brasil – primeira fase
29/10 – Brasil 3 x 0 Quênia (25/15, 25/16 e 25/11)
30/10 – Brasil x República Techa – 2h*
31/10 – Brasil x Holanda – 7h
02/11 – Brasil x Porto Rico – 2h30
03/11 – Brasil x Itália – 7h
*horários de Brasília – Sportv e Band transmitirão os jogos

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domingo, 11 de abril de 2010 Superliga | 15:14

Unilever enfrenta o Sollys/Osasco na final

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Bem que o Blausiegle/São Caetano tentou. Cresceu na fase final da Superliga, arrasou o Unilever na primeira partida da semifinal, mas parou por aí. Depois de um jogo com muitos na segunda partida, o time de Mauro Grasso até tentou, mas o Unilever teve mais volume e garantiu a vaga na final da Superliga feminina, mais uma vez, com a vitória por 3 sets a 2 (leia mais sobre a partida).

Confesso que queria o São Caetano na final para mudarmos um pouco (agora, serão seis anos do time do Rio de Janeiro contra o Osasco na decisão). Mas depois dessas duas partidas, não tinha como ser diferente. O São Caetano, que vinha contando com boas atuações de Mari Paraíba e das centrais Natália e Juciely, se perdeu. Na partida do sábado, só Sheilla foi “a” atacante. Ela era uma das únicas a entrar com vontade na bola e virar. Juciely, quando Fofão tinha passe na mão, também fez sua parte. Mas as Marianas, tanto a Paraíba quanto a ponta da seleção, não se acharam.

Enquanto isso, o Unilever ainda não está sem seu auge, mas soube superar os altos e baixos. Venceu dois sets com facilidade, graças aos 24 erros do São Caetano em todo o jogo, só que apenas decidiu no tie-break. A diferença foi que, empurradas pela torcida, elas não desistiram da partida em nenhum momento. Fabi estava soberana na defesa e Joycinha, muito segura no ataque. Para completar, Dani Lins teve belos momentos no levantamento e Fabiana apareceu para decidir, no 5º set. Ou seja, foi realmente um time, com grande volume de jogo, e por isso está na final.

A decisão com o Sollys/Osasco será no domingo, dia 18 de abril, no Ibirapuera, em São Paulo. A gente se vê lá!

E você, o que achou do resultado da semifinal? O Unilever mereceu? Ter passado todo o sufoco de chuvas e noite ilhada no ginásio ajudou o time de Bernardinho? Dê a sua opinião!

P.s.: galera, estou na correria do plantão aqui na redação do iG, por isso não falei nada sobre a Superliga masculina. Volto amanhã com o que aconteceu nas quartas-de-final!

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sexta-feira, 9 de abril de 2010 Superliga | 09:47

O troco carioca na semifinal da Superliga

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Parece que a derrota com pouco jogo na primeira partida da semifinal e a noite ilhada no Maracanãzinho fizeram bem ao time do Unilever. A equipe fez um belo jogo contra o Blausiegel/São Caetano, venceu por 3 a 0 e empatou a série na Superliga feminina. Foi um grande troco carioca!

Logo no começo da partida da noite desta quinta-feira, o São Caetano parecia empolgado. Largou na frente no placar, encaixando bem os fundamentos. Mas o jogo mudou quando Regiane foi para o saque, sua bola bateu na rede e caiu do lado paulista da quadra.

Vibração do Unilever na vitória em casa

Vibração do Unilever na vitória em casa

A partir daí, o São Caetano parou e o Unilever cresceu. Regiane não saiu mais do saque, o time virou o set e ficou à frente do placar até liquidar o jogo em 3 sets a 0 (leia mais sobre a partida). Sem Fabiana muito inspirada pelo meio-de-rede, quem assumiu a responsabilidade foi Joycinha, virando tudo o que recebia. A vontade era tanta que ela até tropeçou na linha e caiu sozinha em um ataque no terceiro set. Do fundo, a líbero Fabi comandava a equipe e fazia belas defesas. O time passou a definir os contra-ataques e dominou o jogo completamente.

Do outro lado, as comandadas por Mauro Grasso pararam. Um passe nas mãos de Fofão era coisa rara! O que aconteceu com o time? Elas deram 24 pontos de graça em erros para o Unilever, ou seja, as cariocas tiveram que, na prática, jogar apenas dois sets! E as paulistas até tentaram reagir no final, mas só conseguiram uns pontos de bloqueio e no serviço quando já era tarde.

Agora pode-se dizer que está mesmo tudo igual nesta semifinal. No primeiro jogo, o São Caetano arrasou, enquanto as cariocas não fizeram quase nada. Ontem foi o inverso. Os dois tiveram suas chances de brilhar e decepcionar. Mas quem estará melhor no último jogo, neste sábado? O Blausiegel/São Caetano precisa retomar a confiança e não se abater, ou jogará fora todo o trabalhos e os belos jogos que vinha fazendo na Superliga. Já o Unilever pode contar com o ânimo extra do grande jogo da quinta-feira.

Homens mais perto da semifinal

Acabou a primeira rodada das quartas-de-final na Superliga masculina. Quem teve mais facilidade foi a Cimed, que venceu o Fátima/Medquímica/UCS/SPFC por 3 a 0. O Bonsucesso/Montes Claros passou pelo Brasil Vôlei pelo mesmo placar, mas só acabou com o jogo depois de um 28  a26 na última parcial.

Rodrigão e Giba no bloqueio do Pinheiros/Sky

Rodrigão e Giba no bloqueio do Pinheiros/Sky

Já os dois clássico renderam boas emoções. O Sesi-SP recebeu o Pinheiros/Sky e eles travaram um grade duelo. O Pinheiros/SKy venceu o primeiro set, mas o Sesi foi arrasador no começo do segundo com o saque de Anderson e empatou a partida. Depois, o bloqueio de Rodrigão, Gustavo e companhia apareceu e fez pontos importantes, com o Pinheiros mais uma vez à frente. No quarto set, o troco do Sesi, que também conseguiu lindos bloqueios com Sidão. A parcial ainda teve um rali de 47 segundos que levou a galera do delírio (quem disse que homens também não fazem grandes defesas?). Para fechar, o Pinheiros teve mais tranquilidade e levou o tie-break.

No outro clássico, em Itabira, o Sada/Cruzeiro fez 3 a 0 no Vivo/Minas. Os donos da casa conseguiram acabar com o passe do time de Belo Horizonte. Sem as bolas na mão, Rafinha mal usou seus centrais Henrique e André Heller. Só quem estava atacando era André Nascimento, mas um jogador sozinho não ganha nada… Enquanto isso, o Sada/Cruzeiro teve belos ataques de Wallace, pontos de bloqueio e contra-ataque bem armado (leia mais sobre a partida).

E agora? Quem se classifica para as semifinais no masculino? E quem enfrenta o Sollys/Osasco na decisão do feminino? Dê o seu palpite!

*crédito das fotos: Fernando Soutello-adorofoto e João Pires-Pinheiros/Sky

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segunda-feira, 14 de setembro de 2009 Seleção feminina, Seleção masculina | 15:26

Oitavo título consecutivo para a seleção feminina

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Desde o Grand Prix de 2008, elas não sabem o que é perder. Na noite de domingo, faturaram mais um título. A seleção brasileira feminina venceu os Estados Unidos por 3 a 1 e levou o bicampeonato no torneio Final Four (veja como foi a partida). Foi o oitavo título consecutivo desde julho de 2008, o quinto só neste ano (Montreux Volley Masters, Copa Pan-Americana, Torneio Classificatório para o Mundial 2010, Grand Prix e Finail Four). Está mais do que bom!

Brasil é bicampeão do Final Four - Divulgação/FIVB

Brasil é bicampeão do Final Four - Divulgação/FIVB

E, como disse no post anterior, o melhor disso tudo é manter o nível tanto com time titular quanto com time reserva. E quem era banco faturou também prêmios individuais. Joycinha foi a melhor jogador do torneio; Regiane, a melhor atacante; Adenízia, a melhor sacadora e Ana Tiemi, a melhor levantadora.

Agora é a vez do Sul-Americano, que será disputado em Porto Alegre, de 30 de setembro a 4 de outubro. Mais uma vez, assim como no Final Four, os adversários serão mais fracos e o Brasil deve sobrar. Mas será a oportunidade de ver o time completo. Quem ficou em Saquarema treinando com Zé Roberto deve voltar. E quem estava com Paulo Coco no Peru vai querer ficar com uma vaga.

A promessa era que Paula Pequeno voltasse à equipe em Porto Alegre. Será que ela já está pronta, depois de sofrer com as lesões no joelho? E Mari e Natália? Arrumaram o passe, principal deficiência no Grand Prix? Acho que o Sul-Americano será mais um teste de luxo para essa equipe responder a essas perguntas e se firmar para a Copa dos Campeões, última competição da temporada e a hora de jogar para valer contra os grandes.

Mudança na seleção masculina
Aproveitando o assunto, vamos falar um pouco dos homens. Gustavo havia sido convocado por Bernardinho para uma série de amistosos contra os Estados Unidos depois de um ano de aposentadoria. Mas ele pediu dispensa por conta de uma contratura nas costas.

Para o seu lugar foi chamado o meio-de-rede Thiago Barth, que estava na seleção na primeira fase da Liga Mundial de 2009 e fez uma boa Superliga. Mas, para mim, ele ainda fica atrás de Sidão e Lucão, que são bastante agressivos.

E você? O que achou de mais um título da seleção feminina? E da convocação de Thiago Barth para a seleção masculina? O que esperar desse final de temporada? Mais títulos? Deixe a sua opinião!

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