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segunda-feira, 15 de abril de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 19:34

Os nomes da Superliga feminina

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Desde o returno da Superliga fiz aqui no blog uma série chamada “o Nome da Superliga”. Citei alguns destaques dos times ao longo da briga pelo ouro e, agora, com o título do feminino para Unilever e do masculino para RJX, vou usar a série para atender um pedido que chegou pelos comentários do Mundo do Vôlei. Vamos falar de quem fez a diferença durante a competição? Primeiro as mulheres. Comento dos homens no outro post.

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A Unilever recuperou o título com 3 a 2 de virada para cima do Sollys/Nestlé na decisão. Dona do último ponto da partida em uma escolha premeditada da levantadora Fofão, Natália foi um dos nomes da Superliga. A ponteira ficou uma temporada afastada por causa do tumor na canela, voltou neste ano e cresceu aos poucos. Decidiu quando tinha que decidir e não hesitou em colocar aquela última bola no chão. Teve uma temporada de superação depois de ter recebido muitas críticas com a convocação para as Olimpíadas de Londres. Lá ela fez bem pouco em quadra, mas agora está de volta e tem o ciclo olímpico pela frente para mostrar que merece vaga na seleção e que pode ser destaque em 2016.

Alexandre Arruda/CBV

Bia, central do Sesi

Falando em seleção, Zé Roberto já fez a primeira convocação do ano e lembrou de jovens que brilharam na Superliga. Bia foi o nome no meio do Sesi, mesmo que no time estava também Fabiana. Esperava mais da veterana, enquanto a novata foi presença firme nos bloqueios. Já Angélica comandou o bloqueio do Praia Clube, time que pareceria que iria desbancar ou atrapalhar a eterna briga Unilever x Sollys/Nestlé, mas acabou pelo caminho. As duas estão na lista do treinador e têm futuro.

Outra já convocada que está de novo na lista é Pri Daroit. El é um ponteira que ainda precisa amadurecer, mas está no caminho e segurou as pontas no Vôlei Amil quando Ramires, destaque no ataque, não estava em seus melhores dias.
Quem acho que ainda merece destaque na ala das jovens são Gabi e Ju Carrijo. A ponteira da Unilever substituiu Logan Tom e aguentou tranco. Na final, demorou a entrar de vez no jogo, mas não comprometeu o time. Só tem 18 anos e é outra que deve estar no time de 2016 ou mesmo 2020, pela pouca idade. Já a levantadora tem 20 anos e muita habilidade. Queria vê-la testada na seleção também no futuro.

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Na lista das estrangeiras, espaço no Nome da Superliga para Herrera e Sarah Pavan. A cubana comandou o Praia e o time sentiu, e muito, quando ela saiu por contusão. É uma jogadora de potência e decisão e que promete dar trabalho na próxima temporada. Já a canadense chegou ao Rio para herdar a vaga na final, foi maior pontuadora em diversos confrontos, inclusive na final, e fez seu nome por aqui, depois de já ter sido destaque na Itália. Ter 1,96m ajuda Sarah a ser ofensiva já no saque e soltar o braço no ataque.

Alexandre Arruda/CBV

Bernardinho, técnico da Unilever

E para fechar os destaques, Bernardinho. O técnico mais uma vez fez a diferença na Unilever. A equipe não era a dona do melhor elenco e nem a favorita ao título diante do Sollys/Nestlé. Ainda assim, soube comandar o time na virada na decisão. E ver como todas falam dele é admirável. De Gabi a Fofão, todas reconhecem o trabalho de Bernardinho e querem atuar ao lado dele.

Sei que deixei um monte de gente de fora. Teve Camila Brait bem na defesa, Dani Lins ganhando consistência no levantamento, Ramires atacando com potência, Vasileva atuando como segurança.. Mas se fosse para falar de todo mundo, o post (que já está gigante) não teria fim! E também são apenas as minhas opiniões. Quem quiser, fique à vontade para comentar! E veja também no post seguinte os destaques da Superliga Masculina para o Mundo do Vôlei.

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terça-feira, 5 de março de 2013 Superliga | 22:07

Semis definidas… E passou quem disse que chegaria lá

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Acabou agora há pouco o último jogo das quartas de final da Superliga feminina. O Vôlei Amil venceu o Pinheiros por 3 a 1 de virada e assegurou a vaga na próxima fase. Agora, encara o Sollys/Nestlé na semifinal, que passou sem muitos problemas pelo Usiminas/Minas com duas vitórias. Na noite de segunda-feira, o Sesi já havia se classificado ao bater o Praia Clube fora de casa. O time de São Paulo será o rival da Unilever, outra que teve vida simples e despachou o Rio do Sul nos playoffs. E curiosamente estão nas semifinais quem me falou que chegaria até essa etapa.

Divulgação

Daymi Ramirez vibra coma torcida do Vôlei Amil. Ela foi destaque da vitória sobre o Pinheiros

Ainda na festa de lançamento da Superliga, conversei com jogadoras desses quatro times. Unilever e Sollys/Nestlé mais uma vez já começaram o torneio como os favoritos a mais uma final e nem precisamos ficar justificando isso. Pelo elenco, Sesi e Vôlei Amil eram os meus outros candidatos.

O Sesi conta com campeãs olímpicas como Tandara, Dani Lins, Fabiana e companhia. Já o Vôlei Amil tinha uma proposta interessante de misturar juventude de ponteiras como Pri Daroit ou Vasileva, que na época era pouco conhecida por aqui, com experiência da também campeã olímpica Walewksa e da cubana Daymi Ramirez. Tanto Sesi quanto Vôlei Amil disseram que o objetivo da temporada era, pelo menos ficar entre os quatro. Pois bem, elas chegaram lá.

O Sesi me surpreendeu. O primeiro turno do time não foi lá dos melhores, mas a equipe se recuperou no returno, como já comentamos por aqui em outros momentos. E se o Sesi melhorou, o Praia Clube teve um começo fulminante, mas perdeu um pouco a potência com a lesão e a ausência da cubana Herrera. Ainda assim fez uma excelente Superliga. Já do lado paulista, Tandara cresceu e muito nos últimos jogos. Ela foi destaque na partida da segunda-feira.

Mas o que chamou a atenção foi a concentração. Tinha visto jogos em que o Sesi estava bem, mas perdia a cabeça, errava principalmente na recepção e se complicava. Dessa vez, elas se mantiveram atentas o tempo todo, principalmente no terceiro set, quando foram buscar o placar. A recepção funcionou e com passe, as atacantes apareceram e decidiram. O time chega forte para a semifinal.

>>Leia mais sobre a vitória do Sesi sobre o Praia Clube

No jogo desta noite, o Vôlei Amil mais uma vez teve trabalho diante do Pinheiros, um time que eu não imaginava que fosse melhorar tanto ao longo da Superliga. Assisti a um jogo entre as paulistas e as campineiras aqui em São Paulo no primeiro turno  e foi uma vitória simples para o lado comandado por José Roberto Guimarães. Agora, o Pinheiros tem um volume e tanto no bloqueio e jogadoras jovens, mas que vibram e acreditam demais em cada bola e sabem encarar os considerados mais fortes. Só que o Vôlei Amil, depois de perder o primeiro set, cresceu no embalo de Ramirez, maior pontuadora e melhor em quadra, e ficou com a vaga na semifinal.

>>Leia mais sobre a vitória do Vôlei Amil sobre o Pinheiros

E agora, mais uma vez Unilever e Sollys/Nestlé confirmam o status de favoritos e chegam de novo à decisão? Ou Sesi e Vôlei Amil podem parar o time do Rio e o de Osasco? Vamos descobrir a partir desta sexta-feira. O primeiro jogo da nova rodada de playoffs será Sesi x Unilever aqui em São Paulo, às 21h (horário de Brasília).

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 Superliga | 08:00

Resta saber a ordem dos classificados na Superliga feminina

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Depois da pausa para o carnaval, a Superliga voltou na sexta-feira e agitou o final de semana. No masculino, só um jogo para completar ainda a rodada de antes da folga, com vitória do Canoas por 3 a 0 diante do Super Imperatriz. Já no feminino, os oito times com vagas nos playoffs já estão definidos. Agora, falta saber a ordem final dos classificados.

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E entra ano e sai ano e a decisão gira em torno de Rio de Janeiro e Osasco. A Unilever poderia ter assegurado o primeiro lugar na classificação geral com vitória por 3 a 0 ou 3 a 1 sobre o Sesi no sábado. A vitória veio, mas por 3 sets a 2 e, agora, advinha contra quem o time de Bernardinho vai disputar a liderança? Sim, isso mesmo, com o Sollys/Nestlé, a equipe de Osasco.

Saiba como foi os 3 a 2 do Unilever contra o Sesi set a set

A vantagem ainda está do lado carioca, que soma 44 pontos na classificação geral, com 13 vitórias seguidas. O Sollys, que tem 39 pontos, entra em campo durante a semana  e pega o Usiminas/Minas fora de casa. Depois, na sexta, encara o Unilever. Para assumir a liderança, a equipe paulista precisa faturar as duas partidas. Mas de qualquer maneira, o duelo Sollys x Unilever dará uma movimentada a mais nessa reta final. Podem ser os adversários de sempre, mas isso não quer dizer que o espetáculo perde a graça…

Outra briga ainda boa vem logo em seguida na tabela. O Vôlei Amil passou pelo Banana Boat/Praia Clube por 3 sets a 1 e está na terceira colocação com 36 pontos. Já Sesi e as mineiras do Praia estão com 32 pontos e disputam quem ficará com o quarto lugar e com o direito de mandar na série das quartas de final.

Leia mais sobre a vitória do Vôlei Amil sobre o Praia Clube

Os demais classificados estão mais afastados. Pinheiros é o sexto colocado, com 21 pontos, seguido por Usiminas/Minas, com 19, e Rio do Sul, com 15. Os últimos jogos da oitava rodada do returno e rodada que fecha essa etapa selam essas colocações e aqui, vale tentar cair contra quem é teoricamente mais simples no cruzamento dos playoffs.

E agora, já dá para fazer alguma aposta para as finais desta temporada da Superliga feminina? Por enquanto, a tabela favorece mais um Unilever x Sollys/Nestlé na decisão. Entretanto, Vôlei Amil, que perdeu com a lesão da Daymi, mas teve Pri Heldes bem no lugar da também lesionada Fernandinha, engatou uma boa série de vitórias e pode atrapalhar. Sesi também melhorou, e muito, no returno. Mesmo com a derrota do final de semana, o time não tem que perder o embalo e, sim, aproveitar a boa fase de Tandara. Quem perdeu mais força foi o Praia Clube sem a cubana Herrera. Será que o time tem chance de título? Vamos acompanhar os últimos jogos e comentar por aqui. Até!

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Superliga | 08:00

De volta à Superliga depois de uns dias de folga

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Galera, estava de folga na última semana depois do plantão de final de ano e para voltar o nosso bate-papo por aqui vamos falar do primeiro turno da Superliga? No masculino, o RJX foi  líder e Sesi conseguiu uma boa recuperação. Já no feminino, Banana Boat/Praia Clube conseguiu se impor entre Unilever e Sollys/Nestlé. Além disso, as estrangeiras foram destaque.

Superliga feminina

Herrera - Divulgação/CBV

Cubana Herrera é destaque do Praia Clube e líder nas estatísticas da Superliga 2012/2103

O returno para as mulheres começou na noite de segunda-feira com mais uma vitória do Banana Boat, que marcou 3 a 0 para cima do lanterninha São Bernardo. E o time mineiro é uma boa surpresa desta Superliga. Comandado pela cubana Herrera, maior pontuadora desta edição até agora, a equipe perdeu apenas para Sollys e Unilever por enquanto e, com o resultado da segunda, assumiu provisoriamente a ponta. A rodada segue nesta terça-feira.

Ainda falando do primeiro turno, quem havia acabado na liderança foi o Unilever, que acertou nas contratações das estrangeiras. A canadense Sarah Pavan aos poucos assumiu a função de oposta de segurança e já é a segunda na lista de pontuadoras do torneio. A norte-americana Logan Tom vem desequilibrando no saque e é a melhor na função. Bernardinho sanou os problemas da temporada passada, quando sofreu com lesões e tinha poucas opções no banco e segue firme entre os favoritos.

Ainda entre os líderes na primeira metade da competição ficou o atual campeão Sollys/Nestlé. E elas sofreram com lesões. Sheilla perdeu o começo do torneio depois de fraturar um dedo do pé, Camila Brait teve lesão na coxa e ficou fora de alguns jogos e Adenízia se recuperou de fratura na mão e só voltou na última partida do turno, na derrota por 3 a 2 para as cariocas do Unilever. Enquanto isso, Fernanda Garay apareceu como uma boa alternativa. Ela já é a terceira na lista de pontuadoras e repete a posição entre as atacantes. Agora, com o time completo, veremos o Sollys/Nestlé apontado como favorito em quadra no returno.

Em quarto lugar no turno ficou o Vôlei Amil e aqui voltamos a falar as estrangeiras. Antes de chegar, a búlgara Vasileva era apontada como a jogadora que seria a referência no ataque. Ela veio para o elenco e honrou as expectativas e é a melhor atacante da Superliga. A ponteira de mais de 1,90 ataca na força e merece e liderança nas estatísticas. Por enquanto, as comandadas por José Roberto Guimarães têm apenas duas derrotas e seguem no ‘bolo’ das primeiras colocadas.

Que continue o segundo turno, mas já temos uma Superliga feminina mais equilibrada do que nas outras edições.

Superliga masculina

RJX - Divulgação/CBV

RJX fechou o primeiro turno da Superliga masculina na liderança

Os jogos do masculino seguem a partir de quarta-feira e, na primeira parte da competição, o RJX ficou com a liderança isolada, com apenas duas derrotas após 11 rodadas. E a primeira dela veio já no final do turno, com 3 a 2 diante do Medley/Campinas. Depois, um surpreendente 3 a 0 para o Canoas. No domingo, vitória sobre o Super Imperatriz para garantir a ponta. O time carioca conta com Lucão como melhor bloqueador e boa fase de Théo como oposto. Além disso, Dante está atuando mais depois de tantos problemas no joelho. E nos jogos que perdeu, principalmente contra o Canoas, caiu por causa dos seus erros .

Em segundo lugar na tabela ficou o Sada/Cruzeiro, atual campeão. O time mineiro fez uma boa contratação para a temporada: o cubano Leal, que vem bem ao lado de Wallace no ataque e é o melhor na função. E William faz mais uma boa campanha, como o destaque na função. Tem três derrotas, mas para times a altura (RJx, Sesi e Medley/Campinas). Segue como candidato ao título.

E quem se recuperou na tabela foi o Sesi. Depois de começar com três derrotas seguidas e uma vitória contra o então lanterninha UFJF, a equipe paulista voltou a tropeçar diante do RJX. Aí veio o Sada/Cruzeiro e a nova fase. O time marcou 3 a 0 e não perdeu mais. No começo, sofreu com lesões, como as dores de Murilo e Sidão, as câimbras de Lorena e a pubalgia de Éder, último de voltou ao time. Com elenco completo, ficou mais mais fácil se encontrar e se recuperar, encerrando o turno em terceiro lugar.

Completam a lista dos oito primeiros que seguiriam aos playoffs se a classificatória já tivesse acabado Canoas, Medley/Campinas, Vivo/Minas, São Bernardo e Vôlei Futuro. Desses, aposto nos dois primeiros. Canoas foi bem montado, com atletas experientes e os campineiros já deram trabalho aos ‘grandes’.

A Superliga masculina segue nesta quarta-feira, com o primeiro jogo do returno, entre Sesi e Medley/Campinas.

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sábado, 8 de dezembro de 2012 Superliga | 13:40

Primeira derrota e primeiro set perdido na Superliga

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Na noite de quinta-feira, o RJX perdeu o primeiro set na competição masculina. E na noite de sexta-feira, o Banana Boat/Praia Clube conheceu a primeira derrota no torneio nacional. Nada para alarmar um time ou outro por enquanto…

A equipe carioca vinha de sequência que pode ser considerada tranquila na Superliga masculina. Tinha encarado UFJF, Funvic/Midia Fone e Volta Redonda. Agora, começou uma série de jogos que devem ser mais equilibrados e sentiu isso logo no primeiro deles, contra o São Bernardo. A equipe do ABC, como disse Dante no lançamento da Superliga, é chata e não desiste. E foi assim que eles roubaram o primeiro set do RJX. Pena que perderam Renan…

No feminino, o Banana Boat/Praia Clube era o único invicto da competição. A situação era um pouco parecida com o RJX, com um começo um pouco mais fácil, com São Bernardo e Pinheiros. Depois, o primeiro bom resultado, com vitória sobre o Sesi, que se reforço com Fabiana e Tandara nesta temporada, mas ainda não engrenou. Aí veio o São Caetano, que mesmo com um time bastante jovem está tentando dar algum trabalho aos rivais. Agora, o Unilever foi o adversário da noite de sábado e veio a primeira derrota.

No papel, a equipe de Bernardinho era a favorita com estrelas como Logan Tom, Natália, Fofão e companhia. O Praia Clube tem a cubana Herrera, as irmãs Pavão e contou com a estreia de Dani Scott. Mas as conhecidas do lado carioca ainda não estão tão entrosadas quanto as meninas de Minas. Herrera comandou os ataques e marcou 31 pontos. O Praia perdeu, mas equilibrou e vendeu caro.

O jogo foi decidido apenas no tie-break, com grande atuação de Logan Tom, principalmente no saque. É comum vermos, principalmente no set final, um jogador arriscando tudo no primeiro serviço e dando uma segurada depois. Com Tom não tem essa história. Ela forçou o primeiro e fez ace. Forçou mais os outros três, se não me engano, e quebrou o passe mineiro. Com isso, sem contar com os ataques, contribuiu e muito para a vitória do Unilever.

Bom ver jogos equilibrados. Bom ver que as mulheres também podem usar, e bem, um saque forçado!

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sexta-feira, 30 de março de 2012 Superliga | 20:52

Com superioridade, Sollys/Nestlé chega a mais uma final

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Quando começaram os playoffs da Superliga feminina, comentei aqui no blog que havia grandes chances de termos mais uma final entre Sollys/Nestlé e Unilever. Metade da previsão acabou de ser concluída. Com superioridade em quadra, concentração e uma grande partida, o time de Osasco bateu o Usiminas/Minas por 3 a 0 e fechou a série semifinal, garantindo o seu lugar na decisão.

Leia mais sobre a partida: Sollys/Nestlé vence e vai à 11ª final de Superliga consecutiva

Sollys/Nestlé

Sollys/Nestlé fechou a série semifinal em 2 a 0 contra o Usiminas/Minas

A equipe de Minas sofreu nesta noite sem duas jogadoras. A cubana Daymi levou dois amarelos no primeiro jogo da série. Já Mari Paraíba sofre com uma lesão crônica no joelho e não entrou em quadra. Uma oposta e uma ponteira a menos fizeram falta no fundo de quadra e também no ataque. Herrera, a outra cubana, é uma excelente jogadora, mas não consegue se virar sozinha. E a recepç]ao sentiu as ausências e ficou frágil… Elas tentaram, lutaram, mas eram bem mais vulneráveis que o Sollys/Nestlé.

Do lado paulista, depois de bobear e quase perder um set nas quartas para o BMG/São Bernardo e perder uma parcial no primeiro jogo da semifinal, a concentração reinou. O Sollys/Nestlé buscou o marcador e disparou, principalmente nos finais dos sets. Destaque para os nove pontos de bloqueio de Adenízia e para o bom saque, que achou um caminho mais fácil com os desfalques mineiros.

O time de Osasco venceu porque foi mais coeso. Usou bem o serviço e esteve muito atento do bloqueio, com 13 pontos no fundamento. Além disso, acertou a mão no ataque e no contra-ataque. No total, foram 44 pontos na rede contra apenas 28 do Usiminas/Minas. As mineiras não tinham reservas do nível de Daymi e Mari Paraíba e sentiram a pressão e foram facilmente derrotadas.

Agora resta acompanhar a série entre Unilever x Vôlei Futuro para saber se a final da Superliga feminina continuará a mesma…

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quarta-feira, 21 de março de 2012 Superliga | 10:03

Cubanas levam Minas para semifinal da Superliga

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A Superliga feminina tem as suas semifinalistas conhecidas. Depois de Sollys/Nestlé, Unileve re Vôlei Futuro, o Usiminas/Minas venceu o Sesi em casa no tie-break, fechou a série em 2 jogos a 1 e também avançou. E não tem como falar do time mineiro sem citar as cubanas.

Usiminas/Minas - Divulgação

Herrera comemora com a líbero Tássia a vitória do Usiminas/Minas

Em todos os jogos do Usiminas, citei Herrera e Daymi, seja para falar que elas comandaram os ataques do time ou para falar que a equipe não foi bem porque elas não estavam inspiradas. As duas são o termômetro do Usiminas/Minas na temporada e não foi diferente na noite de terça-feira, para o bem e para o mal.

Veja como foi a vitória do Usiminas/Minas nas quartas de final set a set

Os primeiros sets da partida foram opostos. No começo, o Sesi deslanchou contanto com nove pontos de Elisângela na primeira parcial. Depois, foi o Minas quem, bloqueando e atacando mais, venceu. No terceiro set as cubanas ficaram mais evidência. Daymi reclamou muito com o árbitro, o time desconcetrou, levou cartões amarelos e acabou perdendo de novo. Esse é lado ruim de ter uma cubana no time…

Porém, no quarto e no quinto set, as mineiras viram como é bom ter as suas cubanas. Daymi “voltou” para o jogo e Herrera seguiu virando bolas que recebia de Claudinha. Com dois contra-ataques de Herrera, o Usiminas/Minas fez 13 a 12 no tie-break, por exemplo. Depois, fechou no erro de saque do Sesi.

No final, Herrera marcou 27 pontos, foi a maior pontuadora da partida e ainda ganhou o troféu de melhor em quadra. A oposto Ramirez teve 26 acertos. Com suas cubanas, o time mineiro chegou à semifinal e agora, vai enfrentar o Sollys/Nestlé. Como será o confronto de estrangeiras, com Daymi e Herrera de um lado e Destinee Hooker do outro?

Provocar para quê?

E já que o assunto foram as cubanas, vamos falar de provocação. As caribenhas são velhas conhecidas das brasileiras pelas provocações na rede e tal, mas dessa vez, elas só mostraram o que sabiam na bola. Quem provocou e exagerou foi Fernada Isis, dando “tchau” para Elisângela depois da classificação (do mesmo jeito que Elisângela também não precisava ter provocado no segundo jogo, segundo os leitores comentaram por aqui). Para quê?

Jogadores reagiram na mesma hora no Twitter. “Na boa, Fernanda Ísis. Vamos combinar, não precisa disso”, postou Natália. Se falamos tanto em respeito da torcida com os jogadores, também temos que ter respeito entre os atletas.

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Superliga | 16:41

Superliga feminina tem quartas de final com três favoritos

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Jaqueline - Divulgação

Jaqueline encara bloqueio do Unilever no jogo que deu a liderança do returno ao Solly

A rodada do final de semana decidiu os playoffs da Superliga. E mesmo depois de mudança em pontuação e time reformulados, temos chances de mais uma final entre Unilever e Sollys/Osasco. Isso porque dos confrontos de quartas de final, na minha opinião, três terão favoritos.

O Sollys/Nestlé abre o mata-mata contra o São Bernardo na noite desta segunda-feira. O time de Osasco ficou com a primeira colocação depois de bater o Unilever em um jogo que falaram que foi da veterana Fernanda Venturini x a atual levantadora da seleção Fabíola, mas eu acho que foi um jogo de lindas defesas. Fabi, de um lado, e Camila Brait, do outro, recuperaram inúmeras bolas! E Jaque e Tandara formam um bom fundo. Venceu quem soube aproveitar mais os contra-ataques e errou menos.

Para o jogo desta noite o Sollys/Nestlé é favorito. Assim como o Unilever é favorito contra o Mackenzie/Cia do Terno e o Vôlei Futuro diante do Banana Boat/Praia Clube. Os times mantém o discurso de que agora começa um campeonato novo, que todo mundo volta ao zero e que é preciso respeitar. Sim, respeito é fundamental, sempre, mas não dá para esquecer tudo que o que já aconteceu nesta Superliga.

Para organizar, vou falar de um jogo por tópico. No final, quem quiser, deixa o seu palpite!

Sollys/Nestlé x BMG/São Bernardo (dia 12/03, às 21h, no José Liberatti, em Osasco)

A equipe de Osasco venceu no turno e no returno. Agora, tem a vantagem de contar com o elenco completo. A oposta Hooker está em plena forma depois de lesão na mão por causa de uma briga com o namorado. Fabíola também voltou após lesão no joelho. E Ju Costa, fora das últimas rodadas, está liberada. Gosto da formação com Hooker e Tandara como ponta. Acho que o time rende no ataque, com duas jogadoras de referência, além de Jaqueline, e pode ir bem no passe, já que Tandara já foi ponteira e teve que fazer fundo também. Só Fabíola que deve voltar a se acertar com os meios, que receberam bolas ruins no jogo contra a Unilever.

Do lado do BMG/São Bernardo, apesar da experiência de Lia e Dani Scott, elas devem ficar pelo caminho. Podem complicar com um jogo agressivo para tentar quebrar o passe e mexer com o psicológico do Sollys. Acho que Sollys passa e vai para a semi contra Usiminas/Minas ou Sesi.

Unilever x Mackenzie/Cia do Terno (dia 13/03, às 16h30, no Mackenzie, em Belo Horizonte)

O Unilever vem de duas derrotas, para Vôlei Futuro e Sollys/Nestlé, mas ainda é mais time. Fernanda Venturini sabe impor uma bela velocidade à equipe e conta com as centrais Valeskinha e Juciely para concluir. Sheilla ainda tem momentos ruins, mas sabemos muito bem que pode decidir. O problema do time segue no passe. Régis melhorou, mas Mari ainda vive uns momentos de brancos. E a equipe segue sem reservas, já que Natália agora que foi liberada para andar sem as muletas depois da segunda cirurgia na canela esquerda. Ainda assim, mesmo contra as ponteiras do time de Minas, o Unilever deve passar para as semifinais.

Vôlei Futuro x Banana Boat/Praia Clube (dia 13/03, às 18h45, no Plácido Rocha, em Araçatuba)

A aposta é o time de Araçatuba classificado para encarar o Unilever na semifinal. Mas isso se o técnico Paulo Coco mantiver a equipe que venceu o Unilever no returno, com Ana Cristina no levantamento, principalmente. Ana Tiemi é alta e ajuda na rede, mas Ana Cristina é mais precisa, conhece mais as companheiras e é melhor nessa hora de decisão. Se estiver bem, Stacy também merece a vaga de líbero.

Usiminas/Minas x Sesi (dia 13/03, às 21h, na Arena Vivo, em Belo Horizonte)

Aqui, sim, um confronto equilibrado. Enquanto o Minas tem as cubanas Herrera e Daymi no ataque, sob o comando da levantadora Claudinha, o time paulista tem um ótimo sistema defensivo. O Sesi nasceu nesta temporada e, em alguns jogos, sofreu no ataque dependendo da “pequena” Sassá. Porém tem Elisângela e Soninha, que sabem soltar o braço. Já as mineiras dispensam muitos comentários. Quando Herrera está em um bom dia, é difícil segurá-la. As duas equipes têm boas chances de chegar à semi e, possivelmente, encarar o Sollys/Nestlé.

Vale lembrar que as quartas de final serão decididas em séries de melhor de três. Segundo a CBV, todos os jogos terão transmissão. na primeira rodada, a Sportv transmite todos os jogos.

P.s.: Na Superliga masculina, os playoffs devem começar no dia 16. Até lá faço também um jogo a jogo. E desculpa pela ausência nos últimos dias, galera, mas tive uma semana recheada de problemas pessoais e precisava de um tempinho!

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 Superliga | 22:20

Até agora, Superliga volta do carnaval como esperado

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A Superliga 2011/2012 voltou na noite desta sexta-feira depois da parada para a folia do carnaval. Depois de desfilar em escolas de samba, como as meninas do Unilever, curtir camarote na Sapucaí, como Murilo e Jaqueline, e fechar o feriado com show de despedida do Exaltasamba, que contou com o elenco da Cimed/Sky lá em Florianópolis, os jogos voltaram.

Ana Cristina e Fernanda Garay

Fernanda Garay postou uma foto no Twitter ao lado de Ana Cristina após vitória sobre o Pinheiros

E, pelos resultados do feminino nesta sexta-feira, as coisas seguem como o esperado. Líder Unilever bateu o Macaé por 3 sets a 0, com dois sets apertados e vida fácil na última parcial. O Vôlei Futuro, em casa, passou pelo Pinheiros pelo mesmo placar. A equipe de Araçatuba errou saques, mas se impôs no ataque e dominou o jogo (veja os detalhes do jogo). O Pinheiros, apesar de estar por enquanto em oitavo na tabela, segue sem grandes chances na temporada depois do desmanche que sofreu no ano passado.

Falando em tabela, o Mackenzie/Cia do Terno venceu o BMG/São Bernardo, mais um time que, na minha opinião, não “virou” nesta temporada, também em sets diretos e assegurou um lugar nos playoffs da Superliga.

Mas o jogo esperado da rodada é entre Sollys/Nestlé e Usiminas/Minas, na tarde de sábado. Se vencer, o time de Osasco segue na vice-liderança. Um tropeço faz as laranjas serem ultrapassadas pelo Vôlei Futuro. Será uma partida interessante porque o Sollys/Nestlé vinha de boas atuações. A equipe ganhou volume com a volta da levantadora Fabíola e finalmente começou a ver a norte-americana Destinee Hooker em ação. Já as mineiras têm as cubanas Herrera e Daymi no ataque sob o comando da levantadora Claudinha. Promessa de boas jogadas.

Sobre o masculino ainda é um pouco cedo para comentar, já que quase toda a rodada também será no sábado. Na noite desta sexta-feira apenas vitória no tie-break do RJX sobre o BMG/São Bernardo (leia mais sobre a partida) e um duelo equilibrado entre Vôlei Futuro e Vivo/Minas. Volto depois da rodada com os resultados atualizados e mais comentários.

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012 Superliga | 17:22

Superliga feminina volta com um invicto a menos e estrangeiras

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A Superliga feminina 2011/2012 voltou na noite de terça-feira e já viu a queda de um dos invictos. O Vôlei Futuro, que como já comentamos por aqui acertou a mão nesta temporada, bateu o Usiminas/Minas por 3 sets a 0, com direito a dois 25 a 15, acabou com a invencibilidade das mineiras e segue líder e sem perder na competição nacional.

Leia também: Paula Pequeno é a melhor jogadora da sexta rodada

Apesar da derrota, o jogo ajuda a falar das estrangeiras desta Superliga. A cubana Herrera marcou 14 pontos e é uma das grandes armas do elenco de Minas mais uma vez. Já o Solly/Nestlé, outro invicto ao lado do Vôlei Futuro finalmente teve a norte-americana Destinee Hooker em uma partida inteira. A oposto ainda não foi o destaque, que ficou para Jaqueline, mas viu seu time bater o Macaé por 3 a 0.  E ainda temos mais uma norte-americana, a Dani Scott, que voltou ao BMG/São Bernardo. As estrangeiras dão uma graça a mais para a Superliga feminina.

Voltando à rodada da terça-feira, tivemos mais um 3 a 0, agora sem estrangeiras. Mas o jogo foi a prova do que o entrosamento faz com o time. Na vitória do Unilever contra o São Bernardo no último jogo na Superliga em 2011, Bernardinho havia falado que aquele havia sido o melhor jogo do time no torneio. No primeiro confronto de 2012, na vitória sobre o Praia Clube, o discurso se repetiu.

O Unilever, que ficou com o bronze no Top Volley durante a folga de final de ano, voltou ainda mais entrosado e viu mais uma vez a boa parceria de Fernanda Venturini com Juciely pelo meio-de-rede. A central foi a melhor em quadra e o time carioca, que embalou de vez (única derrota foi na estreia e, depois, cinco vitórias), agradece a experiente levantadora. Ela tem facilitado o jogo com o bom entrosamento com as companheiras.

Nesta noite a rodada será para os homens. Vamos ver quem se destaca. Até mais!

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