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Posts com a Tag Fernanda Venturini

terça-feira, 22 de maio de 2012 Superliga | 10:06

Veterana por veterana no comando do Unilever

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Fofão-Div

Fofão vai para o Unilever e volta a trabalhar com Bernardinho

Saiu Fernanda Venturini, veio Fofão. Como todos já haviam comentado, o Unilever anunciou na segunda-feira a contratação de Fofão para vaga de levantadora titular da equipe na temporada 2012/2013. Venturini voltou apenas para o ano passado e o time acabou trocando uma veterana por outra para comandar as ações.

Leia mais: “Eu me sinto viva dentro de quadra”, diz Fofão após acerto

Fofão, como Venturini, é uma excelente levantadora e com muita experiência em quadra, com direito ao ouro olímpico em Pequim. Entrosamento e ritmo de jogo acho que não serão problemas. Ela ficou sem time no ano passado quando resolveu voltar ao Brasil depois de defender o Fenerbahce, da Turquia, mas seguiu se exercitando e batendo bola. Ela ainda queria voltar a um grande time e deve estar pronta para isso.

Porém, Fofão é uma jogadora de 42 anos. Ok, levantador é como vinho e tende a melhorar com o tempo. Mas por quantas temporadas ela ainda vai jogar? Não deve ser um bom time que tem procurar justo uma levantadora todo ano… Espero que ela siga mais um tempo em quadra!

E ter Fofão pode ajudar Roberta, reserva na posição, ainda mais. Roberta ainda é nova, mas tem boas características, é uma jogadora alta e pode aprender tendo um espelho todos os dias ao seu lado. Foi assim com Venturini no ano passado e será assim mais uma vez com Fofão.

Ah, Fofão ainda tem mais um ponto em comum com Fernanda Venturini. Não adianta pedir que ela não volta para a seleção. A jogadora já disse que está muito bem resolvida com isso e que a aposentadoria foi mesmo em 2008.

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sábado, 14 de abril de 2012 Superliga | 12:14

Com saque, vibração e Hooker, Sollys/Nestlé é campeão

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Foi preciso 1 hora e 19 minutos para o Sollys/Nestlé fazer uma excelente partida, devolver os 3 sets a 0 do ano passado para cima do Unilever e faturar o título da Superliga feminina 2011/2012. Foi o quinto ouro do time de Osasco no torneio nacional.

sollys - vipcomm

Jaqueline levanta troféu de campeã da Superliga 2011/2012

As paulistas entraram concentradas e muito vibrantes desde o primeiro ponto. E logo usaram um recurso comum aos rivais do Unilever nesta Superliga: sacar na Mari. Nem era preciso forçar apenas na ponteira. No geral, o fundo carioca falhou bastante. Com um saque tático bem colocado, o Sollys/Nestlé fez cinco aces e quebrou o passe carioca diversas vezes. Assim, abriu vantagem e fechou o primeiro set com facilidade. E seguindo com esse mesmo serviço se manteve à frente durante quase toda a partida.

Veja como foi a vitória do Sollys/Nestlé na final da Superliga set a set

Se o saque entra, fica mais fácil fazer bloqueios. Foram mais seis pontos no fundamento e outros tantas bolas amortecidas. Depois, as amortecidas viraram contra-ataques no chão. O Unilever não conseguiu fazer tantos estragos com o saque e, principalmente no segundo set, errou muito no fundamento. Mesmo assim, pontuou mais no bloqueio (sete bolas no chão), mas não colocou tanta pressão no geral. E quando a bola das cariocas passava pelo bloqueio paulista, tinha a líbero Camila Brait no fundo. Como ela defendeu! Também poderia ter levado o troféu de melhor em quadra.

Destinee Hooker

Hooker foi a maior pontuadora da partida e comandou o ataque do Sollys/Nestlé

O saque fez sua parte e o ataque também. Aí quem merece destaque é a norte-americana Destinee Hooker, mais uma que poderia ter sido a melhor da partida. Ela chamou jogo, bateu, largou, superou o bloqueio. Marcou 20 pontos e foi realmente a jogadora de segurança que se espera de uma oposta. Quem também virou bem foi Thaísa, autora do último ponto. E isso é resultado da boa atuação de Fabíola, quem acabou sendo eleita a melhor jogadora da final e a melhor levantadora do torneio.

Enquanto Fernanda Venturini sofria com o passe, Fabíola pode trabalhar com a bola mão. Ela usou a Hooker, que estava virando mais, mas não esqueceu das outras atacantes. Fez o certo. Acionou as centrais enquanto o bloqueio carioca não estava acompanhando. Chamou a norte-americana no momento decisivo. Levantadora e oposta fizeram uma bela dupla. Fabíola fecha a temporada em ótima forma, mais madura e confiante para o Pré-Olímpico e para Londres (lembrando que levantadora vem sendo um problema para a seleção). Já Venturini se despede definitivamente das quadras com a derrota, mas também depois de ter feito uma ótima Superliga, consertando diversas bolas quebradas, coisa que só uma excelente jogadora consegue, e levando o Unilever até a final.

Foi campeão quem chegou melhor à decisão. O Sollys/Nestlé não perdia desde a estreia no returno. Já o Unilever teve uma temporada irregular, sofreu com uma jogadora a menos, já que Natália não entrou em nenhuma partida. Foi campeão quem jogou com sangue nos olhos. O Sollys/Nestlé vibrou muito mais, do primeiro ao último ponto. E foi campeão quem foi mais completo. O Sollys/Nestlé sacou melhor, atacou melhor e se impôs mais no bloqueio.

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sexta-feira, 6 de abril de 2012 Superliga | 23:29

E a final será Unilever x Sollys mais uma vez…

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Começa Superliga, termina Superliga e uma coisa não muda: a final. Pela oitava vez consecutiva Unilever vai encarar o Sollys/Nestlé na decisão do torneio nacional. O time do Rio Janeiro venceu o Vôlei Futuro agora há pouco por 3 sets a 0 e avançou à briga pelo título.

Unilever

Juciely ajudou no bloqueio da Unilever. Fundamento fez a diferença mais uma vez

Leia mais detalhes do jogo: Unilever vence Vôlei Futuro e vai a mais uma final de Superliga

E depois de um 3 a 0 no qual só o Unilever jogou e outro jogo decidido no tie-break para o Vôlei Futuro, a partida desta noite começou um pouco devagar. Ninguém atacava a bola de verdade! Era largada de um lado e largada de outro. Aos poucos, as largadas do Unilever cairam mais e o time venceu o primeiro set.

O cenário começou a mudar na segunda parcial. De um lado, Sheilla passou a soltar o braço. Do outro, Paula Pequeno e Fernanda Garay também começaram a atacar mais. O Vôlei Futuro cresceu, liderou, mas falhou. Quando tinha a vantagem e podia decidir e empatar o jogo, pecou nas finalizações e levou a virada e saiu, de novo, derrotado.

Ainda havia o terceiro set, mas o Vôlei Futuro demorou a voltar para a quadra e levou um 7 a 1. Elas até empataram, mas aí o jogo voltou a ser como na primeira partida da série, com o bloqueio do Unilever marcando presença. Foram três pontos em sequência no fundamento no finalzinho da parcial, mais uma vitória, final de jogo e a vaga na decisão. Amanda, que saiu do banco para ajudar no fundo, acabou aparecendo também na rede e foi destaque da partida.

Ninguém estava no auge do ataque nesta noite. Mari pouco apareceu. Sheilla demorou a virar de verdade. Joycinha também mais aliviou do que soltou o braço. Os passes quebrados dos dois lados ajudaram para isso. Mas se não dá para decidir no ataque, a opção é decidir no bloqueio. Parece que foi essa a tática adotada pelo Unilever e que já deu certo em outros jogos da Superliga. O time de Bernardinho pode sofrer na recepção e, muitas vezes, depender do talento de Fernanda Venturini (apesar de eu achar que ela não foi tão bem nesta sexta-feira), mas está se mostrando uma potência e tanto no bloqueio, marcando muito bem os rivais. E o Vôlei Futuro ajudou, sendo pouco agressivo nos momentos decisivos. E lá vamos nós para mais um Rio x Osasco na decisão…

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sábado, 3 de março de 2012 Superliga | 11:28

Mais um jogo, mais uma vitória e recorde para o Unilever

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Unilever - Divulgação

Unilever venceu a 19ª partida consecutiva na Superliga feminina 2011/2012

Durante um bate-papo sobre seleção brasileira com o técnico Bernardinho para uma série especial para o iG, surgiu o assunto Superliga e lesão. O técnico lamentou a ausência de Natália, que passou mais uma operação na canela na temporada, e disse, fazendo uma cara feia, que esse ano seria muito difícil para o Unilever. Tem certeza, Bernardinho?

Na noite de sexta-feira, a equipe comandada pelo técnico encarou o Pinheiros, em casa. Começou mal, demorou a encaixar o saque, mas se achou, afinal, tem um elenco muito melhor que o time paulista. O resultado foi o já esperado 3 a 0 (leia mais sobre a partida). E com isso, um recorde foi quebrado.

O Unilever é dono da maior sequência de vitórias da Superliga. Já são 19! Isso mesmo, 19 jogos sem perder. A equipe foi derrotada na estreia contra o Sesi e, depois, não perdeu mais. Parece que nesta temporada não tem nada difícil para o Unilever, Bernardinho.

Superliga masculina: Em jogo disputado, Sesi bate Vivo/Minas e assume a vice-liderança

Sim, a equipe sente falta de Natália e, sim, tem momentos que o passe não sai e é muito ruim olhar para o banco e não ver uma opção de p0nteira para uma substituição. Mas, pelos jogos que tenho acompanhado, Régis está conseguindo ser mais segura no fundo e está entregando mais a bola na mão de Fernanda Venturini. E bom, Venturini não precisa mais de comentários. É uma excelente levantadora, com leitura de jogo e que varia as jogadas. Sheilla pode ser a oposta, mas nem sempre é quem vira todas. Ventorini lembra que tem o meio, as outras pontas…

Unilever encara agora Vôlei Futuro e Sollys/Nestlé, dois candidatos a acabar com a bela sequência de vitórias. Porém, o Vôlei Futuro precisa jogar mais do que na derrota justamente para o Sollys e tem que mostrar equilíbrio em quadra. Sinto que é um time com altos e baixos, que passa muito sufoco. E queria ver Ana Cristina no levantamento.

Já o Sollys/Nestlé, se esquecer toda a rivalidade e as derrotas para as cariocas (perderam na última final de Superliga, voltando a ser freguesa do Rio em decisão e era delas também o antigo recorde de vitórias, com 18 triunfos em 2003/2004), tem mais chances. Hooker voa em determinados ataques e Tandara pode ajudar coo ponta sem a Ju Costa.

E para vocês? Alguém ainda segura o Unilever no returno ou o título está mais uma vez decidido?

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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012 Superliga | 09:46

Ventiladores e toalhas "salvam" jogo da Superliga masculina

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Éder - Futura Press

Éder usa toalha para abanar a quadra antes do jogo contra o Sesi

Verão, calor e fortes chuvas em todo o país no final da tarde. Esse cenário já faz pensar que o jogo da rodada da Superliga pode começar atrasado por causa das goteiras ou da umidade no ginásio. E depois de Minas e Volta Redonda, vítimas de goteiras, o clima foi o vilão em Florianópolis. Com muito calor e umidade, a quadra ficou molhada. Solução? Muita paciência e toalhas e ventiladores para “salvar” a partida Cimed/Sky x Sesi.

Cimed/Sky x Sesi abriu 8ª rodada do returno. Veja tabela com os outros jogos

O jogo estava marcado para 18h45. Iniciou com duas horas de atraso. Quando começou a transmissão, os jogadores dos dois times estavam com toalhas nas mãos tentando secar a quadra. Mas só o esforço dos atletas não adiantou e foi preciso apelar para uma ajuda a mais. Diversos ventiladores foram colocados no fundo da quadra para ajudar a secar o piso. Quem disse que a tecnologia não chegou ao vôlei?

Depois do transtorno (brincadeiras à parte, já está mais do que na hora de melhorarmos os ginásios pelo país), a Cimed/Sky, que vinha de duas derrotas, voltou a jogar e aplicou um 3 sets a 0 para cima do Sesi. O time paulista jogou mais uma vez sem seus opostos (Wallace e Léo seguem machucados), mas Juninho cravou boas bolas. Só que o Sesi seguiu errando mais, deu 25 pontos de graça aos adversários, enquanto a Cimed mostrou todo o potencial.

O saque catarinense funcionou bem. Além dos seis aces, colocou pressão o tempo todo. Depois, Bruninho, com passe na mão, pode escolher suas jogadas e facilitar para seus atacantes. Nada de usar apenas o oposto Rivaldo. Todo mundo recebeu bola. E os atacantes colocaram as bolas no chão. O conjunto do time estava afiado. Do lado paulista, segue o discurso de que o time precisa achar o seu melhor voleibol, mas vale lembrar que o returno já está acabando…

Ventiladores - Futura Press

Ventiladores ajudam a secar a quadra para partida no ginásio Capoeirão

Musiquinha e pedido de desculpas

Parecia que já tinha acontecido de tudo na partida, mas o clima ficou pesado depois do jogo. Rodrigão, central do Sesi, mostrou indignação com uma música tocada no ginásio Capoeirão depois da derrota. O papo foi parar no Twitter.

“Parabéns Cimed Sky pela vitória e pela falta de respeito com nos atletas depois de tudo, botar musiquinha de chupa no final do jogo é demais”, escreveu o jogador. O levantador Bruninho deu a primeira resposta: “@Rodrigao14 pede desculpa pra galera pela babaquice!!!todos nos jogadores e comissão ficamos com vergonha!! Abs”. Rodrigão continuou: “@brunorezende1 tranquilo amigo sei que vcs não tem nada haver com isso abraço sorte aí tamo junto sempre”.

Pouco depois, foi a vez de Renan Dal Zotto, dirigente do time catarinense, se pronunciar. “Peço desculpas à equipe do Sesi pela escolha equivocada da musica de encerramento no jogo de ontem da Cimed/Sky…”, postou ele no Twitter.

Quem para a Unilever?

A Superliga feminina também teve jogo na noite de terça-feira e o resultado já está ficando batido. Se tem Unilever em quadra, tem vitória para o time carioca. Até agora, elas só perderam lá na estreia para o Sesi. E agora passaram pelo Usiminas/Minas por 3 a 0 e se isolam na liderança.

E o que agrada nesta temporada é a variação na equipe. Dessa vez, assim como foi no ano passado quase todo, Sheilla foi a maior pontuadora. Mas nem sempre é assim. Venturini equilibrou as ações do Unilever, usando principalmente as centrais. Será que teremos mais um ano com título carioca? Na próxima rodada, é provável que venha mais uma vitória, para cima do Pinheiros. Depois o Unilever pega Vôlei Futuro e Sollys/Nestlé e aí sim veremos outros times que podem fazer frente às cariocas em ação. O Minas teve a sua chance e não conseguiu.

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 Superliga | 11:39

Dia de 3 sets a 0 na Superliga

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Os jogos esperados do sábado tanto na Superliga feminina quanto na competição masculina tiveram 3 sets a 0 no placar. Entre as mulheres, Sollys/Nestlé se impôs no bloqueio, parou o ataque cubano com 16 pontos no fundamento e passou pelo Usiminas/Minas (leia mais sobre o jogo). No masculino, melhor para o Sada/Cruzeiro sobre a Cimed/Sky.

Jaqueline

Jaqueline foi destaque do Sollys/Osasco diante do Usiminas/Minas

Na Superliga feminina, como falamos no post anterior, as coisas estão como o previsto. Com a vitória, equipe de Osasco seguiu na segunda colocação e deve ficar por aí, já que encara o Pinheiros na rodada desta terça-feira e não deve ter problemas para conseguir mais um 3 sets a 0.

Mas vale ficar atento a Unilever x Usiminas/Minas, também nesta terça-feira. As cariocas são líderes com quatro pontos de diferença, mas um tropeço diante do Minas pode fazer com que o Sollys/Osasco se aproxime. O Unilever com Fernanda Venturini em seus bons dias é favorito, mas ainda prefiro a cautela ao falar das cubanas mineiras, que podem desequilibrar no ataque. E tem também o saque, já que conhecemos o passe do time do Rio e, às vezes, nem Venturini resolve.

Na Superliga masculina, o Sada/Cruzeiro embalou de vez e já tem oito vitórias consecutivas. Do outro lado, a Cimed/Sky errou em momentos importantes, mas também viu uma excelente combinação entre levantador e oposto. William, levantador do Sada/Cruzeiro, tem jogadas lindas, mas não deixa de fazer o básico. Se o oposto Wallace está virando todas, para quem deve ser a bola? Para o oposto! Não é preciso inventar a cada bola. E William deu aula disso. Fez o que era esperado com as bolas para Wallace e também mostrou o seu talento, variando quando necessário, soltando bola com apenas uma mão… Que bela dupla!

Veja os detalhes de Sada/Cruzeiro 3 x 0 Cimed/Sky

A rodada ainda teve mais um 3 a 0, para o Sesi para cima do Montes Claros. E agora, o Sesi, atual campeão, finalmente conseguiu de acertar? A equipe está sofrendo sem seus dois opostos, Wallace e Léo, que ainda seguem em recuperação de lesão…

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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012 Superliga | 10:22

Líderes fazem a lição de casa na Superliga feminina

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As equipes com as melhores colocação na Superliga feminina fizeram a sua parte na terceira rodada do returno. Diante de adversários teoricamente mais fáceis, Unilever, Vôlei Futuro, Sollys/Osasco e Usiminas/Minas venceram. Desses, só o time de Osasco teve vida realmente fácil. Para os outros, 3 a 0 ou 3 a 2 significaram equilíbrio.

Fernanda Venturini - Daniel Ramalho/adorofoto

Venturini, que havia sofrido um acidente de carro com Bernardinho na manhã de terça, jogou contra Mackenzie

Unilever e Vôlei Futuro venceram em sets diretos. E quem advinha o que ainda é um problema para a equipe carioca? Sim, mais uma vez o passe. E sim, ter Fernanda Venturini no levantamento ajuda. O time de Bernardinho bateu o Mackenzie/Cia do Terno, sétimo colocado, e segue na liderança isolada, mas as parciais tiveram placares até que apertados (25/21, 25/20 e 25/20).

Placar apertado para o outro 3 sets a 0 de um dos líderes. O vice Vôlei Futuro só venceu a primeira parcial para cima do BMG/São Bernardo por 32 a 30. Depois, mesmo cometendo erros, fechou o jogo em casa com um pouco de folga no marcador (25 a 17 e 25 a 19).

Já o Sollys/Nestlé se aproveitou do novato Rio do Sul e, aí sim, venceu por 3 a 0 com tranquilidade (25/21, 25/19 e 25/13). E o time de Osasco aproveita os jogos mais simples para recuperar o ritmo de Fabíola e contar com Hooker. A levantadora voltou depois de lesão no joelho e a oposto, grande contratação da temporada, começa a mostrar seu jogo mais solto e sua potência. Será que ela já é uma ameaça a Tandara? De qualquer maneira, é melhor ter o time todo e se preocupar em quem escalar do que olhar para o banco e não ter quem colocar. Luizomar já passou por isso quando Fabíola estava machucada….

Para fechar o bloco de líderes, um placar que surpreendeu. O Usiminas/Minas, apesar de não ter as estrelas da seleção, é um time forte e que vem dando trabalho. Mas as mineiras sofreram para bater o lanterninha Macaé. A vitória veio apenas no tie-break. Com isso, perdeu um ponto em um jogo que poderia ter sido mais um 3 a 0 pelo histórico das duas equipes.

No final, com altos e baixos, quem estava melhor colocado venceu quem estava na parte debaixo da tabela. Para os líderes, a rodada com duelos considerados mais simples valeu a pena.

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Superliga | 23:02

Noite começa com Wallace Souza e termina com Unilever

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*atualizado dia 26/01

Wallace - Divulgação/CBV

Wallace Souza foi o nome do jogo entre Sada/Cruzeiro e Sesi

A noite de vôlei desta terça-feira começou com uma atuação de gigante de Wallace Souza, oposto do Sada/Cruzeiro, e terminou com um 3 a 0 do Unilever para cima do Vôlei Futuro com direitos a muitos bloqueios e mais uma boa atuação de Fernanda Venturini.

O Sada/Cruzeiro recebeu o Sesi-SP e venceu no tie-break. O time paulista começou devagar, errou mais e isso pode ter custado o jogo. Do outro lado, Wallace Souza mostrou o que é ser um oposto. Ele foi, em alguns momentos, caçado pelo levantador William, que sabia que seu companheiro estava em um dia inspirado. No quinto set, por exemplo, se o passe estava um pouco ruim, para quem ia a bola? Wallace. E o que acontecia? Ponto.

O oposto marcou 32 pontos e foi eleito o melhor da partida. E Wallace está amadurecendo em quadra. Quando falei com ele às véspera da final da Superliga 2010/2011, ele me disse que se via como um cara que jogava na força e que ainda não tinha tanta manha para jogar no jeito. No jogo desta terça ele soltou o braço, mas também largou, explorou bloqueio… Esse é o caminho.

A noite de vôlei continuou com a Superliga feminina e o que era esperado para ser um jogo de horas e horas e com outro tie-break, acabou em 3 a 0. O Unilever bateu o Vôlei Futuro, seguiu na liderança e viu o rival de Araçatuba cair para a terceira colocação. ultrapassado pelo Sollys/Nestlé (que bateu o Pinheiros). E dois aspectos chamaram a atenção: o bloqueio carioca, com destaque para os seis pontos de Mari, e a diferença entre as levantadoras.

O Unilever foi uma parede na rede nos dois primeiros sets. Na segunda parcial, marcou sete pontos no bloqueio contra nenhum do Vôlei Futuro. Nem precisa falar mais nada…

Mas alguns bloqueios foram facilitados pelas jogadoras de Araçatuba. Eu explico. Os dois times sofrem no passe, mas as levantadoras do Vôlei Futuro não estavam conseguindo arrumar a bola nem para as pontas. Ana Cristina, que começou como titular, não foi ousada. Ana Tiemi assumiu o posto no terceiro set, elevou o nível de jogo, mas logo voltou a colocar bolas baixas demais nas pontas e assim, foram ataques errados ou parados pelo bloqueio da Unilever.

E sim, a Unilever também teve problemas no passe. Mas essa é a vantagem de contar com Fernanda Venturini. A veterana arrumou bolas com toque, manchete e soube explorar suas atacantes. Mari, eleita melhor em quadra, estava confiante, virando bem e bloqueando mais ainda, foi muito acionada. Quando caiu um pouco, Venturini passou a usar Sheilla. O passe quebrado só atrapalhou as jogadas de meio, que ficaram apagadas.

Já está ficando repetitivo falar do time carioca. Mas antes de criar qualquer esperança, Venturini saiu de quadra afirmando que para de vez depois da Superliga e que não vai para as Olimpíadas de Londres. O jeito é aproveitar durante o torneio nacional mesmo…

E a rodada continua

A Superliga seguiu na noite de quarta-feira. No masculino, Vôlei Futuro venceu o Volta Redonda e assegurou a liderança do primeiro turno. Já a Cimed/Sky fez valer o seu favoritismo e bateu o BMG/São Bernardo. E o RJX, que poderia ter embalado depois de bater o Sada/Cruzeiro na rodada passada, voltou a errar demais e parou no Medley/Campinas, que é um time sem grandes estrelas, mas com bom elenco. Até o returno!

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 Superliga | 13:30

Jogo de gente grande do RJX, Stacy no Vôlei Futuro e a rodada

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A Superliga 2011/2012 já está no final do primeiro turno para homens e mulheres e, como já conversamos por aqui, a tabela promove bons jogos e que servem como parâmetro para diversos times. Entre os homens, quem chamou a atenção foi o RJX, com a primeira vitória em casa e a segunda vitória diante de um forte candidato ao título. Os cariocas, que tinham batido apenas a Cimed/Sky entre os grandes, fizeram 3 sets a 1 para cima do Sada/Cruzeiro.

Lucão e Lipe - Divulgação/Vipcomm

Lipe (direita) foi destaque do RJX e comemora bola no chão com Lucão

O RJX voltou a vencer com a volta de Lipe a sua melhor fase. Ele foi o melhor jogador em quadra e o maior pontuador. O ponteiro segue como o cara de segurança do time e se aproveitando do entrosamento que já tinha com Marlon desde a temporada passada. Marlon também facilitou o jogo. A partir do segundo set, com o passe na mão, ele acelerou bem os lances com seus atacantes.

Sei que posso estar insistindo em falar no RJX, mas esse é o time que atrai olhares desde a sua formação, com todos os selecionáveis, e também depois do fiasco do Pinheiros/Sky. Estou curiosa para acompanhar a equipe e ver se um time que nasceu grande no papel segue grande em quadra. Por enquanto, sigo com a impressão de que a equipe vai bem quando Lipe vai bem. A vitória não garante nada ainda, mas faz a Superliga ficar mais divertida com mais um time com chance de brigar.

Veja como foi RJX 3 x 1 Sada/Cruzeiro set a set

Enquanto isso, aqueles que já são grandes e conhecidos em quadra dominam a parte de cima da tabela da Superliga masculina. Vôlei Futuro, em mais uma atuação inspirada da dupla Lorena e Ricardinho, venceu o Sesi-SP e assumiu a liderança. A Cimed/Sky se aproveitou do frágil UFJF para voltar a vencer depois da semana conturbada com derrota e saída do Pacheco. O Vivo/Minas tropeçou diante do Volta Redonda, que tem se mostrado um time que estuda os rivais e gosta de complicar, mas segue lá em cima, em quarto. O Sada/Cruzeiro, mesmo com os 3 a 1 para o RJX, é candidato ao título e ocupa a quinta colocação.

Volta de Stacy Sykora e tarde de Venturini

Stacy - Site oficial/Vôlei Futuro

Stacy é abraçada pelas companheiras do Vôlei Futuro na volta à Superliga

A nona rodada teve um clássico, Vôlei Futuro x Sollys/Osasco. O time de Araçatuba marcou 3 sets a 2 e segue na cola do Unilever na tabela, na vice-liderança. Mas o que chamou a atenção foi a volta de Stacy Sykora. A líbero norte-americana, que sofreu traumatismo crânio-encefálico no acidente com o ônibus da equipe em abril de 2011 já tinha condições de jogar há algumas rodadas, mas reestreou justo em jogo duríssimo. Por quê?

A pergunta já foi feita pelos leitores daqui do blog. Acho que o caminho natural seria Paulo Coco colocar a jogadora em partida mais simples, para dar ritmo. Mas ele pode ter confiado na experiência de Stacy, eleita a melhor líbero do mundo em 2010 e, talvez por isso, tenha relacionado a atleta logo no clássico. Ele sabia que era um jogo importante. Sabia que a Unilever ganharia do Pinheiros e, por isso, fecharia a rodada na ponta. E sabia que, se perdesse, ficaria em desvantagem justamente em relação ao Sollys/Nestle na tabela. Resolveu colocar a líbero na fogueira, como disseram por aqui, e deu certo. O Vôlei Futuro venceu e Stacy foi a melhor jogador de defesa na rodada. O técnico tem seus métodos questionáveis, mas às vezes eles dão certo…

O Vôlei Futuro viaja nesta semana e encara o Unilever. E nesta Superliga, falar da equipe carioca é falar de Fernanda Venturini. A levantadora foi a melhor em quadra e a melhor jogadora da nona rodada do torneio. Ela segue comandando o time com facilidade, impondo velocidade e cada dia mais entrosada com as companheiras. Enfim, tudo aquilo que já falamos sobre a veterana…

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012 Superliga | 17:22

Superliga feminina volta com um invicto a menos e estrangeiras

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A Superliga feminina 2011/2012 voltou na noite de terça-feira e já viu a queda de um dos invictos. O Vôlei Futuro, que como já comentamos por aqui acertou a mão nesta temporada, bateu o Usiminas/Minas por 3 sets a 0, com direito a dois 25 a 15, acabou com a invencibilidade das mineiras e segue líder e sem perder na competição nacional.

Leia também: Paula Pequeno é a melhor jogadora da sexta rodada

Apesar da derrota, o jogo ajuda a falar das estrangeiras desta Superliga. A cubana Herrera marcou 14 pontos e é uma das grandes armas do elenco de Minas mais uma vez. Já o Solly/Nestlé, outro invicto ao lado do Vôlei Futuro finalmente teve a norte-americana Destinee Hooker em uma partida inteira. A oposto ainda não foi o destaque, que ficou para Jaqueline, mas viu seu time bater o Macaé por 3 a 0.  E ainda temos mais uma norte-americana, a Dani Scott, que voltou ao BMG/São Bernardo. As estrangeiras dão uma graça a mais para a Superliga feminina.

Voltando à rodada da terça-feira, tivemos mais um 3 a 0, agora sem estrangeiras. Mas o jogo foi a prova do que o entrosamento faz com o time. Na vitória do Unilever contra o São Bernardo no último jogo na Superliga em 2011, Bernardinho havia falado que aquele havia sido o melhor jogo do time no torneio. No primeiro confronto de 2012, na vitória sobre o Praia Clube, o discurso se repetiu.

O Unilever, que ficou com o bronze no Top Volley durante a folga de final de ano, voltou ainda mais entrosado e viu mais uma vez a boa parceria de Fernanda Venturini com Juciely pelo meio-de-rede. A central foi a melhor em quadra e o time carioca, que embalou de vez (única derrota foi na estreia e, depois, cinco vitórias), agradece a experiente levantadora. Ela tem facilitado o jogo com o bom entrosamento com as companheiras.

Nesta noite a rodada será para os homens. Vamos ver quem se destaca. Até mais!

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