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sábado, 11 de abril de 2015 Superliga | 09:50

Não passa nada! Molico/Nestlé cresce no bloqueio e vai para a final da Superliga

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O Rexona/Ades já sabe quem vai enfrentar na decisão da Superliga feminina 2014/2015. Na noite de sexta-feira, o Molico/Nestlé bateu o Sesi por 3 sets a 0 (25/21, 25/17 e 25/14), fechou a série com duas vitórias e garantiu a sua vaga na final do campeonato. E lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na decisão. Será o 10º nos últimos 11 anos!

Divulgação/ZDL

Bloqueio do Molico/Nestlé para cima do Sesi na semifinal da Superliga 2014/2015

E na partida desta sexta, o Molico/Nestlé repetiu o que deu certo no primeiro jogo da semifinal e arrumou o que estava errado. Assim, ficou fácil. No primeiro confronto, as jogadoras do Osasco aplicaram 27 pontos de bloqueio em cinco sets. Agora, foram 17 pontos no fundamento em três sets. Era bloqueio pelo meio, na ponta, na bola largada… Excelente leitura de jogo da equipe e pressão o tempo todo para cima do Sesi.

Mais detalhes da semifinal Molico/Nestlé x Sesi

Entretanto, no primeiro jogo o Molico vacilou nos erros e se perdeu em quadra, tendo que decidir no tie-break depois de ter vencido os dois primeiros sets. Foram os bloqueios que salvaram naquela partida. Agora, a equipe mostrou concentração do começo ao fim para liquidar logo a partida. Na volta para o terceiro, saiu na frente e em pouco tempo estava com 4 a 0 ou 6 a 1 no placar. Se com uma ótima atuação no bloqueio e erros já saiu a vitória, com parede na rede e concentração, veio o 3 a 0.

Do outro lado, o Sesi pecou nos erros de saque logo no primeiro set. Acho que foram seis pontos de graça nessas falhas. E com a pressão do outro lado, acabou sucumbindo. O time paulistano chegou a reagir ainda no primeiro set e quase complicou no finalzinho, mas não deu.

E desta vez, a escolha do Viva Vôlei foi mais do que acertada. Às vezes o prêmio é dado para incentivar uma jogadora e não vai para quem realmente segurou a onda da partida. A escolhida da noite foi Gabi, do Molico/Nestlé. Com 1,75m, ela bloqueou, mostrou potência em lindos ataques e defendeu. Mereceu. Mas como o destaque do jogo foi o bloqueio, méritos também para Thaísa e Adenízia e mais cinco pontos no fundamento na conta de cada uma.

Agora, como disse lá no começo, lá vamos nós para mais uma decisão entre Rio de Janeiro e Osasco. Espero que o time de Luizomar mantenha o embalo desta semifinal. Aí a final, marcada para o dia 26, promete…

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013 Seleção feminina | 07:45

De volta ao topo no Grand Prix

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O Brasil faturou o Grand Prix neste final de semana! Depois de bater na trave e parar nos Estados Unidos nas finais nos últimos três anos, a seleção feminina teve apresentações de gala, venceu todos os jogos por 3 a 0 na etapa decisiva e voltou a levantar a taça de campeã! E pela nona vez!

Divulgação

Brasil é eneacampeão do Grand Prix de vôlei

O ouro veio com a vitória para cima da China. Faturar dois sets já era garantia de título, mas a seleção não perdeu o foco e marcou mais um 3 a 0. Sinais de uma equipe que se renova, mas que já mostra maturidade em quadra.

José Roberto Guimarães começou, nesta temporada, a mexer na seleção. Depois do segundo ouro olímpico era a hora de ver quem seguiria no time e quem poderia ter chance para 2016. Por exemplo, as gêmeas Monique e Michelle, a central Juciely e a ponteira Gabi foram convocadas pelo técnico. Ele também manteve experientes como Thaísa, Sheilla, Fabiana ou Dani Lins. E até agora, a mistura deu certo.

Quem chegou, mostrou potencial. Mesmo um pouco mais baixa, Juciely teve jogos importantes no bloqueio ao longo da temporada. Monique se viu como oposta titular e Gabi, de 19 anos, foi uma opção e tanto para o ataque na fase final do Grand Prix. E com a volta das veteranas, a seleção ficou mais equilibrada.

Concordo com o trabalho da temporada, ainda depois de ter vencido tudo o que disputou até aqui. Foi válido ter dado uma folga a quem vinha de Olimpíadas e outros torneios como Sheilla, Thaísa e companhia. Com isso quem estava chegando pode ser testada e perder o medo e a ansiedade da estreia. Na hora da verdade, no Grand Prix, elas já tinham um pouco de bagagem. E quem voltava ao time, mesmo dizendo estar um pouco fora de ritmo, entrou bem. Ali, na final contra a China, brilhou Sheilla, maior pontuadora. E Thaísa foi eleita a melhor do torneio pela atuação nas finais.

E o Brasil mostrou que estudar vale demais. Esse foi um dos segredos para cinco jogos com 3 a 0 no placar na etapa decisiva do Grand Prix. E quando digo que a equipe ficou mais equilibrada com a mescla de jogadoras, isso pode ser visto também nos placares. Mesmo quando estava atrás, o Brasil conseguiu virar. E para isso, era Sheilla virando bola de um lado e Gabi do outro, por exemplo. Nada de abaixar a cabeça e deixar o rival crescer ou aquela fama de amarelar da seleção.  A renovada e experiente seleção começou bem!

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013 Seleção feminina | 09:12

Vitória dos sonhos na madrugada no Grand Prix

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“Nem no meu sonho poderia imaginar um resultado desses”. Foi assim que José Roberto Guimarães analisou os 3 sets a 0 do Brasil sobre os Estados Unidos no primeiro jogo da fase final do Grand Prix, nesta madrugada. A seleção levou a melhor em menos de uma hora e mostrou que estudar, e muito, vale a pena.

Divulgação/FIVB

Gabi foi a melhor em quadra diante dos EUA

Os números do jogo comprovam a superioridade brasileira. No ataque, foram 20 pontos a mais que os Estados Unidos. Em bloqueio, também vantagem brasileira, com 13 a 7. Vitória de novo nos aces, com 4 a 3. Mas o que me chamou  atenção foram os erros, ou a ausência deles. O Brasil deu apenas 9 pontos de graça às norte-americanas, que falharam 16 vezes. Lembrando que precisou marcar 75 pontos para fechar a partida em sets diretos, isso não é nada.

E após a partida, Zé Roberto e as jogadoras fizeram coro e falaram do desempenho tático e que o time tinha ido bem em todos os fundamentos. Karch Kiraly, técnico dos Estados Unidos, concordou. “Elas nos venceram em casa fase do jogo”, resumiu o ex-jogador. Isso é resultado de muito estudo, horas e horas e vídeo e disciplina em quadra. Ter passado quase uma semana no Japão fazendo aclimatação, treinos e analisando os adversários deu muito bem! Os vídeos foram bem aproveitados.

O que chamou a atenção também foi ver Gabi como melhor do jogo. Desde a temporada passada e principalmente neste ano, fala-se muito em Fernanda Garay, que vive ótima fase. Mas é bom ver outros destaques no time também, como a garota de 19 anos. Isso sem falar que agora Zé Roberto está voltando aos poucos com as mais experientes e elas também estão fazendo a sua parte, como Thaísa, com 13 bolas no chão, e Fabiana, a atacante mais eficiente.

Como já falei outras vezes, o treinador do Brasil tinha mesmo que fazer testes e a melhor hora eram as competições menores ou mesmo a fase de classificação do Grand Prix. Agora é a chance de recuperar o título e tem que colocar o que tem de melhor (ou que viu de melhor nos testes) em quadra.

Brasil segue na fase final e encara o Japão nesta quinta-feira, às 7h10 (horário de Brasília). Nada de madrugada dessa vez…

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segunda-feira, 5 de agosto de 2013 Seleção feminina | 12:50

Estreia com viradas, pressão e 100% para Brasil no Grand Prix

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A seleção brasileira feminina fechou o primeiro final de semana do Grand Prix com três vitórias em três jogos. A equipe passou por Polônia, Rússia e Estados Unidos com três viradas. Muitos falam que é bom começar um torneio aos poucos e pegar rivais em uma crescente para se adaptar, mas também vale a pena já estrear com rivais complicados. E fica melhor ainda se passar no teste.

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Divulgação/FIVB

Festa do Brasil na vitória sobre os EUA para fechar a primeira semana no Grand Prix

Nos três jogos, o Brasil cometeu diversos erros no primeiro set e demorou a se acertar na relação saque e bloqueio. Depois, como Fabiana comentou em uma das coletivas pós-jogo, o serviço passou a funcionar e os outros fundamentos também melhoraram. O passe, em alguns momentos, ainda é um problema. Contra o bloqueio alto desse primeiro final de semana, a seleção se deu bem quando conseguiu fazer suas jogadas de meio, ou seja, quando o passe entrou.

Além de melhorar o começo dos jogos, é bom também cuidar desse fundo. Mas o time mostrou que consegue encarar a pressão, virando jogos diante de rivais complicados e bons tecnicamente. Sim, a equipe nacional teve falhas, mas soube como consertá-las a tempo em todas as partidas.

Fernanda Garay foi a maior pontuadora em todos os jogos e diante dos Estados Unidos dividiu o posto com Gabi. Garay virou uma referência nessa seleção desde que entrou bem nas Olimpíadas de Londres. Já Gabi, caçulinha do time, mostrou personalidade e ganhou elogios do técnico José Roberto. Foi titular o tempo todo e não se intimidou mesmo sendo alvo no saque e muitas vezes caçada no bloqueio. Chegou bem ao time.

Leia mais sobre os jogos do Brasil no Grand Prix:

O Brasil, e todo mundo, começou a renovação em suas seleções. Por aqui, há ressalvas, mas o caminho parece interessante. O time ficou um pouco mais baixo com Monique como oposta ou Juciely como central. Mas a meio-de-rede, por exemplo, ajudou no jogo tenso diante das russas e surpreendeu as rivais. Acho que a vantagem é ter jogadoras em quase todas as posições. Na ponta, além de Gabi, tem Priscila Daroit no banco e ela foi destaque nos primeiros torneios que a seleção ganhou na temporada. No meio, tem Juciely que vai brigar com Thaísa, Fabiana e Adenízia. No fundo, Camila Brait é a sucessora de Fabizinha. A notícia ruim ficou por conta de Fabíola, que por problemas pessoais pediu dispensa da seleção. Ela pode fazer falta nos próximos jogos… Vamos ver como Claudinha estreia na equipe.

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A seleção brasileira viaja agora para Porto Rico e encara a República Dominicana na próxima sexta-feira. Depois, joga contra a Bulgária e fecha a segunda semana diante das donas da casa.

P.s.: galera, quem me segue no Twitter ou no Facebook viu meus comentários sobre problemas por aqui. O blog está bastante instável desde a semana passada, mas a tecnologia daqui do iG está tentando resolver. Portanto, se me ausentar mais do que o normal, já sabem o motivo!

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domingo, 7 de abril de 2013 Superliga | 17:29

Os ingredientes da final da Superliga feminina

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A Unilever recuperou o título da Superliga feminina com o 3 sets a 2 para cima do Sollys/Nestlé na decisão deste domingo. Acompanhei de perto a decisão, que teve alguns ingredientes marcantes. Em quadra, jogadoras experientes e novatas. A pressão da final foi sentida pelos dois lados. Nas arquibancadas, uma festa linda azul e laranja. Vamos a um pouco mais desta final…

Final da Natália

Natália comemora com Fabi o título da Superliga

Ela recebeu a última bola do jogo e colocou no chão. A jogada coroou uma temporada de recuperação depois de um ano sem jogar por causa do tumor na canela. E uma frase de Lucimar Pereira, mãe de Natália, resume tudo: “Hoje eu senti que a minha filha está curada, tanto do tumor quanto da parte piscilógica. Hoje foi a grande vitória da vida da Natália”.

Minha primeira final, meu primeiro ouro
O Sollys/Nestlé x Unilever reúne campeãs olímpicas e quem é ídolo da torcida. Mas também têm novatas que fizeram a diferença. A canadense Sarah Pavan, por exemplo. Ela chegou nesta temporada, foi maior pontuadora em diversos jogos e repetiu o desempenho na final, com 22 bolas no chão. Falei com ela após o jogo e ela estava feliz pelo desempenho, claro, que confessou ter sofrido de ansiedade antes da partida.

Quem pareceu ansiosa foi Gabi. A menina de 18 demorou um pouco a entrar no jogo e apareceu junto com a virada do Unilever. Mas era de se esperar que ela sentisse a pressão por estar na primeira final, em um ginásio lotado. Depois, fez a sua parte e contribuiu.

Coração das experientes
Na ala das mais experientes, Fabi e Fofão. E depois do jogo, as duas falaram que colocaram o coração na quadra. Para Fabi, isso ajudou no tie-break. E Fofão tentou se controlar nas comemorações para se poupar por causa de dores na panturrilha, mas esqueceu de tudo com a bola em jogo e vibrou. Nas palavras dela, se sentiu como uma garotinha. E final é isso mesmo. Pode ter os anos de experiência que for, tem que ter coração também.

Baixinha é gigante no bloqueio

Alexandre Arruda/CBV

Juciely é a dona do melhor bloqueio da Superliga e foi destaque do tie-break

Uma das jogadoras que atua com o coração é  Juciely. Quando ela está do lado de fora na passagem de Fabi na quadra, a central pula, comemora os pontos e não para. Em ação, se concentra e não foge da responsabilidade. Neste domingo, começou bem no quinto set e ajudou o time a abrir vantagem. E, em terra de centrais gigantes, ela se destaca como bloqueadora com seus 1,84m. Tanto que foi eleita a melhor na posição na Superliga e foi quem mais marcou no fundamento na final, com cinco pontos.

Torcida, do começo ao fim
O jogo foi em campo neutro, mas Osasco é do lado de São Paulo, então, a torcida do Sollys/Nestlé compareceu em peso ao Ibirapuera. E fez barulho o tempo todo. Do banco, quando a Unilever começou a reagir, a levantadora reserva do time paulista Karine comandou os fãs. Levantou os braços, pediu apoio e foi atendida. Em quadra, o Sollys tentou corresponder, mas parou no terceiro set e não voltou mais para o jogo.

A torcida aplaudiu o time e teve respeito. Mas se o ginásio começou com uma festa laranja, terminou azul pelos torcedores da Unilever. E o time retribuiu. Muito depois da bola decisiva de Natália, todas as jogadoras campeãs ficaram em quadra para atender a imprensa e para passar um tempo enorme tirando fotos e dando autógrafos para a torcida. Perdi a conta de quantas vezes vi o pessoal da comissão tentar “resgatar” as jogadoras e fazê-las seguir para o ônibus. Mas tem que ser assim mesmo! Torcida apoia e merece uma resposta.

Falta de organização
Foi preparada uma grande festa para a final. E realmente foi um espetáculo, com dança, DJ, luzes e mais. Só faltou organização ao final do jogo com a imprensa. Sofremos para entrar na quadra e fazer o nosso trabalho. Fica a dica para a final masculina na semana que vem…

Festa, choro e dança
A final teve choro das campeãs e das derrotadas. Não deve ser fácil abrir 2 a 0, ter chances de liquidar o jogo e levar a virada como foi para o Sollys/Nestlé. Até um time formado pela seleção brasileira pode sentir a pressão. Do outro lado, sensação e emoção pelo dever cumprido. No pódio, muita dança até o funk lek lek lek. Era o momento delas e ali, vale tudo. O importante era a medalha de ouro no peito.

Alexandre Arruda/CBV

Unilever comemora octa na Superliga

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sábado, 16 de março de 2013 Superliga | 12:05

Lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na final…

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O Sollys/Nestlé conseguiu a vaga na sexta. Agora de manhã, a Unilever venceu o Sesi por 3 sets a 0 e também avançou para a decisão. E lá vamos nós para mais um Osasco x Rio de Janeiro na briga pelo título da Superliga…

Divulgação

Festa da Unilever com vitória em casa na semi

Antes mesmo de começar o torneio, tudo mundo esperava o Sollys na final pelo elenco, pelos resultados que já havia conquistado e tudo mais. Depois de embalar de vez ainda nas primeiras rodadas, a Unilever também desenhava o seu status de favorita. O time do Rio teve uma bela sequência de vitórias e, neste ano, se livrou de um problema que atrapalhou na temporada passada.

A equipe também foi até a final, mas sofreu com a falta de banco e trocas para passar por toda a Superliga. Agora, Logan Tom se machucou no returno, mas Gabi já tinha sido acionada no lugar da veterana e deu conta do recado quando virou titular. Natália voltou a jogar e cresceu ao longo do torneio, sendo decisiva nessa reta final. E ainda tem gente no banco, como Régis, Amanda, Robertinha e outras… Com elenco mais equilibrado, ficou mais fácil.

A partida deste sábado foi equilibrada, principalmente até meados dos sets. O Sesi também tem um elenco estrelado e engrenou depois da parada do final de ano. Entretanto, na hora de decidir, um saque ou um bloqueio fazem a diferença e a Unilever se deu muito bem. Olha o segundo set. Amanda entrou para sacar e aplicou uma série com direito a aces e passes quebrados. É o banco de reservas de novo ajudando. E contando com Bernardinho para orquestrar tudo isso. Na temporada passada, Amanda entrava com a responsabilidade de decidir, atacar e tal. Agora, pode entrar para fazer o seu melhor, que é o saque. Deu tão certo que ela ficou com o troféu de melhor em quadra, pelo que deu para ver na transmissão.

Lá vamos nós para a mesma final. O Vôlei Amil nem deu tanto trabalho ao Sollys e o Sesi tinha elenco que poderia equilibrar a série, mas também não conseguiu. Sollys e Unilever honraram o favoritismo e mereceram as vagas conquistadas. Mais do mesmo? Sim. Mas acho que foi justo. E agora, quem leva a decisão? Resta esperar até o dia 7 de abril.

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Sassá passou mal, mas se recuperou e acompanhou a partida

Susto de Sassá

Ainda no primeiro set, Sassá passou mal e caiu em quadra. Respirando com muita dificuldade, ela recebeu atendimento e logo foi levada para a sala de musculação. O ginásio do Maracañazinho, por causa de enchentes e chuvas, estava com o ar-condicionado quebrado. Já a sala de musculação tinha ar. Lá ela melhorou e até voltou para assistir o restante da partida ao lado dos pais. Foi um susto, e segundo a transmissão, ela teve uma queda de pressão e acabou muito nervosa pela dificuldade de respirar. Tudo resultado do calor.

A Superliga já mostrou alguns problemas. Diversos jogos tiveram apagão, agora o calor faz uma atleta passar mal. Até quando veremos isso?

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sábado, 9 de março de 2013 Superliga | 12:49

Unilever e Sollys saem na frente. Teremos mais do mesmo?

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*atualizado

Acabou agora há pouco, na manhã deste sábado, a primeira rodada da semifinal da Superliga feminina 2012/2013. E se na noie de sexta-feira, na primeira partida da série, a Unilever passou pelo Sesi por 3 a 1, agora foi o Sollys/Nestlé quem venceu o Vôlei Amil, pelo mesmo placar. Caminhamos para o mais do mesmo com Rio x Osasco na decisão?

Divulgação

Bloqueio da Unilever, e todo o sistema defensivo, se encaixou bem contra o Sesi

Estive no ginásio da Vila Leopoldina para o duelo Sesi x Unilever. Depois de um primeiro set muito forte, o Sesi foi se perdendo e parando no sistema defensivo da Unilever, que não só se armava bem no fundo de quadra, como também fazia uma ótima marcação no bloqueio. Tudo isso com a aquela velha conhecida fórmula, de que um bom saque já é meio caminho andado. Foram sete pontos em aces contra apenas dois da paulistas.

>>Leia mais sobre Sesi x Unilever na semifinal da Superliga

E o Sesi sentiu  virada. Ali, do lado da quadra, dava para ver o rosto um pouco abatido de algumas atletas. A Unilever achou tempo na marcação de Tandara e neutralizou a principal atacante do time rival e maior pontuadora da Superliga. Com isso, o time foi ficando cabisbaixo. Quando acontecia um erro, lá vinha a experiente Elisângela falando “calma, calma, vamos para o próximo”. Mas não deu, defendendo mais, a Unilever foi abrindo no placar e virou a partida. Gabi foi a maior pontuadora, com 19 acertos, e Natália ficou com troféu de melhor em quadra. O primeiro favorito a chegar à final fez a sua parte.

Dani Lins conversou com o blog e falou desse abatimento do time em quadra e dos erros da partida. Veja no vídeo abaixo:

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China com Thaísa foi um arma do Sollys contra o Vôlei Amil

Neste sábado, o Sollys/Nestlé recebeu o Vôlei Amil e pelo primeiro set, quando o time da casa não se achou no passe, parecia que a coisa iria complicar. Entretanto, a mudança de quadra fez bem. A recepção saiu no segundo set e Fabíola fez a festa com Thaísa na china. Foi uma lavada com placar de 25 a 10. Acho que o Vôlei Amil praticamente não pontuou no contra-ataque! Tudo seguiu funcionando para o lado de Osasco no terceiro set e o Vôlei Amil só voltou a equilibrar na última parcial, quando levou o jogo empatado por boa parte do tempo. Porém, no final, o Sollys voltou a virar mais e acabou com o jogo.

>>Leia mais sobre Sollys/Nestlé x Vôlei Amil na semifinal

Pelo que deu para perceber nos primeiros jogos, o Sesi, se estiver em um dia de Tandara e outras inspiradas (como Bia, que fez ótimos jogos no ataque e no bloqueio), vai dar mais trabalho a Unilever do que o Vôlei Amil pode oferecer para o Sollys. O time de Campinas pode reagir se encaixar o passe e ganhar opções de ataque e contar com Ramirez soltando o braço, como fez no duelo contra o Pinheiros nas quartas. Veremos como serão os segundos jogos das semis, no final de semana que vem!

Superliga masculina

Começaram também os playoffs da Superliga masculina. E como foi na primeira rodada das quartas para as mulheres, os jogos aqui foram dentro do esperado. Os líderes venceram em sets diretos e quem ficou no meio da tabela na fase de classificação fez os duelos mais equilibrados.

O RJX, primeiro no returno, marcou 3 a 0 diante do São Bernardo em casa. O mesmo para Sada/Cruzeiro, vice na etapa anterior, que bateu o Volta Redonda. Já o Sesi, além de ter jogado sob mais uma chuva torrencial em São Paulo, caiu diante do Canoas por 3 a 2 depois de três horas de duelo. E para fechar, agora há pouco, o Vivo/Minas passou pelo Medley/Campinas também por 3 a 2 fora de casa.

As quartas de final seguem a partir de terça-feira. Como sabem, quem vencer duas avança para as semifinais. E se no feminino o favoritismo é para Unilever e Sollys/Nestlé, quem avança no masculino? Aqui acho que é mais difícil apostar…

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sexta-feira, 1 de março de 2013 O nome da Superliga, Superliga | 12:14

O nome da Superliga: Gabi

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Gabi, ponteira da Unilever

Depois de uma semana agitada com a primeira rodada das quartas de final da Superliga feminina, a personagem da vez na série “O Nome da Superliga” é Gabi, ponteira da Unilever. Ela esteve em quadra na vitória do time carioca sobre o Rio do Sul nos playoffs, foi a maior pontuadora com 14 acertos e ainda foi eleita a melhor da partida.

Leia mais sobre Unilever 3 x 0 Rio do Sul

Ela é a caçula da equipe, mas tem responsabilidade, digamos, de gente grande. Aos 18 anos, entrou no lugar no Logan Tom no clássico contra o Sollys/Nestlé no turno da Superliga e roubou o lugar da veterana. Depois, seguiu no time com a lesão de Tom (machucou o tornozelo no returno). E na época dessa lesão, perguntei aqui no blog e no Twitter se a norte-americana faria falta ao time carioca. Os comentários foram que não, justamente porque a equipe contava com Gabi em boa forma.

O caminho da jogadora ainda é longo, mas Gabi já teve um ótimo começo. No ano passado, foi destaque no Mackenzie e isso lhe rendeu o contrato com a Unilever. Agora, trabalha com jogadoras experientes e com um técnico que dispensa comentários que é Bernardinho. Ou seja, ela só tende a crescer. Na seleção, já participou do grupo que disputou o Grand Prix em 2012 e pode estar no elenco para as Olimpíadas do Rio, em 2016.

Será que ela consegue conquistar o seu espaço com a camisa amarela até lá? E por enquanto, Gabi segue como titular no Unilever nos playoffs? O espaço está aberto para vocês!

Ps.: a Superliga masculina também está quente e os playoffs seguem indefinidos. RJX continua só um ponto à frente do Sada/Cruzeiro na parte de cima da tabela. Do outro lado, Volta Redonda, São Bernardo e Vôlei Futuro disputam as últimas vagas. A última rodada do returno promete!

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 Superliga | 11:25

E as quartas de final da Superliga seguem sem surpresas

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Depois de Sesi x Banana Boat/Praia Clube em um duelo equilibrado na abertura das quartas de final da Superliga feminina, como comentamos aqui no post anterior, os playoffs seguiram na noite de terça-feira com duas vitórias esperadas para os favoritos.

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Gabi, ponteira do Unilever

No Rio de Janeiro,  a Unilever fez 3 a 0 para cima do Rio do Sul (25/19, 25/13 e 25/18) em uma hora e meia de jogo. Gabi, que já tinha caído das graças de Bernardinho e assumiu a posição de titular com a lesão de Logan Tom, foi destaque. Ela levou o troféu de melhor em quadra e foi a maior pontuadora, com 14 acertos, ao lado de Elis, do Rio do Sul. Pois é, parece que Gabi está dando, e bem, conta do recado e ser titular com apenas 18 anos. Na temporada passada ela já tinha ido bem com a camisa do Mackenzie.

Saiba como foi a vitória do Unilever set a set

Em Osasco, o Sollys/Nestlé, atual campeão, também venceu em sets diretos o Usiminas/Minas (25/17, 25/17 e 25/11) em 1h25 de partida. Falando em nomes, o destaque foi Sheilla e seus 19 pontos. Se a gente falar em fundamento, destaque para o bloqueio. Foram 15 pontos na rede contra apenas três das mineiras. E de novo Sheilla dominou, com cinco pontos no fundamento. Não foi a toa que levou o Viva Vôlei.

Leia mais sobre Sollys/Nestlé 3 x 0 Usiminas/Minas

E nesta noite, a última partida da primeira rodada das quartas-de-final, entre Vôlei Amil e Pinheiros. Apesar de o time paulista ter melhorado no returno e até ter surpreendido e vencido o Sollys/Nestlé e levado o confronto contra as campinas para o tie-break, por exemplo, a vantagem deve ser do elenco comandado por José Roberto Guimarães. A cubana Ramirez é um reforço e tanto e ela disse estar 90% recuperada das torções nos dois tornozelos e pronta para jogar. Vamos ver se a tendência continua…

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013 Superliga | 13:15

Unilever sofre muito sem Logan Tom?

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Logan Tom

A Unilever passou a temporada 2011/2012 assombrada por lesões, como o caso de Natália, que nem chegou a estrear pelo time por conta das cirurgias na canela. Estamos chegando perto dos playoffs da Superliga e o problema está de volta. Logam Tom sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo no aquecimento da partida contra o Rio do Sul, no dia 1 de fevereiro, e segue fora da equipe. Ela não teve fratura e não vai passar por cirurgia, mas está imobilizada e de repouso. E agora, a Unilever sofre muito sem a norte-americana?

Na prática, ainda não. A equipe carioca venceu o Rio do Sul e, na noite de terça-feira, passou pelo lanterninha São Bernardo. E ficar sem  Tom não é uma grande novidade, já que ela já tinha sido substituída outras vezes. Quem herdou a vaga foi a jovem Gabi. Ela chegou a sentir a pressão em alguns momentos, mas na maioria das vezes, segurou bem a onda e foi destaque. Ela tem potencial e pode ajudar, e muito, o time.

O que pode fazer falta é o saque, para mim o melhor fundamento da Logan Tom. Sim, ela é uma ponteira passadora que equilibra no fundo de quadra, mas já vi jogo com Tom forçando no serviço o tempo todo e colocando a bola na quadra adversária. E no feminino, onde a maioria usa um saque mais balanceado ou chapado, ajuda ter uma pancada bem executada de vez em quando.

Ainda não dá para prever quando a norte-americana vai voltar a jogar. “É importante destacar que esses prazos são difíceis de serem determinados. A evolução é muito individual, sendo preciso respeitar o tempo de recuperação de cada pessoa. A avaliação é feita dia a dia”, explicou o fisioterapeuta da Unilever, Guilherme Tenius, o Fiapo.

Sem um prazo, o jeito é ter paciência e apostar em Gabi. Pelo menos, nessa temporada, Bernardinho tem mais opção de troca. Ainda tem Régis no banco e a veterana já foi acionada diversas vezes. Por enquanto, o time vai bem e é líder isolado da Superliga com apenas uma derrota na competição, ainda da quarta rodada do turno. Nesse ritmo, deve seguir sem problemas e Logan Tom deve estar disponível para os playoffs.

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