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Posts com a Tag fase final

sexta-feira, 30 de agosto de 2013 Seleção feminina | 10:29

Três vezes 3 sets a 0 e cada um com uma qualidade

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Divulgação/FIVB

Fê Garay encara o bloqueio da Itália em mais uma vitória brasileira no Grand Prix

A seleção brasileira feminina segue invicta no Grand Prix. Até agora foram três jogos na fase final da competição e todos foram vencidos por 3 sets a 0. Apesar do placar igual, cada partida foi de um jeito e todas mostram que o Brasil segue forte para o que deve ser a final diante da China.

No primeiro dia de finais, a equipe de José Roberto Guimarães bateu os Estados Unidos provando que estudar, ver vídeo e conhecer o adversário nunca é demais, pelo contrário, faz muito bem. A seleção atropelou as norte-americanas conhecendo cada detalhe do jogos as rivais.

Depois veio o Japão. Já escrevi diversas vezes isso aqui… Cuidado ao deixar a outra equipe abrir porque nem sempre pode dar tempo de virar. Entretanto, o Brasil viu as donas da casa acertarem um bom saque e ficarem à frente em diversos momentos no marcador e, ainda assim, teve poder de reação. O time nacional não se intimidou. Assim como na estreia na fase final, Gabi estava no seu dia e foi uma arma no ataque, por exemplo. O Brasil buscou o placar e liquidou mais um jogo, sem deixar se abater com a melhora do time do outro lado da quadra em algum momento.

E nesta madrugada, os 3 sets a 0 foram para cima da Itália. De novo a equipe brasileira conhecia bem o seu rival e fez dois sets bem fortes. No segundo, perdeu a concentração e ficou atrás do placar e, de novo, virou para fechar a parcial. Só que aqui o número de aces chamou a atenção. Foram 13 pontos diretos no saque. E contra o Japão, o Brasil havia levado sete aces! Boa mudança nas estatísticas! Na partida, Thaísa foi o destaque. Ela marcou cinco aces e foi a maior pontuadora do jogo contra as italianas. A central, que havia sido poupada nas primeiras competições do ano, voltou com força total para a seleção.

O Brasil lidera a fase final. Quem aparece logo em seguida é a China, apenas um ponto atrás na classificação. Agora, brasileiras encaram a Sérvia e chinesas pegam o Japão. Depois, Brasil fica frente a frente com a China e, se tudo seguir como veio até agora, a partida será a final do Grand Prix. Será que a seleção feminina recupera o título depois de bater na trave nos últimos anos? Eu diria que as chances são muito boas…

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domingo, 14 de julho de 2013 Seleção masculina | 14:38

Liderança, aula de saque de Lucão e um alerta na Liga Mundial

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O Brasil fechou o final de semana e a primeira fase da Liga Mundial com duas vitórias sobre os Estados Unidos no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Com isso, avançou em primeiro do grupo, fechou a classificatória com o ótimo saldo de apenas uma derrota até aqui, mostrou qualidade dos novatos, mas também já sabe onde deve melhorar.

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Como já estava com o time classificado, Bernardinho poupou titulares e testou jogadores. Renan e Rapha foram acionados nas inversões de 5-1, Maurício entrou e não saiu mais no primeiro jogo, Lipe e Maurício Sousa foram titulares no segundo. Com duas vitórias,  não tem como não dizer que as mudanças deram certo e mostraram a qualidade do elenco do Brasil.

Divulgação FIVB

Brasil fechou primeira fase com duas vitórias sobre os EUA

Mas acho que Éder resumiu bem o que faltou à seleção. “Tivemos dois bons sets e não conseguimos manter o ritmo no terceiro. Temos que mudar isso para as finais”, disse o jogador ainda depois da primeira partida. Um confronto foi 3 a 1 e o outro 3 a 0, mas quase que o jogo foi de novo para o quarto set! Seja qual o elenco em quadra, falta manter a consistência e não baixar o ritmo.

Enquanto isso, o destaque positivo continua sendo Lucão. Já falei dele outras vezes, mas não tem como ignorar um jogador que faz quatro aces seguidos. Ele é uma referência no saque e um dos caras de segurança no ataque de Bruninho. Para ajudar, também está bem ao lado de William. Será Lucão o nome do Brasil nessa Liga Mundial?

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A seleção fez bem o seu papel. Bernardinho está certo em renovar e testar jogadores. William parece uma boa dupla com Bruninho. No final de semana, ganhou destaque em todos os jornais por um ponto no qual só deixou a bola passar para o outro lado. Se Lucão vai bem, Éder é outro central de destaque. Como oposto, Vissotto é o alto enquanto Wallace é a impulsão e a força. Na ponta, Lucarelli é a grande promessa virando realidade, mas também gosto da velocidade e potência das jogadas com Lipe.

Bem servido o Brasil está e a renovação começou mostrando serviço. Agora é encarar Rússia e Canadá no grupo E da fase final. E lembrar das palavras de Éder! Chega de mandar dois sets bem e se perder logo depois. Nem sempre pode dar tempo de se recuperar.

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domingo, 21 de agosto de 2011 Seleção feminina | 16:06

Brasil faz sua parte, mas acaba no pior grupo no Grand Prix

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Acabou a fase de classificação do Grand Prix e o Brasil fez, e bem, a sua parte. Com a vitória deste domingo sobre a Tailândia, a seleção completou os nove jogos da etapa de grupos sem derrotas. O lado bom disso? Zé Roberto conseguiu aproveitar os rivais mais simples para colocar todo mundo para jogar e ganhar ritmo, e o Brasil mostrou que sabe manter a sua concentração, já que não se perdeu nem nesses jogos mais simples.

Além disso, o bloqueio nacional é o melhor fundamento no Grand Prix. Em quase todos os jogos, a equipe ficou na casa dos 10 pontos de bloqueio. Resultado de um saque bem executado. Para completar, o contra-ataque, como comentamos aqui, voltou a funcionar.

E tem um lado ruim em tudo isso? Sim, tem. Pelo regulamento, o primeiro colocado enfrentaria segundo, quinto e sexto melhores no grupo da fase final. Com isso, Brasil acabou na chave mais forte, ao lado de Estados Unidos, Itália e Japão.

No outro grupo, a beneficiada foi a Rússia. Depois de perder duas partidas no Japão, uma para a Coreia, por 3 sets a 2, e outra para as donas da casa por 3 sets a 0 (propositalmente ou não), as campeãs mundiais ficaram em terceiro e vão encaras a dona da casa, o quarto e o sétimo colocado da primeira fase, ou seja, China, Sérvia e Tailândia.

Vamos dar uma olhada nesses grupos. Brasil terá que ter cuidado já que os Estados Unidos seguem fortes e sempre complicam, principalmente pelo volume de jogo. Já a Itália foi até que presa fácil na primeira fase, mas tem um jogo bom no ataque. E o Japão também não foi bem contra o Brasil na primeira etapa, mas pode se empolgar com as vitórias sobre a Rússia e acertar as jogadas de velocidade.

Do outro lado, a Rússia é a favorita. E por jogar em casa, a China aparece como a candidata à segunda vaga. Sérvia e Tailândia, que até tentou complicar para cima do Brasil nos dois jogos que disputaram, devem ficar pelo caminho. Os dois melhores de cada grupo fazem a semifinal e os vencedores, jogam a decisão no próximo domingo.

Rússia pode ter jogado com o regulamento para fugir do Brasil, mas acho que teremos mais um duelo da seleção contra Gamova e companhia em uma final…

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terça-feira, 5 de julho de 2011 Seleção masculina | 08:00

Como sobreviver ao grupo da morte na Liga Mundial?

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De volta ao blog ainda me recuperando da gripe (obrigada pelos recados de melhoras), é hora de falar da fase final da Liga Mundial. O Brasil está, segundo palavras de Bernardinho, no grupo da morte, ao lado de Cuba, Estados Unidos e Rússia. Na outra chave estão Polônia, Bulgária, Itália e Argentina. Os dois melhores de cada chave vão para as semifinais.

E agora, como sobreviver a esse grupo? Vamos a uma breve análise de cada adversário do Brasil e alguns “caminhos’…

Leon

Leon é uma das potencias de Cuba no ataque e no saque

Cuba: começou a Liga Mundial um pouco desacreditada sem o central Simon, o ponteiro Leal e o levantador Hierrezuelo, mas mostrou que ainda é uma potência e tanto no ataque. Bell e o jovem Leon são os dois melhores atacantes da competição. Seja qual for o time em quadra, eles apelam para a força física o tempo todo. O jeito é não se intimidar e tentar segurar à frente do placar, colocando pressão o tempo todo. É preciso jogar na técnica e não na força.
quarta-feira, às 8h30

Estados Unidos: depois dos jogos da primeira fase, dispensa maiores explicações. Liderados por Stanley, eles sabem sacar muito bem. Além disso, têm paciência para defender e armar contra-ataques quantos vezes forem necessárias. Foi jogando dessa maneira que eles venceram o Brasil na primeira fase. E é melhor o time nacional se armar para variar os ataques e também ter paciência para vencer.
quinta-feira, às 8h30

Rússia: teve uma chave até que simples na primeira fase, já que Japão e Alemanha não são rivais tão fortes assim. Teve apenas uma derrota, diante da Bulgária, o adversário mais complicado e, ainda assim, foi no final da primeira fase, quando já não atrapalharia mais. São aqueles altos de sempre, com bons jogadores de bloqueio, ataque e saque. Nesta Liga Mundial é destaque é para Maxim Mikhaylov, 3ª melhor atacante e que já deu trabalho ao Brasil em outras edições do torneio. Alerta é total e vale usar as jogadas rápidas para escapar do bloqueio.
sexta-feira, às 8h30

seleção brasileira

Com Marlon, camisa 17, Brasil conseguiu um passeio sobre a Polônia

E o Brasil? Deve fazer alguma coisa de diferente para chegar à semifinal? Eu apostaria em Marlon como levantador e seguiria com Sidão no meio. Como vocês comentaram por aqui, o time foi mais preciso no ataque com Marlon, que está distribuindo melhor do que Bruno. E Sidão está dando volume ao bloqueio. Nas pontas, Murilo deve voltar a receber mais bolas. E no geral, o bloqueio precisa pressionar mais e começar a defesa, como foram nas outras temporadas.

Enfim, a fase de adaptação acabou. Agora é para valer. Chegou a hora de ser ofensivo desde o começo dos jogos e de conseguir manter o padrão ao longo dos sets e de um jogo para o outro. Sabemos que o foco na temporada é a Copa do Mundo, que vale a vaga olímpica. Mas seria bom já começar com um pódio, não?

E vocês? O que esperam dessa fase final? E o que esperam do Brasil? Deixem seus comentários!

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segunda-feira, 27 de junho de 2011 Seleção masculina | 20:25

Vaga garantida no dia do vôlei

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Hoje, 27 de junho, é o dia nacional do vôlei (pois é, nosso esporte ganhou um dia!). E para comemorar a data, a FIVB confirmou o que os leitores daqui do blog já tinham alertado desde sábado, depois da derrota do Brasil para os Estados Unidos fora de casa. Apesar dos 3 sets a 1, a seleção de Bernardinho já esta classificada para a fase final da Liga Mundial (obrigada, leitores bons de matemática!).

defesa

Falha na defesa diante dos Estados Unidos

Com isso, a pressão para as partidas contra a Polônia diminui, pelo menos na teoria. Mas acho que isso não deve fazer ninguém no time relaxar. Desde os jogos contra Porto Rico em São Paulo, os brasileiros falam que precisam minimizar os erros. Conseguiram no primeiro jogo contra os EUA, mas voltaram a se perder em quadra no segundo (veja como foi a derrota do Brasil). Como já disse por aqui, acho que agora é o momento não apenas de minimizar os erros, mas de manter o padrão de uma partida para outra.

Perguntaram por aqui se esses altos e baixos do time preocupam. Minha resposta é sim, preocupam um pouco. Já estamos às vésperas da final e já era hora da equipe se encontrar mais. Porém, parece que eles já sabem qual caminho deve ser seguido.

A seleção já conseguiu ser mais agressiva, principalmente no saque. Agora precisa manter o volume no sistema defensivo, com melhor marcação no bloqueio e no fundo de quadra. Só assim é que virão os contra-ataques e o domínio nos jogos.

Quanto aos jogadores, Bruninho pode ser mais constante na distribuição. Ele está oscilando momentos de ótimas jogadas com bolas repetidas e marcadas pelo bloqueio adversário (como contra os EUA). Já Murilo está voltando ao padrão de 2010, virando com consciência e concentrado no fundo. Na outra ponta, Giba vai bem no saque, mas nem sempre é a solução para o ataque. O nosso meio tem que voltar a bloquear mais e seguir no ataque. Pode ser o momento de dar mais chances a Sidão, por exemplo. E como oposto, o time deve seguir com Théo, já que Leandro Vissotto tem apenas um edema na coxa, nada grave, mas acho que ainda não deve ser usado. É a hora de Théo se mostrar mais confiante no ataque.

Além disso, Dante pode ser uma opção. Ele está recuperado da inflamação no joelho e, com o Brasil classificado, pode entrar para ganhar ritmo e chegar mais bem preparado às finais.

Sabemos que o foco do Brasil no ano é a Copa do Mundo, que dá vaga para a Olimpíada de Londres, mas dá para arrumar o time para levar mais um título na Liga Mundial. No dia do vôlei, temos o direito de torcer!

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terça-feira, 20 de julho de 2010 Seleção masculina | 14:14

É chegada a hora das finais da Liga Mundial

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As finais da Liga Mundial começam nesta quarta-feira, na Argentina. O Brasil busca seu nono título no torneio, assim como a Itália. Cada uma está em grupo e podem, quem sabe, se enfrentar na semi ou mesmo na final deste ano. Para nos localizarmos nas chaves, um resumo de cada grupo e suas seleções rumo à decisão. No final, vocês também podem, e devem, fazer as suas análises e dar os seus palpites!

Grupo E: Argentina, Brasil e Sérvia
Argentina: É a dona da casa e busca o primeiro pódio na Liga Mundial. Vi poucos jogos dos anfitriões e não fiquei surpresa. Eles têm um time renovado e um grande treinador, Webber, que conhece muito bem os brasileiros e o seu estilo de jogo, já que atuou muitos anos por aqui. Será o adversário do Brasil na estreia, no dia 21 de julho, às 21 horas.

Brasil: Chegou até aqui com uma derrota em casa e alguns jogos sem impressionar. Mas, como todo time de Bernardinho, cresceu nas últimas partidas. Vissotto e Murilo são dois nomes de destaque. O primeiro jogou bem desde o começo e mostrou versatilidade, bloqueando e atacando mesmo sendo um “baixinho” de 1,90. O outro, o gigante do time, foi o diferencial contra a Bulgária e se tornou o verdadeiro homem de segurança. Os outros jogadores também merecem méritos, afinal, esse time não é de um atleta ou de outro. É um grande conjunto. O que precisa ser trabalhado, entretanto, é o saque. O Brasil foi irregular neste fundamento na primeira fase da Liga e isso pode pesar na hora da decisão.

Sérvia: Conseguiu a vaga como melhor segunda colocada. Segundo Bernardinho, é habilidosa e considerada a “brasileira da Europa”. As estatísticas do torneio comprovam a força do time. O oposto Sasa Starovic, de 22 anos, assumiu o lugar deixado por Milijkovic, o melhor jogador do país. O jovem é o maior pontuador da Liga Mundial e dono do melhor saque. Pela ponta, a seleção conta com Stankovic, terceiro melhor atacante. Ainda é comanda pelo levantador Petkovic, o líder no fundamento. Eles devem buscar uma revanche contra o Brasil, já que foram derrotados em casa na final do ano passado. Brasil e Sérvia se enfrentam no dia 22 de julho, também às 21 horas.

Grupo F: Itália, Rússia e Cuba
Itália: Pode se dizer que, depois de algumas temporadas sem um grande voleibol, os italianos foram a surpresa da primeira fase. Lideraram seu grupo, passando por Sérvia e França, e ganharam elogios de Bernardinho. “Os italianos estão voltando ao rol dos finalistas. Chegam por méritos próprios e são candidatos ao título. O time mescla jovens com grandes veteranos, como o Fei, que é um excelente passador e diferencial da equipe; o Mastrangelo, um dos maiores bloqueadores do mundo; e o Vermiglio, um grande levantador. Taticamente a Itália beira o brilhantismo”, disse o técnico ao site oficial da CBV. Se o Brasil ficar em primeiro do grupo e a Itália em segundo, ou vice e versa, eles duelariam na final. Gostaria de ver essa decisão neste ano. Seria uma bela briga pela supremacia na Liga, já que Brasil e Itália tem oito títulos cada um.

Rússia: É a grande equipe dessa Liga Mundial. É um time com o jogo típico da escola europeia, com muita força. Eles sacam e bloqueiam muito bem. O oposto Dmitriy Muserskiy é o melhor bloqueador do torneio até agora. O central Volkov, outro destaque, é o sétimo no fundamento. No saque, a Rússia é a única seleção com dois jogadores entre os cinco melhores: Muserskiy, de novo, na 3ª posição, e Mikhaylov, na 4ª. É o provável adversário do Brasil em uma final. Pode depender do duelo contra a Itália para definir o líder do grupo.

Cuba: É um time que joga na força física. Eles têm explosão no ataque e pancada no saque. Podem complicar, mas acho que ainda estão atrás da Rússia, pelo menos. Mas, como bem conhecemos o jeito cubano de jogar, melhor não menosprezar. Os jogadores mudam, mas a marra é a mesma. Eles crescem e ganham confiança quando estão na frente. O jovem León, de 16 anos, segue no time como grande força no serviço.

Jogos da fase final da Liga Mundial
Grupo E
21/07 – 21 horas – Brasil x Argentina
22/07 – 21 horas – Sérvia x Brasil
23/07 – 21 horas – Argentina x Sérvia

Grupo F
21/07 – 17h30 – Itália x Rússia
22/07 – 17h30 – Rússia x Cuba
23/07 – 17h30 – Cuba x Itália

Agora é com vocês! O que esperam das finais da Liga Mundial? O Brasil chega à decisão? Contra quem? Deixem seus comentários!

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