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Posts com a Tag Gustavo

quarta-feira, 25 de setembro de 2013 Superliga | 09:41

Paciência com o calendário no começo da Superliga

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Taí um assunto que todas as temporadas gera algum tipo de polêmica: o calendário da Superliga. A reclamação já foi porque o calendário ficou apertado, quase sem folga entre os jogos. Agora, o torneio nacional começou antes, no dia 7 de setembro, só que nem todo mundo entrou em quadra. A competição feminina, por exemplo, só começará nesta sexta-feira, dia 27. Sim, ficou confuso, mas foi a maneira de atender ao pedidos dos próprios clubes e atletas.

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Foi criada uma comissão de técnicos e jogadores para discutir, entre outros pontos, o calendário da Superliga com a CBV. E neste começo de semana, o assunto veio à tona no Twitter. Gustavo, central do Canoas e que sempre colabora com o blog, falou do calendário e deixou claro que tudo foi discutido e aprovado com a comissão. O Vivo/Minas, por exemplo, será um dos últimos a estrear porque tem jogador ainda na disputa do Campeonato Europeu. Com isso, está complicado entender ao certo em que rodada estamos do torneio, quem já jogou ou quem lidera, mas a tendência é que isso se acerte.

Leia mais: Sada Cruzeiro estreia no Mundial contra La Romana. Veja o calendário

Os ajustes foram necessários para tentar acomodar todos os torneios neste segundo semestre. O Sada/Cruzeiro, que já está a todo vapor na Superliga, daqui a pouco vai jogar o Mundial de Clubes. No feminino, as jogadoras estavam até o final de semana servindo à seleção brasileira na disputa do Sul-Americano. E ainda teremos mais coisa pela frente, como o Mundial sub 23.

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O que preocupa com isso é que, com tantas competições, o resultado pode ser o inverso do que jogadores tanto clamavam. Muitos já falaram que era preciso mais tempo de descanso entre uma partida e outra, principalmente nos casos de viagens para outros estados, por exemplo. Leandro Vissotto, por exemplo, comentou comigo no lançamento da Superliga que o ideal era jogar uma vez por semana, como na Europa, e se começassem antes, isso seria possível, Mas e agora, quem é da seleção juvenil treina com a equipe na Superliga e com o time nacional? Não sobrou tempo de descanso e já vimos até lesão neste comecinho do torneio nacional depois de tanto trabalho, como aconteceu com Luan, do Canoas.

Enfim, é preciso um pouco de paciência neste começo de temporada e, aos poucos, vamos entendendo quem joga qual competição. Mas acho que é importante seguir com esse diálogo entre jogadores e CBV. Esse parece ser um caminho para tentar agradar a todos e fazer um espetáculo melhor.

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013 Superliga | 22:04

Esse tal set de 21 pontos ainda vai dar o que falar…

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Foi só o primeiro jogo da Superliga 2013/2014, mas já dá para imaginar que o teste com o set de 21 pontos vai dar muito o que falar.  No final de semana, o Sada Cruzeiro venceu o São Bernardo em casa por 3 sets a 0 em 1h10min (veja como foi a vitória do time mineiro) e os comentários surgiram antes, durante e depois da partida.

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Na semana passada, fiz um especial para o iG e ouvi jogadores, técnicos e a CBV sobre o teste. William, que reclamou logo após uma partida do Mineiro, me disse que o jogo ficou estranho, frio e sem tempo para reação. Já Marcos Pacheco, técnico do Sesi, revelou ainda não ter se acostumado com a pontuação mesmo depois de sete jogos pelo Campeonato Paulista. A CBV se defendeu e reafirmou que isso é apenas um teste e não uma mudança na regra e que foi tudo feito a pedido das TVs.

Veja o especial – Set com 21 pontos incomoda no vôlei: “Jogo rápido, frio e sem tempo de reação”

No lançamento da Superliga, o assunto voltou. Marcelinho, levantador do Vivo/Minas, comentou um fator que me chamou a atenção. O jogo para muito mais. O final do set ficou mais curto e é ali que os técnicos usam o seu tempo para mexer nos times ou segurar o rival. Com menos pontos, os tempos ficarão mais próximos e o jogo ainda mais “quebrado”.

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A polêmica continuou após a estreia da Superliga. Marcelo Mendez, técnico do Cruzeiro, reclamou no Twitter. “3-0, 41 min de jogo e 45 min de aquecimento! Contradição!! Querer encurtar o jogo e aumentar o intervalo entre o 2 e 3 set! #21ptsnão“, postou ele. O treinador continuou: “Mexer no tempo de jogo e manter o tempo morto intocável é contraditório! #21ptsnão“.

Na noite desta segunda-feira, durante a final do Aberto de tênis dos Estados Unidos, o assunto voltou para as redes sociais. “Será que depois dessa final do US Open vão pedir a ATP pra que a cada dez trocas de bola, os tenistas decidam o ponto no par ou ímpar? Só pro jogo não ficar muito longo… Pra dar uma “enxugada” na programação…”, escreveu Riad, central do RJX no microblog. “Partida de tênis indo para 3 horas e meia e a ITF não tá nem aí para a duração do jogo. Voleibol podia seguir o exemplo”, sugeriu Douglas, do Sada Cruzeiro, também na rede social.

Já começaram até uma petição contra os sets com 21 pontos. Até a noite de segunda-feira eram 1235 assinaturas. A proposta da página é chegar aos 5000 contrários ao teste. Para quem quiser ver ou assinar a petição, segue o link: Contra a mudança de pontuação no voleibol de quadra de 25 para 21 por set na Superliga e demais campeonatos.

Por enquanto, ainda não sei se o teste fará bem ou mal para o vôlei. Apoio a opinião de Gustavo, do Canoas. A Superliga será feita desta maneira e cabem aos jogadores, técnicos e todos os envolvidos avaliarem se deu certo ou não, com um dossiê ao final da temporada. A maneira como o teste chegou, imposto pela CBV, de acordo com os jogadores, incomoda. Mas o torneio está aí… Agora é jogar! E falar, porque todo mundo tem direito de dar a sua opinião!

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013 Diversos, Superliga | 10:32

Paulista e Superliga com 21 pontos. Isso vai dar certo?

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O Campeonato Paulista de vôlei começa nesta sexta-feira com algumas novidades, entre elas uma nova pontuação. No torneio, será testada a regra de sets com 21 pontos (o tie-break continuará com 15 pontos). Além disso, a competição será uma prévia da Superliga, que segundo técnicos e dirigentes daqui de São Paulo, terá o mesmo formato. E agora, será que isso vai dar certo?

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A ideia de reduzir a pontuação é em prol da TV. “Acho que isso se faz necessário para ter um domínio do tempo máximo de jogo para a TV. É muito complicado imaginar que o jogo terá 90 minutos e ver uma partida com mais de 2 horas”, afirma Montanaro, gerente das equipes do Sesi, ao Mundo do Vôlei. Também conversei com Gustavo, central do Canoas, sobre a mudança e para ele, atletas podem ser beneficiados. “Além de diminuir o tempo de jogo, vai ajudar a diminuir o desgaste dos atletas”, falou o jogador.

Mas tirar quatro pontos de cada parcial vai de fato mudar alguma coisa no final? Marcos Pacheco, técnico da equipe masculina do Sesi, está um pouco pé atrás e comentou que a mudança pode ser radical demais. Mas, no final, os sets podem ter de 5 a 7 minutos a menos, o que pode ser uma vantagem para a televisão. Mas o treinador já espera um pouco de dor de cabeça para montar o jogo em sets menores.

“Muda toda a formatação do jogo, as paradas, as substituições. Até então o jogo se tornava mais tenso a partir do 20º ponto. Agora não sei a partir de que momento isso vai acontecer. Normalmente eu pensava em fazer as inversões a partir do 19º ponto. E agora? A estratégia já muda no 15º? O timing do jogo será diferente”, explica Pacheco.

Será que os times vão se adaptar bem à regra? E quanto tempo será necessário até a adaptação de fato? Bom, quem disputa o Paulista, como Brasil Karim, de Campinas, e o Sesi, fez alguns amistosos no novo formato. E vale se preparar porque, ao que tudo indica, a Superliga também será assim.

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“O Campeonato Paulista vai ser de 21 pontos porque a Superliga será de 21 pontos. Já temos a bola que é diferente, então a regra tem que ser igual. Não é que o Paulista será um teste da regra”, fala Pacheco. E os dois torneios terão jogos ao mesmo tempo, já que o calendário do torneio nacional foi “esticado” e a Superliga vai começar nesta temporada no início de setembro.

Procurada pelo Mundo do Vôlei, a confederação não confirmou a mudança. “Ainda não há definição sobre este assunto. Qualquer mudança neste sentido depende de aprovação na plenária da Superliga, que deverá acontecer nas próximas semanas”, disse por meio da assessoria. Gustavo também não sabia da alteração. “Na Superliga ainda está em discussão se será implementado ou não. Nós do Canoas continuaremos com os treinos normais e não faremos nenhum teste até lá”, afirmou. Ainda assim, os técnicos e dirigentes de São Paulo afirmaram que as regras foram discutidas e confirmadas em reuniões entre clubes e CBV.

Vamos ver no que isso vai dar. Fico receosa ao se fazer um teste na justo principal competição do país, que é a Superliga. Não poderia ser em algum torneio menor? Por outro lado, se a moda pega, o Brasil já estará acostumado a jogar nos tal 21 pontos.

Além disso, o caminho é tentar tornar os jogos mais rápidos. “Há duas semanas tivemos uma reunião sobre arbitragem e regulamento. Estavam os 10 árbitros, nós, jogadores, e os técnicos. Os jogos estavam parando demais, com muita reclamação e confusão com arbitragem. E ninguém quer o jogo parado. Todo mundo quer ver a bola no ar. Os árbitros vão ser mais enérgicos e nós, atletas, vamos tentar reclamar um pouco menos. E como a gente joga no verão, sua demais e já tem que parar toda hora para secar a quadra. Eles disseram que podem colocar mais de 20 gandulas ali do lado para ajudar”, conta Gustavo.

Resta saber como tudo isso será na bola, na quadra!

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quinta-feira, 13 de junho de 2013 Seleção masculina | 11:03

'Seleção está mais forte do que nunca'. Quem concorda?

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“O Brasil está mais forte do que nunca sob a liderança de Bruninho, com Lucão em sua melhor fase e com a experiência que Vissotto adquiriu na Rússia. Temos grandes chances de fazer acontecer. E ainda tem Éder com a sua grande chance de mostrar para todo mundo o que pode fazer, assim como os jovens Lucarelli e Isac. Com esse time, não temos nada com o que se preocupar”.

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Divulgação/FIVB

Lucarelli, Éder, Bruninho e Dante: novatos e experientes na seleção

As palavras são de quem entende do assunto. Gustavo Endres escreveu nesta quinta-feira um texto para a FIVB (veja a versão original, em inglês) e fez elogios à renovada seleção brasileira masculina que disputa a Liga Mundial. O time de Bernardinho venceu as duas primeiras partidas contra a Polônia e, nesta semana, encara a Argentina fora de casa.

“O Brasil está criando uma nova geração, com experientes e jovens. A mistura tem ajudado a formar uma equipe balanceada”, continua o central. “Acho que estamos no caminho para ganhar o título esse ano”, completa.

Quem concorda com Gustavo? Ainda tem muito trabalho pela frente, mas a formação da seleção agrada. Lucarelli estreou já como titular e segurou a pressão. Levou uns bloqueios no primeiro jogo, demorou a entrar de fato na partida, mas depois, deslanchou. E na segunda partida foi o teste de Isac. Ele ainda precisa de mais afinidade com Bruninho, o que virá com o tempo, mas também correspondeu.

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E como diz Gustavo, a mescla do time está interessante. Ao mesmo tempo que tem um Lucarelli em uma ponta, o cara mais jovem do time e ainda com pouca experiência, do outro lado tem o veterano Dante. Além disso, os tempos na Rússia fizeram bem a Vissotto. Foi bom ver o gigante soltando o braço no ataque e afinado com Bruninho. Ah, e Gustavo não falou, mas usar William e Wallace nas inversões de 5-1 também ajudou, já que entrosamento entre eles não falta. O que precisa é segurar a concentração durante toda a partida (contra a Polônia parece que apareceu aquela síndrome do terceiro set) e diminuir os erros.

Agora é ver como o time se comporta diante da Argentina. A seleção encara os hermanos às 20h30 desta sexta-feira e, depois, volta para quadra no mesmo horário no sábado.

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segunda-feira, 3 de junho de 2013 Diversos, Superliga | 18:03

Gustavo em dia de "fico"

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Divulgação

Gustavo tem seu dia do fico

O central campeão olímpico e mundial Gustavo convocou uma coletiva para a tarde desta segunda-feira. Todo mundo esperava que ele fosse encerrar a carreira, afinal, já havia deixado a dúvida no ar desde o final da temporada passada, e decidisse seguir nos bastidores, atuando com a comissão técnica. Pois ele vai fazer esse trabalho de bastidores também. Gustavo segue mais uma temporada no Canoas.

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Foi uma boa surpresa. Ele é um jogador muito experiente e que faz bem a qualquer equipe. Quem não iria querer contar com bloqueador como esse? E aos 37 anos, como ele mesmo lembrou durante a coletiva, não sofre com lesões e, por isso, consegue jogar no alto nível.

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Gustavo também é uma voz ativa e isso só tende a ajudar o esporte e aos atletas. Mesmo como jogador, ele nunca deixou de criticar ou fazer campanha quando foi necessário. E agora a CBV parece estar ouvindo os atletas e criando um diálogo, tanto que algumas mudanças como calendário, jogo das estrelas e outros pontos já estão sendo discutidos. Que continue assim!

Então, no dia do “fico” de Gustavo, resta dizer boa sorte e boa temporada! Ele segue como central do Canoas e também atuando no comitê de gestão do time.

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terça-feira, 19 de março de 2013 Superliga | 11:37

Apagão, calor, reclamação… o que rolou longe da bola

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A Superliga está na reta final para homens e mulheres. No masculino, foram definidas as semifinais e no feminino já sabemos que a final será Sollys/Nestlé x Unilever. Mas essa fase de playoffs e alguns jogos da classificação também chamaram a atenção longe da bola. Relembre na seleção do Mundo do Vôlei

Calor, muito calor

Divulgação

Sassá passou mal por causa do calor no Maracanãzinho

Para começar, o mais recente… A semifinal Unilever e Sesi no sábado teve um grande susto e o vilão foi o calor. O Rio de Janeiro sofreu com os temporais e o Maracanãzinho ficou sem ar condicionado. No final de semana, no jogo Unilever x Sesi, dava para ver as jogadoras transpirando muito logo nos primeiros pontos da partida. E pouco depois, Sassá deu um susto. Ela teve uma queda de pressão, ficou com dificuldade para respirar e, muito nervosa, foi retirada da quadra para receber atendimento. Por sorte, não foi nada grave.

Leia mais: Unilever avança para mais um final em manhã de susto com Sassá

Apagão

Já as quartas de final do masculino foram marcadas pelos apagões. Teve falta de luz e jogo paralisado em dois duelos de Sesi x Canoas e no segundo da série São Bernardo x RJX. Em São Paulo, a forte chuva do final da tarde que fez estragos. Em São Bernardo, o gerador superaqueceu e parou de funcionar. Estava lá nesse confronto e o apagão dividiu opiniões. Enquanto Bruninho acha que uma parada atrapalha, Dante não vê tanto problema ao RJX e leva a situação com bom humor. Assista no vídeo abaixo:

Antes, o Maracanãzinho tinha tido problema no gerador e apagão no jogo RJX x Medley/Campinas e o Canoas havia cancelado um treino no local também pela falta de luz. O Vôlei Amil foi outro a perder treino. A luz acabou devido às fortes chuvas em uma tarde em Campinas.

Ginásio pequeno e falta de estrutura

Ventiladores - Eduardo Valente/Futura Press

Ventiladores ajudam a secar a quadra para partida no ginásio Capoeirão

Não é a primeira vez que as condições das quadras aliadas ao tempo atrapalham. No ano passado, o ginásio de Montes Claros tinha goteiras e o Capoeirão, casa da Cimed, teve um inesquecível jogo com ventiladores para secar a quadra (veja foto)! Mas a Superliga desta temporada também teve falta de estrutura sem nenhuma relação com São Pedro.

Relembre: Ventiladores e toalhas salvam jogo da Superliga

Logo no começo, o RJX mandava seus duelos no ginásio da AABB, considerado pequeno e com teto baixo. Vire e mexe a bola parava no teto a sequência do ponto era interrompida. Depois, o time carioca passou a jogar no Maracanãzinho, que segue em obras.

Reclamação e mais reclamação sobre a arbitragem

Reprodução

Reclamações de Gustavo no Twitter

Como esse assunto rendeu! De novo, a série das quartas entre Sesi e Canoas foi agitada e teve muita reclamação da arbitragem. Em um jogo, Murilo reclamou e foi flagrado dizendo que “ali não era Superliga B”. Ele pediu desculpas depois. Já o irmão Gustavo recorreu ao Twitter para reclamar, como mostra o print. Ele falou dos erros, da falta de preparo dos árbitros, lembrou que jogadores podem sem punidos por reclamação e disse que até perde a vontade de jogar.

Leia mais: Gustavo critica arbitragem no Twitter nas quartas de final da Superliga

Outro exemplo de discussão foi no final do returno, com Sollys/Nestlé x Unilever que terminou em confusão. Mesmo vencendo, o time de Osasco reclamou da arbitragem e, segundo Bernardinho, teria hostilizado o delegado da partida. O técnico carioca saiu em defesa do delegado e o clima pesou a caminho do vestiário.

Que falta faz a tecnologia para falar se a boa duvidosa foi dentro ou fora! Que falta faz um pouco mais de estrutura para o esporte!

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quinta-feira, 27 de setembro de 2012 Diversos | 13:12

Vale a pena proibir a recepção de toque?

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A FIVB mudou esta semana algumas regras do vôlei. Agora, segundo informações do site Melhor do Vôlei será infração recepcionar de toque. O que você acha? Vale a pena essa alteração?

Alguns jogadores comentaram a notícia no Twitter. “Pra mim estamos dando um passo para trás! Minha opinião!”, escreveu William, levantador do Sada/Cruzeiro. “Voltaremos ao voleibol romântico com o passe sendo feito só com a manchete. Minha opinião é favorável a esta regra nova tb pq não passo!!”, postou o central Gustavo do Canoas Vôlei.

Não gostei muito da mudança, não. O passe de toque acelera a jogada, faz a bola já chegar alta e mais rápida às mãos do levantador. E acho que as jogadas mais bonitas são essas, aceleradas. No caso dos saques flutuantes ou balanceados, esperar a bola cair para executar a manchete vai fazer o time perder alguns segundos importantes na armação. Claro, é o levantador quem tem que ter habilidade para impor velocidade e tal, mas acho que o toque pode ajudar um pouco.

Porém, nos últimos anos, cada vez mais se fala em jogo rápido, em dificuldade para marcação da arbitragem… Mas porque não investir em tecnologia ou invés de mudar uma coisa que está funcionando bem? Também já tentaram “segurar” o jogo impondo que o primeiro ataque fosse feito apenas do fundo. A regra valeu em um Mundial de Clubes e não foi para frente. Vamos ver o que acontece com essa agora…

Será que Ary Graça, agora presidente da FIVB, aprova tudo isso? Se a regra pegar, as escolinhas de vôlei terão que dar mais valor à manchete. E por um lado, isso pode ser bom. Vemos muitos jogadores que são fracos no passe e terão que investir cada vez no fundamento, afinal, muitas vezes é simples colocar a bola na mão do levantador de toque do que manchete.

A outra mudança é em relação ao cartão amarelo, que não vai mais significar ponto direto para o adversário. Acho que isso não interfere tanto no jogo, basta ver como os árbitros vão segurar os ânimos da galera em quadra.

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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012 Superliga | 15:05

Saque é um grande trunfo ou um grande vilão?

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RJX - Divulgação/CBV

RJX, de Lipe, venceu o Cimed/Sky na quarta rodada do returno da Superliga masculina

A quarta rodada do returno da Superliga masculina começou na terça e acabou na quarta-feira com times falando sobre o saque. No primeiro jogo, o Sesi se deu bem com tantos erros do BMG/São Bernardo. Na noite de quarta, a Cimed/Sky conseguiu boas sequências, mas acabou derrotada mais uma vez no torneio pelo RJX. O saque, que muitas vezes já foi trunfo, pode ser o vilão de um jogo…

E esse tema não envolve apenas a Superliga. Na seleção masculina, por exemplo, Bernardinho e jogadores reclamaram do nível dos saques durante a Copa do Mundo. O serviço ficou bem abaixo do esperado, mas quando entrou, ajudou o Brasil a dar uma lavada, como naquele 3 sets a 0 para cima dos russos. Entre as mulheres, o saque flutuante já está ficando manjado. Mas ainda tem gente variando bem, como a Unilever, que consegue boas sequências com Sheilla e Regiane no fundamento.

Parece que, às vezes, falta fazer o básico. Foi isso que senti no São Bernardo diante do Sesi. Se o saque era forçado, era errado. Se tirava o peso, errava também. Que tal começar tentando colocar a bola do outro lado? Claro que há um risco muito grande de levar, de cara, uma bola rápida pelo meio, mas pelo menos teve um pouco de jogo. O São Bernardo não conseguiu nada disso e deu mais de 20 pontos de graça em erros de saque. Impossível ganhar jogo assim.

Já conversei com o Lucão sobre isso. Ele também disse que faltaram saques melhores ao Brasil na Copa do Mundo. E olha que ele é um daqueles “autorizados” a forçar o tempo todo. Falta um equilíbrio melhor. Sempre terão aqueles que soltam o braço o tempo todo, mas quem alivia, tem que acertar mais. E um saque sem peso, principalmente no masculino, acostumado a receber pancadas o tempo todo, pode, sim, tirar a bola da não do levantador. Já no feminino, a tática já ficou conhecida.

Um bom saque é mais do que meio ponto marcado porque o passe, se sair, vai ser quebrado e o bloqueio pode chegar inteiro na marcação. Alguns saques errados são aceitáveis. Uma sequência de bolas na rede ou para fora compromete totalmente e deixa o jogo chato.

“O jogo foi muito disputado. Cometemos muitos erros de saque, o que não pode acontecer. Conseguimos buscar a partida, mas perdemos algumas chances no quinto set”, resumiu o central Gustavo depois da derrota da Cimed/Sky para o RJX. O resultado custou a liderança da tabela, que ficou para o Sesi, aquele que se aproveitou dos serviços errados do BMG/São Bernardo.

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012 Superliga | 18:36

A saída de Pacheco da Cimed/Sky

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Pacheco

Pacheco pediu demissão da Cimed/Sky na quinta-feira

Duas derrotas seguidas e um técnico a menos. Esse é o saldo do momento da Cimed/Sky. O time, que no passado caiu ainda nas quartas de final e nessa temporada está em quinto lugar na tabela, viu o treinador Marcos Pacheco pedir demissão na quinta-feira. Conversei com ele hoje e o bate papo mostrou um cara ainda abalado com a decisão.

Pacheco disse que saiu por motivos pessoais, por ver que suas convicções não batiam mais com as do time. A frase que me chamou a atenção foi: “Como eu vou chegar para um cara como o Bruninho, e pedir para ele bater no peito e acreditar em tudo se eu não acredito?”. E se não se acredita mais no local onde se trabalha, não há como continuar. Ele não quis comentar o que não estava mais batendo com a equipe, mas a voz ficou embargada ao lembrar que não conseguiu ao menos conversar com a equipe. “Quando eu cheguei ao ginásio, eu não consegui nem tocar no assunto”, afirmou Pacheco.

Leia a reportagem completa sobre a saída do Pacheco no iG Esporte

Os próximos resultados da Cimed/Sky dirão se a decisão fez bem ou mal ao time. Por enquanto, o que vemos é uma equipe ainda com altos e baixos e cometendo muitos erros em quadra. E com jogadores que pouco atuaram. Foi comentado que o patrocinador estava pressionando para que Giba e Gustavo jogassem. Mas já me garantiram que isso não existe.

Giba chegou, conseguiu fazer um treino apenas com o time, foi para a seleção e voltou com a fratura por estresse na tíbia. Depois, não conseguiu jogar mais. Ele passou por exames na quarta-feira e os resultados foram positivos, ou seja, a recuperação está boa. E o time, por meio da assessoria, fala que não irá apressar a volta do astro. A expectativa que é Giba se recupere para jogar os playoffs. Nada de adiantar a volta.

Já Gustavo é um jogador com todas as qualidades, mas também sofreu com lesões e ficou no banco por opção do treinador. E se o técnico não puder escalar a sua equipe, como será? Por outro lado, é bom ressaltar que a Cimed vem perdendo gente importante desde o último título nacional. Saíram Lucão, Thiago Alves, Bob… Reforços chegaram, sim, mas o time não foi mais o mesmo.

E ainda vale lembrar que a equipe nesta temporada sofreu com a ausência de  Giba, por exemplo, até para treinar. Faltava um ponteiro a mais no time para compor os elencos nos jogos de titulares x reservas, por exemplo. Já tivemos exemplos de que uma equipe inchada pode ajudar, como aconteceu no Sesi na temporada passada, que tinha gente para suprir qualquer machucado e chegou bem à final, tanto que foi campeão.

Pacheco ainda afirmou que sua saída não teve nenhuma relação com a chegada de Douglas à comissão técnica, pelo contrário, ele só fez elogios ao ex-campeão olímpico. O fato é que, agora, Douglas será o treinador interino no cargo e com pouca gente no mercado, tem chance de assumir de fato a equipe.

A Superliga continua neste final de semana e veremos o que tudo isso fez com o emocional da Cimed/Sky.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011 Superliga | 08:00

Superliga ainda sem cara de super, mas com promessas

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Bruninho e Gustavo - Divulgação/CBV

Estrelas, Bruninho e Gustavo entraram apenas ao longo da partida de estreia da Cimed/Sky

A Superliga 2011/2012 teve início no final de semana para homens e mulheres. Para começar, um pouco da edição masculina (como a feminina terá rodada completa logo mais, comentamos os primeiros jogos depois, combinado?). Por enquanto, o campeonato ainda não é “super”, mas tem boas promessas.

Saiu na frente quem não tinha um dos “supertimes” da temporada. RJX, por exemplo, nasceu no Rio e tem como objetivo chegar à final da competição. Para não virar um novo Pinheiros e ser apenas um time de estrelas e sem resultado, apostou em selecionáveis como Dante, Théo, Marlon e Lucão e gente também boa como Lipe, Allan ou Thiago Sens para ter titulares e reservas.

Porém, a tabela não foi amiga da equipe carioca. Logo de cara, um clássico sem cara de clássico. O RJX encarou o Sesi, mas as grandes estrelas não atuaram o tempo todo. E venceu quem tem uma base melhor e mais bem entrosada. O Sesi acabou de ser campeão paulista, manteve praticamente o mesmo time campeão da Superliga na última temporada e venceu, sem muitos prolemas (leia mais sobre a partida).

Outro “supertime”, a Cimed, que herdou Giba e Gustavo da Sky, também não precisou da força máxima para vencer o Londrina/Sercomtel. Bruninho e Gustavo atuaram pouco. E Giba nem entrou (leia mais sobre a partida).

O jogo mais equilibrado acabou ficando com os times com menos estrelas. Fora de casa, o BMG/Montes Claros, que quase acabou na temporada passada e refez o elenco, só venceu o Medley/Campinas, que se reforçou com nomes como Bob e Zanuto (que podem não estar na seleção, mas são velhos conhecidos de quem acompanha vôlei), no tie-break.

Por enquanto, esses times menos estrelados, ou a base dos estrelados, saem na frente. É o caminho natural, já que os elencos seguiram trabalhando enquanto os atletas estavam reunidos na seleção brasileira. Só é ruim ver um clássico como Sesi e RJX sem a verdadeira cara e o verdadeiro equilíbrio esperado. No returno será melhor.

Agora, Sesi, que tem um ótimo grupo, Vôlei Futuro, que apostou em atletas fora da seleção, mas qualificados como Lorena, Piá e Ricardinho, estão em vantagem. Depois da pausa para as festas de final de ano e com mais tempo de treino, os outros entrarão de vez na briga. E aí sim a Superliga promete render ótimas emoções.

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