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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014 Diversos, Superliga | 10:42

Sesi é campeão sul-americano. Agora o time embala de vez?

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O Sesi venceu o Molico/Nestlé na noite de domingo e faturou o título do Sul-Americano de vôlei feminino e a vaga para o Mundial de Clubes. Foi o primeiro título de expressão do time, criado em 2011. Será que agora a equipe de Talmo de Oliveira embala de vez?

Desde que começou, o Sesi conta com bom elenco, mas não tinha conseguido engrenar. Fez contratações de peso como Dani Lins e Fabiana e nesta temporada ainda levou Pri Daroit, que foi bem na Superliga passada no Vôlei Amil e teve vaga na seleção brasileira. Mesmo assim, na hora da decisão, o time não virava, digamos assim. Parece que em 2014 o cenário mudou.

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Se em dezembro a equipe paulistana somou três derrotas, não perdeu nenhum jogo da Superliga desde janeiro. Também chegou à final da Copa do Brasil e perdeu por 3 a 1 para o Molico/Nestlé. Deu o troco com os 3 a 0 deste domingo.

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Sesi leva o ouro no Sul-Americano

E na final do torneio, destaque para Fabiana. Ela comandou o time,  foi eleita MVP do Sul-Americano e disse estar feliz porque se cobra muito e sabia há tempos não era a jogadora que estamos acostumados. Sim, desde que foi para o Sesi, a central não era aquela velha conhecida da seleção e muitas vezes passava apagada no ataque, mesmo atuando com Dani Lins, por exemplo. O time agradece se ela mantiver a regularidade a partir de agora.

Ainda sobre a decisão, o saque do Sesi ajudou e o Molico não conseguiu encaixar o bloqueio, como reconheceu Luizomar de Moura depois do jogo. Destaque também para Ivna, que além do serviço, virou bolas importantes no terceiro set, vencido com mais facilidade pelo Sesi (placar foi 25/21, 25/21 e 25/16).

Molico e Sesi dominam prêmio individuais no Sul-Americano. Veja relação

O Sesi, que até agora só tinha uma Copa São Paulo no currículo, é campeão continental e vai ao Mundial de Clubes, que será disputado de 6 a 11 de maio na Suíça. Até lá, é manter o embalo na Superliga.

Falando no torneio nacional, o Molico segue na liderança e continua o único invicto, apesar de ter perdido um set nos últimos jogos, contra São Caetano, Rio do Sul e Minas. Ainda assim, é a equipe a ser batida e não deve ser ignorada por um dia ruim no Sul-Americano.

E agora, o que virá por aí? Fico na torcida para que cada vez mais times embalem e animem a disputa da Superliga!

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 Superliga | 15:44

Bloqueio e Garay ajudam, e Sollys se recupera no returno

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Vôlei Amil x Sollys/Nestlé foi o principal jogo da primeira rodada do returno da Superliga feminina 2012/2013, encerrada na noite de terça-feira. As atuais campeãs havia perdido para o elenco de Campinas na estreia na competição e vinham de outra derrota, para o Unilever. Contando mais uma vez com o elenco completo, o time de Luizomar de Moura se acertou no bloqueio e venceu por 3 sets a 0.

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Festa do Sollys/Nestlé na vitória em Osasco

O fundamento foi o diferencial para o Sollys/Nestlé. Elas marcaram 12 pontos no bloqueio e levaram sete. Além disso, viram o Vôlei Amil se perder em algumas jogadas mesmo depois de começar o primeiro e o terceiro sets com vantagem no marcador  (o que rendeu críticas do técnico José Roberto Guimarães) . E o time de Osasco logo tirou essas vantagens e equilibrou e virou o jogo. Fernanda Garay estava em uma noite inspirada, fez 18 pontos, inclusive o último da partida, com um bloqueio (olha o fundamento fazendo a diferença).

Veja mais detalhes da primeira rodada do returno da Superliga feminina

O Vôlei Amil tem que tomar cuidado para não se perder em quadra, com já aconteceu mais de uma vez. Elas recuperam a bola, mas demoram a definir o ponto. Já no Sollys, a tendência é embalar porque, finalmente, o time está completo. Sheilla e Adenízia estão de volta ao elenco titular e são ajudas e tanto para a equipe. Ivna substituiu bem a oposta e colabora mais inversões, mas não tem a experiência da bicampeã olímpica. E Adenízia faz o contraponto das centrais com Thaísa. Enquanto a loira é mais forte, ela é mais ágil e rápida no ataque.

O restante da primeira rodada foi como o esperado. Unilever, líder da competição, bateu o São Caetano. Já o Sesi passou pelo Pinheiros. O Rio do Sul fez um jogo duro e venceu o Usiminas/Minas no tie-break. E, como já falamos aqui, o Banana Boat/Praia Clube abriu o returno passando pelo lanterninha São Bernardo.

Que venha a segunda rodada. E mais uma vez o Vôlei Amil estará no jogo em destaque, encarando o Unilever no Maracanãzinho. Quem leva a melhor no segundo Bernardinho x Zé Roberto? No primeiro tudo quem venceu foram as cariocas…

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012 Diversos | 22:17

Sollys/Nestlé é campeão paulista e fecha um 2012 perfeito

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Em 2012, o Sollys/Nestlé foi campeão da Superliga. Manteve a base, ganhou reforço de Sheilla e Fernanda Garay e foi campeão do Sul-Americano e do Campeonato Mundial de Clubes, título que o Brasil não conquistava desde o começo da década de 90. Agora, na última final deste ano, soma mais um título e volta a ser campeão paulista. Ou seja, ganhou todas as finais que disputou no ano e já soma 39  jogos invicto. Isso que é ser favorito e confirmar tal status em quadra.

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Thaísa foi a maior pontuadora do jogo desta quarta-feira na decisão do Paulista

Na final desta quarta-feira, o time de Osasco encarou o Vôlei Amil. Como conversamos por aqui, era Zé Roberto de um lado e a praticamente a sua seleção brasileira do outro. E, depois de marcar 3 sets a 0 no primeiro jogo da decisão, as selecionáveis venceram de novo pelo mesmo placar e asseguraram o primeiro lugar no estadual.

A partida desta noite foi uma aula de bloqueio do Sollys/Nestlé. Foram mais de 13 pontos, sem contar as amortecidas. O rival de Campinas começou sofrendo na recepção, mas se virando um pouco mais no ataque. Ju Nogueira conseguiu uma sequência e o time reagiu, mas perdeu o primeiro set. Na segunda parcial, a recepção melhorou e o Vôlei Amil saiu de 12 a 6 para 13 a 12. Mas depois de ainda empatar em 14 a 14, o time se atrapalhou na definição das jogadas, viu o experiente Sollys/Nestlé crescer e vencer de novo. E o Osasco largou com 6 a 0 na terceira parcial. Apesar de alguns erros, seguiu agressivo, com bloqueio imponente e bons contra-ataques e liquidou o jogo. As parciais foram 25/18, 25/21 e 25/20.

E o Solly não contou com Sheilla, que se recupera de uma fratura no dedo do pé esquerdo depois de uma topada na quina da porta. Aí, valeu a experiência de um time de campeãs olímpicas, além de Camila Brait e Fabíola, com passagens pela seleção. Durante a semana, Jaqueline comentou a ausência da oposta e disse que Ivna, reserva de Sheilla, estava pronta, mas que a responsabilidade seria das mais “rodadas”. Foi assim, principalmente no primeiro set.

Reprodução/Twitter

Festa do campeão Sollys/Osasco no pódio

Thaísa começou virando tudo pelo meio e acabou como a maior pontuadora do jogo com 13 acertos. Além disso,  bola de segurança era para Jaqueline. Boas opções da levantadora Fabíola. Ivna marcou o primeiro ponto no segundo set. Em uma bola ela alivou, mas depois correspondeu e também virou bem. Ela era a mais jovem em quadra e não precisava ser exigida desde o começo. Viu Thaisa arrasando no ataque e Jaque e Fê Garay também correspondendo e, quando solicitada, já estava pronta. Uma jogadora como a Sheilla faz falta sempre, mas o elenco do Sollys/Nestlé compensou.

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Bloqueio foi um dos melhores fundamentos do Sollys/Nestlé na decisão

No Vôlei Amil talvez ainda falte justamente maturidade. Ju Nogueira atuou como oposta e Pri Daroit é uma das ponteiras. As duas ainda são jovens e precisam de mais bagagem. Para a Superliga, o time vai contar com a búlgara Vasileva, uma oposta também jovem, mas que atuou na Europa e pode chamar mais a responsabilidade na virada de bola para não deixar chances escaparem, como no segundo set, quando tirou aquela diferença de seis pontos.

O Campeonato Paulista, tanto masculino quanto feminino, é o melhor dos estaduais, sem dúvida. E o torneio mostrou que o Sollys/Nestlé é o favorito e um time mais do que redondo em quadra. O Vôlei Amil está na primeira temporada e ainda tem o que amadurecer e tem seu valor por já chegar a uma final passando pelo Sesi, que também conta com atletas experientes e campeãs olímpicas, como Fabiana, Sassá ou Tandara.

Pois é, por enquanto, a Superliga parece que terá o time de Osasco na frente, mas com briga boa como Unilever, como sempre. Depois devem brigar os semifinalistas do Paulista.

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segunda-feira, 29 de outubro de 2012 Diversos | 11:51

37 vitórias e final em outro seleção x Zé Roberto

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Festa do Sollys/Nestlé diante do Pinheiros na semifinal do Paulista

O Sollys/Nestlé fechou no final de semana a série semifinal com mais uma vitória sobre o Pinheiros (novamente por 3 sets a 0) , como era o esperado. Com isso, o time de Osasco chega à final do Campeonato Paulista com uma série de 37 jogos invicto. E na decisão, terá pela frente o Vôlei Amil, equipe de Campinas comandada por José Roberto Guimarães.

Será mais um confronto entre a seleção brasileira, já que o Sollys conta com Sheilla, Jaqueline, Thaísa, Adenízia e Fernanda Garay, e o técnico do time nacional. Assim como nas classificatórias do estadual, as pupilas são favoritas em relação ao comandante.

A equipe de Osasco está muito bem entrosada e em forma com titulares e reservas. No segundo jogo semifinal, Karine e Ivna entraram nos lugares de Fabíola e Sheilla, por exemplo, e deram cara nova ao time. No Mundial foi a mesma coisa. No único jogo em que perderam um set, contra o Rabita Baku, as reservas entraram e, apesar da derrota, pelo menos encostaram no placar e deram ânimo ao elenco para seguir na partida.

Do outro lado, o conjunto de Campinas pode contar com a experiência de Walewska ou Fernandinha, mas é uma equipe um pouco baixa e pode ter problemas diante do bloqueio rival.

É esperar para ver. Será que Zé Roberto e companhia acabam com essa série invicta do Sollys/Nestlé? Ou o time de Osasco volta ao topo do Paulista? A decisão começa no dia 4 de novembro (domingo), em Campinas, às 21h. Depois, as equipes duelam em Osasco, no dia dia 7 (quarta-feira), às 20h30. Se necessário, o último jogo será no dia 11 (domingo), às 13h, novamente em Osasco.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Diversos | 11:46

Bronze para as novatas e quarto para os experientes

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O Brasil encerrou a sua participação no Mundial de Clubes com resultados que podem ser considerados inesperados. As mulheres foram melhor que os homens.

Camila Brait e Ivna - Divulgação/FIVB

Abraço de Camila Brait em Ivna durante o Mundial de Clubes

O Sollys/Osasco, que jogou com um time jovem e sem Fabíola, Jaqueline, Tandara e Thaísa (elas estão na seleção, como explicado no post anterior), soube usar Ju Costa, Ivna e companhia e faturou a medalha de bronze. Elas apenas não resistiram ao Rabita Baku, time do Azerbaijão que conta com Mammadova. E como vocês já comentaram por aqui, ela é uma jogadora alta (1,95m) e com uma grande potência no ataque.

No masculino, o Sesi foi a Doha completo e experiente, com Murilo, Rodrigão, Wallace e todos seus jogadores. Ainda assim, foi pior que as mulheres e acabou fora do pódio.

Os times masculino eram mais fortes que o do feminino no geral. Entre as mulheres, além da equipe do Azerbaijão, a turca VBT / VakifBank Ttelekom merece destaque. Entre os homens, o Sesi encarou e perdeu para o Trentino, que faturou o tricampeonato, e também tropeçou contra Jastrzebski Wegiel, de Bartman, um dos melhores jogadores da Polônia, e contra o Zenit Kazan, do russo Mikhaylov, algoz da final da Liga Mundial e que marcou 20 pontos na vitória na briga pela medalha de bronze.

No final, a juventude foi quem se deu bem. O Sollys/Osasco parece que soube aproveitar o torneio para ganhar ritmo e experiência internacional. Já o Sesi ficou abaixo do esperado, errando demais (como as 32 falhas contra os poloneses) e não se impondo no bloqueio, apesar de ir melhor no saque (fez 6 aces a 2 na decisão do bronze). Se os adversários tinham bons jogadores, o time paulista também contou com todo seu elenco. E um elenco que já está acostumado a jogar junto, muito mais do que as meninas do Osasco, já que a base do time são os campeões da Superliga.

P.s.: galera, a correria com o Pan-Americano na redação está grande (madrugadas sem fim!) e, por isso, não estou conseguindo tempo para atualizar tanto o blog. Desculpem! Faço um balanço depois da primeira fase do Pan, combinado?

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domingo, 7 de agosto de 2011 Diversos | 19:58

Sesi e Sollys/Osasco vencem e vão ao Mundial

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Wallace e Rodrigão

Rodrigão, um dos reforços da temporada, ao lado de Wallace

Os campeonatos Sul-Americanos de clubes acabaram neste final de semana. Tudo bem, temos que lembrar que os times brasileiros têm muito mais qualidade que o rivais e eram os favoritos, mas deu para sentir um pouco do que essas equipes preparam para a temporada.

No masculino, o Sesi venceu a Upcn, da Argentina, neste domingo por 3 sets a 0 e fechou o torneio com o título e nenhum set perdido. Os brasileiros não deixaram os argentinos crescerem e mostraram ofensividade do começo ao fim.

Dos reforços, Leo Mineiro parece bem com o restante da equipe. Quando o Sesi foi apresentado, comentei por aqui que o time ganharia muito no passe com o novo ponteiro, mas poderia perder um pouco na potência do ataque. Entretanto, Leo Mineiro deu belas pancadas neste domingo (na verdade, todos os atacantes do Sesi soltaram o braço neste domingo!).

Já no meio, o Rodrigão ficou em segundo plano pela atuação de Sidão. O levantador Sandro soube usá-lo muito bem no ataque e o central também teve ótima presença no bloqueio. Mas Rodrigão, pela experiência, tem o seu espaço, sem dúvida. Se o Sesi mantiver essa postura ofensiva, desde o saque ao ataque, tem chances de mais títulos na temporada, já que a linha de passe com Murilo, Serginho e Leo Mineiro está garantida. E ainda tem Diogo, que veio contratado do Minas e é mais um ponteiro passador.

Sollys/Osasco é campeão Sul-Americano - Divulgação

Sollys/Osasco é campeão Sul-Americano

No feminino, um renovado Sollys/Osasco ficou com o título e já viveu a situação que deve enfrentar no Mundial, em Doha. O time contou apenas com Jaqueline e Camila Brait como titulares do time que entrou em quadra e foi vice-campeão da última Superliga, já que Thaísa, Adenízia e companhia estão na seleção brasileira.

Ivna, Karine e Ju Costa, que chegaram do Pinheiros, ao lado de Jaqueline, comandaram o time neste Sul-Americano. Mesmo com as mudanças, a equipe paulista venceu todos os seus confrontos por 3 set as 0 e o entrosamento dessas três atleta do antigo clube pode ter ajudado.

Sesi e Solly/Osasco vão para o Mundial de Clubes (no masculino, o Brasil retorna depois de um ano de ausência, já que a Cimed perdeu para o Bolivar na final do Sul-Americano do ano passado e perdeu a vaga). E lá terão que, provavelmente, usar o seu elenco suplementar para jogar, já que as principais atletas devem estar na seleção brasileira, afinal, o Mundial será às vésperas do Pan-Americano, em outubro. Foi por isso que o Unilever desistiu de jogar o Sul-Americano, porque achou que não teria um time competitivo no Mundial.

Por enquanto, Sollys/Osasco e Sesi mostraram ter banco para colocar em quadra. E essa foi uma preocupação de quase todos os times no ano, já que o calendário das seleções na temporada é bem puxado. O problema é que o Mundial não é tão simples quanto o Sul-Americano. Como começo de temporada, o Sul-Americano valeu para dar ritmo, já que os rivais não exigiram tanto dos times nacionais, como Murilo disse após o título deste domingo.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011 Sem categoria | 19:14

Unilever segura a base com Sheilla, Mari e Juciely

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Sheilla

Sheilla segue como o principal nome da Unilever

A semana já começou agitada no mercado do vôlei feminino. A Unilever, que já havia renovado com a líbero Fabi, agora garantiu mais três titulares para a próxima temporada: a oposta Sheilla, a ponteira Mari e a central Juciely. As reservas Roberta (levantadora), Juliana Nogueira (oposta), Juju Perdigão (líbero) e Mara (meio-de-rede) também seguem no elenco. Com isso, pode-se de dizer que a base campeã nacional será preservada.

A equipe de Bernardinho deve perder Dani Lins para o novo time do Sesi, mas vai manter seus destaques da última temporada. Sheilla foi, sem dúvida, a melhor jogadora da Superliga e é um grande nome em qualquer time. Já Mari, recuperada da cirurgia do joelho, também é forte no ataque e está crescendo na recepção, já que sempre é alvo do saque rival. E Juciely, que já tinha feito uma boa temporada no São Caetano, se superou no ano passado. Ela não é uma central muito alta, o que pode atrapalhar no bloqueio, mas tem velocidade de braço, o que a torna uma bela atacante, com tempo de bola um pouco diferenciado.

Claro que, para manter tudo isso bem unido, é necessário ter uma boa levantadora. Mas trabalhar com atacantes de alto nível e uma líbero que entrega na mão facilita. Vamos ver quem fica com a responsabilidade de armar as jogadas no time carioca…

Novidades e dispensas no Sollys/Osasco

Adenízia

Adenízia disse que segue no Sollys/Osasco

Como o blog divulgou com exclusividade, o time paulista contará com Fabíola como levantadora para a próxima temporada. Além disso, já estão confirmadas Karine, como segunda levantadora, e a ponta Ivna, mais jogadoras que estavam no Pinheiros/Mackenzie. E Adenízia confirmou nesta segunda-feira em sua página no Twitter que já renovou o seu contrato.

Tinham me perguntando sobre Carol Albuquerque e Ana Tiemi. As duas já deixaram o time de Osasco, mas ainda não foram confirmadas por outras equipes.

Fora isso, o blog apurou que o time tem acordo verbal com outras atletas, mas nada ainda assinado. São elas: Tandara, ex-Vôlei Futuro, Thaísa e Camila Brait. Natália também segue em negociação, só que ainda em fase inicial. E quem deve sair mesmo é Jaqueline, mais uma que provalvemente vestirá a camisa do Sesi na próxima temporada.

Por enquanto, a equipe teve boas e más notícias. Fabíola e Karine são belos reforços, pois, como já disse por aqui, Carol e Ana Tiemi vacilaram em diversos jogos na Superliga. Na final, Carol não se achou com suas atacantes e isso contribuiu para o vice. Acho Fabíola e Karine mais estáveis.

Entretanto, Jaqueline fará falta à linha de passe. Ivna, a nova ponteira, é jovem e versátil para o ataque, mas não sei se é segura o suficiente no fundo. Ajudará se Sassá seguir no time…

Mais equipes

Herrera é dada como certa no Usiminas/Minas

Herrera é dada como certa no Usiminas/Minas

Desde a semana passada, algumas renovações e mudanças no Usiminas/Minas eram dadas como certas. Além continuar com a ponteira cubana Herrera, a levantadora Claudinha, a líbero Tássia e a central Natasha, a equipe fechou com outra cubana, Daymi Ramirez, ex-Praia Clube, e também com a ponteira Dani Paraíba e com a meio Fernanda Ísis, que estavam no Macaé.

Já o Sesi, além de Dani Lins e Jaqueline, sonha com a central Fabiana, que já falou em tom de despedida do Vôlei Futuro. E a equipe já teria repatriado a central Walewska, que estava na Rússia. Promete ser um time com ótimo potencial e jogadoras que, graças à seleção, já sabem jogar juntas, o que ajuda em um novo projeto.

Vamos ver como seguem as negociações. Até agora, o que vocês acharam? Quem parece ter ficado mais forte para 2011/2012?

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