Publicidade

Posts com a Tag fernandinha

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 Superliga | 08:00

Resta saber a ordem dos classificados na Superliga feminina

Compartilhe: Twitter

Depois da pausa para o carnaval, a Superliga voltou na sexta-feira e agitou o final de semana. No masculino, só um jogo para completar ainda a rodada de antes da folga, com vitória do Canoas por 3 a 0 diante do Super Imperatriz. Já no feminino, os oito times com vagas nos playoffs já estão definidos. Agora, falta saber a ordem final dos classificados.

>>Siga o blog Mundo do Vôlei no Twitter

E entra ano e sai ano e a decisão gira em torno de Rio de Janeiro e Osasco. A Unilever poderia ter assegurado o primeiro lugar na classificação geral com vitória por 3 a 0 ou 3 a 1 sobre o Sesi no sábado. A vitória veio, mas por 3 sets a 2 e, agora, advinha contra quem o time de Bernardinho vai disputar a liderança? Sim, isso mesmo, com o Sollys/Nestlé, a equipe de Osasco.

Saiba como foi os 3 a 2 do Unilever contra o Sesi set a set

A vantagem ainda está do lado carioca, que soma 44 pontos na classificação geral, com 13 vitórias seguidas. O Sollys, que tem 39 pontos, entra em campo durante a semana  e pega o Usiminas/Minas fora de casa. Depois, na sexta, encara o Unilever. Para assumir a liderança, a equipe paulista precisa faturar as duas partidas. Mas de qualquer maneira, o duelo Sollys x Unilever dará uma movimentada a mais nessa reta final. Podem ser os adversários de sempre, mas isso não quer dizer que o espetáculo perde a graça…

Outra briga ainda boa vem logo em seguida na tabela. O Vôlei Amil passou pelo Banana Boat/Praia Clube por 3 sets a 1 e está na terceira colocação com 36 pontos. Já Sesi e as mineiras do Praia estão com 32 pontos e disputam quem ficará com o quarto lugar e com o direito de mandar na série das quartas de final.

Leia mais sobre a vitória do Vôlei Amil sobre o Praia Clube

Os demais classificados estão mais afastados. Pinheiros é o sexto colocado, com 21 pontos, seguido por Usiminas/Minas, com 19, e Rio do Sul, com 15. Os últimos jogos da oitava rodada do returno e rodada que fecha essa etapa selam essas colocações e aqui, vale tentar cair contra quem é teoricamente mais simples no cruzamento dos playoffs.

E agora, já dá para fazer alguma aposta para as finais desta temporada da Superliga feminina? Por enquanto, a tabela favorece mais um Unilever x Sollys/Nestlé na decisão. Entretanto, Vôlei Amil, que perdeu com a lesão da Daymi, mas teve Pri Heldes bem no lugar da também lesionada Fernandinha, engatou uma boa série de vitórias e pode atrapalhar. Sesi também melhorou, e muito, no returno. Mesmo com a derrota do final de semana, o time não tem que perder o embalo e, sim, aproveitar a boa fase de Tandara. Quem perdeu mais força foi o Praia Clube sem a cubana Herrera. Será que o time tem chance de título? Vamos acompanhar os últimos jogos e comentar por aqui. Até!

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

sábado, 19 de janeiro de 2013 Superliga | 16:16

Virada da Unilever e, mais uma vez, falta de decisão no Amil

Compartilhe: Twitter

Unilever repetiu o placar do primeiro turno e venceu o Vôlei Amil neste sábado na Superliga feminina. Com ajuda de Bernardinho, time carioca conseguiu uma virada e fechou o jogo em 3 sets a 1. Do lado de Zé Roberto Guimarães, mais uma vez faltou saber decidir na hora certa.

Leia mais sobre a partida

No começo, as visitantes de Campinas estavam melhores. Daymi e Vasileva comandaram os ataques e a equipe mostrou volume de jogo. No primeiro set, fechou com uma largadinha linda de Daymi que, com um toque, achou o buraco no fundo da quadra adversária. Depois, começou liderando a segunda parcial e esboçava mais uma vitória. Aos poucos, elas foram errando mais, decidindo menos bolas e deixando a Unilever crescer.

Do outro lado, Bernardinho mexeu na hora certa. Tirou Natália que pouco estava resolvendo e colocou Régis. Também mandou Gabi, que já havia levado alguns bloqueios, para o banco e escalou Logan Tom (falando isso, por que a norte-americana começou na reserva?). A equipe reagiu, o passe saiu mais na mão de Fofão, que pode variar mais e colocar as centrais no jogo, e as cariocas passaram a dominar a partida. E Régis ainda foi eleita a melhor em quadra. Méritos para o treinador, que fez a coisa certa naquele momento

Bobear não é uma novidade para o Vôlei Amil e o próprio Zé Roberto já reclamou disso em outros jogos. E a equipe sabe recuperar bolas, se defender, mas tem que definir também. Após a partida deste sábado, o comentário de Walewska foi o seguinte:  “Temos que aprender a finalizar os sets e a jogar com time fortes”. Fernandinha seguiu a mesma linha: “Há momentos em que precisamos ser mais incisivas, agredir mais, desde o saque até a cortada”. Precisa dizer mais alguma coisa?

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

domingo, 25 de novembro de 2012 Superliga | 18:39

Superliga começa com virada, vitória e derrota aos campeões

Compartilhe: Twitter

A edição 2012/2013 da Superliga começou neste final de semana. Para as mulheres, a vitória do Vôlei Amil para cima do Sollys/Nestle ainda na sexta-feira foi o destaque. No masculino, o atual campeão Sada/Cruzeiro venceu o clássico mineiro contra o Vivo/Minas e o BMG/São Bernardo estreou com uma boa virada para cima do Sesi. Além disso, o torneio nacional começa com algumas baixas. Vamos a um resumo dos primeiros jogos:

Superliga feminina

Divulgação

Vôlei Amil vence Sollys/Nestlé na estreia da Superliga

Solly/Nestlé e Vôlei Amil jogaram quatro vezes no Paulista e o time de Campinas venceu apenas um set. Já na Superliga, mudança total de cenário. A equipe de Osasco ainda não tem Sheilla, que se recupera da fratura no dedo do pé, e Adenízia, que ficará dois meses fora depois de fraturar dedos da mão em um treino no começo da semana. Mas isso não justifica o rendimento muito abaixo do esperado das atuais campeãs.

Elas perderam o primeiro set, venceram o segundo com facilidade e pararam em quadra. O Vôlei Amil, sob o comando de Fernandinha, a melhor em quadra, deu o troco e passeou no terceiro set. Depois, manteve o ritmo e liquidou a partida. Vitória para começar com moral e para o Sollys já acordar logo de cara. Ter ganhado tudo no ano não vai ser garantia de mais um título. Ok, foi apenas o primeiro jogo do torneio, mas foram muitas bolas rifadas e muitos erros e falta de concentração. Méritos para as comandadas por Zé Roberto, que se aproveitaram.

A primeira rodada da Superliga teve também a estreia de Natalia na Unilever. A vitória por 3 a 0 sobre o frágil São Caetano era esperado, mas é bom ver uma atleta jovem e com potencial voltando a atuar de fato depois de tanto tempo parada por causa das cirurgias na canela.

Outros resultados também foram esperados. Banana Boat/Praia Clube é um time que merece atenção depois de ter se reforçado com a cubana Herrera e ainda contar com as gêmeas Monique e Michele. Tanto que bateu o São Bernardo por 3 a 1. Vitórias também para Sesi, de Dani Lins, Fabiana e Sassá, diante do Pinheiros e o Usiminas/Minas para cima do Rio do Sul.

Superliga masculina

Felipe - Divulgação

Felipe vibra na vitória do Sada/Cruzeiro sobre o Vivo/Minas no clássico mineiro

Entre os homens, o campeã estreou com vitória, com 3 a 0 no Vivo/Minas. Wallace, oposto do Sada e da seleção, foi o maior pontuador com 14 acertos. Eles também foram melhores no saque, marcando oito pontos direto contra apenas três da equipe de Belo Horizonte.

Mas acho que o resultado que chamou a atenção foi a vitória de 3 a 2 do BMG/São Bernardo contra o Sesi. A equipe de São Paulo foi apontada, ao lado de Sada e RJX, como uma das favoritas ao título. No entanto, foi para o jogo sem Lorena, cumprindo suspensão de cartão da última Superliga, Éder e Sidão lesionado. Depois de sair na frente, viu o São Bernardo crescer e se manter melhor em quadra, vencendo o jogo. Vale lembrar que, em 2011/2012, a equipe do ABC deu um trabalho e tanto do Sada/Cruzeiro nos playoffs.

E começa também com um bom elenco é o Medley/Campinas, que encerrou a primeira rodada com vitória sobre o Vôlei Futuro. O conjunto ganhou a cara do técnico Pacheco, que trouxe nomes do antigo Cimed, como Rivaldo, Renato e Murilo Radke. Por enquanto, deu certo e Rivaldo foi o destaque em quadra.

Para completar, o outro favorito, RJX, fez seu papel e passou pelo Juiz de Fora. O Canoas, de Gustavo e experientes como Munizzi, também venceu o Super Imperatriz, formado com remanescentes da Cimed. E o Volta Redonda virou diante do Funvic/Midia Fone.

Os jogos seguem na terça-feira para as mulheres e na quinta para o homens. Vale ficar de olho em Vôlei Amil x Unilver. Mais um belo teste para Zé Roberto e companhia e o primeiro jogo duro para o time de Bernardinho. Sem contar com o reencontro dos técnicos após toda polêmica de Atenas 2004…

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quinta-feira, 13 de setembro de 2012 Diversos | 10:29

Entrosadas x novatas e um Zé Roberto incomodado no clássico

Compartilhe: Twitter
Sollys/Nestlé x Vôlei Amil

Sollys/Nestlé foi bem no bloqueio e na virada de bola para vencer o Vôlei Amil

A noite de quarta-feira foi de clássico no Campeonato Paulista. De um lado, o Sollys/Nestlé, atual campeão brasileiro. Do outro, o Vôlei Amil, time criado nesta temporada e que tem no comando José Roberto Guimarães. E no duelo entre quem está mais entrosado e quem acabou de se formar logo no começo da temporada, venceu o entrosamento, com folga.

O time de Osasco fez 3 sets a 0 para cima das rivais de Campinas (25/18, 25/23 e 25/17), em 1h18min. A equipe é a base da seleção brasileira, já que conta com Thaísa, Adenízia e Jaqueline, além de Fabíola e Camila Brait, que passaram pelo time nacional, e Sheilla e Fernanda Garay, que chegaram na última janela de mercado. O elenco de Campinas tem experientes como Fernandinha, Walewska e a cubana Daymi Ramires, sem falar no técnico Zé Roberto no banco. Mas a diferença foi que o Sollys/Nestlé, mesmo no começo da temporada, já está ‘redondinho’ e sabe jogar junto. Já o Campinas tem potencial, mas ainda está de conhecendo.

E esse ‘saber jogar junto’ fez a diferença, como é o esperado. O Sollys trabalhou com a bola na mão e pode usar e abusar das bolas de meio com Thaísa e Adenízia. Além disso, com fez vários pontos no bloqueio, principalmente no primeiro set. A virada de bola com Sheilla, Fê Garay e Jaqueline também funcionou. O Vôlei Amil ficou atrás em todos os sets e ainda precisa se encaixar mais em quadra. Já o Sollys tem que diminuir os erros de ataque, mas deve aproveitar que já começa a temporada um passo a frente dos rivais.

E Zé Roberto ainda viveu uma situação, digamos, desagradável em quadra. Em conversa ao iG e ao Mundo do Vôlei na tarde de quarta-feira, ele comentou um incômodo por enfrentar as ex-comandadas da seleção. “É ruim, é muito duro. Eu não gosto. É uma sensação muito difícil. Mas tem que jogar e cada um vai tentar fazer o melhor pelo seu time. Tem que saber separar. Uma coisa é dentro da quadra e outra coisa é fora. A gente tem que manter o respeito nos dois recintos. Lá dentro a gente vai fazer tudo pela nossa equipe. Depois acaba o jogo e é vida que segue e tudo fica dentro da quadra.”, comentou.

O técnico já havia ‘sofrido’ na rodada anterior, na vitória sobre o Sesi, que contava com Dani Lins, Tandara e Fabiana. E sabe que, agora de volta a um time brasileiro, passará por isso muitas e muitas vezes.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 1 de agosto de 2012 Sem categoria | 22:12

Apatia, apagão e mais uma derrota para seleção feminina

Compartilhe: Twitter

A seleção brasileira feminina de vôlei ainda não se encontrou em Londres. Mais um jogo nesta quarta-feira e mais uma derrota, agora para a Coreia do Sul e por 3 sets a 0. A situação está complicada para o time nas Olimpíadas…

Logo nos primeiros pontos do jogo, parecia que o cenário seria diferente. Fernandinha começou usando mais as meios e apostando em Sheilla pelo fundo, por exemplo. Fernanda Garay, quem mais virou diante dos Estados Unidos, ganhou a posição de titular. Mas o bom momento não durou muito.

Veja detalhes de Coreia do Sul 3 x 0 Brasil

Ainda no primeiro set, o time teve problemas com ataque de ponta mais uma vez. Paula Pequeno bateu três bolas seguidas da mesma forma, todas defendidas pelas sul-coreanas e convertidas em pontos das rivais em contra-ataques. Ou então, a rede com Fernandinha, Paula Pequeno e Thaísa empacava. As asiáticas só batiam na direção da levantadora. E quando a bola era recuperada, as atacantes do Brasil não colocavam no chão.

Aos poucos, a seleção foi se perdendo em quadra.  Foram erros de saque em sequência, falhas na recepção e o ataque, que mais uma vez não virou. Dani Lins no lugar de Fernandinha e Jaqueline no lugar de Paula foram algumas mudanças, mas não adiantou. O bloqueio até cresceu com a nova levantadora, mas acabou o jogo apenas com cinco pontos, ou seja, quase nada.

Leia também: Seleção feminina de vôlei chora e fala em apagão depois de mais uma derrota

O Brasil teve mais uma vez momentos de apagão e se mostrou um time tenso em quadra, com um certo medo de jogar. Nem de longe lembra a postura de um time campeão olímpico. E mais do que mudar tática ou escalação, é preciso mudar esse espírito nas jogadoras! Há problemas no ataque, na recepção e tudo mais, mas o primeiro a ser resolvido é esse ânimo, ou a falta dele.

Todo mundo precisa levantar a cabeça e partir com tudo para o jogo contra a China. Não vai ser nada fácil até porque as chinesas só perderam para os EUA até aqui e o Brasil está muito abaixo do esperado. Mas dá para jogar de igual para igual e não se entregar com momentos de apatia ou falta de confiança ou tensão demais ou que quer que seja. Em quadra, a jogada de meio tem que voltar a ser o carro chefe para aliviar o bloqueio das pontas. Quem sabe assim, o ataque não rende mais? Fernandinha deve para de jogar na entrada ou na saída e variar mais. E o bloqueio deve pontuar e pressionar. Assim como a cobertura tem que se armar e recuperar. E aí voltamos ao ataque, que deve perder o medo e resolver.

Autor: Tags: , , , ,

sexta-feira, 6 de julho de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 20:42

Corte, eliminação e muito trabalho pela frente

Compartilhe: Twitter

*atualizado dia 7 de julho

Galera, disse que daria uma passada por aqui quando tivesse um tempinho durante as férias… Pena que é para comentar notícias nem tão boas assim como as da última semana.

Primeiro, a surpresa com o corte de Fabíola. Conversei com Zé Roberto durante o Pré-Olímpico e ele me disse que não tinha dúvidas de que Fabíola era a levantadora titular. Porém, agora, preferiu cortá-la e deixar Fernandinha e Dani Lins no elenco para as Olimpíadas.

Vi os comentários que vocês deixaram por aqui nesta semana e concordo com muita coisa. Fernandinha conquistou a vaga no Grand Prix. Ela já é experiente, se entrosou muito bem com o time e ainda ajudou no saque. Mas Fabíola vinha de uma sequência e de uma temporada melhor que a Dani Lins. Acho Dani uma boa levantadora e também bastante acostumada com as companheiras. Entretanto, ela já teve problemas em alguns jogos, principalmente quando pressionada. Por isso imaginava que Fabíola fosse seguir no time. Por conta das férias, não conversei com o técnico e nem acompanhei o desembarque da equipe. Não sei quais foram seus motivos, mas agora é torcer e esperar que a seleção mostre equilíbrio e supere as atuações de altos e baixos de quase todo o Grand Prix.

E no masculino, o Brasil já está fora da Liga Mundial. Você viram os jogos? Primeiro, contra Cuba, a equipe foi bastante apática e levou 3 sets a 0. Depois, começou com ânimo a mais contra Polônia, mas foi se perdendo aos poucos e caiu no tie-break.

Esperava algumas respostas com essa fase final. Foi bom ver Giba em quadra e puxando o time, Leandro Vissotto também de volta ou Rodrigão com boa atuação. Mas e os erros de recepção, como as falhas de Murilo no primeiro jogo? Ou apenas ter marcado seis pontos de bloqueio em 5 sets contra os poloneses? Ou ter errado tantos saques contra os cubanos?

E no time também tem a questão dos levantadores. Ricardinho voltou, mas não foi ainda aquele cara das Olimpíadas de Atenas. Bruno vive melhor fase e é o titular, mas não seria melhor ter deixado Marlon na equipe, que era uma formação que estava dando certo, como vocês disseram por aqui? Ou então, apostar em mudança, com William, que fez uma ótima Superliga? Por enquanto, a volta de Ricardinho, com todo o respeito à qualidade e ao que ele fez pela equipe nacional, não deu certo.

Outras respostas com esta Liga Mundial foram: alguns jogadores estão recuperados fisicamente, sim, mas faltou convicção para definir. Ainda falta o Brasil entrar com cara de Brasil, para definir logo. Ok, a Liga Mundial serviu como treino, preparação para Londres e para recuperar e dar ritmo para todos. Mas que os ânimos também estejam recuperados até as Olimpíadas. Quero ver o time jogando, como Bruno me disse uma vez, com sangue nos olhos e faca nos dentes. Essa empolgação tem que voltar. E vale também caprichar mais no saque, que o bloqueio agradece, e voltar a soltar o braço no ataque, para mostrar a tal convicção e acabar de vez com a apatia.

Bom, que as últimas semanas de treino sejam bem aproveitadas. Trabalho não vai faltar. E também que Zé Roberto acerte nos dois cortes que ainda tem que fazer. Gostaria de ver o Brasil com duas líberos em Londres, já que o passe é um problema… E no masculino, resta treinar para colocar o time nos eixos de novo.

Eu fico por aqui e volto no final de julho, um pouco antes das Olimpíadas. Como sempre, o espaço segue aberto para vocês! Se não conseguir passar por aqui de novo até a volta, boas férias de julho e bom trabalhos aos atletas. Até!

Autor: Tags: , , , , , ,

domingo, 1 de julho de 2012 Seleção feminina | 17:01

Teste pré-Olímpico do Brasil termina com a medalha de prata

Compartilhe: Twitter
Brasil-Divulgação/FIVB

Brasil fica com a prata no Grand Prix 2012. Título vai para os Estados Unidos

Não era nenhum segredo que, no Grand Prix deste ano, mais importante do que o título, era preparar bem a seleção feminina para os Jogos Olímpicos de Londres. A competição acabou neste domingo, e o Brasil venceu a Turquia por 3 sets a 1 na madrugada, levou a medalha de prata e conseguiu fazer os seus testes e ter algumas repostas a pouco menos de um mês antes das Olimpíadas.

José Roberto Guimarães mexeu constantemente na equipe. Com quase todas as formações, o passe foi um problema em algum momento dos jogos. Esse fundamento vai ganhar uma atenção, especial, sem dúvida. Neste domingo, diante da Turquia, mais uma vez o Brasil mostrou fragilidade no fundo de quadra. Já na rede, a equipe evoluiu. Começou devagar e sem muita convicção, mas terminou soltando mais o braço e confiante, como tem que ser. O saque foi outro ponto positivo. A seleção teve provas de que, quando saca bem, já tem meio caminho andado. E o serviço de Thaísa voltou a entrar muito bem. Fernandinha também surpreendeu no fundamento. Que siga assim até as Olimpíadas.

O bloqueio sempre foi a cara desse time. Mais uma vez contra a Turquia, com 22 pontos no fundamento. Foi outro ponto que melhorou ao longo do torneio e esteve presente nos jogos desta fase final.

Thaísa-Divulgação/FIVB

Thaísa foi destaque do Brasil e ganhou prêmio de melhor bloqueio

No teste das jogadoras, méritos para Thaísa. Além do saque, ela foi muito bem no bloqueio e no ataque. Foi a melhor jogadora do Brasil neste campeonato, na minha opinião. Contra as turcas foi a maior pontuadora, com 19 pontos. Além disso, foi a única brasileira e voltar para casa com um prêmio individual (melhor bloqueadora).

Já Fernandinha parece ter ganhado uma das vagas de levantadora. Ela soube usar bem o meio com todas as companheiras, distribuiu bem, além de ter mudado a cara no saque. Usando mais vez o jogo contra a Turquia como exemplo… O Brasil chegou a perder o segundo set por seis pontos de diferença e Fernandinha foi para o saque e a seleção quase se recuperou. Foi uma sequência de serviços bem executados, que quebrou a recepção rival e, com certeza, ajudou a embalar  o time para o restante da partida. Afinal, perder por 25 a 23 lutando e se recuperando e melhor do que perder de lavada. E o mais importante: ela não errou no saque, mesmo com a pressão de ver as rivais já com 23 pontos no placar! Viu como vale ter a cabeça no lugar?

Em relação as outras, Jaqueline ficou devendo na recepção. Mari entrou pouco, mas a partir do segundo final de semana, resolveu quando foi acionada. Sheilla acabou como maior pontuadora em diversos jogos apesar de usar muito mais largadinha do que potência e ainda pode evoluir. Garay ajudou mais com essa parte da força.

E os testes com as líberos, vocês gostaram? Acho válido usar tanto Camila Brait quando Fabi em quadra, revezando uma para defesa e outra para recepção. Brait pode entrar também para compor a linha de passe, como foram nesses últimos jogos, mas precisa se comunicar melhor com Fabi para não partirem as duas para a mesma bola. Mas é bom contar com duas especialistas em fundo, defesa, recepção, cobertura e afins quando esses são os pontos mais críticos da equipe.

No geral, a medalha de prata e apenas as duas derrotas para os Estados Unidos foram um resultado positivo. Mas não dá para esquecer o que eu tanto comentei por aqui: os altos e baixos. A seleção ainda tem que conseguir ser mais regular, principalmente contra os mais fortes. É mais simples manter o padrão contra um time cubano que dá infinitos pontos de graça em erros do que contra uma Turquia, que vai às Olimpíadas e vive um bom momento. O Brasil tem que manter mais o padrão. Pelo menos, os baixos têm sido no meio e os altos, nos finais das partidas. Nesta fase, depois da derrota para os EUA, a seleção cresceu e fechou bem os jogos. Vejam as parciais desta madrugada: 25/12, 23/25, 25/20 e 25/15. Com ajuda do bloqueio, o último set foi o mais fácil.

Agora é treinar nos últimos dias até a estreia olímpica, mais uma vez diante da Turquia. Que o emocional das jogadoras esteja em ordem até lá porque só assim essa irregularidade vai acabar e tudo vai ficar mais fácil. Ajustar um saque, uma mão no bloqueio ou um braço na recepção para quem sabe jogar bem é fácil. É hora de cuidar do lado psicológico, mais uma vez.

Autor: Tags: , , , , , , ,

sábado, 30 de junho de 2012 Seleção feminina, Seleção masculina | 13:41

Mais uma vitória no feminino e vaga nas finais no masculino

Compartilhe: Twitter

O final de semana começou bem para as seleções. No Grand Prix, mais um 3 sets a 0 para o Brasil, agora diante da Tailândia. No masculino, Itália roubou dois sets da França e colocou o time de Bernardinho na fase final da Liga Mundial.

Fernandinha - Divulgação/FIVB

Fernandinha foi mais uma vez a levantadora titular do Brasil diante da Tailândia

Vamos falar primeiro das mulheres. A partida contra a Tailândia acabou em vitória em sets diretos, mas a seleção ainda teve problemas na recepção e sofreu com o saque rival. Mas, apesar de não repetido o excelente desempenho de apenas quarto erros em todo o confronto, como foi contra Cuba, a equipe nacional soube se virar e não alongar a partida. “Nos mantivemos concentradas durante todo o confronto”, resumiu Sheilla. E é isso que é importante agora, ver o time concentrado o tempo todo, atento ao jogo. É isso que pode fazer a diferença lá na frente, em Londres. Manter a atenção o tempo todo já é meio caminho andado…

Veja os detalhes de Brasil x Tailândia

Além disso, o bloqueio brasileiro teve mais uma boa atuação. Foram 15 pontos no fundamento contra 3 das tailandesas. Mais um ponto positivo, já que o time soube se adaptar rapidamente a tipos de jogos diferentes. As cubanas jogavam na força e as tailandesas, na velocidade. E nos dois jogos o bloqueio fez a sua parte.

Por enquanto, o saldo está sendo positivo na fase final do Grand Prix. Os altos e baixos que tanto falamos aqui parecem ter diminuído, pelo menos contra os rivais mais simples. O saque e o bloqueio volta aram funcionar. A recepção, pelo visto, é que segue como o grande problema do time.

Agora o Brasil terá a Turquia pela frente e mais um desafio de peso. As turcas estão nas Olimpíadas, estreiam contra a seleção, inclusive, e tem um bom time. Mas é bom encará-las agora, para ver de fato como o Brasil está e já conhecer melhor o rival olímpico.

Já a seleção masculina segue os treinos e, agora, já está na fase final da Liga Mundial. A França era a única que poderia tirar o Brasil, mas teria que vencer os três jogos do final de semana por 3 a 0 ou 3 a 1. Não conseguiu. Começou com uma vitória, mas apenas por 3 sets a 2 sobre a Itália e não alcança mais os 26 pontos do Brasil na tabela. Com isso, a equipe de Bernardinho avança como a melhor segunda colocada.

E a ideia é a mesma que vale para a seleção feminina. É bom jogar a fase final da Liga Mundial para ficar mais tempo em quadra e colocar mais o time à prova. E os homens ainda tem um ponto a mais: os lesionados. Murilo, Giba, Leandro Vissotto, Dante… Os jogadores já voltaram e a atuaram na primeira fase, mas não ainda nos 100%. Será bom colocá-los para uma vez ação para ver a reação situação deles e definir quem vai ou não para as Olimpíadas.

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

sexta-feira, 29 de junho de 2012 Seleção feminina | 10:55

E a vitória embalou, sim senhor!

Compartilhe: Twitter

Na quinta-feira, depois do jogo contra a China, estava me perguntando se a boa vitória iria embalar a seleção nesta reta final do Grand Prix. Pelo, visto, embalou, sim senhor! O Brasil fez um ótimo jogo e liquidou Cuba por 3 sets a 0 nesta madrugada. De quebra, com derrota da Turquia para os Estados Unidos, a seleção subiu para o segundo lugar na classificação.

Seleção - divulgação/FIVB

Sorriso aberto depois dos 3 sets a 0 sobre Cuba

Assim como no jogo da fase classificatória, Cuba abusou dos erros. Naquela partida, as caribenhas deram 41 pontos ao Brasil. Hoje, foram 28 em três parciais. Só que, dessa vez, a seleção usou todas essas falhas a seu favor, dominou o jogo e conseguiu impor o seu ritmo, como deve ser feito. Prova são os números de erros do Brasil. Foram apenas quatro pontos dados de garça às cubanas em todo o jogo.

Veja os detalhes da vitória do Brasil sobre Cuba set a set

O Brasil também voltou a sacar bem. Foram 12 pontos diretos e outros tantos que deram trabalho à recepção cubana. Com isso, também ficou fácil bloquear. Resumindo, excelente atuação do Brasil! A seleção é melhor do que Cuba e soube mostrar isso.

E Zé Roberto mexeu mais uma vez no time. Primeiro, manteve Fernandinha e Fernanda Garay como titulares, com Fabíola e Jaqueline no banco. Ainda colocou Adenízia e, depois, Dani Lins, Juciely, Mari e Jaque. O bom foi que, mesmo com as alterações, a seleção manteve o bom ritmo e finalmente fez uma partida sem os altos e baixos. E Fernandinha seguiu usando bem os meios, tanto que Adenízia foi a maior pontuadora do jogo. Garay também foi bem mais uma vez.

E hoje a ‘briga’ entre as opostas acabou mais equilibrada. Sheilla jogou dois sets e Mari foi titular no terceiro. Depois de passar uma parcial toda em quadra, ela recebeu seis bolas, marcou três pontos e jogou outras três para o outro lado, segundo as estatísticas. Nenhum erro. Bom aproveitamento. Já que parece que Mari será uma das 12 nas Olimpíadas, precisa de mais tempo em quadra também.

Que venha a Tailândia e mais um bom jogo para o Brasil no Grand Prix. Partida será às 2h (horário de Brasília) deste sábado. Nem sempre vai ser simples como foi nesta madrugada, mas que o time mantenha a regularidade.

Autor: Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 28 de junho de 2012 Seleção feminina | 12:19

Vitória para embalar?

Compartilhe: Twitter

A seleção feminina passou pela China por 3 sets a 1 e venceu a primeira na fase final do Grand Prix. A equipe ainda teve altos e baixos, mas conseguiu embalar e, dessa vez, se manter embalado e liquidar o jogo. E agora? O Brasil vai manter o ritmo e finalmente ganhar mais regularidade?

Detalhes do jogo: Brasil embala, vence China e se aproxima de líderes no Grand Prix

No jogo desta quinta-feira, José Roberto Guimarães mexeu bem. O time, diferente dos outros jogos, começou impondo o seu ritmo e dominando a China. Mas, já no segundo set, voltou a pecar na recepção. Jaqueline tem bons momentos na rede, mas a sua função é ser ponteira passadora e vem tendo atuações bem abaixo do esperado no fundo. Dessa vez, o técnico a mandou para o banco e colocou Fernanda Garay ao lado de Paula Pequena. Deu certo, ainda mais porque Paula cresceu na rede ao longo do jogo e ajudou na virada de bola.

Fernandinha e Fabiana - Divulgação/FIVB

Fernandinha usou bem e colocou Fabiana no jogo. Foi um dos melhores jogos da central

Além disso, Fernandinha entrou no primeiro set e não saiu mais. Na segunda parcial ela também caiu junto com o time e forçou jogadas erradas, mas soube se recuperar. E usou muito bem o meio, colocando Fabiana no jogo. Thaísa, como foi desde o primeiro jogo que fez neste Grand Prix, correspondeu, virando no ataque, colaborando no bloqueio e no saque. Ela tem sido a jogadora mais regular do Brasil na competição.

A vitória valeu por colocar uma seleção mais equilibrada em quadra. Ainda teve momentos ruins, mas elas se recuperaram e não se perderam mais. Que o ritmo continue assim…

E voltando a falar das jogadoras, vocês comentaram por aqui sobre as opostas. Sheilla, apesar de ainda estar abaixo, é a titular porque tem mais experiência, já encarou pressão e tem talento. Precisa melhorar, mas é dona da posição. Mas e a reserva? Zé Roberto apostou em Mari de volta na posição nesta temporada como um teste. No primeiro final de semana não deu muito certo, mas ultimamente, nos poucos pontos que ela fica em quadra, tem resolvido. Só que isso é o bastante para ganhar uma posição?

Como vocês disseram, Tandara saiu da seleção de novas e estava conquistando o seu espaço. Primeiro, ela foi um amuleto no saque. Depois, também resolveu quando foi acionada no ataque. Além disso, tem sangue novo e vontade de mostrar serviço. Será que ela não estava em melhor fase que a Mari para seguir no time? Acho válido Zé Roberto tentar recuperar a Mari, que é uma jogadora que já fundamental em diversos jogos, inclusive nas Olimpíadas de Pequim, mas esse teste poderia ter começado antes, para que ele tivesse mais tempo de avaliar a jogadora e para o time se acostumasse com a situação também.

Autor: Tags: , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última